SÃO PAULO, 27 DEZ (ANSA) – O atacante do Paris Saint-Germain e da seleção brasileira, Neymar, está fazendo uma mega festa de fim de ano para cerca de 500 pessoas em Mangaratiba, no Rio de Janeiro. Segundo o colunista Ancelmo Góis, do jornal “O Globo”, e o portal “UOL”, o evento começou no dia 25 de dezembro e segue até o dia 1º de janeiro.
O jogador contratou artistas para tocar em cada um dos dias do evento e montou uma estrutura com proteção acústica para não causar reclamações de vizinhos, segundo a mídia. No entanto, para evitar que imagens da festa vazem para o público em geral, o atacante proibiu que os convidados usassem os celulares no evento.
A mega festa ocorre em um momento em que o Brasil passa por uma forte “segunda onda” de casos e mortes de Covid-19 e que aglomerações devem ser evitadas.
O Rio de Janeiro é o segundo estado do país em número total de casos e mortes, com 420.075 e 24.905, respectivamente, mas é o que apresenta a maior taxa de letalidade desde o início da pandemia, com 5,9% – mais do que o dobro da média nacional, que é de 2,6%. (ANSA).
A Bahia é o terceiro estado do Brasil com maior número de casos de Covid-19, de acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, neste domigo (27). O balanço mostrou que o país possui 7,5 milhões casos confirmados da doença e mais de 190 mil mortes registradas, no acumulado.
O estado de São Paulo tem o maior número de casos confirmados da doença com 1,5 milhões e mais de 45 mil mortes, seguido de Minas Gerais, meio milhão de casos e mais de 11 mil óbitos), Bahia quase meio milhão de casos e 9 mil óbitos).
Um verdadeiro “congestionamento” aéreo se formou no sul da Bahia neste final de semana após um aumento no número de aeronaves que se deslocaram para o litoral. Apesar de nesta época ser tradicional um aumento no fluxo, o observado em 2020 surpreendeu.
Segundo o Areoin, o tráfego foi tão intenso que várias aeronaves tiveram que orbitar aguardando a liberação do pátio. Os destinos dos são os aeroportos da Costa Sul da Bahia, como Porto Seguro, Trancoso (Terravista), Ilha de Comandatuba e Ilhéus.
O aplicativo de rastreamento de voos FlightRada24 chegou a registrar 15 aviões executivos com destino ao sul baiano no final da tarde deste sábado (26).
A “revoada” causou, inclusive, a suspensão dos pousos devido à falta de espaço no pátio, e as aeronaves foram instruídas a aguardar em órbita e, quando pousassem, teriam que apenas desembarcar os passageiros, abastecer se necessário e decolar novamente, sem ficarem estacionadas.
nício da série histórica na análise econômica dos Municípios, pelo IBGE, foi em 2002) Feira de Santana ocupa o terceiro lugar entre os maiores PIBs da Bahia, atrás apenas de Salvador e Camaçari. A alavanca da economia de Feira de Santana, de acordo com o órgão de estatísticas, se deu nesse período, com força equivalente, no setores industrial (cresceu de 2,9% em 2002 para 4,5% em 2018 do valor gerado no Estado) e serviços privados (de 4,8% para 6,4%).
Análise: o que levou Feira a ‘era de ouro’ da economia, segundo José Ronaldo
O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, esteve à frente da gestão em 12 dos 17 anos analisados pelo IBGE, em seu estudo. Ele tem uma análise dos principais fatores que teriam elevado o patamar econômico do município neste período e acredita que os méritos são compartilhados, entre o Governo e a iniciativa privada: “Tivemos o resgate da credibilidade da administração pública, que propiciou melhores condições para os investimentos, mas o mercado, nos mais diversos setores, observou esse novo cenário e soube explorar o seu potencial”.
Para Ronaldo, tem papel fundamental, entre os fatores que desencadearam o recente desenvolvimento econômico de Feira de Santana, o Polo Universitário e de Saúde em que se tornou a cidade, “tanto quanto as numerosas obras públicas realizadas pela Prefeitura e a política de incentivos fiscais implantada pela gestão, que proporcionaram forte geração de emprego e renda durante o período avaliado pelo IBGE”.
Além de estimular o mercado de serviços, as medidas de atração de investimentos pelo poder público, segundo o ex-prefeito, foram decisivas para a chegada de novas indústrias e ampliação de outras em sua capacidade de produção. No comércio, lembra o gestor, o início dos anos 2000 é marcado pelo despertar dos grandes atacadistas nacionais, lojas de departamentos e redes do segmento farmacêutico. Sem esquecer, ele acrescenta, “que o nosso Município também vivencia, nesta ‘era de ouro da economia’, a explosão da construção civil através de dezenas de condomínios, desde os de médio e alto padrão, aos populares do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal”.
