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O presidente do Legislativo feirense, vereador José Carneiro Rocha, anunciou na manhã do último sábado (13) que está curado da Covid-19, conforme o exame feito na sexta-feira (12) pelo parlamentar. José Carneiro recebeu o resultado positivo para a doença na quarta-feira (03), quando entrou, imediatamente, em isolamento social para a recuperação da doença.

Em um vídeo divulgado nas mídias sociais, o presidente anunciou que retornará à Casa da Cidadania nesta semana e agradeceu a todas as pessoas que manifestaram carinho, apoio e que fizeram orações para a sua recuperação.


G1 – Preso por suspeita de roubo de carro, o jovem Gabriel dos Santos Silva, de 23 anos, foi solto por uma liminar da Justiça na manhã de hoje (14). A informação foi divulgada pelos familiares.

Ontem (13), familiares e amigos de Gabriel protestaram em frente à Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, em Salvador, após ele ser preso suspeito de roubar um carro. Eles afirmam que o jovem foi confundido com o assaltante por ter características apontadas pelo marido da vítima do roubo: preto, cabelo loiro e tatuado.

A família afirma que Gabriel, que trabalhava como estoquista em uma loja de eletrodomésticos e não tem passagem pela polícia, foi preso na frente de uma agência bancária que fica no Centro Administrativo da Bahia (CAB), quando foi sacar o seguro desemprego, na sexta-feira.

O marido da vítima do roubo teria ido ao local e apontou Gabriel como um dos suspeitos. Segundo os familiares e amigos, Gabriel falava no celular no momento em que foi encontrado, o que fez com que ele fosse confundido com o homem que receberia o dinheiro do resgate do veículo.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) informou que Gabriel foi preso em flagrante por extorsão e teria cobrado R$ 1 mil para devolver o carro roubado por ele.


Sob gritos de “fora, Bolsonaro” e com a presença da presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o ato contra o presidente começou a se deslocar pela avenida Paulista (SP) por volta das 15h de ontem (14).

O protesto teve início no Masp. Após o Ministério Público acordar um revezamento da av. Paulista entre manifestantes pró e contra Bolsonaro, ficou acertado que o local seria exclusivo dos movimentos de oposição – como foi exclusivo dos apoiadores no domingo passado.

Os apoiadores do presidente realizaram o ato no na região central da capital, com carros de som com bandeiras do Brasil e mensagens contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

A manifestação na Paulista, porém, teve público menor do que o visto no Largo da Batata, o que contribuiu para maior distanciando entre os presentes. Ainda assim, houve aglomerações e desrespeito às medidas sanitárias contra o coronavírus.

Com o clima frio e chuvoso, o protesto reuniu movimentos negros, torcidas organizadas, movimentos feministas, a Frente Povo sem Medo, a Central de Movimentos Popular e partidos de esquerda, como PSTU e PCO.

As faixas e cartazes protestavam contra o racismo, o fascismo e o governo Bolsonaro. Uma faixa de cem metros verde e amarela estampava “Fora, Bolsonaro. Sua gripezinha já matou 40 mil”.

Praticamente todos os manifestantes usavam máscara. Houve gritos de “Bolsonaro vai tomar no c.” e “miliciano vai pra casa do c.”. O movimento Somos Democracia, de torcidas organizadas, soltou gás colorido azul e amarelo.

Gleisi e Guilherme Boulos (PSOL) participaram do ato afirmando que quiseram comparecer à manifestação para conversar com as pessoas, ver a mobilização e resgatar a luta pela democracia e resistência. Ela afirmou que o PT apoia os atos de rua, mas ressaltou que cuidados devem ser tomados, como o uso da máscara.

A cobertura da GloboNews sobre os atos contra o presidente Jair Bolsonaro causaram polêmica. Isto porque a emissora classificou como “ato em defesa da democracia”, uma manifestação que pedia, entre outras coisas uma “revolução e ditadura proletárias”.

Embora gritassem palavras de ordem a favor da democracia e dos trabalhadores, eram visíveis os bandeirões vermelhos que traziam pedidos por “revoluções”.

Folhapress*


Agência Brasil – O Ministério da Saúde divulgou ontem (14) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil acumula 867.624 casos confirmados da doença e 43.332 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 388.492.

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 17.110 novos casos e 612 mortes.

