O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (17) que pretende propor ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a diretoria e o conselho da Petrobras. A afirmação foi feita após a estatal anunciar hoje um reajuste nos preços da gasolina e do diesel, em vigor a partir de amanhã (18).
“Conversei agora há pouco, há poucos minutos, com Arthur Lira. Ele está neste momento se reunindo com líderes partidários. E a ideia nossa é propor uma CPI para investigarmos o presidente da Petrobras, seus diretores e também os seus conselhos administrativos e fiscal”, disse o presidente, durante uma entrevista ao programa Meio-Dia RN, transmitido ao vivo em suas redes sociais. “Nós queremos saber se tem algo errado nessa conduta deles. Porque é inconcebível se conceder um reajuste com o combustível lá em cima e com os lucros exorbitantes que a Petrobras está tendo.”
Para o presidente, a cúpula da Petrobras traiu o povo brasileiro, e o lucro da estatal é uma “coisa que ninguém consegue entender”. “Ela lucra seis vezes mais do que a média das petrolíferas do mundo. As petroleiras fora do Brasil reduziram sua margem de lucro, continuam tendo lucro, para exatamente atender os anseios da sua população no momento de crise, porque isso tudo é fruto de uma guerra longe do Brasil”, disse. “A Petrobras só no primeiro trimestre deste ano lucrou R$ 44 bilhões e você tem como reduzir essa margem de lucro, porque está previsto na Lei das Estatais que ela tem que ter um fim social.”
Nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou o reajuste de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel a partir de sábado. Segundo a empresa, o último reajuste da gasolina havia ocorrido há 99 dias e o do diesel, há 39 dias. O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, não sofreu reajuste. Em nota para divulgar os aumentos, a Petrobras afirmou que tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio.
Também nesta sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que a Petrobras deverá enviar ao Supremo documentos internos que justificaram a formação de preços dos combustíveis. Ele também decidiu que as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devem ser cobradas de forma uniforme pelos estados. A decisão começará a valer em 1º de julho.
*Agência Brasil

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta sexta-feira (17) que a Petrobras explique, em um prazo de até cinco dias, a política de preços adotada pela empresa para reajustar os combustíveis. A medida consta em uma decisão na qual Mendonça determinou que as alíquotas do ICMS dos combustíveis sejam uniformes em todo o Brasil.
A determinação ocorre justamente no mesmo dia em que a empresa anunciou um novo reajuste nos preços dos combustíveis. A partir deste sábado (18), a gasolina vai subir nas refinarias de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. No caso do diesel, o preço por litro terá alta de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste de 14,25%.
Na decisão, Mendonça pede que a Petrobras envie ao Supremo a “cópia de toda documentação (relatórios, atas, gravações em áudio ou vídeo de deliberações etc.) que subsidiou suas decisões de reajuste” nos últimos 60 meses, ou seja, em um intervalo de cinco anos. Atualmente, a empresa reajusta os valores dos combustíveis de acordo com o mercado internacional.
Além disso, o ministro determinou que a Petrobras envie também a cópia dos documentos que embasaram a decisão da empresa de adotar a atual política de preços, “especificamente no que concerne à utilização do Preço de Paridade Internacional – PPI, como fator determinante desta política”.
Por fim, Mendonça solicitou que a companhia informe o conjunto de medidas tomadas para promover o “cumprimento da função social” da empresa, que possui o governo brasileiro como seu acionista majoritário, diante das flutuações de preços dos combustíveis ocorridas nos últimos cinco anos.
*Pleno.News

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (17), um novo reajuste nos preços da gasolina e do diesel, que passarão a valer a partir deste sábado (18). O valor da gasolina repassado para as distribuidoras era R$ 3,86 e passará para R$ 4,06 por litro. O diesel, que antes era R$ 4,91, será reajustado para R$ 5,61 por litro.
A última alta no preço da gasolina havia sido em 11 de março, enquanto o diesel não era reajustado desde 10 de maio. De acordo com a companhia, o aumento segue a escalada de preços do petróleo no mercado internacional.
– A companhia tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio. Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias – diz em nota.
A alta dos combustíveis tem sido ponto de tensão entre a Petrobras e o governo. O presidente da República, Jair Bolsonaro, critica a companhia pelos altos lucros e distribuição de dividendos bilionários, inclusive para a União, e pedia para que novos reajustes não fossem realizados.
Pelo estatuto da estatal, um eventual prejuízo provocado pelo seu acionista controlador (União) tem que ser compensado, ou seja, para segurar os preços em relação ao mercado internacional, a União teria que pagar a diferença à Petrobras.
Nos últimos dias, outras autoridades vieram a público criticar a estatal, como o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
*Com informações da AE

O prefeito de Anguera, Mauro Vieira, anunciou na manhã desta quinta-feira (16) em suas redes sociais mais uma intervenção que está sendo feita na cidade. O governo municipal demoliu uma caixa d’água que dará lugar a uma nova praça na rua da Caixa D’água.
De acordo com a professora Fernanda a abertura de ruas veio para melhorar a vida dos moradores.
“Minha mãe com 98 anos de idade, quando adoecia, o carro não tinha condição de vim na porta para dar socorro, meu esposo tinha que carregar até a outra rua, porque aqui era um beco, só dava pra se locomover a pé, após a abertura das ruas o problema foi resolvido, obrigado prefeito Mauro Vieira”, agradeceu.

