Maju se irrita com gritos de “globolixo” Foto: Reprodução
Durante a edição do Jornal Hoje, no início da tarde deste sábado (3), novamente foi possível ouvir gritos de “globolixo” em uma tomada externa. O repórter Jefferson Ageitos falava sobre a reabertura do comércio na cidade de Porto Alegre (RS). Enquanto imagens mostravam o movimento nas lojas, principalmente as de chocolate, um homem gritou “globolixo” pelo menos seis vezes.
Apesar disso, o repórter finalizou as informações e retornou para a âncora Maju Coutinho, que não se mostrou nada satisfeita.
– É isso, Jefferson. Estamos solidários a você que está trabalhando. A gente ouviu os xingamentos, mas você está trabalhando, cumprido sua função de informar. Obrigada – disse a jornalista.
Fato semelhante ocorreu em uma edição do Bom Dia São Paulo, da TV Globo, nesta quarta-feira (31). O âncora do programa, Rodrigo Bocardi, também mostrou-se irritado com a situação.
O Brasil vai contar com a colaboração da Organização Panamericana de Saúde (OPAS) para ampliar a produção de vacinas contra a Covid-19, aperfeiçoar as campanhas para conscientizar a população e ofertar medicamentos e insumos para a intubação.
De acordo com a representante da OPAS no Brasil, a médica Socorro Gross, os chamados ‘kits intubação’ devem chegar ao país entre duas e cinco semanas. Neste sábado (3), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniu com a OPAS e com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
De acordo com o ministro, a prioridade será a produção de vacinas pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan. “O Brasil deve manter-se como referência internacional e, além de prover internamente, deve apoiar os demais países neste momento”, afirmou.
O presidente Jair Bolsonaro determinou, neste sábado (3), que os militares tenham maior envolvimento na logística e na aplicação das vacinas contra a Covid-19 no Brasil.
– Por determinação do presidente, que está pessoalmente empenhado, teremos apoio das Forças Armadas, seja na logística de distribuição, no corpo técnico da Saúde, ajudando estados e municípios a vacinar a população brasileira – afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, concederam entrevista hoje (3) à imprensa. Eles falaram sobre a reunião com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, ocorrida nesta manhã, para tratar da pandemia de covid-19 e sobre medidas para o enfrentamento do novo coronavírus.
O presidente Jair Bolsonaro deve receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 neste sábado (3), em Brasília. Com 66 anos, Bolsonaro faz parte da faixa etária que será imunizada na capital federal hoje.
Após relutar em ser imunizado e reiterar em diversas ocasiões que não tomaria as doses, Jair Bolsonaro foi convencido por aliados próximos a aceitar a vacina, sobretudo por causa das novas variantes que estão em circulação no país. Infectado em julho do ano passado, é possível que o presidente não tenha mais anticorpos para o vírus e corra risco de ser reinfectado.
Henry Borel tinha apenas 4 anos Foto: Reprodução/Instagram
O engenheiro Leniel Borel, pai do menino Henry, tem certeza da culpa do vereador Dr. Jairinho na morte da criança de 4 anos.
– Não tenho dúvidas de que Dr. Jairinho é culpado. Naquela noite no hospital, ele ficava junto aos médicos que tentaram salvar o Henry o tempo todo. A princípio, eu achava que era porque também era médico, mas agora percebo que era para acobertar o que realmente aconteceu – disse Leniel em entrevista à revista Veja.
Ao falar sobre o vereador, Leniel destaca a frieza do mesmo.
– Ele é muito frio. Assim que foi decretado o óbito do meu filho, Dr. Jairinho chegou perto de mim e, na frente de uma pessoa da igreja que frequento e de uma amiga minha, disse: “Vamos virar essa página. Vida que segue. Faz outro filho”.
Nessa quinta-feira (1), o pai do garoto fez um desabafo emocionante nas redes sociais.
– Filhinho, como era lindo te ver crescendo. Tão pequeno, tão doce… e tão inteligente. Como [eu] queria poder te ver crescer, amadurecer e até um dia te ver formado. Por que nos interromperam em uma das melhores fases da vida? – escreveu Leniel, ao publicar um vídeo do menino brincando.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), negou ter havido erros nas notas de redação da edição 2020 do exame. “Não há problemas técnicos identificados entre a disponibilidade das referidas notas pelo consórcio Cesgranrio-FGV, contratado para operacionalização do Enem, e o instituto”, informou em nota divulgada hoje (2).