Entre a unidades da federação com o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, o estado de São Paulo registrou 178.020 casos confirmados e 10.694 óbitos. Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 79.572 casos e 7.672 mortes. Em seguida estão Ceará ( 76.748 casos e 4.861 mortes) e Pará ( 69.179 casos e 4.191 mortes) .

De acordo com o Ministério da Saúde, 435.800 casos estão em acompanhamento e 3.981 mil óbitos, em investigação.


O presidente da França, Emmanuel Macron, disse ontem (14) que está acelerando os planos de afrouxamento das medidas de isolamento impostas em função da pandemia do coronavírus no país, de modo a ressuscitar a segunda maior economia da zona do euro de maneira mais rápida.

Macron prometeu que o custo para manter as empresas em atividade e as pessoas empregadas durante a pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial não será repassado às famílias através de impostos.

Restaurantes e cafés em Paris poderão reabrir totalmente a partir de hoje (15), disse Macron em um discurso televisionado, trazendo alívio ao setor de serviços tão prejudicado pela crise.

A crise do coronavírus expôs a forte dependência da França e da Europa em geral em relação às cadeias de suprimentos globais, da indústria automobilística aos smartphones e produtos farmacêuticos, que foram paralisadas quando a epidemia começou na China.

O Reino Unido também está revendo as regras de distanciamento social e de quarentena aos viajantes para estimular a economia. Ontem, o ministro das Finanças sinalizou a possibilidade como uma das soluções para o colapso financeiro causado pela pandemia do coronavírus.

Com o avanço no controle da epidemia, o Reino Unido pôde repensar na regra dos dois metros de distância. Segundo ele, muitos empresários estão dizendo que a determinação do distanciamento tem dificultado a retomada das atividades com a mesma produtividade antes da pandemia. Caso a determinação seja alterada, três quartos dos pubs britânicos poderiam ser reabertos, por exemplo. Somente um terço deles tem espaço suficiente para atender o espaçamento entre as pessoas.

Já em relação aos viajantes, Sunak disse que estuda mudar a regra do período de 14 dias de quarentena para os visitantes vindos de determinados países. A reabertura da economia será feita devagar e com segurança, começando pelo setor de varejo nesta semana. Enquanto o hoteleiro está previsto para retomar suas atividades no início do mês de julho.

O Reino Unido registra mais de 41 mil mortes pela Covid-19 e é o terceiro país com mais vítimas fatais. Ele perde apenas para os Estados Unidos, que lideram as estatísticas, e para o Brasil, que é o segundo.

Folhapress*


A Operação Viva a Vida em Feira foi reforçada, no último fim de semana, com as ações de enfrentamento ao coronavírus nos bairros Tomba, Brasília e Jardim Cruzeiro. Além de estimular o aumento do nível de isolamento social, vital para frear a disseminação da pandemia, também monitorou a saúde da comunidade com testes rápidos.

No bairro Tomba, um dos locais com maior índice de pessoas contaminadas pelo coronavírus, as medidas baixadas pelo Governo Municipal abrangeram também os setores econômicos formal e informal. Todo comércio foi proibido de funcionar, inclusive a feira livre e supermercados, bem como o comércio que ocorre na praça principal da localidade.

A Prefeitura vai promover a desinfeção e reordenamento da Feira Livre da Estação Nova, visando intensificar as medidas de prevenção contra o coronavírus (Covid-19). A ação será promovida entre os dias 15, 16 e 17 deste mês, pela Secretaria de Serviços Públicos (Sesp).

Para viabilizar os serviços de desinfecção, prepostos da Settdec e do Corpo de Bombeiros estiveram na Feira Livre da Estação Nova, no sábado, 13. Entregaram álcool em gel e máscaras aos feirantes, orientaram barraqueiros a removerem suas barracas, toldos e mercadorias visando possibilitar o acesso dos caminhões com material para desinfecção.

A Prefeitura passa a contar com mais sete respiradores para atender especificamente pacientes com complicações provocadas pelo coronavírus. Os equipamentos, doados pelo Govererno Federal, foram recebidos pelo prefeito Colbert Martins Filho no final da tarde de sábado, 13, na Secretaria de Saúde.

