
Foto: Reprodução/The Objective.
Na noite de ontem (13), cenas políticas nos Estados Unidos tomaram uma direção inesperada e cheia de tensões. Em um recente comício na Pensilvânia, Donald Trump foi atingido por um disparo durante seu discurso. Este atentado gerou um tumulto significativo e uma rápida resposta por parte dos Serviços Secretos, intensificando o clima de divisão e preocupação na política americana.
Acontece que, na semana passada, Joe Biden, atual presidente, fez declarações incisivas sobre seu antecessor, Donald Trump, numa ligação com doadores, expressando seu foco singular em derrotar Trump políticamente. Essas palavras, segundo reportagens, foram faladas dias antes do grave incidente de segurança envolvendo Trump.
A declaração e o subsequente atentado levantam questionamentos sérios sobre a retórica política e suas possíveis consequências.
Conforme relatado inicialmente pelo Politico e confirmado por Kenneth P. Vogel do The New York Times, Joe Biden, em uma conversa privada com arrecadadores de fundos, afirmou que era “hora de colocar Trump no alvo”. Essa frase, embora provavelmente metafórica, destacou o quão centrado Biden está em sua campanha contra Trump. Segundo relatos, Biden incentivou o Partido Democrata a concentrar todos os esforços em derrotar Trump, ignorando outras distrações.
Cinco dias após as palavras de Biden, durante um evento em Butler, Pensilvânia, Trump foi atingido na orelha por um disparo. O ataque trouxe à tona o clima de divisão e violência que pode ser incitado por discursos políticos. Trump, após o atentado, agradeceu ao Serviço Secreto pela rápida intervenção e lamentou as outras vítimas do incidente. Este evento não apenas chocou os Estados Unidos, mas também gerou debates internacionais sobre a segurança de políticos e a influência de suas palavras.
Posterior ao ataque, Joe Biden fez um pronunciamento cauteloso, indicando que ainda não tinha informações suficientes para classificar o ato como uma tentativa de assassinato. Biden expressou sua opinião pessoal, mas enfatizou a importância de obter todos os fatos antes de fazer qualquer declaração definitiva. Esta resposta parece reflectir um desejo de manter a prudência numa situação já bastante inflamada.
A sequência desses acontecimentos trouxe à superfície as complexidades e os perigos inerentes à retórica política acirrada. Enquanto líderes podem buscar enfatizar suas campanhas com fortes declarações, os recentes eventos mostram que palavras podem inadvertidamente escalonar tensões a níveis perigosos. Este é um momento para reflexão sobre como a política está sendo conduzida e as mensagens que estão sendo enviadas ao público.
O ocorrido não apenas destaca a necessidade de responsabilidade na comunicação dos líderes políticos, mas também ressalta a importância do serviço de segurança e resposta rápida em eventos de alto risco. As repercussões desses eventos seguramente influenciarão a dinâmica política nos EUA nos próximos meses, especialmente com as eleições presidenciais no horizonte.
Informações TBN

Foto: Reprodução.
O debate sobre políticas de drogas sempre levanta diversas opiniões e controvérsias. Uma pesquisa Ipec, publicada neste domingo (14/7), trouxe à tona a resistência de grande parte da população brasileira contra a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal. Este assunto, que permeia tanto esferas sociais quanto políticas, revela um panorama complexo e multifacetado sobre como os brasileiros veem esta questão.
A pesquisa, que consultou 2 mil pessoas acima de 16 anos em várias cidades do país, foi realizada entre os dias 4 e 8 de julho. Os resultados mostram uma clara tendência contrária à descriminalização entre os brasileiros, onde 69% se mostraram desfavoráveis, enquanto apenas 24% apoiam a medida.
A pesquisa destacou, particularmente, as divergências entre eleitores de diferentes espectros políticos. Eleitores tanto de Jair Bolsonaro quanto de Luiz Inácio Lula da Silva, principais figuras políticas do Brasil recente, apresentaram maioritariamente posturas contrárias à mudança da lei.
No final de junho, o Supremo Tribunal Federal tomou uma decisão impactante ao descriminalizar o porte individual de maconha. No entanto, de acordo com a pesquisa Ipec, 67% dos entrevistados desaprovam essa decisão, demonstrando um certo descolamento entre as medidas jurídicas e o sentimento geral da população.
