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Polícia Civil faz operação contra crime organizado em quatro estados e bloqueia R$ 84 milhões

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O diretor do Departamento de Transportes Públicos da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Carlos Rodolfo Suzarte Ferreira Júnior, foi designado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho para assumir, de forma interina e cumulativa, a titularidade da pasta. A nomeação ocorre após o pedido de demissão apresentado pelo ex-secretário Sérgio Barradas Carneiro.

Com ampla experiência na área, Rodolfo Suzarte atua há vários anos na coordenação e gestão do transporte público municipal, contribuindo diretamente para o planejamento e execução das políticas de mobilidade urbana da cidade.

Durante o período em que estiver à frente da Secretaria, Suzarte dará continuidade às ações já em andamento e reforçará o diálogo com os diversos segmentos ligados à mobilidade, com o objetivo de manter a regularidade e o aprimoramento das atividades do setor.

*Secom


A Prefeitura Municipal de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, publicou nesta quarta-feira (29) a Portaria nº 002/2025, que torna pública a relação de candidatos considerados compatíveis com o processo de seleção do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), referente aos Residenciais Rio de Janeiro I e Rio de Janeiro II.

De acordo com a portaria, os candidatos foram classificados após a etapa de verificação documental, conforme critérios definidos pela legislação federal e pelo edital municipal. A análise foi realizada em conjunto com a Caixa Econômica Federal, que avaliou informações em diferentes cadastros nacionais, além da renda familiar, documentação comprobatória e enquadramento no Cadastro Único (CadÚnico).

Critérios de enquadramento

O resultado classifica os candidatos em duas situações:

  • Compatível: enquadrado nos critérios de elegibilidade, mas sem garantia imediata de contemplação;
  • Incompatível: apresentou dados cadastrais ou financeiros que não atendem às regras do programa.

Convocação para recursos

A portaria convoca somente os candidatos considerados incompatíveis para comparecer à Secretaria de Habitação, localizada na Avenida Senhor dos Passos, nº 212, Centro, entre os dias 30 e 31 de outubro e 03 a 06 de novembro de 2025, nos horários de 08h às 12h e 14h às 16h.

O objetivo é que os candidatos sejam informados sobre o motivo da incompatibilidade e, se desejarem, apresentem recurso no prazo de 7 dias úteis, podendo regularizar pendências e retomar a possibilidade de contemplação.

Transparência e direito à moradia

O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Valdivan Conceição Nascimento, destacou que o processo garante transparência e segurança jurídica:

“Nosso compromisso é assegurar que cada família tenha a oportunidade de exercer o direito à moradia digna, dentro de critérios claros e justos. O recurso é uma forma de garantir que nenhum candidato seja prejudicado sem antes ter a chance de regularizar sua situação”.

A lista completa dos candidatos compatíveis está disponível no Diário Oficial do Município e também no site da prefeitura a partir dessa quarta-feira.

*Secom


Pelo menos 130 pessoas morreram, entre elas quatro policiais, durante uma megaoperação realizada nesta terça-feira (28) contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo o governo estadual, esta já é a operação mais letal da história do estado.

Esse número de mortos já considera os 72 corpos retirados durante a madrugada e manhã desta quarta (29) de uma área de mata conhecida como Vacaria, na Serra da Misericórdia, e levados até a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, no Complexo da Penha. Oficialmente, as forças de segurança farão uma perícia para confirmar a relação entre esses corpos e a operação.

Na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) confirmou oficialmente 58 mortos na operação, sendo que 54 eram criminosos e os outros quatro eram agentes de segurança: dois policiais da Polícia Civil e dois da Polícia Militar.

A ação, que integra a Operação Contenção, mobilizou cerca de 2,5 mil agentes de segurança, com o objetivo de capturar cerca de 100 criminosos ligados à facção Comando Vermelho. Até a última atualização desta reportagem, 81 pessoas tinham sido presas na ofensiva, que também apreendeu 93 fuzis, pistolas, granadas e mais de 500 quilos de entorpecentes.

O confronto começou ainda na madrugada desta terça, quando traficantes reagiram com tiros e incendiaram barricadas para impedir o avanço das forças de segurança. Durante o dia, o tráfico organizou represálias em diferentes regiões do Rio, bloqueando vias importantes como a Linha Amarela, a Grajaú-Jacarepaguá e a Rua Dias da Cruz, no Méier. Os criminosos também lançaram bombas nos policiais a partir de drones.

