
O vereador José Carneiro está convidando todos os veículos de imprensa e comunicadores para uma entrevista coletiva que será realizada na próxima segunda-feira, dia 19 de agosto. O evento acontecerá no Hotel Acalanto, com início marcado para as 08h30.


Uma semana depois do desastre aéreo envolvendo um avião da Voepass em Vinhedo (SP), que resultou na morte de 62 pessoas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciou uma operação assistida para reforçar a monitorização dos serviços oferecidos pela companhia aérea.
A Anac afirmou que a medida visa “evitar anormalidades na operação” e “manter a prestação do serviço da Voepass em condições adequadas”.
A decisão foi divulgada depois de uma reunião com a Voepass, realizada nesta sexta-feira, 16. No entanto, a Anac não especificou como será conduzido esse monitoramento mais rigoroso ou como ele difere do acompanhamento habitual.
Em nota, a Anac declarou que o gerenciamento da segurança na aviação civil é uma atividade contínua, realizada de forma constante pelos órgãos que compõem o sistema de aviação brasileiro.
“Por sua vez, os operadores aéreos, entre eles a Voepass, têm de enviar constantemente dados de desempenho de sua frota à Anac, o que inclui eventuais interrupções mecânicas, indisponibilidades de aeronave ou dificuldades em serviço”, afirmou a agência. “No atual contexto pós-acidente aéreo, e considerando aspectos de fatores humanos, a agência entende ser importante a intensificação da vigilância continuada e do monitoramento do serviço prestado pela empresa, estabelecendo parâmetros para evitar anormalidades na operação.”

A causa do acidente ainda está sob investigação pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável por analisar acidentes aéreos.
Especialistas sugerem que a formação de gelo nas asas pode ter causado a perda de sustentação da aeronave, levando à queda.
O modelo ATR-72, utilizado no voo, é mais suscetível à formação de gelo devido à altitude de operação. No dia do acidente, a Rede de Meteorologia da Aeronáutica (Redemet) havia emitido um alerta sobre a possibilidade severa de formação de gelo.
O alerta não impede a decolagem, pois as aeronaves possuem sistemas para evitar a formação de gelo. As investigações irão verificar se o sistema da aeronave estava funcionando corretamente.
As condições climáticas no dia do acidente eram atípicas, com alta umidade e uma frente fria.
De acordo com informações do jornal Estadão, o meteorologista Humberto Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), analisou que a aeronave enfrentou uma zona meteorológica crítica por 9 minutos, atravessando nuvens supercongeladas de até -40 graus.
Informações Revista Oeste

A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata à presidência pelo Partido Democrata, Kamala Harris, mudou a opinião em relação à legalização e ao uso da maconha.
Kamala chegou a brincar que usou a droga quando estava na faculdade, porém esse é um posicionamento diverso de quando ela era promotora e senadora do estado da Califórnia.
Atualmente, a maioria dos estados norte-americanos legalizou o porte de maconha, principalmente aqueles em que o grupo de eleitores é mais jovem, público-alvo da campanha Harris-Walz.
Diante desse posicionamento, Kamala Harris é a primeira candidata presidencial dos dois grandes partidos, Republicano e Democrata, a defender a legalização da maconha.
Porém, esse posicionamento de Kamala não foi sempre o mesmo. Quando promotora distrital, ela defendia a legalização apenas para uso medicinal. Durante as duas campanhas para Principal Autoridade Policial da Califórnia, ela se opôs à permissão de venda de maconha para uso recreativo, alegando que isso causaria confusão no mercado medicinal frouxamente regulamentado no estado. E manteve a posição ao longo dos mandatos.
Ao atuar como senadora, Kamala se distanciou da pauta.
O posicionamento da vice-presidente mudou quando ela concorreu à presidência em 2019. A partir desse momento, Kamala se mostrou aos Estados Unidos como a candidata que defende a legalização do porte e do uso da maconha.
Kamala até lembrou, de forma brincalhona, em uma entrevista de rádio, que usou a planta durante a faculdade. “Eu inalei”, disse ela, distorcendo uma frase que Bill Clinton usou em sua campanha de 1992 para desviar as críticas de que ele havia fumado maconha.
Na campanha deste ano, a candidata democrata afirmou ser um “absurdo” o governo federal classificar a maconha como uma droga mais perigosa que o fentanil e criticou a classificação federal da cannabis como “patentemente injusta”.
Informações Metrópoles