Os respiradores, conforme o prefeito Colbert Martins Filho e a secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, serão utilizados em unidades de emergência e Hospital de Campanha no enfrentamento ao vírus.

De acordo com o último relatório sobre o Covid-19 em Feira de Santana, divugado ontem (14), , o município já totaliza 1.522 casos confirmados para o Novo Coronavírus, sendo que 880 pacientes estão ativos com a doença. Deste número, o total de óbitos chega a 28.

Com informações da SECOM/PMFS


Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana

NÚMEROS DESTE DOMINGO
14 de junho de 2020

Casos confirmados no dia: 23

Total de casos confirmados: 1.522

Casos ativos: 880

Óbitos no dia: 0

Total de óbitos: 28

Pacientes recuperados no dia: 34

Total de pacientes recuperados: 614

Total de pacientes hospitalizados no dia: 44

Resultados negativos do dia: 77

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


O Protagonista teve acesso, com exclusividade, a trechos do depoimento, na Polícia Civil, do procurador geral do Município, Ícaro Ivvin, acusado de assédio sexual por uma servidora da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso).

No depoimento, Ícaro admite ter mantido relações sexuais com a servidora dentro da Sedeso, porém, segundo ele, foi consensual – com permissão da funcionária.

Em certo trecho do depoimento, Ícaro afirmou que ele e a servidora trocaram carícias dentro da Secretaria, ao final do expediente, já à noite.
Ícaro diz em seu depoimento que estava em sua sala se preparando para deixar a Sedeso, quando foi abordado pela servidora. “Então sentou próximo à mesma, mantendo um diálogo: ‘realmente, você é bonito por dentro e por fora’, teria dito a servidora. Ele respondeu obrigado e sorriu, percebendo nesta postura que E. estava flertando com o interrogado”, diz trecho do depoimento de Ícaro.

“E evoluíram para um beijo. E E. disse: ‘estava o dia todo sem escovar os dentes e que marcariam um encontro’ e o interrogado, disse: ‘sem problema, fique à vontade. Eu também estou com a roupa do dia todo’. Mas E. disse: ‘você está cheiroso. Ao que o interrogado reiterou: ‘mas fique à vontade’. Porém, E. retrucou: ‘amanhã a gente fica direito, mas eu quero’. Nesse momento, conduziu o interrogado para a área da copa do Gabinete, onde se abraçaram e se beijaram, trocaram carícias íntimas e E., ao perceber a excitação do interrogado, abriu o zíper da calça do interrogado, manuseando sua genitália e se movimentando no sentido de praticar sexo oral. Como havia uma janela atrás do casal, o interrogado mencionou esse fato e E. o conduziu a uma área do banheiro do Gabinete e lá praticou sexo oral no interrogado, que chegou a ejacular. Em seguida se abraçaram. Cada um arrumou seu local de trabalho, que conversaram calmamente e saíram. Onde o interrogado foi à Sala de Videomonitoramento da cidade, e como o acesso a esta sala é pelo estacionamento, de lá o mesmo foi embora para sua casa, acreditando que E. já teria feito o mesmo”.

DEPOIMENTO DA FUNCIONÁRIA – Em seu depoimento na Delegacia, E. relata que houve sexo entre ela e o então secretário Ícaro. Porém, foi forçada.

Veja trechos do depoimento da funcionária: “Que no dia 14/4, além dos fatos relatados nesta Delegacia no dia 15/4/2020, houve mais fatos que a declarante não relatou inicialmente por estar com muito medo de que Ícaro ‘fizesse alguma coisa’. Que no dia do fato, além de tentar beijar a declarante, Ícaro colocou o pênis ereto para fora da calça e disse à declarante: ‘venha, eu quero sentir você’ com uma voz muito obsessiva e perguntou se tinha camisinha, repetindo várias vezes as mesmas frases: ‘quero te sentir’ e ‘tem camisinha?’. Que Ícaro empurrou a cabeça da declarante para baixo e colocou o pênis em sua boca. Que a declarante ficou apavorada e começou a tremer, ‘mas chupou o p… dele’, temendo que se não praticasse o que ele mandava, ele pudesse ‘penetrar de mim (sic)’. Que na sala dele tem banheiro e cozinha, onde tem facas e a declarante ficou com muito medo dele. Que, em seguida, ‘ele derramou na minha boca’. Que sentiu muito nojo e até o presente momento sente nojo de ter vivido tal situação. Que cuspiu no chão e não sabe se caiu esperma em suas roupas, mas como ainda não foram lavadas se compromete a entregar nessa unidade para perícia. Que esses detalhes a declarante comentou com sua cunhada, dois ou três dias depois. E depois falou para a psicóloga, para seu marido e duas cunhadas”.

