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Monica Calazans, de 54 anos, foi a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil

Foto: Reprodução

Pleno News- Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da CoronaVac, o governador de São Paulo, João Doria, “correu” para vacinar a primeira pessoa contra a Covid-19 no Brasil. Ele participou de um evento, transmitido pela TV, onde Monica Calazans, de 54 anos, enfermeira no Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, foi imunizada.

Por unanimidade, a Anvisa aprovou o uso do imunizante, produzido em parceria entre o Instituto Butantan e a Sinovac, neste domingo (17). De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Monica Calazans faz parte do grupo de risco: é obesa, hipertensa e diabética.

A vacina foi aplicada antes do Plano Nacional de Imunização. Além da enfermeira, outras pessoas também foram vacinadas pelo governo de São Paulo.

Após a vacinação, Doria fez uma coletiva e ressaltou a “vitória importante”.

– Hoje foi uma vitória importante. A vitória da vida. Que sirva de lição para os negacionistas, para os que não têm compaixão, para os que não tem amor no coração (…) É uma conquista que fortalece milhões de pessoas que defendem a vida – disse.


Estudantes terão até as 19h deste domingo para concluir primeira prova

Foto: Divulgação

Agência Brasil- O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desta edição é O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira, conforme divulgou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os candidatos têm até as 19h para concluir as primeiras provas, aplicadas neste domingo (17).

A aplicação da versão impressa do Enem teve início hoje e a segunda prova será no próximo domingo. A prova de hoje começou a ser aplicada as 13h30 e os estudantes terão até as 19h para terminá-la.

Neste domingo, os participantes fazem as provas objetivas de linguagens e ciências humanas, com 45 questões cada, além da redação.

Correção

As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma vale 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Cada prova passa por dois corretores. Caso haja uma diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.

Confira os temas das redações de anos anteriores: 

Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana

Enem 2011:  Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI

Enem 2013:  Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil

Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet

Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil

Enem

O Enem avalia o desempenho escolar ao final da educação básica. A estrutura do exame conta com uma redação e questões das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. O Enem Digital 2020 será aplicado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. No total, considerando as duas versões (impressa e digital), o Inep confirmou 5.783.357 inscrições para o Enem 2020.


Foto: Marcos Maluf/Pera Photo Press/Estadão Conteúdo

CNN Brasil- Por unanimidade, a diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou, com ressalvas, neste domingo (17), o uso emergencial das vacinas de Oxford/AstraZeneca e da Coronavac. Com a decisão, as vacinas poderão agora ser aplicadas na população brasileira.

Para a liberação do uso emergencial dos imunizantes eram necessários três votos dos cinco possíveis na diretoria da Anvisa. Antônio Barra Torres, Cristiane Rose Jourdan Gomes, Alex Machado Campos, Romison Rodrigues Mota e Meiruze Freitas, relatora da solicitação, deram parecer favorável.https://d-3475684067343938942.ampproject.net/2012301722001/frame.html

A diretora da Anvisa Meiruze Freitas, relatora dos pedidos de uso emergencial das vacinas, foi a primeira a votar neste domingo, e deu parecer favorável à aprovação do uso emergencial temporário dos imunizantes. Ela foi seguida, então, pelos seus colegas, inclusive o diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres, que fechou a votação.

“Ressalvadas algumas incertezas pelo estágio das vacinas em desenvolvimento, os benefícios das duas candidatas superam os riscos e ambas atendem os critérios de eficácia e segurança”

Meiruze Freitas, diretora da Anvisa e relatora da análise dos pedidos

Os votos seguiram as recomendações de três áreas técnicas da Anvisa: a Gerência-Geral de Medicamentos, a Coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos e a Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária.

Em suas recomendações, as áreas técnicas afirmam que aprovaram o uso, mas que será preciso acompanhar a evolução das duas vacinas.

“Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certifica”

Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa

Análise da eficácia das vacinas

O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que, apesar da falta de dados sobre as vacinas, o uso das mesmas teria benefícios pelo estágio da pandemia no Brasil e ausência de uma alternativa terapêutica contra a Covid-19.

