ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O presidente da República Jair Bolsonaro, participa da sessão solene de abertura do ano legislativo

Agência Brasil- O presidente Jair Bolsonaro participou nesta quarta-feira (3) da sessão solene de abertura do ano legislativo e entregou a mensagem do Poder Executivo ao Congresso Nacional. A cerimônia marca a retomada das atividades parlamentares na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Antes de entregar a mensagem, Bolsonaro fez um discurso em que elencou realizações do seu governo e também pediu ao Congresso apoio para uma série de pautas, como pacto federativo, reforma administrativa, reforma tributária e agenda de concessões e privatizações.

“Dando continuidade a todo esse processo, diversas outras proposições legislativas merecem a atenção e a análise do Congresso Nacional neste ano de 2021; projetos esses que dependem da devida análise, adequação e aprovação pelo parlamento brasileiro. Neste ponto, citam-se, dentre outros, as propostas de emenda constitucional do reordenamento da relação federativa; a reforma administrativa; a agenda de privatizações e de concessões; a revisão dos subsídios creditícios e gastos tributários; a reforma tributária; o projeto de lei complementar para a criação do Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador; o projeto de lei cambial; a modernização do setor elétrico; a partilha dos campos de óleo e gás; debêntures de infraestrutura, entre outros projetos em tramitação no parlamento”, afirmou o presidente.   

A sessão solene ocorreu de forma presencial no plenário da Câmara dos Deputados e reuniu centenas de parlamentares, sob o comando do novo presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Além do presidente da República, que foi o primeiro a discursar, também discursaram o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que entregou a mensagem do Poder Judiciário; o presidente recém-eleito da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e Pacheco, que falou ao final e encerrou os trabalhos.

Pandemia

Em seu discurso na entrega da mensagem, Bolsonaro disse que o governo federal buscou atuar, no contexto da pandemia, para preservar vidas e proteger empregos. “Com base nessas premissas e com um olhar especial às populações mais vulneráveis, àqueles que mais necessitavam da atenção do Poder Público, todo o governo federal foi mobilizado para uma atuação ainda mais coordenada, integrada e efetiva. Todos os órgãos e todas as entidades governamentais passaram a direcionar esforços no combate ao vírus e na proteção às pessoas”, afirmou.

O presidente também mencionou a execução do Plano Nacional de Vacinação contra a covid-19. “O governo federal se encontra preparado e estruturado em termos financeiros, organizacionais e logísticos para executar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. Com isso, seguimos enviando todos os esforços para o retorno à normalidade na vida dos brasileiros”, afirmou. Até agora, de acordo com painel do Ministério da Saúde, um total de 783.135 doses foram aplicadas em todo país, o que representa cerca de 1% do público prioritário da vacinação, que reúne mais de 77,2 milhões de pessoas.

Balanço

Bolsonaro também dedicou sua fala para apontar o que considera as principais realizações de seu governo. Ele citou, por exemplo, os 201 projetos de concessão incluídos no Programa de Parceria e Investimentos, a entrega de 374 mil unidades habitacionais, os investimentos federais em saneamento básico, a digitalização de serviços governamentais, a aprovação da Lei de Falências, a implantação do PIX (sistema de pagamentos instantâneos) e a redução da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 2% ao ano. “O governo federal não parou. Em paralelo ao monumental esforço exigido para ações de combate ao novo coronavírus, prosseguimos trabalhando em diversas outras frentes, sempre em prol do povo brasileiro”, disse. 

Sobre política externa, o presidente defendeu o resgate do que chamou de “valores” defendidos pela população brasileira e falou em integração econômica com outros países. “No âmbito internacional, demos prosseguimento a uma política externa voltada ao resgate de valores e princípios defendidos pelo povo brasileiro, com a reaproximação com as grandes democracias mundiais, com vistas a uma maior abertura comercial e integração de nossa economia às cadeias transnacionais de agregação de valor”.