QUEIXA – A servidora pública prestou queixa, em 15 de abril, de assédio sexual contra o então secretário municipal interino da Sedeso, Ícaro Ivvin. Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Delegacia da Mulher.
A mulher esteve na DEAM com o marido e uma prima, além de advogado. Na delegacia relatou que na terça-feira (14/4) teria sido assediada sexualmente dentro da Secretaria onde trabalhava, pelo então secretário interino da pasta.


Desde então a funcionária tem atendimento psicológico e psiquiátrico no Centro de Atendimento Maria Quitéria e Hospital Especializado Lopes Rodrigues, segundo seus advogados.

Fonte: O Protagonista


Milhares de pessoas estão morrendo no Brasil vítimas da politização da saúde pública. É o que aponta estudo feito por médicos brasileiros.

A saúde do povo a serviço da política – Diagnóstico

André Rívola é brasileiro, engenheiro eletrônico, mora na cidade do Rio de Janeiro e tem 67 anos. No início de maio, depois de seis semanas em quarentena, tomou conhecimento de óbitos entre pessoas de seu relacionamento, vítimas da Covide-19. Percebendo que a doença podia ter consequências fatais, o engenheiro decidiu estudar a fundo o novo Coronavírus, por conta própria, aproveitando de algo que é nato da sua profissão, o espírito investigativo.

Por meio de muita leitura e vasculhando tudo que já foi publicado a respeito, inclusive áudios e vídeos por especialistas brasileiros e papers na língua inglesa, fez importantes descobertas: a investigação levou o inquieto estudioso entender o processo pelo qual o Coronavírus ataca o organismo humano, podendo em alguns casos levar a óbito. Para ele, porém, a descoberta mais importante – e que milhares de médicos pelo mundo estão percebendo – é que A covid-19 tem cura, desde que tratada logo nos primeiros sintomas, ou seja, precocemente.

Preste atenção na afirmativa: a contaminação pode levar a morte, porém na maioria dos casos, a doença não passa, de fato, de uma gripe. André faz questão de salientar que, enquanto a finalidade incial do seu estudo foi entender a doença para saber ele mesmo como agir em caso de contaminação, o que descobriu na prática foi algo inacreditável, estarrecedor e inaceitável: agentes públicos de saúde incluindo médicos – municipais e estaduais – estão recusando a prescrição de medicamentos que na medicina privada salvam vidas.

Se ministrados adequadamente e no tempo certo, os remédios que são utilizados nos hospitais particulares evitam o agravamento de pessoas contaminadas pelo Covid-19, impedindo que a doença evolua para sua fase grave e letal (fase 3). O engenheiro dedicou longas horas de estudos, ouvindo especialistas de várias partes do mundo por meio de vídeos, publicações científicas, depoimentos de profissionais estrangeiros e brasileiros, principalmente os chamados médicos “de trincheira”, aqueles que aceitaram os riscos do front, e mantiveram contato permanente e direto com pacientes contaminados com o novo Coronavírus.

Entre os estrangeiros pesquisados por André Rívole estão o Dr. Gianpaolo Palma – um dos médicos italianos responsáveis por dezenas de autópsias, primeiro em Bérgamo e depois em Milão, de corpos de pessoas vítimas fatais da Covid-19, cujo trabalho foi essencial para identificar os catastróficos erros de diagnósticos feitos anteriormente na China. Na lista da pesquisa também figura um dos mais respeitados microbiologista do mundo, o francês Raoult Didier, que há décadas estuda os efeitos da hidroxicloroquina no tratamento de outras doenças como Lúpus, Microcefalia e Malária.

André percebeu e se emociona ao lembrar que, além de salvar muitas vidas arriscando as próprias, estes médicos compartilharam seus conhecimentos pela internet, permitindo embasar a afirmativa de que a Covid-19 tem cura. A pesquisa levou o estudioso compreender como a doença ataca o organismo humano, conforme resumo a seguir. Ao final, as fontes serão citadas e também será apresentada proposta para uma ação governamental, comprovadamente eficaz no combate à pandemia.

