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Formulário de resposta está disponível na Plataforma Sucupira

Foto: © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Censo da Pós-Graduação stricto sensu referente ao ano de 2025 está aberto até 26 de fevereiro. É a primeira vez que ocorre a coleta de dados estatísticos sobre os programas de pós-graduação (mestrado / doutorado) no Brasil.

Realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o mapeamento tem o objetivo de orientar políticas públicas voltadas à melhoria da pós-graduação no país, correspondentes à sua realidade.

O preenchimento dos dados é individual e obrigatório. Os participantes devem realizar por meio da Plataforma Sucupira. Devem preencher o formulário eletrônico: 

• pós-graduandos matriculados (curso de mestrado e doutorado);
• professores (permanentes e colaboradores);
• pesquisadores em estágio pós-doutoral que não atuam como docentes; e
• coordenadores de programas de Pós-Graduação (PPGs), em exercício.

A Capes explica que os questionários são adequados a cada perfil de entrevistado, composto por perguntas de múltipla escolha com definições e orientações para garantir a correta interpretação.

Os pró-reitores e coordenadores de PPGs devem acompanhar e garantir a adesão dos integrantes de seu programa dentro do prazo.

Veja o tutorial de preenchimento.

A divulgação dos resultados está prevista para 16 de novembro de 2026.

Entrevista

A  Agência Brasil entrevistou a presidente da Capes e professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires de Carvalho, sobre a iniciativa inédita, que será feita anualmente

Agência Brasil: em 2025, a pós-graduação brasileira completou 60 anos de institucionalização. Passadas seis décadas, o primeiro censo da pós-graduação chega para o governo brasileiro saber os detalhes do que ocorre com essa importante etapa do ensino no país?
Denise Pires de Carvalho: toda forma de censo é muito relevante para a definição de políticas públicas. A pós-graduação leva luz, conhecimento e desenvolvimento para os diferentes territórios do país. Mas quem são os pós-graduandos? Quem são os docentes? Quem está trabalhando nesse ambiente tão importante para o desenvolvimento de uma nação? Infelizmente, não temos esses dados e os detalhes, por exemplo quantas mulheres, homens, quantos pardos, indígenas, brancos, nas diferentes regiões do país, quantas pessoas em vulnerabilidade socioeconômica?

Agência Brasil: este levantamento tem caráter declaratório, por meio da coleta descentralizada de dados. O censo traz questões adaptadas ao perfil de cada um dos públicos que deve respondê-lo e às suas atividades acadêmicas. Dessa forma, a senhora acredita que as estatísticas produzidas serão mais confiáveis e detalhadas?
Denise Pires de Carvalho: quando os docentes respondem é bem diferente das respostas dos estudantes. Na verdade, temos formas de acessar o perfil dos docentes. Porque a maior parte deles é servidor público das nossas universidades. No caso dos pós-graduandos, temos mais dúvidas e precisamos coletar muito mais detalhes.

Agência Brasil: e sobre metodologia da pesquisa?
Denise Pires de Carvalho: o importante mesmo é que, nas novas fichas de avaliação dos programas de pós-graduação, a Capes se distancia dessa análise mais quantitativa, que foi da era da cientometria [que mede o progresso científico] e passa a fazer uma análise quali-quantitativa. Nós não abandonamos o quantitativo, mas introduzimos os chamados casos de impacto. Então, independentemente do número de artigos produzidos, queremos saber qual é a qualidade desses artigos, o quanto eles impactaram e mudaram políticas públicas, no caso de uma área do conhecimento, ou mudaram um tratamento, no caso de outra área do conhecimento, ou deram origem a um processo ou produto. Com isso, fundamentalmente, a Capes passa a avaliar os cursos também do ponto de vista da interação com a sociedade.

Agência Brasil: o questionário deste primeiro censo nacional incorpora perguntas sobre parentalidade. Esse eixo no censo ajuda a mapear como a parentalidade impacta na progressão nos cursos, a permanência acadêmica e a trajetória de alunos e docentes dentro dos programas?
Denise Pires de Carvalho: a parentalidade é um exemplo excelente de política pública que leva à igualdade. E, para isso. a gente precisa de políticas de equidade. É muito mais difícil para alguém que passa pela maternidade ou paternidade, dependendo da situação, no primeiro, no segundo ano [do curso], produzir conhecimento igual a alguém que não tem uma criança pequena para cuidar.

