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[Bahia registra 30 óbitos e 748 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h]
Foto : Camila Souza/GOVBA

A Bahia registrou nas últimas 24 horas 748 novos casos de Covid-19 e mais 30 óbitos pela doença, segundo dados divulgados hoje (28) pela Secretaria de Saúde do Estado.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 9.041. Dos 484.485 casos confirmados desde o início da pandemia, 469.734 já são considerados recuperados, 5.710 encontram-se ativos.

Entre os diagnosticados com a doença na Bahia, 36.185 profissionais da saúde foram confirmados com a Covid-19.

Dos 1.987 leitos disponíveis para tratamento do coronavírus, 1.247 possuem pacientes internados. A taxa de ocupação de leitos de UTI Covid para adultos no estado é de 77%.

Informações: Metro1


Fotos: Wevilly Monteiro

O impacto no trânsito e no dia a dia dos moradores com o reinício da construção da rede de drenagem pluvial foi discutida na manhã desta segunda-feira (28), por representantes de órgãos da Prefeitura.

Os técnicos avaliaram alternativas de deslocamento para os moradores, bem como a entrada e saída de condomínios. A obra terá 300 metros na rua Artêmia Pires, e outros 350 metros na rua Arlindo Dantas.

“Vamos avaliar a possibilidade do trânsito nestes trechos seja mão única”, afirmou o superintendente da SMT, Artur Andrade. Os estudos também observarão as alternativas de acesso à região a partir da avenida Noide Cerqueira.

Ele ainda disse que, ao longo dos últimos anos, a Artêmia Pires se tornou a principal via daquela região, que cresceu muito nos últimos anos, em termos habitacionais.

Dois condomínios têm suas entradas e saídas voltadas para a Artêmia Pires e outro na Arlindo Dantas. “Vamos conversar com moradores para que estes acessos temporariamente sejam pelas laterais”.

Comentou que como esta é uma obra de longa duração, os lados devem estar em acordo, devido aos impactos que acontecerão ao longo da construção. “É uma situação que precisa ser estudada”.

O reinício da obra, segundo o superintendente, está previsto para depois dos resultados destas observações. Participaram do encontro pessoal da SMTT, Sedur e da Agência Reguladora de Feira de Santana.

Informações: Secom


Fotos: Wevilly Monteiro

Pistas para caminhadas e ciclismo, um saudável contato com a natureza e a manutenção de um espelho d`água que também vai proporcionar uma bela visão do por do sol. Tudo isso reunido num grande projeto que já começou a ser executado na Lagoa Salgada, com acesso pela avenida Nóide Cerqueira.    

“Começamos com a construção das pistas, que também servirão como delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) do local. Serão três, a de ciclismo e de caminhada vão circundar toda a lagoa, enquanto a terceira servirá para acesso de veículos”, explica o secretário de Meio Ambiente, Arcênio de Oliveira.     

O secretário acrescenta que o parque terá também equipamentos de ginástica destinados para pessoas da terceira idade e brinquedos para crianças. “Numa etapa mais adiante, está previsto ainda o aproveitamento da lagoa para esportes náuticos com embarcações”, destaca.   

“Será um local muito aprazível, excelente para lazer esportes, bem como para contemplar um belíssimo por do sol, que é amplamente visível naquela região”, afirma Arcênio Oliveira.   

Informações: Secom


Com César Oliveira.


Bolsonaro participará de jogo beneficente "Natal Sem Fome" | Brasil |  Pleno.News

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou dos fabricantes das vacinas o pedido de registro delas na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele defende que a responsabilidade da oferta dos imunizante são dos “vendedores” e que o Brasil é uma grande oportunidade de mercado consumidor.

O presidente ainda reafirmou não se sentir pressionado pelo início das campanhas de vacinação pelo mundo e voltou a dizer que não apressará a Anvisa.

Após ser criticado por dizer que não se sente pressionado pelo fato de outros países já terem iniciado a imunização de suas populações, o presidente esclareceu, neste domingo (27), que “tem pressa” por uma “vacina segura, eficaz e com qualidade”. A publicação foi feita em seu Facebook. Bolsonaro encerrou sua publicação reafirmando que vacina será gratuita, e não obrigatória.

Bolsonaro ainda usou suas redes para, mais uma vez, esclarecer uma polêmica levantada por diversos veículos de imprensa acerca de uma declaração dele. O episódio da vez se refere a uma frase dita pelo líder, no último sábado (26), em que ele afirmou que não dava “bola” para a pressão sofrida para iniciar logo a vacinação da Covid-19.

