O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, autorizou a utilização imediata de todas as vacinas contra a covid-19 que foram entregues aos estados e municípios. Inicialmente, a orientação do Ministério da Saúde foi pela manutenção de estoques para aplicação da segunda dose dos imunizantes, mas, diante da confirmação de entregas semanais pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Butantan, a medida foi tomada para ampliar o número de vacinados em todo o país.
A recomendação também vale para as 5 milhões de doses que serão entregues neste final de semana pelos dois órgãos. Segundo a pasta, a liberação das doses que seriam mantidas em estoque estava em estudo há duas semanas e foi implementada após o aceleramento da produção nas duas instituições brasileiras com a chegada de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) importado.
“Com a liberação para aplicação de imediato de todo o estoque de vacinas guardadas nas secretarias municipais, vamos conseguir dobrar a aplicação esta semana, imunizando uma grande quantidade da população brasileira, salvando e protegendo mais vidas”
Duas apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2354 da Mega-Sena. Os números sorteados ontem (20) em São Paulo foram os seguintes: 06, 18, 25, 30, 42 e 54. Cada apostador, um de Brasília e um de SAlvador, vai receber R$ 22.779.788.
Também foram premiadas 169 apostas que acertaram cinco dezenas e 6.593 apostas que acertaram quatro números. O prêmio para cada apostador que acertou a quina é de R$ 21.989. Já para a quadra, pagou prêmio de R$ 805 para cada aposta.
Para receber o prêmio, os sortudos podem ir a qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 1.903, o pagamento é realizado apenas nas agências da Caixa, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias, a partir da apresentação da aposta premiada na agência.
O próximo concurso da Mega-Sena ocorre na quarta-feira (24) e tem prêmio estimado de R$ 22 milhões.
O Brasil recebe hoje (21) o primeiro lote de vacinas contra covid-19 provenientes do consórcio Covax-Facility. Serão 1.022.400 doses que chegarão ao país às 18h. A chegada das vacinas foi confirmada pela representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Galiano.
Galiano enviou na sexta-feira (19) uma carta endereçada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “É com satisfação que informamos que o primeiro embarque, referente a 1.022.400 doses da vacina contra Covid-19, adquiridas através do mecanismo Covax, chegará ao Brasil no dia 21 de março de 2021”, disse ela, na carta.
Na carta ao ministro, a representante da Opas/OMS no Brasil também acrescentou que 90% das doses têm vencimento em 31 de maio de 2021 e as demais 10% em 30 abril de 2021. A Covax-Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19. Trata-se de um consórcio internacional com o objetivo de garantir acesso igualitário à imunização.
De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.
Representados por advogados do grupo Prerrogativas, três deputados do PT – entre eles a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann – pediram ao procurador-Geral da República, Augusto Aras, que avalie a conduta do ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, diante dos diferentes inquéritos abertos em razão de críticas ao presidente Jair Bolsonaro.
A representação enviada à PGR na noite desta sexta (19), pede que Aras identifique se, na conduta de Mendonça, ‘há questões de interesse da justiça criminal, tomando-se as medidas cabíveis para coibir abusos autoritários e violações inadmissíveis ao direito fundamental à liberdade de expressão’.
A ‘utilização do aparato estatal para constranger e coagir quem se dispõe a questionar’ o presidente consiste suposto crime previsto na Lei de Abuso de Autoridade, dizem os autores da representação.
O documento ressalta que iniciativas contra opositores de Bolsonaro ‘parecem estar se avolumando’. O grupo Prerrô e os deputados do PT consideram que o Ministério da Justiça se transformou ‘em um órgão de censura, para cortar a fala de quem se dispõe a apresentar publicamente uma crítica’ ao presidente
Entrega de imunizantes começa hoje e deve se estender até domingo
Agência Brasil|O Ministério da Saúde vai distribuir mais de 5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de forma proporcional e igualitária a todos os estados e ao Distrito Federal. A previsão é de que as entregas comecem ainda hoje (20) e sigam neste domingo (21).
Do total de doses, pouco mais de 1 milhão correspondem à primeira remessa de vacinas da AstraZeneca/Oxford (Covishield), produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Outras 3,9 milhões são referentes a mais um lote da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.
De acordo a pasta, em seu 7º Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), a nova remessa da CoronaVac vai atender aos profissionais de saúde e idosos de 70 a 74 anos, enquanto os imunizantes da AstraZeneca contemplarão comunidades ribeirinhas e quilombolas.
