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Não se sinta culpado por querer ficar em casa no final de semana, por dizer “não” aos amigos ou por não aproveitar os dias de folga se divertindo em barzinhos ou baladas. Às vezes, tudo que a gente precisa é ficar em quieto, sozinho ou com a família, recarregando nossa bateria social e descansando os ossos para a semana que virá. Se você quer saber o que fazer na tranquilidade e calmaria do ser lar para relaxar sem morrer de tédio, acompanhe essa lista de filmes novos para ver na Netflix. Destaques para “Big Bug”, de 2022, de Jean-Pierre Jeunet; “Buba”, de 2022, de Arne Feldhusen; e “Código: Imperador”, de 2022, de Jorge Coira. Os títulos disponíveis na Netflix estão organizados de acordo com a ordem alfabética e não possuem critérios classificatórios.

Big Bug (2022), Jean-Pierre Jeunet

Em um futuro distópico, Alice fica presa dentro de sua própria casa controlada por robôs que trabalham como empregados domésticos. Com ela, estão o filho, o namorado, o ex-marido e sua esposa e filha adolescente. Do lado de fora, máquinas tentam tomar o controle do mundo e dominar os humanos. Enquanto isso, a família faz o possível para tentar escapar de casa, onde os robôs os mantêm encarcerados.

Buba (2022), Arne Feldhusen

Jakob Otto perdeu seus pais em um acidente de carro quando criança e se culpa pelo acidente, já que não estava junto pois foi a uma competição de break dance. Seu irmão, Dante, sobreviveu, mas ficou com sequelas, como uma Síndrome do Sotaque Estrangeiro e dificuldades para caminhar. Eles vivem de pequenos delitos em sua cidade e Jakob acredita que deve ser infeliz, caso contrário algo de ruim irá acontecer com as pessoas que ama. Ameaçados por um chefe do crime local, Jakob para de cometer crimes para se tornar atração de circo, em que é punido com dores. A profissão lhe garante o sofrimento que ele acha que precisa para manter as pessoas ao seu redor a salvo. Enquanto isso, Dante passa a trabalhar para o mafioso que os ameaçou.

Código: Imperador (2022), Jorge Coira

Juan é um agente secreto que se aproxima de Wendy, uma empregada filipina que trabalha na casa de um casal envolvido com o tráfico de armas. Mas Juan também está envolvido em atividades ilegais para proteger interesses das elites mais poderosas do país. Uma de suas missões é impedir que Ángel Gonzalez, um político aparentemente comum, exponha segredos de um ator conhecido.

Como Seria se…? (2022), Wanuri Kahiu

Logo antes de se formar na faculdade, Natalie fica dividida entre duas realidades paralelas: na primeira, ela fica grávida e continua morando em sua cidade natal. Na segunda, ela se muda para Los Angeles. Mas uma coisa é certa: nas duas realidades, Natalie vive amores marcantes, corre atrás do sucesso como artista e segue em frente em uma jornada para descobrir quem realmente é.

Dupla Jornada (2022), J.J. Perry

Bud Jablonski é um pai trabalhador que só quer dar uma vida tranquila para sua filha. Seu trabalho como limpador de piscinas de em San Francisco Valley, entretanto, não passa de fachada para sua verdadeira fonte de renda. Ele é um caçador de vampiros que integra a União Internacional de Caçadores de Vampiros.

Meu Lugar (2022), CJ Wang

Miss Yeh é uma professora de arte que tem uma oficina de móveis em miniatura para casinhas de brinquedo. Seu sonho sempre foi conhecer o mundo, mas o casamento e a família acabou mudando seus planos. Seu marido já está aposentado e não sabe fazer nada sozinho, nem mesmo separar o lixo ou fritar um ovo por conta própria. Além disso, a filha adulta do casal volta a morar na casa dos pais para economizar e abrir um negócio. A jovem acaba ocupando o quarto que Yeh havia separado para sua mãe idosa, que sofre de demência. Então, Yeh decide que precisa comprar uma casa maior e que caiba toda a família.

Na Sinfonia do Coração (2022), Soner Caner

Piroz é um violinista itinerante que viaja de aldeia em aldeia tocando e cantando em casamentos e funerais. Um dia, ele se apaixona por Sumbul, uma moça que estava prestes a se casar. Foi amor à primeira vista. Mas os sentimentos entre eles provocam uma trágica briga entre as famílias da moça e do noivo. A confusão faz com que os familiares dela decidam que ela deve ser punida com a morte. Então, Piroz luta para proteger sua amada e recebe o apoio de aldeões que o ajudam a salvá-la.

