Governo Municipal já adotou providências judiciais para garantir o transporte público
A Prefeitura de Feira de Santana foi surpreendida nas primeiras horas da manhã de hoje, 27, com uma manifestação impedindo a saída de ônibus da garagem da Empresa Rosa.
O Governo Municipal, através da Procuradoria Geral (PGM), já adotou providências judiciais a fim de restabelecer a normalidade da operação de transporte público urbano e a garantia do interesse coletivo.
O ato de caráter político-partidário, organizado pelo manifestante Ubiratan Fonseca de Jesus [o mesmo foi nomeado para o cargo de agente parlamentarm no gabinete do parlamentar Silvio Oliveira (Sílvio Dias), conforme o Diário Oficial do Poder Legislativo] compromete as 109 linhas de transporte do município.
São apenas quatro linhas rurais que, emergencialmente, estão sendo atendidas pelo STPAC (Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar).
A frota de ônibus da concessionária Rosa, bem como colaboradores (motoristas e cobradores) estão preparados para iniciarem a operação assim que os manifestantes desobstruam o local.
A Guarda Municipal foi acionada para manter a ordem e preservar a segurança de operadores do Sistema Integrado de Transporte (SIT).
O ato prejudica a população do município que utiliza o serviço essencial para se deslocar ao trabalho e locais de vacinação. Fiscais da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) orienta usuários, nos terminais de transbordo (Norte e Central), afetados com a falta do transporte público.
Presidente foi acusado de ser o responsável pelo agravamento da pandemia de coronavírus
Cúpula da CPI da Covid formada pelos senadores Randolfe Rodrigues, Omar Aziz e Renan Calheiros Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy
A CPI da Covid aprovou seu relatório final nesta terça-feira (26), após seis meses de trabalho, e manteve o foco no pedido de indiciamento de Jair Bolsonaro. O presidente é acusado de ser o responsável pelo agravamento da pandemia de coronavírus, que ‘deixou mais de 600 mil mortos’ no país.
Com 1.288 páginas, o relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) – que passou com um placar de sete votos a favor e quatro contrários – também pede o indiciamento de mais 77 pessoas e duas empresas.
– Há um homicida no Palácio do Planalto – disse Renan, em um duro discurso no qual afirmou que Bolsonaro agiu como “missionário enlouquecido para matar o próprio povo”.
Em seu último discurso, o senador afirmou que “bestas feras” tentaram ameaçar a CPI, mas não obtiveram sucesso.
Votaram a favor do relatório que agrava a crise do governo os senadores Eduardo Braga (MDB-AM); Humberto Costa (PT-PE); Omar Aziz (PSD-AM); Otto Alencar (PSD-BA); Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), além do próprio relator.
Já os votos contrários vieram dos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE); Jorginho Mello (PL-SC); Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Marcos Rogério (DEM-RO).
No caso de Bolsonaro, o texto final aprovado pede o indiciamento do presidente por nove crimes. Os crimes comuns nos quais ele é citado são epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas e prevaricação, conforme definidos pelo Código Penal; os crimes contra a humanidade são de extermínio, perseguição e outros atos desumanos, arrolados no Tratado de Roma, do qual o Brasil é signatário.
A CPI ainda pediu o indiciamento de Bolsonaro por crimes de responsabilidade – violação do direito social e quebra de decoro do cargo.
A lista encabeçada por Bolsonaro segue com os pedidos de indiciamento de seus três filhos com carreira política – o senador Flávio (Patriota-RJ), o deputado Eduardo (PSL-SP) e o vereador carioca Carlos (Republicanos). O texto também pede o indiciamento de empresários apoiadores de Bolsonaro, jornalistas de direita que teriam disseminado desinformação na pandemia, dirigentes do Ministério da Saúde e especialistas que integraram o chamado “gabinete paralelo”, núcleo de assessoramento do presidente durante a pandemia.
As últimas mudanças no relatório de Renan foram decididas em uma reunião do grupo majoritário da CPI na noite desta segunda-feira (25). O encontro, realizado no apartamento funcional do presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM), se estendeu pela madrugada. Na ocasião, os senadores decidiram pela inclusão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), no rol de indiciados, além do ex-secretário de Saúde, Marcellus Campêlo, entre outros.
