O governo da ex-presidente Dilma Roussef (PT) engavetou estudo que previa enchentes no Sul do Brasil. Há pelo menos dez anos, um relatório foi entregue à Presidência da República e apontava chuvas acentuadas na região Sul em decorrência das mudanças climáticas.
O relatório também indicava providências a serem tomadas. Chamado Brasil 2040, o documento previa ainda elevação do nível do mar, mortes por onda de calor, colapso de hidrelétricas, falta d’água no Sudeste, piora das secas no Nordeste e o aumento das chuvas no Sul. As informações são do site O Antagonista.
Em vez de ser utilizado para minimizar os impactos negativos das mudanças climáticas, o estudo acabou engavetado. Ele foi negligenciado supostamente por trazer previsões inconvenientes.
Na época, o relatório custou R$ 3,5 milhões e envolveu mais de 30 pesquisadores de diferentes universidades brasileiras.
A questão dos recursos hídricos foi assinada, no levantamento, por pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC), via Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura. A coordenação ficou a cargo dos professores Eduardo Sávio Martins e Francisco de Assis de Souza Filho.
O estudo realizado pela Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura destacou um aumento superior a 15% no nível de chuvas no extremo sul do Brasil.
Os pesquisadores chegaram a propor medidas como a elaboração de planos de contingência específicos para eventos de cheias, entre outras, como sistemas de alerta e adaptação da drenagem urbana.
Moradores da região da orla do Guaíba e do Vale do Taquari estão em alerta máximo para cheias do rio, segundo o vice-governador do RS
O Rio Grande do Sul iniciou a semana em alerta máximo devido ao volume das chuvas, com crescimento elevado do nível dos rios, risco de deslizamentos e quedas de temperaturas. O Vale do Taquari e o Guaíba podem ultrapassar novamente o nível de 5,5 metros nas próximas 24 horas, registrando outra cheia histórica.
Na manhã desta segunda-feira (13/5), o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), disse em entrevista à Globonews que “temos de contar com a possibilidade de ter mais destruição nas próximas horas”.
Boletim mais recente divulgado pela Defesa Civil estadual aponta que o número de mortes subiu para 147, com 447 municípios afetados pelas chuvas e enchentes. Mais de 500 mil pessoas seguem desalojadas. O estado chegou a ser atingido por dois tornados com o avanço da frente fria.
Até o momento, 76 mil pessoas foram resgatadas e 127 continuam desaparecidas. Não há óbito em investigação, segundo o boletim. Além disso, 806 pessoas ficaram feridas por causa das chuvas que assolam o estado.
Na orla do Guaíba, foram feitas barricadas nas ruas mais próximas para evitar o aumento da água em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
Bolsa Família e restituição do IR
O estado corre contra o tempo para construir ou reconstruir a infraestrutura a fim de conter as inundações. O vice-governador afirmou que, para isso ser feito, é necessário o repasse de recursos do governo federal e a flexibilização no pagamento da dívida de cerca de R$ 90 bilhões do estado com a União.
“Uma infraestrutura inteira, que foi construída durante muitas décadas, e agora precisa ser reconstruída. Não estamos falando de obras novas”, destacou Gabriel Souza.
Na última quinta-feira (9/5), o governo anunciou a antecipação de pagamentos do Bolsa Família, auxílio gás e da restituição do Imposto de Rendapara moradores do estado.
O Serasa oferece um programa de perdão de dívidas destinado a auxiliar indivíduos que enfrentam incertezas econômicas. Essa iniciativa visa não apenas aliviar o peso das dívidas, mas também possibilitar que os consumidores restabeleçam sua saúde financeira.
Como Funciona o Programa?
Uma das vantagens atrativas é a possibilidade de obter descontos consideráveis no valor original da dívida, aliviando significativamente o ônus para os devedores.
O programa abrange uma variedade de dívidas, desde empréstimos pessoais até contas básicas, como água, luz e telefone.
Os planos de pagamento são flexíveis, adaptando-se à capacidade financeira de cada devedor, tornando o processo viável e menos oneroso.
Como Participar?
A participação e negociação das dívidas com o Serasa são realizadas de forma simples e totalmente online.
Acesse o site oficial da Serasa, faça login ou cadastro, verifique as dívidas elegíveis para renegociação e analise as condições oferecidas.
Escolha o acordo que melhor se adequa às suas finanças e conclua a negociação diretamente pelo site, seguindo as instruções fornecidas.
Importante:
Antes de finalizar qualquer negociação, leia atentamente todos os termos do acordo para garantir que estejam alinhados com suas capacidades financeiras e evitar possíveis desentendimentos futuros.
