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Segundo a Sindgás, esse é o nono reajuste do ano

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

O gás de cozinha sofreu mais um aumento em novembro, com reajuste de 9,47% que passou a valer a partir de domingo (1º). A Acelen confirmou que o nono reajuste do ano já está em vigor nesta segunda-feira (2).

O valor médio do botijão no estado da Bahia subiu de R$ 147 para R$ 154, refletindo em um acréscimo de R$ 7 para o consumidor final.

Segundo a Acelen, o aumento foi decidido com base em variáveis do mercado, como o preço do petróleo no mercado internacional, a cotação do dólar e os custos de frete. A refinaria de Mataripe ressaltou que os preços podem continuar a oscilar, tanto para cima quanto para baixo, de acordo com essas flutuações.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindgás) informou que apenas nos meses de abril e junho houve uma redução no preço do produto. Entre junho e novembro, o valor do gás subiu em cerca de R$ 19 para o consumidor final, impactando ainda mais o orçamento das famílias baianas.

Informações Bahia.ba


Presidente dos EUA disse que acusação contra o filho foi ‘politicamente motivada’ e um ‘erro judicial’. Anteriormente, Biden havia afirmado que não daria o perdão. Hunter Biden agradeceu o perdão e disse que ‘nunca subestimará o alívio que lhe foi concedido’.

Presidente Joe Biden discursa na Casa Branca durante uma cerimônia sobre o Dia Mundial da AIDS com sobreviventes, suas famílias e defensores, neste domingo (1º) — Foto: Manuel Balce Ceneta/AP

Presidente Joe Biden discursa na Casa Branca durante uma cerimônia sobre o Dia Mundial da AIDS com sobreviventes, suas famílias e defensores, neste domingo (1º) — Foto: Manuel Balce Ceneta/AP 

O presidente dos EUA, Joe Biden, concedeu perdão “total e incondicional” ao seu filho, Hunter Biden, na noite deste domingo (1º), evitando uma possível sentença de prisão por condenações federais sobre a compra ilegal de arma e pela sonegação de US$ 1,4 milhão em impostos.

“Hoje, assinei um perdão para meu filho Hunter”, declarou Biden neste domingo, alegando que a acusação contra ele foi motivada politicamente e um “erro judicial”.

O perdão significa que Hunter não será sentenciado por seus crime e evita que ela seja preso. O presidente eleito Donald Trump não pode revogar o perdão. 

O perdão representa uma mudança de postura de Biden sobre o caso. Na época da condenação de Hunter, ele havia prometido que não iria usar os poderes extraordinários da presidência para beneficiar membros da família. 

“As acusações nesses casos surgiram apenas após vários de meus oponentes políticos no Congresso as instigarem para me atacar e se oporem à minha eleição”, afirmou Biden. “Nenhuma pessoa razoável que analise os fatos dos casos de Hunter pode chegar a outra conclusão além de que ele foi alvo apenas porque é meu filho.”

O presidente democrata havia declarado anteriormente que não perdoaria ou comutaria a sentença de seu filho após as condenações nos casos em Delaware e Califórnia. 

A decisão ocorre semanas antes de Hunter Biden receber sua sentença no caso de armas e de sua confissão de culpa nas acusações fiscais, e menos de dois meses antes de Donald Trump, presidente eleito, retornar à Casa Branca. 

Trump passou anos atacando Hunter Biden por seus problemas legais e pessoais como parte de uma série de ataques contra a família do presidente Biden. 

O jornal americano “The New York Times” afirma que não é a primeira vez que um presidente usa seu poder executivo para perdoar ou atenuar a pena de um familiar. Em seu último dia no cargo, o ex-presidente Bill Clinton perdoou seu irmão Roger Clinton por antigas acusações de uso de cocaína. Um mês antes de deixar o cargo, o então presidente Donald Trump perdoou o pai de seu genro Jared Kushner, Charles Kushner, por sonegação fiscal e outros crimes. 

Contudo, o jornal aponta que tanto Roger Clinton quanto Kushner já tinha cumprido as penas de prisão quando o perdão foi concedido. 