Agência Brasil: a partir da identificação das desigualdades – que poderiam ser invisíveis por falta de dados ou historicamente eram tratadas como assunto individual, o que o governo federal pode fazer?
Denise Pires de Carvalho: um exemplo: para um docente ser credenciado para orientar na pós-graduação, precisa produzir conhecimento em sua área de atuação. A parentalidade já está incluída nas fichas de avaliação [do censo]. Com isso, a gente pretende que os programas, em vez de avaliarem esse professor em determinado intervalo de tempo, tenham um tempo maior a ser analisado porque está passando por um período de cuidado de outra pessoa. Essa questão fundamental nos humaniza. Então, tentamos ajustar o tempo de avaliação desse docente. Já para o estudante que ganha uma bolsa, agora é lei: a Capes deve prorrogar o período da bolsa, quando solicitado. Quando ingressei no doutorado, eu era coordenadora de curso e fui mãe. Ainda assim, tive que atender a todos os requisitos, como se eu não tivesse uma criança para cuidar.  Por mais ajuda que a mãe tenha, a criança depende muito dela, principalmente, nesses primeiros anos. Nos meses de aleitamento, temos a licença, mas aquele período de licença contava para minha produção intelectual. Agora, não conta mais.

Agência Brasil: esse olhar do poder público pode aumentar o número de mulheres no ambiente acadêmico?
Denise Pires de Carvalho: é um estímulo maior. Muitas mulheres sequer ingressam no ambiente da orientação porque estão cuidando dos filhos. Em dados gerais, sabemos que as mulheres são maioria entre mestres e doutores desde 1997. E elas são a maioria de doutores há mais de 20 anos, desde 2005. Mas quando olhamos o corpo docente da pós-graduação, esse é majoritariamente masculino. O que é alarmante. Obviamente, há impedimentos, seja por viés implícito – quando escolhem um homem e não uma mulher – seja por falta de igualdade de condições ou ainda porque as mulheres sequer se candidatam para concorrer nos concursos. Há um crivo, às vezes, é prévio. Entendo que não há nenhum motivo para uma maioria masculina, quando as mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação. E isso não se reflete na maioria do corpo docente. O que tem impedido as mulheres de seguirem? Com certeza, a maternidade é um dos fatores.

Agência Brasil: sobre as diferenças regionais, o censo pode ajudar a identificar onde estão os lugares com maiores carências na pós graduação do país?
Denise Pires de Carvalho: sem dúvida nenhuma. Uma pergunta é: o percentual de bolsas de pós-graduação deve ser igual entre as diferentes regiões? O percentual deve ser igual entre as diferentes áreas do conhecimento? Sair desse eixo sul, sudeste sobretudo, né? Muito importante a nova diretoria de informação científica que vai analisar os dados do censo, junto com o Plano Nacional de Pós-Graduação, com a agenda, e definir os caminhos para o desenvolvimento do país, para que a gente possa reduzir definitivamente a desigualdade social.

Agência Brasil: o que se sabe sobre a inclusão de estudantes pretos, pardos, indígenas e quilombolas e de pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação stricto sensu, prevista na revisão da Lei de Cotas (nº 14.723/2023)? Denise Pires de Carvalho: é importante dizer que no término da graduação ainda há diferenças, infelizmente, porque elas vêm de base. Para uma reparação histórica dessas diferenças, é necessário que haja cota também no ambiente da pós-graduação.Mas é um processo. O que nós fizemos [na revisão da Lei de Cotas] foi incluir a pós-graduação e deixar que cada programa de pós-graduação decida. Pois, a pós-graduação é muito diversa. Então, a inclusão não pode ser obrigatória. Todas essas questões precisam ser discutidas e implementadas no bojo da autonomia das universidades. No processo de avaliação, aqueles programas que tiverem políticas afirmativas terão uma avaliação melhor. Então, é muito importante que a Capes saiba se esse programa com uma política de ação afirmativa, efetivamente, está incluindo os estudantes. Nós saberemos sobre isso por meio do censo. Porque uma coisa é ter a política afirmativa na norma, outra é a política ser efetivada. Quem vai dizer o que ocorre é o estudante. O censo é autodeclaratório.

