
O número de mortes causadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul chegou a 172, segundo o último balanço da Defesa Civil do estado, neste domingo (2). Além disso, 42 pessoas continuam desaparecidas e 806 ficaram feridas.
Houve uma queda de 33,1% no número de pessoas em abrigos, em relação à última semana. Atualmente, cerca de 37,3 mil pessoas continuam nas estruturas provisórias de acolhimento. O estado conta ainda com 580,1 mil desalojados.
Aproximadamente, 2.390.556 pessoas foram afetadas pelas tempestades em 475 municípios gaúchos. Desde o fim de abril, com o início das fortes chuvas e enchentes, 77.873 pessoas e 12.543 animais foram resgatados.
*Metro1
Foto: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini
Deputados da oposição queriam instalar um colegiado para investigar fraude na compra de respiradores, quando Costa estava à frente do governo da Bahia

Assumindo o papel de articulador político no Congresso Nacional, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, vem passando por maus bocados no terceiro mandato do governo Lula (PT).
Na mira do grupo de oposição, e até mesmo de alguns parlamentares governistas, o baiano, por pouco, não entrou no rol de investigados de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), como almejava o bloco minoritário.
Os deputados planejam criar uma CPI para apurar a atuação de Rui Costa, ainda quando governava a Bahia, em 2020, após vir à tona uma possível fraude na compra de respiradores para auxiliar no combate à Covid-19 durante o pico da crise sanitária no país. Em abril deste ano, o assunto voltou a ganhar força, após delação premiada da empresária Cristiana Taddeo, da Hempcare, empresa que recebeu R$ 48 milhões para a compra dos equipamentos.
A articulação dos oposicionistas, contudo, segundo a coluna Lauro Jardim, do jornal O Globo, foi barrada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), com quem Rui possui uma boa articulação e mantém relações institucionais.
Informações Bahia.ba
Mais de 161 mil pessoas usaram o benefício federal para destravar as dívidas com as instituições financeiras

A Bahia contabilizou 161,6 mil negociações da Faixa 1 do Desenrola, programa lançado pelo Governo Federal em julho de 2023 para combater a crise de inadimplência que se abateu sobre o país em função da pandemia de covid-19. A Faixa 1, que teve início em outubro, contemplou pessoas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico.
No estado, as negociações na Faixa 1 envolveram um valor original de R$ 784 milhões em dívidas e 143.954 pessoas participaram. O processo resultou em 289.958 contratos revistos. A partir das negociações, o total caiu para R$ 110,2 milhões, dos quais R$ 15,8 milhões foram pagos à vista e o restante (R$ 94,3 milhões) foi acordado de forma parcelada. A Bahia foi o quarto estado com maior número de contratos negociados na Faixa 1 do programa.
Ao todo, o Desenrola beneficiou 15 milhões de pessoas com a negociação de R$ 53 bilhões em dívidas e reduziu a inadimplência entre a população que mais precisa de apoio. A Faixa 1 teve adesão de cinco milhões de pessoas com a negociação de mais de R$ 25 bilhões em débitos. O programa foi encerrado em 20 de maio.
“O programa foi um verdadeiro sucesso, por diminuir o endividamento da população mais vulnerável e reduzir o ritmo de crescimento da inadimplência como um todo. Além disso, precisou de aporte relativamente baixo do governo: R$ 1,7 bilhão dado como garantia caso as pessoas não paguem o refinanciamento”, afirmou o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto.
Informações Bahia.ba

