A Bahia receberá R$ R$ 223.250.179 dos R$ 3 bilhões destinados pela Lei Aldir Blanc para apoio das atividades culturais durante a pandemia. O estado terá a maior cota entre os estados nordestinos, sendo seguido por Pernambuco (R$ 143.366.542), Ceará (R$ 138.604.782) e Maranhão (R$ 114.656.261).
Somando os nove estados, o Nordete ficará com R$ 908.407.979. A distribuição dos recursos foi divulgada nesta sexta-feira (31) pelo Ministério do Turismo, pasta a qual a Secretaria da Cultura é vinculada.
Conforme a Lei 14.017/2020 (Aldir Blanc), o valor repassado para cada estado, além do Distrito Federal, foi definido por uma equação que considerou: 20% dos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e 80% em relação à proporção da população.
O recurso poderá ser usado para pagamento de renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura – R$ 600 pelo período de três meses -, subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais – entre R$ 3 mil e R$ 10 mil – e iniciativas de fomento cultural, explicou o ministério, em nota.
A Câmara Municipal de Feira de Santana retoma as atividades legislativas na próxima segunda-feira (03), após o fim do recesso parlamentar. Conforme o Regimento Interno será aberta a 2ª etapa do 4º período da 18ª Legislatura da Casa da Cidadania, com a realização de sessões ordinárias de segunda a quarta-feira, a partir das 08h30. As sessões são transmitidas ao vivo pela TV Câmara.
Em razão das obras do Projeto Novo Centro, que estão sendo realizadas pela Prefeitura de Feira de Santana visando a requalificação de todo o centro comercial da cidade, a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) solicita aos motoristas que evitem, na medida do possível, circular pelo centro da cidade. “As obras estão avançando cada vez mais, o que dificulta a circulação de veículos”, explica o superintendente de Trânsito, Euclides Artur Andrade.
Na próxima segunda-feira ocorrerão mudanças no trânsito no centro da cidade. Quem trafega pela rua Conselheiro Franco não vai poder acessar a direita sentido praça da Bandeira – terá que seguir em frente e as opções serão a Praça dos Remédios ou a Praça Fróes da Mota.
Outra mudança: quem circula pela rua Marechal Deodoro não poderá seguir até a Praça da Bandeira; terá que entrar antes, a direita, na rua Comendador Targino, podendo seguir adiante pela avenida Sampaio.
A rua Intendente Freire, conhecida como Beco da Pererê, também ficará interditada. A opção para quem necessitar acessar a avenida Senhor dos Passos é seguir pela rua Visconde do Rio Branco.
A SMT informa ainda que no dia 5 a rua Marechal Deodoro será totalmente interditada para trânsito devido a realização de obras no local.
O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), afirmou em depoimento ao Ministério Público, que Fabrício Queiroz continuaria como seu assessor, caso “não tivesse acontecido nada de anormal”.
Os novos trechos do depoimento prestado no último dia 20 de julho foram divulgados pelo jornal ‘O Globo’ e pela TV Globo no último sábado (1). Queiroz, que foi detido em junho, está sendo investigado na Operação Furna da Onça, que foca na prática de rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
“Expectativa era que ele viesse comigo mesmo. Sempre foi uma pessoa da minha confiança. Então, se não tivesse acontecido nada de anormal como aconteceu, ele provavelmente estaria aqui comigo hoje. Então foi assim as coisas foram acontecendo nesse cronograma, e, quando explodiu essa situação dele em dezembro, no dia 6 de dezembro, obviamente que não tinha mais clima ele vir trabalhar comigo”, disse Flávio Bolsonaro.
O MP investiga se houve vazamento da operação e por isso Queiroz foi demitido do gabinete de Flávio Bolsonaro.
O filho do presidente nega ter recebido qualquer informação vazada, porém Flávio participou de uma reunião no dia 6 de dezembro na casa do empresário Paulo Marinho, dias depois da divulgação o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que identificou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz.
“Quando ele [Queiroz] pediu para sair ele falou pra mim duas coisas: ‘chefe, eu vou, eu tenho que fazer meu processo de passagem para a reserva da polícia militar’. Ele parece que tinha […], quando estava à disposição na assembleia, ele tinha que retornar à corporação . Aí ele aproveitava pra cuidar da saúde dele”, disse Flavio Bolsonaro durante depoimento.
O senador disse que procurava um advogado para ele e não para Queiroz. O empresário Paulo Marinho é o suplente de Flávio Bolsonaro no Senado.
