Só um dos duelos desta quinta-feira, todos a partir das 21h30, não terá reflexos para a confirmação das vagas para competições continentais ou o rebaixamento.
Foto: Agif
A edição 2021 do Brasileirão chega ao seu final nesta quinta-feira com muitas decisões em jogo. Contrariando a fama de que campeonatos de pontos corridos não dão emoção, só um dos duelos desta quinta-feira, todos a partir das 21h30, não terá reflexos para a confirmação das vagas para competições continentais ou o rebaixamento.
Campeão da Sul-Americana e com vaga direta na próxima Libertadores, o Athletico escapou do rebaixamento e vai ao Recife para enfrentar o já rebaixado Sport alguns dias antes de iniciar a disputa do título da Copa do Brasil contra o Atlético-MG.
Nas outras nove partidas, torcidas tensas e atentas na tabela para acompanhar os resultados paralelos. É o caso, principalmente, dos torcedores do Grêmio. Com 96% de chance de ser rebaixado, o Tricolor encara o campeão Atlético-MG com obrigação de vencer e ainda terá de torcer por duas derrotas de outros times para seguir na Série A em 2022.
Quem ficará com a última vaga na fase de grupos da Libertadores? Quem vai para a Sul-Americana? E quem serão os outros dois times rebaixados?
Leia abaixo o que está em jogo em cada confronto:
Fluminense x Chapecoense
Os tricolores contam com uma vitória sobre o lanterna para confirmar uma vaga para a Libertadores. Um triunfo no Maracanã, com uma derrota do Bragantino, garante o lugar na fase de grupos.
Palmeiras x Ceará
Com os titulares do Verdão de férias após o título da Libertadores, o resultado da partida interessa muito ao Ceará. Em caso de vitória, o Vozão tem chances de ir à fase prévia da Libertadores, mas ainda precisará secar os rivais Fluminense, América-MG e Atlético-GO.
Santos x Cuiabá
O resultado pode definir a temporada dos dois times em 2022. Os santistas dependem de uma vitória por chances de Libertadores e ainda de tropeços de adversários diretos. O Cuiabá precisa, no mínimo, de um ponto para confirmar sua permanência na Série A sem depender de nenhum resultado paralelo.
América-MG x São Paulo
O América-MG pode fazer história. Para não depender de outros resultados, uma vitória confirma a primeira participação do Coelho na Libertadores. O São Paulo também mira uma das vagas, mas depende de uma vitória e da combinação de placares nas partidas de Atlético-GO, Ceará, Santos e Inter.
Grêmio x Atlético-MG
Além da necessidade de vitória sobre o campeão brasileiro, o Tricolor terá que dividir sua atenção com os jogos de Bahia e Juventude. Caso algum dos times pontue, o rebaixamento gremista estará confirmado, independentemente do resultado em Porto Alegre.
Fortaleza x Bahia
O Fortaleza sonha com o G-4. Isso acontecerá se vencer o jogo e contar com um tropeço do Corinthians. Para os baianos, no entanto, o confronto determina qual a divisão do clube para 2022. Caso vença, além de confirmar a permanência, pode ganhar vaga na Sul-Americana. Mas mesmo uma derrota pode manter o time na Série A. Basta que o Juventude também seja derrotado.
Sport x Athletico
Amistoso de luxo. Vice-lanterna, o Sport já está rebaixado. O Athletico já afastou o risco de cair e tem vaga garantida na Libertadores após conquistar o título da Copa Sul-Americana.
Bragantino x Inter
Um confronto direto. Mesmo classificado para a Libertadores, o Bragantino define em qual fase entrará com o resultado desta quinta. Para o time de Diego Aguirre, só a vitória interessa, além de uma série de resultados paralelos para disputar o principal torneio continental.
Juventude x Corinthians
O Juventude joga pela permanência na Série A. Uma vitória pode salvar o time de Caxias do Sul, desde que o Bahia não vença o Fortaleza. Para o Timão, três pontos confirmam o quarto lugar e garantem uma premiação maior.
Atlético-GO x Flamengo
O jogo tem peso de ser histórico para os torcedores do Dragão. O time depende de tropeços de Fluminense e América-MG, mas pode confirmar sua primeira participação na Libertadores se somar pontos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, sem vetos, a medida provisória que prorroga o prazo de medidas que flexibilizam regras para aquisição de vacina, insumos de saúde e serviços relacionados à pandemia do novo coronavírus. As medidas vão vigorar enquanto durar a emergência de saúde pública declarada em razão da pandemia.