Após o chefe do Executivo dizer “eu não dou bola para isso”, diversos veículos de mídia, entre eles a Folha de São Paulo, citada por Bolsonaro, trataram a fala como se fosse uma manifestação de desprezo pela vida ou pela vacina, sem contextualizar completamente a declaração dada e em que momento ela aconteceu.

O contexto da fala, na verdade, foi de resposta a uma pergunta feita ao chefe de Estado sobre se ele achava que sofreria pressão por conta de a vacinação já ter começado em outros países. Na ocasião, Bolsonaro respondeu que não se importava com qualquer tentativa de apressá-lo, mas que iria resolver a situação com razoabilidade e responsabilidade.


A Polícia Militar não irá tolerar qualquer tipo de festa e aglomerações', reforça  comandante-geral da Bahia -

O comandante-geral da Polícia Militar, Anselmo Brandão, reforçou que a corporação está empenhada em coibir a realização de festas, como determinado pelo governador Rui Costa (PT). O objetivo é impedir eventos que aumentem as taxas de transmissão do coronavírus no estado.

“A Polícia Militar não irá tolerar qualquer tipo de festa e aglomerações que venham a perturbar a ordem pública e colocar em risco a vida das pessoas”, frisou Brandão em vídeo divulgado nas redes sociais, nesta segunda-feira (28). Ele ressalta que o objetivo da corporação é “preservar vidas, manter a ordem e dar segurança a todos os baianos e turistas” que estão visitando o estado.

Como exemplo da ação da PM, o comandante-geral citou a atuação dos agentes em Porto Seguro, relatando que a polícia já evitou “diversas festas” na cidade. Destino turístico de milhares de pessoas nessa época do ano, o município do Extremo Sul da Bahia já registra uma série de eventos e aglomerações em seus distritos, a exemplo de Caraíva.


O  Governo do Estado deve “reconhecer” a votação do candidato a prefeito Zé Neto, nas últimas eleições em Feira de Santana, diz o vereador Alberto Nery (PT).  Em entrevista de fim de ano à Assessoria de Comunicação da Câmara, ele diz que o governador Rui Costa deve “acreditar mais no seu grupo político” nesta cidade, comandado pelo deputado federal e seu correligionário, para que “um dia possamos geri-la”. Nery considera expressivo o crescimento obtido nas urnas, pela chapa majoritária de oposição, saindo de 15% dos votos em 2016 para 45% em 2020, “em uma campanha limpa, sem compra de votos, sem se corromper, ouvindo as pessoas”. Garante que vai lutar para que Feira de Santana possa ter, junto ao Governo do Estado, “o reconhecimento que o povo merece”. Detentor de dois mandatos consecutivos na Câmara de Feira de Santana, o representante sindical dos rodoviários não conseguiu a reeleição, mas assegura que continuará trabalhando e “fazendo a política do bem, atendendo às solicitações do povo”. Acredita que, em seus dois mandatos, contribuiu  com  o crescimento da cidade, e, mesmo sendo vereador de oposição,  buscou valorizar a  Casa da Cidadania, apresentando emendas ao orçamento do Município voltadas aos anseios da comunidade. “Foi um trabalho de responsabilidade, garantindo o direito das pessoas mais carentes, defendendo e lutando por um transporte público de qualidade, pela utilização dos recursos usados com mais transparência e o tratamento igualitário para a cidade  e o campo”, afirma.  

COBRAR E FISCALIZAR PROMESSAS DE COLBERT

Sobre o novo mandato do prefeito reeleito Colbert Martins Filho, Nery espera que ele cumpra as promessas feitas na campanha eleitoral. Lembra que há compromisso de construir e ou reformar 50 mil casas. “Também  Disse ao povo de Feira de Santana que criaria um transporte que interligaria bairro e centro em 30  minutos pelo BRT, prometeu duplicar a Avenida Artêmia Pires e reformular o centro da cidade”, recorda. Apesar de não ter sido reconduzido à Casa pretende continuar na política e que irá “cobrar e fiscalizar estas promessas”. Segundo ele,  hoje muitos pais e mães de família estão desempregados “por falta de uma gestão pública comprometida com a classe trabalhadora” – referindo-se às demissões efetuadas pelas empresas de transporte coletivo.  

