Devido as fortes chuvas e enchentes que ocorreram no extremo sul da Bahia, a secretária estadual de Saúde, Tereza Paim, afirmou que os moradores serão vacinados para evitar doenças e as cidades serão desinfetadas.
“[Vamos fazer um esquema de] multivacinação: influenza, hepatite, tétano e Covid também, porque a pandemia ainda está acontecendo. Para além da alimentação, do uso da água, a gente precisa prevenir doenças”, disse Paim ao portal g1.
De acordo com o secretário de saúde de Itamaraju, Luiz Fábio, doenças como a leptospirose, cólera e malária podem estar ligadas a enchentes.
O presidente Jair Bolsonaro e o dono do SBT, Silvio Santos, encontraram-se na tarde de quarta-feira (15), na casa do apresentador, no bairro do Morumbi, Zona Oeste da capital paulista. Um registro da visita foi publicado nas redes sociais da deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) e mostrou que, além dos dois, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, também esteve na visita. Bolsonaro chegou à capital paulista por volta das 11h30 desta quarta. Em torno das 14h, quatro carros da comitiva do presidente chegaram à casa do apresentador, no Morumbi. A segurança foi feita pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e reforçado pela Polícia Militar.
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, é casado com Patrícia Abravanel, filha de Silvio Santos, e chegou ao local cerca de duas horas antes de Bolsonaro. Além de Faria e de Tarcísio, o advogado-geral da União, Bruno Bianco, também esteve presente.
Antes de ir à residência do dono do SBT, o presidente se encontrou com o prefeito de SP, Ricardo Nunes, e fechou um acordo para encerrar a disputa judicial pelo Aeroporto do Campo de Marte.
A chamada pública para o credenciamento e ocupação dos boxes disponíveis no Shopping Popular Cidade das Compras está sendo realizada exclusivamente no entreposto comercial. Lá é possível apresentar a documentação necessária e preencher o questionário, efetivando o cadastro. Na sede da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC) são prestadas somente orientações. O esclarecimento é do secretário da pasta, Sebastião Cunha.
Os interessados podem se cadastrar até o próximo dia 14 de janeiro. Serão selecionados aqueles que obtiverem êxito no sorteio, a ser realizado no dia 20 de janeiro, às 13h30, na sede da SETTDEC. O procedimento também será feito caso o número de interessados seja superior ao de boxes disponíveis. A homologação será publicada no diário oficial do Município em até 30 dias após o sorteio.
Os boxes podem ser ocupados por ambulantes, feirantes ou microempreendedores individuais (MEI).
A Superintendência Municipal de Proteção e Defesa ao Consumidor de Feira de Santana (Procon) elaborou uma pesquisa de preços dos principais itens que compõem a ceia natalina em oito lojas concorrentes. A cotação auxilia os consumidores a ficarem mais atentos e escolher bem onde fazer as compras nesta época do ano, para garantir economia.
Os valores foram comparados entre os dias 14 e 15 deste mês, no Assaí, Atakarejo, Atacadão, Bem Barato, Big Bompreço, G. Barbosa, Maxxi Atacado e São Roque, e mostram que alguns itens possuem variações de diferença entre as lojas concorrentes.
O quilo do peru Sadia está custando R$ 24,48 tanto no Atacadão quanto no Assaí, Big Bompreço, São Roque e no Maxxi Atacado. No G. Barbosa apresentou o maior valor: R$ 27,48.
O vinho Pérgola está sendo comercializado pelo valor mínimo de R$ 18,25, no São Roque, e o máximo de R$ 21,99 no Big Bompreço. Já o panetone Bauduco, pode ser encontrado pelo menor preço no Maxxi Atacado por R$ 16,39. O maior preço foi registrado no São Roque, por R$ 19,90.