Antes das inclusões, o número de indiciados era de 70 pessoas. Várias delas tiveram seus nomes incluídos e removidos do relatório nas sucessivas versões. A última leva de indiciamentos foi patrocinada pelo vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Na manhã desta terça, a lista chegou a 79 pessoas: Renan incluiu o senador Luis Carlos Heinze entre os indiciados. Depois, atendendo a uma questão de ordem de Alessandro Vieira, o nome do gaúcho acabou retirado da lista. Ao incluir o colega de CPI, o alagoano disse que Heinze “reincidiu” na divulgação de informações falsas.
– Pela maneira como incitou o crime em todos os momentos, eu queria, nesta última sessão, dar um presente a vossa excelência: (…) será o 81º indiciado desta comissão – disse o relator, anotando em seguida o nome de Heinze no relatório, à caneta.
A participação de Heinze na CPI ficou marcada pela defesa de teses como uma eficácia do “tratamento precoce” na cidade de Rancho Queimado (SC).
O relatório da CPI deve ser apresentado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), na manhã desta quarta-feira (27). Depois, as conclusões da comissão serão enviadas ao Ministério Público: a parte que diz respeito a Bolsonaro será encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR); outras partes da apuração serão apresentadas às unidades do MPF nos Estados e aos MPs de cada unidade da Federação, a depender do tipo de crime e das pessoas envolvidas.
Uma reunião dos senadores da CPI com o procurador-geral da República, Augusto Aras, também está marcada para a manhã desta quarta (27); semanas atrás, Aras disse que tomará providências e que não será omisso diante dos fatos levantados pela comissão.
Caso o procurador-geral da República não dê sequência às investigações, os integrantes da CPI estudam ingressar com uma ação penal privada subsidiária no Supremo Tribunal Federal (STF)
Segundo o advogado criminalista Fernando Castelo Branco, o pedido de indiciamento da CPI é diferente daquele feito pela polícia.
– A CPI é um poder investigatório, criado para apurar fatos e a responsabilidade por esses fatos. O efeito prático (do pedido de indiciamento) é dar, no relatório final, um destaque para esses personagens. No final, caberá ao Ministério Público proceder ao acolhimento ou não dessas acusações, para fazer uma denúncia (formal) – diz ele, que é professor de processo penal no curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
O vice-presidente do colegiado, Randolfe Rodrigues, falou sobre os trabalhos da CPI.
– O que motivou esta Comissão Parlamentar de Inquérito foi, em janeiro deste ano, vermos irmãos morrendo. Foram (…) as trágicas cenas de Manaus. Foram as filas do desespero pelos cilindros de oxigênio (…) Quantas mesas de jantar nas casas das famílias brasileiras estão incompletas no dia de hoje por causa do descaso? Já foi dito aqui: pelo menos 200 mil irmãos nossos poderiam estar entre nós. Quantos amigos e parentes não poderiam estar neste momento na sala de TV assistindo a conclusão deste trabalho? E isso não foi por acaso: teve responsabilidade [do governo federal] – ressaltou.
O senador Alessandro Vieira também fez comentários.
– O crime central que encontramos foi fartamente demonstrado: o crime de epidemia agravado pelo resultado morte (…). É evidente que o presidente da República não criou o vírus, mas é tão evidente quanto que o presidente se esforçou para acelerar a propagação do vírus – destacou.
RELATÓRIO ACUSA SEM PROVAS, DIZ GOVERNISTA Ao justificar seu voto contrário, o senador Marcos Rogério disse que o relatório de Calheiros era “fake news processual”.
– Voto contra, primeiro, porque essa CPI se revelou um estelionato político; e segundo, porque o relatório, para mim, é um grande fake news processual. Estelionato porque esta CPI nasceu para investigar, mas não investigou, e protegeu acusados de corrupção nos Estados e municípios. E o relatório é um grande fake news processual porque acusa sem provas, e se ancora numa narrativa do jogo pré-eleitoral – disse ele.
Em sua última manifestação na CPI, o senador Flávio Bolsonaro leu uma relação de 21 crimes “supostamente cometidos” por Renan durante a pandemia, entre eles o de “perseguição”. O senador também disse que o relatório final era uma “peça política” e defendeu o governo de seu pai comparando-o com o de Dilma Rousseff (PT).
