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Pedido de indenização foi protocolado neste domingo

Jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira Foto: Arquivo pessoal/Twitter e Daniel Marenco/Agência O Globo

Neste domingo (3), a Defensoria Pública da União (DPU) protocolou junto ao Ministério Público Federal (MPF) um pedido de indenização contra a União. Os órgãos pedem R$ 50 milhões por danos morais coletivos após as mortes do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

O valor deverá ser revertido em favor dos povos indígenas isolados e de recente contato. O pedido foi feito em um processo que já corre desde 2018 na Justiça Federal, e no qual o DPU e o MPF acionam a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a União, apresentando um plano para que as bases das Frentes de Proteção Etnoambiental no Amazonas passem a gozar de recursos humanos e materiais para conseguirem cumprir suas finalidades.

Segundo informações da Agência Brasil, o jornalista e o indigenista foram vistos no Vale do Javari pela última vez no dia 5 de junho. Após buscas, restos mortais foram encontrados no dia 15 de junho. No dia seguinte, os corpos foram levados para Brasília, onde foram periciados e identificados pelo Instituto Nacional de Criminalística.

No dia 22 de junho, a Polícia Federal (PF) transportou os corpos de Bruno e Dom de Brasília para os estados em que seriam realizados seus funerais. O corpo de Bruno Pereira foi velado e cremado em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. Já o funeral do jornalista Dom Phillips foi realizado em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Informações Pleno News


Como parte dos preparativos para a campanha eleitoral que pretende empurrar Luiz Inácio Lula da Silva para um cargo público, a equipe do petista lançou a primeira versão de seu programa de governo no fim de junho. No campo da segurança pública, as promessas são genéricas, mas permitem um vislumbre de como seria um novo mandato do petista.

O documento foi lançado em um evento em 21 de junho. Embora a equipe de Lula afirme que o plano de governo ainda possa ser modificado, o material traz pistas importantes – e preocupantes: menos rigor no combate às drogas, mudanças na doutrina policial e acenos a grupos ideológicos cujos objetivos nem sempre se alinham com os da sociedade como um todo.

O documento completo tem 34 páginas. A segurança pública ocupa uma parcela tímida do total: aproximadamente uma página. Um dos trechos mais importantes é o que trata da política sobre drogas. A campanha do petista indica que vai adotar uma postura menos agressiva. “O país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário”. O termo “Redução de riscos” se refere a programas que, em vez de remover as drogas das mãos dos usuários, buscam tornar a experiência menos perigosa à saúde deles. Em muitos lugares, por exemplo, isso inclui a distribuição de seringas para usuários de heroína ou de cachimbos para usuários de crack, de forma a diminuir os riscos de contágio por doenças infecciosas.

O texto prossegue afirmando que “O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas”. É um sinal de que, no que depender de Lula, as incursões policiais em áreas controladas pelo tráfico tendem a diminuir.

O documento fala ainda na “melhoria da qualificação técnica dos policiais”, incluindo a “reformulação dos processos de seleção” e a “atualização de doutrinas”. Em outra passagem, também menciona a modernização dos “mecanismos de fiscalização e supervisão da atividade policial”. Vindo de um partido que apoiou a decisão do STF que proibiu operações nas favelas e que com frequência acusa a polícia de promover o “genocídio da população negra”, a promessa parece indicar uma tentativa de restringir a atuação da polícia e de torná-la mesmo combativa. As informações são da Gazeta do Povo.

O texto elaborado pela campanha de Lula também afirma que as ações de segurança incluirão medidas específicas que lidem com “violências contra mulheres, juventude negra e população LGBTQIA+”. Não há detalhes de como esses objetivos serão atingidos.


Pré-candidato venceria no primeiro turno caso eleições acontecem hoje; soma dos votos dos adversários não chega à metade do valor acumulado por Neto

O instituto Paraná Pesquisas divulgou, nesta terça-feira (05), levantamento que mostra o pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) com 58% das intenções de voto para as eleições deste ano. No cenário estimulado, Neto ganharia em primeiro turno caso o pleito acontecesse hoje.

O pré-candidato pelo União Brasil foi o único que conseguiu aumentar o percentual de apoiadores desde o último levantamento realizado sobre as intenções de votos para governador na Bahia. A pesquisa, encomendada pelo Bahia Notícias, mostra que somados, os adversários de ACM Neto não acumulam nem metade das intenções de votos registradas por ele.