Informações Revista Bula


Culpa de Bolsonaro: Gasolina já é vendida abaixo de R$ 5 em Natal

Após sucessivas reduções no preço da gasolina, motoristas já conseguem encontrar o combustível vendido com preço abaixo de R$ 5 em Natal.

O registro foi feito por um leitor do BLOGDOBG na manhã deste sábado (20).

Informações Terra Brasil Notícias


Para a deputada, “se eles deram um golpe desse, por que não pode dar golpe na urna eletrônica?”

Deputada federal Carla Zambelli Foto: Câmara dos Deputados/Gustavo Sales

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada na noite desta sexta-feira (19), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) falou sobre o sistema eleitoral brasileiro e sobre as críticas as urnas eletrônicas. A parlamentar, que disputa a reeleição, comentou a supostas ameaças de golpe nessas eleições e explicou que “já deram um golpe” quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve suas condenações anuladas.

Zambelli abordou o assunto ao ser questionada sobre o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro a respeito das eleições. Ela disse estranhar o fato do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, não ter “descondenado” Lula em pedidos de habeas corpus anteriores.

– A diferença do que eu estou falando, do golpe dado por parte dos ministros do Supremo para tornar o Lula elegível, é que já aconteceu. O golpe já foi dado. O golpe que você cita é um talvez golpe. Como prever algo que não aconteceu? – indagou.

A deputada então disse que deixar Lula disputar as eleições é o “maior golpe”.

– O principal motivo de a gente desconfiar de fraude agora é que eles soltaram o Lula, que é um bandido condenado em três instâncias porque disseram que ele não podia ser condenado em Curitiba. O maior golpe já aconteceu, que é Lula ser candidato. Se eles deram um golpe desse, descondenando o Lula, por que não pode dar golpe na urna eletrônica? – apontou.

Zambelli também foi questionada sobre as críticas as urnas. Ela disse que não está falando contra o TSE e nem preocupada se irá perder votos.

– O que enfraquece o Estado de Direito é não poder falar o que se pensa. Principalmente porque a gente não está falando contra uma instituição. Em nenhum momento eu falo contra o TSE. Eu tenho um discurso contra um sistema no qual eu não confio porque ele é inteiramente eletrônico – ressaltou.

Informações Pleno News


Carlos Geilson tem bom trânsito em todas as classes sociais, além da proximidade com José Ronaldo
Carlos Geilson chega a todas as classes sociais e ainda é, atualmente, o candidato mais próximo de José Ronaldo

Um dos grandes desafios de uma campanha leitoral é alcançar o eleitor nas diversas classes sociais. Em Feira de Santana, quando o assunto é a disputa entre os candidatos a deputado estadual da terra, o radialista Carlos Geilson (77077), do Solidariedade, leva uma certa vantagem sobre seus principais concorrentes.

Geilson, com seus 45 anos como ótimo profissional de comunicação, tem esta porta escancarada. Com o programa Viva Feliz, na década de 90, entrou nas residências e criou um vínculo afetuoso com as donas de casa.

Na sequência, assumiu papel de protagonista no radiojornalismo com igual desenvoltura. Consolidou-se como uma referência na comunicação feirense, disputando ouvinte a ouvinte a audiência com o Acorda Cidade do competente Dilton Coutinho.

Desta forma, Carlos Geilson chegou, também, aos jovens, adultos e idosos. Suas posições firmes e consistentes no microfone o projetaram rapidamente na política. Já na sua segunda tentativa de eleição à Assembleia Legislativa, obteve sucesso, eleito em 2010.

Após dois mandatos e meio na ALBA e a experiência no rádio, consegue surfar com habilidade nos mares revoltos da política. Não à tôa, tem bom trânsito tanto na periferia quanto nas classes média e alta. Votação consistente em todos os bairros de Feira e na zona rural.

Além disso, dos candidatos a deputado estadual de Feira, é o mais próximo de José Ronaldo. Juntando tudo isso, Geilson é um dos fortes nomes para estar na Assembleia Legislativa em 2023.