Fonte: site Jornal Grande Bahia
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 20 recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 17.295 pacientes livres da doença, índice que representa 89% dos casos confirmados. Além disso, foram registrados 26 exames negativos para o vírus e 95 casos positivos.
Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 11 e 15 de dezembro que estavam aguardando resultado do laboratório.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 81 pacientes internados no município e 1.738 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (27).
Um Decreto recente do governador Rui Costa, alterando o nome de algumas escolas estaduais na Bahia, causou desconforto. Figuras importantes da história da Bahia foram esquecidas pelo Decreto estadual.
Em um desses casos é no município de Uauá, onde a escola estadual Coronel Jerônimo Rodrigues Ribeiro passou a ser denominada de Colégio Integração Lagoa do Pires.
No caso específico de Uauá, o Decreto de Rui Costa tenta passar uma borracha na história de um dos maiores benfeitores daquele município.
O Coronel Jerônimo Rodrigues Ribeiro, além de muitos serviços prestados a Uauá, também é pai de uma das pessoas mais conhecidas e admiradas em Feira de Santana: a irmã Rosa Aparecida Borges Ribeiro, a irmã Rosa, do Dispensário Santana.
Há 46 anos em Feira de Santana, Irmã Rosa tem uma bela história de amor com nosso município e com a Bahia. Começou a trabalhar no asilo Nossa Senhora de Lourdes e depois no Colégio Padre Ovídio, onde ficou por 12 anos até chegar ao Dispensário Santana. São mais de 30 anos dedicados ao Dispensário, que hoje é uma das maiores obras sociais do Brasil. Um projeto que começou com os sonhos da jovem noviça pelas ruas, pelas comunidades mais carentes e que se tornou um sonho concreto e material, com atividades de apoio a crianças, mulheres, homens e idosos de Feira de Santana. Nem isso o governador levou em conta.
Em Uauá a troca do nome não foi bem aceita pela maioria da população. Até porque a alteração nada de concreto trará em benefício da instituição e dos alunos.
O Coronel Jerônimo foi grande líder político e personalidade histórica de Uauá. Jerônimo Ribeiro foi prefeito do município por quatro mandatos: 1948 a 1951; de 1955 a 1959; de 1962 a 1966; e de 1970 a 1972.
Faleceu em 2015 e deixou grande legado. “Foram anos repletos de muita história para contar; experiência, integridade, cultura, poesia que aflora com abundância em palavras cheias de sabedoria! Autodidata das letras, não precisou esquentar os bancos das faculdades para falar como escritor e acadêmico. Ouvi-lo falar ou declamar longos versos, era como sentir o som agradável das águas de um manancial que banha com suavidade as pedras de uma cachoeira, em seguida projetando-se numa queda livre, sonora e linda, como a proclamar os encantos da vida”, diz trecho de matéria publicada em sites locais à época de sua morte.
A portaria do governo Rui Costa também retirou o nome de Luiz Eduardo Magalhães e de Antônio Carlos Magalhães de algumas escolas estaduais. Uma atitude desnecessária, em um setor que apresenta índices sofríveis como é a Educação na Bahia.
Fonte: site O Protagonista FSA
Cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos estão na última fase dos testes de um medicamento que pode dar imunidade instantânea ao coronavírus, evitando, assim, que uma pessoa que teve contato recente com alguém infectado desenvolva a doença.
A droga, criada pela farmacêutica AstraZeneca e chamada de AZD7442, é uma combinação de dois anticorpos monoclonais, feitos em laboratório a partir de anticorpos de pessoas que se recuperaram da covid-19.
A ideia é avaliar a ação da droga em pessoas que tiveram exposição recente ao vírus, mas ainda não desenvolveram os sintomas. O remédio impediria a doença de se manifestar ao combater a ação viral logo no início, agindo como uma profilaxia pós-exposição.
Outro protocolo de pesquisa da farmacêutica tem como objetivo testar a droga em pessoas que ainda não tiveram contato com o vírus, para que sua ação preventiva seja investigada.
Nos dois casos, o medicamento tem como alvo a proteína spike do vírus, responsável por sua entrada na célula humana. “A proteína spike do SARS-CoV-2 contém o RBD (domínio receptor-obrigatório) do vírus, que permite que o vírus se ligue a receptores nas células humanas. Ao alvejar esta região da proteína spike do vírus, os anticorpos podem bloquear a ligação do vírus às células humanas e, portanto, espera-se que bloqueiem a infecção”, explica a farmacêutica nos protocolos das estudos registrados no site clinicaltrials.gov, plataforma de pesquisas clínicas do governo americano.