Entre outros pontos, a lei 14.259/21, que foi aprovada pelo Congresso em novembro, também autoriza a renovação de contrato de profissionais do programa Mais Médicos.
O trecho, Artigo 20-A, foi inserido no debate na Câmara via emenda do deputado federal baiano Jorge Solla (PT).
A lei original do Mais Médicos (nº 12.871/13), modificada em 2016, prevê que os contratos com profissionais intercambistas, que não possuem registro profissional no Brasil, podem ter duração de três anos, com renovação possível por no máximo mais três anos.
Conforme números do Ministério da Saúde, a Bahia tem 276 vagas desocupadas e é o segundo estado neste quesito. A lista é encabeçada por São Paulo, com 530 postos vagos.
O Artigo 20-A da nova lei, no entanto, prevê a possibilidade de “recontratação, renovação ou prorrogação” dos vínculos com os profissionais por mais um ano.
Em cerimônia no Planalto do Dia Internacional de Combate à Corrupção, o presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um minipacote de medidas para transparência e criticou o ex-juiz da Lava Jato e adversário na disputa de 2022, Sergio Moro.
“Mesmo com toda a liberdade, nunca mostrou serviço [à frente do Ministério da Justiça] a não ser desde o começo do mandato fazer intrigas”, disse o chefe do Executivo, sem mencioná-lo diretamente.
Nas últimas semanas, desde que Moro passou a se destacar como uma possibilidade mais viável de terceira via nas pesquisas de intenção de voto, Bolsonaro tem criticado o ex-ministro sempre que possível.
Em entrevista na noite de quarta-feira (8), afirmou que o ex-aliado não tinha coração, gratidão, “zero”, “só interesse pessoal”.
Bolsonaro contou ainda, para a plateia de ministros, parlamentares e aliados, que chamou o então ministro da Justiça para prestar esclarecimentos sobre inquérito da Polícia Federal (PF) contra um parlamentar, em referência a Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), que era seu ministro do Turismo.
O parlamentar era pivô do caso que ficou conhecido como “laranjal do PSL”, publicado pela Folha.
O mandatário contou ter questionado seu então ministro da Justiça sobre o porquê outros deputados, em situações similares, não eram também investigados.
Moro deixou o governo em abril de 2020, sob acusação de interferência na PF pelo presidente. Bolsonaro, por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal), é investigado a respeito dessas declarações.
O evento em que o presidente disparou contra Moro foi a respeito do Dia Internacional da Corrupção, tema sobre o qual o Ministério da Justiça tem participação.
O governo também apresentou um minipacote com três medidas para combater o crime: projeto de lei para regulamentar o lobby, decreto para aumentar transparência de agenda pública; e outro para aprimorar a proteção ao servidor que denunciar irregularidades.
O projeto de lei chega ao Congresso um ano depois de o governo ter prometido enviá-lo, no final de 2020, quando apresentou também um Plano Anticorrupção.
De acordo com o Palácio do Planalto, as medidas “visam tornar mais clara a representação privada de interesses, possibilitando, com isso, maior efetividade na repressão às condutas reprováveis”. O texto ainda não foi divulgado na íntegra.
Dentre as mudanças, segundo o governo, o texto que regulamenta o lobby prevê “normas sobre audiência com lobistas, citando a obrigação de haver mais de um agente público; divulgação de agenda, inclusive em reuniões na internet; a vedação de recebimento de presentes e a regulação das hipóteses, nas quais podem ser recebidos brindes pelo agente público; e hospitalidade, este último, nos casos em que agente público viaja representando o ente público em evento de particulares.”.
A discussão já é antiga no Congresso. Parlamentares alegam que, ao tornar o processo mais transparente, reduz a possibilidade de corrupção.
Já o decreto sobre e-Agendas diz respeito à “divulgação da agenda de compromissos públicos e a participação de agentes públicos, no âmbito do Poder Executivo federal, em audiências e sobre a concessão de hospitalidades por agente privado”.
Entretanto, este não é um hábito comum no próprio Planalto. A agenda do presidente não é divulgada na íntegra ou com detalhes, sobre, por exemplo, quem esteve presente. Muitos encontros, descobre-se que ocorreram, por publicações em redes sociais.
No segundo decreto, o governo destaca a forma de ampliar a proteção ao sigilo do denunciante e garante maior gestão da CGU (Controladoria-Geral da União) para garantir alteração do local de trabalho do denunciante, para evitar retaliações.