A área técnica do órgão regulador recomendou neste domingo a aprovação do uso emergencial das duas vacinas. Nos dois casos, a recomendação foi para aprovação com monitoramento das “incertezas e reavaliação periódica” dos dados o imunizante.

A eficácia geral da vacina de Oxford/AstraZeneca é de 70,42%, calculou a agência. O dado considera mais de uma forma de aplicação e intervalo entre doses. No Brasil, com duas doses, a eficácia ficou em 62%. No caso da Coronavac, a eficácia calculada é de 50,39%.

Mendes apontou ainda uma série de lacunas de dados para comprovar que o produto importado da Índia é equivalente ao que a AstraZeneca pretende, no futuro, registrar no Brasil. “Pode constituir produtos diferentes, ainda que possuam categorias similares”, disse.

Mendes afirmou também que há dúvidas sobre a eficácia dos imunizantes na população acima de 65 anos e sobre resultados do uso de doses mais baixas ou da aplicação de apenas uma dose.

Mendes ainda afirmou que os dados não permitem conclusões sobre a eficácia na forma mais grave da doenças. “Existe tendência favorável à proteção, mas precisamos acompanhar mais de perto.”

(*Com informações do Estadão Conteúdo)


Foto: Divulgação

CNN Brasil- A Gerência-Geral de Medicamentos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)  recomendou a aprovação do uso emergencial da vacina Coronavac. A informação foi dada por Gustavo Mendes Lima, gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa neste domingo (17). 

A recomendação aconteceu durante a reunião que vai decidir pela aprovação ou não das vacinas Coronavac, da farmacêutica Sinovac, produzida pelo Instituto Butantan, e da Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). O encontro segue em andamento. 

Essa foi a recomendação de uma das três áreas técnicas da Anvisa. Mais duas áreas ainda devem apresentar seus pareceres: a Coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos e a Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária.

“A situação que nós estamos vivendo é de muita preocupação, de muita tensão por conta dos insumos necessários para o enfrentamento da doença, por isso, a Gerência-Geral de Medicamentos recomenda a aprovação do uso emergencial da Coronavac”, disse Lima.

Para ele, a recomendação está condicionada a um monitoramento e ao acompanhamento da vacina, além de reavaliação períodica. “A nossa recomendação é que se a gente não olhar com muito cuidado e de maneira muito próxima em como vai ser o desempenho dessa vacina ao longo do tempo, nós temos um risco de não conhecermos a eficácia real com dados robustos.”

Cinco diretores da Anvisa participam da reunião. Para aprovação, são necessários ao menos três votos a favor do uso emergencial.


Foto: Gabriel Monteiro

Extra- As expectativas são de retomada do mercado de trabalho aos poucos durante 2021. Mas, como em toda a crise, alguns setores sofreram muito e terão que passar por transformações, enquanto outros acabaram crescendo cinco anos em um e são as grandes apostas de alta para o ano. 

— Estamos em um momento de flexão da economia. Tudo ficando mais constante, com vacinação, confiança jurídica e política que esperamos, as coisas vão andar e estamos muito otimistas. Mas alguns setores irão se destacar, como a área da saúde, que deve continuar demandando muitos profissionais e materiais, que deve movimentar tanto empresas que oferecem produtos da área quanto carreiras tradicionais — afirma Sergio Castellano, gerente regional sênior do PageGroup, consultoria de recursos humanos.

Outro setor de aposta é o de tecnologia, que não viveu crise. As empresas tiveram que passar por um processo de transformação digital e o cliente também mudou e passou a consumir mais coisa digital e a comprar por este meio. Além disso, cresce o número de informação disponível para as empresas e a demanda por profissionais que possam guardar e usar essas informações para o negócio.

Outra área que deve gerar bastante contratação é a de construção civil. Com os juros mais baixos da história, e uma tendência a ficar mais tempo em casa, as pessoas estão comprando imóveis ou fazendo reparos em casa. Fora isso, o governo anunciou o seu novo programa habitacional, o que deve gerar demanda por mão de obra. 

