O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou, por meio de uma nota assinada por advogados, e negou ter se apropriado ou desviado “bens públicos”. Ele disse que coloca à disposição da Justiça sua movimentação financeira. As informações são do jornal O Globo.
– O Presidente Bolsonaro reitera que jamais apropriou-se ou desviou quaisquer bens públicos, colocando à disposição do Poder Judiciário sua movimentação bancária – diz o texto, assinado pelos escritórios de advocacia D.B. Tesser e Paulo Amador Cunha Bueno.
O comunicado surgiu após a Polícia Federal (PF) solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a quebra de sigilo bancário e fiscal dele, no âmbito do inquérito que investiga uma suposta tentativa de venda ilegal de presentes dados por delegações estrangeiras ao governo no período em que Bolsonaro era presidente.
Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “voluntariamente e sem que houvesse sido instada, peticionou junto ao TCU — ainda em meados de março, p.p. —, requerendo o depósito dos itens (joias presenteadas por governo estrangeiro) naquela Corte, até final decisão sobre seu tratamento, o que de fato foi feito”.
Um homem de 29 anos, identificado como Josivan dos Santos Nogueira, foi aprovado para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar (PM) em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).
A convocação do candidato para realizar sua matrícula se dá por meio de uma liminar expedida pela Justiça, por intermédio da Sétima Vara da Fazenda Pública da Comarca da Ilha de São Luís. O processo que favorece Josivan trata do sistema especial de reserva das vagas exclusivas para candidatos negros.
O fato que mais chama atenção e tem provocado discussão nas redes sociais é pelo fato de Josivan Nogueira ter contra si um registro de passagem pelo sistema prisional do Estado, com prisão temporária no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
Segundo documento da universidade, Josivan dos Santos Nogueira foi aprovado para o Curso de Formação de Oficiais PMMA – Bacharelado em Segurança Pública através do sistema de vagas exclusivas para candidatos negros. Mas a vaga só está sendo garantida por conta de uma decisão judicial favorável ao detento.
A nota do interno, quando prestou o vestibular, foi 631,05 pontos.
Com informações do Portal O Informante/O Imparcial/Blog do Alberto Barros.
A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a quebra de sigilo fiscal e bancário de Jair Bolsonaro na investigação que apura um suposto esquema de desvio de joias e outros itens de luxo para o patrimônio privado do ex-presidente. A investigação também solicitou que ele seja ouvido no inquérito.
Nesta sexta-feira, os agentes da corporação cumpriram mandados de busca e apreensão contra o general Mauro Cesar Lourena Cid, pai do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens; o advogado Frederick Wassef, que atua na defesa do ex-presidente; e Osmar Crivelatti, que ainda integra a equipe de assessores do presidente.
De acordo com a PF, a ofensiva para incorporar bens públicos ao acervo privado driblou inclusive o setor do Planalto responsável por catalogar os presentes dados ao presidente da República.
Os policiais apuram a existência de uma organização criminosa no entorno de Jair Bolsonaro. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que autorizou a operação, afirmou na decisão que há indícios de que o plano ocorreu por “determinação” de Bolsonaro, que não foi alvo da ação policial e nega irregularidades.
Os investigadores agora vão se debruçar sobre os detalhes da participação do ex-presidente no esquema, que incluiu uma viagem às pressas de aliados para os Estados Unidos para recomprar presentes que, após terem sido entregues a Bolsonaro por países árabes, foram vendidos a joalherias.
Um relógio Patek Philippe, entregue a Bolsonaro em 2021 pelo regime do Bahrein, não aparece nos registros oficiais, segundo a PF. Na chefia do Executivo à época, ele recebeu de Cid, em 16 de novembro daquele ano, via WhatsApp, o certificado de autenticidade do modelo, avaliado em US$ 51 mil (cerca de R$ 250 mil, na cotação atual).
A investigação colheu no celular do ex-ajudante de ordens documentos que comprovam a venda da peça, em 13 de junho de 2022, para uma loja na Pensilvânia. Cid recebeu US$ 68 mil
Segundo a PF, que investiga a suposta transação envolvendo esse relógio, além do Rolex que já era conhecido, “não foi identificado nenhum registro do relógio Patek Philippe (no acervo presidencial), fato que indica a possibilidade de o referido bem sequer ter passado pelo então Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (…), sendo desviado diretamente para a posse do ex-presidente Jair Bolsonaro”.