Enquanto Jerônimo Rodrigues (PT) aparece com 15,8%, João Roma (PL) somou 9,1% dos votos. Ambos perderam quase dois pontos percentuais desde abril. O pré-candidato pelo PSOL, Kleber Rosa, caiu de 1,2% para 0,5%, e Giovani Damico (PCO) saiu de 0,5% para 0,1% das intenções de voto.

Votaram nulo, branco ou nenhum dos candidatos 9,8% dos entrevistados, enquanto 6,9% disseram não saber ou preferiram não responder ao questionário.

O levantamento do Paraná Pesquisas ouviu 1640 pessoas de 72 municípios baianos. Realizado entre os dias 30 de junho e 04 de julho, a pesquisa tem margem de erro de 2,5% e intervalo de confiança de 95%. O estudo foi registrado no TSE sob o nº BA-07579/2022.


Carol Milters, 34 anos, escreveu dois livros sobre sua experiência com a síndrome - Divulgação
Carol Milters, 34 anos, escreveu dois livros sobre sua experiência com a síndrome Imagem: Divulgação

Existe vida após a síndrome de burnout. É com essa máxima que a escritora Carol Milters, 34 anos, celebra sua jornada e busca inspirar outras pessoas. Natural de Porto Alegre (RS) e publicitária de formação, ela desenvolveu a doença, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, duas vezes. A primeira foi entre 2014 e 2015, quando atuava no Rio Grande do Sul, e a segunda, em 2017, trabalhando na Holanda, onde vive desde então.

Em seu primeiro episódio de burnout, Carol tinha 26 anos e cuidava de um serviço de consultoria estratégica em uma empresa de tecnologia e marketing. Ela havia acabado de assumir a gestão de uma equipe e acumulava responsabilidades em uma rotina dividida entre reuniões com clientes, gerenciamento de projetos e diversos problemas operacionais para resolver. Além disso, sempre estava disponível para gestores, colegas e clientes por e-mail, telefone e skype, numa lógica de trabalho “always on”. A empresa estava crescendo rapidamente e, enxergando ali uma oportunidade de se destacar e ser reconhecida, Carol ficou obcecada pelo trabalho.

Contribuiu para isso o fato de estar num ambiente em que ser workaholic era não só permitido como também incentivado. Ela trabalhava diretamente com pessoas que eram viciadas em trabalhar e havia um culto interno de que ser assim era o melhor: era sinônimo de força e capacidade. “Responder um e-mail às 2h da manhã era um sinal de que você se importava com a empresa. Ir embora do escritório todos os dias antes das 19h era visto como falta de dedicação, como um colaborador que só está ali para bater ponto”, conta Carol, em entrevista a Universa.

Com essa cultura de disponibilidade somada à sobrecarga de trabalho, os primeiros sinais de que algo não ia bem começaram a surgir. “A amigdalite virou minha parceira: quase todo mês, minha garganta inflamava. Tive também infecções intestinais e o meu sono estava totalmente desregulado”, lembra.

Carol - Divulgação - Divulgação
Publicitária de formação, Carol desenvolveu a doença duas vezes, uma delas enquanto estava vivendo na HolandaImagem: Divulgação

Não demorou e vieram as crises de pânico e ansiedade. “Comecei a me isolar da minha própria equipe e não interagia mais com as pessoas como antes. Tinha vontade de chorar, uma sensação de vazio e passei a me sentir incompetente e burra. Esquecia as coisas e sentia que meu cérebro não estava mais dando conta”, diz Carol.

‘Achei que mudar de país resolveria tudo’

A gaúcha chegou a se afastar temporariamente do trabalho para cuidar da saúde, mas pouco tempo depois foi desligada da empresa. Frustrada e ainda tentando se recompor do esgotamento que vivenciou, Carol pegou um dinheiro que tinha economizado e resolveu fazer um período sabático de um ano e meio. Em uma viagem de quatro meses pela Europa, em 2016, decidiu que iria morar fora do Brasil e se mudou para a Holanda no início de 2017.

“Achei que, mudando de país, tudo estaria resolvido. Uma semana após dar entrada na residência aqui na Holanda, eu já estava trabalhando de novo, na mesma área. No entanto, eu ainda não tinha elaborado tudo o que havia acontecido no Brasil e comecei a apresentar sintomas de estresse pós-traumático”, recorda. Ver objetos que a faziam lembrar da empresa, por exemplo, lhe causava febre instantaneamente.