Interessantemente, mais homens que mulheres mostraram-se favoráveis à descriminalização. Além disso, a faixa etária mais jovem, de 16 a 24 anos, apresenta uma porcentagem significativamente mais alta de aprovação, comparada às faixas mais velhas, destacando um possível conflito geracional sobre o tema.
Segundo os dados, muitos brasileiros acreditam que a descriminalização poderia eventualmente aumentar o tráfico de drogas, uma preocupação expressa por 57% dos entrevistados que concordam totalmente com essa afirmativa. Por outro lado, uma parcela ainda resistente, embora menor, acredita que qualquer pessoa portando maconha deveria ser presa, refletindo a contínua divisão de opiniões sobre como o país deve lidar com o uso de drogas ilícitas.
A descriminalização da maconha no Brasil é um tema controverso e pode acarretar diversos prejuízos potenciais, dependendo de como a política é implementada e das condições sociopolíticas do país. Alguns desses possíveis prejuízos incluem:
Informações TBN

Foto: Reprodução/Anva MoneyMaker/AFP.
Um recente acontecimento chocante abalou a cena política internacional neste sábado (13). O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi vítima de uma tentativa de assassinato durante um comício na Pensilvânia, provocando reações de lideranças mundiais. Entre elas, a Argentina tomou a frente com pronunciamentos enfáticos contra o ato violento, destacando a posição oficial do país sul-americano sobre o incidente.
Em uma mensagem divulgada pela Casa Branca, Biden enfatizou a importância da segurança e da união nacional frente a atos de violência. Ele também destacou o papel crucial do Serviço Secreto, responsável por manter Trump seguro durante o incidente alarmante.
O incidente ocorreu num momento em que Trump se apresentava aos seus seguidores. Graças à rápida ação do Serviço Secreto, o ex-presidente não sofreu nenhum dano físico. Segundo relatos iniciais, o comício foi imediatamente interrompido para garantir a segurança de todos os presentes.
Biden declarou que tanto ele quanto sua esposa, Jill, estão orando pela segurança de Trump e sua família. “Estou grato por saber que ele está bem e seguro”, afirmou Biden na mensagem. “Não há lugar para esse tipo de violência nos Estados Unidos. Devemos nos unir como uma nação para condená-la”, completou.
Em um comunicado divulgado pela Oficina del Presidente da Argentina, o presidente Javier Milei não só condenou o ataque, mas também expressou solidariedade para com Donald Trump, enfatizando o repúdio a qualquer forma de violência política. O governo argentino foi notavelmente rápido em sua resposta pública ao ocorrido.
O presidente argentino, Javier Milei, destacou em comunicado oficial seu “mais energético repúdio à tentativa de assassinato” contra Trump. Milei também usou suas redes sociais para reiterar seu apoio ao ex-presidente dos EUA, denunciando a ação como um reflexo do desespero de grupos políticos contrários. Na sua visão, essa violência é uma tentativa de desestabilizar democracias estabelecidas e promover agendas autoritárias.
A ex-presidente Cristina Kirchner, que também já foi alvo de uma tentativa de assassinato, manifestou sua solidariedade a Trump. Em sua publicação, Kirchner salientou a importância de respeitar a vida, independentemente das diferenças políticas ou ideológicas, evidenciando uma posição de compaixão diante de atos de violência.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, expressou choque com o tiroteio. “Sara e eu ficamos chocados com o aparente ataque ao Presidente Trump”, escreveu Netanyahu na rede social X, referindo-se à sua esposa. “Rezamos por sua segurança e rápida recuperação.”
A chefe do governo italiano, Giorgia Meloni, também expressou “solidariedade” a Donald Trump, desejando-lhe uma rápida recuperação. Em um comunicado citado pela AFP, Meloni manifestou ainda “esperança de que os próximos meses da campanha eleitoral vejam o diálogo e a responsabilidade prevalecerem sobre o ódio e a violência”.
A Venezuela também condenou o ocorrido, com o presidente Nicolás Maduro desejando “saúde e vida longa” ao candidato republicano às eleições presidenciais norte-americanas, reconhecendo Trump como um adversário político. “Fomos adversários, mas desejo (…) saúde e vida longa”, disse o líder chavista durante um comício no estado de Carabobo, no norte da Venezuela.