foto: divulgação
O empresário Michael Klein, ex-CEO do grupo Casas Bahia, está no centro de mais uma controversa disputa judicial com seu irmão, Saul Klein. Em uma série de eventos recentes, um novo mandado de busca e apreensão foi cumprido na sede da empresa varejista em São Caetano do Sul, São Paulo.
De acordo com informações exclusivas do portal LeoDias, o mandado de busca foi expedido na última quarta-feira (14/8) e executado nesta sexta-feira (16/8). Esse é mais um capítulo no já conturbado processo de inventário da herança de Samuel Klein, falecido em 2014, no qual Saul acusa Michael de falsificação de assinaturas para benefício próprio.
Na manhã desta sexta-feira (16/8), a sede das Casas Bahia em São Caetano do Sul amanheceu sob a presença de agentes policiais, cumprindo um mandato de busca e apreensão que promete trazer novas reviravoltas à disputa pela herança de Samuel Klein.
As investigações estão focadas em documentos que poderiam provar as alegações de Saul Klein contra seu irmão. O clima na empresa é tenso, e há a expectativa de que novas operações policiais sejam realizadas nos próximos dias.
A rixa entre Michael e Saul Klein teve início logo após a morte de seu pai, Samuel Klein, em 2014. A fortuna deixada por Samuel gerou uma batalha legal intensa, com acusações mútuas de má-fé e irregularidades no inventário.
Saul afirma que Michael usou documentos falsificados para desviar parte da herança em seu favor, algo que Michael nega veementemente. A Justiça agora busca esclarecer essas questões, e os recentes mandados de busca e apreensão são passos importantes nesse processo.
As constantes disputas judiciais entre os irmãos Klein têm gerado uma série de impactos negativos para a empresa Casas Bahia, conhecida por ser uma das maiores redes de varejo do Brasil.
Os consumidores e funcionários da Casas Bahia aguardam ansiosamente por um desfecho positivo, que possa dar estabilidade e foco para o futuro da empresa.
A disputa entre Michael e Saul Klein está longe de ser resolvida. Com novas operações policiais previstas e um processo judicial que promete se estender, a expectativa é que surjam mais informações nas próximas semanas que possam esclarecer os pontos controversos.
Até lá, o público segue acompanhando de perto cada movimentação, esperando por justiça e, quem sabe, uma conclusão para a longa batalha pela herança de Samuel Klein.
Informações TBN

