Dia a dia, sobretudo no período posterior ao emblemático sete de setembro, o presidente Bolsonaro vem sendo cobrado para que resgate a Constituição e o Estado de Direito. Aquela, por estar sendo estuprada reiteradamente pelos que têm o dever constitucional de respeitá-la; a restauração do Estado de Direito, porque, de fato, vivemos num Estado de não Direito e distópico.
Regra geral, estamos degustando há quase três anos o que seja viver numa juristocracia totalitária e constitucionalmente monstruosa, na qual, para os amigos e parceiros “progressistas” da toga, tudo pode. Mas, para os que ousam pensar diferente, abundam perseguições infindáveis. Ataques impunes à honra de conservadores via imprensa marrom e redes sociais, bem como imposições de censuras, multas, proibições inominadas, cadeia e – se forem escondidinhas – também umas “porradinhas”, são alguns exemplos “democráticos”.
Naturalmente, surge a pergunta que não cala e está na boca de milhões de patriotas: por que o presidente Jair Bolsonaro permite que a bandalheira institucionalizada corra frouxa e o país deslanche rumo ao socialismo, se ele mesmo, antes do dia 07/09/21, tinha feito afirmações contundentes, expondo várias das pilantragens ocorridas e em curso, sempre sob o verniz do pseudodireito?
A título de lembranças, o presidente disse que sabe onde está o câncer do país e que, com a população consciente, a gente vence essa guerra. Ressaltou diversas vezes que nossa bandeira jamais será vermelha e que, se precisar, dá a vida por nossas liberdades. Falou que, se Deus quiser, extinguiremos em breve o comunismo do Brasil. Afirmou que editaria um decreto para resgate do art. 5.°, da Constituição, e que ninguém ousaria questioná-lo.
Escancarou as vísceras do sistema eleitoral. Frisou que estamos em guerra e que a Pátria está sendo atacada internamente. Desqualificou ministros do STF por atitudes político-partidárias e decisões inconstitucionais tomadas, todas “fora das quatro linhas da Constituição”. Disse que estávamos chegando no “ponto de inflexão”. E foi enfático ao dizer que só sai do cargo morto ou com a vitória; nunca por canetadas. Mais recentemente, agora em novembro, constatou a existência de muitas injustiças, registrando que irão acabar logo.
Há pelo menos três modos de responder à questão.
O primeiro, classifico como pura racionalização por parte dos que defendem a aparente omissão: se não sabemos solucionar o caso, construímos uma argumentação que se encaixe em nosso conhecimento limitado, ao qual estamos (in)conscientemente apegados. Ou seja, adaptamos os fatos e as circunstâncias à teoria que temos na cabeça. Ajustarmos a teoria aos fatos, ou criarmos uma nova, são coisas impensáveis. Cognitivamente mais confortável, mais simples e mais conveniente admitirmos como o “novo normal” o dragão jurídico que tem sido despudoradamente concretizado pelo sistema de justiça.
Assim, pela racionalização, nenhuma surpresa: muitos defendem o presidente cegamente, a todo custo, dizendo que ele nada pode(ria) fazer. Caso contrário, sofreria impeachment, pois cometeria “crime de responsabilidade”, praticaria “golpe de Estado”, ou algo congênere.
Compreensível: se estão entranhados no inconsciente coletivo dogmas como o “STF tem a última palavra sempre” e “ordem judicial não se discute, devendo ser sempre cumprida”, a forma como as decisões são fundamentadas passou a ser irrelevante. Inocência, portanto, nos estarrecermos com o conteúdo das decisões: se ministros dizem o que seja o Direito, fazendo o vermelho virar verde e vice-versa, e se já o disseram, a fundamentação torna-se intrinsecamente validada; mera petição de princípio ou argumentação circular.
A segunda resposta para a pergunta, digo ser pautada pela intolerância, pela impaciência e pelo fígado. Emocionalmente indignados (e com parcela de razão), muitos atribuem ao presidente a pecha de “covarde”, ou induzem que esteja “rendido” ao mecanismo. O juízo de valor sobre o caráter, frente às “evidências”, sobrepõe-se à confiança em sua pessoa.
Também compreensível: diante de flagrantes atentados contra as liberdades básicas e a Constituição, e em sendo o presidente da República chefe de Estado e autoridade suprema das Forças Armadas, que assumira o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição (art.78), bem como de defender a Pátria, garantir a funcionalidade dos Poderes e a lei e a ordem (art.142), mostra-se constitucionalmente injustificável a aparente complacência presidencial e militar com os gravíssimos descalabros normativos, institucionais e – por consequência – sociais crônicos.