Presidente da República se reuniu com novos comandantes da Câmara e do Senado

Bolsonaro se reuniu com Arthur Lira e Rodrigo Pacheco Foto: Reprodução/CNN Brasil

Após o encontro com os novos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco(DEM-MG), nesta quarta-feira (3), o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que o clima entre as três autoridades é “o melhor possível”. Sem detalhar quais temas foram discutidos, Bolsonaro disse que apresentou sugestão de pautas aos novos comandantes do Legislativo.

– Trocamos impressões. Esse diálogo não começou hoje, começou durante a própria campanha. Apresentamos uma sugestão de pautas aos presidentes da Câmara e do Senado e podem ter uma certeza absoluta: o clima é o melhor possível e imperará harmonia entre nós – disse o chefe do Executivo.

Para Pacheco, a visita institucional se insere na linha de pacificação, boa relação e harmonia entre poderes. O novo presidente do Senado afirmou que as pautas sugeridas pelo presidente da República serão analisadas pelos líderes partidários das duas Casas.

– Submeteremos aos nossos respectivos colégios de líderes, senadores e deputados, para que possamos apreciar a viabilidade da inclusão em pauta de cada um desses projetos. O foco principal, que também o é do governo federal e do presidente Jair Bolsonaro, segundo sua Excelência me externou, é o enfrentamento seguro, ágil e inteligente da pandemia – afirmou Pacheco.

Lira também destacou que a sua ida e a de Pacheco ao Palácio do Planalto é um gesto de harmonia e equilíbrio, mantendo a independência entre os poderes. De acordo com ele, a preocupação neste ano é “100% voltada para o combate à pandemia”.

– Vamos manter um clima harmônico, de muito trabalho, de muito diálogo e de muita responsabilidade este ano, para minimizar todos os efeitos danosos e produzir um clima absolutamente de normalidade e progressivo trabalho no Brasil – completou Lira.

Informações Pleno News


Presidente ganhou lata gigante de presente e afirmou que veículos como Globo, Folha e O Antagonista deveriam consumir o produto

Bolsonaro recebe lata gigante de Leite Moça Foto: Reprodução

Durante um encontro realizado no Palácio do Planalto, na terça-feira (2), entre o presidente Jair Bolsonaro e o youtuber Fernando Lisboa, o chefe do Executivo aproveitou para debochar mais uma vez de parte da imprensa que o ataca diariamente.

Ao receber de Fernando uma lata de Leite Moça gigante, classificada em tom de brincadeira por Lisboa como “tamanho GG”, o líder do Executivo riu e afirmou que veículos de mídia como a Globo, a Folha de SP e O Antagonista deveriam consumir o item.

– Quem toma esse aqui é a Globo, Folha e Antagonista – disse.

A fala do presidente foi em referência a uma reportagem publicada pelo site Metrópoles no dia 24 de janeiro sobre os gastos do governo federal com gêneros de alimentação. Na ocasião, o veículo apontou uma despesa de R$ 15,6 milhões em latas de leite condensado.

Após a divulgação do conteúdo, o Ministério da Defesa, um dos órgãos que mais adquiriu a iguaria, esclareceu que o leite condensado é um dos itens que compõem a alimentação de militares por seu potencial energético e que também é usado em substituição ao leite comum pela capacidade de conservação.

Informações Pleno News


Cargos na Mesa Diretora serão decididos nesta quarta-feira

Câmara dos Deputados Foto: Câmara dos Deputados/Najara Araújo

Após a ameaça de judicialização e de obstrução da pauta, o novo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), recuou e selou um acordo com o bloco do candidato derrotado Baleia Rossi (MDB-SP) para a composição dos cargos da Mesa Diretora da Câmara a serem eleitos pelos deputados nesta quarta-feira (3).

– Eu espero que esse fato que aconteceu tenha ajudado muito na discussão interna da casa para que os deputados entendam que nós trataremos democraticamente (…) Isso será feito amanhã com muita tranquilidade – disse Lira ao deixar a reunião que selou o acordo.

O líder do PT, Enio Verri (RS), que afirmou nesta segunda (1º), que Lira “jogava por terra seu discurso democrático” após anular o bloco, hoje, voltou atrás.