Fausto Silva, conhecido popularmente como Faustão e com 74 anos, foi novamente internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, nesta última quinta-feira, 15. Esta é a sua segunda internação em um período de um mês, preocupando seus fãs e admiradores.
O apresentador encontra-se internado na mesma unidade onde Silvio Santos também permanece hospitalizado há 13 dias. A equipe médica de Faustão esclareceu que esta internação faz parte da rotina de seu tratamento médico.
Faustão voltou a realizar sessões de hemodiálise após enfrentar complicações relacionadas a um transplante de rim. Isso evidencia a constante batalha do apresentador pela saúde, uma vez que ele passou por um transplante renal em fevereiro deste ano.
Em agosto do ano passado, Faustão foi submetido a um transplante de coração, mostrando a longa jornada médica que tem enfrentado. Com seu estado de saúde delicado, visitas regulares ao hospital tornaram-se uma necessidade.
A esposa de Faustão, Luciana Cardoso, afirmou ao F5 que as visitas ao hospital fazem parte da rotina semanal do apresentador. “Ele vai duas vezes por semana. Tudo conforme a rotina dele”, explicou.
Após o transplante de rim realizado em fevereiro, Faustão teve alta em abril, 47 dias após a cirurgia. Desde então, as visitas ao hospital, embora tenham se tornado mais frequentes, seguem um protocolo rigoroso de atendimento.
O caso de Faustão também trouxe à tona a importância da doação de órgãos. Luciano Huck, ao citar Faustão no ‘Domingão’, incentivou a doação de órgãos e compartilhou que ele próprio é um doador. Atitudes como essa são essenciais para aumentar a conscientização sobre o tema.
Com a sua luta sendo acompanhada de perto pelos fãs e mídia, toda a atenção volta-se para a recuperação e bem-estar do apresentador. Sua trajetória inspira muitos a considerar a doação de órgãos e a cuidar da saúde.
Aos 74 anos, Faustão continua enfrentando os desafios médicos com a força que sempre mostrou em sua carreira televisiva. Desejamos a ele uma pronta recuperação e esperamos que ele continue a brilhar, independentemente dos obstáculos que encontra pelo caminho.
Mantendo a transparência com o público, a família de Faustão e a equipe médica têm compartilhado detalhes de sua saúde, ajudando a tranquilizar aqueles que o admiram e desejam o melhor para ele.
Faustão é um exemplo de perseverança e determinação, mostrando que, mesmo diante das adversidades da saúde, é possível continuar lutando. Aguardamos por mais boas notícias sobre sua recuperação e o apoio contínuo de seus fãs será uma importante fonte de força para ele.
Informações TBN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poupou críticas aos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusando-os de praticar atos hostis contra outras pessoas. Durante uma entrevista à Radio Gaúcha, de Porto Alegre, nesta sexta-feira (16), Lula chamou esses indivíduos de “estelionatários”.
A declaração de Lula veio após ele expressar saudade das disputas políticas entre o PT e o PSDB, sugerindo que, na época, o ambiente era mais civilizado e menos carregado de discursos inflamados como os de hoje.
Segundo Lula, antigamente, as disputas políticas eram bem menos polarizadas e mais amigáveis. Ele cita um tempo em que, após comícios, era comum encontrar adversários políticos em restaurantes, onde se cumprimentavam e até se abraçavam.
Hoje, a situação é bem diferente. “Eu tenho saudade quando nosso adversário era o PSDB, porque era uma política civilizada… Hoje você tem a turma do ataque, as pessoas são ofendidas nas ruas, na porta de casa, achincalhadas no restaurante”, afirmou o presidente.
Lula vai além ao criticar aqueles que fazem ataques públicos, chamando-os de estelionatários. Ele menciona o artigo 171 da Constituição, que tipifica o crime de estelionato, para descrever essas pessoas. “E te digo uma coisa: todas as pessoas que ofendem alguém publicamente, se entrar num restaurante e te ofender pode estar certo que aquela pessoa é 171. Pode estar certo que aquela pessoa tem problema com a polícia, é estelionatário. Porque não é normal”, afirmou Lula.
As declarações de Lula rapidamente repercutiram nas redes sociais e nas rodas de discussão política do país. Críticos e defensores se posicionaram, alimentando ainda mais a polarização que o próprio presidente lamenta.
De um lado, apoiadores de Lula destacam a coragem do presidente em falar abertamente sobre algo que muitos veem como um problema real. Do outro, defensores de Bolsonaro acusam Lula de sobrecarregar ainda mais o ambiente político com suas declarações.
Essa crítica pública de Lula pode ter várias implicações no cenário político atual. Aqui estão alguns possíveis impactos:
Discutir essas questões é fundamental para entender o clima político do país e buscar soluções para diminuir a polarização. É essencial que as lideranças políticas, de ambos os lados, promovam um ambiente de respeito mútuo, onde as diferenças possam ser discutidas de maneira civilizada.
Mudanças na cultura política necessitam de diálogo e ações concretas. Todos nós, como cidadãos, temos um papel a desempenhar na construção de um debate mais saudável e produtivo.
Em tempos de extrema polarização, vale lembrar as palavras de Lula sobre os antigos tempos de política mais civilizada. Se há algo a se resgatar nesse cenário, é exatamente a capacidade de diálogo e respeito pelas diferenças.
Informações TBN