Mesmo votando contra o relatório, o senador Eduardo Girão admitiu que Bolsonaro errou ao provocar aglomerações e ao “dar declarações infelizes sobre a vacina”.
– Errou sim. Mas esse relatório [de Renan Calheiros] se perdeu, errou a mão. E isso deslegitima até algumas coisas que poderiam ser vistas com seriedade. Ultrapassou o limite de uma vingança pessoal, regional, com interesses políticos. Isso ficou evidente – observou ele.
As seis dezenas do concurso 2.423 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser realizadas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (27) um prêmio acumulado em R$ 33 milhões.
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Ele escreveu obras clássicas da TV, como Dancin’ Days
Foto: Divulgação
Morreu nessa terça-feira (26), no Hospital Copa Star, na zona sul do Rio, o autor de novelas Gilberto Braga, aos 75 anos. Considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira, é autor de obras clássicas da TV como Dancin’ Days, Vale Tudo, Corpo a Corpo e Paraíso Tropical, entre outras.
Ele estava internado desde a última sexta-feira (22) e já vinha enfrentando problemas de saúde há alguns anos. Foi para o hospital com um quadro de infecção generalizada, após uma perfuração no esôfago. Gilberto Braga era casado com Edgar Moura Brasil, decorador e seu companheiro por quase 50 anos.
O teledramaturgo nasceu no Rio de Janeiro em 1º de novembro de 1945. Cursou a faculdade de Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio e começou a trabalhar dando aulas na Aliança Francesa.
Sucesso
A novela Dancin’ Days (1978) alcançou grande sucesso e marcou a estreia de Gilberto Braga no horário nobre, como autor titular, além de ter sido a primeira novela contemporânea e adaptação de romance consagrado. A trilha sonora internacional, basicamente com canções de discoteca, foi um sucesso de vendagem, com mais de 1,5 milhão de cópias, assim como a trilha nacional, com 1 milhão de cópias, estimulando o crescimento de novas casas do gênero. A novela também lançou diversos modismos,, como voos de asa delta e meias de lurex usadas com sandália.
A Rede Globo informou que Gilberto chegou a cursar Direito e a prestar concurso para o Itamaraty, mas não avançou em nenhuma das duas carreiras. Atuou como professor de francês e foi crítico de teatro e cinema no jornal O Globo, entre outras funções, tudo isso antes de se dedicar exclusivamente à teledramaturgia.
O novelista assinou – sozinho ou em parceria com renomados autores – grandes sucessos e tinha como um dos traços mais marcantes de suas obras a crítica social. Normalmente, suas histórias eram ambientadas na cidade do Rio, por onde tinha o prazer e o hábito de caminhar pelas ruas, o que fazia dele um grande entendedor da vida carioca.
Seu primeiro trabalho na Globo foi em 1972, com uma adaptação de A Dama das Camélias para o programa Caso Especial, com direção de Walter Avancini. A história foi protagonizada por Glória Menezes. Depois, vieram outros episódios para o programa. Um deles, especificamente, fez muito sucesso à época: As Praias Desertas, que tinha no elenco Dina Sfat, Yoná Magalhães e Juca de Oliveira.
A experiência de escrever uma novela veio em 1974. Sob o título A Corrida do Ouro, Gilberto assinou a trama ao lado de Lauro César Muniz e Janete Clair. Ele tinha apenas 29 anos e sua grande fonte de inspiração e formação foi Janete, como fazia questão de dizer em entrevistas que concedeu ao longo da carreira.
Vieram, então, as adaptações Helena e Senhora, ambas exibidas em 1975. Nesse mesmo ano, assumiu o desafio de dar continuidade à novela Bravo!, de Janete Clair. A autora precisou se dedicar a um novo projeto e Gilberto passou a assinar a autoria da trama, que foi ao ar no horário das sete.
Seu primeiro grande sucesso, no entanto, foi Escrava Isaura, exibida em 1976, um marco da teledramaturgia nacional. Gilberto assinou a adaptação que o tornou muito conhecido quando tinha apenas 31 anos. Escrava Isaura é uma das obras mais vendidas e exibidas no mercado internacional.