– Foi um diálogo muito bom de construção onde o presidente faz um movimento de reconstruir as relações daquela atitude precipitada que ele teve ontem e injusta (…) Nós achamos que isso é um gesto de quem quer construir diálogo, visto que ele não mostrou isso ontem, mas a partir de hoje ele começa a demonstrar e reconhecer a importância da oposição dentro da Câmara – afirmou.

Com o entendimento, a principal mudança é em relação ao PT. Até ontem à tarde, o partido poderia ser responsável por cuidar do “caixa” da Câmara, na primeira-secretaria. Depois da eleição de Lira e sua decisão de anular a criação do bloco, a sigla poderia ter apenas a quarta-secretaria, pasta que cuida dos apartamentos funcionais e auxílio-moradia dos deputados.

Agora, a legenda ficará com segunda-secretaria, responsável pela emissão dos passaportes diplomáticos. O candidato deve ser a deputada Marília Arraes (PT-PE).

Ainda no acordo, o PL ficou com a primeira vice-presidência, com o deputado Marcelo Ramos (PL-AM). O PSL será responsável pela primeira-secretária, com o presidente do partido Luciano Bivar (PE), segundo o líder do partido, Felipe Franscischini (PR). O PSD terá a segunda-vice que deve ser ocupada por André de Paula (PE)

A terceira-secretaria ainda é disputada por PSB e PSDB que precisam definir isso nas próximas horas já que o horário limite para se fazer isso é às 20h. Republicanos terá a quarta-secretaria e PDT, PSB ou PSDB, PSC e DEM terão uma suplência cada.

No acordo, foi definido que nenhum partido iria apoiar candidatos avulsos.

Senado
Lira tem agora uma reunião agendada com o presidente eleito do Senado, Eduardo Pacheco (DEM-MG), com quem ele disse que deve tratar de uma “pauta emergencial” e também da instalação da Comissão Mista da Orçamento.

Informações Pleno News/Estadão


Ministério da Economia elabora relatório no qual abre os valores de salários e de vantagens que vêm nos contracheques das empresas controladas pelo governo federal. Sobressaem-se a Petrobras, o BNDES, a Eletrobras e a Codevasf.

 (crédito: Arquivo/Agência Brasil)
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Ministério Economia apresentou, ontem, um relatório no qual mostra todos os benefícios bancados pelas estatais. A publicação detalha salários e benefícios, como abonos, adicionais, ausências autorizadas, auxílios e estabilidade, entre outros. De acordo com o levantamento, algumas das empresas sob controle direto da União pagam adicionais de férias, “acima da previsão legal”, de 33%. Algumas garantem 100% do benefício aos trabalhadores.

No quesito salário, a Petrobras se destaca pelos altos valores. A remuneração máxima chega a R$ 106,1 mil –– 6.932% maior que a mais baixa da empresa, de R$ 1.510. O vencimento mensal médio da petroleira, segundo o Ministério da Economia, é de R$ 18.930 e tem 52 benefícios diferentes. Entre eles, chama a atenção a gratificação de férias, que corresponde ao valor integral do salário –– contra um terço nas empresas privadas, que pagam o mínimo previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 33,3%.

A estatal gastou ainda R$ 4,4 bilhões em planos de previdência complementar, em 2019, de acordo com a Secretaria Especial de Desestatização. A assistência alimentar da Petrobras também está entre as maiores da lista: são R$ 1.254,48 mensais e os empregados têm direito a mais R$ 192 de vale-refeição.

O benefício só não é maior que o pago pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de R$ 1.521,80 mensais, com 12 auxílios por ano. Além disso, os funcionários recebem cesta-alimentação no valor de R$ 654,88 mensais, com 13 cestas por ano. O BNDES tem o segundo maior salário mensal entre as empresas públicas, de R$ 75.650 — a remuneração média, segundo o ministério, era de R$ 29,230 em 2019. O Programa de Assistência Educacional do BNDES pode chegar a R$ 1.261,65 ao mês por dependente com até 17 anos e 11 meses de idade.