Joe Biden concede perdão total ao filho, Hunter, condenado por crimes ligados a compra de arma em 2018 

Acusações de porte ilegal de arma e sonegação

Joe Biden com o filho Hunter, em junho de 2024 — Foto: Manuel Balce Ceneta/AP

Joe Biden com o filho Hunter, em junho de 2024 — Foto: Manuel Balce Ceneta/AP 

Hunter revelou publicamente estar sob investigação federal em dezembro de 2020, um mês após a vitória do pai nas eleições de 2020. 

Em junho deste ano, Biden afirmou que não perdoaria ou faria algo para reduzir a pena de seu filho: “respeito a decisão do júri. Farei isso e não vou perdoá-lo.” 

Em 8 de novembro, dias após a vitória de Trump nas eleições presidenciais, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, descartou um perdão ou clemência para Hunter Biden: “já nos fizeram essa pergunta várias vezes. Nossa resposta permanece a mesma, que é não.” 

Biden ainda disse que espera que os americanos entendam o motivo de um pai e um presidente “tomarem essa decisão”. O presidente passou o feriado de Ação de Graças em Nantucket, Massachusetts, com Hunter e sua família. 

Hunter foi condenado em junho em um tribunal federal de Delaware por três crimes relacionados à compra de uma arma em 2018, quando, segundo os promotores, ele mentiu em um formulário federal ao declarar que não usava drogas ilegalmente nem era viciado. 

Ele deveria ir a julgamento em setembro no caso da Califórnia, acusado de não pagar pelo menos US$ 1,4 milhão em impostos. No entanto, concordou em se declarar culpado de acusações de contravenção e crime em um movimento surpresa horas antes do início da seleção do júri. 

Hunter Biden afirmou que se declarou culpado nesse caso para poupar sua família de mais dor e constrangimento após o julgamento de armas expor detalhes sensacionalistas sobre sua luta contra o vício em crack. 

As acusações fiscais previam até 17 anos de prisão, enquanto as acusações de armas poderiam resultar em até 25 anos de prisão, embora as diretrizes federais de sentença previssem penas bem mais brandas, sendo possível que ele evitasse a prisão completamente. 

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Em comunicado por e-mail, Hunter Biden disse que “nunca subestimará o alívio que lhe foi concedido” e prometeu dedicar a vida que reconstruiu “a ajudar aqueles que ainda estão doentes e sofrendo”. 

“Admiti e assumi a responsabilidade por meus erros nos dias mais sombrios do meu vício – erros que foram explorados para me humilhar publicamente e envergonhar a mim e à minha família por motivos políticos.”

Informações G1


Desde 2020, ministro já expediu ao menos 64 ordens de detenção; atuação é criticada por especialistas

O ministro Alexandre de Moraes é criticado por advogados | Foto: Ton Molina/Estadão Contéudo
O ministro Alexandre de Moraes é criticado por advogados | Foto: Ton Molina/Estadão Contéudo

Apurações que atingem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu entorno têm sido marcadas por prisões preventivas decretadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. 

Desde 2020, Moraes já expediu pelo menos 64 ordens de prisão preventiva. O levantamento foi feito pelo jornal Folha de S.Paulo. O número de prisões preventivas até agora não inclui as detenções relacionadas aos atos do 8 de janeiro.

Neste mês, quatro militares e um policial federal foram presos preventivamente sob a suspeita de planejar um golpe de Estado que incluía o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Além da suposta fraude no cartão de vacinação e do suposto plano golpista, as prisões preventivas contabilizadas incluem possíveis casos de ataques contra instituições e o uso político da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), conhecido como “Abin paralela”.

O Código de Processo Penal prevê que a prisão preventiva pode ser decretada durante uma investigação para garantir a ordem pública, assegurar a instrução criminal ou evitar a fuga do investigado, desde que haja indícios suficientes da autoria do crime.

Ministro Alexandre de Moraes é onipresente e onisciente na condução de inquéritos | Foto: Antonio Augusto/STF
Ministro Alexandre de Moraes é onipresente e onisciente na condução de inquéritos | Foto: Antonio Augusto/STF

Especialistas ouvidos pela Folha ressaltam que essa é a medida cautelar mais severa e deve ser usada apenas quando alternativas como proibição de contato com outros suspeitos ou restrição de circulação forem insuficientes.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), por outro lado, tem apoiado as decisões de prisão preventiva em todos os inquéritos conduzidos por Moraes até o momento.

Presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), Renato Vieira afirma ao jornal que a prisão preventiva não pode ser vista como “antecipação da pena” e, para fazer uso do instrumento, é necessário observar a “contemporaneidade” dos motivos que levaram a ela — destacando que é uma medida excepcional.

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Vieira afirma que é questionável, por exemplo, que se aplique o requisito na investigação sobre o suposto plano de golpe de 2022. “Agora a ordem pública está controlada”, diz.

Nas últimas cinco prisões relacionadas ao suposto golpe, a Polícia Federal argumentou que os suspeitos poderiam interferir nas investigações ou ameaçar a ordem pública devido ao “perfil e gravidade” de suas ações.

Os investigadores também destacaram que o grupo tentou apagar e criptografar documentos durante a tentativa de impedir a posse de Lula. Moraes aceitou os pedidos de prisão, sob a alegação de que a PF demonstrou a presença dos requisitos necessários. 

Um dos detidos, o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, já havia sido alvo de uma medida cautelar em fevereiro.

Outro caso emblemático é o do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, que teve duas prisões preventivas decretadas por Moraes. A primeira, em maio de 2023, foi motivada pela suspeita de fraude no cartão de vacinação, com indicação de risco de “reiteração criminosa” e obstrução da investigação pela PF.

Solto em setembro depois de firmar um acordo de delação premiada, Cid voltou a ser preso em 2024, devido à divulgação de áudios sobre sua colaboração com a Polícia Federal.

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Em algumas situações, a prisão preventiva se estendeu por mais de um ano. O coronel da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge Eduardo Naime Barreto, responsável pelo plano de segurança para evitar os atos do 8 de janeiro, ficou detido por 15 meses.

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), também permaneceu preso preventivamente por um ano. Ele era investigado por supostamente utilizar a PRF para favorecer eleitores de Bolsonaro nas eleições de 2022. Ao revogar a prisão, Moraes argumentou que as razões iniciais para mantê-lo detido já não se aplicavam.

Prisões decretadas por Moraes deveriam seguir critérios rigorosos

Especialistas disseram à Folha que a prisão preventiva deve seguir critérios rigorosos. O advogado Enzo Fachini destaca que essa medida deve ser aplicada apenas quando há risco concreto de o investigado cometer novos crimes ou atrapalhar as investigações.

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Acacio Miranda, doutor em Direito Constitucional e mestre em Direito Penal Internacional pela Universidade de Granada, avalia que decisões como essas têm sido influenciadas pelo “fator midiático” e pela “polarização”, ao adotar prisões preventivas. “Isso está acontecendo agora, mas vimos no Mensalão, na Lava Jato”, diz.

Renato Vieira, do IBCCrim, também manifestou preocupação com o uso da delação premiada “como abreviação das investigações” e forma de antecipar a soltura. “Não é um vício do Moraes, do Sergio Moro”, disse. “É uma patologia que vem de longa data.”

Outro efeito preocupante, segundo os especialistas, é que decisões do STF acabam influenciando juízes de instâncias inferiores. “Infelizmente, essas decisões midiáticas mais notórias acabam criando jurisprudência para que os juízes de piso se sintam estimulados a fazerem o mesmo”, afirma Miranda.


Foto: Redes Sociais

O corpo de uma idosa foi encontrado na tarde deste domingo (1º) em Feira de Santana. A vítima foi identificada como Marluce Rodrigues dos Santos, de 65 anos. O corpo foi localizado dentro de uma residência na Rua Pau Brasil, bairro Calumbi.

Segundo apurações da reportagem do Acorda Cidade, uma guarnição da polícia foi acionada por uma ex-cunhada da vítima, que foi a responsável por encontrar o corpo. Testemunhas informaram que a idosa fazia acompanhamento médico e havia perdido o esposo recentemente.

O corpo não apresentava hematomas, e não foram encontrados remédios ou armas próximos à vítima.

*Acorda Cidade


Foto: Jorge Magalhaes

Com a aproximação das festas de fim de ano, o comércio de Feira de Santana se prepara para um dos períodos mais aguardados do ano: o Natal. Marco Silva, presidente do Sindicato do Comércio de Feira de Santana, compartilhou suas expectativas para a temporada de vendas, destacando a importância da data para o varejo.

“Ao entrarmos na época mais importante do ano para o varejo brasileiro, é essencial lembrar que o nosso Natal é a data mais significativa. Saímos da Black Friday, que hoje já é uma extensão do Natal, com características diferentes, mas ainda com o objetivo de oferecer ao consumidor boas oportunidades de compra.” Afirmou.