Por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) expandiu as operações no Rio Grande do Sul para auxiliar não só em resgates, mas na segurança dos abrigos que recebem atingidos pelas enchentes. O efetivo da corporação no local chegará a 300 até a próxima semana.
A Força também está colaborando com o Corpo de Bombeiros em operações de salvamento nas cidades de São Leopoldo e Canoas. Os agentes oferecem apoio ao policiamento ostensivo em diversas localidades, como Porto Alegre e Nova Santa Rita. Neste momento, as operações estão focadas no patrulhamento e salvamento embarcados, reconhecimento terrestre, além de abordagens terrestres e aquáticas para resgate de pessoas e animais ilhados.
Na sexta (10), o governador Eduardo Leite (PSDB) disse que o estado vai auxiliar a prefeituras nos abrigos. Já a Polícia Civil informou que faz rondas nos maiores abrigos durante 24 horas, e que as menores estruturas são monitoradas em ações pontuais. Policiais militares aposentados também foram convocados para reforçar a segurança em abrigos.
Morreu na madrugada deste domingo (12), a deputada federal Amália Barros (PL-MT), vice-presidente do PL Mulher. A morte foi divulgada pelas redes sociais da parlamentar.
Amália estava internada desde o dia 1° de maio para retirada de um nódulo no pâncreas. A deputada teve complicações e passou por quatro procedimentos médicos.
Nascida em Mogi-Mirim, no interior de São Paulo, a parlamentar de 39 anos estava em seu primeiro mandato. Ela se tornou conhecida nacionalmente após conseguir apoio para aprovar, antes mesmo de entrar para a política, o projeto que deu base para a Lei nº 14.126/2021, que classifica a visão monocular como deficiência sensorial.
Amália perdeu à visão aos 20 anos em decorrência de toxoplasmose, infecção causada por um protozoário propagado por animais ou insetos. Após 15 cirurgias, ela precisou retirar o olho em 2016 e passou a usar prótese.
Sua história de vida serviu como inspiração para que ela entrasse na luta e conseguisse que as pessoas monoculares tivessem os mesmos direitos e benefícios previstos na legislação para a pessoa com deficiência.
Desde então, ela abriu um instituto social, ajudou milhares de pessoas e lançou o livro Se Enxerga, onde conta sua emocionante trajetória de vida.
Eleita em 2022 com 70 mil votos pelo Mato Grosso, Amália Barros se tornou presidente da Frente Parlamentar da Pessoa com Deficiência e assumiu a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD), de Comunicação (CCOM) e a Comissão Externa de Intervenção na Saúde Pública do Município de Cuiabá (MT).
A deputada também é vice-presidente nacional do PL Mulher, que tem como presidente a sua madrinha política, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
*Pleno.News Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (Cemaden) emitiu alerta de risco muito alto riscos hidrológicos e geológicos no Rio Grande do Sul neste domingo (12).
Os aletas referem-se as possíveis consequências das fortes chuvas, sejam elas hidrológicas: como inundações e alagamentos; ou geológicos: como deslizamentos de terra e desabamentos.
Segundo o órgão, as regiões que possivelmente serão afetadas são: Noroeste; Centro-Ocidental; Nordeste; Sudeste; Sudoeste Rio-Grandense e Metropolitana de Porto Alegre.
Em Porto Alegre, a água alcançou 2 metros em algumas partes do centro da capital
Até o momento, o Rio Grande do Sul registra 136 mortos em decorrência das inundações | Foto: Reprodução/@klaudiarowska
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alertou sobre a possibilidade de chuvas intensas no Rio Grande do Sul, que podem causar inundações e deslizamentos de terra em várias partes do Estado neste domingo, 12.
O Lago Guaíba, já com nível 1,58 metros acima do normal, alcançou 4,58 metros, representando uma grande preocupação. O lago recebe água das bacias dos Rios Jacuí, Taquari-Antas, Caí, Sinos e Gravataí, o que eleva o risco de piora da situação em Porto Alegre.
Guardas municipais de São Paulo e Porto Alegre estão auxiliando no resgate de pessoas presas nos prédios do Centro Histórico da capital, uma das áreas mais afetadas. Brigadistas intensificam esforços para convencer os moradores a evacuar, principalmente nos bairros mais prejudicados, como São João.
Alerta para deslizamentos e áreas de risco
De acordo com o Cemaden, há também uma grande chance de deslizamentos de terra, especialmente em áreas de encostas e rodovias nas regiões nordeste e centro-ocidental do Estado, bem como na região metropolitana de Porto Alegre e na Serra Gaúcha, devido às chamadas “quedas de barreira”.
Impacto das inundações e relato de fatalidades
A situação em Porto Alegre é crítica, com água alcançando dois metros em algumas partes do centro, conforme reportagem do jornal Estadão. Locais emblemáticos, como o Mercado Público, estão submersos, revelando a vulnerabilidade urbana a condições climáticas extremas.
