A permissão para realização de eventos, limitado a mil pessoas, é prorrogada em Feira de Santana. A medida é válida também para cerimônias de casamento, solenidades de formatura, museus, teatro, parques de diversão e entre outros. A determinação consta em edição do Diário Oficial Eletrônico desta sexta-feira, 24.
Ainda de acordo com a publicação, museus, parques de exposições e espaços similares poderão funcionar desde que seja garantido o distanciamento mínimo de dois metros, sendo vedada a permissão de excursões.
Realização de eventos com venda de ingressos, também limitado a mil pessoas, apenas poderão ocorrer desde que seja comprovado a primeira dose e/ou segunda dose da vacina ou dose única [Certificado COVID pode ser obtido através do aplicativo “CONECT SUS”]. Também devem ser respeitados os protocolos sanitários contra a Covid-19. Exigências são válidas para artistas, público, equipe técnica e colaboradores. As medidas seguem em vigor até o próximo dia 4.
O ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), teria apresentado ao seu partido uma proposta de adesão ao governo Jair Bolsonaro. A sugestão teria sido feita na última terça-feira (21), quando o DEM reuniu sua executiva para tratar sobre a fusão com o PSL.
De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, o pedido foi rejeitado, sob o argumento de que não tinha qualquer cabimento tratar do tema em um encontro marcado para debater a possível união da legenda com o PSL.
Em votação nesse evento, a executiva do DEM autorizou, por 40 votos a 0, a convocação de uma convenção em outubro para referendar a união das siglas. O PSL terá que fazer o mesmo.
Essa possível união tem sido anunciada como o surgimento de um superpartido de direita, devido aos recursos financeiros e a quantidade de políticos que pretende abrigar. Além de Onyx, o DEM ocupa a pasta da Agricultura, com a ministra Tereza Cristina (MS).
O senador Jorginho Mello criticou o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid. Ele comentou o atrito que teve com Renan, nesta quinta-feira (23), e disse que perdeu a paciência diante do ataque do relator.
Jorginho também chamou a CPI de “vergonha”.
– Eu tenho atuado de forma dedicada na CPI, essa CPI da vergonha, essa CPI do fim do mundo, que faz com que eu tenha que cumprir uma missão. A gente tem paciência até certo ponto. Depois a gente não tem paciência mais. Foi o que aconteceu comigo – disse ele ao blog de Altair Magagnin, do portal ND+.
Mello afirmou ainda que o Brasil conhece Calheiros. Segundo ele, o senador é “mais sujo do que pau de galinheiro”.
– O Renan Calheiros, o Brasil conhece. Mais sujo do que pau de galinheiro. Não pode tá falando mal do presidente [Jair] Bolsonaro, falando mal do Luciano [Hang], ou de quem quer que seja. Ele não tem moral, não tem envergadura moral para isso. Foi por isso que eu me exaltei, porque a gente não tem sangue de barata. Afinal de contas, eu represento Santa Catarina, que leva nome de mulher, mas uma mulher guerreira – falou.
Mello entrou em conflito com o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, na sessão desta quinta-feira. O parlamentar, que chamou o colega de “ladrão e picareta”, acredita ter feito “o que muitos brasileiros gostariam” de fazer.
– Quem é Renan Calheiros para chamar alguém de vagabundo? Ninguém tem sangue de barata. Fiz o que muitos brasileiros gostariam de ter feito – escreveu Jorginho em publicação no Twitter.
A discussão entre os dois senadores foi uma das mais tensas já ocorridas na comissão até o momento. O desentendimento teve início quando Jorginho Mello decidiu sair em defesa do presidente Jair Bolsonaro após Calheiros acusar o governo federal de corrupção, em oitiva com o diretor da Precisa Medicamentos, Danilo Trento.
A troca de farpas se intensificou até chegar ao ponto de o relator chamar o senador governista de “vagabundo” e ser acusado de “ladrão”.
Calheiros chegou a deixar a tribuna para tirar satisfações com Mello. Ambos os parlamentares precisaram ser contidos pelos colegas parlamentares.
Até 4 de outubro, as instituições financeiras deverão estabelecer o limite de R$ 1 mil para as transferências e pagamentos feitos por pessoas físicas entre as 20h e as 6h. A data de início das restrições foi aprovada nesta quinta-feira (23) pelo Banco Central (BC).
As empresas não serão afetadas pela medida. A limitação das transações físicas havia sido anunciada em agosto pelo BC para reduzir os casos de sequestros e roubos noturnos, após pedidos das próprias instituições financeiras.
O teto de R$ 1 mil para as operações noturnas vale tanto para o PIX, sistema de pagamento instantâneo em funcionamento há dez meses, como para outros meios de pagamento. Transferências via TED, DOC, pagamentos de boletos e compras com cartões de débitos também passarão a obedecer a esse limite.
O cliente poderá alterar os limites das transações por meio dos canais de atendimento eletrônico das instituições financeiras. No entanto, os aumentos passarão a ser efetivados por pelo menos 24 horas após o pedido, em vez de concedidos instantaneamente, como fazem alguns bancos. Essa medida também deverá entrar em vigor até 4 de outubro.
