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Time titular teve diferenças em relação ao que entrou em campo após goleada sobre a Coreia do Sul

Vini Jr no banco Crédito: Reprodução

Em amistoso realizado nesta terça-feira (14) no Ajinomoto Stadium, em Tóquio, a Seleção Brasileira sofreu uma surpreendente derrota para o Japão. O Brasil começou melhor e abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com gols de Paulo Henrique e Martinelli, mostrando boa movimentação e finalizações precisas.

No entanto, a vantagem não durou no segundo tempo. Logo aos seis minutos, Fabrício Bruno se atrapalhou e deixou Minamino diminuir o placar. Pouco depois, Nakamura empatou em um lance de cruzamento, com Fabrício Bruno novamente envolvido em falha que resultou no gol contra. A virada veio aos 25 minutos, quando Ueda subiu sozinho após escanteio e marcou de cabeça, consolidando a vitória japonesa por 3 a 2.

O Brasil entrava em campo após goleada de 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, mas desta vez contou com apenas três titulares daquela partida: Casemiro, Bruno Guimarães e Vinicius Jr., em uma escalação de teste visando a preparação para a Copa do Mundo de 2026.

A derrota para o Japão marca um feito histórico: é a primeira vez que a Seleção Brasileira perde para os japoneses. Antes deste amistoso, Brasil e Japão se enfrentaram 13 vezes, com 11 vitórias brasileiras e dois empates, mantendo uma invencibilidade completa contra os asiáticos, contando jogos oficiais e também não oficiais.

Brasil perdeu para Japão em amistoso por Rafael Ribeiro/CBF

Fonte: correio da Bahia


A primeira remessa chegou nesta segunda-feira, 13 de outubro, ao almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Foto: GettyImages

Neste Outubro Rosa, o Ministério da Saúde recebe o primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, medicamento de última geração incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo, uma forma agressiva da doença que estimula o crescimento das células tumorais. A primeira remessa, com 11.978 unidades (6.206 de 100 mg e 5.772 de 160 mg), chegou nesta segunda-feira, 13 de outubro, ao almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Ao todo, serão quatro lotes do medicamento. As próximas entregas estão previstas para dezembro de 2025, março e junho de 2026. Os insumos atenderão 100% da demanda atual pelo medicamento no SUS, beneficiando 1.144 pacientes ainda em 2025.

“É um avanço gigantesco para a oncologia nacional, com o primeiro protocolo clínico voltado a esse tratamento. Trata-se de uma medicação muito esperada pela nossa população, que poderá reduzir em até 50% a mortalidade das pacientes com câncer de mama do tipo HER2 positivo. É uma grande vitória para a saúde pública e para o povo brasileiro”, afirmou o diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto. 

INVESTIMENTO – O investimento total do Governo do Brasil é de R$ 159,3 milhões para a compra de 34,4 mil frascos-ampola do medicamento, sendo 17,2 mil unidades de 100 mg e 17,2 mil de 160 mg. Por meio do Ministério da Saúde, foi negociada a aquisição no valor de cerca de 50% abaixo do mercado, garantindo economia de aproximadamente R$ 165,8 milhões e ampliando o acesso ao tratamento no SUS. Os preços negociados passaram de R$ 7,2 mil por frasco de 100 mg e R$ 11,6 mil por frasco de 160 mg para R$ 3,5 mil e R$ 5,6 mil, respectivamente. 

INDICAÇÃO – O Trastuzumabe Entansina é indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença após a quimioterapia inicial, geralmente em casos de câncer de mama HER2- positivo em estágio III. A nova terapia representa um avanço no cuidado, ampliando as opções de tratamento no SUS e oferecendo melhores perspectivas de controle da doença e qualidade de vida. O medicamento será distribuído às secretarias estaduais de saúde, que farão a dispensação conforme os protocolos clínicos vigentes. 