Em 1977, ele escreveu Dona Xepa, que narrava a história de uma popular feirante, vivida por Yara Cortes. Exibida no horário das seis, a obra obteve o melhor desempenho de audiência da faixa até então. A estreia no chamado horário nobre, das 20h, foi em 1978, com Dancin’ Days. Sonia Braga despontava no papel principal – que tinha a personagem de Joana Fomm como antagonista. Em 1980, escreveu Água Viva, que contou com a coautoria de Manoel Carlos a partir do capítulo 57. Na novela Brilhante, de 1981, Gilberto teve a contribuição de Euclydes Marinho e de Leonor Bassères. O autor repetiu a parceria com Leonor em suas duas obras seguintes: Louco Amor (1983) e Corpo a Corpo(1984).
Gilberto escreveu em 1986 sua primeira minissérie, Anos Dourados, com direção de Roberto Talma. Tratava-se de uma história ambientada durante o governo JK. O casal protagonista foi vivido por Malu Mader e Cássio Gabus Mendes. Gilberto também assinou a produção musical da minissérie. O autor nunca escondeu a sua ligação com o universo da música. Ele escolhia grande parte das trilhas sonoras de suas novelas e os temas dos personagens.
Também recebem hoje inscritos no Bolsa Família com NIS 8
Trabalhadores informais nascidos em julho recebem hoje (27) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.
Também recebem hoje a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes no Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. As datas da prorrogação do benefícioforam anunciadas em agosto.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano. O benefício começou a ser pago em abril.
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até a próxima sexta-feira (29). O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social.
Em todos os casos, o auxílio está sendo pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à atual rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).
O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas. A partir de novembro, o público do Bolsa Família será migrado para o Auxílio Brasil.
Desde o início da pandemia, dos 1.243.641 casos confirmados, 1.214.144 já são considerados recuperados, 2.455 encontram-se ativos e 27.042 tiveram morte confirmada.
Foto: Divulgação
A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 448 novos casos de Covid-19, de acordo com informações divulgadas no boletim desta terça-feira (26), pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).
Ainda segundo o boletim da Sesab, nove mortes foram registradas. Desde o início da pandemia, dos 1.243.641 casos confirmados, 1.214.144 já são considerados recuperados, 2.455 encontram-se ativos e 27.042 tiveram morte confirmada.
O boletim também contabiliza 1.571.290 casos descartados e 243.492 em investigação. Na Bahia, 52.269 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta terça.
Ainda de acordo com a Sesab, com 10.534.711 vacinados contra a Covid-19 com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 82,7% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254.
Com base no boletim desta terça, a Bahia tem 1.322 leitos ativos para tratamento da Covid-19. Desse total, 357 estão com pacientes internados, o que representa taxa de ocupação geral de 27%.
Desses leitos, 562 são de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e estão com taxa de ocupação de 35% (197 leitos ocupados).
Nas UTIs pediátricas, 19 das 29 vagas estão com pessoas internadas, o que representa taxa de ocupação de 66%. Os leitos clínicos para adultos estão com 16% de ocupação e os infantis, com 52%.
Emissão estava com vagas reduzidas; viajantes estrangeiros devem apresentar comprovante de vacinação contra Covid-19 e teste negativo da doença antes de embarcar para o país
Foto: Walder Galvão/G1
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou, nesta terça-feira (26), que os consulados voltam a emitir vistos a partir do dia 8 de novembro, para turistas já vacinados contra a Covid-19. A retomada integral do serviço também vale para quem precisa renovar o documento.
Desde maio do ano passado, devido à pandemia do novo coronavírus, o serviço está com vagas limitadas, com prioridade para pessoas em situação de emergência, como as que vão para funerais de familiares ou para tratamento médico, além de vistos estudantis.
Regras para viajantes
As regras preveem que os viajantes estrangeiros devem estar completamente imunizados contra a Covid-19 e precisam apresentar o comprovante de vacinação, além de um teste negativo para a doença, antes de embarcar ao país.
Em relação à vacina, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) determinou que serão aceitos os imunizantes aprovados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uso emergencial, ou seja, todos os utilizados na campanha no Brasil.
O governo dos EUA também deve aceitar a entrada de pessoas que tenham tomado duas doses de imunizantes diferentes. Ou seja, um turista que tomou uma dose da Pfizer e outra da AstraZeneca poderá viajar.