foto: Smith Collection/Gado/Getty Images
Pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em colaboração com uma instituição sul-africana, identificaram um novo subtipo do vírus HIV em circulação no Brasil. Este subtipo é uma combinação genética dos tipos B e C, que são os mais prevalentes no país, e foi encontrado em ao menos três estados brasileiros.
A descoberta da nova cepa foi feita em amostras de soropositivos no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e na Bahia. O trabalho, que foi publicado na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz no dia 16 de agosto de 2024, lança luz sobre uma nova subvariante preocupante.
Os cientistas detectaram essa mistura genética em uma amostra coletada em 2019 de um paciente com HIV em tratamento em Salvador. Uma análise aprofundada em uma base de dados nacional revelou mais três ocorrências semelhantes nos estados mencionados anteriormente.
De acordo com a pesquisa, as quatro amostras desse novo subtipo do HIV apresentam relação de parentesco. A nova subvariante recebeu o nome de CRF146_BC. Os pesquisadores acreditam que essa variante surgiu em um paciente infectado simultaneamente pelos subtipos B e C, possivelmente originando a transmissão.
Este novo subtipo do HIV é uma mistura entre os subtipos B e C e é chamado de recombinante CRF146_BC. Este tipo de recombinação genética pode ocorrer quando duas variantes diferentes infectam a mesma célula e formam híbridos durante a replicação. Segundo a autora da pesquisa, Joana Paixão Monteiro-Cunha, esta variante já pode estar amplamente disseminada no país.
Até o momento, não há informações conclusivas sobre se a CRF146_BC é mais transmissível ou se causa uma progressão diferente da infecção para a aids. No entanto, os cientistas afirmam que o tratamento padrão com antirretrovirais não necessita de modificação, visto que todos os subtipos do HIV-1 costumam responder à terapia existente.
Desde a década de 1980, já foram identificadas mais de 150 combinações entre os subtipos B e C do HIV no mundo. Essas variantes híbridas são responsáveis por cerca de 23% das infecções globais de HIV.
A equipe da UFBA e Fiocruz continua a estudar e monitorar o surgimento de novas variantes do HIV. Esse trabalho é crucial para ajudar na vigilância da disseminação do vírus e ajustar estratégias de tratamento e prevenção, se necessário.
Joana Paixão Monteiro-Cunha destaca a importância da vigilância contínua: “Nosso estudo mostrou que as variantes encontradas nas diferentes regiões geográficas são descendentes de um mesmo ancestral. Assim, é possível especular que ela já está amplamente disseminada no país”.
Informações TBN
De acordo com o jornal The New York Times, apesar de incomum, o manejo foi viável pela redução da agenda do atual presidente

Depois do atentado a tiros no dia 13 de julho deste ano, o Serviço Secreto dos EUA aumentou a proteção do ex-presidente e candidato do Partido Republicano, Donald Trump. Para isso, o órgão realocou, temporariamente, parte da equipe de segurança do atual presidente, Joe Biden (Partido Democrata), para a função. A informação é do jornal The New York Times, veiculada nesta quinta-feira, 15.
O reforço na segurança de Trump incluiu várias medidas, entre elas a transferência de parte da equipe de proteção de Biden. A decisão teve permissão do Serviço Secreto devido à crescente ameaça de violência contra o republicano e à diminuição das viagens de Biden, desde que este desistiu da reeleição.
Um funcionário do Serviço Secreto, que pediu ao jornal anonimato, afirmou que a redistribuição de agentes de um presidente para um candidato é rara. No entanto, a combinação da ameaça crescente a Trump com a redução das viagens de Biden justificou a medida.
Além de aumentar o número de agentes, o Serviço Secreto providenciou itens com vidro balístico para futuros comícios de Trump ao ar livre. A medida visa a aumentar a proteção contra possíveis ataques.