OUTRAS MEDICAÇÕES – Além do Trastuzumabe Entansina, o Ministério da Saúde avança na oferta dos inibidores de ciclinas (abemaciclibepalbociclibe e ribociclibe) indicados para o tratamento de câncer de mama avançado ou metastático com receptor hormonal positivo e HER2- negativo. 


Foto: Arquivo Pessoal

Na noite de segunda-feira (13), faleceu Hudson Herbert, atleta feirense conhecido como “Bi” e destaque da natação local nos anos 90. Hudson representou o Feira Tênis Clube (FTC) e participou de diversas competições importantes ao longo de sua carreira.

Ele se destacou especialmente em provas de travessia, como a tradicional Mar Grande–Salvador, nas quais obteve êxito e reconhecimento regional.

O corpo de Hudson está sendo velado no Centro de Velório Gilson Macedo, no bairro Kalilândia. O velório seguirá até as 10h da manhã desta terça-feira (14), quando será realizada a cremação no Cemitério Jardim das Flores. Até o momento, não há confirmação sobre a causa da morte.


Prévia da COP30 busca alinhamento sobre metas e recursos para o clima

Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

No primeiro de dois dias de debates da Pré-COP, evento preparatório para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá daqui a um mês, em Belém, a delegação brasileira pautou a urgência de recursos financeiros para que se possa atingir as metas de mitigação, adaptação e transição socioeconômica justa para o planeta diante do aquecimento global.

A Pré-COP segue até esta terça-feira (14), em Brasília, com a participação de negociadores de 67 países, entre diplomatas, ministros e outros funcionários de governos nacionais.

“Durante décadas, extraímos da natureza os recursos que moveram o desenvolvimento econômico. Agora, é hora de inverter essa lógica: redirecionar recursos humanos, financeiros e tecnológicos para preservar, restaurar e usar, de forma sustentável, os recursos naturais que ainda temos. Precisamos mudar antes de sermos mudados pela emergência climática”, afirmou a ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, ao abrir o segmento sobre Natureza e Clima da Pré-COP, na tarde desta segunda-feira (13).

Marina Silva destacou a necessidade estimada de US$ 280 bilhões por ano apenas para proteger as florestas, quatro vezes mais do que o que está disponível atualmente. Outros US$ 16 bilhões ao ano são necessários, segundo ela, para a conservação dos oceanos.

Na cerimônia de abertura da Pré-COP, pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que lidera o Círculo dos Ministros das Finanças, também destacou os debates acerca da ampliação do financiamento climático nos países em desenvolvimento como sendo uma das prioridades desta COP, especialmente em torno do chamado Mapa do Caminho de Baku a Belém. Uma iniciativa política para atingir US$ 1,3 trilhão em recursos por ano até 2035.

Reforma de bancos multilaterais, maior fluxo de investimentos a quem precisa e mobilização do setor privado estão entre os assuntos das conversas.

Reforço do multilateralismo

Durante a mesa redonda ministerial, que reúne os representantes dos países e não é aberta ao público, a convergência em torno da necessidade de soluções multilaterais, especialmente no tema da adaptação, foi reforçada, segundo o relato do presidente designado da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago.

“Eu acho que deu para sentir um alinhamento grande com o desejo do fortalecimento do multilateralismo, isso não há a menor dúvida. O tema da adaptação foi muito enfatizado. Super enfatizado. Adaptação de país rico a pequenas ilhas, país médio, adaptação [foi] consenso geral”, afirmou em entrevista a jornalistas.

Até o momento, 62 países de 195 apresentaram formalmente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), representando apenas 31% das emissões globais.

Grandes regiões poluidoras da atmosfera, como União Europeia e Índia, com delegações presentes na Pré-COP, ainda não renovaram esses compromissos, que são justamente aqueles pactuados desde o Acordo de Paris, há 10 anos, para assegurar que a temperatura do planeta não exceda 1,5ºC até o fim do século.  

“É essencial que as conversas na Pré-COP incentivem maior ambição, compromissos climáticos adequados e, acima de tudo, o financiamento necessário para possibilitar avanços reais”, apontou Gustavo Souza, diretor sênior de Políticas Públicas e Incentivos da Conservação Internacional (CI-Brasil).