Os agentes de segurança mortos foram os policiais civis Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita); e Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna); além dos policiais militares Cleiton Serafim Gonçalves e Heber Carvalho da Fonseca, ambos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

*Pleno.News
Foto: José Lucena


O Governo do Estado do Rio de Janeiro pediu apoio das Forças Armadas em janeiro de 2025, solicitando veículos blindados para operações policiais em áreas de risco. A informação foi confirmada por ofícios enviados ao Ministério da Defesa.

Nesta terça-feira (28), após a operação mais letal da história do Rio, o governador Cláudio Castro (PL) afirmou que o estado já havia feito três pedidos de ajuda ao governo federal, mas todos foram negados. A ação nos complexos do Alemão e da Penha deixou ao menos 60 mortos.

O documento enviado em 29 de janeiro pedia apoio logístico da Marinha, incluindo blindados, operadores e mecânicos. O material seria usado em intervenções policiais e poderia ficar na Cidade da Polícia para pronto emprego.

Segundo Castro, as negativas ocorreram, porque o governo federal condiciona o envio dos blindados a um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que depende de autorização do presidente da República. O governador disse que já entendeu existir uma decisão política de não fornecer os equipamentos.

– Tivemos pedidos negados três vezes. Cada dia uma razão para não estar colaborando. Já entendemos haver uma política de não ceder – afirmou Castro.

O Ministério da Defesa confirmou que recebeu o pedido e que um deles era sobre o caso de dezembro de 2024, quando uma oficial da Marinha foi morta no Hospital Naval Marcílio Dias. A pasta disse que a Advocacia-Geral da União avaliou que o apoio só seria possível com GLO em vigor.

Durante a coletiva, Castro declarou que o Rio está “sozinho” no combate ao crime e reforçou que os policiais precisam de suporte para enfrentar facções armadas com explosivos, drones e armamento pesado.

*Pleno.News


Aumento chega um dia após o Dia do Servidor Público; reajuste será em duas parcelas, totalizando 9%

Foto: Assessoria/Neonergia Coelba

O Diário Oficial do Estado (DOE) trouxe uma excelente notícia para os servidores de dois importantes órgãos de controle do estado. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) sancionou, nesta quarta-feira (29), as Leis nº 15.012 e nº 15.013, que garantem um reajuste salarial escalonado de 9% para os funcionários do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) e do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA).

O aumento de 9% será aplicado em duas etapas, beneficiando servidores efetivos, comissionados, funções gratificadas, inativos e pensionistas com direito à paridade em ambos os tribunais:

– Primeira parcela: 4,5% a partir de 1º de novembro de 2025;

– Segunda Parcela: 4,5% a partir de 1º de maio de 2026.

As leis preveem que a revisão se aplica sobre os vencimentos, gratificações, proventos e pensões, garantindo a recomposição e o poder de compra dos servidores.

A sanção ocorreu um dia após o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro, nesta terça-feira. As leis foram assinadas pelo governador e pelo secretário da Casa Civil, Afonso Florence. Os textos destacam que as despesas correrão à conta dos recursos orçamentários próprios de cada Tribunal, com o TCM-BA ficando inclusive autorizado a promover as alterações orçamentárias necessárias.

Informações Bahia.ba


Ação é do promotor Edmundo Reis, que apontou problemas na instituição

Foto: Divulgação/CPFS

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a interdição parcial do Conjunto Penal de Feira de Santana após o presídio registrar fugas de detentos. A ação, de autoria do promotor Edmundo Reis, coordenador do Grupo de Atuação Especial em Execução Penal (Gaep), aponta que a unidade está superlotada e apresenta deficiências estruturais.

De acordo com o documento apresentado pelo promotor, a intenção não é fechar totalmente a unidade prisional, mas suspender o recebimento de novos detentos até que haja a regularização dos serviços penitenciários. Entre os problemas apontados estão a falta de policiais penais para suprir a demanda da unidade.

Segundo a TV Subaé, a unidade conta atualmente com cerca de 2 mil detentos, embora tenha capacidade para 1.250.

A solicitação do promotor foi feita na última terça-feira (21), após três detentos fugirem da instituição. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap) informou que a fuga dos detentos só foi percebida por volta das 8h30, durante os procedimentos de verificação.