Foto: Reprodução.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou na última sexta-feira (31) para ratificar suas decisões preliminares que interromperam leis em Ibirité (MG) e Águas Lindas de Goiás (GO). Essas leis proibiam o uso de linguagem neutra em escolas públicas e privadas, editais de concursos públicos e em atividades culturais, esportivas, sociais ou publicitárias financiadas com dinheiro público.
A sessão de julgamento, realizada virtualmente, teve início na sexta-feira e se estenderá até o dia 10 de junho. Os ministros registram seus votos por meio de um sistema eletrônico, sem a necessidade de debate entre eles.
Moraes defende que a responsabilidade de legislar sobre as normas da educação nacional pertence à União, e não aos municípios.
“Os municípios não dispõem de competência legislativa para a edição de normas que tratem de currículos, conteúdos programáticos, metodologias de ensino ou modos de exercício da atividade docente”, afirmou.
“A eventual necessidade de suplementação da legislação federal, com vistas à regulamentação de interesse local, jamais justificaria a edição de proibição a conteúdo pedagógico”, completou.
Informações TBN

Foto: Reprodução.
O show do cantor Luan Santana, previsto para a noite deste sábado (1º) durante a Divinaexpo, não foi realizado por problemas de saúde do artista. A informação foi divulgada neste domingo (2) pela assessoria de Comunicação do Sindicato Rural de Divinópolis, organizador do evento.
Segundo o sindicato, ao chegar no aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis, o artista teve um mal súbito, “necessitando imediatamente o transporte aéreo para o hospital Albert Einstein em São Paulo, onde o Luan Santana segue internado, sob cuidados médicos”.
“Devido a um problema de saúde, o show do Luan Santana que aconteceria na noite de hoje, 1° de junho, na Divinaexpo, não foi realizado.
Ao chegar no aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis, o artista teve um mal súbito, necessitando imediatamente o transporte aéreo para o hospital Albert Einstein em São Paulo, onde o Luan Santana segue internado, sob cuidados médicos.
A direção do evento destaca que foi tão surpreendida quanto o público, uma vez que estava tudo pronto para recebê-lo, inclusive toda a equipe do cantor já estava presente nas dependências da Divinaexpo.
Mais informações serão divulgadas em breve.”
Créditos: G1.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)autorizou uma mulher grávida de quíntuplos a realizar um aborto parcial. A decisão, tomada na última terça-feira, 28, ocorreu depois de a mulher realizar um procedimento de fertilização in vitro, no qual dois embriões deram origem a cinco fetos.
As alegações para o procedimento são supostos riscos de vida para a gestante e a inviabilidade de vida extrauterina de todos os embriões.
O TJSP concedeu a ordem para a redução do número de embriões. Depois do procedimento de fertilização in vitro, dois embriões se dividiram e originaram cinco fetos. A situação foi descrita como “absolutamente excepcional”.
A decisão, assinada pelo juiz relator Luís Geraldo Lanfredi, contou com a participação dos desembargadores Moreira da Silva, Marcelo Semer e Xisto Albarelli Rangel Neto. “Concedo a ordem a fim de autorizar a redução gestacional da paciente”, escreveu Lanfredi.
O procedimento de fertilização teve início em março, quando dois embriões foram transferidos para o útero da mulher, o que resultou em uma gravidez de quíntuplos.
Em abril, um ultrassom confirmou a situação. Médicos alertaram sobre os altos riscos de mortalidade para a mãe e para os bebês.
Outro médico confirmou o laudo em 2 de maio e destacou estudos científicos que indicam o risco de morte para a gestante e os embriões. O profissional recomendou a realização do aborto antes das 12 semanas de gestação.
A partir dessa declaração, o casal teria manifestado interesse pelo aborto parcial, conforme a decisão da justiça.
O Ministério Público manifestou-se contrário ao pedido. O órgão alegou que “não ficou comprovada a existência de risco para os fetos”. No entanto, assinalou que o aborto poderia ser realizado caso “se entenda acerca do risco de vida para a gestante”.
O advogado Stefano Concenza Sternieri impetrou o habeas corpus contra a decisão do juízo de Direito da vara criminal de Olímpia, no interior paulista, que julgou improcedente o pedido de aborto parcial da gravidez.
A decisão judicial menciona precedentes do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de aborto além dos casos previstos em lei. Além disso, há discussões a respeito da proteção do direito à vida do feto em relação aos direitos das mulheres.