Agência Brasil: sabemos que as cotas na graduação receberam muitas críticas no passado. E as cotas na pós-graduação recebem também?
Denise Pires de Carvalho: para chegar na cota da pós-graduação, a gente precisa de várias ações que antecedem o ingresso nessa etapa. Para muitos, o estudante preto e pardo que ingressou na graduação já teria se igualado ao branco, o que não é verdade, por conta do racismo estrutural e das condições socioeconômicas do país. Explico que a nota de corte para um curso da graduação é determinada pelo ensino básico. Em uma escola de elite, sabemos que é, ainda, diferente do ensino público básico. Eu espero que o ensino público básico tenha a mesma qualidade das universidades públicas, que são as melhores do país. Na verdade, isso sim é igualar. Mas, como igualar o que há em casa? Há o ambiente familiar e de estudos, além de outros determinantes sociais que fazem com que uma parcela da população tenha mais dificuldades de acesso à educação superior. Eu acompanhei a implantação da Lei de Cotas (nº 12.711/2012) e vi os cursos superiores em instituições públicas continuarem de excelência. À época, diziam que o ingresso de estudantes pretos e pardos pela lei diminuiria a qualidade. O que não ocorreu. Hoje, quando olhamos para a pós-graduação, temos estudantes que vêm dos laboratórios, das bancadas, desde a graduação. É natural que um estudante ingresse em um programa de iniciação científica, independentemente da sua cor. Mas nós tínhamos uma maioria de brancos nos programas de iniciação científica. Hoje, vejo negros, pretos recebendo premiações de iniciação científica. Isso demonstra que a política pública está no caminho certo. É uma política inclusiva que está não apenas incluindo, mas dando acesso e permanência, por meio da concessão de bolsas e de oportunidades.

Agência Brasil: como o censo pode ajudar a Capes a prevenir a evasão de pós-graduandos causada, sobretudo, por questões de saúde mental. Eles são impactados pelas atividades acadêmicas e prazos?
Denise Pires de Carvalho: o aprender é sair da sua zona de conforto e ter que adquirir conhecimento. A questão da saúde mental é multifatorial e há um percentual da população, seja no nível da educação básica ou da educação superior, que terá questões de saúde mental, independentemente de estar nesse ambiente estressante. Nesse contexto, o indivíduo gradua, pega o diploma, alguns seguem os estudos, outros param e se questionam: ‘Sou capaz de exercer essa profissão? Para onde vou?’. Todo esse conjunto gera um estresse natural no indivíduo, o que, muitas vezes, faz com que ele adoeça. Quem ingressa no mestrado, no doutorado, já tem algum tipo de estresse, o que pode deflagrar questões de saúde mental mais ou menos graves. São gatilhos, reconheço. Porém, a pós-graduação é o ambiente da educação com o menor nível de evasão. Não chega perto do abandono da graduação, que é de mais 40% e até mais de 50% em alguns cursos, mesmo considerando as instituições públicas, onde não há pagamento de anuidade ou mensalidade. Então, sabemos que a pós-graduação é ambiente estressante. Porém, não é mais do que outros. Na pós-graduação, há uma história de sucesso, porque há menos de 10% de evasão no doutorado ou no mestrado. Na verdade, dependendo do dado e como se analisa, é em torno de 4% a 5%. Até esse percentual de 5% é esperado. Porque a evasão pode ser daquele estudante que mudou a trajetória por não querer mais o curso ou que não se adaptou àquele ambiente estressante. Sabemos que as questões de saúde mental são um motivo de evasão. Então, devemos melhorar o ambiente da pós-graduação para que seja menos estressante. Só não podemos fazer isso em detrimento da qualidade dos cursos.

Agência Brasil: há ainda os fatores socioeconômicos no país, pelo fato de as pessoas precisarem trabalhar para o próprio sustento ou de sua família? Por isso, como avalia a importância das bolsas de estudo?
Denise Pires de Carvalho: na verdade, a bolsa de estudo sustenta o indivíduo na pós-graduação. Porque ele não teria como continuar na pós-graduação se tivesse que trabalhar. Nós estamos financiando um profissional que vai fazer a diferença para o Brasil. O maior estresse é essa questão da falta da bolsa. Por isso, o governo federal atual trabalha para ampliar as vagas na pós-graduação e o número de bolsas. Porque estamos longe de ter 100% de bolsistas na pós-graduação. Não! É minoria em termos percentuais, com bolsas da Capes. É importante que o país saiba disso, porque muitos acham que todos os mestrandos e doutorandos têm bolsas.