Pneumonia intersticial, trombose pulmonar e trombose venosa.

Durante os primeiros meses da pandemia, acreditou-se que o vírus atacava causando pneumonia intersticial, motivo da falta de ar recorrente em vítimas contaminadas, e que normalmente evoluía em poucos dias para fase aguda com consequente e acentuada probabilidade de óbito.

O maior salto em direção à identificação da cura da Covid-19 foi dado quando cientistas italianos descobriram que em 90 % dos casos, o motivo dos óbitos não era a pneumonia, como se pensava até então, mas sim uma inflamação generalizada, sistêmica, de todo o aparelho vascular. Foram as autópsias que permitiram compreender que as mortes eram causadas por uma micro-trombose (micro-coagulação) vascular (arterial e venosa) disseminada por todo o corpo, que afetava diversos órgãos e não somente os pulmões.

A descoberta permitiu explicar o motivo de parte dos pacientes de Covid-19 evoluírem para casos de AVCs, infartes do miocárdio e falência de outros órgãos, o que levou os médicos a conclusão de que o vírus tinha o poder de atacar todos os órgãos do corpo (o que teria sido motivo legítimo para pânico, se fosse verdade. Mas não era.).

Logo em seguida à descoberta feita na Itália, médicos dos hospitais Albert Einstein e Sírio e Libanês, de São Paulo, descobriram que a causa da micro-coagulação generalizada não era – pasmem – o vírus, como se acreditava, mas o próprio organismo reagindo de forma agressiva à presença do corpo estranho, entendido como grave ameaça.

Assim, enquanto no princípio a covid-19 parecia ser uma doença pulmonar, seu diagnóstico passou a ser doença hematológica e por último, finalmente, ficou claro que a doença é de fato imunológica, provocada pelo próprio organismo ao se defender do Coronavírus. Trata-se de uma reação imunológica provocando inflamação e trombose vascular disseminada (DIC em inglês).

Com base nessa descoberta, os Drs. Roberto Zeballos e Elmara Negri, entre outros que serão citados ao final, desenvolveram protocolos que permitem dispensar a principio a necessidade de respiradores, livrando inclusive pacientes em estado avançado da entubação e dos riscos que este procedimento impõe ao organismo de quem já está debilitado. E se não bastasse, o estudioso lembra que o procedimento de entubação exige capacitação e experiência, o que não é comum a profissionais em centenas de hospitais públicos de cidades menores no interior do país.

Metáfora do fósforo: explicando como o corpo reage ao vírus.

Do que concluiu, André explica que a covid-19 evolui no corpo humano em 3 fases. Ele usa a metáfora criada por um dos médicos paulistas para facilitar a compreensão: “o Coronavírus age como se fosse um fósforo que é riscado dentro do organismo. Durante a 1ª fase, denominada “viral”, o vírus “apenas” multiplica-se rapidamente, sendo que 50% das pessoas infectadas não sentem qualquer sintoma dessa multiplicação – e o organismo se livra da doença já na 1ª fase, apagando o fósforo naturalmente”. Isso significa que os anticorpos contra-atacam e destroem o vírus.

Já em 35% das pessoas infectadas, André constatou que a doença evolui para a fase 2, em que os sintomas da presença do vírus é perceptíveis através de reações como febre, dores de cabeça, tosse seca, dores no corpo, perda de olfato e paladar. Nestas pessoas o organismo também destrói os vírus e, com ou sem ajuda de medicação analgésica, apaga o fósforo em alguns dias, sem que ocorram maiores complicações.

Acontece também da fase 2, aparentemente muito rápida, o início à reação em cadeia que, em 15% das pessoas infectadas, desemboca na fase 3, a mais grave e potencialmente letal. Nessa fase, ao invés de apagar o fósforo, o organismo reage como se o fósforo fosse o detonador de um incêndio no galão de gasolina, literalmente uma explosão: o sistema imunológico incendeaia (metaforicamente) o organismo infectado, criando inflamação e a já mencionada DIC (micro-coagualação intravascular disseminada) – coágulos minúsculos intravasculares que resultam em falta de ar, AVCs e enfartes, caso o paciente não seja imediatamente entubado ou medicado.