O presidente chinês, Xi Jinping, expressou neste domingo, 14 de julho, “compaixão e simpatia” a Donald Trump após a tentativa de assassinato do ex-presidente durante um comício na Pensilvânia.
“A China está acompanhando cuidadosamente a situação relacionada com [a tentativa de] assassinato do ex-presidente Donald Trump”, informou a diplomacia chinesa.
Enquanto o mundo observa e reage, resta a esperança de que tais incidentes não se repitam, prevalecendo o debate pacífico e democrático como alicerce das relações políticas internacionais.
Informações TBN
Separação da cantora Iza e do atleta Yuri Lima levantou a discussão nas redes sociais nesta semana
Discussão começou nas redes sociais após Iza anunciar término com Yuri Lima Vershinin/iStock / Getty Images Plus
A cantora Iza, 33, comoveu o Brasil ao revelar a separação do jogador Yuri Lima, 29, com quem espera sua primeira filha. O término aconteceu na última quarta-feira (10), após a artista acusar o atleta de traição e receber prints de uma conversa dele com a criadora de conteúdo adulto Kevelin Gomes.
A separação causou tanto alvoroço nas redes sociais que gerou um debate sobre monogamia e não-monogamia, com gente afirmando que relação aberta é a solução para evitar traição. Outros, no entanto, discordaram da ideia: “Como se não existisse quebra de confiança em qualquer tipo de relacionamento”, disse um internauta.
Mas, afinal, um relacionamento aberto é uma “solução” para evitar que traições ocorram? Ou é possível ser traído mesmo quando o parceiro tem a “permissão de ficar com outras pessoas”? O que, no fim das contas, é um relacionamento aberto?
Pensando nisso, a CNN conversou com especialistas e adeptos da modalidade de relação para entender como funciona e as regras.
O relacionamento é um método de relacionamento em que duas pessoas estão comprometidas uma com a outra romanticamente, mas que é permitido sair, beijar ou se relacionar sexualmente com outras pessoas – desde que essas coisas façam parte do acordo entre os dois.
O que uma pessoa pode ou não fazer num relacionamento aberto depende das regras que as duas pessoas que estão se relacionando criam para o relacionamento.
Enquanto a monogamia é quando um casal só se relaciona afetiva e sexualmente entre si, o relacionamento aberto consiste em uma flexibilização afetiva e/ou sexual do casal, de acordo com regras estabelecidas pelas duas partes. A psicóloga Larissa Fonseca, doutoranda em sexualidade feminina, afirma que para a relação não-monogâmica funcionar é fundamental acordos claros e comunicação constante. “A base é o consentimento, cumplicidade e o respeito mútuo, garantindo que todos os envolvidos se sintam seguros e valorizados”, diz.
Segundo a psicanalista Mariana Ribeiro, mestranda na investigação psicanalítica de ciúmes e exclusividade amorosa, existem muitas possibilidades em uma relação aberta, com combinados mais ou menos restritivos. Há casais que só ficam com terceiros em festas, sendo que outros até podem ter relações sexuais – mas fora de casa.
“Tem muitos casais que querem manter a exclusividade afetiva, então podem ficar com outras pessoas, podem transar, mas não podem se apaixonar. Mas também tem casais abertos que são mais livres, que permitem até se apaixonar e que não têm nenhuma regra em relação a uma exclusividade”, explica.
Ela ainda destaca que “cada casal que decide abrir o relacionamento ou começar uma relação aberta vai ter que ir pensando junto cada um desses detalhes, o que eles querem e quais que eles querem que sejam os limites”.
De acordo com a psicóloga Larissa Fonseca, há traição em qualquer tipo de relação, seja monogâmica ou não. “Depende dos acordos e expectativas individuais. Se um parceiro quebra esses acordos, a confiança é comprometida, configurando a traição”, afirma.
Ou seja: estar num relacionamento aberto não te impede de ser traído, mesmo que seu parceiro tenha sua permissão para beijar outras pessoas, por exemplo.