A estratégia foi definida pelo Ministério da Saúde considerando as possíveis dificuldades logísticas para o atendimento a essas comunidades e o prazo maior para a aplicação da segunda dose da vacina produzida pela Fiocruz. Como o intervalo entre as doses é de 12 semanas, isso deve facilitar o cumprimento do esquema vacinal em locais de difícil acesso. No caso da vacina do Butantan, o intervalo máximo entre as doses é de quatro semanas.
“A expectativa é que essa distribuição contemple 100% dos moradores de comunidades ribeirinhas e 63% da população em comunidades quilombolas em todo o país”, informou a pasta. A previsão é que as doses pendentes para os povos quilombolas sejam entregues na próxima etapa de distribuição, o que deve acontecer na próxima semana, entre os dias 22 e 26 de março.
Garantia da segunda dose
Ainda segundo o informe, nesta etapa de distribuição, todas as doses da CoronaVac deverão ser usadas pelos estados como primeira dose. “A recomendação vem após a garantia da estabilidade de entregas semanais das remessas de vacinas com produção nacional e matéria-prima (IFA) importada. Essa estratégia vai possibilitar a aceleração da vacinação dos grupos prioritários no Brasil e redução dos casos graves de covid-19”, informou o Ministério da Saúde
O insumo farmacêutico ativo (IFA) da CoronaVac é produzido no laboratório chinês Sinovac, desenvolvedor da vacina e parceiro do Instituto Butantan.
De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, essa recomendação era destinada apenas para as doses da Covishield, devido ao intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda aplicação. A pasta ressalta que aplicação das duas doses de cada imunizante deve seguir o intervalo estipulado, para completar o esquema vacinal e consequente imunização.
Cronograma
O Ministério da Saúde informou ainda que já coordenou nove pautas de distribuição de vacinas desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação contra covid-19. Até o momento, foram enviadas aos estados e Distrito Federal cerca de 25 milhões de doses de imunizantes, com mais de 13 milhões de pessoas vacinadas.
Para o mês de março, há a previsão de entrega de um total de 30 milhões de doses: 23,3 milhões da CoronaVac, enviados pelo Butantan em remessas semanais e distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da AstraZeneca/Oxford, vindas da Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo imunizante adquiridos via Covax Facility, a aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Ministério da Saúde tem ainda contratos finalizados para receber 100 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e 38 milhões de doses da Jonhson & Jonhson (produzida pela Janssen), até o fim do ano. A vacina Sputnik V também já entrou no cronograma da pasta, após contrato celebrado com a União Química, e já tem entregas previstas para abril, maio e junho.
Corpo da criança foi submetido a necropsia logo após a morte ser declarada
Henry Borel de Almeida, de 4 anos, sofreu lesões entre 12h e 48h antes de exame pericial Foto: Reprodução
O laudo da necropsia do menino Henry Borel de Medeiros, de 4 anos, que morreu sob os cuidados da mãe e do padrasto, o vereador dr. Jairinho, no Rio de Janeiro, apontou que as lesões do garoto acontecerem entre 12h e 48h antes do exame, realizado logo após a morte do menino.
Henry foi declarado morto por volta das 5h do dia 8 de março, após dar entrada em um hospital particular na Barra da Tijuca com diversas lesões, edemas, hematomas e equimoses pelo corpo.
Os peritos avaliaram que algumas das lesões “podem ter sido causadas na tentativa de socorro e equimoses [extravasamento de sangue dos vasos sanguíneos da pele que se rompem formando uma área de cor roxa] em crianças são muito comuns”.
No entanto, os legistas também foram enfáticos ao afirmar que os machucados do garoto não foram acidentais, e são resultado de ações contundentes, ou seja, foi uma morte violenta.
ENTENDA O CASO A morte do pequeno Henry Borel Medeiros, de apenas 4 anos, que chegou já sem vida a um hospital na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na madrugada do último dia 8 de março, ainda intriga a todos por conta das circunstâncias do fato. Deixado na casa da mãe completamente saudável, a criança deu entrada no centro médico com hemorragias e edemas graves.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso, que tem entre os envolvidos o vereador da cidade do Rio Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho (Solidaridade), e a namorada Monique, mãe da criança. Os dois já prestaram depoimento, mas alegam que ouviram um barulho na madrugada e encontraram o menino desacordado do quarto.
Para tentar explicar alguns pontos desse fato, o Pleno.News traz agora uma breve linha do tempo do que já foi dito e do que já se sabe sobre a morte da criança. Acompanhe:
A IDA PARA A CASA DA MÃE Após ficar o fim de semana com o pai, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, Henry foi deixado na casa da mãe, Monique Medeiros da Costa Almeida, na Barra da Tijuca, na noite do último dia 7 de março, um domingo. Monique estava com o namorado, Jairo Souza Santos, o vereador do Rio Dr. Jairinho (Solidariedade).