Mesmo tentando não se sobrecarregar e exercitando impor limites em seu novo emprego, Carol entrou em um novo quadro de exaustão. Voltou a se sentir fraca, impotente e teve crises de pânico e ansiedade novamente. Com isso, acabou se afastando do trabalho, não saía de casa e passava 20 horas na cama. Por algumas semanas, só saía do quarto para comer e ir ao banheiro.

Ao final do contrato de um ano com a empresa em que trabalhava na Holanda, seu gestor comunicou que não iriam renovar e ela se viu desempregada pela segunda vez em meio a um burnout. Foi a psicoterapia que ajudou Carol a navegar pela instabilidade, entender quem era ela e lidar com as suas próprias emoções. Ela também precisou usar medicação para depressão e ansiedade generalizada e passar por uma terapia específica para traumas e fobias.

‘Me reencontrei por meio da escrita’

Comprar livro

Carol - Divulgação - Divulgação
Carol Milters: ‘Na escrita, me reencontrei e consegui acessar coisas que as outras terapias não alcançavam’Imagem: Divulgação

O tratamento, segundo Carol, foi fundamental para que ela pudesse restabelecer um ritmo de trabalho sem ter tanto medo de adoecer de novo. A escrita teve outro papel importante nesse processo. Enquanto estava de cama e só conseguia ler e dormir, ela teve contato com o livro “O Caminho do Artista“, de Julia Cameron, onde a autora propõe exercícios para estimular a criatividade e um deles é o de escrever diariamente.

Carol começou a escrever logo ao acordar, o que para ela foi um processo de descoberta. “Na escrita, me reencontrei e consegui acessar coisas que as outras terapias não alcançavam, porque era eu comigo mesma, sem filtros ou julgamentos”, afirma. Desses escritos, nasceu o seu primeiro livro, “Minhas Páginas Matinais: Crônicas da Síndrome de Burnout”, lançado em 2020.

O livro já foi vendido em 16 países, em inglês e português, e documenta sua jornada enfrentando o esgotamento causado pelo excesso de estresse no trabalho. Agora, Carol está lançando o seu segundo livro, “Um passo por dia: Meditações para (re)começar, sempre que preciso”, em inglês. A versão em português sai entre julho e agosto deste ano.

Além dos livros, Carol também conta sua história com a síndrome de burnout nas redes sociais. “Quando comecei a ler e estudar sobre a doença, entendi que passar por isso não era culpa minha e que existem responsabilidades compartilhadas entre indivíduo, empresa e sociedade como um todo nessa questão.” Por isso, hoje ela compartilha suas vivências e propõe uma reflexão coletiva sobre a nossa cultura de trabalho em seus perfis no Instagram, Twitter e YouTube.

Grupo de apoio online

Como defensora da causa, Carol espera que a síndrome de burnout não seja banalizada e que todos possam entender que é um problema sério, que requer cuidado, pesquisa, informação e acolhimento. Para ajudar outras pessoas que passam pela doença, a escritora fundou em outubro de 2020 um grupo de apoio online, o “Burnoutados Anônimos”.

Os encontros têm 2h de duração e acontecem uma vez por mês de forma gratuita e confidencial através de uma plataforma de videoconferências. Ela conta que criou o grupo para aliviar a sensação de solidão que acomete muitos que enfrentam a síndrome e que os encontros funcionam como um espaço para falarem a mesma língua, chorar e rir juntos, compartilhar vitórias, derrotas, progressos e recaídas.

“O esgotamento começa no trabalho, mas afeta uma vida inteira: a família, a carreira, os relacionamentos, as finanças, as amizades e a autoestima. Ali nos enxergamos como tendo algo que nos une, mas ao mesmo tempo eu tento passar a ideia de que todos nós somos muito mais do que o nosso burnout”, destaca Carol. Cada encontro reúne em média 25 a 40 participantes e, até o final de 2021, mais de 90% eram mulheres.

Além do grupo, Carol promove anualmente desde 2020, entre o final de novembro e início de dezembro, a Semana da Conscientização da Burnout, um evento online, gratuito e sem fins lucrativos que reúne pesquisadores, especialistas e pessoas que viveram a síndrome para discutir o tema e ampliar o conhecimento sobre a doença.