O cantor Gusttavo Lima está convocando um time da música sertaneja e do forró para a sua quinta live no YouTube, que acontecerá neste domingo, 2, a partir das 14h. Além dos sucessos do cantor, o público irá curtir as apresentações de Matheus & Kauan, Rai Saia Rodada e Wallas Arrais. O evento vai ser em um cenário diferente das suas transmissões anteriores e será transmitido diretamente de Pernambuco para o seu canal no youtube. “Já está chegando o dia do nosso encontro e o que posso dizer é que o nosso Buteco Bohemia Sunset está sendo preparado com muito carinho para todos vocês. Teremos uma tarde inesquecível! Se preparem”, comenta Gusttavo Lima. O cantor gravou na noite da última terça-feira, 28, o seu novo DVD The Legacy.
O youtuber Felipe Neto revelou, através de sua assessoria, nesta sexta-feira (31), que recebeu duas parcelas do auxílio emergencial do governo federal por causa da pandemia do novo coronavírus.
Felipe Neto não se encaixa nos critérios para receber o benefício e, ainda de acordo com sua assessoria, não fez a solicitação. O youtuber então devolveu R$ 1200 ao Ministério da Cidadania, referente a duas parcelas de R$ 600.
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) publicou, no sábado (1°), a portaria que regulamenta a retomada das aulas e exames práticos de direção, com protocolos de segurança sanitária validados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). As autoescolas credenciadas ao Detran-BA aguardavam a liberação do órgão para a volta das atividades, que recomeçam no dia 10 de agosto, com distanciamento, uso de máscaras e álcool em gel e a proibição de acompanhantes, nos espaços onde são realizadas as avaliações dos candidatos.
Para habilitação categoria A (motos), o aluno deverá usar o próprio capacete. Está proibido o compartilhamento de capacetes das autoescolas. Antes de qualquer atividade e a cada troca de candidato, é obrigatória a higienização da motocicleta.
Para habilitação categoria B (carros), está prevista a desinfecção do veículo, antes da partida. Durante as aulas e provas práticas, as janelas do carro deverão permanecer abertas. Se for necessário, o ar condicionado poderá ser usado, desde que o filtro do equipamento esteja limpo. A cada troca de aluno, o interior do veículo deverá ser higienizado.
Um casamento acontecia normalmente quando foi interrompido no que parecia uma cena de novela: enquanto o pastor falava, uma mulher invadiu a cerimônia gritando a plenos pulmões que estava grávida… do noivo! O momento, é claro, foi gravado e parou no TikTok, onde já tem mais 1,5 milhão de visualizações.
A mulher que interrompeu a cerimônia ignorou a plateia que a olhava assustada.
– É sério, Anthony? Anthony! Você está agindo como se não me conhecesse… Eu estou com o seu bebê aqui – gritava, revoltada.
Os noivos sequer olharam para trás e o pastor tentou continuar a cerimônia. Já os convidados começavam os comentários e alguns ficaram boquiabertos.
Mas quem não deixou barato foi a madrinha do casamento, que por sinal também era filha da noiva. O pastor tenta impedir a confusão e até a noiva se coloca na frente da filha, mas a jovem desce enraivecida do altar e confronta a invasora.
– É melhor você sair do casamento da minha mãe! O que tem de errado com você? – ela gritou, logo antes de arremessar o buquê na penetra.
Uma outra madrinha ainda tentou conter a filha furiosa, mas foi arrastada pela jovem e até o véu da noiva foi levado junto.
Pelo menos nenhum convidado poderá dizer que não foi um casamento emocionante!
Surpresas em casamentos costumam ser boas… Exceto quando uma mulher invade a cerimônia e diz que está grávida do noivo, causando uma grande confusão. Assista ao momento! pic.twitter.com/RtXDuv8C2l
AFP – Quando o marido de Priscila Tomás da Silva perdeu o emprego de carregador de caminhões por causa da paralisação das atividades para conter o novo coronavírus em São Paulo, o casal enfrentou uma escolha difícil: pagar o aluguel ou alimentar os seis filhos.
Eles, então, construíram um barraco em uma nova favela na periferia norte da cidade, um símbolo da devastação que a pandemia provoca no Brasil.
A comunidade, no bairro Jardim Julieta, surgiu em um estacionamento informal para caminhões.
Há quatro meses, um grupo de novos sem-teto começou a transformá-lo em uma favela em expansão, como consequência da devastação que a COVID-19 causa no Brasil, o segundo país do mundo mais castigado pela pandemia, atrás dos Estados Unidos.
Agora, cerca de 700 famílias vivem ali. A cada dia, mais pessoas parecem chegar, carregando móveis sobre as cabeças nos becos sem pavimentação, tendo ao fundo o ruído de martelos e furadeiras, o som da construção de novos barracos feitos de madeirite, placa de compensado de madeira.
A maioria das casas ainda não tem banheiro e muitas têm lonas de plástico como telhados improvisados.