Separado desde setembro da professora Monique Almeida, Leniel contou que as idas do filho para a casa da mãe eram sempre cercadas de muito nervosismo por parte de Henry, que chegava até a vomitar, o que também aconteceu na noite do último domingo. O engenheiro, porém, disse acreditar que a reação era “normal”.
– Quando eu fui entregar para mãe, ele chorava muito, não queria ir, me agarrou. Uma coisa que acontecia, [era] normal, toda vez que ele ficava nervoso, ele vomitava. Ele vomitou. Eu estava entendendo que era uma reação normal da criança – disse Leniel.
O QUE A MÃE E O PADRASTO ALEGAM TER ACONTECIDO Para a polícia, Monique e Jairinho contaram que ouviram um barulho durante a madrugada do dia 8 e encontraram o menino desacordado no quarto. O pai do menino relatou que, segundo a ex-mulher, a criança estava com os olhos revirados e já com dificuldade de respirar. O casal levou Henry para o Hospital Barra D’Or. Monique ligou para o ex-marido, avisando do incidente.
Entretanto, segundo o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), a criança já deu entrada no hospital sem vida e apresentava lesões no crânio, no estômago, no fígado e nos rins, além de várias manchas roxas. O laudo do IML apontou “hemorragia interna e laceração hepática [danos no fígado], causada por uma ação contundente [violenta]”, como causa da morte.
O QUE INDICAM AS LESÕES NO MENINO De acordo com peritos ouvidos por diversos veículos de comunicação, não é possível que as lesões tenham sido causadas por uma queda da cama ou de algum item presente dentro do quarto do garoto. Segundo o perito legista Carlos Durão, ouvido pela TV Globo, os machucados no corpo de Henry são observados em casos de acidentes de trânsito.
– Uma queda de uma altura baixa é pouco provável que esteja na origem dessas lesões traumáticas – afirmou o perito.
O médico legista aposentado Talvane de Moraes, por sua vez, acrescenta que há lesões em áreas diversas do corpo, “o que uma queda não proporcionaria”.
– Pode haver equimoses [manchas], mas em regiões onde o corpo colidiu com o chão. Acho difícil colidir cabeça, fígado, pulmão, rim e abdômen [de uma vez só] – explicou Moraes.
Questionado se os ferimentos seriam resultado de uma tentativa de reanimação, Moraes ressaltou que isso seria improvável, já que as partes que geralmente são machucadas em um processo do tipo não estavam lesionadas.
– Numa reanimação, às vezes a força aplicada pode fraturar o tórax ou a costela, dependendo da estrutura esquelética da vitima. No Henry não tem nada disso – completou.
A INVESTIGAÇÃO DO CASO Até a quinta-feira (18), a polícia se limitou a dizer que está investigando o caso. O pai de Henry depôs no dia 8 de março mesmo, dia da morte do filho. Já Monique e Dr. Jairinho passaram 12 horas depondo em salas separadas na 16ª DP (Barra da Tijuca) e deixaram a delegacia às 2h30 de quinta-feira (18), sem falar com a imprensa.
Ao jornal Extra, Dr. Jairinho enviou uma nota na qual disse “estar triste”, “sem chão” e “suportando a dor graças ao apoio da família e dos amigos”. No comunicado, porém, o parlamentar não explicou maiores circunstâncias do fato.
– As autoridades apuram os fatos, e vamos ajudar a entender o que aconteceu. Toda informação será relevante. Por isso, acho prudente primeiro dizer na delegacia a dinâmica dos fatos, até mesmo para não atrapalhar os trabalhos desenvolvidos – completou.
De acordo com o vice-presidente, uma das metas é reduzir em 30% o desmatamento
Hamilton Mourão, durante gravação do programa “Por dentro da Amazônia” Foto: Romério Cunha/VPR
O vice-presidente Hamilton Mourãoafirmou, nesta sexta-feira (19), que o fundo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para Amazônia pode chegar a US$ 1 bilhão em recursos para a região. Presidente do Conselho Nacional da Amazônia, Mourão disse que a criação do fundo foi proposta em 2019.
– Inicialmente acho que vão começar a trabalhar com recursos do próprio banco e vão buscar doações. O dado que eu tenho aí é que poderia chegar a US$ 1 bilhão, (cerca de) R$ 5,5 bilhões – disse em conversa com jornalistas.