Até essa data, as instituições financeiras deverão oferecer aos clientes a opção de cadastrar previamente contas que poderão receber transferências acima dos limites estabelecidos.
Registros O BC também obrigará as instituições financeiras a fazer registro diário das ocorrências de fraude ou de tentativas de fraude nos serviços de pagamento. A lista também deverá conter as medidas adotadas para corrigir ou resolver os problemas.
Até 16 de novembro, essa medida deverá ser implementada. Com base nos registros, os bancos e as demais instituições deverão produzir um relatório mensal que consolide as ocorrências e as ações adotadas.
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, hoje (23), o relatório do deputado Arthur Maia (DEM-BA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, da reforma administrativa. Foram 28 votos favoráveis e 18 contrários. O texto foi apresentado por Maia no final da manhã e retoma vários pontos da PEC encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em setembro do ano passado.
Entre os pontos retomados pelos parlamentares está a redução em até 25% de salários e jornada de servidores públicos e a previsão da União, estados e municípios firmarem contrato com órgãos e entidades, públicos e privados, para a execução de serviços públicos. O texto retoma ainda a previsão de contratação temporária de servidores pelo período de até 10 anos. A versão anterior do relatório previa um período máximo de seis anos.
No parecer de Maia, estão proibidos o aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos; as férias em período superior a 30 dias pelo período aquisitivo de um ano e a aposentadoria compulsória como modalidade de punição.
O parecer de Maia também determina que “é nula a concessão de estabilidade no emprego ou de proteção contra a despedida para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e das subsidiárias dessas empresas e sociedades por meio de negociação, coletiva ou individual”.
No caso do Legislativo, o texto da reforma retira a competência do Poder para dispor sobre a criação e extinção de ministérios e órgãos da administração pública.
O texto também trouxe modificações nos critérios para a abertura de processos administrativos para a perda de cargo de servidor. A proposta facilita a abertura do processo, prevendo que o servidor será processado depois de duas avaliações insatisfatórias consecutivas ou três intercaladas, no período de cinco anos. O relatório anterior instaurava os processos depois de três avaliações ruins consecutivas ou cinco intercaladas.
Críticas O parecer aprovado foi criticado pela oposição, que argumentou que o novo relatório foi apresentado sem tempo hábil para análise e que retomou pontos já superados.
Ontem (22), parlamentares do PT, PCdoB, PSOL, PDT, Rede, PSB, Solidariedade e PV anunciaram que os partidos fecharam questão contra a proposta.
De acordo com a deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a PEC prejudica não só os servidores, mas, principalmente, a população mais carente, que necessita da prestação de um serviço público de qualidade.
“Se você faz alguma mudança no serviço público, é para melhorar a qualidade, melhorar o atendimento público, e para garantir direito dos trabalhadores, não o contrário. O que assistimos de ontem para hoje é incrível, porque é um relatório da retaliação”, disse o deputado.
Segundo o deputado Gervásio Maia (PSB-PB), o texto apresentado enfraquece o Estado, e promove uma desvalorização das carreiras que exercem os serviços públicos. O deputado citou a volta do artigo 37-A, que prevê que a União, estados e municípios possam fazer contratos com a iniciativa privada para a prestação de serviços públicos.
O ator deu a declaração em entrevista e afirmou que não pensa mais em trabalho
Foto: Reprodução/Instagram
O ator José Mayer, afastado da mídia desde 2016, quando foi acusado de assédio por uma camareira da Globo, anunciou que não vai mais trabalhar como ator. Em entrevista à jornalista Simone Magalhães, do site RD1, ele afirmou que está aproveitando a aposentadoria.
“Nada de trabalho. Tenho um prazer enorme em desfrutar a minha vida, a aposentadoria. Quero o convívio com a família, com meu neto [Antônio, de 1 ano e meio], ficar me dividindo entre as quatro casas que tenho. Enfim, ‘un dolce far niente’ [o prazer de não fazer nada]“, afirmou ele.
Seu último trabalho na televisão foi em 2016, como o vilão Tião na novela A Lei do Amor, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari.
Aplicação da segunda dose das vacinas CoronaVac e Oxford também nas UBSs
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua com a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19, nesta sexta-feira, 24. Devem receber o imunizante os idosos acima de 70 anos, que receberam a segunda dose há seis meses. A imunização acontece, das 8h às 21h, em cinco Unidades de Saúde da Família (USF), vinculadas ao programa Saúde na Hora – confira o endereço no final da matéria.
Para receber o imunizante é necessário apresentar a caderneta de vacinação confirmando o recebimento das duas doses da vacina, RG, CPF e comprovante de residência.
A SMS informa que as USFs Videiras I, II e III, na Mangabeira; Campo Limpo I, V e VI; Parque Ipê I, II e III; Liberdade I, II e III, e Queimadinha I, II e III estarão com equipes de imunização disponíveis para facilitar a vacinação da população.