Agência Brasil: por que uma nação precisa de doutores?
Denise Pires de Carvalho: um país que tem um número maior de mestres e de doutores é mais desenvolvido. O Brasil passa por muitas fases para chegar ao desenvolvimento. Nesses 60 anos, conseguimos construir o sistema nacional de pós-graduação consolidado e forte. Para isso, as nossas universidades precisaram ampliar o número de professores doutores. Então, grande parte dos doutores formados na pós-graduação é, hoje, docente na pós-graduação. O que quer dizer que os doutores que formamos antes, atualmente, formam doutores. O Brasil precisa de doutores. Nas últimas duas décadas, as presidências anteriores da Capes implantaram um estágio obrigatório na docência para bolsistas da instituição. E um indivíduo que está no ambiente da pós-graduação, que entra em uma sala de aula, vai ministrar um curso sob supervisão. Se tem aptidão, esse indivíduo acaba ficando naquele ambiente. Isso dá retorno. E esse estágio obrigatório fez com que nós tenhamos hoje algumas universidades federais com 100% de professores doutores. A Federal do ABC [UFABC/Santo André, SP] não tem nenhum professor que não seja doutor. A maior parte das universidades federais tem acima de 80% a 85% de doutores no seu corpo docente. As federais são as melhores universidades do país e têm os melhores cursos porque têm professores qualificados. Os melhores cursos estão onde há o corpo docente mais qualificado. É assim em todo lugar do mundo. Não seria diferente no Brasil.

Agência Brasil: é importante dar continuidade a esse movimento de formação de doutores para o ambiente acadêmico ou é hora de focar na formação de doutores para o setor produtivo não acadêmico?
Denise Pires de Carvalho: um professor vocacionado para docência e para produção de conhecimento no ambiente acadêmico continuará sendo necessário, porque o corpo docente da pós-graduação envelheceu. Então, precisamos renovar esse professorado. Só que não pode ser mais exclusivamente, porque nenhum país do mundo se desenvolveu também sem a interação universidade e empresa, sem o chamado ambiente da inovação que acontece no ambiente empresarial.

Agência Brasil: as universidades brasileiras estão direcionadas a formar mais doutores para interagir com o setor produtivo não acadêmico?
Denise Pires de Carvalho: sim. Nós precisamos desenvolvê-lo e é o que o governo [federal] tem feito, com o plano Nova Indústria Brasil. No ano passado, a Capes permitiu que o estágio obrigatório seja prestado em qualquer ambiente, inclusive o empresarial. Estamos em nova fase do país, na qual os doutores, durante o doutoramento, podem se aproximar das empresas e da sociedade civil organizada. A Capes abriu os programas de pós-graduação para todo tipo de interação, em áreas vinculadas ao conhecimento. A determinação é do orientador do curso e do pós-graduando.

Agência Brasil: com isso, a Capes passa a avaliar os cursos do ponto de vista da interação com a sociedade?
Denise Pires de Carvalho: nas fichas de avaliação, olhamos quais são os impactos regionais, locais, nacionais e até internacionais dessa virada de página do simples estágio na docência. Porque, agora, o estágio pode ser feito na sociedade civil organizada, incluindo empresas. Temos o estágio obrigatório do bolsista da Capes associado à inovação, que é o Programa DAI [de Doutorado Acadêmico para Inovação] do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico]. Temos um acordo de cooperação técnica com a Embrapii [Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial]. Estamos desenhando o primeiro acordo de cooperação técnica com a Finep [(Financiadora de Estudos e Projetos]. Veja que a Capes se aproxima do setor produtivo não acadêmico por meio de várias ações.

Agência Brasil: considerando que o censo da Capes para os Programas de Pós-Graduação possui um universo de 504 mil participantes e está aberto há dois meses, quais estratégias devem ser adotadas para garantir o engajamento total das universidades até o prazo final de 26 de fevereiro, assegurando assim a representatividade dos dados?
Denise Pires de Carvalho: neste momento, nós já temos quase 70% do público contribuinte para o censo. Sendo que mais de 150 Programas de Pós-Graduação já tem 100% dos formulários preenchidos. Muitos outros cursos têm 98%.
Nós queremos terminar o censo o mais rápido possível para que possamos analisar os dados e para que a sociedade brasileira conheça o retrato da pós-graduação.

Fonte: Agência Brasil


Ano de 2025 termina com recorde de carteira assinada e renda

Foto: © Wilson Dias/Arquivo/Agência Brasil

O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já registrada. O número de ocupados chegou a 103 milhões.

O ano passado também registrou recorde na renda média mensal do trabalhador, que atingiu R$ 3.560, um aumento de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024.

