
A jornalista Elisa Robson afirmou ter sido alvo de bloqueios, censura e interrogatórios supostamente determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, após divulgar reportagens sobre conexões entre redes de narcotráfico, ditaduras latino-americanas e grupos criminosos brasileiros. Ela mora nos Estados Unidos desde 2023.
Segundo Elisa, houve uma ordem judicial que impôs multa diária ao empresário Elon Musk, caso seu perfil permanecesse acessível a usuários brasileiros na plataforma X, da qual o bilionário é dono.
– Alexandre de Moraes ameaçou o Elon Musk com multa diária de 20 mil dólares, caso o perfil, o meu perfil no X continuasse disponível para os brasileiros. Então, ou era cerceada minha liberdade de expressão ali naquela plataforma ou uma multa milionária seria aplicada a Elon Musk. Isso é de uma violência sem tamanho para um trabalho de uma jornalista, né? Uma agressão muito séria – relatou em entrevista ao Pleno Time, na última quarta-feira (29).
Elisa classificou as medidas como uma violação grave à liberdade de expressão e afirmou que há um “quebra-cabeça em formação” envolvendo investigações internacionais e sanções do governo norte-americano.
A jornalista questiona qual seria “o interesse” de Moraes em relação ao seu cerceamento.
*Pleno.News
Fotos: Alejandro Zambrana/Secom/TSE e EFE/EPA/ALEXANDER BECHER

O SBT confirmou, nesta sexta-feira (31) a aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2026. O destaque da cobertura, em parceria com a N Sports, será a presença de Galvão Bueno na tela do canal paulista.
Além do icônico narrador, que é sócio da N Sports desde junho deste ano, o SBT também terá Tiago Leifert nas transmissões.
Além do icônico narrador, que é sócio da N Sports desde junho deste ano, o SBT também terá Tiago Leifert nas transmissões.
Esta será a quinta Copa do Mundo transmitida pelo SBT. A primeira foi na edição do México em 1986. As Copas de 1990, 1994 e 1998 também foram exibidas pelo canal.
*CNN
Foto: montagem reprodução

A campanha Outubro Rosa 2025 chega ao fim nesta sexta-feira (31), em Feira de Santana, com um balanço positivo das ações realizadas ao longo do mês. A Fundação Hospitalar, em parceria com a Prefeitura Municipal, promoveu uma ampla mobilização voltada à prevenção e ao cuidado com a saúde da mulher.
Durante o período, foram realizados e agendados 44.023 exames, entre consultas, atendimentos e procedimentos nas unidades vinculadas à Fundação, como as Clínicas de Medicina Preventiva e Cuidado (CMPC), o Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI Baraúnas II) e o Ambulatório da Mulher.
De acordo com a coordenadora do CMDI Baraúnas II, Bruna Lessa, os exames de imagem tiveram destaque especial nesta edição da campanha. “Somente no CMDI foram registrados 11.364 atendimentos, demonstrando o quanto a população tem buscado os serviços preventivos e o diagnóstico precoce”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, destacou que o Outubro Rosa reforça o valor do autocuidado como um gesto de amor e de vida. “Nosso compromisso é oferecer atendimento humanizado e ampliar cada vez mais o acesso das mulheres aos serviços de saúde”, pontuou.
Mesmo com o encerramento oficial da campanha, os atendimentos seguem disponíveis nas unidades da Fundação. Entre os serviços oferecidos estão exames preventivos, como o Papanicolau e a mamografia, acompanhamento médico contínuo e ações educativas permanentes voltadas ao bem-estar feminino.
*Secom

