O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (PSDB) foi cercado e xingado neste domingo (20) por alguns hóspedes bolsonaristas que estavam no mesmo hotel em que ele hospedado na Bahia.
Maia foi abordado em enquanto estava com a esposa e foi chamado de ladrão em coro pelo grupo durante o café da manhã. Em resposta, fez o sinal de L com a mão, sim bolizando Lula (PT), candidato que ele apoiou contra Jair Bolsonaro (PL) nas eleições.
“Infelizmente eles já não sabem o que é fato e o que é fake. Criaram uma narrativa contra aqueles que divergem do bolsonarismo. A bolha e a desqualificação da imprensa criaram isso”, afirma.
Ele diz ainda que “o desrespeito à divergência de opinião é um absurdo, mas que tem certeza de que vai passar”. Ele continua hospedado no mesmo local.
O deputado federal pelo Rio de Janeiro e ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (PSDB), foi hostilizado no Tivoli Ecoresort, localizado na Praia do Forte, litoral norte da Bahia. Acompanhado pela esposa, o parlamentar tentava iniciar o café da manhã, quando foi atacado com xingamentos pelos demais hóspedes.
O BNews recebeu vídeos da ação e nas imagens é possível ouvir os xingamentos de “ladrão” e “filho da p*uta”. Em certo momento, uma mulher se aproxima do casal e inicia os questionamentos. “É gostoso tudo que você roubou do país?”, pergunta e em seguida se direciona para a esposa de Maia. “É gostoso ser casada com bandido?”.
Ao perceber a proporção do tumulto, Maia desistiu do café da manhã e saiu do local, fazendo o “L”, em referência ao presidente eleito, Lula (PT).
O BNews tentou contato com a assessoria do Tivoli, que através de nota, lamentou o ocorrido nas dependências do resort. “O Tivoli Ecoresort Praia do Forte lamenta o episódio ocorrido dentro do hotel, na manhã de hoje, dia 20 de novembro, pois prezamos pela privacidade e tranquilidade na estada de nossos hóspedes. O hotel reforça ainda que está à disposição de todos, com objetivo de que tenham a melhor estada possível”.
Advogados criticam bloqueio de contas bancárias de 43 supostos financiadores de protestos de caminhoneiros ao redor do Brasil
Dez seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se manifestaram contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de bloquear contas bancárias de 43 supostos financiadores (pessoas físicas e jurídicas) de protestos de caminhoneiros ao redor país.
No documento, as seccionais observam que, ao congelar os recursos, Moraes não notificou o Ministério Público Federal, previamente, tampouco os que estariam por trás das manifestações. “Dessa forma, houve afastamento dos consagrados princípios constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”, constataram as seccionais, em um documento enviado ao Conselho Federal da OAB, na sexta-feira 18, e obtido por Oeste.
Adiante, as seccionais lembram que a canetada do ministro afetou uma série de trabalhadores vinculados às empresas, que, agora, estão impedidas de realizar pagamentos de salários e honrar dívidas com fornecedores.
Também o documento menciona que os advogados dos alvos de Moraes não conseguem acesso aos autos do processo, de modo a entenderem o que está ocorrendo. Por isso, o pedido das seccionais afirma que as prerrogativas dos advogados estão sendo violadas no país, o que é totalmente inconstitucional.
Por fim, as seccionais pedem à OAB que analise, em regime de urgência, a constitucionalidade da decisão de Moraes, “considerando possível malferimento, em tese, de preceitos constitucionais consagrados, em especial os artigos 5º, LIV, LV e 93, IX da Constituição, bem como, do fundamento basilar da dignidade da pessoa humana, que também merece especial atenção”.
“Solicitamos que sejam avaliadas medidas para que se evitem violações às prerrogativas da advocacia, em especial no que se refere o acesso aos autos em que foram proferidas as decisões ora mencionadas, garantindo desta forma o amplo e irrestrito exercício profissional”, conclui o texto, assinado pelas seccionais do Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rondônia.