O número de carteira assinada no ano também foi o mais alto já registrado: 38,9 milhões de pessoas, expansão de 1 milhão na comparação com o ano anterior.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Destaques de 2025

Na taxa anual, o Brasil registrou os seguintes contingentes:

  • Empregados da iniciativa privada sem carteira assinada: 13,8 milhões (queda de 0,8% ante 2024);
  • Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões (-4,4%);
  • Conta própria: 26,1 milhões – o maior já registrado.

A taxa anual de informalidade passou de 39%, em 2024, para 38,1% em 2025. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, esse percentual é “valor relevante”, e reflete característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro.

“A composição e dinâmica da população ocupada ainda é bastante dependente da informalidade, sobretudo, devido à grande participação de trabalhadores no comércio e em segmentos de serviços mesmos complexos”, avalia.

Pnad

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

Caged

A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.

De acordo com o Caged, dezembro apresentou saldo negativo de 618 mil vagas formais. No entanto, no consolidado de 2025, o balanço ficou positivo em quase 1,28 milhões de postos com carteira assinada. 

Fonte: Agência Brasil


Reenquadramento no Simples Nacional e a renegociação de dívidas são processos diferentes

Prazo para MEIs aderirem ao Simples Nacional e regularizar dívidas termina nesta sexta

Os microempreendedores individuais (MEIs) excluídos do Simples Nacional e que desejam retornar ao regime em 2026 devem ficar atentos ao prazo final para regularização. O pedido de reenquadramento precisa ser feito até esta sexta-feira (30), último dia útil do mês. A mesma data também marca o encerramento do prazo para renegociação de débitos inscritos na Dívida Ativa da União, conforme as regras da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Apesar de terem o mesmo limite de data, o reenquadramento no Simples Nacional e a renegociação de dívidas são processos diferentes, realizados em sistemas distintos. Para voltar ao regime, é necessário que o CNPJ esteja regular, sem pendências fiscais ou cadastrais junto à Receita Federal e aos demais entes. O pedido de adesão ou retorno deve ser feito no Portal do Simples Nacional. No caso dos MEIs excluídos também do Simei, além da opção pelo Simples, é preciso solicitar posteriormente o reenquadramento específico no Simei.

Quem possui dívidas que impedem a permanência ou o retorno ao Simples deve regularizá-las até o prazo final. Débitos com a Receita Federal podem ser negociados pelo Portal do Simples Nacional ou pelo e-CAC, enquanto valores inscritos na Dívida Ativa da União devem ser tratados no Portal Regularize, da PGFN, que oferece opções de parcelamento e descontos. Especialistas alertam ainda para o aumento de golpes neste período, com envio de boletos falsos e mensagens enganosas, reforçando que pagamentos e serviços devem ser feitos apenas pelos canais oficiais do governo.

Informações Metro1


Leão venceu o Remo na estreia por 2 a 0, na última quarta-feira (28)

Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

Se o Campeonato Brasileiro tivesse apenas uma rodada, o Vitória estaria na fase de grupo da Libertadores. Brincadeiras à parte, o Leão fechou a primeira jornada no G-4 da tabela de classificação ocupando o quarto lugar com três pontos e saldo de gols de dois.

Na última quarta-feira (28), o Rubro-Negro estreou na competição nacional com vitória sobre o Remo por 2 a 0. O jogo no Barradão foi definido com os gols de Renato Kayzer e Baralhas, ambos no segundo tempo.

O time baiano havia fechado a quarta-feira em segundo lugar atrás da Chapecoense, por causa do número de gols marcados, terceiro critério de desempate. O time catarinense goleou o Santos por 4 a 2. Já nesta quinta (29), o Mirassol abriu a noite batendo o Vasco por 2 a 1, no Maião. Depois, o Botafogo aplicou 4 a 0 sobre o Cruzeiro, no Engenhão, encerrando a primeira rodada.

Situação do Bahia
Assim como o Vitória, o Bahia também estreou bem no Brasileirão jogando fora de casa. No mesmo dia, quarta, o Esquadrão de Aço venceu o Corinthians por 2 a 1, de virada, na Vila Belmiro. Após Breno Bidon abrir o placar, Jean Lucas e Willian José estufaram as redes para o time baiano.

Com o desenrolar da rodada, o Tricolor terminou na sétima colocação na tabela de classificação com três pontos.