Ele explicou que, enquanto a Black Friday é mais voltada para liquidações e produtos das coleções anteriores, o Natal traz um clima de celebração, e o comércio de Feira de Santana está se preparando para oferecer uma experiência diferenciada aos consumidores.

“As lojas estão arrumadas, as equipes estão preparadas, e Feira de Santana estima a contratação de dois mil temporários para atender à demanda. Esse período vai exigir estoquistas, vendedores, supervisores e crediaristas, todos focados em promover boas vendas”, destacou.

O clima natalino é outro ponto que tem chamado a atenção na cidade. “Há uma competição saudável entre os empresários, que estão se destacando com vitrines e decorações para criar um ambiente mágico. Isso é muito importante, porque a decoração e as músicas de Natal fazem toda a diferença na experiência de compra”, disse o presidente do sindicato.

Além do apelo comercial, Marco Silva também ressaltou o aspecto simbólico da data. “O Natal é um momento para nos lembrarmos do nosso cristianismo, refletirmos sobre o verdadeiro significado da data. Não é apenas sobre vendas, mas sobre a importância de compartilhar bons sentimentos e gestos de solidariedade”, acrescentou.

Em relação às projeções de vendas, a expectativa é positiva. “De acordo com os estudos da Fecomércio, a previsão é de um crescimento de 10% nas vendas deste Natal, o que se deve ao baixo índice de desemprego, o menor da história desde a reforma trabalhista. O crescimento da renda também é um fator importante”, explicou Marco Silva. “Se conseguirmos fechar a convenção coletiva do comércio antes do Natal, o reajuste no 13º salário será um incentivo adicional, o que é muito bom para o comércio e para todos os envolvidos.”

Com um desempenho historicamente superior à média da Bahia e do Brasil, Feira de Santana tem a confiança de que o crescimento pode superar os 10% previstos.

“Estamos otimistas. Feira de Santana tem mostrado resultados muito bons, e com o trabalho conjunto entre os empresários, funcionários e a imprensa, acreditamos que este será um Natal de sucesso”, finalizou Marco Silva, desejando saúde e prosperidade a todos.

*De Olho Na Cidade


Foto: Divulgação

A Polícia Militar (PM) fez a apreensão de um simulacro de arma de fogo e substâncias análogas a drogas neste domingo (1º) em Feira de Santana. O material foi encontrado em posse de três homens no bairro Asa Branca. Os suspeitos não tiveram as identidades divulgadas.

Segundo apurações da reportagem do Acorda Cidade, durante rondas pelo condomínio Asa Branca 5, em cumprimento à Operação Saturação, a guarnição avistou três homens em atitude suspeita. Após realizar o procedimento de abordagem, foi encontrado o material.

Materiais apreendidos

  • 01 simulacro de arma de fogo
  • 02 aparelhos celulares
  • 06 buchas de substância análoga à maconha
  • 01 munição calibre .38 intacta
  • 01 corrente
  • 01 anel
  • R$ 10 em espécie

Todos os objetos e os envolvidos foram conduzidos e apresentados no plantão central na Delegacia do Sobradinho.

*Acorda Cidade


Foto: Divulgação

A Polícia Militar (PM) realizou neste domingo (1º) mais uma edição da Operação Feira Quer Silêncio. Durante a ação, os agentes realizaram a apreensão de diversos componentes eletrônicos nos bairros Rua Nova e Chácara São Cosme.

operação feira quer silêncio

Foto: Divulgação

03 cornetas sem identificação
02 bocas Pioneer
01 caixa Mundial Bob
02 bocas sem identificação
02 tweeters sem identificação

operação feira quer silêncio
Foto: Divulgação

Todos os materiais foram levados para o depósito da Secretaria do Meio Ambiente. Um estabelecimento também foi advertido.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher de 37 anos foi assassinada a tiros enquanto assistia a um torneio de futebol, na tarde deste domingo (1º), em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador.

Segundo a Polícia Civil (PC), testemunhas apontaram dois homens em uma motocicleta como autores do crime. A dupla fugiu logo após o ataque, no bairro Santo Antônio dos Prazeres. Não há registro de outros baleados durante a ação.