Saiba o motivo da operação do pai do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro
Foto: Divulgação/Alesp.
A Polícia Federal (PF) cumpre nesta sexta-feira (11) mandados de busca e apreensão contra o general Mauro César Cid, pai do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, em Brasília.
Segundo a PF, o militar e outros integrantes do governo investigados são suspeitos de utilizar a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues de presente por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens em países do exterior.
A investigação apontou, até o momento, que os valores obtidos dessas vendas ilegais foram convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados.
A PF diz que o dinheiro era recebido por meio de pessoas interpostas e sem usar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores.
Para os investigadores, os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de peculato e lavagem de dinheiro.
Os quatro mandados estão sendo cumpridos em Brasília, São Paulo (SP) e Niterói (RJ).
A operação, batizada de “Lucas 12:2”, “tem o objetivo de esclarecer a atuação de associação criminosa constituída para a prática dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro”, disse a PF em nota.
As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais” em tramitação perante o Supremo Tribunal Federal, que autorizou as buscas.
A CNN tenta contato com a defesa de Mauro César Cid.
Equipes da Polícia Federal fazem buscas nesta sexta-feira (11) em endereços ligados ao general do Exército Mauro César Lourena Cid – pai do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) Mauro Barbosa Cid.
A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito sobre milícias digitais, mas faz referência a outro tema também ligado ao entorno de Bolsonaro: a suposta tentativa de vender, de forma ilegal, presentes entregues ao ex-presidente por delegações estrangeiras.
Presas comemoram saída da prisão Foto: Reprodução/Vídeo redes sociais
Um grupo de mulheres presas pelos atos de 8 de janeiro comemoraram a saída do presídio com direito a brinde de espumante e “dancinha”. O grupo está entre as 62 mulheres beneficiadas com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de soltar 162 detidos pelos atos radicais nas sedes dos Três Poderes.
A cena foi gravada e viralizou nas redes sociais. Cerca de 20 mulheres aparecem celebrando na saída da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia. Dançando entusiasmadas e segurando taças, elas bradaram um grito de guerra.
– Para a família estamos voltando, a temporada na Colmeia está acabando (…). Olê olê, olê olê, fui para a Colmeia foi por mim, foi por você. Olê olê, olê olê, voltei para casa para a verdade aparecer.
Na decisão, proferida na última terça-feira (8), Alexandre de Moraes substituiu a prisão por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso das redes sociais, cancelamento de passaportes, suspensão do porte de armas e obrigação de comparecer semanalmente à Justiça.
Os acusados respondem pelos crimes de associação criminosa, abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e crime contra o patrimônio público tombado.
“A gravidade, por si só, não autoriza essa prisão preventiva”, diz Maierovitch
Alexandre de Moraes Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
O jurista Wálter Maierovitch, colunista do UOL, criticou a prisão preventiva do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, nesta quarta-feira (9), acusado de interferir nas eleições de 2022. Ele não só discordou, como cobrou explicações da Polícia Federal (PF).
– Sem dúvida, os fatos são gravíssimos, mas os crimes estão em apuração. Agora, a regra é a liberdade, pois as pessoas são presumidamente inocentes. É preciso algo para quebrar essa regra. O que ele estava fazendo para justificar uma prisão provisória? A gravidade, por si só, não autoriza essa prisão preventiva – disse Maierovitch.
O jurista explicou que, juridicamente, a PF precisa justificar a prisão provisória do PRF, com observância em ações ocorridas após o objeto da denúncia. Não havendo esse elemento, não está em harmonia com a previsão legal.
– (…) O que se exige do lado das autoridades, principalmente dos magistrados, é o caminho da legalidade e da legitimidade. As instituições judiciais precisam mostrar que aplicam as leis e não atuam por vingança – concluiu.
Documento assinado por mais de 80 entidades pede uma “política articulada de eliminação imediata dos combustíveis fósseis” e defende que a Cúpula da Amazônia é a oportunidade ideal para isso.
Protesto da organização engajamundo antes da Cúpula da Amazônia — Foto: Paloma Rodrigues/g1
A Cúpula da Amazônia começa nesta terça-feira (8) em Belém, no Pará, tendo a discussão sobre a possibilidade de ampliação da exploração de petróleo na região como uma das principais preocupações da sociedade civil, ao lado de temas como desmatamento, garimpo e a questão indígena.