Se o próprio presidente não cansa de dizer que a liberdade vale mais do que a própria vida, teoricamente, como não se revoltar ao ver ou experimentar incessantes agressões às liberdades individuais e incontáveis usurpações de competência, com efeitos socioeconômicos potencialmente trágicos para o Brasil, sem haver qualquer reação do chefe da nação, então legitimamente avalizado por milhões do povo ao longo de 2021 e, em especial, no dia 07/09/21?
Por fim, a terceira resposta possível: o presidente nada fez até agora, por presumidamente estar seguindo uma estratégia militar.
Para pensar assim, três premissas precisam ser consideradas absolutamente verdadeiras: i) o presidente é inteligente, leal e tem palavra, vê tudo o que vemos, e sabe o que fazer para vencermos o Deep State tupiniquim; ii) as Forças Armadas são incooptáveis, veem o que vemos, apoiam o presidente e sabem quando agir; iii) estamos numa estado de guerra não convencional, onde os inimigos atuam na ofensiva, valendo-se de abusos no exercício do poder judicial, legislativo e da mídia, impondo o medo, corrompendo mentes, desequilibrando emoções e afetando a racionalidade das pessoas de bem. Guerra na qual, jogando na defensiva, o chefe de Estado e as Forças Armadas ainda não usaram as armas que têm, mas, inevitavelmente, terão que fazê-lo. Caso contrário, tchau, tchau para a tríade “Deus, Pátria e Família”.
O que efetivamente importa: por pior que esteja o contexto, ele é passageiro, como tudo na vida, e o seu encerramento não está condicionado a vontades arbitrárias e anticrísticas de reles mortais. Independentemente de como respondamos à questão de ouro, aproveitemos ao máximo a oportunidade para refletirmos sobre o sentido que damos à vida e o que fazemos por essas bandas. Quem sabe nos tornamos seres melhores?
Ah, em tempo: por ser adepto da Regra de Ouro, por ora, fico com a terceira resposta, sem qualquer apego. Finalizo com uma breve transcrição, para reflexão.
“A agressão é ilusória: ela oculta inerentemente a fraqueza. Agressores não conseguem controlar suas emoções. Eles não conseguem esperar pelo momento certo, não podem tentar diferentes abordagens, não conseguem parar para pensar como pegar seus inimigos de surpresa. Nessa primeira onda de agressão, eles parecem fortes, mas quanto mais tempo dura seu ataque, mais claras se tornam sua fraqueza e sua insegurança subjacentes. É fácil ceder à impaciência e fazer o primeiro movimento, mas existe mais força no recuo, deixando que a outra pessoa faça o jogo. Essa força interior quase sempre prevalecerá sobre a agressão exterior. O tempo está a seu lado. Torne seus contra-ataques rápidos e repentinos. (…) Deixe que as coisas aconteçam, economizando um tempo e uma energia valiosos para aqueles breves momentos em que você explode no contra-ataque.” Robert Greene. 33 Estratégias de Guerra. p.147.
Dados foram publicados neste domingo pelas autoridades de saúde
Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson Foto: EFE/Neil Hall
Neste domingo (21), o Reino Unido registrou 40.004 novos casos diários de Covid-19, e 61 novos óbitos por causa da doença.
O número total de casos no país nos últimos sete dias subiu 9,4% na comparação com a semana anterior, para 287.205 infectados, enquanto o número de mortes na semana caiu 5,9%, para 1.029.
Os dados foram publicados neste domingo pelas autoridades de saúde britânicas.
O heptacampeão mundial Lewis Hamilton venceu o Grande Prêmio do Catar pela Mercedes neste domingo (21), reduzindo a vantagem de Max Verstappen na classificação do mundial de pilotos da Fórmula 1 para 8 pontos, com apenas duas corridas restantes.
Verstappen, da Red Bull, ficou em segundo após largar em sétimo por ser penalizado de perda de cinco posições no grid de largada por não respeitar bandeiras de advertência na qualificação de sábado, mas ganhou um ponto bônus por ter a volta mais rápida.
O bicampeão mundial Fernando Alonso, da Alpine, ficou em terceiro lugar, o primeiro pódio do espanhol de 40 anos desde 2014.
“Foi bem simples, estava bastante solitário na frente”, disse Hamilton, que liderou desde a largada e que não foi desafiado em nenhum momento nas 57 voltas da corrida noturna no Catar.
“Claro, eu gosto das corridas em que você está lutando, mas precisávamos desses pontos hoje, então acho que foi um trabalho realmente sólido da equipe […]. Que venham as próximas duas”, afirmou.