No Mato Grosso, são nove bloqueios de estradas e um incêndio foi registrado na base de uma concessionária de pedágio
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que as rodovias federais do país têm 38 manifestações neste domingo, 20. Onze são bloqueios total de pista, sendo a maioria — nove deles — no Mato Grosso. Outras 27 ocorrências são interdições parciais, em que pelo menos uma pista está liberada ao tráfego.
No Mato Grosso, há três bloqueios em Sorriso, dois em Lucas do Rio Verde, e um em Matupá, Campo Novo do Parecis, Nova Mutum e Água Boa. Os outros dois bloqueios de rodovias federais são no Pará, em Itaituba, e no Paraná, em Terra Roxa.
Houve um ataque e um incêndio na base de Lucas do Rio Verde da concessionária de Rota do Oeste, que administra pedágios no Mato Grosso. Alguns têm atribuído os atos de vandalismo aos manifestantes. Porém, em áudios, caminhoneiros e apoiadores do protesto dizem que pessoas contrárias às interdições nas rodovias fizeram o ato para desacreditar as manifestações.
A assessoria da Rota do Oeste confirmou o incêndio, mas disse que a autoria está sendo investigada pela Polícia Civil.
Um guincho da concessionária e uma ambulância também foram queimados na região, segundo aRota do Oeste, mas também não se sabe a autoria.
As manifestações em rodovias do país começaram depois do segundo turno das eleições, em 30 de outubro. Houve centenas de interdições e bloqueios até o dia 8 de novembro, quando os atos foram paralisados por completo.
No entanto, entre a última quinta-feira 17 e a sexta-feira 18, os protestos foram recomeçados, com bastante força em Mato Grosso e Rondônia. A retomada das manifestações se deve à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de bloquear contas bancárias de 43 empresas e pessoas físicas, suspeitas de financiar as manifestações. Uma das empresas atingidas foi a Sipal, uma das maiores do país no setor de grãos.
Desde o início das manifestações nas rodovias, a PRF informa ter desfeito 1.207 manifestações.
O Brasil foi reconhecido pelo Banco Mundial como o segundo país do mundo em um ranking que mede a “maturidade digital” – o GovTech Maturity Index 2022.
De acordo com o levantamento, o Brasil foi o país que registrou o maior avanço entre 2021 e 2022, subindo cinco posições na lista, do sétimo para o segundo lugar.
A liderança do ranking, que conta com 198 países, é da Coreia do Sul. Depois dos governos sul-coreano e brasileiro, aparecem Arábia Saudita, Emirados Árabes, Estônia, França, Índia, Lituânia, Mongólia e Rússia – completando o “top 10”.
A pontuação média dos países no Índice de Maturidade em Governo Digital (GTMI, na sigla em inglês) é de 0,552 – a escala vai de 0 a 1. O Brasil ficou com 0,975 de pontuação. A Coreia do Sul, com 0,991.
Os Estados Unidos ocupam apenas a 60ª posição da lista. A China aparece em 86º lugar.
Bandeira
País
Índice GTMI*
Coreia do Sul
0,991
Brasil
0,975
Arábia Saudita
0,971
Emirados Árabes
0,961
Estônia
0,956
França
0,945
Índia
0,940
Lituânia
0,918
Mongólia
0,907
Rússia
0,897
*Índice de Maturidade em Governo Digital (valor máximo é 1)
Evolução do Brasil
Segundo o estudo do Banco Mundial, o Brasil vem avançando de forma acelerada e consistente em relação aos serviços digitais oferecidos à população. O portal gov.br foi destacado por oferecer serviços de impacto econômico e social de forma mais ágil, como as Carteiras Digitais de Trânsito e de Trabalho, Certificado de Vacinação, Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O cidadão brasileiro pode acessar todas essas informações utilizando um único login e uma senha, sem a necessidade de preencher vários cadastros.