Zé Chico tem a seu favor o maior cabo eleitoral de Feira de Santana e região; Zé Neto tem a tradição de ótimas votações
Eleições 2022: Zé Chico e Zé Neto devem polarizar disputa em Feira para federal

As campanhas eleitorais começam a pegar fogo em Feira de Santana. E uma disputa que promete ser acirrada é entre os candidatos a deputado federal Zé Neto e Zé Chico. Em jogo, muito mais que a eleição de um parlamentar da terra para a Câmara dos Deputados. Vale uma considerável melhoria da representatividade feirense no Congresso.

Além disso, Zé Neto e Zé Chico representam uma disputa de grupos. De um lado, os petistas com Jerônimo e Rui Costa; do outro lado, Zé Chico com ACM Neto e José Ronaldo.

Aliás, por falar no ex-prefeito de Feira de Santana, coordenador geral da campanha de ACM Neto, o candidato a federal de sua preferência em Feira de Santana é Zé Chico. Posição evidenciada quando, em um evento na CDL, no início deste ano, Ronaldo lançou a candidatura do amigo a deputado.

Um cabo eleitoral de peso, sem dúvida, que deverá impulsionar a candidatura de Zé Chico em Feira de Santana. A expectativa de lideranças representativas dentro do grupo ronaldista em Feira é que a votação de Zé Chico seja tão expressiva no município, a ponto, até, de superar Zé Neto. Com as bençãos de José Ronaldo, essa é uma meta bem possível de ser alcançar.

Informações O Protagonista


Candidato a governador participou de comício em Antas; Neto estava acompanhado pelo prefeito Sidônio Nilo durante o evento

Em comício realizado na noite desta sexta-feira (19) em Antas, no Nordeste Baiano, o candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou que saberá conduzir as mudanças que a Bahia precisa com qualquer presidente que seja escolhido pelos brasileiros nas eleições de outubro.

“Eu quero dizer aos baianos que cada um de vocês tem direito de escolher o presidente que vocês acharem melhor para governar o Brasil. Hoje, trago uma palavra de segurança porque, caso eu seja eleito em outubro deste ano, estarei pronto para governar a Bahia construindo as pontes com o Governo Federal a partir do próximo ano”, pontuou o candidato.

ACM Neto destacou que foi prefeito de Salvador tendo três presidentes da República de partidos totalmente diferentes, e ainda assim fez uma gestão avaliada pelos moradores da capital como a melhor do país em seus oito anos de mandato. “Para isso, é fundamental estar preparado, e eu me preparei a vida toda. Digo com energia e confiança que, tendo oportunidade de ser eleito governador, eu vou oferecer aos baianos o melhor governo de todo o Brasil”, discursou no evento.

“E a gente terá maturidade de trabalhar com qualquer presidente que o Brasil escolha em outubro, assim como sempre fizemos durante a gestão na Prefeitura da capital. Muito mais do que discurso, muito mais do que promessas, eu carrego comigo o exemplo, que é todo o trabalho realizado enquanto prefeito de Salvador”, apontou o candidato.

No evento, Neto foi recepcionado pelo prefeito de Antas, Sidônio Nilo (PSB), e pelo vice-prefeito Valdivino Nunes (PSB). Também participaram o candidato ao Senado Cacá Leão (PP), os deputados federais Marcelo Nilo (Republicanos), o ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), o deputado estadual Marcelinho Veiga (União Brasil) e o presidente da Câmara de Vereadores, Ricardinho (PSB).

O candidato do União Brasil lembrou que, quando assumiu a Prefeitura de Salvador, teve que mostrar capacidade de gestão desde o primeiro dia, e foi bem-sucedido. “Quando administrei a cidade de Salvador, meu desafio foi o de recuperar uma cidade que estava vivendo a sua pior fase. Nós devolvemos a confiança ao povo que tinha perdido inteiramente o respeito pelos seus políticos. Enquanto diziam que os problemas da cidade não tinham solução, nós fomos lá e resolvemos”, ressaltou.

Neto ressaltou que tem trajetória política, e sabe dialogar com qualquer frente em favor dos benefícios para a vida dos baianos. “Hoje eu chego aqui trazendo comigo uma história, um currículo, uma bagagem de luta, uma história de muita dedicação à vida pública. Eu trago comigo três mandatos como deputado federal. Dois mandatos como prefeito de Salvador. Já passei por muitos desafios na minha vida e sei que o maior deles, até hoje, é enfrentar essa disputa ao Governo do Estado. E se eu for eleito, vou trabalhar incansavelmente para projetar a Bahia para todo o mundo”, discursou.