Qual seria então o motivo pelo qual o organismo de alguns indivíduos debela o vírus em pouco tempo, enquanto outros evoluem até a fase 3? André ainda não descobriu alguém que saiba explicar isso. Nem ele, tampouco os médicos que estudaram a dinâmica do vírus no corpo humano.

Medicamentos capazes de reverter a covid-19 em cada uma das três fases.

Os estudos do engenheiro mostram que vários médicos, logo nos sintomas iniciais da covid-19, estão tratando seus pacientes primeiro com Ivermectina, que livraria a pessoa dos sintomas (e da doença) em até 48hs. Há também médicos que prescrevem o uso da Ivermectina de forma profilática, baseando-se na capacidade clinicamente demonstrada desse fármaco de prevenir a contaminação por Zika e Chikungunha. Para os pacientes que ingressam na fase 2, os médicos prescrevem a associação de Hidroxicloroquina + Azitromicina + zinco, quando ministrados no tempo certo.

André conseguiu identificar vários médicos que estariam obtendo excelentes resultados clínicos associando Ivermectina à Hidroxicloroquina logo quando do surgimento dos sintomas. Para assombro, mesmo na fase 3, a mais aguda e arriscada, há evidências de sucesso na reversão quando a prescrição associa hidro-cortizona + um anti-coagulante à base de Heparina e + um antibiótico. Resumindo: a doença tem cura em qualquer fase e a cura está ao alcance de todos, desde que prescritos os remédios corretos em tempo.

Outra vantagem importantíssima que precisa ser destacada, é que a terapêutica evita a indução ao coma (necessário para a entubação e uso do respirador) e todo esse sucesso sendo alcançado por meio da utilização de medicamentos relativamente baratos, disponíveis em farmácias e drogarias de todo o país.

André lembra ainda que crianças estão fora dos grupos de risco, pois são assintomáticas e pessoas assintomáticas dificilmente contagiam outras, logo, mesmo que se contaminassem na escola, em casos raríssimos, não estariam colocando em risco seus familiares, incluindo os idosos.

A triste conclusão é que as crianças não precisariam ter sido afastadas da escola e colocadas em quarentena. Com efeito, salienta o engenheiro “ao contrário de ser uma fonte segura de orientação, a OMS deveria ser chamada DMS: Desorganização Mundial da Saúde”, conclui perguntando, “por que a mídia não mostra isso?”

Eficácia de protocolo é comprovada pelo Ministério da Saúde, mas a descentralização impede a aplicação na ponta, levando pacientes à morte.

Após entender que a covid-19 tem cura, André lembra com perplexidade que passados quase 30 dias desse estudo, por fontes acessíveis a qualquer pessoa em busca no YouTube, bastando mencionar cientistas e médicos listados ao final, a contabilização diária de mortos e de infectados, continua fazendo referência aos respiradores como sendo a única forma de salvação.

O engenheiro é efusivo ao afirmar que os respiradores já estão sendo dispensados em quase toda a rede de saúde privada, sendo reduzidos apenas à casos especiais. E conta indignado que procurou o posto de saúde de seu Bairro no Rio, e lá recebeu como orientação que devia retornar para casa e tomar Dipirona ou Paracetamol. Perguntado sobre a evolução e piora no quadro, o responsável pela triagem no posto de saúde respondeu que ele seria encaminhado a um hospital referencia em Covid-19 para possível entubação.

Ou seja: a saúde pública – pelo menos no município do Rio de Janeiro – ao não prescrever medicamentos essenciais para evitar a hospitalização, estariam ignorando todo o acúmulo de conhecimento e experiência de médicos brasileiros que se aprofundaram no diagnóstico e no prognóstico da doença. Dito de outra forma, ao desconsiderar protocolos que, prescritos no “timing” adequado, levam à cura mais que 90% dos casos, estaria, absurda e desnecessariamente submetendo a população que dela depende à todos os riscos das entubações que são traduzidas em risco de morte iminente já no processo de indução ao coma.

Se a cura para o Covid-19 existe e é conhecida no Brasil, por que ela não é anunciada?