Informações Bahia.ba


A Casa também votou favoravelmente à proposta que endurece punição para adulteração de bebidas e alimentos; projetos seguem para análise do Senado

Plenário da Câmara
Plenário da Câmara durante sessão desta terça-feira, 28 | Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou durante sessão plenária desta terça-feira, 28, o Projeto de Lei n° 5041/25, que garante o despacho gratuito de bagagem de até 23 quilos em voos nacionais e internacionais operados no Brasil. 

Ao todo, foram 361 votos a favor e 77 contra a proposta, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP). A proposta, que agora segue para o Senado, restabelece um direito que havia sido retirado em 2017, quando as companhias aéreas passaram a cobrar pelo transporte de malas despachadas – sob a justificativa de redução no preço das passagens, o que não ocorreu.

Cobrança pelo despacho de bagagem

Ao defender a proposta, Manente argumentou que, desde o início da cobrança, em 2017, as empresas acumularam mais de R$ 5 bilhões sem que houvesse redução nos preços das passagens.

No parecer aprovado, o relator da matéria, deputado Neto Carletto (Avante-BA), manteve a possibilidade de cobrança apenas em voos internacionais de companhias de baixo custo, em razão da competitividade do setor.

Segundo Neto Carletto, elevar o benefício ao nível da lei garante “segurança jurídica e impede práticas abusivas” por parte das companhias. Com o texto aprovado, o passageiro poderá levar gratuitamente uma mala de bordo de até 12 quilos e uma bolsa ou mochila sob o assento. 

O despacho sem custo será obrigatório também quando não houver espaço suficiente na cabine para acomodar a bagagem. Se também for aprovada no Senado, as novas regras passarão a integrar o Código Brasileiro de Aeronáutica.

Marcação gratuita de assentos

Avião da TUI Airways | Foto: Divulgação/TUI Airways
A proposta também derruba a atual cobrança para a seleção de assentos em voos | Foto: Divulgação/TUI Airways

A Câmara também aprovou a proibição da cobrança pela marcação de assentos-padrão, apresentada pelo deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA). A emenda, aprovada por 426 votos a 17, determina que o passageiro possa escolher gratuitamente o assento comum no check-in ou antes, sem custo adicional.

Outra medida de destaque foi a emenda da deputada Renata Abreu (Podemos-SP) que proíbe o cancelamento do trecho de volta quando o passageiro não comparecer ao embarque de ida — o chamado “no show” — salvo se houver autorização expressa do consumidor. A proposta obteve 445 votos favoráveis e apenas 10 contrários.

Penas mais duras para adulteração de bebidas

metanol em bebidas destiladas
No Brasil já foram registradas 15 mortes por adulteração de bebidas alcóolicas | Foto: Reprodução/Freepik

Também na sessão desta terça-feira, os deputados aprovaram o Projeto de Lei n° 2.307/07, que estabelece pena de cinco a 15 anos de reclusão para quem modificar alimentos, bebidas ou suplementos alimentares de forma que causem morte ou lesão grave. A matéria segue para o Senado.

A proposta ganhou força na Casa depois dos casos recentes de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas, que provocaram 15 mortes no país. A adulteração passará a ser classificada como crime hediondo quando resultar em morte ou cegueira.

O texto também aumenta a pena para crimes econômicos com combustíveis, prevê confisco de equipamentos usados em falsificação e inclui embalagens de vidro não retornáveis no sistema de logística reversa da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Informações Revista Oeste


Ricardo Lewandowski e Rui Costa devem participar do encontro

Carro incendiado em área que se assemelha a uma zona de guerra no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Twitter/X
Carro incendiado em área que se assemelha a uma zona de guerra no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução/Twitter/X

Depois da megaoperação policial que resultou em 64 mortes nos Complexos do Alemão e da Penha, autoridades federais planejam um encontro com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), nesta quarta-feira, 29. A mobilização federal ocorre diante da crise de segurança no Estado e busca fortalecer a cooperação entre União e governo estadual.

Devem participar da reunião o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o diretor-executivo da Polícia Federal, William Marcel Murad. Até o momento, ainda não há definição sobre o local e o horário do encontro.

Reação federal e estratégias discutidas

A decisão de enviar representantes do governo federal foi tomada depois de uma reunião de emergência, realizada na terça-feira 28, no Palácio do Planalto, liderada pela Casa Civil. O encontro contou com a presença do presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Durante esse encontro, o governo federal avaliou estratégias para oferecer apoio ao Rio de Janeiro e debater respostas à escalada de violência. Também foi discutida a possibilidade de retomar o debate sobre a PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional. O envio das Forças Armadas, por meio de decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), foi descartado neste momento pelo Planalto.