Segundo Mauro Vieira, a obra pretende melhorar a vida dos moradores das ruas próximas a antiga caixa d’água.
“As melhorias que fizemos nas ruas e também a construção da praça, tudo isso para dar melhor qualidade de vida aos moradores daquelas ruas.” Disse o prefeito.
Por Luciano Trigo
Um dos sinais mais tristes da degradação moral e da sordidez espiritual do nosso tempo é a exploração política da morte pelas carpideiras ideológicas. Como urubus em cima da carniça, nos últimos 10 dias a lacrosfera se mobilizou em peso nas redes sociais e na grande mídia para tentar jogar no colo do governo a responsabilidade pelo desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips no Vale do Javari, na Amazônia.
Parecia revolta? Era apenas vigarice. A indignação, como sempre, foi seletiva: a tragédia só interessava como pretexto para exibir virtude, ficar bem na fita e sabotar o adversário de sempre.
Protestavam e derramavam lágrimas de crocodilo, mas no íntimo estavam comemorando. Porque, sempre que uma tragédia pode ser usada contra o governo e capitalizada politicamente, eles festejam, com mal disfarçado entusiasmo. Só querem palco, tribuna e palanque para ostentar superioridade moral e exercer seu ativismo.
Que tristeza.
Pois bem, para frustração dessa turma, ontem foi revelado que Dom e Bruno foram assassinados não por garimpeiros, nem por madeireiros, nem por desmatadores, nem pela policia fascista e genocida (isso, então, seria motivo de orgasmos), mas a mando de um narcotraficante: o peruano Rubens Villar Coelho, também conhecido como “Colômbia”.
Aparentemente, a presença do jornalista e do indigenista estava prejudicando o transporte de cocaína na rota entre o Brasil e o Peru. Motivo suficiente para os dois serem amarrados em uma árvore, torturados, assassinados e eviscerados. É a lei do tráfico, e não é apenas em regiões remotas da Amazônia que essa lei impera.
E agora? O que farão e dirão os justiceiros sociais? Por honestidade moral e intelectual, deveriam demonstrar indignação contra o narcotráfico que domina a região sem qualquer preocupação com a vida humana, muito menos com o meio ambiente. Mas, como escrevi neste artigo, contra traficante, no Brasil, ninguém faz protesto.
Fosse sincera a indignação contra a tortura e o assassinato de Dom e Bruno, todos aqueles que fazem do gesto de apontar o dedo uma razão de viver demonstrariam agora revolta contra o narcotráfico, exigindo justiça e combate implacável aos criminosos. Ou não?
Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.
O ator famoso, a funkeira empoderada, o imitador de foca, o fotógrafo premiado, o índio de passeata, o antropólogo esquerdopata, o jornalista checador de meme, os exilados em Paris, o youtuber de pronome neutro e todos aqueles que fizeram dos desparecidos pretexto para a militância do ódio do bem: será que algum deles dirá uma palavra sequer contra o tráfico? Podem esperar sentados: nunca disseram, não será agora que dirão.
Estranhamente, nessas horas, os indignados se recolhem a um silêncio quase reverente. Talvez porque, politicamente, estejam do mesmo lado do mandante dos assassinatos. Ou são partidos e governos de direita que a indústria da droga financia na América Latina? Ou são de direita os chamados “narcogovernos” da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela e do México? Que partidos e governos são apoiados pelas Farc? São de direita?
Para ilustrar a relatividade moral dessa gente, basta lembrar o caso das três crianças de Belford Roxo barbaramente torturadas e assassinadas por traficantes, em dezembro de 2021, tema deste artigo.
Pobres e negros, três meninos foram executados por causa de uma gaiola de passarinho. Onde estavam os virtuosos que nos últimos dias demonstraram tanta indignação com o desaparecimento de Dom e Bruno? Não derramaram uma lágrima, não disseram um “ai”.
Desconfie de quem só protesta contra mortes que podem ser capitalizadas politicamente. Quando a indignação é seletiva, não é de indignação que se trata, apenas de estratégia e método.
Tivessem sido as crianças de Belford Roxo assassinadas por policiais, aí sim elas seriam dignas da revolta da militância progressista. Mas os assassinos eram traficantes, então os virtuosos ficaram em silêncio, fazendo de conta que não era com eles. Negras ou brancas, vidas não importam quando quem as tira é o dono da boca que se frequenta, ainda que simbolicamente.
De maneira similar, tivessem sido outros os assassinos, Dom Phillips e Bruno Pereira renderiam protestos até a eleição. Faixas e cartazes com a pergunta “Quem matou Dom e Bruno?” seriam exaustivamente exibidos em horário nobre. Não faltaria gente insinuando que o crime foi encomendado pelo próprio presidente.
Mas, como agora se sabe que quem mandou matar Dom e Bruno foi um traficante, subitamente o mandante do crime deixou de ter importância. A mídia deixará de lado esse “detalhe” para tentar espremer os últimos dividendos do caso, depois vai abandonar o assunto. (Você viu manchetes destacando a identidade e a ocupação do mandante? Nem eu.)
Como foi um traficante que mandou torturar, eviscerar e matar Dom Phillips e Bruno Pereira, não haverá mais como capitalizar politicamente a tragédia. De novo, não foi dessa vez. As carpideiras ideológicas vão ter que torcer por outros cadáveres para explorar.👍🏻👊🏻🇧🇷
Com Frei Jorge Rocha
Tema: Uso dos porquês parte 3