Carol - Divulgação - Divulgação
Além do grupo, Carol promove anualmente desde 2020, entre o final de novembro e início de dezembro, a Semana da Conscientização da BurnoutImagem: Divulgação

Somando 800 inscritos nas duas edições, os painéis são transmitidos pelo YouTube em inglês e português e na edição do ano passado contou com o patrocínio da empresa de bem-estar e saúde mental Zenklub, para cobrir custos com tecnologia e serviços. A parceria também rendeu um curso sobre síndrome de burnout e a relação com o trabalho, disponível gratuitamente na plataforma da startup.

Com quatro módulos, 2h de duração e emissão de certificado no final, o curso é voltado para profissionais de todas as áreas, desde níveis operacionais a lideranças, especialistas em saúde e segurança do trabalho e gestores de recursos humanos. Nas aulas, Carol apresenta como o burnout pode afetar a saúde das pessoas e traz informações e exercícios sobre práticas para prevenir e combater a doença.

Hoje, recuperada, depois de passar duas vezes pela síndrome, e ajudando a conscientizar sobre a doença, seja em suas redes sociais, nos livros que escreveu, nos eventos que participa e no grupo que organiza, Carol diz que leva muitos aprendizados dessa jornada, como o de que é possível realizar coisas maravilhosas e contribuir para o mundo sem precisar se esgotar.

“Aprendi também que a nossa cultura do trabalho está adoecida e todos nós podemos reescrever essa história, um passinho por dia, um dia de cada vez. Mais: que as nossas vulnerabilidades nos unem, que perfeição não existe e que cada vitória merece ser celebrada”, finaliza.

Informações Universa UOL


O ex-prefeito de Feira de Santana e um dos nomes cotados para ser candidato a vice-governador da Bahia, José Ronaldo de Carvalho, marcou presença na 14ª Festa Black, evento realizado no bairro Rua Nova neste domingo (03). A festividade foi animada por um trio elétrico, sob o comando de Arlécio e Banda Afro Pretos de Preta, com participação de artistas convidados.

Ao lado do vereador Correia Zezito, José Ronaldo cumprimentou o público presente e destacou a importância da festividade, que já se consolidou no calendário do município. Para Correia Zezito a Festa Black evidencia as principais bandeiras presentes no bairro: cultura e protagonismo racial. “Uma festa que a cada ano fica mais linda, evidencia nosso povo, com sua cultura, sua música e sua identidade”. 

Informações Sem Censura


A bandeira do Brasil que pertencia ao combatente André Hack Bahi, o primeiro brasileiro aliado das tropas ucranianas morto em combate, apareceu nas mãos de um suposto combatente checheno, que atua ao lado da Rússia no conflito.

Em um vídeo publicado no Twitter, é possível ver a assinatura de André e de outros voluntários do seu pelotão. A bandeira que aparece com o suposto combatente checheno é a mesma exibida por André com outros combatentes brasileiros em foto que viralizou há meses.


UOL submeteu o vídeo à análise da pesquisadora e jornalista Letícia Oliveira, que investiga grupos armados que atuam na região do Donbass desde 2014. Ela confirmou a veracidade da tradução. “O vídeo é real mesmo. Foi gravado pelo comandante das forças especiais chechenas. É propaganda. Estão fazendo isso para dizer que a moral das tropas ucranianas está baixa”, afirmou.

O tenente Sandro Carvalho da Silva, brasileiro que comanda o pelotão onde estava André, confirmou que a bandeira era mesmo do combatente morto. “Quando foi alvejado, ele deixou cair a mochila dele. O pessoal inclusive tinha assinado. Eu reconheço aquela bandeira”, disse à reportagem.

Morto em 5 de junho, o corpo de André Hack foi cremado no último sábado (2) na Ucrânia. As cinzas serão levadas para o Ceará, onde ele morava com a esposa e a filha de apenas 2 anos.

Isso é um desrespeito. O André morreu e deu a vida pelos colegas dele. Foi um herói de guerra.”
Mozart Pinto Bahi, 78, pai de André

Aliados das tropas ucranianas na guerra contra a Rússia, os combatentes brasileiros Thalita e Douglas Búrigo morreram ao serem atingidos por mísseis no conflito - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Aliados das tropas ucranianas na guerra contra a Rússia, os combatentes brasileiros Thalita e Douglas Búrigo morreram ao serem atingidos por mísseis no conflitoImagem: Arquivo pessoal

Brasileiros do mesmo pelotão de André morreram em bombardeio

Com as mortes de Douglas Búrigo e Thalita do Valle, aliados das tropas ucranianas mortos em combate na tarde da última quinta-feira (30) na cidade de Kharkiv, já são três brasileiros mortos na guerra da Ucrânia.

