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O homem que foi gravado humilhando um motoboy com ofensas racistas, em Valinhos, no interior de São Paulo, já foi flagrado há dois anos apedrejando o carro de uma vizinha do condomínio onde mora. A informação foi divulgada em uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, que também relatou que a moradora se mudou pois ficou com medo do contabilista Mateus Couto, de 31 anos.

O psiquiatra que cuidou de Mateus confirmou que ele sofre de esquizofrenia paranoide. Entretanto, um outro especialista ouvido pelo programa afirmou que uma investigação do caso é necessária, pois Mateus não aparentava estar em surto psicótico durante as ofensas.

Informações Pleno News
Foto: reprodução


Agência Brasil – O presidente Jair Bolsonaro participou, na manhã deste domingo (9), de uma videoconferência com outros chefes de Estado e de governo para tratar das ações de apoio ao Líbano. Na última terça-feira (4), uma grande explosão na zona portuária de Beirute, capital do país, deixou um saldo de centenas de mortes e milhares de feridos. Ao detalhar as ações do governo brasileiro, Bolsonaro disse que convidou o ex-presidente Michel Temer, que tem ascendência libanesa, para coordenar a missão. 

“Nos próximos dias, partirá do Brasil, rumo ao Líbano, uma aeronave da Força Aérea Brasileira com medicamentos e insumos básicos de saúde, reunidos pela comunidade libanesa radicada no Brasil. Também estamos preparando o envio, por via marítima, de 4 mil toneladas de arroz, para atenuar as consequências da perda dos estoques de cereais destruídos na explosão. Estamos acertando, com o governo libanês, o envio de uma equipe técnica, multidisciplinar, para colaborar na realização da perícia da explosão. Convidei, como o meu enviado especial e chefe dessa missão, o senhor Michel Temer, filho de libaneses e ex-presidente do Brasil”, afirmou Bolsonaro.

Em nota, a assessoria de Temer informou que o ex-presidente “está honrado” com o convite. “Quando o ato for publicado no Diário Oficial serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa”, diz a nota.

A videoconferência foi iniciativa do presidente da França, Emmanuel Macron, e contou com a participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do presidente do Líbano, Michel Aoun, além dos líderes de países como Egito, Catar e Jordânia, entre outros. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro classificou a reunião como necessária e urgente, reafirmou suas condolências às famílias das vítimas da tragédia e destacou a relação histórica entre Líbano e Brasil. 

“O Brasil é lar da maior diáspora libanesa no mundo, 10 milhões de brasileiros de ascendência libanesa formam uma comunidade trabalhadora, dinâmica e participativa, que contribui de forma inestimável com o nosso país. Por essa razão, tudo que afeta o Líbano nos afeta como se fosse o nosso próprio lar e a nossa própria pátria”, disse.  


Uma mulher perdeu a guarda da filha adolescente após raspar a cabeça da menina, de 12 anos de idade, em um ritual de candomblé, no interior de São Paulo.

O próprio Conselho Tutelar do município moveu a ação após ter recebido denúncias de maus tratos e abuso sexual. A avó da adolescente, que participa de outra religião, denunciou a mãe da garota.

A menina chegou a dizer que não sofria qualquer tipo de abuso. Já a mãe argumentou que não poderia deixar o local, já que estava participando de um ritual.

Segundo a garota, a cabeça dela foi raspada porque ela estava se tornando filha de Iemanjá. Os familiares fizeram um boletim de ocorrência e acusaram a mãe de manter a criança a força no terreiro de candomblé, em condições abusivas.


O apresentador Fábio William, da TV Globo, não conteve a emoção ao encerrar o telejornal DFTV 1 de ontem (7) e ficou com a voz embargada e os olhos marejados ao falar sobre seu pai em homenagem ao Dia dos Pais, que será comemorado no domingo (9).


O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.

A primeira vítima foi uma mulher de 57 anos, que morreu em São Paulo em 12 de março – a morte foi divulgada no dia 17 daquele mês. Desde então, foram menos de cinco meses até a marca de 100 mil mortes. A Covid-19 deixou mortos em 3.692 dos 5.570 municípios brasileiros, ou 66,2% do total.

O Brasil é o segundo país em todo o mundo a atingir esse indicador com o Covid-19: em maio, os Estados Unidos chegaram a mais de 100 mil mortos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Hoje, são mais de 160 mil vítimas nos EUA. Da primeira morte, em fevereiro, à de número 100 mil, em 27 de maio, se passaram pouco mais de três meses.

Os números que colocam o Brasil em destaque negativo já superam o total de mortos em eventos como a Gripe Espanhola e a Guerra do Paraguai. Em outro comparativo, é possível apontar que apenas 324 dos 5.570 municípios brasileiros tinham, em 2019, mais de 100 mil habitantes, segundo o IBGE.


Na manhã deste sábado (8), um grupo de entregadores decidiu realizar um protesto em frente ao condomínio em Valinhos (SP) onde o entregador Matheus Pires sofreu ataques racistas. O buzinaço aconteceu por volta de 9h da manhã e contou com a participação de pelo menos 100 pessoas, entre entregadores e apoiadores.

