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Instituto CNT/MDA divulga pesquisa de intenção de votos com disputa acirrada para presidência da república; VEJA NÚMEROS

Pesquisa do Instituto MDA, contratada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), e divulgada neste sábado (1), mostrou o petista Luiz Inácio Lula da Silva com 44,2% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece na sequência, com 36,3%.

Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro no levantamento, com 4,5% da preferência dos eleitores entrevistados, seguido pela senadora Simone Tebet (MDB) com 4,3%, e a senadora Soraya Thronicke (União), com 1,2%. Os outros candidatos não chegaram a 1%.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta os nomes dos candidatos, Lula foi citado por 41,6% dos eleitores e Bolsonaro, por 35,3%. Ciro aparecia com 3,1% das intenções de voto e os demais candidatos somavam 0,8%. Os que não souberam responder e que votariam em branco ou nulo representavam 16%.

Quando se considera apenas as intenções de voto válidos (excluindo-se os nulos, em branco e indecisos), Lula tinha 48,3% e Bolsonaro, 39,7%. Ciro tinha 4,9%; Simone, 4,7%; e Soraya, 1,3%. Veja abaixo os resultados.

Pesquisa para presidente no 1º turno (estimulada/votos totais)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 44,2%
Jair Bolsonaro (PL) – 36,3%
Ciro Gomes (PDT) – 4,5%
Simone Tebet (MDB) – 4,3%
Soraya Thronicke (União Brasil) – 1,2%
Felipe d’Avila (Novo) – 0,4%
Padre Kelmon (PTB) – 0,3%
Sofia Manzano (PCB) – 0,2%
Vera Lúcia (PSTU) – 0,1%
Leonardo Péricles (UP) – 0,0%
Eymael (DC) – 0,0%
Brancos e nulos – 4,2%
Não sabe/Não respondeu – 4,3%

Créditos: Gazeta do Povo.


Impressionante: Desemprego cai para menos de 9% e Brasil bate recorde de empregos

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego no Brasil caiu de 9,1%, no trimestre terminado em julho, para 8,9%, no encerrado em agosto. O órgão divulgou os dados nesta sexta-feira, 30. Os resultados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

O atual patamar de desemprego do Brasil é o menor desde julho de 2015, quando a taxa fechou em 8,7%. O IBGE estima que 57,1% da população em idade de trabalhar esteja ocupada. Desse modo, 99 milhões de brasileiros estão trabalhando, seja em vagas formais ou informais. A marca é um recorde histórico no levantamento — iniciado em 2012.

O contingente de ocupados estimado pela instituição está próximo da projeção realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada para o mês anterior, julho: 100 milhões de empregados.

Além disso, o IBGE informa que agosto foi o segundo mês consecutivo de aumento no rendimento médio. A quantia passou de R$ 2.693 para R$ 2.713. “O mercado de trabalho segue a tendência demonstrada no mês passado, continuando o fluxo que ocorre ao longo do ano, de recuperação”, comenta Adriana Beringuy, coordenadora da PNAD.

Atualmente, o número de desocupados está em 9,7 milhões. É o menor nível desde novembro de 2015.

Queda do desemprego é maior no Brasil
Um levantamento realizado por Oeste mostra que a queda do desemprego é maior no Brasil, em comparação aos países do G7. O bloco é formado por sete das principais nações industrializadas no planeta. Entre elas, os Estados Unidos, a maior economia do planeta.

No Brasil, a queda atingiu 4,9 pontos porcentuais (p.p.) entre junho dos dois anos, conforme os dados do IBGE. Ao mesmo tempo, a redução média nos países do G7 foi 1,49 p.p., segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. O melhor desempenho entre os sete ficou para o Canadá: 2,7. Na sequência, aparecem EUA (2,4), Itália (2), Reino Unido (1), Alemanha (0,7), França (0,4) e Japão (0,3).

Créditos: Revista Oeste.


Urgente: Instituto Veritá faz levantamento gigante com 51 mil entrevistas que mostra Bolsonaro a frente de Lula;  VEJA NÚMEROS

Bolsonaro cresce e atinge 44,6% da intenção contra 41,6% de Lula que recuou na quarta rodada de pesquisa para Presidente da República do Instituto Veritá, divulgada nas primeiras horas deste sábado, 1 de outubro, onde mostra, véspera do primeiro turno das eleições 2022.