COVID-19: “MANTENHAM FIRME O DISTANCIAMENTO”

Nery lamenta o momento triste que o mundo está passando, por conta da contaminação do coronavírus,  e pede que as pessoas mantenham firmes  o distanciamento e  “aquilo que ainda consegue nos dar um pouco de segurança”, o uso da máscara e equipamentos de proteção indicados pelos órgãos de saúde. “É uma doença que não vemos, mas faz milhares de vítimas em nosso país e nosso estado”, assinala, na esperança de que dentro de pouco tempo “teremos uma vacina e então poderemos voltar a nos abraçar, pegar na mão dos amigos,  pois por conta da pandemia fizemos uma campanha fria, distante do povo, sem o corpo a corpo, como estávamos acostumados a fazer”.  
Assista à entrevista em vídeo no link a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=r9BzAxQ6n7o&t=8s


Pesquisa que ficou renegada por anos deu base para a vacina mais eficaz -  Aqui Notícias

A tecnologia que propiciou o desenvolvimento de vacinas altamente eficazes contra a covid-19 em tempo recorde é novidade para a maioria de nós, leigos, mas já faz parte da vida da bioquímica húngara Katalin Karikó há décadas. A cientista que hoje é aclamada internacionalmente como uma das pesquisadoras que pavimentaram o caminho para os imunizantes contra o coronavírus foi, por anos, alvo de descrédito daqueles que achavam que a técnica pesquisada por ela não tinha futuro.

Estudiosa do chamado RNA mensageiro (mRNA), plataforma utilizada nas vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna, Katalin, hoje com 65 anos, passou a maior parte da sua carreira recebendo recusas de financiamento para os seus projetos.

O mRNA é um material genético sintetizado em laboratório que tem a função de “levar instruções” para as células agirem. No caso da vacina contra a covid-19, ele induz as células a produzirem uma proteína do vírus que será reconhecida pelo sistema imunológico como uma ameaça, o que levará à produção de anticorpos.

A descoberta do mRNA, na década de 1960, foi recebida com entusiasmo pela comunidade científica, mas sua possível aplicação em pesquisas com humanos foi perdendo força por dois problemas: sua instabilidade e sua toxicidade, como explica Luís Carlos de Souza Ferreira, responsável pelo laboratório de desenvolvimento de vacinas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. “É um material que se degrada muito fácil e é muito reativo, causa uma reação inflamatória exagerada. Naquela época, você aplicava em animais e eles morriam. Então, era arriscado testar em humanos”, explica o pesquisador.

Apesar dos desafios no uso da tecnologia, Katalin decidiu migrar da Hungria para os Estados Unidos em 1985, na esperança de encontrar um ambiente científico mais propício a seus estudos inovadores. A descrença, no entanto, se repetiu. Sem recursos para suas pesquisas, ela foi ameaçada de deportação por desentendimentos com um dos seus chefes, na Universidade Temple, na Filadélfia.

Em seguida, foi trabalhar na Universidade da Pensilvânia, mas sua insistência em um tema de pesquisa considerado fracassado fez com que ela fosse rebaixada de cargo em 1995. “Geralmente, nesse ponto, as pessoas simplesmente dizem tchau e vão embora, porque é muito horrível”, disse ela ao site Stat News. “Eu ganhava menos do que o técnico do laboratório”, contou Katalin, que na época já era pós-doutora.

Mas a cientista não desistiu. Estava empenhada em descobrir uma forma de driblar os problemas de instabilidade e toxicidade do RNA mensageiro e tornar seu uso viável em humanos.

Nos anos 2000, conseguiu se associar a Drew Weissman, um renomado imunologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia. Juntos, eles descobriram qual nucleotídeo (conjunto de moléculas do RNA) provocava a reação inflamatória exagerada e o substituíram por uma molécula sintética sem o mesmo potencial tóxico.

Nos testes em animais, não houve reação inflamatória significativa, o que indicava que a dupla finalmente havia descoberto uma forma de usar o potencial do mRNA sem causar dano. A instabilidade do RNA foi solucionada com o encapsulamento do material em uma camada de lipídios (células de gordura). Os achados foram publicados em revistas científicas a partir de 2005, mas demorou até que outros pesquisadores dessem a devida atenção ao tema.

Pesquisa que ficou renegada por anos deu base para a vacina mais eficaz  contra coronavírus | Asmetro-SN

Nova fase
Somente a partir de 2010, duas biotechs fundadas por acadêmicos, uma na Alemanha e outra nos EUA, decidiram apostar na ideia. Seus nomes? BioNTech e Moderna, justamente as primeiras empresas a apresentarem resultados extraordinários de eficácia de uma vacina contra a covid-19 (95% e 94%, respectivamente).

Em 2013, Katalin, perto dos 60 anos, foi convidada a trabalhar na BioNTech, que testava a tecnologia de RNA em tratamentos contra o câncer. Com a chegada da pandemia, a húngara, já no cargo de vice-presidente da empresa, participou do desenvolvimento da vacina feita em parceria com a Pfizer. Não havia nenhum imunizante registrado no mundo usando a tecnologia do RNA.