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), ganhou mais de meio milhão de seguidores em seu perfil em uma rede social em três dias, após a megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital fluminense.
Na última segunda-feira (27), Castro tinha 464 mil seguidores em seu perfil no Instagram. No dia da operação, na terça (28), o número subiu para 478 mil. No dia seguinte, o perfil do governador alcançou 746 mil seguidores. Nesta sexta (31), o total chegou a 1,3 milhão.
A operação, batizada de Contenção, foi a mais letal da história do Rio. As polícias Civil e Militar foram mobilizadas para cumprir 180 mandados de prisão e busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho (CV). O saldo foi de 121 mortos, incluindo quatro policiais, além do bloqueio de vias e da suspensão de serviços em diversos pontos da cidade.
O governo do Rio afirmou que o objetivo da ação era conter o avanço da facção e prender lideranças criminosas. Castro classificou o resultado como um sucesso.
*AE
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (30), o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi se manifestou contra a ida das ministras do governo Lula Macaé Evaristo (Direitos Humanos) e Anielle Franco (Igualdade Racial) ao Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Elas estiveram no local com deputados da esquerda, após a megaoperação contra o tráfico de drogas realizada pelo governo do estado.
O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Reimont (PT-RJ), esteve presente juntamente com as deputadas federais, Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). O encontro aconteceu na Central Única das Favelas (CUFA), com o objetivo de saber sobre as mortes realizadas no local.
– Pois é…Direitos Humanos para quem? Não acreditem em narrativas antipolícia – escreveu Curi.
Na quarta (29), o grupo de parlamentares fluminenses fez uma série de críticas ao governador Cláudio Castro (PL) por causa da operação e chegaram a pedir sua prisão preventiva.
No documento, eles afirmam que há “risco concreto à ordem pública e à investigação” e pedem que Castro seja afastado para evitar novas ações semelhantes. O texto cita ainda que o governo do Rio teria deixado de usar integralmente recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Em entrevista coletiva, os deputados acusaram o governo fluminense de promover uma “chacina continuada” contra moradores de comunidades dominadas pelo tráfico.
– É a maior chacina do Brasil, superando a do Carandiru – afirmou Reimont, citando uma projeção de mais de 200 mortos.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/TV Globo

Mais de 450 animais foram resgatados ou entregues voluntariamente durante a 52ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco, realizada entre os dias 12 e 25 de outubro. Ao todo, 228 animais foram devolvidos à natureza em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS).
As equipes encontraram criadouros irregulares e situações de maus-tratos, incluindo o resgate de 33 galos e galinhas em uma rinha clandestina descoberta em Miguel Calmon, que resultou na condução do responsável à delegacia.
Além do resgate de animais, a FPI fiscalizou empreendimentos de mineração em Campo Formoso, Mirangaba, Jaguarari e Ourolândia. As inspeções identificaram supressão de vegetação nativa sem autorização, falta de planos de recuperação ambiental (PRAD), inconsistências em cadastros do CEFIR e passivos ambientais em áreas de extração paralisadas.
A ação também acompanhou o cumprimento de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados com o Ministério Público da Bahia (MPBA) e visitou projetos de mitigação social, como o Parque das Macaqueiras, em Jacobina.
*Metro1
Foto: Reprodução/COPPA

O advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin de Luca, criticou, nesta quinta-feira (30), as instituições brasileiras, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele insinuou que os tribunais estariam agindo de forma a beneficiar o crime organizado.
Os comentários de De Luca foram feitos após a megaoperação comandada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), na última terça (28), que terminou com 121 mortos. Em seu perfil na rede social X, ele compartilhou algumas reportagens brasileiras e comentou:
– Dois ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Gilmar Mendes e Flávio Dino, criticaram publicamente a grande operação do Rio contra o Comando Vermelho, um dos sindicatos do crime mais violentos da América Latina, apenas um dia depois de ter acontecido.
O advogado afirmou que os magistrados demonstraram preocupação com supostos excessos da polícia, e não com os civis afetados pela violência das facções.
– A preocupação deles não era com os civis encurralados por gangues que usavam drones, granadas e fuzis. Nem pareciam preocupados com o fato de os criminosos estarem de posse de fuzis do Exército venezuelano.
De Luca também criticou a postura do Judiciário ao interferir em decisões de segurança pública.
– Quando os juízes se preocupam mais com as autoridades do que com os criminosos, algo fundamental se rompeu. A crítica feita por esses juízes a uma operação da polícia estadual altera o cálculo de risco para quem está na linha de frente. Isso significa menos batidas policiais, resposta mais lenta e fortalecimento das organizações criminosas.
Em outra publicação, Martin de Luca elogiou o governador Cláudio Castro e sugeriu perseguição política.
– Um dia depois de o governador do Rio Cláudio Castro liderar a maior operação do Brasil contra o Comando Vermelho, grupo que os EUA estão considerando designar como organização terrorista estrangeira, o TSE, composto por ministros do STF, repentinamente marca seu julgamento para possível destituição do cargo.
Ele ainda afirmou que o governo federal seria relutante em enfrentar o crime.
– O governador do Rio é um dos poucos dispostos a enfrentar o crime organizado, algo que o governo federal parece relutante em fazer. O Brasil não pode derrotar o crime organizado se suas instituições punirem a coragem e recompensarem a paralisia.