CIDADE DAS COMPRAS
Amanhã também haverá vacinação em primeira dose no Shopping Cidade das Compras, das 8h às 16h, para maiores de 18 anos (nascidos até 24 de setembro de 2003), e a segunda dose das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca.
É obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.
Nos casos em que a residência está no nome do cônjuge ou ex-cônjuge, é necessário apresentar a certidão de casamento ou divórcio. No local da vacinação, equipes de triagem fazem a consulta do cartão SUS para confirmar a lotação em Feira de Santana.
Para receber a segunda dose, além dos documentos citados acima, é obrigatório levar o cartão de vacina com a comprovação da primeira dose.
Vale salientar que também haverá aplicação da primeira dose nas Unidades Básicas de Saúde para maiores de 18 anos (nascidos até 24 de setembro de 2003), gestantes e puérperas (até 45 dias pós parto), das 8h às 16h, assim como a segunda dose das vacinas CoronaVac e AstraZeneca/Oxford.
Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBSs):
Grupo segurou cartazes com críticas aos ricos e também ao presidente Jair Bolsonaro
Manifestantes invadiram o prédio da B3 em São Paulo Foto: Reprodução/Redes Sociais
Nesta quinta-feira (23), integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) realizaram um protesto na sede da B3, a Bolsa de Valores brasileira, em São Paulo. Manifestantes entraram no prédio e ocuparam o local em um ato contra “o desemprego, a inflação e a fome”.
Ao portal G1, manifestantes informaram que decidiram pela invasão do prédio da B3 porque milhões de brasileiros sofrem com a pobreza, enquanto bilionários “movimentam R$ 35 bilhões por dia só aqui”.
– É inadmissível que quase 100 milhões de brasileiros estejam em situação de fome e insegurança alimentar, enquanto os bilionários movimentam R$ 35 bilhões por dia só aqui, na bolsa – relatou Débora Pereira, uma das líderes do MTST.
Durante a “ocupação”, manifestantes seguraram cartazes criticando os ricos e o presidente Jair Bolsonaro e alertando para a fome no país.
Manifestantes invadiram prédio da B3 Foto: Reprodução/Redes Sociais
A deputada federal Tabata Amaral, recém-filiada ao PSB, voltou a repercutir o tuíte compartilhado pelo ator José de Abreu com ameaças de agressão a ela. Para a deputada, a ousadia do gesto do ator deve-se à certeza de que a esquerda o ampararia.
– Ele se sentiu à vontade para fazer aquele tuíte porque ele sabia que iam passar pano para ele. Ele sabia que não perderia o apoio da esquerda – declarou Tabata em entrevista ao portal Universa UOL nesta quinta-feira (23).
– Parece que tudo bem você “passar pano” quando você discorda do alvo ou gosta do agressor – complementou.
Conforme disse que faria, Tabata entrou com uma ação na Justiça para que José de Abreu explique por que compartilhou uma publicação que dizia: “Se eu encontro na rua, soco até ser preso”. No entanto, a parlamentar não acredita em um resultado favorável. Aliás, Tabata demonstra acreditar que grande parte de seus problemas na política são por questões de gênero, ou seja, por ela ser mulher.
– Quando uma mulher discorda, chama mais atenção. O meu voto na reforma foi considerado “uma desobediência de uma menina”. A intensidade das reações tem a ver com o fato de eu ser uma mulher jovem – e a forma também. Não foi a primeira e infelizmente não será a última vez que a minha integridade física foi ameaçada. Já fui ameaçada de morte; sou xingada todos os dias – disse a parlamentar quando questionada sobre seus votos favoráveis a algumas pautas do governo Jair Bolsonaro.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), lidera as prévias para ser o candidato do partido nas eleições presidenciais de 2022, segundo relatório divulgado pelo Eurasia Grupo, nesta quinta-feira (23). A informação foi publicada pela BP Money.
Com esse cenário, Leite venceria João Doria, que também está na disputa pela vaga. De acordo com a análise, Eduardo Leite avança para ter maioria nos estados, enquanto o governador de São Paulo deve agregar maior número em seu estado.
O relatório também aponta uma perda de apoio para Bolsonaro, aumentando a chance de um candidato de centro rivalizar com o atual presidente para chegar ao 2º turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas.
PRIMÁRIAS
Segundo a BP Money, esta será a primeira vez que o PSDB realizará primárias presidenciais, com cinco debates entre os candidatos a partir de 18 de outubro. A votação está marcada para 21 de novembro. Caso necessário, um segundo turno ocorrerá no dia 28 de novembro entre os dois mais votados. Além de Leite e Doria, os senadores Tasso Jereissati e Arthur Virgilio também registraram suas candidaturas.
De acordo com o estatuto do partido, o colégio eleitoral do PSDB está dividido entre quatro grupos, com mesmo peso de voto: filiados; prefeitos e vice-prefeitos; vereadores, deputados estaduais e distritais e governadores, vice-governadores, ex-presidentes e o atual presidente da Comissão Executiva Nacional do PSDB, senadores e deputados federais.