As condições são de aglomeração, a higiene é um desafio e o distanciamento social, praticamente inexistente, enfatizando a vulnerabilidade das favelas ao vírus.
Mas as pessoas se esforçam para transformá-las em lar.
Dentro de um barraco, um amontoado de tábuas cortadas com uma cama feita de pallets de madeira, Priscila, de 35 anos, carrega o filho pequeno, enquanto explica como sua família de oito pessoas se viu incapaz de pagar o aluguel de R$ 500 por mês.
“Devido à pandemia, meu marido, que é o único que trabalha, foi mandado embora. A gente não tem como pagar o aluguel porque tem seis filhos também… Ficou difícil e aí a gente veio pra cá”, relata à AFP.
‘Ele ia nos matar’ –
Os efeitos econômicos da pandemia são sentidos com mais força entre os mais pobres no estado de São Paulo, epicentro na doença no país, com quase 25% das 91.263 mortes registradas no Brasil.
Muitas pessoas com trabalhos informais, como diaristas, ajudantes de pedreiro e empregadas – cerca de 40% da força de trabalho na maior economia da América Latina – praticamente perderam toda a sua renda quando as medidas de quarentena as impediram de trabalhar.
Muitos países suspenderam os despejos de inquilinos nestes casos.
Mas no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro vetou uma lei similar em junho.
Na favela de Jardim Julieta, muitos moradores dizem ter ficado se opções.
Joyce Pinto, de 27 anos, perdeu o trabalho informal em uma gráfica quando São Paulo entrou em quarentena, deixando-a sem creche para a filha de dois anos.
“E tive que ficar em casa. Foi faltando o dinheiro do aluguel”, contou Joyce.
“Ele (o proprietário da casa antiga) tava me ameaçando”, relata seu marido, Gilmar Chaves, de 29 anos, que vivia de bicos e está sem trabalho.
Joyce o interrompe.
“Ele ia matar ele (o marido) e minha filha”, conta, com os olhos cheios de medo.
Então, eles pegaram dinheiro emprestado com a mãe dela para a madeirite e construíram o barraco.
Epidemia, favela e despejo se repetem –
Desde que a pandemia começou, os novos sem-teto também começaram a invadir um prédio abandonado no centro da cidade de São Paulo.
De fato, ao longo do tempo, epidemias e pestes têm empurrado os pobres no Brasil a residir em favelas e outros assentamentos informais, afirma o arquiteto Lino Teixeira, coordenador de políticas urbanas do Observatório das Favelas, um grupo de pesquisas e defesa da moradia na região metropolitana de São Paulo.
“Historicamente, as pandemias estão ligadas à formação das favelas e à formação de políticas de remoção. No Rio de Janeiro, a própria formação da favela está ligada a um conjunto de epidemias urbanas, desde a febre amarela até a gripe espanhola, a varíola, depois o sarampo”, relata.
Frequentemente, os pobres são novamente despejados de seu território recém-reivindicado. E 2020 não é uma exceção.
“O que a gente tem visto é um ciclo vicioso. O agravamento da crise econômica, que já vinha acontecendo, se agrava agora com a pandemia. Aí a pessoa não consegue arcar com os custos do aluguel, acaba sendo despejada, e acaba ocupando algum espaço, que provavelmente é ambientalmente frágil, e logo em seguida vem a remoção”, explica Talita Gonzales, pesquisadora do Observatório de Remoções, um grupo de defesa do direito à moradia.
Em São Paulo, a maior cidade da América do Sul, mais de 2.500 famílias foram despejadas ou ameaçadas de despejo durante a pandemia, mesmo com as recomendações do governo para que todos permaneçam em casa, segundo o grupo.
As autoridades já emitiram ordens de despejo para os moradores da favela do Jardim Julieta. O prazo vence em 7 de agosto.
Mas muitos não têm aonde ir.
“Aqui a gente ainda tem uma cobertura, né? Mesmo que de madeirite, telha simples, mas estamos cobertos”, diz Luciene dos Santos, de 42 anos, auxiliar de cabeleireira desempregada.
“Se não ficarmos aqui, vamos pra onde? Viver embaixo da ponte como muitos aí?”, questiona.
Integrante dos pesos-pesados do UFC, o lutador baiano Carlos Boi, de 25 anos, irá entrar novamente no octógono no dia 3 outubro para enfrentar o cabo-verdiano Yorgan Castro. O local ainda não foi definido pela entidade.
Essa será a segunda luta de Carlos Boi no UFC. Ele estreou na organização no dia 18 de julho e acabou derrotado pelo moldavo Sergey Spivak.
Natural de Feira de Santana, Carlos Boi foi contratado pelo UFC em 2017. Porém, ele ficou dois anos suspenso após testar positivo em um exame antidoping.