Informações Pleno News

O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de designar o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), para coordenar as discussões sobre a crise de segurança pública no Rio de Janeiro, após a megaoperação policial que deixou mais de 150 mortos.
Nas redes sociais, o parlamentar baiano afirmou que a escolha representa um erro estratégico do governo federal, citando o histórico da segurança pública na Bahia durante a gestão de Rui Costa como governador.
“Lula entrega a crise no Rio de Janeiro para o ministro Rui Costa, o mesmo que transformou a Bahia em campeã nacional de homicídios. Foram mais de 47 mil assassinatos em oito anos de seu desgoverno. E agora quer exportar esse desastre para o Rio de Janeiro. O modelo de segurança de Rui Costa foi bala perdida, facções criminosas tomando conta de territórios e polícia sem condições de trabalho”, declarou Alden.
O deputado também mencionou o avanço da criminalidade e as paralisações da Polícia Militar no estado. “Durante a sua gestão, a Bahia saiu de cinco facções para 22 facções criminosas, e ainda tem em seu currículo duas grandes greves da Polícia Militar da Bahia. Se isso é currículo para chefiar uma crise de segurança pública no Rio de Janeiro então o crime organizado já pode comemorar”, disse.
“Com Rui, é como contratar um incendiário para ser chefe do Corpo de Bombeiros. Se Rui Costa foi a melhor escolha de Lula para enfrentar o crime no Rio de Janeiro, então não estamos diante de uma solução, mas sim da repetição de um desastre anunciado”, condenou.
O parlamentar contou ainda que o país precisa de lideranças com “resultados concretos na área da segurança”. “O Brasil não precisa de gestores que colecionam greves e cadáveres no currículo, mas sim de uma liderança firme e com coragem para zelar a vida do cidadão de bem. Exportar o fracasso da Bahia para o Rio de Janeiro é brincar com a vida de milhões de brasileiros. O crime agradece e a população paga a conta”, completou.
Informações Bahia.ba

A megaoperação deflagrada na última terça-feira, 28, no Rio de Janeiro, com confrontos em várias comunidades da capital fluminense, voltou a expor um paradoxo do sistema penal brasileiro.
Enquanto o governador Cláudio Castro denuncia que criminosos armados são presos e libertados sucessivas vezes, beneficiados por audiências de custódia e penas alternativas, o Supremo Tribunal Federal (STF) mantém réus do 8 de janeiro cumprindo penas de até 17 anos de prisão, mesmo sem portar armas, deixar vítimas nem ter histórico criminal.
Em entrevista à Rádio 93 FM, Castro criticou a forma como o Judiciário lida com o crime comum. “Quem assalta hoje está em liberdade 24 horas depois”, afirmou. “Prende-se o mesmo bandido 30 ou 40 vezes.”
Embora o número seja hiperbólico, a denúncia é real. A Resolução 213/2015 do Conselho Nacional de Justiça garante a todo preso o direito a audiência de custódia em até 24 horas, o que frequentemente resulta em soltura provisória — sobretudo quando a pena máxima do crime não ultrapassa quatro anos. O artigo 44 do Código Penal autoriza, nesses casos, a substituição da prisão por medidas alternativas. Na prática, delitos patrimoniais e até casos de porte de arma sem disparo costumam terminar em liberdade provisória.
Mesmo criminosos flagrados com armas de uso restrito, como fuzis, podem se beneficiar da brecha. O porte ilegal de arma de uso restrito (art. 16 da Lei 10.826/2003) prevê pena de 6 a 12 anos, mas a jurisprudência permite progressão de regime depois do cumprimento de 2/5 da pena. Dessa forma, um traficante detido com armamento militar pode deixar a prisão em menos de cinco anos.
O quadro é inverso no caso dos réus do 8 de janeiro. Até o momento, mais de uma centena de pessoas já foram condenadas pelo STF, muitas delas por crimes como dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Nenhuma portava arma de fogo. Mesmo assim, as penas ultrapassam as aplicadas a criminosos armados:
Os três primeiros estão presos em regime fechado, e os dois últimos estão foragidos.
Enquanto a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça discute a possibilidade de absorver o crime de porte de arma pelo de tráfico — o que reduziria penas de criminosos armados —, o STF adotou, para os manifestantes de Brasília, uma interpretação política inédita. A Corte entendeu que os atos de vandalismo ocorridos em 2023 configuraram tentativa de golpe de Estado e, por isso, aplicou o tipo penal mais grave possível. O resultado foi um padrão punitivo excepcional, raramente usado contra organizações criminosas de fato.
Assim, o traficante que circula com fuzil pelas favelas do Rio tem, pela lei, chance de responder em liberdade ou de progredir de regime em poucos anos. Já o manifestante que invadiu o Palácio do Planalto, sem armas e sem ferir ninguém, cumpre pena de quase duas décadas.
Informações Revista Oeste