Agenda

A agenda de campanha do candidato neste sábado vai contemplar visitas às cidades de Santo Estevão, Amélia Rodrigues, Coração de Maria e Conceição do Jacuípe. Em todas as agendas serão realizadas carreatas e encontros com a população local.


Âncora da CNN desacredita dos números da DataFolha ao vivo e gera desconforto em colegas de bancada, VEJA VÍDEO

Willian Waack, hoje na CNN, ao comentar sobre pesquisa da DataFolha rebateu ao vivo e na “lata” os números apresentados no jornal da emissora.

Não olhem pra esses números, eles não são o que vai acontecer 

Assista:

Informações Terra Brasil Notícias


Vale concorda em pagar indenização milionária e prevê mais 13 anos para eliminar barragens como Brumadinho

O programa da Vale para eliminar todas as suas barragens construídas pelo método de alteamento a montante prevê a conclusão do processo até 2035. Há alguns meses, a mineradora firmou acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), concordando em pagar indenização de R$ 236 milhões por não cumprir os prazos definidos na Lei Estadual 23.291/2019, conhecida como Lei Mar de Lama Nunca Mais. O atual cronograma, apresentado nesta semana, indica que 40% das estruturas estarão eliminadas ainda este ano, mas, em alguns casos, os processos demandarão mais tempo.

O método de alteamento a montante era utilizado na barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho (MG) em janeiro de 2019, causando 270 mortes e provocando devastação ambiental. Anos antes, em 2015, outro desastre similar já havia ocorrido. Dezenove pessoas morreram e dezenas de  municípios mineiros e capixabas ao longo da bacia do Rio Doce foram afetados pela lama, que escoou após a ruptura de uma barragem construída com a mesma tecnologia pela mineradora Samarco, que tem como acionistas a própria Vale e a anglo-australiana BHP Billiton. A informação é do Conexão Política.

Ao todo, o programa de descaracterização, criado em 2019 após a tragédia de Brumadinho, engloba 30 estruturas, das quais nove já foram eliminadas: seis localizadas em Minas Gerais e três no Pará. As 21 restantes estão todas em cidades mineiras, sendo que em três delas o processo deverá ser concluído ainda este ano. A Vale alega que cada estrutura é única e tem peculiaridades que devem ser levadas em conta. Por isso, em alguns casos, o processo exige mais tempo. No caso das barragens que se encontram em nível crítico, há um desafio adicional: trabalhar com equipamentos não tripulados, retirando trabalhadores da área de risco.

Segundo Frank Pereira, gerente executivo do Programa de Descaracterização da Vale, há um esforço inédito de desenvolvimento tecnológico. “É algo que aconteceu no passado com as barragens de geração de energia. O Brasil virou uma referência no mundo. Pode ter certeza que, após Brumadinho, também seremos referência em barragem de mineração. Isso vai acontecer por causa do escrutínio, do julgamento da engenharia, da criticidade que estamos colocando em cima disso. Não só a Vale, mas a indústria de mineração como um todo”, disse.

A reportagem visitou o Centro de Operações Remotas, em Belo Horizonte, e a barragem B3/B4 da Mina Mar Azul, em Nova Lima (MG), onde a tecnologia já está em uso. Trata-se de uma das três estruturas do país que se encontram no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura. Atualmente, apenas a Vale tem barragens nessa situação. As outras duas são a Sul Superior, em Barão de Cocais (MG), e a Forquilha III, em Ouro Preto (MG), onde os trabalhos de descaracterização também envolverão operações remotas. Segundo Frank Pereira, ainda falta concluir a ligação de fibra ótica entre o centro de operações e as duas estruturas.

Na barragem B3/B4, caminhões, escavadeiras e tratores são usados diariamente nos trabalhos de retirada dos rejeitos. Ele são guiados de forma remota pelos mesmos funcionários que operavam essas máquinas. Os trabalhadores participaram de treinamentos teóricos e práticos e, atualmente, movimentam ao todo 20 equipamentos. Segundo Marcel Pacheco, gerente responsável pela descaracterização da barragem B3/B4, um dos desafios é a perda de sensibilidade, já que no trabalho remoto o operador não sente as vibrações do veículo.