O Banco Mundial também aponta o maior engajamento dos brasileiros na avaliação dos serviços públicos por meio do site gov.br e o incentivo à criação de startups.
“O estudo do Banco Mundial é muito importante para entendermos as tendências mundiais em governo digital e para demonstrar o protagonismo mundial que o Brasil assumiu nessa área”, afirmou, em nota, o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Leonardo Sultani.
O Índice de Maturidade em Governo Digital
A pesquisa do Banco Mundial avaliou 198 países, utilizando a média simples de pontuações de quatro componentes: Índice de Sistemas Governamentais Centrais, Índice de Prestação de Serviços Públicos, Índice de Engajamento do Cidadão e Índice de Habilitadores GovTech.
Ao todo, o índice utiliza 48 indicadores-chave para medir essas quatro áreas de governo digital.
O Índice de Sistemas Governamentais Centrais mede aspectos relativos à articulação sistêmica de governo, enquanto o Índice de Prestação de Serviços Públicos avalia portais online, serviços de atendimento eletrônico e recursos de pagamento eletrônico, entre outros.
O Índice de Engajamento do Cidadão mede a participação pública da sociedade e os portais de dados abertos. Já o Índice de Habilitadores GovTech avalia estratégia, instituições, regulamentos, habilidades digitais e programas de inovação.
As notas em cada indicador variam de 0 a 1. Dependendo dos resultados, os países são classificados como de baixa, média, alta ou muito alta maturidade em governo digital. O Brasil ficou no grupo das nações com maturidade digital “muito alta” nos quatro componentes avaliados.
Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 fazem hoje (20) as provas de matemática e de ciência da natureza, que engloba química, física e biologia. Cada uma das provas tem 45 questões objetivas. As provas serão aplicadas em mais de 1,7 mil municípios nas modalidades impressa e digital. Nas duas modalidades, as questões são iguais.
Os portões dos locais de prova são abertos às 12h e fecham às 13h, e não é permitido entrar após o fechamento dos portões. Com cinco horas de duração, as provas começam às 13h30 e terminam às 18h30, no horário de Brasília.
Para fazer o exame, é obrigatório apresentar documento de identidade com foto e ter uma caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. No Enem digital, as respostas são dadas no computador, mas os participantes recebem uma folha de rascunho para fazer os cálculos à mão, por isso, a caneta é também necessária no segundo dia de prova.
Entre as identificações aceitas estão a carteira de habilitação (CNH), o passaporte e a carteira de trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. A novidade desta edição é que são aceitos os documentos digitais com foto do e-Título, CNH digital e RG digital. Eles devem ser apresentados nos respectivos aplicativos oficiais Não serão aceitas fotos da tela do celular.
A máscara de proteção facial é obrigatória, exceto nos estados ou municípios onde o uso do item em local fechado esteja liberado por decreto ou ato administrativo de igual poder regulamentar.
É recomendado ainda que os participantes levem água e lanche, já que a prova tem longa duração. Também é aconselhável levar no dia do exame o cartão de confirmação da inscrição, que traz, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante.
Caso necessite comprovar que participou do exame, o estudante pode, também na Página do Participante, imprimir a declaração de comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração, que deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala, serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.
No primeiro dia de Enem, os participantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. Cerca de 2,5 milhões, ou seja, 73,3% dos 3,4 milhões de inscritos compareceram ao exame.
Gabarito
Os gabaritos das provas serão divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) até o dia 23, online.
O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Inep.
A Cargolift, empresa de logística e transporte com sede em Curitiba, pediu ao Lide, grupo de empresários fundado pelo ex-governador de São Paulo João Doria, para que seu nome fosse retirado de uma das premiações organizadas pela instituição.
O pedido ocorreu depois de o Lide promover, em Nova Iorque, encontro em que seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estavam presentes para uma palestra sobre liberdade e democracia.