Pressão social

A pressão vinda da sociedade civil também se fez notar na Pré-COP em Brasília. Representantes de cerca de 40 organizações da sociedade civil, de diferentes regiões do planeta, entregaram uma acarta à Presidência da COP30 com apelo para a disponibilização de US$ 86 bilhões por ano até 2030 em ações de adaptação, voltadas especialmente às comunidades mais vulneráveis e suscetíveis aos efeitos das mudanças no clima.

“A COP30 chega em um momento histórico de convergência: a ciência, os países vulneráveis e a sociedade civil estão dizendo a mesma coisa, é hora de agir pela adaptação com a mesma ambição dedicada à mitigação”, afirmou Natalie Unterstell, presidente do Instituto Talanoa – uma das organizações signatárias da carta.

“Embora Belém já avance no tema, com a conclusão dos indicadores do Objetivo Global de Adaptação, a implementação de ações de adaptação depende de financiamento previsível. Colocar a adaptação no coração das negociações poderá tornar a COP30 um divisor de águas no enfrentamento da crise climática”, reforçou Natalie.

Outro ponto que pode emergir das negociações que seguirão até Belém, também a partir de pressão da sociedade civil, refere-se à demanda pelo estabelecimento de espaços formais, dentro e fora da COP, para viabilizar caminhos da chamada “Transição Justa”, que garanta futuro digno para comunidades que vão precisar transformar seus modos de vida.

A iniciativa, que está sendo chamada de Mecanismo de Ação de Belém (BAM, na sigla em inglês), é impulsionada pela Climate Action Network (CAN), uma rede global de mais de 1,9 mil organizações da sociedade civil em mais de 130 países, que trabalham juntas para combater a crise climática.

“A CAN, sindicatos, grupos feministas, campanha de justiça climática e grupos de jovens começaram a empurrar uma vez mais a ideia de que os diálogos não são suficientes para implementar uma transição justa real. A gente entende que é preciso constituir essa entidade estável”, afirma Anabella Rosemberg, especialista em justiça social das políticas ambientais na CAN.

A ideia de um mecanismo multilateral para acelerar e apoiar os esforços nacionais de transição, facilitando financiamento e apoio técnico, seria um amadurecimento do Programa de Trabalho para uma Transição Justa (JTWP), criado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) implantada ainda na COP28, em Dubai.

Além da institucionalização deste mecanismo na COP, as organizações defendem a uniformização conceitual sobre o que é Transição Justa, que abrange não apenas a questão energética, mas todos os efeitos sociais e econômicos que a transformação climática está acarretando.

Fonte: agência Brasil


Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na madrugada desta terça-feira (14 de outubro de 2025), diversos estados do Brasil registraram interrupções no fornecimento de energia elétrica. A origem do evento foi identificada como uma interferência no Sistema Interligado Nacional (SIN), segundo as empresas distribuidoras.

Estados afetados e extensão dos impactos

Relatos nas redes sociais e notas oficiais apontam que pelo menos sete estados sentiram o efeito do apagão: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Amazonas, Minas Gerais e Santa Catarina.

Alguns dados dos impactos:

  • No Rio de Janeiro, a distribuidora Light informou que cerca de 450 mil clientes foram afetados. A interrupção teve duração aproximada de 30 minutos nas regiões Norte, Baixada e Oeste.
  • Na Região Metropolitana do Rio, atendida pela Enel, cerca de 277 mil clientes ficaram sem energia entre 0h32 e 1h22.
  • Em São Paulo, a Enel reportou que 937 mil clientes foram impactados, com paralisação de cerca de 8 minutos.
  • No Amazonas, as cidades de Manaus, Parintins e Itacoatiara sofreram interrupção de energia por cerca de uma hora, com restabelecimento por volta de 00h25.

Distribuidoras em Santa Catarina também confirmaram afetamento do sistema, alinhando-se às demais companhias que relatam o problema como falha no SIN.