Neste ano, o servidor Luis Ricardo Miranda, do Ministério da Saúde, denunciou suspeitas de irregularidade e pressão para a compra e importação da vacina Covaxin.
Irmão do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), ele levou o caso acompanhado do parlamentar ao presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o deputado, Bolsonaro perguntou se o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), estava envolvido na compra do imunizante. O presidente teria se comprometido a pedir investigação da Polícia Federal.
Bolsonaro reconheceu o encontro, mas disse que pediu ao general Eduardo Pazuello, então ministro da Saúde, apurar as suspeitas. O militar afirma que nada de irregular foi encontrado.
O caso foi alvo de investigação pela CPI da Covid no Senado e da CGU. O servidor está hoje nos Estados Unidos.
presidente Jair Bolsonaro (PL) xingou nesta quinta-feira (9) o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por sua decisão de adotar o passaporte da vacina no estado a partir de 15 de dezembro, caso o governo federal não o faça antes disso. Apesar de receber apoio de sanitaristas, a promessa de Doria pode esbarrar em questões jurídicas, já que o Executivo federal é o responsável por fiscalizar as fronteiras. Isso impediria o tucano de cobrar o passaporte da vacina, por exemplo, no pouso de passageiros no aeroporto internacional de Guarulhos.
Antes de disparar contra Doria, Bolsonaro disse que o governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSL), vai sancionar lei que proíbe a cobrança do comprovante de imunização.
– Já um governador aqui, da região Sudeste, quer fazer o contrário e ameaça: “Ninguém vai entrar no meu estado”. Teu estado é o cac, po! – gritou o presidente.
A declaração ocorreu em cerimônia alusiva ao Dia Internacional contra a Corrupção, no Palácio do Planalto, na presença de ministros e parlamentares.
– Tem que lutar, poxa – clamou, em protesto contra as restrições.
Bolsonaro ainda disse que não poderia aceitar a obrigação do cartão vacinal no país, já que ele mesmo não se imunizou.
Nesta quinta-feira, o governo publicou portaria em que estabelece quarentena de cinco dias para quem entrar em território nacional por via aérea sem ter se vacinado. Os imunizados estão livres de quarentena. As regras valem a partir de sábado.
Imagem ilustrativa | Foto: Marcelo Camargo / Arquivo Agência Brasil
A Receita Federal, em ação integrada com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União, deflagrou nesta quinta-feira (9) a Operação STRIKE, com o objetivo de desarticular uma organização responsável por desviar milhões de reais da verba da saúde. Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas. Em Salvador, os mandados são cumpridos na sede da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e no IGH (Instituto de Gestão e Humanização).
Foram expedidos pela 2ª Vara Especializada Criminal da Seção Judiciária da Bahia 14 mandados de busca e apreensão em residências e em empresas ligadas ao esquema. A Justiça Federal também decretou o sequestro de bens e o bloqueio de recursos financeiros dos envolvidos. Participam da operação 15 Auditores-Fiscais da Receita Federal, 5 Analistas Tributários, 16 Auditores da CGU e 50 Policiais Federais.
As investigações identificaram indícios da prática de crimes contra a ordem tributária, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e fraude à licitação. Estima-se um lançamento tributário de meio bilhão de reais apenas para os anos 2017 e 2018.
Durante as fiscalizações, os Auditores-Fiscais da Receita Federal demonstraram que um instituto estava se utilizando de interpostas pessoas físicas e jurídicas (“laranjas”) para disfarçar o repasse de dinheiro em benefício de seus dirigentes, o que resultou na representação pela suspensão de sua imunidade tributária no período fiscalizado.
As empresas pagavam financiamentos de imóveis e veículos, mensalidades de faculdade e escolas, salários de empregados e outras contas vinculadas aos dirigentes. O nome da operação se deve ao fato de terem sido identificadas, de uma vez só, várias empresas em nome de interpostas pessoas utilizadas pela organização investigada para transferência disfarçada de recursos.
O acupunturista de 62 anos foi indiciado por cometer atrocidades após adotar dois irmãos, um de 6 e ou outro de 7 anos. De acordo com a investigação da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente, o homem acorrentava, espancava e estuprava as vítimas, obrigando-as ainda a fazer sexo oral e anal com ele, em um apartamento localizado na Asa Sul (DF). O suspeito chegou a ter sua prisão preventiva solicitada pela Polícia Civil e aprovada pelo Judiciário. No entanto, os advogados de defesa dele conseguiram um habeas corpus na Justiça, e a detenção preventiva foi revogada.
