Bivar: número de representantes da nova aliança no país “supera o de agências do Bradesco” Imagem: Clara Gouvêa/UOL – 3.dez.2018
Na próxima quarta-feira, os presidentes Luciano Bivar, do União Brasil, e Baleia Rossi, do MDB, se reunirão para definir a data em que anunciarão o maior acordo eleitoral entre partidos já selado nesta campanha.
União Brasil e MDB irão se coligar para formar uma aliança de R$ 1,5 bilhão (juntando os fundos eleitoral e partidário das duas siglas), 86 deputados federais e um tempo recorde de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.
“Com esses recursos — e junto com o PSDB, o Cidadania e quem mais quiser se juntar a nós— indicaremos até junho um candidato único para representar o centro democrático”, afirma Bivar.
Para o deputado, a aliança produzirá um “trator eleitoral” ao juntar os recursos do União Brasil (dono do maior volume de fundos públicos) com a capilaridade do MDB nos estados.
“Há mais representantes dos dois partidos espalhados pelo país do que agências do Bradesco”, afirma Bivar. “E todos esses representantes terão fotografias com o candidato ou candidata à Presidência que nós escolheremos por meio de um conjunto de critérios”.
Entre os critérios que balizarão a escolha do candidato único da frente que hoje reúne quatro partidos —e pode vir a aglutinar também o Novo— estão os resultados das pesquisas qualitativas que vêm sendo realizadas com nomes como os de Simone Tebet (MDB) e dos tucanos Eduardo Leite e João Doria.
“O primeiro passo é saber para onde aponta, e o que deseja, o inconsciente coletivo”, afirma Bivar.
O presidente do União Brasil não disse se o nome do ex-ministro Sergio Moro, que abandonou o Podemos para ingressar no União Brasil minutos antes do fechamento da janela partidária, também está sendo submetido às pesquisas para aferir a quantas anda o “inconsciente coletivo” do eleitorado.
Mas na frente que agora se autointitula “centro democrático”, a convicção geral é de que o ex-juiz deverá mesmo concorrer ao Senado por São Paulo e, nessa condição, “contribuir” para a campanha do escolhido (a) para envergar o figurino da terceira via.
Acompanhado de ministros, ex-ministros e do escolhido para ser seu vice nas eleições de outubro, general Walter Braga Netto, o presidente Jair Bolsonaro está no Rio de Janeiro cumprindo agenda nesta segunda-feira (4). Pela manhã, Bolsonaro esteve no Cristo Redentor, de onde saiu para almoçar com um grupo de empresários. À tarde, ele ainda acompanha um evento na Marina da Glória antes de retornar à Brasília.
O presidente participou de duas cerimônias no Morro do Corcovado. Primeiro, ele acompanhou uma missa comandada pelo arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, em homenagem ao centenário de lançamento da pedra fundamental do Cristo Redentor. Depois, assinou um protocolo de intenções entre a Arquidiocese do Rio e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)
Ao fim da cerimônia, Jair Bolsonaro fez um discurso de pouco mais de um minuto e meio.
– Um protocolo, mas de grande simbolismo, de respeito a este Santuário e aos católicos de todo o Brasil. Um governo que acredita em Deus, defende a família e deve lealdade ao seu povo. Com toda certeza é a fé que nos salvou no passado, nos elegeu e nos manteve vivo no governo até os dias de hoje.
O Santuário Cristo Redentor fica em meio ao Parque Nacional da Tijuca, área administrada pelo governo federal. Ao longo dos anos, a convivência entre os responsáveis pelo monumento e pela floresta nem sempre foi harmônica. O protocolo assinado nesta segunda visa pacificar a convivência entre os dois lados.
No mesmo evento, o governo federal assinou, junto à prefeitura do Rio, acordos de regularização fundiária do Complexo da Maré e da comunidade Parque Alegria.
Sobre isso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a regularização de moradias no complexo de favelas da Zona Norte se dá porque o governo Bolsonaro é de “transferência de riqueza”.
– O governo brasileiro é trilionário. Um trilhão em ativos imobiliários, um trilhão em ativos de empresas estatais, mais de dois trilhões em recebíveis. Por que ficar apenas na transferência de renda? Por que não reduzir mais aceleradamente os graus de desigualdade no país transferindo propriedade?
Após as cerimônias no Cristo Redentor, o presidente participa de almoço organizado pelo Grupo Voto e, antes de voltar a Brasília, ainda visita o Rio Boat Show, na Marina da Glória.