Antes da abertura oficial do evento, a segunda-feira (7) foi marcada pelo encerramento de uma das atividades preparatórias para a Cúpula: os Debates Amazônicos, evento com a participação da sociedade civil que tinha como objetivo fazer propostas para os representantes de cada país. O petróleo ganhou destaque entre as sugestões.
Um protesto da organização engajamundo buscou materializar essa preocupação: manifestantes usaram máscaras e roupas de proteção individual. Nos cartazes, a cobrança: “A COP vai passar e quantas manchas vão ficar?”.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, engrossou o coro. Sua comitiva falou da necessidade da redução da exploração do petróleo, que é um dos compromissos do presidente colombiano, que tem feito falas duras contra os combustíveis fósseis desde sua eleição.
Um documento assinado por mais de 80 entidades intitulado “Amazônia Livre de Petróleo e Gás” pede para que seja formalizada uma “política articulada de eliminação imediata dos combustíveis fósseis” e defende que a Cúpula da Amazônia é a oportunidade ideal para isso.
O documento cobra uma data para o fim da produção de combustíveis fósseis, não apenas no território da floresta, mas de maneira geral.
A cobrança ocorre em meio à pressão, encampada por setores do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que o Ibama autorize a Petrobras a pesquisar a viabilidade de explorar petróleo na região da foz do Rio Amazonas.
Em maio, o Ibama negou licença para a Petrobras perfurar poço de petróleo na região, no Amapá. O instituto apontou falhas sobre segurança ambiental na solicitação da estatal. Dias depois, a Petrobras apresentou um novo pedido, que está sob análise. Ambientalistas criticam a exploração diante da possibilidade de impactos ambientais.
Países devem se comprometer a combater o garimpo ilegal durante Cúpula da Amazônia
Carolina Marçal, analista do Instituto ClimaInfo, disse que não basta que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diga que a pauta ambiental é prioritária.
“Estamos pedindo mais ambição do governo brasileiro. O governo prometeu prioridade para a pauta ambiental, questões importantes relacionadas a desmatamento e uso da terra, mas não em relação à exploração de petróleo e gás na Amazônia”, disse Carolina Marçal.
“A mensagem principal é que, para proteger a Amazônia, zerar o desmatamento é sim um passo importante, mas não é suficiente”, disse.
Experiências internacionais também foram colocadas na mesa de debates. O Equador ganhou destaque por ser um caso emblemático de um país com larga escala de exploração de petróleo em uma reserva ambiental.
O Parque Nacional Yasuní, na Amazônia equatoriana, é a maior reserva florestal do país com mais de 10 mil quilômetros quadrados – e também representa seu maior campo de petróleo.
Eduardo Pichilingue Ramos, coordenador da Aliança Cuencas Sagradas Amazónicas, trabalha na região do parque e afirma que uma atividade tão crítica precisa ser muito bem pensada antes de ser iniciada em um território sensível.
“Se autorizou a exploração dentro do parque, com uma negociação entre as empresas nacionais petroleiras e indígenas Guarani de recente contato. Isso trouxe uma serie de problemas ambientais e sociais graves”, disse.
A infraestrutura envolvida nesse tipo de construção demandou a abertura de estradas, o que acarretou desmatamento e também em instalação de colonos nas margens destas novas ferrovias.
“O governo sempre disse que os efeitos são poucos, em somente 80 hectares, mas não levam em conta a contaminação da água, poluição sonora por helicópteros e automóveis”, disse. “Por isso é preocupante a posição do Brasil. Acredito que com a atividade industrial petroleira sempre há uma margem grande de possibilidades de que as coisas saiam mal.”
Em agosto, o Equador realizará um referendo sobre a manutenção ou não da exploração de petróleo na região. Em 2013, o então presidente Rafael Correa chegou a considerar interromper as atividades, mas o governo voltou atrás. Desde a década de 1970 a área é explorada com estes fins.
“É uma consulta popular que nasceu de uma iniciativa cidadã e de povos indígenas”, afirmou Belén Paez, presidente da Fundação Pachamama. “É a primeira vez que os povos que habitam o território vão poder dizer legalmente sobre isso.”
Carolina Marçal afirma que o pedido de participação social feito pelo governo brasileiro ao convocar os Diálogos Amazônicos foi cumprido pela população, que agora quer sua contraparte. “Acho que a sociedade civil tem que ser contemplada”, disse.
“Nós enquanto sociedade civil viemos aqui em grande número, com grande representatividade. Não foi fácil para muita gente estar aqui, e o mínimo que a gente espera é que sejamos ouvidos.”