O documento também cita decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Europeia de Direitos Humanos.
No Brasil, o aborto é permitido em casos de anencefalia fetal, risco de vida para a mãe e estupro, conforme o Código Penal de 1940. O casal pretende manter a gestação dos gêmeos em um dos sacos gestacionais separados.
Informações Revista Oeste

Os partidos PP, Republicanos e União Brasil, que possuem cinco ministérios no governo Lula, estão se preparando para apoiar candidatos a prefeito contra o PT nas capitais. Além disso, eles também estarão na mesma aliança do PL, de Jair Bolsonaro, em cidades consideradas prioritárias pelo partido do presidente. Segundo informações do jornal O Globo, em dez cidades, incluindo São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre, pelo menos um desses três partidos estará com bolsonaristas contra petistas. O contrário só está previsto para acontecer nas disputas do Rio, Fortaleza e Recife.
Em grande parte desses casos, os partidos com cargos no governo federal e o PL apoiam políticos que já são prefeitos ou são pré-candidatos considerados competitivos. Em São Paulo, por exemplo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) já tem a promessa de apoio do PL, PP e Republicanos e deve conseguir também o endosso do União Brasil. Enquanto isso, o PT e Lula apoiam o deputado Guilherme Boulos (PSOL).
Em Salvador, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) terá o apoio do PL, do PP e do Republicanos. Na capital baiana, o PT apoia Geraldo Júnior (MDB). O mesmo cenário se repete na tentativa de reeleição do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), que também deve reunir os quatro partidos e enfrentará o petista Lela Faria.
O prefeito de Maceió, JHC (PL), também deverá ter em sua coligação PP, União Brasil e Republicanos. Tião Bocalom (PL), que tenta se reeleger em Rio Branco, já tem o endosso de duas dessas legendas, restando a indefinição do Republicanos.
Uma exceção é Recife, cujo prefeito João Campos (PSB), que deve ter o endosso do PT, já tem o apoio do Republicanos e do União Brasil e ainda tenta conquistar o PP. Também há sincronia entre o cenário nacional e local em Fortaleza, cujo pré-candidato petista é o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão, que já tem a promessa de apoio do PP e do Republicanos, mas vai enfrentar Capitão Wagner (União Brasil).
O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que deverá ser apoiado pelo PT, tem o Republicanos em sua base na prefeitura e tenta ainda amarrar uma aliança com o União Brasil e o PP.
Os três partidos estão à frente de ministérios com peso na Esplanada. O União Brasil indicou os titulares do Desenvolvimento Regional (Waldez Góes), Comunicações (Juscelino Filho) e Turismo (Celso Sabino), enquanto o Republicanos comanda Portos e Aeroportos (Silvio Costa Filho). O PP, por sua vez, ficou com o Esporte (André Fufuca).
Após um péssimo resultado em 2020, quando saiu das urnas sem estar à frente de nenhuma capital, o PT tenta usar a força da máquina do Executivo para retomar espaço nos municípios — tarefa que enfrenta barreiras nos próprios aliados a nível federal. Além disso, vê adversários tentaram usar a via municipal para fortalecer laços na tentativa de derrotar a gestão petista em 2026.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, é um dos maiores apoiadores de uma aliança nacional que envolva sua legenda, PL, Republicanos e União Brasil para o próximo ciclo presidencial. De acordo com ele, as alianças nas capitais servem como indicativo para uma aglutinação em uma candidatura presidencial de oposição a Lula.
Além disso, Nogueira tenta amarrar uma federação com PP, União Brasil e Republicanos, o que tem esbarrado em divergências regionais.
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, reconhece que o cenário de desalinhamento com as legendas não é o ideal, mas descarta vinculação com a eleição nacional de 2026 e diz que é esperado dos três partidos que sejam base de Lula no Congresso e apoiem a reeleição do presidente. Mesmo no Parlamento, no entanto, a aliança é frágil, como mostram as derrotas do governo sobre a saída temporária de presos e a disseminação de notícias falsas eleitorais.
— Acho que fica (estranho), mas aliança para as eleições municipais nunca foi condição para a composição da base de apoio no Congresso. Nós também temos poucos apoios a candidatos destes partidos e todos eles têm como condição o apoio a Lula em 2026 — disse Gleisi.
Por outro lado, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, justifica o descompasso entre a aliança nacional e os apoios municipais pelo fato de o PT não ter investido tanto em nomes próprios:
— O PT não vai ter candidatura própria em quase nenhuma capital.
Até agora, o partido de Lula definiu pré-candidaturas próprias em apenas 12 capitais. Como mostrou o GLOBO, o PT deve lançar em 2024 o menor número de candidatos do partido dos últimos 32 anos.
Candidaturas próprias Rueda também evitou falar que há enfrentamento com o PT e disse que o União Brasil tem como prioridade ter candidaturas próprias. São 18 lançadas pelo partido, mas, em algumas delas, como em São Paulo e no Rio, pode haver intervenção para apoiar os atuais prefeitos — Ricardo Nunes (MDB) e Eduardo Paes (PSD), respectivamente.
Outra justificativa dada por dirigentes partidários é que as alianças nas eleições municipais são feitas por pragmatismo e que o PT hoje não se apresenta competitivo em quase nenhuma capital.
Dentro do Republicanos, o entendimento é que o comando nacional da legenda não interfere nas definições municipais e que é dada liberdade para diretórios decidirem. Integrantes do partido, presidido pelo deputado Marcos Pereira (SP), também negam que haja confronto com o PT e dizem que é cedo para definir se vão apoiar a reeleição do presidente ou oposição em 2026.
A avaliação é que, dentro da sigla, é precipitado fazer qualquer previsão, pois ainda há a possibilidade de o comando nacional do Republicanos mudar. Se Pereira, que é pré-candidato a comandar a Câmara, conseguir vencer a disputa no ano que vem, ele já acordou que o deputado Hugo Motta (PB), líder da legenda na Casa e atual primeiro vice-presidente da sigla, vai assumir o comando.
Informações TBN