“Avanços significativos na ciência muitas vezes têm uma qualidade peculiar: contradizem opiniões óbvias e de senso comum.” – Salvador Luria, Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1969
O COVID-19 pode ser considerado a maior crise mundial desde a Segunda Guerra, e o grande divisor de águas no tratamento da infecção vai, quem sabe, ter origem nas pesquisas realizadas pelo endocrinologista e pesquisador brasileiro Flavio Cadegiani, com o fármaco proxulatamida.
Caros compatriotas, não se deixem enganar pelo incurável complexo de vira-latas que cultivamos. Não se contaminem do ranço contra cientistas que as pataquadas dos autoproclamados arautos da “reta ciência” da velha mídia insistem em inspirar. A ciência brasileira é sim digna de admiração. Somos um país de terreno intelectual fértil. Na nossa pátria em se plantando ciência, tudo dá!
O Brasil é o país de Cesar Lattes que com idade inferior à do menino Neymar, quando foi contratado pelo Barcelona, já realizava experimentos que renderiam um Nobel de Física ao seu supervisor Cecil Powell. O Brasil é o país de um Carlos Chagas que sozinho descobriu o agente etiológico e o ciclo natural do parasita T. cruzi causador da doença que hoje leva seu nome.
A Terra de Santa Cruz é o país de Maurício Rocha e Silva e Sergio Ferreira, farmacologistas cujo pesquisas foram fundamentais no desenvolvimento de medicamentos contra hipertensão arterial como o captopril.
Tempos estranhos
O Brasil, caros leitores, que pese o atual cenário da ciência nacional, não é um “anão científico.” Temos muitos feitos grandiosos e uma notada vocação científica. O imperador Dom Pedro II dialogava com gente como Pasteur e Charles Darwin além de financiar ciência de diferentes áreas. Assim, a possibilidade de que uma estratégia terapêutica de ação efetiva no COVID-19 seja liderada por um cientista brasileiro não deveria causar espanto algum. A palavra orgulho cabe bem na história da ciência brasileira.
Porém, vivemos tempos estranhos em que o debate científico foi completamente interditado. Tempos em que cientistas e médicos com notórias contribuições à sociedade são “cancelados”, perseguidos (algumas vezes por militantes disfarçados de burocratas1) e tratados como charlatões pelo simples motivo de realizarem a atividade cientifica de modo livre.
Dentro da miríade de ações perpetradas intencionalmente para silenciar cientistas que não abrem mão de atuarem livremente, um componente nada novo no mundo acadêmico, vem sendo utilizado exaustivamente: O viés contra pesquisas de países de baixa renda, que nada mais é do que o bom e velho preconceito.
Esse viés contra pesquisadores de países menos desenvolvidos é largamente documentado na literatura científica e tem implicações sérias para a difusão do conhecimento e das inovações desses países.2 Triste foi ler recentemente em uma revista tão prestigiosa quanto a Science um artigo opinativo que usa desse viés tão moralmente baixo para criticar os trabalhos do cientista brasileiro Flavio Cadegiani.3
Não me entendam mal, a dúvida sobre a essência do empreendimento científico é necessária. O que não é normal é usar de preconceito e interesses nada científicos para tentar descontruir um trabalho científico que não apresenta erros éticos ou metodológicos até o momento.
Um artigo de opinião publicado em uma revista científica na qual a maior premissa para crítica do trabalho de um par é a de que o “trabalho é bom demais para ser verdadeiro” abdicou completamente da imparcialidade e honestidade intelectual requeridas na boa ciência. Observem que a crítica pelos pares pode e deve ser feita de maneira ética questionando as limitações e incongruências no desenho experimental do trabalho.
Um exemplo disso é um outro artigo opinativo publicado em março desse ano na Science Translational Medicine4 curiosamente, também do grupo Science, em que o autor faz o dever de casa atendo-se às questões científicas da pesquisa e não aos preconceitos de quem na ânsia de “vencer” uma tese elimina todo rigor e imparcialidade que a análise científica exige.