A segunda rodada será aberta na próxima quarta (4). O Vitória joga logo no primeiro dia, às 21h30, no duro desafio diante do Palmeiras, na Arena Barueri. No dia seguinte, quinta (5), às 19h, o Bahia recebe o Fluminense, na Arena Fonte Nova.

Confira a tabela do Brasileirão após a rodada de abertura:

Foto: Reprodução/CBF

Informações Bahia.ba


Negociações avançaram depois da visita técnica da Polícia Federal à Papudinha, no Distrito Federal

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A mobilização envolve diretamente Michelle Bolsonaro, conta com o apoio reservado de nomes como Gilmar Mendes e Nunes Marques | Foto: Shutterstock

A costura por uma eventual transferência de Jair Bolsonaro ganhou força entre aliados, autoridades do Planalto e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O jornal O Globo divulgou as informações nesta sexta-feira, 30.

A mobilização envolve diretamente Michelle Bolsonaro, conta com o apoio reservado de nomes como Gilmar Mendes e Nunes Marques e tem como trunfo um novo laudo médico produzido pela Polícia Federal (PF).

Gilmar convenceu Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre a suposta tentativa de golpe, a receber Michelle em seu gabinete no dia 15 de janeiro. Inclusive, o próprio Gilmar conversou com a ex-primeira-dama e, embora ressalte que a decisão cabe a Moraes, tem manifestado apoio à mudança de regime em razão das condições médicas de Bolsonaro.

Kassio Nunes, por sua vez, já transmitiu a Moraes sua concordância com a eventual transferência para o regime domiciliar.

Laudo médico embasa pedido por prisão domiciliar

Na semana passada, uma equipe de três peritos da PF esteve na Papudinha, Sala de Estado-Maior dentro do Complexo da Papuda, onde Bolsonaro está detido. O laudo médico ainda não foi finalizado, mas já se tornou peça central nas tentativas de revisão do regime.

Aliados e integrantes do Judiciário e do Executivo demonstram preocupação com um possível agravamento do estado de saúde do ex-presidente.

O temor ganhou força depois da morte de Cleriston Pereira da Cunha, ocorrida em 2023. Preso preventivamente pelos atos do 8 de janeiro, ele sofreu um mal súbito durante o banho de sol e morreu dentro da Papuda.

Inclusive, no dia 15 de janeiro, advogados e parlamentares acionaram a Organização dos Estados Americanos, por meio da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, com um pedido de concessão de medidas cautelares em favor de Bolsonaro.

De acordo com os signatários, o ex-presidente é idoso, possui comorbidades e enfrenta quadro clínico incompatível com a permanência no cárcere.

Nesse sentido, a petição sustenta que esse histórico “constitui parâmetro concreto de advertência acerca dos riscos associados à manutenção da custódia de pessoas clinicamente vulneráveis diante de alertas médicos reiterados”.

Informações Revista Oeste


No documento, parlamentar destaca que a não divulgação desse compromisso contraria os princípios da moralidade administrativa

contas Damares
A senadora Damares Alves foi ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro | Foto: Clarice Castro/MMFDH

Questionamentos sobre transparência motivaram a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) a encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR), na última terça-feira, 27, um pedido de investigação referente à falta de registro em agenda oficial de um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, realizado em dezembro de 2024.

No documento, a parlamentar destaca que a não divulgação desse compromisso contraria os princípios da moralidade administrativa, estabelecidos pela Constituição Federal. O pedido classifica a reunião como um “compromisso secreto”.

Damares questiona consultoria de Lewandowski 

Damares Alves também solicita que Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Lula, esclareça detalhes sobre sua atuação como consultor do Banco Master. A parlamentar pede que seja apurado se essa consultoria ocorreu durante seu período no ministério.

Entre as medidas sugeridas, Damares propõe a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático dos envolvidos. Além disso, pede outros procedimentos que possam contribuir para o esclarecimento completo dos fatos.

Haddad detalha conversa de Lula com Toffoli sobre Master

Haddad é um dos cotados para suceder a Lula nas próximas eleições I Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Haddad é um dos cotados para suceder a Lula nas próximas eleições I Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou detalhes de um almoço realizado em dezembro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao portal Metrópoles nesta quinta-feira, 29, o titular da pasta afirmou que Lula deu um “recado conceitual” sobre a oportunidade de entregar um país melhor.

Segundo o ministro, o presidente citou como exemplo as investigações integradas entre a Polícia Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras e o Ministério Público. Fernando Haddad destacou que o STF pode sair fortalecido se agir com a altivez necessária diante da gravidade do caso que envolve o Banco Master. O Banco Central (BC) determinou a liquidação extrajudicial da instituição.