Causas suspeitas e reação ao apagão

As empresas de energia relataram que a falha ocorreu devido a uma interferência no Sistema Interligado Nacional, um ponto crítico para a coordenação entre usinas e redes de transmissão em todo o país.

Em resposta, foi acionado o Esquema Regional de Alívio de Carga no Rio de Janeiro para mitigar os efeitos da falta de energia.

Até o momento desta atualização, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ainda não se pronunciou formalmente.

Consequências práticas e próximos passos

Empresas, comércios e residências sofreram rapidamente com a interrupção: produção parada, sistemas desligados e prejuízos operacionais imediatos. Algumas companhias acionaram geradores de emergência para manter parte dos serviços essenciais.

As autoridades estaduais mobilizam equipes técnicas e cobram esclarecimentos das distribuidoras. Também é esperado que a agência reguladora do setor elétrico acompanhe as investigações sobre falha de infraestrutura ou operação.

O restabelecimento completo da energia ocorre de forma gradual e dependerá da extensão dos danos no sistema. Muitas áreas já estão voltando à normalidade, mas zonas mais distantes ou com conexões frágeis ainda podem sentir oscilações.


As vagas para os percursos foram preenchidas mediante a doação de 300 bolsas de sangue para o Hemoba e 6.000 kg de alimentos.

Foto: Ascom/UEFS

A 5ª edição da Volta da UEFS acontece no próximo domingo, dia 19 de outubro e consolida um modelo de evento esportivo baseado na solidariedade. As 1.500 vagas para os percursos de 5 km e 10 km (trail) foram totalmente preenchidas mediante a doação de 300 bolsas de sangue para o Hemoba e 6.000 kg de alimentos, que foram repassados ao programa Mesa Brasil do SESC.

A Reitora da UEFS, Amali Mussi, enfatizou o papel da universidade como espaço público. “Acompanho de perto os números que tornam este evento único: o grande número nas doações de sangue para o HEMOBA e de alimentos para o Mesa Brasil. Essas atitudes mostram como a universidade se integra à cidade de forma concreta”, destacou a Reitora. “Ao transformar cada inscrição em solidariedade, reforçamos nosso compromisso social e abrimos nossas portas para que a população viva este espaço como seu.”

O evento, que tem largada prevista para às 7h, com concentração a partir das 6h30, é uma realização da UEFS e surge de projetos de extensão como o “Movimenta UEFS”. Os trajetos foram planejados para que os participantes possam conhecer e aproveitar as áreas verdes do campus.

Serviços e Estrutura para o Público

A organização preparou uma estrutura de serviços e entretenimento aberta a todos e todas, mesmo para quem não for correr. No local, estarão disponíveis:

Serviços de Saúde: Aferição de pressão arterial, verificação de glicemia, orientações sobre saúde e sessões de massoterapia.

Feira de Expositores:  Espaço com marcas de materiais esportivos, alimentação saudável, produtos naturais e suplementos.

Programação Cultural: Apresentações da banda AfroPop e de grupos de fanfarra.

A Volta da UEFS é homologada pela Federação Baiana de Atletismo e distribuirá um total de R$ 6.000,00 em prêmios em dinheiro, sendo destinados aos três primeiros colocados de cada categoria: 1º lugar – R$ 700,00; 2º lugar – R$ 500,00; e 3º lugar – R$ 300,00.

Retirada de Kits e Realização


Donald Trump confirmou que receberá Volodymyr Zelensky na Casa Branca na sexta (17). O encontro deve tratar da guerra na Ucrânia e de novos acordos de cooperação em defesa e energia. Zelensky elogiou o papel diplomático de Trump e disse ter esperança de um avanço rumo à paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (13) que vai receber o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca na próxima sexta-feira (17).

A declaração foi feita a bordo do avião presidencial, durante o voo de retorno a Washington, após uma viagem ao Oriente Médio.

Horas antes, Trump havia se reunido com os líderes do Egito, Catar e Turquia, com quem assinou um acordo de cooperação pela estabilidade regional. O compromisso prevê esforços conjuntos para promover o diálogo entre israelenses e palestinos e resolver futuros conflitos por meio da diplomacia.