Fátima Aparecida Lima Silva morreu no local do crime. O corpo dela foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região, para necropsia. Não há detalhes sobre velório e sepultamento da vítima.

Informações iniciais apuradas pela TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, a mulher havia se mudado de Salvador há cinco meses. Moradora do bairro onde aconteceu o crime, ela tinha um bar, que funcionava na casa onde morava.

O assassinato é apurado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso. Também não se sabe a motivação do crime.

G1


Foto: ECV/Victor Ferreira

Com festa da torcida em casa e destaque para Alerrandro, o Vitória venceu o Fortaleza no Barradão, neste domingo (1), e garantiu sua permanência na Série A do Brasileirão. Com o placar de 2 a 0, o Leão soma 45 pontos, sobe para a décima posição na tabela e segue brigando pela sul-americana. 

Apesar da vitória, o Rubro-negro baiano teve um desfalque importante. O meia Matheusinho machucou o tornozelo em uma dividida. Ele precisou sair carregado de campo e foi levado de ambulância a um hospital de Salvador. Gustavo Mosquito substituiu Matheusinho. 

O primeiro gol do Leão aconteceu já aos 8 minutos do primeiro tempo, com participação de Mosquito. Ele recebeu o passe de Lucas Esteves e cruzou rasteiro para Alerrandro marcar. 

Já aos 36 minutos do primeiro tempo, Alerrandro aproveitou uma falha do goleiro Joaos Ricardo e ampliou o placar para 2 a 0. No segundo tempo,  o time de Thiago Carpini chegou a marcar o terceiro, com Edu, mas o VAR apontou impedimento.

O Vitória vem passando por uma boa fase no segundo turno do Brasileirão, depois de uma primeira etapa com risco de rebaixamento. Nos últimos 11 jogos, o Leão venceu sete partidas, empatou duas e perdeu outras duas, conquistando 23 pontos. 

Agora, a próxima partida do clube vai ser na quarta-feira (4), às 20h. O Rubro-negro vai enfrentar o Grêmio, no Barradão.

Metro1


Mais de 600 brasileiros deixaram o país em voos realizados em agosto e setembro

A deportação foi realizada em três voos
A deportação foi realizada em três voos | Foto: 穿着拖鞋 路小跑/Pixabay

Desde que o Partido Trabalhista assumiu o controle no Reino Unido, mais de 600 brasileiros, o que inclui 109 crianças, foram deportados em três voos privados organizados pelo Home Office, departamento de imigração britânico. A operação marca a maior ação de deportação de brasileiros na história do Reino Unido.

Segundo o jornal The Guardian, as deportações ocorreram em agosto e setembro, depois de uma nova abordagem rigorosa das autoridades britânicas. Os voos partiram em 9 e 23 de agosto e 27 de setembro, com o envio de mais de 200 pessoas em cada, o que inclui 43, 30 e 36 crianças, respectivamente.

As autoridades caracterizaram essas operações como voluntárias e ofereceu incentivos de até 3 mil libras (R$ 22,8 mil) para encorajar o retorno ao Brasil. Os incentivos foram distribuídos por meio de cartões pré-carregados, ativados na chegada ao país. Contudo, a divulgação oficial omitiu que a maioria dos deportados era de brasileiros.

Entidades de direitos humanos latino-americanas manifestaram preocupação com o número elevado de crianças deportadas, muitas das quais estavam integradas às escolas britânicas e passaram grande parte de suas vidas no Reino Unido.

A Coalition of Latin Americans in the UK afirmou que acompanha as dificuldades enfrentadas pelos brasileiros para acessar informações. A entidade também presta apoio jurídico depois das mudanças nas regras de imigração pós-Brexit.

Deportação de mulheres que sofreram violência doméstica

Casos de Estupro ultrapassam os 80 mil | Foto: Gabriel Benois/Unsplash
Mulheres fugiram do Brasil por causa da violência doméstica foram deportadas pela imigração britânica | Foto: Gabriel Benois/Unsplash

A coalizão levantou preocupações específicas sobre a situação das mulheres brasileiras, que foram para o Reino Unido fugir da violência. Um exemplo disso é uma mãe que, ao fugir das agressões do ex-marido com dois filhos, o que inclui uma criança com necessidades especiais, foi obrigada a retornar ao Brasil. A mulher teve seu pedido de proteção negado.

Informações Revista Oeste