Sobre o proprietário do banco, Daniel Vorcaro, o ministro declarou que o empresário enganou pessoas que agiram de boa-fé. “O cara levou muita gente no bico. Quem agiu de má-fé tem de responder”, disse o chefe da Fazenda. Por causa da quebra da instituição, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) precisará ressarcir credores em um montante de R$ 40,6 bilhões.

Informações Revista Oeste


com Frei Jorge Rocha
tema: saudade


Medida traz alívio a pacientes que dependem do tratamento

Aval da Anvisa para cultivo de cannabis é considerado “marco histórico”, diz presidente de associação

Imagine precisar de um medicamento essencial e não conseguir acessá-lo por falta de dinheiro, ou ainda, sofrer repressão ao tentar buscar tratamento. Essa é a realidade de milhares de pessoas que utilizam o óleo de cannabis no Brasil. No entanto, esse cenário começou a mudar com a autorização concedida, nesta quarta-feira (28), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, em cumprimento a uma determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aprovou regras para o cultivo da cannabis destinado à produção de medicamentos e à pesquisa científica.

De acordo com o presidente da CANNAB (Associação para Pesquisa e Desenvolvimento da Cannabis Medicinal no Brasil), Leandro Stelitano, em entrevista ao Metro1, a medida representa um “marco histórico para o Brasil” e traz alívio a pacientes que dependem do tratamento, mas enfrentavam custos elevados e, em muitos casos, sequer tinham acesso ao medicamento.

“Essa resolução trouxe mais segurança para as associações e, principalmente, para os pacientes e seus familiares […]. Agora vamos poder acolher os mais de 3 mil pacientes associados com óleo produzido aqui no Brasil, produzido aqui na Bahia, e com preço justo e acessível”, contou. Com a mudança, o Brasil deixará de importar matéria-prima e passará a ser produtor, o que deve reduzir significativamente o custo dos medicamentos.

O objetivo da agência é diminuir o número de decisões judiciais individuais, que ocorriam “sem parâmetros técnicos uniformes e sem integração ao sistema de vigilância sanitária”, segundo o presidente da Anvisa, Leandro Safatle. O diretor Thiago Campos, relator das resoluções sobre o plantio, reforça que as associações serão monitoradas e que a medida não representa a “criação de uma via paralela de mercado”.

Em novembro de 2025, a agência já havia autorizado a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) a conduzir pesquisas com a planta. O presidente da CANNAB também destacou a relevância do cultivo para a ciência: “A resolução da Anvisa é de extrema importância, não apenas por legitimar o cultivo das associações no Brasil, mas também por incentivar pesquisas científicas nas universidades”, afirmou.

Próximos passos

A Anvisa e outros órgãos da União devem aprovar até o fim de março um regulamento voltado exclusivamente para atividades medicinais e farmacêuticas. Após a publicação da resolução, um edital será lançado para que as associações se inscrevam e solicitem autorização para o cultivo e a extração do óleo destinado aos seus pacientes. Em seguida, a agência deverá divulgar os critérios de seleção que definirão quais associações poderão plantar a cannabis dentro das normas estabelecidas, incluindo detalhes como o volume de produção e a área permitida para produção em pequena escala.

Informações Metro1


Gestor e fiscal foram designados para acompanhar concessão do sistema viário

Foto: Divulgação

O Governo do Estado da Bahia oficializou, nesta quinta-feira (29), a designação dos servidores responsáveis pela fiscalização direta das obras do Sistema Rodoviário Ponte Salvador-Ilha de Itaparica. A medida foi publicada por meio da Portaria SVPONTE nº 001, da Secretaria Extraordinária do Sistema Viário do Oeste, publicada Diário Oficial do Estado (DOE).

De acordo com o documento, assinado pelo secretário Mateus da Cunha Dias, os servidores Rodrigo Serravalle Campos e Luan da Ressurreição Cavalcante atuarão, respectivamente, como gestor e fiscal do contrato de concessão nº 001/2020.

A equipe designada terá como missão acompanhar a execução técnica e administrativa do projeto, garantindo o cumprimento das cláusulas estabelecidas entre o Estado e a concessionária responsável pela implantação do equipamento.