Mourão ressaltou que o novo fundo é similar ao Fundo da Amazônia, que reunia doações da Noruega e Alemanha, mas foi paralisado após declarações do presidente Jair Bolsonaro e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que questionaram a iniciativa.
Sobre o novo fundo do BID para a região, Mourão destacou que ainda é preciso “construir a arquitetura” de funcionamento da iniciativa, como quem será responsável por gerenciar os projetos em que os recursos serão aplicados. Segundo ele, a área econômica do governo é responsável por definir isso.
– É similar ao fundo Amazônia, não vejo grandes diferenças entre um e outro. O que acontecesse é o seguinte: os Estados que têm que ter os projetos porque projetos de parte do governo federal impactam no teto de gastos aí nós teríamos que buscar uma solução junto à Economia, junto ao Congresso para que recursos de doações não impactassem o teto de gastos. Essa solução hoje não tem – observou.
Mourão também comentou sobre a reunião que teve na quinta-feira com embaixadores e representantes da Alemanha, Noruega, Estados Unidos, União Europeia e Reino Unido.
– Nós vamos entregar o Plano Amazônia 2021/2022, já aprovado pelo presidente Bolsonaro, para os representantes das nações amigas para que eles tenham conhecimento, que é uma coisa que eles cobram sempre, do que nós estamos fazendo – mencionou.
Uma nova reunião com os representantes estrangeiros deve ocorrer na semana que vem para a apresentação dos dados mais recentes de combate ao desmatamento e queimadas, informou o vice-presidente. Ele também disse que o retorno do Fundo Amazônia está condicionado ao governo “conseguir índices realmente substanciais na queda do desmatamento”.
Uma das metas é reduzir em 30% o desmatamento no período de 1º de agosto de 2020 a 31 de julho deste ano. Mourão citou que esse período corresponde ao ciclo de medição do Prodes, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) virou alvo da Polícia Federal pela suposta prática de crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) após criticá-lo durante uma entrevista. O pedido de abertura de inquérito foi assinado pelo próprio Bolsonaro por meio da Subchefia de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência e posteriormente conduzido pelo ministro da Justiça, André Mendonça. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, o documento cita uma entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), em novembro do ano passado, na qual Ciro afirmou que a população, ao não apoiar os candidatos de Bolsonaro, mostrava um sentimento de “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do País e seu desrespeito à saúde pública”. Também o chamou de “ladrão” e citou o caso de “rachadinha” que envolve seus filhos ao falar das pretensões políticas do ex-juiz Sérgio Moro.
“Qual foi o serviço do Moro no combate à corrupção? Passar pano e acobertar a ladroeira do Bolsonaro. Por exemplo, o Coaf, que descobriu a esculhambação dos filhos e da mulher do Bolsonaro, que recebeu R$ 89 mil desse (Fabrício) Queiroz, que foi preso e é ladrão, ladrão pra valer, ligado às milícias do Rio de Janeiro. E onde estava o senhor Sérgio Moro? Acobertando”, disse Ciro.
Em cerca de uma hora de entrevista, Ciro ainda traçou cenários eleitorais de 2022 e fez análises sobre as crises sanitária e econômica enfrentadas pelo País. O pedetista se manifestou sobre a abertura do inquérito e demonstrou que não está dando importância. “Fui informado da abertura desse inquérito há cerca de dez dias. Estou pouco me ligando”, disse Ciro nesta sexta-feira (19). O caso corre na Justiça Federal do DF. Segundo despacho do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, Ciro é alvo de investigação policial com base do artigo 145 do Código Penal, que trata sobre crime contra a honra. Procurado, o ministério não comentou até a conclusão desta edição.
Às vésperas de retomar o pagamento do auxílio emergencial, a Caixa Econômica Federal convida os usuários do Caixa Tem a atualizar os dados cadastrais no aplicativo. Clientes nascidos em abril podem fazer o procedimento a partir de hoje (20).
A atualização é feita inteiramente pelo celular, bastando o usuário seguir as instruções do aplicativo, usado para movimentar as contas poupança digitais. Segundo a Caixa, o procedimento pretende trazer mais segurança para o recebimento de benefícios e prevenir fraudes.
Ao entrar no aplicativo, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro”. Em seguida, é necessário enviar uma foto (selfie) e os documentos pessoais (identidade, CPF e comprovante de endereço).
O calendário de atualização seguirá um cronograma escalonado, conforme o mês de nascimento dos clientes. O cronograma começou no último domingo (14) para os nascidos em janeiro e encerrará em 31 de março, para os nascidos em dezembro.