Ao ser questionado sobre a razão de não estar sendo anunciada a cura da covid-19, evidente no estudo que fez, André responde com outras perguntas: “Qual a razão de estados e municípios, médicos que atendem nos serviços públicos de saúde não prescrevem os medicamentos utilizados na medicina privada? Por que as taxas de cura do sistema de saúde privada, apesar de tão expressivas, não são divulgadas pela mídia que simplesmente não faz qualquer referencia aos hospitais privados de São Paulo e Rio de Janeiro, quase todos vazios? Por que existem diferença entre os protocolos utilizados pelos médicos privados e aqueles usados por médicos do sistema público de saúde? Será que não há diálogo entre eles? Estaremos vivendo um momento de esquizofrenia generalizada?”

Na opinião do engenheiro, a conclusão do estudo é que por mais inacreditável que possa parecer, milhares de brasileiros perderam e continuam perdendo a vida, sem necessidade, no serviço público de saúde.

Engenheiro propõe medidas concretas

André sugere que o Ministro da Saúde se reúna com médicos que aplicaram o protocolo e que tal reunião ocorra por meios eletrônicos ou mesmo em reunião presencial. Na opinião dele devem participar todos os médicos brasileiros que estejam envolvidos no tratamento de pacientes com covid-19, abrindo espaço para que eles descrevam suas experiências e delas novos protocolos sejam adotados.

Ele sugere ainda que o Ministro da Saúde deve usar cadeia nacional de rádio e tv para anunciar ao lado dos médicos e cientistas as descobertas, informando a população brasileira sobre a adoção das novas medidas de combate a pandemia, tornando públicas tais medidas, evitando que elas sejam negadas à população por prefeitos ou governadores que aproveitam-se da pandemia para fazer política.

Relação de Médicos cujos trabalhos serviram de fonte para as informações do pesquisador:

Essa é a relação de profissionais que André convidaria para participarem da reunião convocada pelo Ministério da Saúde. Em ordem alfabética: Anthony Wong (médico do Hospital das Clínicas de São Paulo), Elmara Márcia Negri (médica do Hospital Sírio e Libanês, São Paulo, autora do protocolo cabo-de-guerra), Lucy Kerr (pesquisador de São Paulo), Marcos N. Eberlin (professor e pesquisador em SP), Marcos Fortes e Marcos Andrade, conhecido como Marcos da Amazônia, (ambos de Santarém, Pará), Nise Yamaguchi (médica e pesquisadora de SP), Roberto Zeballos (médico do Hospital Albert Einstein, São Paulo, SP) e o ex-ministro Osmar Terra – RS. Lembro ainda do Dr. João Carlos Luiz Vaz Marques Lezíria do Rio de Janeiro, que teve a coragem de gravar um vídeo e publicar seu celular para atender de graça os pacientes que apresentassem os sintomas, desaconselhado buscarem o serviço público de saúde.

A mensagem final de André: O engenheiro conclui a entrevista recitando uma oração: “Que Deus tenha piedade de todas as vítimas da Covid-19. E que a justiça divina caia com rigor sobre políticos, profissionais da saúde e quem quer que seja que, levados por uma ideologia política, seja ela qual for, contribuíram ativa ou passivamente para a morte de pessoas inocentes que dependem do poder público e do SUS para sobreviver.”

Fonte: https://blogs.uai.com.br/zeaparecido/2020/06/12/engenheiro-faz-descoberta-importantissima-e-chocante-o-novo-coronavirus-tem-cura-para-quem-tem-saude-privada/


Neste sábado (13), a Prefeitura Municipal de Feira de Santana recebeu 7 respiradores doados pelo Ministério da Saúde. Os equipamentos foram acolhidos pelo prefeito Colbert Martins Filho e serão utilizados no hospital de campanha, UPAs, ambulâncias e policlínicas da cidade.

“Estes aparelhos irão nos ajudar muito no combate à pandemia. Muito obrigado, secretário Léo Prates por ter feito a ponte com o governo federal”, agradeceu Colbert Filho.

https://www.instagram.com/p/CBaaEqkncNd/?igshid=2vwwmp5esism

Os respiradores chegam em um momento necessário, já que Feira registrou nos últimos dias aumento no número de casos e óbitos por coronavírus. O último boletim epidemiológico divulgado ontem (13), totabilizou 1.499 infectados, 28 óbitos e 580 recuperados.

Rotativo News/Rafael Marques
Foto: reprodução