As áreas de comercial, marketing e operações tiveram grande volume de demissões e devem ter reposição de funcionários. E com a cultura de entrega que se criou, logística continuará em alta. 

— O perfil de consumo da população mudou. A partir do momento em que as pessoas passaram a consumir mais em casa, o setor de delivery, entregas e e-commerce, tiveram altas demandas e isso irá continuar. E o consumidor está mais exigente – diz José Tortato, gerente de negócios do Banco Nacional de Empregos.

Currículo pronto

O ano pode ter oportunidades para entrar ou reingressar no mercado, ou para mudar de posição ou empresa. Para isso, é preciso estar preparado para as oportunidades. A primeira providência é ter um bom currículo.

— Não tem um currículo ideal que vai atacar todas as vagas. O currículo ele deve ser customizado para cada posição e selecionador — afirma Claudio Riccioppo, especialista em Gestão de Carreira e presidente da Employability. 

O currículo precisa estar bem estruturado e ter no máximo 3 páginas. Não é necessário ter foto nem dar o endereço completo, apenas a cidade ou o bairro onde mora. Um campo deve conter o objetivo, com a área na qual se pretende atuar, depois uma síntese das suas qualificações, como um minicurrículo em 10 linhas. E depois a formação acadêmica e a experiência profissional, começando com cargos mais atuais. Se tiver idiomas é importe destacar no começo.


Veja quais são as áreas que estãrão em alta e as suas principais profissões em 2021

Saúde 

Pandemia aumentou a demanda por profissionais de saúde e por materiais 

Nível técnico 

Técnico de enfermagem 

Salário médio: R$ 1.679 

Nível superior 

Farmacêutico

Salário médio: R$ 2.931 

Enfermeiro (hospitalar) 

Salário: R$ 3.500 a R$ 6.500 

O que faz: dá assistência ao paciente. Supervisiona o cuidado, os procedimentos e o manejo do tratamento ao doente. 

Médico (hospitalar) 

Salário: R$ 15 mil a R$ 35 mil 

O que faz: é responsável pelo atendimento assistencial dos pacientes, interface com toda a equipe multidisciplinar, organização das informações via prontuário e prescrições 



Gerente de assuntos regulatórios 

Salário: R$ 20 mil a R$ 35 mil 

O que faz: gerencia os cumprimentos legais e as adequações de normas, além de realizar reuniões técnicas com os representantes da Anvisa e os demais órgãos reguladores. 

Gerente comercial (medical devices) 

Salário: R$ 15 mil a R$ 30 mil 

O que faz: é responsável pelas estruturas de venda e, eventualmente, também faz gestão do marketing. 

Construção civil 

Com os juros em baixa, a construção civil está prevendo novas incorporações, ou reparos e reformas 

Nível técnico 

Pedreiro 

Salário médio: R$ 1.879 

Ajudante de pedreiro 

Salário médio: R$ 1.356 

Mestre de obras 

Salário médio: R$ 4584 

Auxiliar de carga e descarga 

Salário médio: R$ 4.584 

Operador de empilhadeira 

Salário médio: R$ 2.608 

Logística 

Com mais gente comprando pela internet, a entrega eficiente virou obrigação das empresas 

Nível técnico 

Entregador 

Salário médio: R$ 1.691 

Nível superior 

Coordenador de Suprimentos 

Salário: de R$ 9 mil a R$ 12 mil 

O que faz: é o elo entre as estratégias da área de compras e a execução operacional. 

Tecnologia da informação 

O trabalho passará a ser mais digital e precisa de estrutura para isso. Além disso, com o crescimento do e-commerce, profissões ligadas a chamar o cliente pela internet estão em alta. E as empresas precisam usar bem os dados e protegê-los com segurança 

Desenvolvedor de software 

Salário médio: R$ 3.689 

Especialista em cloud 

Salário: R$ 14 mil a R$ 19 mil 

O que faz: apoia as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia a dia da operação. 