Na véspera da Cúpula da Amazônia, duas mulheres e um homem do povo Tembé são baleados no Pará
Confira a lista dos carros mais roubados no Brasil | Foto: Reprodução
Um novo ranking de carros mais roubados no Brasil revela que a quantidade dos crimes caiu em cerca de 12%, em relação ao mesmo período do ano passado.
O levantamento foi realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras. O período levado em consideração de janeiro a julho deste ano.publicidade
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil possui, em média, mil casos de roubos e furtos de carro por dia. Os crimes tiveram alta de 8% no ano passado e chegou a quase 374 mil ocorrências.
O histórico revela um índice crescente nos crimes. Por exemplo, em 2020, cerca de 299 mil veículos foram furtados ou roubados no país e, em 2021, mais de 300 mil unidades.
O anuário também informa que, em 2022, mais de 60% dos veículos subtraídos foram em ocorrências de furto e quase 40% em roubos.
Gol foi listado como o carro mais roubado no Brasil | Foto: Divulgação/Volkswagen do Brasil/YouTube
Ranking dos carros mais roubados no Brasil
10º Lugar — Toyota Hilux
Foram registrados cerca de 2 mil roubos da picape da Toyota, uma alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2022.
9º Lugar — Fiat Strada
A picape da Fiat foi o nono carro com maior alta de unidades roubadas. Ao todo, houve 2,3 mil ocorrências, uma alta de 11,8% comparado com o acumulado de janeiro a julho de 2022.
8º Lugar — Fiat Siena
Já fora de linha, o sedã da Fiat continua entre os mais roubados do país. Mesmo com uma queda de 11%, mais de 3,5 mil unidades haviam sido tiradas de seus donos.
7º Lugar — Hyundai HB20
O hatch (carro pequeno) mais vendido da Hyundai teve um registro de 3.084 unidades roubadas de janeiro a julho deste ano, alta de 0,6%, comparado com mesmo período de 2022.
6º Lugar — Ford Ka
O Ka apresentou 3,4 mil unidades roubadas, mas uma queda de 8,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
5º Lugar — Fiat Palio
Um dos carros de maior sucesso da Fiat está fora de linha desde 2018 e teve 4,3 mil unidades roubadas, com uma queda de 6,6% em comparação a 2022.
4º Lugar — Chevrolet Corsa
Fora de linha há 11 anos, o Corsa ainda é muito visado pelos criminosos. Ao todo, mais de 4,3 mil unidades haviam sido roubadas no país de janeiro a julho deste ano. Comparado com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 2,6%.
3º Lugar — Chevrolet Onix
O carro mais vendido do Brasil é o terceiro mais roubado da lista, com 4,7 mil unidades. Esse veículo também registrou a maior queda nos roubos, 14,8% a menos do que no mesmo período de 2022.
2º Lugar — Fiat Uno
O Uno saiu de linha em 2022, mas segue com uma alta taxa de roubos. Ao todo, quase 7 mil teriam sido as unidades furtadas ou roubadas, uma queda de 8,5% em comparação com o mesmo período em 2022.
1º Lugar — Volkswagen Gol
O Gol saiu de linha neste ano, mas é o campeão de roubos no Brasil. Cerca de 9 mil unidades do modelo foram roubadas ou furtadas no decorrer dos últimos sete meses. Mesmo com uma queda de 9,6% nas ocorrências, ainda é o mais visado pelos ladrões.
A arte está de luto. Morreu, na manhã desta segunda-feira (7/8), aos 83 anos, Aracy Balabanian. A atriz veterana, que foi diagnosticada com câncer no pulmão no fim do ano passado, estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.
A notícia do falecimento da artista foi confirmada por uma fonte da coluna. Segundo o programa A Tarde é Sua, em outubro, ao passar por um tratamento para um derrame pleural, que causa acúmulo de líquido nos pulmões, Aracy descobriu dois tumores nos órgãos e ficou bastante abalada. Aracy Balabanian não era vista em um projeto inédito desde 2019, quando participou do especial de fim de ano da TV Globo A Magia Acontece. No ano anterior, ela fez uma aparição em Malhação: Vidas Brasileiras. No dia 19 de julho, estreou no GloboPlay a novela Locomotivas, de 1977, da qual a atriz foi uma das protagonistas. A última entrevista da artista aconteceu há quase um ano, durante o programa Conversa com Bial.