A combatente brasileira Thalita do Valle, que se alistou junto às tropas ucranianas, morreu na guerra contra a Rússia - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
A combatente brasileira Thalita do Valle, que se alistou junto às tropas ucranianas, morreu na guerra contra a RússiaImagem: Arquivo pessoal

Mísseis russos atingiram o alojamento onde Douglas e Thalita estavam, segundo relato dado pelo comando do pelotão às famílias deles horas após a batalha.

Procurado pelo UOL, o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) não se manifestou sobre o relato das mortes de Douglas e Thalita. O órgão levou quatro dias para confirmar a morte de André. A família de Douglas disse ter sido procurada pela embaixada brasileira na Ucrânia. Contudo, os parentes de Thalita ainda não foram contatados.

Douglas e Thalita integravam o mesmo pelotão de André Hack. Menos de um mês após a morte de André, a unidade volta a enfrentar baixas de combatentes do Brasil.

Thalita do Valle, 39, era atriz, modelo e atiradora de elite. Ela já tinha experiência em conflitos anteriores. Socorrista e com cursos de tiro no Brasil, participou de uma missão contra o Estado Islâmico no Iraque, Curdistão iraquiano e Curdistão Sírio há três anos, conforme registros em seu canal no YouTube.

Aliado das tropas ucranianas, o brasileiro Douglas Búrigo, 40, morreu ao ser atingido por mísseis russos durante a guerra da Ucrânia - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Aliado das tropas ucranianas, o brasileiro Douglas Búrigo, 40, morreu ao ser atingido por mísseis russos durante a guerra da UcrâniaImagem: Arquivo pessoal

Ex-militar do Exército brasileiro, Búrigo estava em território ucraniano há apenas um mês. Ele deixou o Brasil ao embarcar em um voo no aeroporto internacional de Guarulhos (SP) na madrugada de 24 de maio. No dia seguinte, pisou pela primeira vez no país invadido.

Depois de permanecer um período em treinamento, Búrigo foi para o “front” de batalha. Pai de uma jovem de 15 anos, Búrigo era dono de uma borracharia e morava na casa dos pais em São José dos Ausentes, interior do Rio Grande do Sul.

A família está arrasada e inconformada. O sentimento é de desespero. A gente sabia que isso poderia acontecer, mas não é fácil aceitar. Estamos desorientados, sem saber o que fazer. Ele não era só meu cunhado. Era meu amigo. Servimos juntos no Exército.”
Carlos dos Reis, cunhado de Búrigo

Cunhado de Búrigo, o empresário Carlos dos Reis, 41, diz que a família tentou convencê-lo a não se alistar junto às tropas ucranianas. “Mas não adiantou. A ideia dele era ir à Ucrânia para ajudar na reconstrução do país”, relatou o cunhado ao UOL.

Informações UOL


Dados foram recolhidos pela pesquisa pública anual A Cara da Democracia

Homem vota durante eleições de 2018 Foto: EFE/Marcelo Sayao

A poucos meses antes das eleições de 2022, a pesquisa pública anual A Cara da Democracia buscou traçar o perfil do eleitorado brasileiro. Os resultados apontaram que, nos últimos três anos e meio, a identificação dos brasileiros com a direita cresceu significativamente, e hoje, o dobro dos eleitores considera ter pensamentos mais conservadores que de esquerda.

Por outro lado, tais opiniões mais à direita, que são expressas cada vez mais abertamente, também convivem com pautas ligadas à esquerda, como questões relacionadas aos direitos humanos e diversidade.

Para definir seu perfil, os entrevistados deveriam escolher um número de 1 a 10, sendo que quanto maior o número, mais à direita a pessoa se considera. Os resultados mostraram que o índice dos que escolheram o número 1 foi de 9%, enquanto aqueles que optaram pelo número 10 representaram 18%.

Em 2018, ano em que o presidente Jair Bolsonaro assumiu a Presidência, a taxa de pessoas que escolheram 1 (totalmente de esquerda) era de 6%, e de eleitores que escolheram 10 (totalmente de direita), era de 9%.

Em relação a temas específicos, como a legalização do aborto, observou-se que o número de pessoas que são contra a medida cresceu de 73% para 76% de 2018 para 2022.