O levantamento é resultado da intenção de voto estimulada, ou seja, quando o nome dos candidatos são apresentados ao eleitor. Foram 51.169 entrevistas em 752 municípios brasileiros, de todos os estados mais o Distrito Federal, realizadas de 24 a 29 de setembro com uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Não sabem ou não responderam somam 1,4%. Já brancos e nulos resultam em 1%. O registro da pesquisa no TSE é o de número 05980/2022.

Confira o resultado completo com todos os candidatos:

Bolsonaro: 44,6%

Lula (PT): 41,6%

Simone Tebet (MDB): 4,2% 

Ciro Gomes (PDT): 4,1%

Felipe D’Avila (NOVO): 1,4%

Soraya Thronicke (UNIÃO BRASIL): 0,9%

Padre Kelmon (PTB): 0,4%

Constituinte Eymael (DC): 0,3%

Léo Péricles (UP): 0,1%

Empresa responsável pelo levantamento acertou nas Eleições de 2018.

Créditos: Portal da Prefeitura.


Prazo para TV Globo renovar concessão termina em 5 de outubro deste ano; ENTENDA

Se existe um assunto que permeia atualmente as conversas relacionadas à TV Globo, esse é, sem dúvida, a concessão da emissora. Desde que ingressou no Executivo nacional, o presidente Jair Bolsonaro prometeu, em diversas ocasiões, ser criterioso no processo que analisará a próxima renovação da autorização, que vence em 5 de outubro de 2022.

Esse processo, porém, inclui uma série de questões que vão além da vontade do presidente da República. Elas envolvem o Congresso Nacional, pontos burocráticos e técnicos que podem levar até anos para serem finalizados. Confira um guia que explica como esse processo todo funciona. Acompanhe.

CONGRESSO É QUEM DECIDE PROCESSOS DE RADIODIFUSÃO

Apesar de controlados por empresas privadas, os serviços de rádio e televisão são espécies de serviços públicos, e, por causa disso, são submetidos a controles e condições especiais de prestação. Para os serviços de radiodifusão, por exemplo, existem regras constitucionais específicas. Uma delas é a apreciação dos atos de outorga e de renovação de outorga pelo Poder Legislativo.

A Constituição estabelece que é do Congresso a responsabilidade de apreciar, em um prazo legal de 45 dias para a Câmara e de 45 dias para o Senado, os processos de radiodifusão, assim como as concessões, que só têm efeito legal se aprovadas pelos congressistas. Esse prazo, porém, acaba sendo flexibilizado, já que os serviços podem continuar sendo realizados em caráter provisório. As concessões de emissoras de TV são válidas por 15 anos e das emissoras de rádio, por 10 anos.

EXECUTIVO É RESPONSÁVEL POR VERIFICAR CRITÉRIOS

A Constituição também estabelece qual é o papel do Poder Executivo na concessão das outorgas e renovações de concessão. O governo é o responsável por, na prática, implementar todas as etapas do procedimento licitatório, incluindo a verificação da regularidade fiscal e qualificação jurídica e econômico-financeira das concorrentes.

A questão da regularidade fiscal é, inclusive, um ponto crítico e citado frequentemente quando o assunto é a concessão da TV Globo. Nos últimos anos, por exemplo, diversos artistas da emissora têm sofrido punições pela prática de pejotização, no que a Receita Federal já chegou a classificar como “associação criminosa” entre os profissionais e a Globo com objetivo de fraudar o Fisco.

Também cabe ao Poder Executivo verificar se, no período de vigência da outorga, a emissora cumpriu todas as determinações previstas na Constituição e na regulamentação legal e infralegal, como as restrições à veiculação de propaganda de bebidas alcoólicas e tabaco, cumprimento da classificação indicativa, preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas etc.

DESCUMPRIMENTO DE EXIGÊNCIAS PODE RESULTAR EM FIM DE CONCESSÃO

O artigo 110 do Decreto nº 52.795, de 1963, destaca que o direito à renovação da outorga pela emissora decorre do cumprimento “das exigências legais e das finalidades educativas, culturais e morais a que se obrigou, condicionado à manutenção da possibilidade técnica e do interesse público”.

No mesmo regramento, o artigo 112 estabelece que a emissora deve encaminhar ao Poder Executivo requerimento solicitando a renovação da concessão ou permissão nos doze meses anteriores ao término do prazo da outorga. De acordo com o Congresso, em caso de descumprimento desses dispositivos, não há que se falar em renovação, mas em encerramento da concessão ou permissão.