Desenvolvedor de games 

Salário: R$ 8 mil a R$ 15 mil 

O que faz: é responsável pela programação dos jogos e por elencar e utilizar as tecnologias e linguagens de programação necessárias para que os games tenham todas as funcionalidades existentes. 



Analista de business intelligence, dados e automação 

Salário: R$ 3.500 a R$ 8 mil 

O que faz: trabalha com toda a estruturação técnica de informação (extração, armazenamento, modelagem e análise), utilizando metodologias próprias para organização de insights, desenvolvimento de painéis, relatórios e apresentação de dados estruturados para diferentes áreas e stakeholders. 

Especialista em segurança digital/infraestrutura 

Salário: a partir de R$ 10 mil 

O que faz: deve ter profunda experiência em legislação e domínio técnico para estruturação de departamento, documentos e equipes focadas em identificar fraudes, golpes e táticas de roubo e exposição de informações sensíveis e do negócio, além de adequar todos processos e a cultura às normas e procedimentos para os devidos armazenamento e uso com segurança de todos dados controlados pela empresa. 

Desenvolvedor web (back/front) – Java, PHP, C# 

Salário: a partir de R$ 6 mil 

O que faz: é um desenvolvedor generalista para ambiente web, que tem ganhado importância pela adaptação a diferentes linguagens e necessidades de negócio. 



Analista de UX & UI

Salário: a partir de R$ 4.500 

O que faz: é um profissional capaz de identificar problemas de usabilidade em interfaces, criando hipóteses e testes para soluções de problemas; testes A/B e design da experiência do usuário que otimizem métricas de acesso, utilização e retorno; desenvolvimento de layouts, wireframes e protótipos. 

Comercial, marketing e operações 

As empresas estão reestruturando seus atendimentos para alavancar as vendas 

Analista de customer service / atendimento / key account management 

Salário: R$ 3 mil a R$ 5.500 

O que faz: resolve questões de agendamento de pedidos, entregas, escalação e direcionamento de resolução; atendimento telefônico por diferentes canais; follow-up de atendimento; gestão de contas estratégicas, mantendo relacionamento e volume de faturamento; e expansão de novos projetos nos clientes atendidos. 



Vendas internas e consultores comerciais 

Salário: R$ 3 mil a R$ 5 mil + variáveis de resultado 

O que faz: é um acelerador do processo comercial: faz desde o mapeamento dos tomadores de decisão para qual ocorrerá a venda, prospectando novos parceiros de forma qualificada, como entra em contato para o agendamento de reunião com o front comercial ou opera diretamente na venda e na negociação. 



Analista de compras 

Salário: R$ 3.500 a R$ 5.500 

O que faz: realiza prospecção e cotações no mercado; (re)negociações com clientes; compras internacionais e nacionais; e gestão de carteira de fornecedores. 

*salários nacionais

Fonte: BNE e Michael Page/PageGroup 


Em entrevista com o governador do Amazonas, apresentadora tentou imputar culpa ao governo federal

Foto: Reprodução

Pleno News- A condução da entrevista feita com o governador do Amazonas, Wilson Lima(PSC), pela jornalista Rachel Sheherazade, do site Metrópoles, não recebeu boa resposta das redes sociais e foi alvo de duras críticas dos usuários do Twitter.

O motivo, segundo os internautas, foi o tom dado pela apresentadora de tentar fazer com que Wilson colocasse a culpa do colapso na saúde do estado, que inclui a falta de oxigênio para pacientes com Covid-19, no presidente da República, Jair Bolsonaro.

Ao longo da conversa, Sheherazade, em diversas ocasiões, tentou incluir comentários críticos ao governo federal em temas como o uso da hidroxicloroquina, condução da pandemia e responsabilidade da administração do presidente Jair Bolsonaro. Wilson, porém, evitou tecer críticas à gestão federal e chegou até a elogiar a parceria da União.