A operação de combate à poluição sonora realizada entre esta quinta-feira (31) e domingo (3) em Feira de Santana, resultou na apreensão de 13 aparelhos sonoros, sendo sete residenciais, quatro comerciais e dois automotivos. Ainda, houve 14 notificações e uma pessoa foi conduzida à delegacia por desacato.
A fiscalização percorreu os bairros Pampalona, Campo Limpo, Asa Branca, Jardim Cruzeiro, Papagaio, Ponto Central, Santo Antônio, Gabriela, Viveiros e Centro.
É considerado abuso o volume do som acima de 70 decibéis, de dia, e de 60 decibéis, à noite, conforme a Lei Complementar nº 120/18.
A operação Feira Quer Silêncio é um trabalho conjunto entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), SMT (Superintendência Municipal de Trânsito), Guarda Municipal e a Polícia Militar, atendendo a denúncias e chamados da população por meio do Fala Feira 156 e pelas centrais 153 e 190.
O trabalho de regularização fundiária em Feira de Santana está concentrado em 11 bairros. O Núcleo Conceição, Agrovila e a rua Pato Branco [transversal à avenida Noide Cerqueira, Loteamento Barra dos Coqueiros, SIM] são as áreas mais avançadas, onde deverão ser beneficiadas com as escrituras dos imóveis 1.050 famílias.
No entanto, para isso, a secretária municipal de Habitação, Cintia Machado, afirma que é necessário que os moradores agilizem na entrega de alguns documentos, como originais e cópias do RG, CPF e do CadÚnico atualizado. Se casado ou que tenha união estável, a documentação do cônjuge.
“Há poucos dias realizamos um mutirão no bairro Agrovila para agilizar esses processos. Uma equipe da Habitação foi deslocada para o bairro para facilitar o acesso dos moradores ao órgão municipal”.
A Regularização Fundiária vai atender também moradores de outras áreas, como nos bairros José Ronaldo, SIM (ruas Café Filho e São Pedro dos Ferros). O título de propriedade é concedido gratuitamente para o morador.
Chegou a vez dos povoados de Ferrobilha e Pau Seco, em humildes, receberam o CRAS Itinerante. Os serviços socioassistenciais serão levados à comunidade entre esta terça, 5, e quinta-feira, 7. A ação acontece ao lado da Escola Municipal Anacleto Alves de Souza, das 8h às 13h.
São ofertados aos moradores, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, diversos serviços de assistência social, tais como: a atualização e inscrição no CadÚnico; acesso ao Bolsa Família e ao Programa Criança Feliz – este último para gestantes e crianças de 0 a 3 anos ou crianças de 0 a 6 anos Portadoras de Necessidades Especiais que possuam Benefício de Prestação Continuada (BPC) – além de atividades recreativas (de convivência) ao público infantil.
Na oportunidade também têm acesso a atendimentos com psicólogos e assistentes sociais, consulta de benefícios socioassistenciais.
No primeiro dia, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, serão disponibilizados a confecção do cartão do SUS e vacinação contra a Covid. Na última ação, o Cras Itinerante contabilizou 199 atendimentos, em dois dias, aos moradores do distrito de Jaguara.
Glausius: o governo do húngarro Viktor Orbán (esquerda) tem adotado práticas autoritárias e Bolsonaro pode se enquadrar no que ela chama de um ‘governo de práticas iliberais’ Imagem: Marcos Corrêa/PR
A extrema-direita conseguiu resultados expressivos nos últimos dias na Europa. Na Hungria, o primeiro-ministro Viktor Orbán saiu como o grande vitorioso nas eleições neste fim de semana, apesar de a oposição ter costurado uma ampla aliança para tentar derrotar o líder populista. “Irmão” de Jair Bolsonaro, o húngaro usou seus mais de dez anos no poder para silenciar a imprensa independente, manobrou para controlar o Judiciário, encolheu o espaço da sociedade civil, reescreveu o passado e dominou o Legislativo.
Na França, a candidata de extrema-direita Marine Le Pen ganha terreno e se aproxima de Emmanuel Macron, faltando poucos dias para as eleições presidenciais. O atual chefe de estado continua com 26% das intenções de voto. Mas a representante da extrema-direita já soma 21%. E continua a ganhar terreno.
Num eventual segundo turno, as pesquisas apontam uma vitória de Macron, mas por uma margem mínima. Le Pen ficaria com 47% dos votos, contra 53% para o atual presidente.
Nas últimas eleições em 2017, depois de um debate no qual ela “explodiu” contra Macron, sua derrotada ficou consolidada com 66% dos votos para o atual presidente. Muitos consideravam Marine Le Pen como descartada do cenário político francês e incapaz de retornar.