Em terceiro lugar, aparece a Eletrobras, com remuneração que varia de R$ 1,9 mil a R$ 71,1 mil. O auxílio-refeição é de R$ 1,2 mil por mês, sendo 13 por ano. Auxílio-creche e pré-escola (para crianças de seis meses a seis anos) chega a R$ 863,83 por mês. Assim como a Petrobras, a empresa do setor elétrico também paga gratificação de férias acima do mínimo previsto (de 75% da remuneração). Os gastos com plano de previdência em 2019 ultrapassaram os R$ 555 milhões.

Outra empresa que chama a atenção pelo auxílio-refeição/alimentação é a Companhia de Desenvolvimento dos Vale do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), de R$ 1.015,50 mensais, com 13 tíquetes ao ano. O valor é maior do que o pago pela Caixa Econômica Federal (CEF), onde o auxílio é de R$ 807,40 mensais, de acordo com o Relatório de Benefícios das Empresas Estatais Federais (Rebef).

Dentro da lei

Apesar dos altos valores, os benefícios não são ilegais, como admite o Ministério da Economia, porque são resultado de negociações em acordo ou convenção coletiva de trabalho. Alguns temas pactuados, inclusive, prevalecem sobre a legislação. “Mesmo quando superiores à legislação trabalhista, não são irregulares, pois decorrem da dinâmica negocial e têm legalidade durante a vigência. Isso ocorre porque a lei estabelece o parâmetro mínimo (CLT), podendo as empresas públicas ou privadas negociarem benefícios ou condições contratuais mais benéficas, a fim de atrair e manter pessoas qualificadas”, informou a pasta em nota.

“Alguns dos benefícios são históricos, ou seja, foram negociados pelas empresas há mais de 10 anos. Vários foram negociados em troca de não ter aumento salarial no ano, ou mesmo ter percentual de aumento menor do que a inflação do período do acordo ou trocados por outros benefícios que existiam antigamente”, esclarecem o ministério.

Lariane Del-Vecchio, especialista em Direito do Trabalho, explica que “todos esses itens são comuns em grandes empresas privadas”. Além disso, embora controladas pelo governo federal, a maioria das estatais citadas no relatório “não depende de recursos do caixa da União”. “São independentes e os funcionários não são estatutários”, reforçou Lariane.

Para alguns técnicos do próprio governo, o relatório foi feito para “confundir a opinião pública”. Isso porque, no levantamento, os campos de cada estatal não são uniformes, “variam de acordo com o interesse”. Segundo um técnico do ministério, que não quis se identificar, “o relatório não tem consistência metodológica. E, no anúncio do governo, não existe nota técnica explicando os métodos de apuração ou qual o período de aplicabilidade dos benefícios”.

Balança tem rombo de US$ 1,1 bi

Com importações em recuperação, a balança comercial brasileira iniciou o ano com rombo de US$ 1,125 bilhão em janeiro, o que significa que o Brasil comprou mais do que vendeu ao exterior naquele mês. Em janeiro de 2020, o resultado também foi negativo, em US$ 1,684 bilhão.

Depois de serem fortemente afetadas pela pandemia do coronavírus, as importações iniciaram o ano de 2021 em alta, seguindo o movimento observado nos últimos meses do ano passado. Em janeiro, o montante comprado do exterior subiu 8,3%, alcançando US$ 15,933 bilhões, o maior valor desde 2015 na comparação das médias diárias.

Destaque para o aumento de 22,4% nas importações dos chamados bens intermediários, como insumos para a indústria nacional, o que indica uma expectativa maior de produção doméstica nos próximos meses. Por outro lado, houve recuo de 13,6% nas importações de bens de consumo.

De acordo com o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a queda no montante embarcado se deu por fatores como a entressafra no setor agrícola de alguns produtos. Também influenciou o fato de janeiro de 2021 ter tido dois dias úteis a menos do que o mesmo mês do ano passado.

Informações Correio Brasiliense


Foto: Reprodução

Após a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, na semana que vem, no Catar, o Verdão terá que fazer cinco partidas da Série A em um espaço de 11 dias para fechar sua participação no torneio.