– Recebemos do Governo Federal equipamentos como bombas e respiradores. Estamos sendo socorridos, nesse momento, com a questão das mini usinas, que estão chegando aqui no estado do Amazonas e serão instaladas nos hospitais. O Governo Federal tem sido um grande parceiro do estado do Amazonas no combate à pandemia – disse Wilson.

Nos comentários sobre a conversa, tanto no vídeo publicado pelo site no YouTube quanto em postagens sobre o tema no Twitter, os internautas não perdoaram a jornalista e a acusaram de tentar “envenenar o governador junto ao governo federal”.

– Jornalista esquerdista demitida do SBT tentando envenenar o governador junto ao governo federal. Porque a senhora não crítica as atitudes do STF responsável por esta bagunça – escreveu um dos internautas.


Alarme diz respeito a idosos debilitados

Foto: EPA / Ansa – Brasil

As autoridades sanitárias da Noruega alertaram para o risco de efeitos colaterais em idosos debilitados das vacinas anti-Covid feitas com a tecnologia do RNA mensageiro (mRNA).

A agência de medicamentos do país nórdico divulgou na última sexta-feira (15) um comunicado que sugere que efeitos adversos comuns após a aplicação de imunizantes de mRNA, como febre e náusea, “podem ter contribuído para um desfecho fatal em pacientes frágeis”.

Até o momento, duas vacinas de mRNA estão aprovadas para uso emergencial em países da Europa: a da Biontech/Pfizer e a da Moderna. O RNA mensageiro é uma sequência genética sintética que instrui as células humanas a produzirem a proteína spike, espécie de “casca de espinhos” utilizada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para atacar.

Ao perceber a presença da proteína spike no organismo, o sistema imunológico produz os anticorpos que, mais tarde, servirão para enfrentar uma eventual infecção pelo vírus.

Efeitos adversos

O último relatório da agência sobre efeitos colaterais da imunização contra a Covid-19 contabiliza 29 episódios adversos, sendo 13 com morte, embora isso “não implique uma relação causal entre o evento e a vacina”.

“Não podemos excluir que reações adversas ocorridas poucos dias após a vacinação (como febre e náusea) possam ter contribuído para um desenvolvimento mais sério e desfecho fatal em pacientes com graves doenças subjacentes”, afirma o documento.

Segundo a agência, os estudos da vacina da Biontech/Pfizer não incluíram pacientes com doenças “instáveis ou agudas” e tiveram poucos participantes com mais de 85 anos.

No entanto, o próprio órgão ressaltou que, como a campanha de imunização é voltada a hóspedes de asilos com patologias graves, “é esperado que algumas mortes possam ocorrer perto da vacinação”.

“Na Noruega, morrem em média 400 pessoas por semana em casas de repouso”, diz o comunicado. Segundo a agência Bloomberg, a Pfizer e a Biontech estão trabalhando com as autoridades do país nórdico para investigar as mortes.

Até 14 de janeiro, a Noruega já havia vacinado 42 mil pessoas, de acordo com o portal Our World in Data.

Sem alarme

O presidente do comitê de vigilância da vacinação da Agência Italiana de Medicamentos (Aifa), Vittorio Demicheli, disse neste sábado (16) que, até o momento, “não existem razões de alarme” por conta dos efeitos reportados na Noruega.

“Não há indícios que nos façam duvidar da escolha feita. Estamos protegendo os mais frágeis com o melhor produto que temos. Na Itália, não foi assinalado nada de grave”, acrescentou.

Segundo Demicheli, os países estão vacinando pessoas que já têm uma “probabilidade mais alta de morrer”. Até o momento, a Itália imunizou 1.072.086 pessoas, sendo 95.974 em asilos, todas com vacinas de mRNA.  


Foto: Divulgação

Das 10h30 até 19h deste domingo, 17, Feira de Santana terá esquema especial de transporte público urbano para atender a demanda de passageiros que participam do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2021).