Foto: Reprodução
O brasileiro Juliano Santana, de 49 anos, sequestrou e matou sua enteada de 16 anos na última quinta-feira, segundo as autoridades do distrito de Middlesex, no estado americano de Massachusetts. Em 2021, a jovem e sua mãe haviam denunciado Santana por estuprar repetidamente a adolescente, que tinha uma medida protetiva contra ele. O julgamento estava marcado para o final de julho deste ano.
Juliano Santana teria tirado a própria vida após matar a enteada, de acordo com a polícia americana. Os corpos foram encontrados dentro de um carro em um estacionamento próximo à casa da vítima, graças a um dispositivo de GPS que Santana era obrigado a usar por determinação judicial.
Santana sequestrou a adolescente enquanto ela voltava da escola na tarde de quinta-feira. Ele a abordou a poucos quilômetros de sua casa, próximo a um mercado. Segundo o gerente do Donelan’s Markets, a jovem conseguiu ligar para um irmão e pedir socorro durante o sequestro. A família acionou a polícia, e as buscas pela adolescente, que não foi identificada, começaram na cidade de Acton, conforme informou a emissora CBS.
Em setembro de 2021, a adolescente denunciou o padrasto à polícia por estuprá-la diversas vezes. Os abusos começaram em 2019, quando a vítima tinha cerca de 11 anos.
Santana foi preso logo após as denúncias, mas conseguiu ser libertado ao pagar uma fiança de US$ 30 mil. No dia da denúncia, a mãe da vítima expressou temores de que Juliano Santana tentasse fugir dos Estados Unidos e retornar ao Brasil, seu país de origem.
Entre as condições para sua liberação estavam o uso de um dispositivo de monitoramento por GPS e a proibição de entrar em contato com a vítima ou qualquer menor de 18 anos. O julgamento pelo crime estava marcado para o dia 29 de julho.
Informações TBN