A vitória foi a sétima de Hamilton em 20 corridas nesta temporada e a 102ª de sua carreira, ampliando um recorde.
Porém, Verstappen, holandês de 24 anos, ainda pode vencer o campeonato com uma corrida de folga na próxima rodada, na Arábia Saudita, se Hamilton não conseguir pontuar.
O mexicano Sergio Pérez, da Red Bull, ficou em quarto, enquanto o francês Esteban Ocon, da Alpine, ficou em quinto.
Lance Stroll ficou em sexto, pela Aston Martin, à frente da dupla Carlos Sainz e Charles Leclerc, da Ferrari. Lando Norris terminou em nono, pela McLaren, e Sebastian Vettel fechou o top 10, pela Aston Martin.
Números de análise feita pela Ponteio Política indicaram números incomuns para o ex-juiz
Sergio Moro Foto: EFE/ Joédson Alves
Uma pesquisa eleitoral divulgada na última semana chamou a atenção por trazer bons números ao ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. Entretanto, não foram apenas os dados que saltaram aos olhos, mas também o fato de que a empresa que fez a pesquisa teve seu CNPJ registrado na Receita Federal apenas três dias antes da divulgação dos números.
É o que mostra o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral da Ponteio Política, obtido pelo Pleno.News neste domingo (21). O documento, que é emitido pelo site da Receita Federal e aberto para consulta pública através de pesquisa pelo número do CNPJ, indica que a data de abertura do cadastro da empresa foi a última terça-feira (16).
Ponteio foi registrada na última terça-feira Foto: Reprodução/Receita Federal
Três dias depois, na sexta-feira, dia 19, veículos de imprensa tradicionais divulgaram os números da Ponteio, que curiosamente mostraram dados mais “encorpados” do ex-juiz na comparação com pesquisas anteriores. Os 11% registrados por Moro, por exemplo, foram mais altos do que o resultado de qualquer outra análise do 2° semestre.
Apesar da Resolução 23.600/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estabelecer que os institutos de pesquisa são obrigados a divulgar as informações detalhadas sobre as análises, essa obrigação só é aplicada a partir do dia 1° de janeiro do ano eleitoral. Por conta disso, a consulta da Ponteio não possui dados públicos conhecidos.
“Vamos trabalhar juntos”, afirmou o governador gaúcho
João Doria e Eduardo Leite Foto: Governo do Rio Grande do Sul/Rodger Timm
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), descartou neste domingo (21), qualquer rompimento com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Os dois disputam hoje nas prévias do partido uma vaga de pré-candidato ao Palácio do Planalto.
– Eu tenho convicção que vamos trabalhar juntos – disse o gaúcho ao Estadão.
Para falar sobre a situação com Doria, Leite usou o exemplo da eleição para o governo gaúcho em 2018, quando ele derrotou o então governador José Ivo Sartori (MDB) no segundo turno.
– Dez dias depois estávamos juntos, sentados na sede do MDB convidando para entrar no governo, o MDB entrou no governo e participa desde o primeiro dia nos ajudando a governar. Se nós conseguimos sentar com o adversário de outro partido para fazer composição, não vai ser dentro do partido que vai deixar de haver composição para poder ter um partido unido para ganhar as eleições – afirmou.
Apesar do discurso do governador, o processo de escolha do pré-candidato do PSDB expôs a divisão no partido. Doria e Leite trocaram acusações durante a campanha e houve denúncias de que o aplicativo de votação a ser usado no domingo permite fraudes.
O gaúcho tem o apoio de nomes experientes da legenda, como o senador Tasso Jereissati (CE) e o deputado Aécio Neves (MG). Doria, por sua vez, recebeu o aval do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador licenciado José Serra (SP).
Os governadores polarizam a disputa interna. O ex-prefeito de Manaus (AM) Arthur Virgílio também concorre, mas sem chances de vencer. Ele, inclusive, declarou hoje que sua candidatura foi só para marcar posição e ter palanque para falar de pautas que julga importantes.
– Cabe ao escolhido de hoje demonstrar maturidade, liderança, no sentido de ter capacidade para construir e lamber as feridas internas, unir o partido e o campo do centro – afirmou o presidente do PSDB, Bruno Araújo.
O vice-campeão do Big Brother Brasil 13 (BBB13), Nasser Rodrigues, afirmou, por meio de sua conta no Twitter, que o uso de maconha era liberado durante seu confinamento no reality show da TV Globo. A declaração do ex-participante foi uma resposta a um questionamento do colunista Chico Barney, do portal UOL.