Por meio de uma carta enviada a Heloisa Garret, presidente do Lide Paraná, a Cargolift disse que sua inscrição em uma das categorias do Prêmio Líderes 2022 foi feita sem consultar a companhia. A premiação está marcada para acontecer na próxima segunda-feira, 21, em Curitiba.
No documento, segundo o jornal Folha de S. Paulo, a empresa declarou que não compactua com “os valores e princípios da instituição [Lide]”. Pediu, portanto, que o nome da Cargolift fosse retirado de qualquer publicação do grupo da família de Doria.
“Dentre os valores que a Cargolift defende consta a liberdade de opinião e de expressão, cláusula pétrea da Constituição Federal, e não é isso que temos percebido por aqueles que juraram defender a Constituição Federal e nos últimos dias participaram em evento promovido pela Lide em Nova York”, informava a carta.
Banco investigado na Lava Jato pagou jantar de luxo a ministros do STF
Daniel Vorcaro, jovem bilionário e dono do Banco Master, organizou e custeou, no restaurante Fasano New York, na região da 5ª Avenida, um jantar para os ministros do STF e outros convidados da Brazil Conference, organizada pelo Lide.
O cardápio contou com cinco canapés, ao custo de US$ 65 dólares (cerca de R$ 350) por pessoa. Entre as opções servidas, os convidados podiam optar por tartare de atum, salmão defumado com caviar, tortelete de trufas e bruschettas de cogumelos Porcini e de steak tartare.
O General Paulo Sérgio, Ministro da Defesa, juntamente com os Comandantes das Forças Armadas: Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos; o Comandante do Exército, General de Exército Marco Antônio Freire Gomes e o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, não aceitam tratarem sobre transição com equipe de Lula.
O Tribunal Superior Eleitoral ainda não acatou a solicitação das Forças armadas, de liberar o acesso ao Código-Fonte para averiguação e acabar com as dúvidas da quantidade de fraudes nas eleições presidenciais.
A ideia de Lula é usar Geraldo Alckmin em fazer um pedido publicamente ao Ministro da Defesa. Bastidores do Poder afirmam que o ex-presidente não tem moral nenhuma com os militares devido aos casos de corrupção.
Segundo apuração dos bastidores de Brasília, aliados do ex-presidente Lula, receberam informações ao buscarem negociação com os atuais comandantes da Marinha, Aeronáutica e Exército que não haverá diplomação e nem posse caso o Código-Fonte não seja fornecido pelo TSE.
Essa falta de interlocução seria o motivo de, até agora, não terem sido anunciados os integrantes do subgrupo de Defesa. O Risco de Lula não assumir aumenta constantemente.
A determinação do Ministro da Defesa estaria causando constrangimento no TSE e na equipe de transição liderada por Alckmin. O Ministro Alexandre de Morais já informou que não vai entregar o Código-Fonte por temer a prisão dele e da cúpula do Tribunal Superior Eleitoral.
O Ministro da Defesa quer o Código-Fonte para atender os anseios dos brasileiros e passar a limpo as eleições. Essa proposta do General desagrada o TSE e o STF.
Pedido de afastamento
Nesta terça-feira (16), O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes deu o prazo de cinco dias para que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre o pedido de afastamento do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira.
O pedido foi protocolado pelo deputado federal Marcelo Calero (PSD-RJ) na ação sobre milícias digitais. No documento entregue ao STF, Calero alega manifestações feitas pelo ministro que põem em dúvida o processo eleitoral brasileiro.
Um grupo de advogados também acionou o STF com um pedido de impeachment contra o ministro por suposto crime de responsabilidade. Na ação, pedem para que o general seja imediatamente afastado e que seja feita busca e apreensão no gabinete e na residência dele. A ideia é provar que Paulo Sérgio teve participação nas “tratativas entre o referido Ministério e as Forças Armadas na prática de atos atentatórios à democracia brasileira”.