Além disso, o Alviverde ainda jogará duas partidas contra o Grêmio, pela final da Copa do Brasil, para encerrar a temporada 2020, sendo que o Paulistão-2021 começa já no final de fevereiro.

Por isso, Abel pediu a redução imediata do número de jogos no país e deu até uma sugestão: que a Copa do Brasil seja “enxugada”, ficando similar às Copas europeias.

“Já disse e vou repetir: o calendário que é feito (no Brasil) e a quantidade de jogos que nós temos, eu acho que quem manda e quem decide têm que pensar muito bem e refazer… Tem que sentar e pensar muito bem no que fazer com tantos jogos. Inclusive, fomos criticados pela Fifa pela quantidade de jogos que temos (no Brasil)”, iniciou.

“Temos que pensar por que temos a Copa (do Brasil) em duas mãos [jogos de ida e volta]. Por que não fazemos só uma mão? Elimina e sai fora. Para que dois jogos, de ida e volta? Para que? Escolhe um sorteio, tem o jogo, se passar o Palmeiras, fantástico, se não passar, está fora. Por que temos que ter ida e volta em todos os jogos?”, questionou.

Abel Ferreira, sobre empate com Botafogo: ‘Tivemos oportunidades para matar o jogo; não podemos falhar nesse nível’

Técnico do Palmeiras falou após o empate com o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro

“É só entenderem o que eu faço. Eu vou contar um dos meus segredos como treinador: eu olho o que os melhores fazem e adapto à minha realidade, ao meu contexto. Acho que o futebol brasileiro tem que fazer isso”, seguiu.

“Essa final da Libertadores que jogamos, segundo me disseram, foi vendida para muitos países, deu muito mais lucro. Não temos que aprender com isso? Por que temos que ter uma sobrecarga de jogos?”, arguiu.

“Em dezembro, fizemos nove jogos. Em janeiro, 10 jogos. Em fevereiro, teremos cinco jogos em 11 dias. É coisa de loucos. Cada vez que jogo e chego ao final da partida sem jogadores lesionados para mim é uma vitória”, encerrou.

O Verdão viaja na noite desta terça-feira para o Mundial e faz sua estreia no próximo sábado, contra o vencedor de Tigres e Ulsan Hyundai.

Informações ESPN


Reprodução/Globoplay
Imagem: Reprodução/Globoplay

O clima no “BBB 21” anda pesado. Desde a última festa “Herança Africana”, na sexta-feira, (29), quando Lucas Penteado se desentendeu com vários participantes, os internautas têm assistido um show de horrores protagonizado por Karol Conká, que já revelou seu objetivo: “Deixar esse menino tantã”.

No sábado, em conversa com Lumena, Nego Di e João Luiz, a rapper tramou um plano para expulsá-lo da mesa. “Vamos falar para ele: você vai comer depois, a gente vai comer aqui e você come depois”.

E não para por aí. Em outros momentos Karol, sempre acompanhada de seus aliados, disse que Lucas teria que “lavar a bunda da galera”, insinuou que ele usa drogas e chegou até a compará-lo ao ex-goleiro Bruno, condenado em 2013 pelo homicídio triplamente qualificado da ex-namorada, ocultação do cadáver, sequestro e cárcere privado do filho.

Essas agressões são caracterizadas como tortura psicológica. Já o abuso psicológico ocorre quando os limites são ultrapassados, ou seja, as opiniões e os atritos começam a ferir. De acordo com a legislação brasileira, em alguns casos, a tortura pode até levar à prisão do agressor.

“Tortura é um abuso exacerbado, mas o próprio abuso já é uma tortura e causa danos severos”, explica Cláudio Paixão Anastácio de Paula, doutor em psicologia social pela USP (Universidade de São Paulo) e professor da Escola de Ciência da Informação da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Nesses casos, a vítima se sente paralisada, começa a questionar os próprios sentimentos, os instintos e, às vezes, até a própria sanidade. Já o agressor questiona tudo, afirma ser o dono da razão, critica, ironiza, ameaça, isola a vítima, controla seus passos, minimiza e ignora o sentimento alheio, inverte as situações ao seu favor e tem prazer sádico em ver o sofrimento do outro.