Mesmo os viajantes completamente imunizados terão que apresentar um teste negativo de Covid-19, feito até três dias antes do embarque. Também ficou determinado que os cidadãos norte-americanos e residentes permanentes legais que não tenham se vacinado precisam apresentar um teste negativo, feito até um dia antes do embarque.
Crianças e adolescentes de até 17 anos não precisam apresentar o comprovante de vacinação, mas devem ter um teste negativo para Covid-19.
O governo do presidente Joe Biden também estabeleceu que, a partir de 8 de novembro, não haverá necessidade de solicitar uma exceção de interesse nacional antes de viajar para o país.
“Eu vou ser candidato por São Paulo se Deus me permitir”, disse
Eduardo Cunha Foto: Agência Brasil/José Cruz
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, confirmou que pretende se candidatar ao cargo de deputado federal, desta vez, representando o Estado de São Paulo. Ele deu declarações, nesta terça-feira (26), à Jovem Pan.
– Eu vou ser candidato por São Paulo se Deus me permitir. No Rio vai ser minha filha, para ocupar o meu espaço lá – declarou.
Ele disse ainda que irá buscar “apoio do povo contra o PT”.
Durante entrevista a uma rádio, o presidente rebateu uma polêmica envolvendo a vacina contra a Covid-19
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
Nesta segunda-feira (25), o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a “polêmica” a respeito de uma declaração dele sobre a vacina da Covid-19 e a Aids, doença transmitida pelo vírus HIV. Durante entrevista à rádio Caçula FM, do Mato Grosso do Sul, Bolsonaro explicou que apenas leu uma reportagem da revista Exame.
A notícia foi divulgada pelo presidente durante transmissão ao vivo na última quinta-feira (21). O texto falava sobre um estudo feito no Reino Unido.
– Relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados [15 dias após a segunda dose] estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida [Aids] muito mais rápido que o previsto. Recomendo que leiam a matéria. Não vou ler aqui porque posso ter problemas com a minha live – disse o presidente na ocasião.
A fala gerou críticas de opositores e levou o Facebook e o Instagram a retirarem do ar a transmissão. Diante disso, Bolsonaro se explicou durante a entrevista a uma rádio.
– Foi a própria Exame que falou da relação de HIV com vacina. Eu apenas falei sobre a matéria da Revista Exame. E, dois dias depois, a Exame me acusa de ter feito fake news sobre HIV e vacina. A gente vive com isso o tempo todo. Se for pegar certos órgãos de impressa, são fábricas de fake news – destacou.
A reportagem foi publicada pela Exame no dia 20 de outubro de 2020. A OMS já negou a relação da vacina com a transmissão do vírus da Aids e reforçou a necessidade de os portadores da doença se vacinarem contra a Covid.
A negativa da organização foi em resposta a um estudo da revista científica The Lancet, de outubro de 2020. O estudo dizia que, para alguns pesquisadores, algumas vacinas contra a Covid-19 usam um adenovírus específico no combate ao vírus SARS-CoV-2, podendo aumentar o risco de que pacientes sejam infectados com HIV, o vírus da Aids. Para isso, a pessoa precisa ser exposta ao vírus.
Para a emissora, imagem do antigo apresentador pode estar atrapalhando desempenho de Huck
Huck assumiu o Domingão no início de setembro Foto: Reprodução / TV Globo
A Rede Globo avalia tirar Luciano Huck do comando de todos os quadros que já foram apresentados por Faustão, de acordo com informações da colunista do R7, Keila Jimenez. Isso porque pesquisas da emissora apontam que a forte imagem de Fausto Silva tem atrapalhado o desempenho de Huck no Domingão, atração que perdeu 33% de sua audiência em apenas dois meses.
A ideia da emissora da família Marinho, portanto, seria passar os quadros de sucesso do programa, como o Show dos Famosos, o Dança dos Famosos ou o Videocassetadas, para as mãos de outros apresentadores, ou transformá-los em uma atração solo, sem Huck.
O objetivo é alcançar a difícil tarefa de desvincular a imagem do Domingão do apresentador que o conduziu por mais de 30 anos, para evitar comparações.
Faustão deixou a Rede Globo abruptamente, em junho deste ano, e retornou para a Band, onde estreará sua nova atração em 2022.