Cinco anos depois, ela atinge seu melhor resultado nas pesquisas de opinião, depois de um longo processo de “desintoxicação” de seu partido. Seu segredo? Ser vista como uma candidatura “normal”. Neste ano, seu foco não é a imigração, mas o custo de vida.
Mas basta abrir seu programa eleitoral para descobrir frases como “a França para os franceses” e a proposta de um referendo sobre a imigração.
Pelo menos em público, Le Pen parece ter deixado o discurso racista para outro candidato da extrema-direita, Eric Zemmour. Se muitos acreditavam que os ultraconservadores estariam divididos, a entrada em cena do radical de extrema-direita deu à candidata Marine Le Pen uma aura de “moderada”.
Juntos, porém, os dois pretendentes ao governo da França contam com a simpatia de mais de 30% da população.
Os sinais precisam ser ouvidos com atenção, principalmente pela oposição democrática no Brasil. As democracias, no século 21, não morrem diante do desembarque de tanques no centro de Budapeste ou em Paris. Mas por meio de movimentos que usam justamente os instrumentos da democracia – o voto – para chegar ao poder, desmontar por dentro as instituições e abertamente questionar o sistema de direitos humanos.
Hoje, a democracia liberal é um privilégio de apenas 6% da população mundial. O processo vive seu momento mais dramático em 30 anos e os níveis de democracia retornaram ao que o mundo vivia em 1989. Mas essa deterioração pode não ter terminado.
Anestesiadas, oposições repetem modelos econômicos e sociais responsáveis por excluir milhões de pessoas e por gerar um exército de desiludidos.
Em Paris ou em Budapeste, a marcha da extrema-direita não perdeu força. Ao serem “normalizados”, esses movimentos ganharam a legitimidade das urnas que por tantos anos buscaram. Mas, acima de tudo, se consolidaram como parte incontornável do cenário político desses países. Dando o tom das campanhas eleitorais, definindo os temas da agenda de debates e alimentando a resiliência de um movimento ultraconservador que passou a ser a realidade em muitas sociedades.
O fuso horário europeu de alguns meses em relação às eleições no Brasil talvez seja uma oportunidade para que, no país, toda a oposição democrática examine em detalhe o que significa o avanço desses movimentos. E os riscos profundos para a democracia.
SALVADOR – O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT) desistiu de disputar a condição de candidato a vice na chapa para governador da Bahia, encabeçada por ACM Neto. A decisão está sendo anunciada pelo parlamentar, que está optando pela reeleição e fortalecer a bancada de seu partido no estado, com mais tempo para as articulações.
Recorrendo às redes de whatsapp, Félix Mendonça Júnior avisou aos amigos e correligionários, neste fim de semana, que pretende concentrar seus esforços na sua campanha para a reeleição e de outros nomes do seu partido.
Félix Mendonça também anunciou que pretende deixar alguns grupos de whatsapp que tratam sobre a política na Bahia visando otimizar seu tempo. Mesmo assim, ele e seu partido continuam dando apoio à candidatura de ACM Neto a governador do estado.
Outro que também está fora do páreo para disputar a vaga de candidato a vice-governador na chapa encabeçada por ACM Neto na majoritária é o prefeito João Gualberto, que não se desincompatibilizou do cargo da Prefeitura de Mata de São João, dentro do prazo previsto.
Ainda estão sendo cotados para ocupar o cargo de candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), uma das maiores lideranças políticas do interior da Bahia, e também Márcio Marinho e Marcelo Nilo, ambos do partido Republicanos.
Principal liderança política de Feira de Santana, o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho já bateu o martelo e decidiu permanecer no União Brasil (UB), ao lado do pré-candidato a governador ACM Neto.
A decisão adotada por José Ronaldo não surpreende os analistas políticos já que ele sempre se manteve fiel às origens, da mesma forma que ao seu grupo político. E, sendo assim, não seria diferente com o União Brasil, legenda que tem em suas origens o seu primeiro partido ao ingressar na vida política.
José Ronaldo iniciou a carreira filiado a Arena, sigla que mais tarde se tornou PDS. Em seguida, com as articulações políticas, seu partido deu origem ao PFL e, por fim, passou para a denominação de DEM até a fusão que resultou agora no UB.
José Ronaldo também resistiu às especulações, nos últimos dias, dando conta de que estaria de malas afiveladas para outro partido. Convites certamente foram feitos, alguns possivelmente tentadores, mas resistiu e permaneceu leal às suas origens no União Brasil.
A cada evolução do partido, José Ronaldo também experimentou novas mudanças e galgou espaços importantes na vida pública, sempre carregando as mesmas bandeiras em defesa do povo de Feira de Santana e da Bahia. Assim começou a carreira como vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito por quatro mandatos, demonstrando também força política ao eleger seus sucessores. Um amor recíproco entre ele e a cidade a qual o recebeu como mãe ainda na adolescência e por aqui fincou raízes e construiu família.