Mas, afinal, do que se trata a pesquisa “tão boa para ser verdadeira” do brasileiro Cadegiani?
A linha de pesquisa do brasileiro tem incomodado os negacionistas do tratamento farmacológico que não vem das grandes indústrias farmacêuticas. Ela é baseada nas inúmeras evidências indicando que o sexo masculino é um fator de risco para um desenvolvimento mais grave da doença e morte por COVID-19. A maior mortalidade masculina na infecção por COVID-19 é observada em quase todos os países nos dados desagregados por sexo disponíveis. O risco de morte em homens é quase duas vezes maior do que em mulheres.5
Uma observação de Cadegiani e outros pesquisadores envolvidos no projeto denominado AndroCov6 é de que essas diferenças de gênero e demográficas são muito semelhantes às observadas em condições dermatológicas que são mediadas por andrógenos, hormônios responsáveis por características biológicas do sexo masculino, por exemplo, alopecia androgenética que é a forma mais comum de calvície entre os homens.
O projeto AndroCOV investiga a associação entre andrógenos e patogênese do COVID-19. Dentre os diversos mecanismos que os andrógenos podem impactar a evolução do COVID-19 podemos destacar mecanismo de entrada do vírus em células pulmonares humanas. O SARS-CoV-2 infecta principalmente um tipo específico de células pulmonares, pneumócitos, e entra nas células hospedeiras ancorando-se no receptor de superfície celular chamado ACE2.
Para se ligar ao receptor, as proteínas da superfície viral requerem modificação de outra proteína pulmonar humana, a TMPRSS2. Em humanos, o gene TMPRSS2 é regulado pelo receptor andrógeno. É nesse contexto que vieram as publicações com a proxalutamida, que é uma potente droga anti-androgênica atualmente em ensaios clínicos para o tratamento de câncer de próstata.
Sem financiamento estatal
O leitor pode perguntar qual o motivo de utilizar a proxalutamida, que é uma droga experimental, produzida pela empresa chinesa Kintor Pharmaceutical e não outra droga análoga? A resposta é simples: os estudos desenvolvidos por Cadegiani NÃO são financiados pelo governo brasileiro, ao contrário da infantil tentativa dos detratores do Cadegiani quando tentam associá-lo ao Governo Federal.
A Kintor foi a única indústria farmacêutica que disponibilizou gratuitamente uma molécula de ação anti-adrogênica para a realização de estudos clínicos que testassem a hipótese do AndroCov.
Para surpresa dos próprios pesquisadores envolvidos no projeto os resultados obtidos com a proxalutamida são muito promissores. Em março foi disponibilizada na versão pré-print, aguardando a revisão pelos pares para a publicação final, os dados do estudo realizado em Manaus. Nesse estudo 645 pacientes internados com covid-19 que respiravam sem ajuda de respirador receberam proxalutamida por 14 dias ou placebo, além de cuidados padrão. Após duas semanas, a taxa de recuperação foi de 81,4% para o grupo tratado com proxalutamida contra 35,7% dos tratados com placebo.7
Após quatro semanas, 49,4% no grupo placebo morreram, contra 11% com proxalutamida. No último mês de julho, mais um trabalho com proxulatamida liderado pelo também brasileiro Carlos Gustavo Wambier foi publicado na revista Frontiers in Medicine.
Os dados deste estudo clínico randomizado, duplo-cego realizado em Brasília apenas com homens (268 pacientes) mostraram uma redução de 91% na taxa de hospitalização nos pacientes tratados com a droga em comparação ao grupo controle.8
Apesar do ataque ignóbil que a “teoria androgênica” do COVID-19 vem sofrendo por grande parte da imprensa, divulgadores científicos e parte da classe científica, publicações recentes corroboram os dados do projeto AndroCov, exemplo disse é o artigo publicado por um grupo britânico na excelente revista Nature Communications mostrando que a droga anti-androgênica enzalutamida (usada no tratamento de câncer de próstata) reduz os níveis de TMPRSS2 e a entrada do vírus SARS-CoV-2 em células pulmonares humanas.9
Além disso, a empresa Kintor Pharmaceutical recebeu autorização de uso emergencial da proxalutamida para COVID-19 no Paraguai; a Kintor também fechou uma parceria com a Fosun Pharma para comercialização da proxulatamida na Índia e África.