A Casa Branca e a campanha de Trump se recusaram a comentar o assunto quando questionadas pelo The New York Times.
No dia 23 de julho, a então diretora do Serviço Secreto dos EUA, Kimberly Cheatle, renunciou ao cargo, um dia depois de ser questionada por membros da Câmara dos Deputados sobre a atuação da agência no atentado a Trump.
Durante a audiência, Kimberly admitiu que a tentativa de assassinato do ex-presidente no dia 13 de julho é o fracasso operacional mais significativo do órgão em décadas.
Informações Revista Oeste

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu nesta sexta-feira (16/8) colocar para andar na Casa a PEC que limita decisões individuais de ministros do STF.
Trata-se de uma resposta à decisão da maioria dos ministros do Supremo de suspender o pagamento das emendas impositivas, nas quais estão incluídas as chamadas “emendas Pix”.
A PEC foi aprovada pelo Senado em novembro de 2023 e, desde então, estava parada na Mesa Diretora da Câmara. Nesta sexta, Lira finalmente despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A PEC limita decisões monocráticas (individuais) no Supremo e em outros tribunais superiores, caso ocorra a suspensão da eficácia de leis aprovadas pelo Congresso. A proposta já foi criticada publicamente por ministros do STF.
A expectativa é que, com o início de sua tramitação, a PEC seja aprovada com facilidade na Câmara. Uma pesquisa da Quaest mostrou que 72% dos deputados defendem limitar as decisões monocráticas de ministros do STF.
Além da PEC que acaba com as decisões monocráticas das Cortes superiores, Lira também enviou à CCJ da Câmara uma outra proposta sobre o Supremo, protocolada no sábado (10/8) pelo deputado Reinhold Stephanes (PSD-PR).
A segunda PEC permite que decisões do STF “no exercício da jurisdição constitucional em caráter concreto ou abstrato” possam ser sustadas por até quatro anos pelo Congresso Nacional.
Nesta sexta, o plenário virtual do STF referendou a decisão monocrática de Flávio Dino que suspende do pagamento das emendas impositivas até que o Congresso crie regras de transparência para liberação dos recursos.
Informações Metrópoles
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Feira de Santana está sob nova liderança. Nesta quinta-feira (15), Hamilton Ramos de Lima, até então presidente do Sindesp, oficializou seu licenciamento da entidade. Na mesma ocasião, a professora e advogada Lorena Moura Maia foi empossada como nova presidente.
A cerimônia ocorreu no auditório do Hotel Portal da Princesa, com a presença de servidores filiados, membros da diretoria do Sindesp e representantes da imprensa. Hamilton justificou seu afastamento voluntário para tratar de questões particulares, além de se dedicar a uma missão especial relacionada às eleições municipais.
“Faz mais de 20 anos que eu realmente não tiro férias. Preciso de uma pausa e também de dar oportunidade a outra pessoa. Vou me engajar agora nesse período eleitoral. Não sou candidato a nada, mas vou ajudar um amigo de longa data, que é José Ronaldo. Além disso, preciso me concentrar na minha carreira profissional, na área de química. Tenho contratos antigos que não demandam tanto tempo, mas preciso atualizar algumas coisas nas diversas empresas para as quais presto serviço. Então, vou dar esse reforço e continuar com a minha vida”, explicou Hamilton.
Na ocasião, Hamilton Ramos também agradeceu a todos os colaboradores do Sindesp, aos membros da diretoria e aos servidores municipais pelo apoio recebido ao longo de seus quatro mandatos à frente da entidade. O presidente licenciado chegou a se emocionar em alguns momentos de seu discurso.
A nova presidente, Lorena Moura Maia, que anteriormente ocupava o cargo de secretária-geral na entidade, destacou que sua intenção é dar continuidade ao trabalho realizado pela atual gestão.
“Queremos manter uma gestão democrática e participativa, sempre ouvindo as demandas dos servidores e buscando o melhor para todas as categorias que o sindicato representa, assim como Hamilton Ramos sempre fez. Sou professora do município desde 2014 e advogada na área civil. Estou à disposição dos servidores para atender às suas demandas e buscar sempre o melhor. Não é uma missão fácil assumir a posição deixada por Hamilton, que tem um enorme legado de conquistas à frente entidade, mas estou empenhada em dar o meu melhor”, afirmou Lorena.
Fonte:Site Sem Censura