Foi o caso da analista de produto Marisa Bilard, 29, que viveu uma traição em um relacionamento aberto. Ela combinou com o namorado que ele poderia sair com outras pessoas, mas não com amigos próximos — e nem dormir com pessoas em casa. O rapaz, no entanto, não seguiu essas regras.
Marisa descobriu pela cunhada que ele dormia com uma pessoa em casa, quando ela estava fora viajando. “A irmã dele me disse: ‘Só estou te avisando porque estou com dó de você, enquanto você estava viajando, ele trazia outra menina para dormir aqui’. Meu mundo caiu, não achava que ia ser corna em um relacionamento aberto”, disse à CNN.
Além disso, meses depois, a analista sonhou que ele ficou com uma amiga enquanto estavam juntos e, ao contar o sonho para o jovem, confirmou mais uma traição da parte dele.
Relacionamento aberto com quem não é maduro não é a solução dos problemasMarisa Bilard, analista de produto
A jornalista Raquel*, que aceitou dar seu depoimento sob condição de anonimato, viveu uma situação similar quando se relacionou com uma mulher pela primeira vez. Um dos únicos combinados que elas tinham era o de sempre se conversarem e avisarem, logo no começo, caso se envolvessem romanticamente com alguém.
Raquel conta que a parceira sumiu durante um final de semana e reapareceu no domingo à noite. Para justificar a ausência, ela disse estar emocionalmente abalada, mas não explicou o porquê. Na segunda-feira, Raquel pediu para conversarem novamente — e a namorada contou que conheceu alguém. A jornalista, então, entendeu que foi “uma pessoa aleatória”, diz ela. As duas terminaram em seguida, mas em bons termos.
“Meses depois, descobri, pelo Instagram, que, na verdade, não foi uma pessoa aleatória que ela conheceu no bar. Era uma pessoa com quem ela estava trocando ideia e elas combinaram de se encontrar em um bar para ter um date”, completa.
A psicanalista Mariana Ribeiro cita Brigitte Vasallo, autora de livros como “Pensamento Monogâmico, Terror Poliamoroso” (em tradução literal do espanhol), para defender que a estrutura da monogamia se baseia em uma hierarquia: a relação do casal seria mais valiosa do que outras, como a da amizade. Também seria uma forma de garantir a transmissão da herança e dos bens acumulados para, por exemplo, os filhos. Por isso, a exclusividade afetiva e sexual.
Mesmo assim, Mariana afirma que a não-monogamia não é uma solução para a traição, mas defende que a quebra da confiança tem relação com a lógica da monogamia. Isso porque, para a psicóloga, a traição masculina em um relacionamento heterossexual, historicamente, sempre ocorreu e “foi legalizada”.
Mulheres que traem, ainda hoje em dia, são muitas vezes assassinadas ou têm seu valor questionado, diz ela. Um julgamento pelo qual homens, quando agem da mesma forma, não passam.
A não-monogamia só seria uma solução caso os envolvidos não quisessem reprimir seus desejos afetivos ou sexuais. “Mas eu acho que seria ingenuidade supor que essa seja a única razão pela qual as pessoas traem”, continua.
A mentira tem um papel fundamental na construção da individualidade da criança, para que ela possa reconhecer aquilo que é próprio dela, aquilo que é diferente do que a família sempre propôsMariana Ribeiro, psicóloga
Segundo Ribeiro, para muitos, a traição pode ter um efeito semelhante a essa fase infantil. “O importante [para traidores] não é poder ficar com outras. O importante é poder romper algo que foi combinado. O importante é justamente poder trair. Para quem tem o prazer simplesmente no desobedecer a lei, enquanto houver qualquer lei que seja, haverá traição”, finaliza.
A psicóloga e autora de empoderamento feminino Najma Alencar diz ser muito complexo lidar com a traição, que desperta sentimentos como decepção, tristeza e raiva. “É muito sério quando acontece uma traição já que, emocionalmente falando, é um trauma. […] O que pode ajudar nesse processo de recuperação é que não tem como fugir das emoções. Evitar as emoções pode prolongar ainda mais o sofrimento”, afirma à CNN.
A profissional também destaca que a traição diz respeito a quem trai e o autocuidado nesta fase. “A traição é uma escolha do outro, não é um reflexo seu e nem sobre você. Inclusive, também é importante estar com a família e os amigos”, continua.