Midas ao reverso
No Brasil, o maior adversário da proxulatamida chama-se Jair Bolsonaro. Infelizmente, a pior coisa que pode acontecer para um cientista hoje é ver o fármaco ou tratamento que estuda ser mencionado pelo presidente como uma esperança. Acredito que com boa intenção e algum cálculo político, também, para agradar a base que quer opções viáveis no tratamento do COVID-19 para não contar apenas com a sorte e dipirona, o presidente Bolsonaro provoca o que eu chamo de “fenômeno de midas ao reverso.”
Ele obtém a vilificação instantânea de qualquer assunto que promove. Não importa o tema: futebol, política ou a discussão técnica e complexa da utilização de fármacos numa doença. Não interessa, se algo foi mencionado pelo Bolsonaro pode ter certeza de que será rechaçado e destruído, sem consideração alguma ao mérito da coisa em si.
Mas, como as contingências ideológicas e políticas, se apequenam diante de verdadeiros resultados científicos, com o tempo a história fará justiça aos médicos, pesquisadores e todos aqueles que lutam e doam suas vidas exercendo seu direito de perseguir o saber. Dr. Cadegiani, para a ordem e progresso da nossa ciência não desanime, não desista nosso país precisa de você!
A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro deflagra nesta quinta-feira (16), a Operação Bergon, contra um grupo extremista que fazia apologia ao nazismo e disseminava ódio a negros e judeus em redes sociais. Até o momento duas pessoas foram presas na ação.
Agentes cumpriram quatro mandados de prisão e 31 de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Em maio deste ano, José Raphael Tomas Zéfiro foi preso por envolvimento com o grupo. No seu celular, havia indícios sobre a existência de grupos de indivíduos que se autodeclaram nazistas, ultranacionalistas e nacional-socialistas, associados para praticar e incitar atos discriminatórios.
O nome da operação faz alusão à freira francesa Denise Bergon, que usou seu convento para abrigar crianças judias entre alunos católicos durante a Segunda Guerra Mundial, evitando serem capturadas pelos nazistas.
Depois de ganhar o Brasileirão pela segunda vez, Galo repete dose no mata-mata; ano mágico termina com Tríplice Coroa. Depois de 90 minutos de futebol na Arena da Baixada, o Atlético-MG venceu o Athletico por 2 a 1, na noite desta quarta-feira.
Foto: Divulgação
Era mera formalidade. Depois de 90 minutos de futebol na Arena da Baixada, o Atlético-MG venceu o Athletico por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, e conquistou o bicampeonato da Copa do Brasil – já havia sido campeão em 2014. A vantagem de 4 a 0 obtida no jogo de ida fez o Galo jogar mais leve, mesmo diante da pressão da torcida do Athletico, que ainda acreditava na reviravolta, pressionou (em alguns momentos até passando do ponto, atirando objetos em campo), mas viu o Atlético ser superior novamente. Os gols do título foram dos dois maiores nomes das finais: Keno e Hulk, um em cada tempo – Jaderson diminuiu. Semanas depois do segundo título do Brasileirão, é hora de a torcida atleticana comemorar mais um bi e a Tríplice Coroa – além dos dois títulos nacionais, ganhou o Mineiro.
O Atlético chega à sua segunda conquista de Copa do Brasil, enquanto o Athletico continua com uma, de 2019. O Galo, aliás, conseguiu um feito que não ocorria há 18 anos – desde o rival Cruzeiro, em 2003, um mesmo time não conquistava as duas principais competições nacionais. E melhor: com o título, o Atlético acumula agora R$ 145 milhões em prêmios pelas conquistas da temporada.