Nessa hipótese, o artigo 113-A do decreto determina que seja declarada a “perempção” da concessão ou permissão. O mesmo artigo atribui ao Ministério das Comunicações a responsabilidade pela adoção das providências necessárias para a interrupção imediata da execução do serviço, sem prejuízo da manifestação do Congresso Nacional.

É importante lembrar, porém, que de acordo com a Constituição, o cancelamento de uma concessão ou permissão, antes de vencido o prazo, só pode ser feito mediante decisão judicial.

COMO É A TRAMITAÇÃO DE UMA CONCESSÃO NO CONGRESSO

Os processos de radiodifusão tramitam de forma sequencial no Congresso Nacional, começando pela Câmara e terminando no Senado. Depois de tramitar pelo Poder Executivo no Ministério das Comunicações (MCOM) e na Casa Civil, o processo é remetido à Câmara via Mensagem Presidencial.

Na Câmara, o processo é numerado como TVR, termo técnico empregado na Casa para designar as proposições legislativas originadas dos atos de outorga e renovação de outorga que são encaminhados pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, antes de sua transformação em Projeto de Decreto Legislativo (PDC).

A TVR então é remetida para a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicações e Informática (CCTCI), que avalia o mérito da proposição, dando origem ao respectivo PDC. O projeto segue então para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), onde são avaliados aspectos relacionados à constitucionalidade, legalidade, juridicidade e técnica legislativa da medida.

Caso a proposição seja aprovada em ambas as comissões (na CCTCI, como TVR, e na CCJC, como PDC), o PDC é considerado aprovado pela Câmara. Porém, ainda há situações em que o PDC é remetido ao Plenário da Casa, como no caso em que o processo trate de outorga ou de renovação de outorga, e haja interposição de recurso assinado por um décimo dos parlamentares da Casa.

Além disso, o projeto também vai para o Plenário sempre que o processo tratar de não renovação da outorga, ou quando tratar de renovação de outorga, mas a CCTCI ou a CCJC (ou ambas as Comissões) concluírem pela não renovação. Caso a medida seja reprovada nas comissões, ela só será validada se for aprovada pela maioria dos parlamentares, em um quórum mínimo de dois quintos da Câmara.

No Senado Federal, o PDC aprovado pela Câmara é apreciado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática em caráter terminativo, ou seja, sem necessidade de ir a Plenário. Em caso de aprovação, é gerado, então, o Decreto Legislativo dispondo sobre o ato de outorga ou renovação, o qual é finalmente encaminhado à Casa Civil.

PRAZO PARA A CONCESSÃO PODE LEVAR ANOS

Apesar de a Constituição determinar que os atos de outorga e renovação de outorga sejam apreciados pela Câmara dos Deputados em 45 dias (excetuando recessos), na prática, o tempo médio de tramitação é superior a esse prazo e pode levar muitos anos para ser finalizado.

O que motiva a demora do processo é, sobretudo, a necessidade do cumprimento de rígidos trâmites administrativos e regimentais internos, que envolvem, inclusive, a manifestação de duas comissões temáticas distintas. Embora o tempo médio de tramitação na Câmara exceda em muito o limite, os prazos praticados pelo Poder Executivo também são dilatados.

Dados levantados pela Subcomissão Especial de Radiodifusão da Câmara indicam que o tempo médio de tramitação no Poder Executivo dos processos de renovação de outorga de emissoras FM em 2006 era de quase sete anos, enquanto na Câmara esse prazo era de 227 dias.

Créditos: Portal de Prefeitura.


Os eleitores que precisarem justificar a ausência no primeiro e segundo turno das eleições poderão utilizar o aplicativo e-Título durante o horário de votação, das 8h às 17h.

A justificativa também pode ser feita em qualquer local de votação com apresentação do requerimento de justificativa eleitoral e um documento com foto, também durante o horário do pleito.

Se não for possível fazer a justificativa durante o horário de votação, é possível regularizar a situação até 60 dias após cada turno sem o pagamento de multa. O procedimento pode ser feito pelo e-Título ou pelo Sistema Justifica. Além de preencher os documentos, é necessário anexar comprovantes (um bilhete de passagem, por exemplo) que justifiquem a ausência na votação. A justificativa será analisada por um juiz eleitoral.

Quem estiver no exterior pode justificar pelo e-Título no horário da votação. Também é possível fazer a justificativa posterior com prazo de 60 dias após cada turno ou 30 dias depois do retorno ao Brasil.