Desde a última terça-feira (30), quando com o acesso às notas foi liberado, estudantes fizeram reclamações nas redes sociais. Eles questionaram a correção, alegando que haviam tirado notas muito mais baixas do que em exames anteriores.
O instituto afirmou não ter havido falhas nas correções. “O Inep reforça que o processo de correção das redações do Enem é acompanhado em todas as suas etapas e segue rigorosamente os critérios estabelecidos pelo instituto”, ressaltou.
O Inep também afirmou ter conferido as notas extraídas do sistema de correção de provas com as notas divulgadas. “As análises, já concluídas, garantem que todas as notas apresentadas aos participantes estão de acordo com as notas finais calculadas após a atribuição de pontos de todos os corretores de redação”. Segundo o Inep, as redações podem passar “por até quatro correções” antes de se chegar à nota final.
Falha no site
No dia 29 de março, quando as notas do exame ficaram disponíveis, houve um problema no site. Esse problema impediu os estudantes de consultarem as notas por algumas horas. Às 21h20 do mesmo dia, no entanto, o acesso foi normalizado. Entretanto, o Inep assegura que essa falha no site não atinge o banco de notas.
Na edição de 2020, 28 estudantes tiraram nota máxima na redação, ao fazerem mil pontos na prova. Esse foi o pior desempenho dos candidatos na redação desde a edição de 2013.
O âncora do ‘Jornal Nacional’, da TV Globo, William Bonner confirmou que foi autuado pela Receita Federal e que, apesar de discordar da cobrança, já pagou o valor cobrado pelo órgão. Em nota enviada à coluna Splash do UOL, o jornalista disse que irá tomar “outras providências” em relação ao caso.
“Esclareço que nada devo à Receita Federal. Ao ser autuado, embora discordasse da autuação, paguei o valor indevidamente cobrado, me reservando o direito de pedir a restituição do que me pertence por direito. No momento oportuno, tomarei outras providências sobre o assunto junto à Receita”, afirmou.
“Esclareço ainda que, por opção minha, a relação que tenho com a Globo não se dá por meio de Pessoa Jurídica”, completou.
Conforme a coluna, Bonner e outros 20 globais foram autuados pelo Fisco nos últimos meses. Eles integram o grupo de mais de 60 funcionários e ex-funcionários da emissora que foram cobrados pela Receita Federal.
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) revelou, em entrevista ao site esquerdista Revista Fórum, que o governador de São Paulo, João Doria, chegou a dizer a ele, em certa ocasião, que poderia conversar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para unir forças contra a reeleição do presidente Jair Bolsonaro.
No vídeo, Orlando lembrou do encontro que teve com Doria.
– […] Lá pelas tantas, ele [Doria], falando de política, falou a seguinte frase: “em 2022, para derrotar o Bolsonaro, eu sento até com o Lula”. Eu falei: “vai muito bem por aí. É um bom caminho”. Eu disse ainda para ele que fiquei com a frase na cabeça e quando tivesse chance ia falar sobre isso para um jornalista. E ele me respondeu: “pode falar” – lembrou o deputado em conversa com Cynara Menezes.
Questionado ainda sobre a chamada “frente ampla”, composta, além de Doria, por nomes que vão desde Luciano Huck e João Amoêdo a Ciro Gomes e Luiz Henrique Mandetta, Orlando Silva foi enfático ao dizer que apoiaria qualquer um contra Bolsonaro em um eventual segundo turno.
– Eu sou muito contra Bolsonaro. Eu e todo mundo que seja razoável. O que ele está fazendo no Brasil é inacreditável. Esse cara é tão perverso quanto esses ditadores que exerceram poder no Brasil. Ele equivale a Emílio Gastarrazu Médici – disse ele, fazendo referência ao 3º general a ser presidente do Brasil durante o governo militar.
Com ocupação de leitos de UTI acima de 90% no país todo, as Santas Casas brasileiras sofrem, assim como os demais hospitais, com lotação e falta de equipamentos. Mas associações e profissionais ligados a essas instituições têm observado ainda um aumento na evasão de médicos e enfermeiros, devido aos salários menores do que os oferecidos pela rede privada.
Só no mês de março, 27 profissionais – o equivalente a 40% dos médicos e enfermeiros – pediram para sair da Santa Casa de São Carlos, no interior de São Paulo, segundo Antônio Valério Morillas Jr., provedor do hospital. “Isso está acontecendo em toda a rede filantrópica”, afirma.