Mesmo com o vice, o Athletico fecha outra grande temporada em sua história. O Furacão foi campeão da Copa Sul-Americana pela segunda vez, em final contra o Red Bull Bragantino, garantiu vaga na Libertadores do ano que vem e, depois de leve susto, livrou-se do rebaixamento no Brasileirão sem grandes problemas. Tudo isso reconhecido pela torcida, que lotou a Arena da Baixada e cantou alto nos minutos finais, com o título já perdido, mas celebrando o grande 2021 rubro-negro.
Até os 15 minutos, quase não houve futebol, apenas entradas duras, discussões e muito jogo de cintura por parte do árbitro Anderson Daronco – no primeiro minuto, Christian já havia pegado Jair. Mais tarde, um cotovelo de Renato Kayser que “sobrou” no rosto do mesmo Jair gerou nova polêmica. Até que Daronco chamou os capitães, deu um ultimato e fez o jogo andar um pouco mais. A partir daí, o Athletico passou a pressionar e chegou rapidamente ao gol, com Pedro Rocha, após cruzamento de Cittadini – o VAR, porém, viu toque de mão do atacante e anulou o lance, deixando a torcida ainda mais irritada na Arena da Baixada. A loucura, porém, virou silêncio aos 24 minutos: em contra-ataque perfeito, Vargas rolou para Zaracho, que encontrou Keno livre na área para finalizar e abrir o placar. O Furacão sentiu o gol, a torcida murchou, e restaram apenas mais entradas duras, discussões e cartões amarelos. Hulk quase fez o segundo do Galo, de cavadinha, e Renato Kayser, um dos principais perigos do Athletico, deixou o gramado lesionado e chorando.
Christian e Fernando Canesin entraram no meio-campo do Athletico e até melhoraram o funcionamento ofensivo do time, mas longe de representar uma ameaça ao Galo, que seguiu administrando o ritmo e buscando contra-ataques. O Furacão chegou a assustar num gol de Mingotti, anulado por impedimento, mas foi só. Sempre que o Galo forçou, levou perigo – até os 30 minutos, quando Hulk recebeu de Savarino e, de cavadinha, fez o gol que decretou de vez o título. A torcida do Galo comemorou, a do Furacão cantou alto para celebrar a boa temporada, e Jaderson ainda diminuiu nos minutos finais, deixando o Athletico com um golzinho marcado na decisão.
Em um jogo tenso, de disputas duras e provocações, chamou a atenção o bate-boca entre Hulk e Pedro Henrique. O astro do Galo ironizou e mandou um “Jogou onde?” ao zagueiro do Furacão, que rebateu com palmas no mesmo tom de ironia.
O árbitro Anderson Daronco teve trabalho com discussões, faltas duras e reclamações dos dois lados. E, com auxílio do VAR, anulou gol de Pedro Rocha no primeiro tempo por um toque de mão. De acordo com o comentarista Paulo César de Oliveira, decisão correta, já que o desvio favoreceu o próprio jogador que tocou com a mão na bola – mesmo sendo acidental. O outro lance polêmico foi um possível pênalti de Junior Alonso em Cittadini, que Paulo César também não daria: “Foi um movimento de proteção”. No segundo tempo, novo gol anulado: Mingotti, impedido, finalizou e teve o lance paralisado já em campo – o VAR confirmou a marcação.
Os dois times encerram a temporada do futebol brasileiro, mas o Atlético-MG já tem compromisso marcado para 2022: vai enfrentar o Flamengo, vice-campeão brasileiro, na Supercopa do Brasil.
A Amazon e a Rede Globo anunciaram um acordo para a transmissão dos jogos da Copa do Brasil de 2022. As 36 partidas vão ser transmitidas no Prime Video, plataforma de streaming da companhia. Os 30 primeiros jogos serão exclusivos da Amazon, enquanto os últimos 6, que envolvem semifinais e a final, não terão exclusividade.