Na estação rodoviária e nas estações de trem, a interrupção das atividades diárias é evidente, com vagões isolados pela água. No bairro São João, apesar dos esforços dos voluntários, muitos moradores estão relutantes em deixar suas casas, mesmo com medidas como o corte de fornecimento de água e alimentos para incentivar a evacuação.
Jair Bolsonaro comunicou o falecimento da parlamentar de 39 anos, vice-presidente do PL Mulher e que emprestou nome a lei federal
Foto:Reprodução/Câmara dos Deputados
Morreu na noite de sábado (11) a deputada federal Amália Barros, do PL do Mato Grosso. O comunicado foi feito por Jair Bolsonaro em WhatsApp enviado a aliados na madrugada de domingo. A informação é do colunista do Metrópoles Paulo Cappelli.
“Com muita dor, informo o passamento da nossa amiga e irmã deputada Amália Barros, de Mato Grosso. Deus, em sua infinita bondade, a receba e conforte seus familiares e amigos”, escreveu o ex-presidente. A parlamentar era muito próxima de Michelle Bolsonaro e ocupava a vice-presidência do PL Mulher.
Cappelli aponta que Amália Barros foi internada em estado grave na UTI do hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Na última quinta-feira (9), a deputada passou por um novo procedimento cirúrgico de “radiointervenção”, que é basicamente uma operação minimamente invasiva com o auxílio de imagem, agulhas e cateteres. O último boletim médico divulgado na sexta-feira (10) já informava que a parlamentar seguia sem previsão de alta.
O Metrópoles destaca que Amália Barros estava internada desde 1º de maio, quando foi ao hospital fazer a retirada de um nódulo no pâncreas. No dia 2, a deputada fez o procedimento de drenagem das vias biliares, para retirar o líquido biliar em excesso do fígado. A transferência de Amália para a UTI se deu depois de uma “reabordagem cirúrgica”.
Eleita com o apoio de Michelle para seu primeiro mandato em 2022, a deputada era muito próxima da família Bolsonaro. Na maioria das vezes em que o ex-presidente ia para o Mato Grosso, ele costumava passar alguns dias no rancho de propriedade de Amália. Ela era casada com o empresário e influenciador Thiago Boava. A morte da parlamentar também foi lamentada por políticos como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Flávio Bolsonaro, acrescenta Cappelli
Lei Amália Barros
Amália Barros perdeu a visão do olho esquerdo aos 20 anos, após uma infecção por toxoplasmose. Ela se submeteu a 15 cirurgias, mas em 2016 precisou remover o olho e passou a usar um globo ocular. Em 2019, foi protocolado no Congresso Nacional um projeto de lei intitulado “Lei Amália Barros”. O PL conferia a portadores de visão monocular os mesmos direitos e benefícios das pessoas com deficiência. Aprovado na Câmara e no Senado, o texto foi sancionado pelo então presidente Bolsonaro em março de 2021 e alterou o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Amália Barros lutou pelo projeto e, em 2022, elegeu-se deputada federal com 70 mil votos, tendo o apoio de Michelle Bolsonaro. No parlamento, ela destinava especial atenção às pautas de inclusão.
Na sexta-feira (10), o Rio Grande do Sul foi novamente atingido por chuvas, gerando preocupação entre as autoridades e a população devido ao risco de novas enchentes nas cidades já devastadas pela inundação da semana anterior, que resultou em pelo menos 126 mortes. Contudo, o volume de chuva foi menor do que o previsto, trazendo algum alívio.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a previsão do tempo indica que as chuvas mais intensas ocorrerão neste fim de semana, especialmente na região metropolitana de Porto Alegre e nos municípios do norte gaúcho, perto da serra.
Em resposta a isso, a Prefeitura de Porto Alegre anunciou na sexta-feira que manterá as equipes em alerta nos próximos dias para lidar com os danos da enchente atual e também para um possível aumento no nível do lago Guaíba. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a capital está em uma área que pode registrar entre 150 mm e 200 mm de chuva acumulada até segunda-feira (13), com rajadas de vento de até 100 km/h.
Porto Alegre está enfrentando a pior enchente de sua história. O lago Guaíba, que circunda a cidade, atingiu recentemente o maior nível já registrado (5,30 m), e às 22h15 de sexta-feira marcava 4,66 m — a cota de inundação é de 3 metros.
O Inmet prevê que a chuva dos próximos dias, juntamente com uma mudança na direção dos ventos para sul-sudeste a partir de segunda-feira, poderá causar um novo aumento no nível do Guaíba para o patamar de 5 m.