Durante a conversa com jornalistas, o presidente americano disse esperar que o líder turco Recep Tayyip Erdogan também possa ajudá-lo em outro desafio internacional: a invasão russa da Ucrânia.

Em Kiev, Zelensky confirmou que viajará a Washington ainda nesta semana para o encontro com Trump. “Vou me reunir com o presidente Trump em Washington nesta semana”, afirmou em coletiva de imprensa ao lado da chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas.

O líder ucraniano disse que pretende discutir com Trump uma série de propostas relacionadas à guerra, com foco em defesa antiaérea e cooperação energética. Ele também terá reuniões com empresas de armamentos e membros do Congresso americano.

Horas antes, Zelensky havia publicado no Facebook uma mensagem elogiando o acordo de cessar-fogo em Gaza, mediado por Trump, que resultou na libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, além da entrada de ajuda humanitária no território.

“Quando a paz é alcançada em uma parte do mundo, ela traz esperança de paz para outras regiões”, escreveu Zelensky. “A liderança e a determinação de grandes atores globais podem funcionar para nós também na Ucrânia.”

O presidente ucraniano voltou a destacar o papel dos Estados Unidos na busca pela estabilidade global e disse confiar que a diplomacia americana possa ajudar a encerrar a guerra em seu país.

“Estamos trabalhando para que o dia da paz chegue também à Ucrânia”, afirmou Zelensky, reforçando que “a agressão russa continua sendo a principal fonte de desestabilização mundial”.

Fonte: notícias ao Minuto


Por Manu Pilger

Foto: divulgação/ Daniel Correia diretor do SEST SENAT

Oportunizar o encontro entre quem busca trabalho e quem precisa contratar. Esse é o objetivo da Feira Emprega Transporte, projeto nacional do SEST SENAT, que acontece pela primeira vez em Feira de Santana nos dias 14 e 15 de outubro, das 9h às 18h, no Ária Hall, localizado na Avenida Presidente Dutra.

De acordo com Daniel Correia, diretor do SEST SENAT em Feira de Santana, o evento reúne mais de 25 empresas dos mais diversos segmentos, disponibilizando mais de 600 vagas de emprego, que vão desde jovem aprendiz e estágio até cargos de liderança e gestão.
“Temos vagas para motoristas, vendedores, operadores de call center, mecânicos e também oportunidades para pessoas com deficiência. É um evento que pretende revolucionar o mercado de trabalho em Feira de Santana”, destacou Daniel.

Além das oportunidades de emprego, a Feira Emprega Transporte também oferece oficinas e palestras voltadas ao desenvolvimento profissional, com temas como elaboração de currículos, comportamento em entrevistas e preparação para o primeiro emprego. “Queremos dar suporte a quem está com dificuldade de se recolocar, ajudando a virar a chave para entrar novamente no mercado”, completou o diretor.

O evento é 100% gratuito — tanto para as empresas participantes quanto para o público. O SEST SENAT é responsável por toda a estrutura e custos, reforçando o caráter social e inclusivo da ação.

Para participar, basta fazer a inscrição antecipadamente pelo QR Code disponível no material de divulgação ou diretamente no local, durante os dois dias do evento.
Os interessados devem levar documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de residência e currículo atualizado. Quem ainda não possui currículo poderá contar com o apoio da equipe do SEST SENAT em uma oficina de orientação para sua confecção.

“Mais do que um evento, é uma oportunidade de dignidade. A chance de as pessoas crescerem profissionalmente, conquistarem o próprio sustento e se reinserirem no mercado de forma justa e honesta”, concluiu Daniel Correia.


Por Manu Pilger

Foto: divulgação

O mês de outubro é marcado pela cor rosa, símbolo da luta contra o câncer de mama o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo. A campanha Outubro Rosa busca chamar atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, atitudes que podem salvar vidas.