A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, 58 anos, rejeitou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumir qualquer papel de mediação na crise de seu país com os Estados Unidos (EUA). Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que os venezuelanos não aceitariam uma iniciativa desse tipo e voltou a defender a pressão internacional sobre a ditadura de Nicolás Maduro.
No encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, no domingo 26, Lula se colocou à disposição do presidente norte-americano para servir de mediador entre os EUA, que têm enviado navios e militares para combate ao narcotráfico, e o ditador venezuelano.
Corina, no entanto, considera esta situação inconcebível. A posição de Lula é vista por ela como um entrave à estratégia de “pressão máxima” coordenada pelos EUA. Analistas venezuelanos afirmam que a operação norte-americana, já responsável pela explosão de 11 embarcações no Caribe e no Pacífico, pode evoluir para uma intervenção direta em território venezuelano ou colombiano.
“O presidente Lula, como todos os governos do mundo, sabe que Maduro foi derrotado [nas urnas]. A pergunta [para Lula ] é: os venezuelanos somos cidadãos de segunda classe, não temos direito a escolher e a que nossa vontade seja respeitada?” Além disso, ela considera que a própria população venezuelana não concorda com a proposta de Lula.
Questionada sobre uma reportagem da Reuters que revelou encontros, presenciais e por vídeo, entre integrantes de sua equipe e autoridades do governo Trump, María Corina, que está escondida em território venezuelano, confirmou que houve contatos com Washington, mas evitou detalhar o teor das conversas.
Segundo ela, é uma norma de sua equipe “nunca vazar o conteúdo das conversas e com quem elas acontecem, a menos que o outro lado peça que isso seja informado”.
A aproximação com o presidente norte-americano e com políticos republicanos, como o secretário de Estado Marco Rubio, tornou-se peça central da estratégia da ala mais dura da oposição, que prega abertamente a remoção imediata de Maduro.
María Corina, que, além de política é engenheira industrial e professora, reconhece ter participado de reuniões com o ex-conselheiro de Segurança Nacional Mike Waltz. “Evidentemente ocorrem reuniões, e com Waltz foi pública. Apareceu em todas as redes sociais”, disse ela,
“Aconteceu quando Edmundo González Urrutia esteve em Washington em janeiro deste ano”, acrescentou, mencionando o ex-candidato que, segundo a oposição, inúmeros governos e organizações internacionais, venceu as eleições de 2024.
Essa ligação com Washington integra um esforço coordenado para reforçar a pressão militar e econômica contra Caracas. Vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, que dedicou “aos venezuelanos e a Trump”.
Ela nasceu em 7 de outubro de 1967 em Caracas e se tornou a 20ª mulher a ganhar o Nobel da Paz, entre mais de 90 homens que já receberam o prêmio.
María Corina insiste que qualquer diálogo com Maduro só pode começar com o reconhecimento da vitória oposicionista nas urnas.
“Todo o resto é inaceitável, e definitivamente inaceitável se vem de um mandatário que diz ser democrático”, declarou, referindo-se a Lula. Ela também acusou os governos do Brasil e da Colômbia de terem “dado tempo a Maduro para realizar uma das piores escaladas de violência no país” nos últimos 15 meses.
Para a opositora, o chavismo representa “uma estrutura narcoterrorista”, e “quem começou a guerra foi Maduro”. Ela argumenta que o país já sofre uma intervenção estrangeira:
“Questionam a invasão pelos EUA, mas ninguém fala dos russos, iranianos, chineses e cubanos que estão atuando dentro de nosso país. A invasão já existe, e pedimos o apoio do presidente Trump para acabar com essa guerra iniciada por Maduro.”
O campo opositor na Venezuela permanece fragmentado. Setores que mantêm interlocução com o governo, como o grupo do ex-candidato Henrique Capriles, são acusados por María Corina de traição.
“Nós ganhamos a eleição, e não apenas a última. Nos atacam, nos reprimem, nos prendem. Tivemos 17 tentativas de diálogo, e Maduro sempre violou seus compromissos”, disse, reforçando que a única saída possível é a retirada do atual presidente. “Maduro deve entender que, pelo seu próprio bem, sua melhor opção é facilitar uma transição pacífica. O ponto de partida é a saída Maduro.”
Informações Revista Oeste