“Não estamos falando de uma situação, mas de um trauma, e se ele não for cuidado da melhor forma possível, pode atrapalhar sua vida e os próximos relacionamentos”, completa.
Com isso, entende-se que estamos todos sujeitos à traição — seja ela em uma relação monogâmica ou não. Afinal, há quem tenha o desejo de trair pela diversão de viver algo proibido ou até quem não está bem resolvido com seus próprios desejos, e acaba ficando com outras pessoas. O importante, quando isso acontecer, é cuidar e entender que a traição diz respeito ao traidor, e não à pessoa traída.
Informações CNN

Dois concursos públicos serão realizados na Bahia, com inscrições abertas ainda neste mês de julho. A Prefeitura de São Francisco do Conde, no recôncavo baiano, está com inscrições abertas para concurso público para procurador adjunto e técnico administrativo e a Prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, está com 168 vagas efetivas e de cadastro de reserva.
Em São Franscico do Conde, serão ofertadas 20 vagas efetivas para cadastro de reserva. No total, as vagas estão divididas em 11 vagas para Técnico Administrativo e 1 para Procurador Adjunto. Os salários variam entre R$ 2.085,70 e R$ 9.269,78, com carga horária de 30 a 40 horas semanais.
Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de julho, pela internet, pagando uma taxa que pode custar entre R$ 70 e R$ 85. Já a prova objetiva acontece no dia 8 de setembro de 2024.
Já em Vitória da Conquista são abertas 168 vagas efetivas e de cadastro de reserva.
As vagas são para Agente de Combate às Endemias (5); Fiscal Sanitário (1); Auxiliar de Saúde Bucal (8); Laboratorista (2); Agente Comunitário de Saúde (111); Engenheiro Sanitarista (2); Farmacêutico (5); Farmacêutico Bioquímico (1); Fisioterapeuta (3); Fonoaudiólogo (2); Nutricionista (2); Odontólogo: Cirurgião Clínico (15); Terapeuta Ocupacional (1); Médico Clínico (3); Médico Cirurgião Pediátrico (1); Médico Auditor (1); Médico – Medicina do Trabalho (2); Médico Neurologista (1); Médico Neurologista Pediátrico (1); Médico Regulador (1).
As jornadas variam entre 20 e 40 horas semanais, os salários estão entre R$ 1.412,00 a R$ 6.730,13.
A prova será aplicada no dia 1º de setembro, com uma taxa de inscrição que varia entre R$ 90,00 e R$ 110,00. As inscrições também são feitas via internet até o dia 25 de julho.
Metro1

Na madrugada desde domingo (14), por voltas das 3h, três pessoas ficaram feridas após o carro, em que elas estavam colidir com um cavalo, na BR-030, no trecho do município de Guanambi, no sudoeste da Bahia. O animal morreu na hora.
As informações foram divulgadas pelo site Achei Sudoeste, parceiro do Acorda Cidade. O motorista que conduzia o veículo é de Vitória da Conquista e estava acompanhado da esposa e da filha.
A família estava seguindo no sentido de Palmas de Monte Alto. Após a batida o carro ficou parcialmente destruído.
Ainda segundo informações, o cavalo estava solto na pista.
A Superintendência Municipal de Trânsito (SMTran) informou ao site que os ocupantes foram socorridos e liberados da unidade de saúde.
Acorda Cidade

No último sábado (13), Djalma Santana dos Santos, de 45 anos, morreu no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), após dar entrada na unidade com ferimentos de arma branca.
Segundo informações apuradas pelo Acorda Cidade, o homem chegou à unidade com muitas lesões por volta 15h30, regulado do Hospital Municipal José Mota de Araújo, do município de Valente.
Ele foi atendido, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito às 20h24.
Não há informações sobre como as lesões acontecerem, nem quem poderia ter motivado. Também não há detalhes sobre o sepultamento.
O Departamento de Polícia Técnica realizou o levantamento cadavérico.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

O porta-voz de Donald Trump, Steven Cheung, disse que o ex-presidente “está bem”, depois de ter sofrido um atentado em um comício na Pensilvânia neste sábado, 13.