Segundo informações da coluna Na Mira, do portal Metrópoles, as crianças confirmaram o horror que viviam sob a tutela do acupunturista, durante depoimentos especiais prestados à DPCA.
O inquérito foi instaurado após denúncias feitas pela até então companheira do suspeito.
O homem foi indiciado por estupro de vulnerável e perdeu a guarda das crianças, que atualmente estão sob a tutela do estado. Ele virou réu após a denúncia ser aceita pela 8ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT), e o caso tramita em sigilo.
O texto propõe o aumento do limite de dinheiro vivo que viajantes podem levar para o exterior: em vez dos atuais R$ 10 mil seriam US$ 10 mil
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O Senado aprovou na quarta-feira (8) o projeto do novo marco legal do câmbio (PL 5.387/2019), que facilita o uso da moeda brasileira em transações internacionais.
A matéria também abre espaço para bancos e instituições financeiras brasileiros investirem no exterior recursos captados no país ou no exterior. Há ainda medidas para pessoas físicas, que poderão investir em dólar no Brasil.
O texto propõe o aumento do limite de dinheiro vivo que viajantes podem levar para o exterior: em vez dos atuais R$ 10 mil seriam US$ 10 mil.
As apostas podem ser feitas até as 19h, no horário de Brasília
Foto: Tânia Rêgo
A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (9) um prêmio acumulado em R$ 40 milhões. Este é o segundo concurso da Mega-Semana Especial de Natal, que teve sorteio também na terça-feira (7) e o próximo será realizado no sábado (11).
As seis dezenas do concurso 2.436 serão sorteadas hoje, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador ganhe o prêmio de R$ 40 milhões e aplique na poupança, terá um rendimento de R$ 176,4 mil no primeiro mês
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
Centro funcionará em parceria com a UFMG, Finep e o governo de MG
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) assinou hoje (8) um convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas, que funcionará em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o governo do estado de Minas Gerais. O convênio coloca em prática o protocolo de intenções assinado em setembro deste ano.
No centro, será possível realizar os testes de vacinas contra a covid-19 produzidas com tecnologia nacional e desenvolvidas por pesquisadores de universidades públicas. A estrutura possibilitará ainda o contato contínuo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em busca do cumprimento das etapas do processo de pesquisa e o alinhamento com os procedimentos de produção de mercado.
De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, o Brasil não pode ser totalmente dependente de países estrangeiros nas áreas de tecnologia e saúde. Segundo Pontes, o centro será capaz de colocar em prática os trabalhos científicos e ser a ligação entre o ambiente acadêmico e o mercado.
“É um ponto de inflexão na história do nosso país. É o que vai transformar o Brasil em independência com relação à vacina. Nenhum país pode querer vender para a gente, mas a gente vai conseguir fazer aqui e vender para os outros, alimentar os países no nosso continente e outros continentes. A gente tem o conhecimento, mas levar esse conhecimento a se transformar em um produto, numa vacina, é um caminho longo, e o nosso ministério tem feito essa conexão”, disse.
A assinatura do convênio ocorre durante a 18ª Semana Nacional de Tecnologia, que está sendo realizada em Brasília até o dia 10 de dezembro.
Em evento de sindicalistas, o petista “admitiu” ser candidato
Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE / EPA / MOHAMMED BADRA
Tendo sido até o momento reticente quanto à sua candidatura em 2022, embora já tenha feito turnê no Nordeste e na Europa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que está se “dispondo” para ser candidato à Presidência da República.
As declarações foram dadas em um discurso de 55 minutos no encerramento do 9º Congresso da Força Sindical, nesta quarta-feira (7). O petista frisou que pretende fazer mais do que em seus dois anos de mandato, caso eleito.
– Eu estou me dispondo, depois de longas conversas com vocês [companheiros do sindicato], a voltar a ser candidato. Porque só tem uma razão para eu voltar [a ser candidato à Presidência], que é fazer mais do que eu fiz nos meus dois mandatos – afirmou.
Lula criticou o fato de Jair Bolsonaro ser contra o passaporte sanitário e citou que, durante sua viagem à Europa no mês passado, os países exigiram teste de detecção da Covid-19.
– Ele [Bolsonaro] precisa criar responsabilidade e permitir que as pessoas sejam obrigadas a apresentar o teste de vacinação, para proteger a sociedade brasileira. Afinal de contas, surgiu um vírus novo, que a gente não sabe a magnitude desse vírus – disse o petista.