A resistência à adoção de crianças por casais gays, por outro lado, caiu de 52% para 39%. O apoio à redução da maioridade penal, por sua vez, registrou queda de 81% para 70%.

Em relação à defesa da democracia, 59% dos brasileiros afirmaram considerar esse regime a melhor forma de governo, enquanto 15% disseram admitir uma ditadura em determinadas circunstâncias.

O levantamento foi feito entre 4 e 16 de junho, em 201 cidades de todas as regiões do país. Foram entrevistados 2.538 eleitores. A margem de erro é de 1,9 ponto percentual.

Informações Pleno News


Lei aprovada no dia 23 (quinta)

Assessoria
Assessoria

Magno Felzemburgh, pré-candidato a deputado federal pela Bahia, e advogado militante na defesa do consumidor, explica que a lei complementar 194/2022, sancionada pelo presidente Bolsonaro na data de 23/06, ajuda a conter os efeitos da inflação e beneficia os consumidores.

Isto porque, a referida lei, ao reconhecer a natureza essencial e indispensável da energia elétrica, da telecomunicação, dos combustíveis, do gás natural e do transporte coletivo, limita a alíquota tributação do ICMS, e, por conseguinte, o preço final do produto.

Magno diz ‘’que as medidas previstas na lei, são de abrangências gigantescas, e contribuirá com a redução de preços de produtos essenciais, para os consumidores da Bahia e do Brasil.’’


Foto: Clauber Cleber Caetano/Palácio do Planalto
Foto: Clauber Cleber Caetano/Palácio do Planalto

Pelo menos seis pessoas ligadas ao ex-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, já foram afastadas pela nova presidente do banco, Daniella Marques Consentino. A chefe de gabinete do antigo presidente e cinco consultores estratégicos, que não tiveram os nomes revelados.

O número pode chegar a 20 após a saída de Guimarães, acusado de assédio moral e sexual contra funcionárias da instituição.

Segundo informou Daniella Marques, em entrevista concedida à GloboNews, nesta segunda-feira (4), as mudanças fazem parte da nova presidência. A gestora quer impor seu ritmo e modelo de trabalho, tirando cargos de confiança da antiga gestão.

“Quando se chega a um cargo dessa natureza, é preciso compor a própria equipe. São 20 consultores. Provavelmente, vou afastar os 20. Quero criar um núcleo de trabalho do meu jeito: descentralizado e temático”, afirmou.

Um dos nomes considerados para ser o braço direito de Daniella e para repor uma das demissões é o da advogada Danielle Calazans, atual secretária de Gestão Corporativa, do Ministério da Economia. Com mais de 15 anos de trabalho como servidora da Caixa, Calazans será a responsável por conduzir a reestruturação de negócios do banco.

Outras demissões
Na última sexta-feira (1º), o Conselho de Administração do banco já havia acatado o pedido de demissão do vice-presidente de Negócios de Atacado, Celso Leonardo Barbosa, apontado como um dos principais auxiliares de Pedro Guimarães. O vice-presidente de logística, Antônio Carlos, também entregou carta de renúncia.

O ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães foi demitido por denúncias de assédio sexual contra funcionárias. A troca foi oficializada na noite da última quarta-feira (29), com ato publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

*Bahia.ba


Estão abertas as inscrições para a oficina de construção de currículo e orientação de postura profissional em entrevistas e processos seletivos no mercado de trabalho para pessoas LGBTQIAP +. É o projeto “Oportunidades Transformam”, iniciativa da Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres e do Boulevard Shopping, assessorado pelo Instituto Iris, com o propósito de impulsionar a empregabilidade para este público.

Para efetuar a inscrição, basta preencher o formulário pelo link: https://forms.gle/K14E7Fg2KNRs9aXs9. São 25 vagas e a oficina é gratuita.

Os participantes terão dicas e orientações sobre como organizar o currículo e destacar suas habilidades práticas e técnicas dentro do documento, bem como estabelecer uma postura segura e correta em uma entrevista de emprego. A oficina será realizada no Boulevard Shopping em apenas um dia – a data e turno serão definidos.

O produto final da oficina será o currículo completo e o direcionamento do documento para o setor de Departamento Pessoal, do Boulevard Shopping. A partir disso, os candidatos entrarão no processo de análise até a contratação. Também haverá parceria com a Casa do Trabalhador e CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola).

*Secom