Em todos os casos, o eleitor deve fazer uma justificativa para cada turno em que não puder comparecer.

Créditos: Agência Brasil.


Estado de S. Paulo informou que as Forças Armadas dariam ‘respaldo’ ao resultado das eleições 

O Comando do Exército emitiu uma nota nesta sexta-feira, 30, em que acusa o jornal O Estado de S. Paulo de publicar fake news sobre o papel das Forças Armadas na auditoria dos votos nas eleições deste ano.

O texto, intitulado “Alto-Comando do Exército diz que ‘quem ganhar leva’ a Presidência e se afasta da auditoria de votos”, informa que as Forças Armadas decidiram respaldar o resultado das eleições. O posicionamento teria sido firmado na última Reunião do Alto-Comando do Exército (RACE), realizada entre 1º e 5 de agosto.

As Forças Armadas, contudo, alegam que o conteúdo da reportagem é falso. “O Comando do Exército manifesta total repúdio ao seu conteúdo”, diz a nota. Segundo a caserna, “não foram tratados assuntos de natureza político-partidária” nos encontros, “tampouco houve qualquer manifestação” de oficial do Alto-Comando. “Os dados apresentados na matéria são inverídicos e tendenciosos”, acrescentam os militares.

As Forças Armadas consideram “lamentável” um veículo de expressão nacional promover “desinformação” e contribuir para a “instabilidade do país”. O Exército diz, no fim da nota, que “as medidas judiciais cabíveis estão sendo estudadas”.

Informações Revista Oeste


Segundo página do buscador que divulga gastos das campanhas políticas, o anúncio foi veiculado entre 2,5 milhões e 3 milhões de vezes no Brasil

A campanha do ex-presidente Lula (foto) está gastando R$ 90 mil em um anúncio no Google desde o dia 26 de agosto com o título “A inocência de Lula”.

O objetivo é dizer que o presidenciável petista teve sua “inocência mais do que atestada nas 26 vitórias que ele acumula na Justiça”.

Segundo a página do buscador que divulga os gastos das campanhas políticas, o anúncio foi veiculado entre 2,5 milhões e 3 milhões de vezes no Brasil.

Informações TBN


Bolsonaro dispara e abre 10% de vantagem sobre Lula em SP

Pesquisa Modalmais/Futura mostra o presidente com 44,7% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país contra 34,1% do petista

Levantamento Modalmais/Futura Inteligência revela que o presidente Jair Bolsonaro (PL) abriu grande vantagem sobre o ex-presidente Lula (PT) em São Paulo: 44,7% contra 34,1%.

O resultado mostra tendência de alta do presidente na reta final de campanha, que ganhou 5% em relação à pesquisa do mês passado, enquanto Lula caiu 1,7%.

Outro detalhe interessante registrado pelo levantamento é que Simone Tebet (MDB) aparece, pela primeira vez, à frente de Ciro Gomes (PDT) com 7% e 6%, respectivamente, mas ainda dentro da margem de erro de 3,1%.

Soraya Thronicke (União Brasil) teria 1,2% e estaria tecnicamente empatada com Ciro. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 3,4% e 2,3% estão indecisos.

2º turno

Em disputa de um eventual 2º turno entre Bolsonaro e Lula, o presidente venceria com 50,4% contra 39,7% do petista. Nesse cenário, brancos e nulos somam 8,3% e 1,7% estão indecisos.

A rejeição de Lula (51,8%) e a quantidade dos que têm medo da volta do PT ao poder (47,8%) explica a vantagem de Bolsonaro, que é rejeitado por 40,8% dos paulistas e 38% têm mais medo da continuidade do governo atual.

A avaliação do governo Bolsonaro atingiu 44% de avaliações boas ou ótimas contra 31,2% de ruim e péssimo, se confunde com a aprovação do próprio presidente, que chegou a 43,1% e 39,9%, respectivamente.

A pesquisa ouviu 1.000 eleitores entre os dias 26 e 28 de setembro, possui margem nível de confiança de 95% e foi registrada junto ao TSE sob o protocolo BR-06588/2022.

Informações TBN


O petista cresceu 4,5 pontos percentuais em uma semana; diferença no segundo turno também aumentou

 (crédito: Redes sociais e Miguel SCHINCARIOL / AFP)

Pesquisa divulgada pela Futura Consultoria e encomendada pelo Banco Modal, nesta sexta-feira (30/9), mostra um crescimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reta final da disputa pelo Palácio do Planalto. De acordo com o levantamento, o petista tem 43,6% dos votos válidos no primeiro turno enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 40,5%. Na pesquisa da semana passada, os dois estavam tecnicamente empatados, com uma leve vantagem de Bolsonaro. 