A operação envolve 24 ônibus extras das concessionárias Rosa e São João que circulam por todos os locais de prova, integrando pontos de ônibus em bairros, os terminais de transbordo Central, Norte e Sul e as estações da linha BRT-1 da Av. Getúlio Vargas.
O objetivo da Prefeitura de Feira, através da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), é melhorar a mobilidade urbana e garantir o acesso rápido de candidatos aos locais de realização do processo seletivo na cidade.

”Fizemos um incremento na frota de aproximadamente 40% para proporcionar tranquilidade e segurança ao cliente que usa o transporte público’, ressalta o secretário Saulo Figueiredo.


O usuário que possui o Cartão Via Feira pagará somente meia passagem (R$ 2,07), um benefício social assegurado pela Prefeitura aos domingos e feriados. Ainda, os candidatos podem acessar o aplicativo SIU Mobile e acompanhar a previsão de horários de chegada e de partida dos ônibus.


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por organizar a realização do Enem, informou que os portões dos locais de aplicação dos testes serão abertos às 11h30 e fechados às 13h. A prova começa às 13h30.


Foto: Washington Nery

Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19. Até agora, são exatamente 20.694 pacientes curados, índice que representa 93% dos casos confirmados. Além disso, foram registrados 178 exames negativos para o vírus e 45 casos positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 62 pacientes internados no município e 1.177 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste sábado (16).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE SÁBADO
16 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 45
Pacientes recuperados no dia: 52
Resultados negativos no dia: 178
Total de pacientes hospitalizados no município: 62
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.177
Total de casos confirmados no município: 22.258 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.115
Total de recuperados no município: 20.694
Total de exames negativos: 30.800 (Período de 06 de março de 2020 a 16 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 240
Total de óbitos: 389

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.545 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.676 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 7
Resultado negativo: 16.869 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Decisão ocorre neste domingo e será transmitida ao vivo

Foto: Divulgação

Pleno News- Neste domingo (17), cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúnem para analisar os pedidos de uso emergencial da vacina Oxford/AstraZeneca e CoronaVac. A decisão caberá ao colegiado porque o processo ocorre fora do registro convencional de vacinas no país.

A reunião terá início às 10h e será transmitida em tempo real por meio das plataformas digitais do órgão fiscalizador. O tempo estimado da análise é de cinco horas. Para que os pedidos sejam aprovados, é necessário o aval de ao menos três integrantes do colegiado.

SAIBA QUEM SÃO OS DIRETORES QUE COMPÕEM A MESA

Diretor-presidente Antonio Barra Torres
Contra-almirante da Marinha, Antonio é médico pela Fundação Técnico-Educacional Souza Marques. Assumiu o cargo como presidente interino em 2019, e foi efetivado em 2020. Seu mandato vai até dezembro de 2024.

Segunda-diretora Meiruze Sousa Freitas
Formada em farmácia com habilitação em Análises clínicas pela Universidade Federal de Minas de Gerais, está na Anvisa há 13 anos. Atuou como adjunta de diretor, gerente geral de Toxicologia e gerente da área de medicamentos.

Terceira-diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes
Médica também formada na Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, e bacharel em direito, Cristiane defende o tratamento precoce contra a Covid-19. Trabalhou na gestão no Ministério da Saúde e na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Seu mandato vai até julho de 2022.

Quarto-diretor Romison Rodrigues Mota
Servidor da Anvisa há 15 anos, Romison é economista pela pela Universidade Estadual de Goiás. É Gerente Geral de Gestão Administrativa e Financeira da Anvisa desde 2015, e diretor substituto no órgão desde abril de 2020.

Quinto-diretor Alex Machado Campos
Graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, Alex foi técnico legislativo na Câmara dos Deputados e chefe de gabinete do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Durante a reunião, serão levados em conta quatro critérios fundamentais: a qualidade da vacina, as boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, além dos resultados provisórios dos ensaios clínicos.

Caso o uso emergencial seja aprovado, os imunizantes poderão ser disponibilizados ao sistema público de saúde, e o governo poderá começar a executar o Plano Nacional de Imunização. A comercialização das vacinas, entretanto, seguirá proibida. A decisão pode ser revogada a qualquer momento pela Anvisa.