Foto: EFE/EPA/ALEXANDER BECHER
Nesta quinta-feira (16), o empresário Elon Musk participou de uma reunião com funcionários do Twitter. E de acordo com o o jornal digital Axios, o bilionário garantiu que pretende transformar a rede social em um “um refúgio para a liberdade de expressão”.
Em abril, Elon Musk ofereceu 44 bilhões de dólares para adquirir a empresa. O negócio não chegou a ser concretizado, já que o bilionário suspendeu a compra da empresa em março por causa de detalhes a respeito de contas falsas na plataforma.

Depois da visita do ex-presidente Luiz Inácio lula da Sila (PT) a Natal, esta sexta-feira (17) vai marcar a visita do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) a capital do Estado. Bolsonaro chegará a cidade para participar da entrega de chips de acesso gratuito à internet com banda larga a alunos de escolas públicas.
O ato é parte da solenidade de lançamento do Programa Internet Brasil, que busca viabilizar aos estudantes o acesso a recursos educacionais digitais, além de ampliar a participação deles em atividades pedagógicas não presenciais.
Os primeiros beneficiados na fase inicial do programa são dos estudantes dos municípios de Caicó (RN), Mossoró (RN), Caruaru (PE), Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e Campina Grande (PB).
Previsto para começar às 11h, na Praça Mãe Peregrina, no bairro Pitimbu. Na ocasião, o Ministério das Comunicações entregará infraestrutura de rede de fibra óptica para conexão Wi-Fi gratuita em praças públicas da capital potiguar.
Fonte: Portal Grande Ponto
Longa derivado da franquia Toy Story estreia nesta sexta-feira

O novo desenho da Disney, Lightyear – derivado da franquia Toy Story – foi banido em pelo menos 14 países do Oriente Médio e Ásia. O motivo é uma cena em que a personagem Alisha Hawthorne e sua namorada se beijam.
Alisha é um patrulheira espacial, amiga de Buzz Lightyear, que se casa com outra mulher no longa, com quem tem sequências de casal. Executivos da Disney já haviam retirado a cena do beijo lésbico do filme, mas funcionários protestaram tornando a ação pública.
De acordo com a alegação, em março, executivos da empresa haviam solicitado cortes de “quase todos os momentos de demonstrações de afeto gay”. Sendo assim, a polêmica cena foi reinserida.
– Sempre pretendemos que esse relacionamento estivesse lá – disse Angus MacLane, diretor da produção, ao site Yahoo Entertainment.
De acordo com informações da revista Variety, a Pixar, que faz parte do conglomerado de produtoras da Disney, não chegou a submeter o desenho à censura da Arábia Saudita, pois sabe que lá a produção não seria aprovada.
A China – um dos maiores mercados cinematográficos do mundo -, manteve o lançamento de Lightyear na sua integralidade, nesta sexta-feira (17). No Brasil, a estreia também está mantida, para a mesma data.
Dentre os países que vetaram a exibição do longa estão Indonésia, Egito, Líbano, Kuwait e Emirados Árabes Unidos.
Informações Pleno News
É a terceira venda da empresa para países da Otan; antes fabricante brasileira acertou encomendas de portugal (cinco aeronaves) e Hungria (duas)

A fabricante de aviões Embraer fechou a venda de cinco cargueiros KC-390 para a Holanda. O valor do negócio, segundo informes do governo holandês, ficará entre 1 bilhão de euros (R$ 5,3 bilhões) e 2,5 bilhões de euros (R$ 13,36 bilhões). O país europeu integra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A empresa brasileira acertou antes duas encomendas de países europeus da Otan, pelas quais vai fornecer cinco aeronaves para Portugal e duas para a Hungria.
O Ministério da Defesa Holandês afirmou que o avião da Embraer foi escolhido em razão de vantagens operacionais e técnicas frente à aeronave C-130J, da Lockheed Martin. A Embraer comentou em nota o novo contrato.”Reconhecendo que ainda há muito trabalho a ser feito nos próximos meses, estamos comprometidos com o sucesso desta nova fase de cooperação com o Ministério da Defesa da Holanda”, afirmou a empresa.
Informações UOL