O vídeo com o ataque se espalhou nas redes sociais nesta sexta-feira (7). Na gravação, o entregador é discriminado por um morador de um condomínio de casas por causa de sua condição financeira e pela cor de sua pele. As imagens foram gravadas no dia 31 de julho.

No vídeo, o entregador é chamado pelo morador de “lixo”, de “semianalfabeto”. Além disso, o agressor afirmou que o motoboy tinha inveja do condomínio e da cor de sua pele.

As imagens causaram indignação nas redes sociais, o que levou o entregador Matheus a receber apoio de famosos. O presidente Jair Bolsonaro também comentou o episódio e expressou solidariedade ao motoboy.

– Que a indignação dos brasileiros sirva de lição para que atos como esse não se repitam. Todos somos iguais! Embora alguns trabalhem para nos dividir, somos um só povo! Meus votos de solidariedade e sucesso ao entregador Matheus, bem como a toda sua família. Deus os abençoe! A miscigenação é uma marca do Brasil. Ninguém é melhor do que ninguém por conta de sua cor, crença, classe social ou opção sexual – declarou.

Morre a atriz Chica Xavier
8 de Agosto de 2020

A atriz Chica Xavier, conhecida por papéis marcantes em novelas como “Sinhá Moça” e “Renascer”, morreu na madrugada deste sábado (8) aos 88 anos, vítima de câncer de pulmão. Ela estava internada no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Nascida em Salvador em 22 de janeiro de 1932, Francisca Xavier Queiroz de Jesus mudou-se para o Rio em 1953, aos 21 anos e se consagrou como atriz de teatro, TV e cinema, ao longo de uma carreira de mais de seis décadas. Destacou-se como uma das maiores referências da representatividade negra na arte brasileira.
Em 2010, recebeu o Troféu Palmares, entregue pelo extinto Ministério da Cultura, pelo trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira.
“Uma precursora, símbolo de gerações de atrizes e atores negros, de representatividade, que trazia em cada cena ou fala traços latentes de baianidade. Nunca negou a origem”, disse a TV Globo em comunicado.
Nos palcos, Chica Xavier esteve na montagem de 1956 de “Orfeu da Conceição”, de Vinicius de Moraes. Atuou também em novelas como “Dancin’ Days” (1978), “Pátria minha” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “O rei do gado” (1996) e “Força de um desejo” (1999), além da minissérie “Tenda dos milagres” (1985). Seu último trabalho na TV foi “Cheias de charme” (2012).

Informações G1
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Nesta sexta-feira (7), Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o secretário de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, seja solto.

Defiro o pedido liminar para suspender a ordem de prisão temporária decretada em relação ao reclamante. Expeça-se alvará de soltura. Comunique-se com urgência – escreveu o ministro do STF.

Informações Pleno News
Foto: Nelson Jr


Pesquisa PoderData mostra o presidente Jair Bolsonaro como líder isolado na intenção de votos para o 1º turno da disputa ao Planalto, em 2022. É o favorito de 38% dos eleitores. O 2º colocado, o ex-ministro Fernando Haddad (PT), é o escolhido de 14%.

A diferença entre o presidente e o petista é de 24 pontos percentuais. É maior que os 17 pontos percentuais que os separaram no 1º turno de 2018. Bolsonaro teve 46% dos votos. Haddad alcançou 29%.

O ex-ministro Sergio Moro (sem partido) aparece em 3º na corrida presidencial, com 10% de preferência. O levantamento também incluiu Ciro Gomes (PDT), Luiz Henrique Mandetta (DEM), João Doria (PSDB) e Flávio Dino (PC do B).

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.


A Globo está vendo as audiências de seus principais telejornais caírem. Desde o começo da cobertura de assuntos relacionados ao coronavírus, a emissora viu o número de telespectadores crescer e bateu grandes números de audiências com a exibição de seus principais telejornais, Jornal Nacional, Jornal Hoje e SP1. Porém, o público diminuiu no último mês e já não é o mesmo de março.

Segundo um levantamento feito pelo site Notícias da TV, a audiência dos três telejornais caiu em julho. O Jornal Nacional fechou o mês com uma média de 30,3 pontos na Grande São Paulo. É um decréscimo de 10% em relação ao melhor mês de 2020, que foi março com 33,9 pontos. Pode parecer uma queda pequena, mas significa que são 730 mil telespectadores a menos ligados no horário nobre da Globo.

Um dos motivos que pode estar levando a essa queda de audiência é o fato de a população não estar mais tão interessada em notícias sobre o coronavírus. Para contornar essa situação, a Globo estaria diminuindo o espaço que o tema tem na cobertura. Se antes o Jornal Nacional falava sobre o assunto por 30 minutos, agora 10 minutos do jornal são destinados a ele. Na última terça-feira (4), foi a primeira vez desde 21 de fevereiro que a Covid não foi citada na escalda, apresentação das principais notícias na abertura do programa.

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