Alyona Shikhova, uma modelo e designer de 30 anos, expressou alívio e gratidão por estar viva após recusar uma proposta de casamento de Jared Ravizza, agora acusado de esfaquear seis pessoas em Massachusetts (EUA) no último fim de semana.
Em 14 de abril, Alyona estava no Beverly Hills Hotel, na Califórnia (EUA), realizando uma sessão de fotos para sua marca de roupas, Ashik, quando conheceu Jared, de 26 anos. Ele também é suspeito de assassinar um homem de 70 anos em Connecticut (EUA).
Segundo informações do jornal Extra, Jared se aproximou de Alyona durante a sessão de fotos, demonstrando interesse imediato e sugerindo que eles deveriam se casar e ter filhos juntos. “Ele afirmou: ‘Vou ser um bom marido, você será minha esposa’. Acredito que ele se sentiu atraído por mim e estava acostumado a obter o que desejava”, disse Alyona, de nacionalidade russa.
A modelo confessou ao “NY Post” na terça-feira (28/5) que não conseguia imaginar o que Jared era capaz de fazer. “Ainda estou em choque depois de ler sobre seus atos. Sinto-me abençoada por estar viva. Há tantas pessoas perigosas por aí, precisamos ter muito cuidado. Nunca se sabe”, concluiu Alyona.
Quatro das seis vítimas de Jared eram meninas entre 9 e 17 anos que estavam em um cinema local. Jared foi preso em Plymouth após um segundo ataque em uma lanchonete do McDonald’s, onde esfaqueou um homem de 29 anos e uma mulher de 21 anos, ambos sem ferimentos graves.
Jared se aproximou de Alyona oferecendo ajuda para promover sua marca, alegando ter “boas conexões em Nova York” e propriedades em vários estados. “Ele mencionou que possuía casas em Malibu, nos Hamptons e em outros lugares”, relatou Alyona, acrescentando que Jared se ofereceu para ajudá-la a abrir lojas de sua marca nessas cidades.
Apesar de inicialmente cautelosa, Alyona aceitou a oferta e permitiu que Jared posasse com as roupas de sua marca. Eles até apareceram em um vídeo no Instagram usando moletons rosa com a legenda “nunca, jamais, seja básico”.
No entanto, Alyona acabou se sentindo desconfortável com as investidas de Jared e deixou o hotel onde estava hospedada, mantendo contato com ele apenas por mensagens de texto para discutir quais fotos e vídeos seriam postados para promover sua marca.
Informações TBN

Maria, uma influenciadora e personal trainer de fitness, tornou-se um fenômeno viral no Reino Unido. Sua popularidade decorre de um truque peculiar que ela usa quando homens, atraídos por sua forma física, a abordam na academia.
Quando nota a aproximação, Maria simplesmente se vira, revelando uma barriga de grávida de gêmeos. A visão inesperada deixa os “admiradores” atônitos e embaraçados.
Veja o vídeo:
O interessante é que, vendo Maria de costas, ninguém suspeita de sua gravidez. Segundo informações do jornal Extra, um vídeo documentando o truque já acumulou mais de 2,6 milhões de visualizações. Um internauta comentou: “Eu nunca teria imaginado”, enquanto outro escreveu: “Nada no planeta Terra poderia ter me preparado para isso”.
Durante a gravidez, Maria manteve uma rotina ativa na academia e defende que mulheres grávidas não devem ser desencorajadas a se exercitar. Ela até criou um programa de dieta e exercícios para ajudar suas clientes a transformar suas nádegas em “pêssegos”. “Se você levanta pesos há um ano, dois anos, tanto faz, pode continuar fazendo isso. Basta ajustar um pouco os pesos”, aconselhou ela, conforme relatado pelo “Sun”.
Maria está prevista para dar à luz na sexta-feira (31/5).
Informações TBN