O vice-prefeito, Ricardo Gomes, afirmou: “Vamos manter a mobilização dos voluntários, servidores e forças de segurança nos resgates e nos abrigos. Temos um desafio, logo mais à frente, também de reacomodar essas pessoas que saíram de suas casas e perderam tudo”.
O coordenador da Defesa Civil municipal, coronel Evaldo Rodrigues, concordou: “A palavra de ordem é seguir com os trabalhos”.
A preocupação também se estende aos municípios que cercam a lagoa dos Patos, que liga a região de Porto Alegre ao mar. Segundo a Prefeitura de Rio Grande, a última cidade antes das águas entrarem no oceano Atlântico, o nível da lagoa está subindo gradualmente. O boletim emitido às 21h de sexta-feira mostrava que a água já estava com 2,36 m, 1,56 m acima do nível normal.
Como resultado, parte da cidade já estava inundada, levando a população a se deslocar para casas de parentes ou alojamentos em locais mais altos.
As autoridades também alertam para os deslizamentos de terra e quedas de barreiras nas estradas, devido aos volumes de chuva esperados. Esse aviso se aplica desde a serra gaúcha, passando pelos vales dos rios Caí, Taquari e Sinos, até o delta do Jacuí, que deságua no lago Guaíba, em Porto Alegre.
Além das tempestades esperadas, os gaúchos também precisam se preparar para a queda da temperatura nos próximos dias.
Segundo o Inmet, a partir de segunda-feira está prevista a passagem de uma frente fria mais intensa sobre a região sul e o posterior ingresso de uma massa de ar frio e seco, o que irá ocasionar uma queda acentuada das temperaturas e ainda diminuir a possibilidade de chuva durante a próxima semana.
Neste dia, o período da tarde será de bastante frio em parte do Rio Grande do Sul. Em algumas localidades, a temperatura não passará dos 13°C, como em pontos da campanha e da serra. Em Porto Alegre e região metropolitana, as máximas devem oscilar entre 16°C e 18°C.
Logo na manhã da terça-feira (14), as temperaturas tendem a baixar mais podendo chegar a 3°C e 4°C na região da campanha e serra gaúcha. A previsão indica a possibilidade de geada, especialmente nas áreas de fronteira com o Uruguai. Na capital, a mínima deve ficar em torno dos 8°C. Neste dia, as máximas em alguns municípios da serra gaúcha não irão passar dos 10°C.
Na quarta-feira (15), por sua vez, o ar frio e seco ganha força e o amanhecer do dia pode ter mínima de 0°C a 1°C, com possibilidade de geada moderada a forte em alguns pontos. Na região da campanha e serra do sudeste, as mínimas ficarão em torno dos 2°C. O período da tarde será de temperaturas baixas na maior parte do estado.
O instituto de meteorologia MetSul emitiu um “alerta de grave risco” para a cheia dos rios Gravataí e Sinos, localizados na Grande Porto Alegre, nesta sexta-feira (10). Após dias de declínio gradual, esses rios voltarão a subir devido às fortes chuvas previstas para atingir a capital gaúcha.
As nascentes dos rios Gravataí e Sinos estão entre a Serra e o Litoral Norte, nas áreas de Caraá e São Antônio da Patrulha. O comunicado do MetSul destaca que a vazão resultante dessas chuvas representa um risco preocupante, especialmente porque os rios Sinos e Gravataí ainda estão em níveis elevados.
Além disso, o Guaíba também está com nível alto, criando um cenário de risco significativo para várias cidades, incluindo Taquara, Canoas, Gravataí, Cachoeirinha, Porto Alegre e Alvorada.
Nos próximos dias, toda a água que cairá sobre esses rios desembocará em Porto Alegre. A previsão é de três dias de precipitação muito elevada, com possibilidade de até 100 mm em várias regiões da cidade. O MetSul alerta que indicadores podem chegar a até 200 mm de chuva, um valor extraordinariamente alto.
No sábado, o tempo será instável, com chuvas moderadas a fortes e trovoadas ocasionais. No domingo, as más condições meteorológicas persistirão, com risco de chuvas fortes e torrenciais em alguns momentos. A temperatura mínima ficará em torno de 18°C, enquanto a máxima não passará de 20°C ou 21°C.
Na segunda-feira, a chuva continuará, embora com menor intensidade. A temperatura deve cair, com mínima de 14°C e possibilidade de rajadas de vento à tarde.
As autoridades gaúchas estão preocupadas com o retorno dos temporais, especialmente considerando que o nível do Guaíba permanece extremamente elevado. Após seis dias, as águas começaram a retroceder, registrando 4,73 metros na régua do Cais Mauá, no Centro, bem abaixo do pico da cheia, que atingiu 5,30 metros no início da semana.