O remédio está na fase 3 de testes clínicos, mas etapas anteriores da pesquisa demonstraram que essa imunidade conferida pela droga não seria permanente – duraria de seis a 12 meses, de acordo com a AstraZeneca.
Ainda de acordo com os protocolos de pesquisa, a fase 3 dos testes (a última antes do registro do remédio) foi iniciada em novembro, (para os casos de pessoas sem exposição prévia) e dezembro (nos pacientes que foram expostos ao patógeno). Juntos, os dois estudos envolverão cerca de 6 mil voluntários.
Caso tenha sua eficácia comprovada, o medicamento seria especialmente útil em situações como a de idosos moradores de instituições de longa permanência que tiveram contato com algum caso positivo no ambiente. Eles poderiam receber a droga antes que o vírus começasse a causar estrago.
De acordo com reportagem do jornal britânico The Guardian, os anticorpos em testes estão sendo administrados em duas doses e poderiam ser usados até oito dias depois da exposição ao vírus. Cientistas do Reino Unido afirmaram ao jornal que acreditam que a droga passa estar disponível no mercado entre março e abril caso demonstre sua eficácia e segurança nos testes clínicos.
A pesquisa PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de dezembro, indica que a avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro voltou a indicar melhora. Agora, 47% da população diz aprovar sua gestão, ante 42% no levantamento realizado um mês antes.
Já os que desaprovam são 46%. Há um mês, eram 48%. A variação foi negativa dentro da margem de erro do estudo, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.
Os que cursaram até o ensino fundamental (56%) e os moradores da região Norte (66%) são os estratos em que observam-se as maiores taxas de aprovação à gestão bolsonarista.
Já os que têm de 16 a 24 anos (55%), os que cursaram o ensino superior (66%), os moradores da região Nordeste (58%) e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (82%) são os que mais rejeitam.
O prefeito de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, Herzem Gusmão (MDB), foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no fim da tarde deste sábado (26). Gusmão está internado para tratar o coronavírus.
O emedebista foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de dezembro e foi internado 11 dias depois. De acordo com a assessoria do prefeito, em nota, o quadro de saúde dele é “estável com boa performance hemodinâmica, recuperando a função pulmonar após pneumonia secundária, em ventilação espontânea com necessidade de oxigênio suplementar”.
O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um levantamento especial das músicas mais tocadas em shows realizados no país nos últimos 10 anos.
A música Ai se eu te pego, do empresário e compositor feirense Antônio Dyggs, e lançada em 2011, está em segundo. A música interpretada pelo sertanejo Michel Teló, é conhecida internacionalmente e ganhou versões em vários idiomas. “Ai se eu te pego” foi eleita pela Billboard como uma das 50 melhores músicas latinas da década, foi indicada ao Grammy Latino, venceu um prêmio Multishow, entre outros diversos destaques da música.
Em primeiro lugar no levantamento do Ecad está a canção Não quero dinheiro, do Tim Maia, e em terceiro está Praieiro, de Manno Góes.
Em quarto lugar no ranking está a música lançada há 8 anos, “Balada”, do compositor feirense Cassio Sampaio, e consagrada na voz de Gusttavo Lima.
Oito anos após o mundo tomar conhecimento do maior hit que Gusttavo Lima já emplacou nas paradas de sucesso, Cássio Sampaio continua na cena do entretenimento com diversas músicas gravados por artistas famosos como, Naiara Azevedo, Wesley Safadão, Xand Avião, Lucas Lucco, João Neto & Frederico, Edson & Hudson, Gabriel Gava, Unha Pintada, Anna Catarina, e vários outros.
Hoje, Cássio mora em Feira de Santana, tem 40 anos, é casado, tem um filho de 8 anos e uma filha de 9. Ele ainda compõe, mas se dedica mais às empresas que tem. De acordo com ele, mais de 70% dos direitos recebidos vêm do exterior.
Confira o ranking das 5 músicas mais tocadas em Shows nos últimos 10 anos em todas as regiões do Brasil:
1- Não quero dinheiro (Tim Maia)
2- Ai se eu te pego (Sharon/A. Dyggs/Amanda Cruz/Aline Medeiros/Karine Vinagre/Duda)
3- Praieiro (Manno Góes)
4- Balada (Cassio Sampaio)
5- País tropical (Jorge Ben Jor)