A pesquisa também mostra um crescimento da senadora Simone Tebet (MDB). A emedebista agora ocupa a terceira posição com 7,7% dos votos. Ciro Gomes (PDT) aparece na sequência com 6%.

Na simulação de segundo turno, a diferença entre os dois principais concorrentes também teve crescimento. Passou de 2,6 pontos percentuais na semana passada para 4,8 pontos. Segundo o levantamento, Lula venceria com 47,7% dos votos contra 42,9% de Bolsonaro.

Rejeição

Os dois candidatos que lideram a pesquisa também são os mais rejeitados. Segundo o levantamento, 42,9% dos eleitores não votariam em Bolsonaro, já 40% não votariam em Lula. Além disso, 43,8% afirmaram ter medo da continuação do atual governo e 41,9% disseram temer a volta do PT.

Para 39,3%, o governo de Jair Bolsonaro é ruim ou péssimo. Outros 35,7% avaliam como ótimo ou bom. Os eleitores também foram questionados como avaliam o governo do ex-presidente Lula (2002-2010). Para 46,7%, o governo foi ótimo ou bom. Já para 31,9% foi ruim ou péssimo.

A pesquisa escutou 2 mil pessoas, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e confiabilidade de 95%. As entrevistas foram realizadas de 26 a 28 de setembro de 2022. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06743/2022. 

Informações Correio Braziliense


A pesquisa ouviu 6.800 pessoas, entre 27 e 29 de setembro, em 332 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Datafolha: 35% não se sentem à vontade para declarar voto para presidente — Foto: Bárbara Munhoz/g1

Datafolha: 35% não se sentem à vontade para declarar voto para presidente — Foto: Bárbara Munhoz/g1 

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (30), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, aponta que 35% dos eleitores se sentiram menos à vontade para declarar seu voto para presidente para outras pessoas nos últimos meses. Há mais constrangimento na declaração de voto entre mulheres (38%) que entre homens (32%).

Entre eleitores do ex-presidente Lula (PT), 40% se sentem menos à vontade para declarar o voto, índice similar aos registrados entre eleitores de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) – ambos com 41%. Já entre os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL), o índice é mais baixo: 27%. 

Esta é a primeira vez que o Datafolha mediu este indicador. A pesquisa ouviu 6.800 pessoas, entre 27 e 29 de setembro, em 332 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o nº BR-09479/2022. 

Ameaças e discussões por motivos políticos

A pesquisa também aponta que 46% dos eleitores brasileiros declaram ter deixado de conversar sobre política com amigos ou familiares a fim de evitar discussões – índice similar ao registrado no final de julho, de 49%. Entre as mulheres, o índice é de 50%, e entre os homens, de 41%. 

Questionados se já foram ameaçados verbalmente por causa de suas posições políticas, 14% disseram que sim. Entre eleitores de Lula, 16% já sofreram agressões verbais por causa de suas posições políticas, ante 12% no eleitorado de Bolsonaro, 12% entre quem vota em Ciro e 10% entre eleitores de Tebet. 

Há ainda 5% que declaram já ter sofrido ameaças de agressões físicas por causa de seus posicionamentos. 

A pesquisa também questionou em quais locais ou situações as pessoas acreditam que podem ter mais problemas ao falar sobre preferências políticas ou ao revelar em quem vão votar para presidente. Veja: 

A pesquisa ainda aponta que 43% dos eleitores votarão da mesma forma que a maioria das pessoas da família. Já em 23% dos casos, todos irão escolher o mesmo candidato no próximo domingo (2). Há 15% que serão minoria entre os membros da família na escolha do voto para presidente, e um em cada 10 eleitores (10%) diz que ninguém da família irá votar no mesmo candidato que ele. 

Entre os eleitores mais jovens, 34% dizem que sua posição de voto é minoritária ou totalmente isolada dentro da família, índice que também fica acima da média na região Centro-Oeste (31%). 

Na parcela que declara voto em Ciro Gomes, 63% dizem que sua escolha é minoritária ou totalmente isolada da família, no mesmo patamar dos eleitores de Tebet (59%). Entre eleitores de Lula e Bolsonaro, esses índices são mais baixos (19% e 18%, respectivamente).

Informações G1

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