Vacina: Trump diz que Moderna foi aprovada, mas FDA não se manifestou

Redenção
Os resultados de eficácia acima de 90%, anunciados em novembro, surpreenderam até mesmo cientistas envolvidos no projeto. “Foi uma surpresa para todo mundo. A gente esperava uma vacina de 60% a 70% de eficácia, o que já é um índice excelente, mas ter mais de 90% foi muito gratificante, o que, até anos atrás, seria impossível se não fossem esses estudos de biologia molecular”, diz Cristiano Zerbini, diretor do Centro Paulista de Investigação Clínica e pesquisador principal do estudo da vacina da Pfizer/BioNTech em São Paulo.

Para Jorge Kalil, professor titular da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), a história das vacinas de RNA demonstra a importância do investimento em ciência básica.

“As pesquisas de Katalin e de outros colegas, que avançaram no conhecimento do RNA mensageiro, foram fundamentais para que conseguíssemos chegar tão rápido a uma vacina eficaz. É comum que temas disruptivos gerem desconfiança da comunidade científica porque vão contra os conhecimentos que existem na época. Como aconteceu com ela, acontece com muitos cientistas. É preciso ser perseverante”, diz ele.

Vacina contra covid-19: Leia íntegra do plano de vacinação do governo

Próximos passos
Mesmo após participar da descoberta que pode ser uma das mais importantes do século, Katalin continua na missão de ampliar o uso da tecnologia. “Estou esperançosa de que, agora, que há tanto interesse e entusiasmo por esta pesquisa, será possível desenvolver e testar a tecnologia para prevenção e tratamento de outras doenças”, declarou ao site da Universidade da Pensilvânia. Ela disse ainda que só conseguirá comemorar a conquista quando a pandemia for controlada. “Vou celebrar de verdade quando todo esse sofrimento humano e esses tempos terríveis acabarem”, disse.

Ao menos uma luz no fim do túnel já começa a aparecer. Em menos de um mês, 3,2 milhões de pessoas no mundo foram imunizadas com a vacina da Pfizer/BioNTech. No último dia 18, a própria Katalin entrou para esse grupo. Ao lado de Weissman, seu parceiro de pesquisa, ela recebeu a vacina que ajudou a criar. “Estou feliz e honrada. Sou mais uma cientista básica, mas sempre quis fazer algo para ajudar os pacientes.” Depois de tanta espera, Katalin finalmente conseguiu.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Foto: PR/Anderson Riedel

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou dos fabricantes das vacinas o pedido de registro delas na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele defende que a responsabilidade da oferta dos imunizante são dos “vendedores” e que o Brasil é uma grande oportunidade de mercado consumidor.

– O Brasil tem 210 milhões de habitantes; um mercado consumidor, de qualquer coisa enorme. Os laboratórios não tinham que estar interessados em vender para a gente? Por que eles, então, não apresentam documentação na Anvisa? Pessoal diz que tenho que… Não, não. Quem quer vender… Se eu sou vendedor, eu quero apresentar – afirmou ele antes de pegar um voo para Santos (SP).

O presidente ainda reafirmou não se sentir pressionado pelo início das campanhas de vacinação pelo mundo e voltou a dizer que não apressará a Anvisa.

– Falei que não estava preocupado com pressão. Falei mesmo. Porque nós temos que ter responsabilidade. Certas coisas não podem ser correndo, você está mexendo com a vida do próximo. Se eu vou [à] Anvisa, que é um órgão de Estado, [e digo] “corre aí”, eu estou interferindo – argumentou.

VACINAÇÃO NO MUNDO
Até a tarde desta segunda-feira (28), 43 nações já tinham iniciado suas campanhas de imunização. Entre elas estão o Reino Unido, os EUA, Israel, a Rússia, o México, o Chile, a Arábia Saudita e outros 27 países da União Europeia. Dos 43 países, 39 estão utilizando a vacina da Pfizer/BioNTech, que apresentou 95% de eficácia nos estudos clínicos.

Informações: Pleno News


Conquista: Herzem Gusmão é transferido para São Paulo para tratamento de Covid-19

Foto: Reprodução

O prefeito de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Herzem Gusmão, foi transferido no final da tarde deste sábado (26) para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Acometido pela Covid-19, Herzem Gusmão vai dar continuidade ao tratamento em um dos hospitais de referência da capital paulista.

Segundo nota da assessoria da prefeitura, o quadro de saúde dele é “estável com boa performance hemodinâmica, recuperando a função pulmonar após pneumonia secundária, em ventilação espontânea com necessidade de oxigênio suplementar”, diz trecho da nota.

Gusmão foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de dezembro e passou a ficar hospitalizado 11 dias depois.

Informações: Bahia Notícias