Em entrevista ao programa Rotativo News, o Dr. Alexandre Bravin, coordenador de mastologia do Hospital Anchieta, destacou que o câncer de mama, quando descoberto no início, tem grandes chances de cura.

“A mulher precisa conhecer o próprio corpo, estar atenta a qualquer alteração e manter seus exames de rotina em dia. O diagnóstico precoce faz toda a diferença”, explicou o médico.

Dr. Bravin é graduado pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, tem residência em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital Materno Infantil de Brasília, especialização em mastologia pelo Hospital Universitário de Brasília (UnB) e mestrado pela mesma instituição.

Segundo o especialista, entre os sintomas mais comuns estão o aparecimento de nódulos, alterações na pele da mama, secreção no mamilo e inchaços nas axilas. Ele ressalta, porém, que o câncer de mama pode ser silencioso no início e por isso os exames preventivos, como a mamografia, são indispensáveis.

“A recomendação é que mulheres a partir dos 40 anos façam a mamografia todos os anos. E quem tem histórico familiar deve iniciar antes, conforme orientação médica”, reforçou.

Entre os fatores de risco, o mastologista cita o histórico familiar, obesidade, sedentarismo, consumo de álcool e o uso prolongado de hormônios. Mas, mesmo quem não apresenta esses fatores deve manter acompanhamento regular.

“O Outubro Rosa é um lembrete, mas o cuidado com a saúde da mulher deve acontecer o ano inteiro”, concluiu Dr. Bravin.

A mensagem é clara: prevenir é o melhor caminho. O toque de atenção que a campanha traz não é apenas sobre exames, mas sobre autocuidado, informação e acesso à saúde pilares que salvam milhares de vidas todos os anos.

Da redação do Rotativo News


Binyamin Netanyahu recusou um convite de Trump de última hora e ficou de fora após outros líderes políticos terem se recusado a estar no mesmo lugar do israelense

© Getty

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda (13), juntamente com os representantes de Egito, Qatar e Turquia, um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, oficializando a trégua que começou na última sexta (10) no território palestino.

O encontro entre os líderes ocorreu durante uma cúpula na cidade egípcia Sharm el-Sheikh, onde eles discutiram os próximos passos na resolução do conflito. O evento reuniu governantes europeus e árabes, enquanto o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, recusou um convite de Trump de última hora e ficou de fora.

O premiê citou o feriado judaico de Simchat Torá, que começa no pôr do sol desta segunda, como justificativa, mas, segundo o jornal britânico The Guardian, a recusa ocorreu após o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, ameaçar não pousar caso o líder israelense comparecesse.

O conteúdo do documento ainda não foi divulgado, mas os países se colocam como garantidores do plano de paz.

Após a assinatura, o ditador egípcio, Abdel Fatah Al-Sisi, disse que o acordo encerrará um “capítulo doloroso na história humana” e que a solução de dois Estados era a única forma de alcançar o objetivo de palestinos e israelenses viverem em paz. Ele também anunciou que dará a Trump o Colar do Nilo, a mais alta honraria concedida no Egito.

Já Trump afirmou que, “a partir deste momento, podemos construir uma região forte, estável, próspera e unida na rejeição do caminho do terror” e disse que a corrida final para fechar o acordo assinado nesta segunda ocorreu na Assembleia-Geral da ONU, no final do mês passado.

O republicano disse que se encontrou com líderes de oito países árabes, incluindo alguns dos quais não gosta particularmente, em suas palavras, e conversou com eles até concluir o trabalho. “Os primeiros passos para a paz são sempre os mais difíceis, e hoje os demos juntos”, afirmou.

Em seguida, instou os presentes a aderir aos Acordos de Abraão, que normalizaram as relações entre Israel e os Emirados Árabes Unidos e Bahrein e são uma das maiores conquistas diplomáticas do primeiro mandato de Trump. “Espero que todos estejam se unindo. Agora não temos desculpas. Não temos Gaza e não temos um Irã como desculpa”, afirmou, provavelmente em referência à trégua e aos bombardeios americanos às instalações nucleares do regime.