Jornalista Fernando Cerimedo
O jornalista Argentino Fernando Cerimedo mostrou as fraudes nas eleições presidenciais. Informações que vai anular as eleições, ou rejeitar as urnas de modelos anteriores de 2020. Essas informações contundentes foram entregues as autoridades competentes.
O Partido Liberal vai oficializar o pedido de anulação das eleições no próximo mês com base nas informações do relatório das Forças Armadas que afirmou possibilidade de fraudes e do relatório da Controladoria-Geral da União – CGU que segundo informações, afirmará ser impossível auditar as urnas eletrônicas, entretanto, com grandes possibilidades de fraudes.
STF é visto como um partido político que apoia incondicionalmente o ex-presidente Lula, tanto que tiraram da cadeia e deram a presidência do Brasil, entretanto, o povo que passar a prova dos nove e conta com o apoio dos militares.
As Forças Armadas obedecem a Constituição Brasileira, e sabe que todo Poder emana do povo. Transparência, apenas transparência é o que pede o cidadão brasileiro.
Valdemar da Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), disse, neste sábado (19/11), que não pretende pedir novas eleições, porém irá propor ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na próxima terça-feira (22/11), a desconsideração de algumas urnas.
Segundo Valdemar, pelo estudo feito, há várias urnas que não “podem ser consideradas”.
“É no Brasil inteiro. São as urnas de 2020 para baixo. São as urnas antigas. Todas elas têm o mesmo número. Não tem patrimônio, não tem como controlar a urna”, respondeu o presidente do PL ao ser questionado sobre quantas urnas estão no alvo do pedido.
Costa Neto disse que já “têm as provas” e que essas “urnas não podem ser consideradas”.
“Se elas têm o mesmo número, como você vai checar as urnas antes das eleições? Eu acredito que sejam umas 250 mil urnas que têm o mesmo número”. O presidente do PL ainda diz que isso é “um erro do TSE” e que a direção do Tribunal não “tem conhecimento do fato”, mas “que eles vão ter que resolver”.
Todos os estudantes que, por algum motivo, perderam o primeiro dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) podem fazer as provas deste domingo (20). No caso dos que não tiverem como justificar a falta e forem pedir a reaplicação das provas iniciais, o benefício está na experiência de fazer um teste tão importante e na avaliação de seus conhecimentos.
Na segunda data do Enem serão observados os conhecimentos de ciências da natureza e matemática, disciplinas que costumam reduzir as chances de vários candidatos. No domingo (13), ocorreram as provas de redação, ciências humanas e línguas.
Além dos estudantes que vão usar o segundo dia do Enem para autoavaliação, outros podem pleitear a reaplicação do exame, no caso daqueles que foram afetados por problemas logísticos ou de saúde.
São considerados problemas logísticos fatores como desastres naturais que prejudiquem a aplicação devido ao comprometimento da infraestrutura do local — falta de energia elétrica e desmoronamento, por exemplo, ou um erro de procedimento do aplicador que tenha prejudicado o participante.
O direito à reaplicação por motivos de saúde é válido em caso de doenças infectocontagiosas, que precisarão ser comprovadas pelos candidatos. Estão na lista Covid-19, tuberculose, influenza humana A e B, meningite, difteria, sarampo, entre outras.
Os estudantes que sentiram alguma indisposição ou problema de saúde e tiveram que sair da sala onde estava sendo aplicada a prova no dia 13 não terão direito a outra chance.
A reaplicação deverá ocorrer nos dias 10 e 11 de janeiro de 2023. O pedido para fazer a prova perdida deve ser feito até a sexta-feira (25), cinco dias úteis após a segunda data do exame.
Quem não fizer o primeiro dia de provas, na data oficial ou na reaplicação, terá eliminado qualquer chance de vaga no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).
Os três programas exigem nota acima de zero na redação, aplicada no primeiro domingo do Enem.