– A Copa do Brasil 2022 é um marco para o Prime Video, tornando-se o primeiro evento de futebol ao vivo que a empresa vai transmitir exclusivamente no país. Este é um passo muito importante para expandir e diversificar o conteúdo oferecido aos membros Prime – declarou o gerente da plataforma no Brasil.
De acordo com o site Notícias da TV, a parceria entre as duas empresas rendeu um montante que irá colaborar no pagamento dos direitos da competição, que equivale a cerca de R$ 300 milhões por ano. Os assinantes da plataforma de streaming não vão precisar pagar adicional para ter acesso às transmissões do torneio de futebol nacional.
– Alerta futebolístico passando na sua timeline. É real: todos os assinantes Prime já têm lugar reservado pra assistir à Copa do Brasil 2022, transmitida direto no meu streaming – informou o perfil da Amazon Prime no Twitter.
Justiça determinou que ele terá que arcar com custos de honorários advocatícios do Terça Livre
Ex-ministro da Justiça, Sergio Moro Foto: PR/Isac Nóbrega
Nesta terça-feira (14), Sergio Moro, perdeu um processo na Justiça contra o canal Terça Livre. O ex-juiz queria a remoção do vídeo “O PT quer derrubar André Mendonça?”, que foi publicado em julho de 2020, no YouTube.
Na ação judicial, Moro alegava que o conteúdo é “ofensivo à honra e à imagem do autor”. No entanto, para o juiz Pedro Ivo Lins Moreira, da 10ª Vara Cível da Comarca de Curitiba, o pedido é improcedente. As informações são do Poder360.
De acordo com a decisão do magistrado, Moro terá que arcar com os custos de honorários advocatícios do Terça Livre.
A decisão foi divulgada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro.
– Moro perde ação contra TL [Terça Livre] para derrubar vídeo ‘O PT que derrubar André Mendonça’. Juiz disse que não cabe indenização, nem supressão de conteúdo (censura) e não dá direito de resposta por que Moro não formulou o pedido adequadamente. Moro ainda pagará custos à TL – escreveu o parlamentar, no Twitter.
O plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta quinta-feira (15), a votação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 46/21. O texto prevê um limite anual para o pagamento de precatórios, as dívidas da União, dos estados, municípios e do Distrito Federal, determinadas por sentença judicial definitiva. Os precatórios podem ser relacionados a impostos, questões salariais e outros. A matéria segue para promulgação.
A proposta abre um espaço final de R$ 43,8 bilhões para a União gastar em 2022, segundo divulgado pelo Ministério da Economia. No ano que vem, a aplicação dos recursos economizados com o limite de pagamento de precatórios deverá ser exclusivamente utilizado em seguridade social e no programa Auxílio Brasil.
Ao ser analisada no Senado, no início de dezembro, parlamentares modificaram o texto, que precisou retornar para análise dos deputados. Entre elas está a redução de 2036 para 2026 do prazo de vigência para esse limite de pagamento de precatórios. Outro ponto foi a inclusão de vinculação da utilização dos recursos obtidos com programas de transferência de renda, saúde, previdência social e assistência social.
Nesta sessão, os deputados analisaram trechos que ainda não haviam sido promulgados. Na semana passada, o Congresso já havia promulgado os outros dispositivos da PEC aprovados nas duas Casas após acordo entre os presidentes de Câmara e Senado para o fatiamento da proposta que acelerou a votação da medida.
Fundef
Os deputados aprovaram um destaque do DEM que anula o cronograma feito pelos senadores para pagamento de precatórios do antigo Fundef, que foi substituído pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Segundo a PEC, o pagamento desse tipo de precatório ocorrerá sempre em três parcelas anuais a partir de sua expedição: 40% no primeiro ano, 30% no segundo ano e 30% no terceiro ano.