A portaria entrou em vigor na data de sua publicação, revogando disposições anteriores. A estruturação da fiscalização é uma etapa burocrática essencial para o cronograma de avanço das intervenções físicas e para o controle de medições do empreendimento, considerado a principal obra de infraestrutura do estado nas últimas décadas.

Início das obras

Segundo o governador Jerônimo Rodrigues (PT), as obras da Ponte Salvador-Itaparica têm início previsto para junho deste ano. 

As empresas China Communications Construction Company (CCCC), China Civil Engineering Construction Corporation (CCECC), Second Harbor Engineering (SHEC) e China Railway Construction Bridge Engineering Bureau Group Ltd. (CRGB) serão as responsáveis pela operação de todo o Sistema Viário Ponte Salvador-Itaparica por 29 anos, a partir de junho de 2031.

Informações Bahia.ba


Com a participação de mais de 3 mil professores da Rede Municipal de Ensino, a abertura oficial da Jornada Pedagógica 2026, realizada nesta quarta-feira, 28, foi marcada por emoção, acolhimento e muita energia positiva. Pensado especialmente para receber os profissionais de volta das férias, o evento reforçou o compromisso da gestão com a valorização dos educadores e a construção de uma educação cada vez mais humana e transformadora.
A acolhida do público ficou por conta de Luciano Melo, que colocou a plateia para dançar e, ao mesmo tempo, refletir sobre o papel essencial do professor na sociedade. Em seguida, uma apresentação teatral emocionou os presentes ao trazer reflexões sobre sonhos e destacar a importância do professor na construção e realização desses sonhos ao longo da vida.
A condução do evento foi realizada pela professora da rede municipal, Hilana Rios, que ressaltou a relevância de ocupar o palco representando os profissionais que vivem o cotidiano escolar. “É muito simbólico estar aqui representando aqueles que pisam no chão da sala de aula diariamente”, destacou. Em sua fala, Hilana também pontuou: “O evento trouxe reflexões importantes para repensarmos e ressignificarmos nossas ações dentro e fora da escola.”
Durante a solenidade, o secretário municipal de Educação, Pablo Roberto, enalteceu a qualidade dos profissionais da rede e reforçou os avanços conquistados pela Educação de Feira de Santana. “Quando vejo uma plateia como essa, empolgada e comprometida, me abasteço de energia para querer fazer sempre mais pelas nossas crianças e jovens”, afirmou o secretário.
O momento formativo central da noite foi a palestra do psicólogo, escritor e palestrante Alexandre Coimbra Amaral, que trouxe reflexões profundas sobre o papel do professor, as relações humanas e a saúde emocional no ambiente escolar. Alexandre destacou a importância da Jornada Pedagógica como espaço de fortalecimento coletivo: “A Jornada é um tempo de pausa e reencontro, que fortalece o professor e reafirma o sentido do seu trabalho.”
Para a gestora da rede municipal, Karine Oliveira, a abertura simbolizou um recomeço necessário e cheio de significado. “Voltar dessa forma é conjugar o verbo esperançar. Cuidar de quem cuida é o cerne de uma educação de qualidade. Que venha 2026!”, afirmou.
A coordenadora da rede municipal, Rejane Carvalho, também avaliou de forma positiva o primeiro dia da Semana Pedagógica. Segundo ela, a palestra trouxe reflexões inspiradoras para o trabalho ao longo do ano, aliadas a momentos de integração e leveza. Rejane ainda destacou a inovação na organização do evento, com o uso de QR Code para leitura de ingressos e totens para impressão de crachás, conferindo mais modernidade e agilidade ao encontro.
Já a gestora Plácida Emília parabenizou o secretário e toda a equipe pela excelência na organização da Jornada Pedagógica 2026. Para ela, o evento foi pensado a partir do olhar para os profissionais da educação. “Desde a abertura até o encerramento com samba, tudo dialogou com nossas emoções e gerou expectativas positivas para vivermos um ano com responsabilidade, parceria e leveza”, ressaltou.
Encerrando a noite de forma inédita e cheia de alegria, a banda Simplicidade A+ colocou os professores para sambar, marcando, pela primeira vez, o encerramento de uma abertura de Jornada Pedagógica com música e samba no pé, celebrando o reencontro da rede de forma afetiva e descontraída.
A Jornada Pedagógica 2026 segue nesta quinta, 29, dando continuidade a uma semana inteira de programação formativa, voltada a todos os profissionais da Educação, reforçando o compromisso da Rede Municipal com a alfabetização, a equidade, a diversidade e o direito de aprender.