Antes de seguir para o Rio de Janeiro, Rui Costa deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros integrantes do governo federal para alinhar posições em relação à crise.

Detalhes da operação policial e consequências

Segundo as forças de segurança estaduais, entre os 64 mortos na operação, estão 60 suspeitos, dois policiais civis e dois policiais militares do Bope. O total de mortes é o mais alto já registrado em uma única ação policial no Rio, superando a operação de maio de 2021 no Jacarezinho, que deixou 28 vítimas, conforme levantamento do Geni/UFF.

A ação, que reuniu cerca de 2,5 mil agentes das Polícias Civil e Militar, foi planejada para conter a expansão do Comando Vermelho e cumprir aproximadamente cem mandados de prisão. Entre os alvos, 30 são de outros Estados, incluindo integrantes da facção que teriam fugido do Pará para o Rio.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), duraram mais de um ano. “Foi uma operação planejada, que começa com cumprimento de mandado judicial, investigação de um ano e um planejamento de 60 dias, que o Ministério Público participou”, afirmou o governador Cláudio Castro. “Não é uma operação de alguém que acordou e resolveu fazer uma grande operação.”

Até o momento, as autoridades confirmam 81 prisões e a apreensão de 75 fuzis. O confronto intenso também deixou feridos: três moradores atingidos por balas perdidas foram atendidos no Hospital Getúlio Vargas, e pelo menos dois policiais ficaram feridos durante a ação.

Informações Revista Oeste


A megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) realizada nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, é a mais letal da história do estado, segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF).

Até o momento, 64 mortes foram confirmadas — sendo 60 suspeitos e 4 policiais (dois civis e dois do Bope). A ação continua em andamento, e os números podem aumentar.

A operação tem como objetivo combater a expansão territorial da facção e prender lideranças criminosas que atuam no Rio e em outros estados. De acordo com o governo fluminense, 100 mandados de prisão estão sendo cumpridos, incluindo 30 em outros estados, principalmente no Pará, onde membros do CV estariam escondidos.

Segundo o governo do Rio, esta é a maior operação em 15 anos. Até o último balanço, 81 pessoas haviam sido presas.

As operações mais letais da história do RJ:

Alemão e Penha – 64 mortos (28/10/2025)
Jacarezinho – 28 mortos (05/2021)
Penha – 23 mortos (05/2022)
Alemão – 19 mortos (06/2007)
Alemão – 17 mortos (07/2022)

*Metro1
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Uma megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio, deixou 64 mortos nesta terça-feira (28), entre eles quatro policiais e dois suspeitos da Bahia, segundo a Polícia Civil. Outras oito pessoas ficaram feridas, incluindo quatro moradores.

O objetivo da ação é cumprir mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho (CV) — 30 deles de fora do Rio — escondidos nos dois conjuntos de favelas, apontados como bases do projeto de expansão territorial da facção. Até o fim da manhã, 81 pessoas haviam sido presas e 42 fuzis apreendidos.

A operação, batizada de Contenção, mobiliza 2,5 mil agentes das forças de segurança e promotores do Gaeco/MPRJ. O governo estadual afirmou que o confronto representa “uma mudança no padrão de enfrentamento” contra as facções criminosas.

Durante a ação, traficantes usaram drones para lançar granadas contra equipes da Core e do Bope, em um cenário descrito como “típico de guerra”. Segundo o governador Cláudio Castro (PL), o Rio de Janeiro não tem mais condições de atuar sozinho no combate ao crime organizado.

“Essa operação de hoje tem muito pouco a ver com Segurança Pública. É uma operação de Estado de Defesa. É uma guerra que está passando os limites de onde o Estado deveria estar sozinho defendendo. Para uma guerra dessa, que nada tem a ver com a segurança urbana, deveríamos ter um apoio maior e até das Forças Armadas. O Rio está sozinho nessa guerra”, declarou Castro.

O governador afirmou ainda que pediu três vezes apoio de blindados da Marinha e do Exército, mas teve o pedido negado pelo governo federal. Integrantes da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que as falas de Castro têm tom político e indicam movimento antecipado para as eleições de 2026.

Entre os mortos estão dois policiais civis e dois agentes do Bope. Quatro moradores também foram atingidos, mas não correm risco de morte.

*Metro1
Foto: Redes Sociais/Reprodução