Para as eleições de 2 de outubro, José Ronaldo é um dos mais cotados para assumir a condição de pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada por ACM Neto, do mesmo partido.
Saída das tropas russas revelou cenário de devastação
Foto: Reprodução
O governo ucraniano afirma ter encontrado 410 cadáveres e um cenário de profunda devastação nas cidades reocupadas após a saída das tropas russas da região de Kiev. A procuradora-geral, Irina Venediktova, fala em crimes de guerra, enquanto o Kremlin nega o massacre.
Somente na cidade de Butcha, a prefeitura contabilizou mais de 280 corpos em estado de decomposição em valas comuns. Os invasores russos deixaram a cidade após o ataque das forças ucranianas, mas antes teriam assassinado civis. Além das mortes, há denúncias de que estupro a mulheres ucranianas.
– Mulheres estupradas na frente de seus filhos, meninas [estupradas] na frente das suas famílias, como ato deliberado de subjugação. Estupro é um crime de guerra – declarou a embaixadora do Reino Unido na Ucrânia, Melinda Simmons.
A Ucrânia ainda acusa a Rússia de espalhar minas terrestres pelas cidades de onde as tropas invasoras estão se retirando. Foram mais 1.500 explosivos encontrados em apenas um dia na vila de Dmitrivka, segundo informações do serviço de emergências.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky disse que os invasores cometeram “genocídio”.
– Somos os cidadãos da Ucrânia. Nós temos mais de 100 nacionalidades. Trata-se da destruição e extermínio de todas essas nacionalidades – afirmou Zelensky.
RÚSSIA NEGA MASSACRE As imagens chocantes dos corpos de civis espalhados pelas ruas têm impactado o mundo e inflamado a indignação contra Vladimir Putin. A Rússia, no entanto, nega ter cometido os crimes de guerra e acusa o governo ucraniano de encenar uma “performance” para envenenar a mídia ocidental contra os russos.
– As fotos e vídeos de Butcha são outra performance encenada pelo regime de Kiev para a mídia ocidental – disse o Kremlin.
A gestão Putin também diz que as saídas de Butcha não foram bloqueadas e alega que os civis podiam circular livremente.
INDIGNAÇÃO GLOBAL A revelação do cenário de atrocidade causou reação na comunidade internacional. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), “os corpos encontrados em Bucha levantam sérias questões sobre possíveis crimes de guerra”.
Como reposta, líderes europeus prometem duras sanções contra a Rússia e trabalham para ajudar a Ucrânia a reunir as “provas necessárias para ações nos tribunais internacionais”, segundo o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
Na avaliação do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, os ataques provam que Putin está “desesperado”. O premiê prometeu não descansar “até que a justiça seja feita”.
– Os ataques desprezíveis da Rússia contra civis inocentes em Irpin e Bucha são mais uma evidência de que Putin e seu exército estão cometendo crimes de guerra na Ucrânia. Nenhuma negação ou desinformação do Kremlin pode esconder o que todos sabemos ser a verdade: Putin está desesperado, sua invasão está falhando e a determinação da Ucrânia nunca foi tão forte – assinalou Johnson.
Emmanuel Macron, presidente da França, classificou as imagens em Butcha como “insuportáveis”. O país prometeu levar o caso até o Tribunal Penal Internacional.
– Nas ruas, centenas de civis assassinados covardemente. Minha compaixão pelas vítimas, minha solidariedade com os ucranianos. As autoridades russas terão que responder por esses crimes – garantiu.
Já o chanceler alemão, Olaf Scholz, declarou que aliados ocidentais promoverão novas sanções à Rússia nos próximos dias em punição pelas “atrocidades” do exército russo.
Segundo uma fonte, ator precisará receber ajuda para lidar com estresse
Will Smith Foto: EFE/EPA/DAVID SWANSON
O ator Will Smith deverá passar um tempo em reclusão, segundo informou o jornal The Sun. O artista estaria mal após ter dado um tapa no comediante Chris Rock, que fez piada com a esposa dele, Jada Smith, no Oscar do último domingo (27).
Uma fonte disse ao jornal que Will precisará receber ajuda para lidar com o estresse.
– Esta é, sem dúvida, a batalha de sua carreira – afirmou a fonte.
O ator deverá ficar em um retiro de alto nível, que é bastante procurado por ricos e famosos. No local, ele fará uma busca de alma para descobrir como seguir em frente e lidar com a confusão.