“O presidente Trump agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo. Ele está bem e está sendo examinado em um centro médico local. Mais detalhes virão”, disse Cheung, em comunicado.
Trump foi retirado do comício com uma mancha de sangue na orelha.
O chefe de comunicações do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Anthony Guglielmi, o ex-presidente está seguro.
“Um incidente ocorreu na noite de 13 de julho, num comício de Trump na Pensilvânia. O Serviço Secreto implementou medidas de proteção e o ex-presidente está seguro. Esta é agora uma investigação ativa do Serviço Secreto e mais informações serão divulgadas quando disponíveis”, explicou Guglielmi em comunicado.
Ele saiu com um ferimento na orelha e estava sangrando. Também gritou de volta para a multidão e ergueu o punho. Posteriormente, o ex-presidente foi levado para um veículo e retirado do local.
Informações Revista Oeste
Ex-presidente americano levou a mão à orelha assim que os barulhos começaram e deixou o local com o que parece ser sangue no rosto.

Comício de Trump é interrompido após sons de tiros, na Pensilvânia
Autoridades se pronunciaram nas redes sociais após a interrupção de um comício de Donald Trump, na Pensilvânia, nos EUA, por sons de tiros, neste sábado (13).
O ex-presidente americano levou a mão à orelha assim que os barulhos começaram e deixou o local com o que parece ser sangue no rosto (veja o vídeo acima). Segundo o seu porta-voz de campanha, ele está bem.
Após o incidente, o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou: “Nossa solidariedade ao maior líder mundial do momento. Esperamos sua pronta recuperação. Nos veremos na posse.”
Já a Casa Branca emitiu um comunicado dizendo que o presidente Joe Biden foi informado sobre o incidente no comício de Trump, mas ele ainda não se pronunciou.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, postou que ele e a esposa ficaram “chocados com o aparente ataque ao presidente Trump” e que rezam “por sua segurança e rápida recuperação”.
O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, disse nas redes sociais que “violência direcionada a qualquer partido político ou líder político é absolutamente inaceitável”.
O mesmo foi dito pelo senador americano Bernie Sanders, que escreveu: “Desejo a Donald Trump, e a qualquer outra pessoa que possa ter sido ferida, uma rápida recuperação”.
Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), também se pronunciou sobre o caso: “Condenamos nos termos mais veementes o ataque de hoje ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump. A violência não tem absolutamente nenhum lugar nas eleições, na política ou nas nossas sociedades”.
No X, o bilionário Elon Musk afirmou que apoia Trump totalmente e que espera sua rápida recuperação.
Informações G1

A obra de requalificação do sistema de drenagem no Parque Radialista Erivaldo Cerqueira, conhecido como Parque da Lagoa, foi concluída pela Prefeitura de Santana de Santana. Esta iniciativa teve o objetivo de evitar problemas de inundação e contaminação na lagoa.
O serviço executado pela Superintendência Municipal de Operações e Manutenção (SOMA) envolveu a substituição da antiga rede de drenagem por uma nova tubulação de Polietileno de Alta Densidade (PEAD) de 1.300 milímetros, projetada para suportar melhor as condições de pressurização durante os períodos de chuva intensa.
Além da instalação da nova tubulação, as obras incluíram a remoção de resíduos sólidos e vegetação das áreas circundantes, executadas pela empresa Jotagê Engenharia.
De acordo com o diretor de Execução de Obras, Ianco Pinho, a motivação para a requalificação foi resolver problemas passados, como a contaminação da água da lagoa devido ao transbordamento da rede de drenagem em períodos chuvosos. Com a conclusão desta etapa, as preocupações iniciais foram abordadas com sucesso.
“A obra de drenagem foi finalizada e já está entregue à comunidade. Agora, estamos focados na limpeza e na recomposição das áreas afetadas pelas escavações, incluindo melhorias adicionais para o parque”, afirmou o diretor. Ele também destacou que, apesar dos inevitáveis impactos temporários na paisagem durante a obra, medidas estão sendo tomadas para restaurar e melhorar o ambiente geral.
A pista de cooper – que havia sido temporariamente interditada para as obras – já foi liberada para uso público. Com a finalização da parte de drenagem, o próximo passo é a entrega completa do parque à comunidade, com expectativas de melhorias contínuas no local.