Psicopatas podem ter esse tipo de atitude, mas isso não significa que todos que cometem essas agressões são psicopatas.

“Isso gera insegurança, a pessoa pede desculpas constantemente, quer se justificar, não sabe o que fazer, não consegue ficar feliz”, exemplifica De Paula. “E, às vezes, aquilo que ela fez pode ser grave num contexto, numa situação, mas talvez não seja um demarcador de caráter, as pessoas falham, erram. E no final ela pensa que não é boa suficiente e que não faz nada certo. Tudo isso faz com que ela perca o equilíbrio emocional necessário para sobreviver nesse mundo”, completa.

Quais os danos de uma tortura?

Tanto o abuso como a tortura causam uma série de impactos negativos na saúde física e mental, como depressão, ansiedade, traumas, e até um estressepós-traumático, quando o abuso foi tão intenso que a pessoa não consegue esquecer.

E quando o estresse é prolongado altera todo o metabolismo. “Altera a produção de glicose, paralisa o intestino, porque você direciona energia para pressionar os músculos para lutar ou para correr, aumenta a pressão sanguínea, a pressão arterial, o risco de infarto e derrame, a pessoa pode ficar obesa, porque muda toda a digestão. A imunidade, em geral, abaixa, porque você tem que fortalecer os músculos”, descreve o professor da UFMG.

Quando há uma tortura, na maioria das vezes, a pessoa tem duas escolhas: ou lutar contra ou correr/fugir. Essa situação gera um desequilíbrio mental, uma vez que ela fica o tempo todo arisca, se preparando para um novo “ataque”.

Todos esses danos também podem surgir a curto prazo, dependendo da intensidade das agressões e a posição da vítima.

Tortura pode ser coletiva ou individual

Segundo o professor da UFMG, o abuso e a tortura podem ser praticados no coletivo ou individualmente. Um grupo que se identifica pode cometer as agressões ou até mesmo um pai contra o filho, um cônjuge, um chefe.

“Porque tem uma assimetria de poder: quem é o abusado geralmente tem menos força em termos físicos, emocionais ou até sociais. Às vezes a pessoa pode até ser mais forte, como um homem, mas está sofrendo abuso de um grupo, que se junta para ameaçá-lo com autoridade”, diz o professor.

Precisa de tratamento

O abuso emocional pode gerar traumas durante a vida inteira, mesmo que a agressão tenha sido por pouco tempo. Em casos de histórico anterior, o caso é ainda mais grave.

As vítimas sempre saem fragilizadas da situação. Por isso, para uma recuperação, é necessário tratamento adequado e terapia.

“Os danos são reversíveis, mas depende muito, muito, muito de a pessoa ter essa conjuntura transformada. Então, ela precisa sair ou ser retirada desse ‘espaço’, receber proteção e acolhimento”, finaliza o professor da UFMG.

Informações Viva Bem/ UOL


Foto: Valter Campanato

Governador de São Paulo ligou para a rádio Jovem Pan e criticou Rodrigo Constantino

Nesta terça-feira (2), usuários de redes sociais se uniram em nova crítica ao governador de São Paulo, João Doria. No Twitter, manifestantes subiram a #CalaABocaDoria e levaram a tag a ser o assunto mais comentado da rede social.

A iniciativa ocorre após Doria ligar para a Jovem Pan e pedir um direito de resposta, após as críticas feitas a ele pelo comentarista Rodrigo Constantino sobre sua gestão na pandemia de Covid-19. O governador paulista “atacou” Constantino, acusou o jornalista de defender estupro e disse para ele “lamber as botas” do presidente Jair Bolsonaro.

Nas publicações, usuários criticaram o “chilique” de Doria na rádio e fizeram críticas ao governador.

Usuários da rede social também levantaram a #DoriaVassaloDaChina.

Após a discussão, Rodrigo Constantino usou seu perfil nas redes sociais para comentar os “ataques” do governador. Na postagem, o jornalista chamou o gestor público de “canalha” e afirmou que vai processar Doria pelas ofensas realizadas ao vivo.