– Excelentíssimo, não estou em condições de falar no momento porque estou ao lado da minha esposa dormindo nesse exato momento! Porém, sim, a maconha era liberada no Big Brother! – disse.
Feira de Santana não registrou nenhum caso positivo e nem negativo da Covid-19 neste domingo (21). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa ainda que nos últimos cinco dias não houve confirmação de mortes por Coronavírus. O município atingiu a marca de 48.603 curados da doença, índice que representa 94,7% dos casos confirmados. O boletim epidemiológico contabiliza ainda nove pacientes internados.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 21 de novembro de 2021
Casos confirmados no dia: 0 Pacientes recuperados no dia: 3 Resultados negativos no dia: 0 Total de pacientes hospitalizados no município: 9 Óbito comunicado no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 132 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 51.277 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de novembro 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.660 Total de recuperados no município: 48.603 Total de exames negativos: 80.632 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de novembro de 2021) Aguardando resultado do exame: 318 Total de óbitos: 1.008
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.221 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de novembro de 2021) Resultado positivo: 5.142 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de novembro de 2021) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 21 de novembro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
O vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), decidiu que será candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições do ano que vem. A decisão, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, foi tomada numa conversa quinta-feira passada com o presidente do PRTB fluminense, Antonio Carlos Santos.
O combinado foi se movimentar mais no estado, falar de temas locais, se reunir com empresários e participar de eventos. E, apesar da relação oscilante que tem com Jair Bolsonaro, quer ter o apoio do presidente em 2022. Mourão também não descarta a possibilidade de disputar o Senado.
O clássico entre os dois principais clubes alvinegros do futebol paulista movimenta a 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (21), Corinthians e Santos se enfrentam às 16h (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo, com transmissão ao vivo da Rádio Nacional. A jornada esportiva terá início às 15h30, com narração de André Marques, comentários de Waldir Luiz, reportagem de Rafael Monteiro e plantão de notícias com Wagner Gomes.
O Timão iniciou a rodada na quinta posição, com 50 pontos, podendo entrar no G4 em caso de vitória no clássico. O Peixe começou o fim de semana em 11º lugar, com 42 pontos, seis a mais que o Bahia, 17º e primeiro time no Z4. Um triunfo praticamente zera as chances de rebaixamento do Alvinegro Praiano e o coloca de vez na briga por um lugar na próxima Libertadores.
A Neo Química Arena é um trunfo para o Corinthians, que tem 100% de aproveitamento em casa desde o retorno do público aos estádios. São cinco vitórias em cinco jogos. A campanha irregular na competição nacional, porém, passa pelo desempenho longe de São Paulo. O Timão não ganha como visitante há sete rodadas. Na última quarta-feira (17), a equipe foi derrotada pelos reservas do Flamengo, no Maracanã, por 1 a 0.
“É um time que vai se moldando durante um campeonato difícil, complicado. Temos uma posição na tabela muito boa, haja vista as dificuldades e os resultados que temos visto nos últimos jogos. Creio que faz bastante tempo que não estávamos em uma posição como essa, em condições de buscar nossa vaga direta na Libertadores dependendo somente dos nossos esforços”, afirmou o técnico Sylvinho, em entrevista coletiva após a partida no Rio de Janeiro.
O meia Giuliano, que sentiu um incômodo muscular no posterior da coxa direita no jogo da última quarta, é dúvida. O volante colombiano Victor Cantillo, que voltou dos duelos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo com a mesma lesão do companheiro, também tem presença incerta. Há a expectativa, porém, de que o atacante William, recuperado de uma contusão na coxa esquerda e que não atua há sete rodadas, esteja à disposição.
A provável escalação do Corinthians terá: Cássio, Fagner, João Victor, Gil e Fábio Santos; Gabriel (Victor Cantillo), Giuliano (Du Queiroz) e Renato Augusto; Gabriel Pereira (Gustavo Mosquito), Roger Guedes e Jô.
O Restaurante Popular, localizado no Centro de Abastecimento, agora faz parte da estrutura da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso). Está vinculado ao Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional. Entre as mudanças, a pasta prevê realizar ações de cunho social.
Está programado nesta segunda-feira, 22, ação do Plantão Social com orientações sobre erradicação do trabalho infantil e exploração sexual infanto-juvenil.
“Nossa equipe de assistentes sociais, psicólogos e a equipe de abordagem estarão em ação no Centro de Abastecimento”, informou o secretário.
Já entre os dias 23 e 26, das 8h às 15h, o Cras Itinerante vai atender o público que frequenta o Restaurante Popular, bem como moradores do entorno. Na oportunidade, as pessoas terão acesso também a informações sobre o Auxílio Brasil.