A cúpula ocorre horas depois que os últimos 20 reféns vivos dos ataques terroristas do Hamas foram libertados e que Tel Aviv soltou quase 2.000 prisioneiros palestinos. O Exército israelense confirmou posteriormente a entrega dos corpos de quatro reféns nesta segunda. Resta ainda devolver os restos mortais de outros 22 sequestrados que acredita-se terem morrido e descobrir o paradeiro de outros dois cujos destinos são desconhecidos.

Antes de chegar ao Egito, Trump foi a Israel e discursou no Parlamento do país, tornando-se o primeiro presidente americano a fazê-lo desde o George W. Bush, em 2008.

“Os céus estão calmos, as armas silenciosas, as sirenes quietas e o sol nasce sobre uma Terra Santa que finalmente está em paz”, disse Trump, ovacionado por vários minutos pelos parlamentares. Ele afirmou ainda que um “longo pesadelo” para israelenses e palestinos havia terminado. “Agora é hora de transformar essas vitórias contra terroristas no campo de batalha no prêmio final de paz e prosperidade para todo o Oriente Médio.”

Em seguida, por volta das 10h30 de Brasília, embarcou rumo ao país árabe, onde foi recebido por Sisi -os dois presidiram a cúpula desta segunda. Antes de dar início às tratativas, Trump afirmou que quer o líder egípcio como participante de um conselho para governar Gaza. O americano também agradeceu o ditador por ter desempenhado um papel “muito importante” no acordo de cessar-fogo.

Sisi retribuiu elogiando a atuação do republicano: “Sempre estive muito confiante de que o senhor, apenas o senhor, seria capaz de alcançar essa conquista e encerrar a guerra”. As tratativas e elogios à conduta do americano ocorrem após a campanha de Trump para ganhar o Prêmio Nobel da Paz fracassar -a escolhida foi María Corina Machado, líder da oposição venezuelana.

A cúpula desta segunda reuniu líderes europeus como o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, o do Reino Unido, Keir Starmer, e o presidente da França, Emmanuel Macron, além do secretário-geral da ONU, António Guterres. Entre os chefes de Estado da região destacavam-se o emir do Qatar, Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani, além de Erdoğan. Ambos os líderes ajudaram a intermediar o cessar-fogo entre Israel e Hamas que entrou em vigor na manhã da última sexta-feira (10).

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, compareceu como parte de um esforço dos líderes regionais para promover a participação da entidade na estabilização de Gaza. Um Trump sorridente cumprimentou o líder da entidade, que governa parcialmente a Cisjordânia ocupada, com um aperto de mão. Os dois posaram para uma foto.

No mês passado, o líder americano barrou a presença de Abbas na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, obrigando o palestino a discursar por videoconferência.

O acordo de paz é baseado em um plano de 20 pontos proposto por Trump. Com a libertação dos reféns e dos prisioneiros, a cúpula discutirá as próximas fases do acordo. Os mediadores ainda enfrentam a difícil tarefa de garantir uma solução política de longo prazo e precisam definir algumas questões delicadas que levaram ao fracasso de tentativas de paz anteriores.

O Egito, por exemplo, tem um papel chave pois o plano do republicano prevê a reabertura da fronteira de Gaza com o país para a entrada de ajuda humanitária e a saída de civis. Reuniões blaterais com países do Golfo, que devem liderar o financiamento da reconstrução do território palestino devastado pela guerra, também estão previstas. No encontro, Trump afirmou que o processo de refazer a estrutura de Gaza precisa ser desmilitarizado.

Um dos principais impasses ao longo dos dois anos de guerra na Faixa de Gaza foi em relação ao desarmamento do Hamas. Netanyahu sempre afirmou que o objetivo do conflito era aniquilar o grupo terrorista, que por sua vez nega entregar as armas sem a criação de um Estado palestino.

Outra questão ainda em aberto é a governança de Gaza -a proposta de Trump é estabelecer uma autoridade de transição liderada por ele mesmo.

Fonte: notícias ao Minuto