Informações Pleno News


Arthur Lira e Rodrigo Pacheco foram apoiados pelo chefe do executivo

Jair Bolsonaro receberá fez críticas à legalização do aborto na Argentina
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Carolina Antunes

Após a vitória de seus candidatos na Câmara e no Senado nos pleitos desta segunda-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro disse que “no seu entender”, os parlamentares de ambas as Casas “escolheram bons candidatos”. “Eu fiquei na torcida”, afirmou em resposta a um apoiador na saída do Palácio do Planalto.

Na segunda-feira, foram eleitos para presidente da Câmara o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) e, para a presidência do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ambos apoiados pelo Planalto.

Durante a corrida para a presidência das Casas, Bolsonaro atuou particularmente pela vitória de Lira contra o candidato de Rodrigo Maia (DEM-RJ), Baleia Rossi(MDB-SP).

Em outro episódio, durante cerimônia organizada para promover a liberação de tráfego da nova ponte sobre o Rio São Francisco, na BR-101, na última quinta feira (28) o presidente disse que “se Deus quiser” teríamos o “segundo homem na linha hierárquica do Brasil eleito no Nordeste pela Câmara dos Deputados”.

Na manhã desta segunda-feira (1°), em conversa com apoiadores, o chefe do executivo afirmou que tudo ia “dar certo”, em referência à vitória de Lira e Pacheco. Após a votação da presidência da Câmara, Bolsonaro postou nas redes sociais uma foto ao lado de Pacheco e dando aperto de mão em Lira, celebrando a vitória de ambos.

Informações Pleno News/*Estadão


Anúncio foi feito pela própria emissora em entrevista publicada nesta terça-feira

Tino Marcos deixa a Globo após 35 anos na emissora Foto: Divulgação

O repórter Tino Marcos, um dos nomes mais conhecidos do jornalismo esportivo brasileiro, decidiu que está de saída da Globo, emissora em que trabalhou nos últimos 35 anos. O anúncio foi confirmado pelo próprio grupo de comunicação, em uma entrevista publicada nesta terça-feira (2) pelo site Globo Esporte.

Aos 58 anos de idade, Tino participou de coberturas marcantes ao longo da sua carreira, como os títulos da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1994 e 2002, as Olimpíadas de 2004 e outros grandes eventos esportivos. Na conversa com o Globo Esporte, o repórter afirmou que sua decisão foi acelerada pela pandemia de coronavírus.

– É uma variável decisiva nesse processo. Tornou inviável agora a gente fazer o que vinha fazendo. Não sei quando vamos voltar a ter a plenitude. E quando vamos voltar? Não sabemos como está o mundo. Tem todo um contexto. Minha filha se formando na faculdade, minha esposa se aposentado esse ano, eu perdi os meus pais… Tinha um envolvimento muito grande com eles – disse.

O repórter justificou a opção de deixar emissora pelo fato de que as coberturas diárias, que ele fez ao longo de muitos anos, não o agradavam mais. Tino revelou então que as grandes produções, algo que sempre gostou de fazer, foram diretamente impactadas com a chegada da pandemia.

– É preciso entender o modelo de trabalho que eu vinha tendo no último ano. Eu passei a ter uma combinação de fazer grandes reportagens, grandes séries, como estava fazendo a série olímpica do Jornal Nacional, [a] trabalhar menos dias no ano, e estava ótimo. E esse seguimento foi diretamente atingido pela pandemia. Ficou uma condição mais voltada para esse tipo de matéria que temos feito através da internet, com poucas coisas do que eu sempre gostei de fazer. Com o tempo, comecei a ficar cansado desse modelo de cobertura diária – relatou.

Ao todo, durante sua trajetória na emissora, Tino trabalhou em seis Jogos Olímpicos, oito Copas do Mundo e cobriu a Seleção Brasileira ao longo de 30 anos. Ele fica na Globo até o final de fevereiro, quando encerra uma série de reportagens especiais que vai ao ar em julho.

Informações Pleno News

1 706 707 708 709 710 813