Trabalhadores na obra do muro de contenção construído para eventual rompimento da Barragem B3/B4 em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.
Trabalhadores na obra do muro de contenção construído para eventual rompimento da Barragem B3/B4 em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. – Tomaz Silva/Agência Brasil

“Não há aquela percepção de que vai atolar. Quando ele percebe, já atolou. Então precisamos fazer diversas adaptações porque remover o veículo dá trabalho. Já criamos dispositivos para isso, para atrelar outro caminhão não tripulado ao que está atolado. Mas é uma operação complexa que pode estragar o equipamento. Então temos que ser mais conservadores. Para que eles não quebrem, a manutenção é constante. Eu não posso, por exemplo, correr o risco de um pneu furar. Esses pneus são preenchidos com um tipo de borracha que os deixam mais maciços. São melhorias que fomos fazendo a partir da experiência que acumulamos”, explica.

Os operadores usam joysticks e grandes monitores curvos. Um protótipo, simulando uma cabine de caminhão com volante, chegou a ser desenvolvido e testado, mas não foi bem avaliado. A ideia não está abandonada, e novos modelos serão produzidos. Atualmente, a Vale considera que as operações remotas alcançam 60% da produtividade das operações presenciais. A mineradora trabalha para chegar aos 100%, mas um dos desafios é o volume de transmissão de dados. Isso porque qualquer atraso de cinco segundos pode resultar na colisão entre caminhões e escavadeiras. Existe a expectativa de que as condições melhorem com a conclusão da implantação do 5G no Brasil.

Quando necessário, análises e sondagens do solo ou da estrutura também são realizados com equipamentos operados de forma remota. “Criamos estruturas para entrar com segurança quando é necessário. Por exemplo, recentemente um eletricista entrou para instalar uma bomba de água. Opera com cabos. Já usamos helicóptero”, diz Marcel.

A promessa da Vale é de que a tecnologia em desenvolvimento já é um prenúncio da mineração do futuro, mais segura. “É um trabalho pioneiro no mundo. E não servirá apenas para descaracterização de barragens. Poderemos usar essa tecnologia para outras atividades da mineração, afastando diversos riscos”, acrescenta.

A conclusão da descaracterização da barragem B3/B4 está prevista para 2025. Segundo a mineradora, a estimativa leva em conta o tempo necessário para o desenvolvimento de nova tecnologia. Frank Pereira admite que o maior investimento em inovação e o aumento de sondagens e análises são consequências da tragédia de Brumadinho. “A indústria da mineração teve que ser mais criteriosa. Também passou a ser mais fiscalizada”, afirmou.

A lista de barragens em situação de emergência cresceu após pente-fino impulsionado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e outros órgãos de controle. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige a paralisação e o acionamento automático do nível 1 de emergência. Nos casos classificados como nível 2 ou 3, as mineradoras foram obrigadas a organizar a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em eventual tragédia e reparar a população. Em muitos locais, moradores atingidos ainda brigam judicialmente por reparação.

Das 31 barragens em situação de emergência no estado de Minas Gerais, uma pertence à ArcelorMittal e uma à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As outras 29 são de responsabilidade da Vale, incluindo as três que se encontram atualmente no nível 3. Com o avanço dos trabalhos, a promessa da mineradora é de que elas deixarão a mais alta classificação de emergência até 2025.

Acordos

Após a tragédia de Brumadinho, a ANM editou resolução estabelecendo datas para a eliminação de todas as barragens erguidas pelo método de alteamento a montante: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação. As regras valiam para a mineração em todo o país. Mas em Minas Gerais, o assunto ganhou tratamento específico pela Lei Mar de Lama Nunca Mais. Aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a legislação exigia a conclusão de todo o processo em três anos.

O prazo se encerrou em fevereiro, quando apenas sete das 54 barragens desse tipo existentes em Minas Gerais estavam completamente descaracterizadas. Diante do cenário, o MPMG procurou diversas mineradoras para estabelecer novos compromissos, entre eles, o pagamento de indenizações. Apenas três rejeitaram o acordo e viraram alvo de ação judicial. Uma dessas mineradoras, a Serra da Fortaleza Mineração e Metalurgia, já teve inclusive decretado o bloqueio de R$ 100 milhões de suas contas. A decisão foi tomada para garantir recursos necessários à descaracterização da barragem Dique 2, situada em Fortaleza de Minas (MG).

O MPMG também tem cobrado das mineradoras a adesão ao Padrão Global da Indústria de Gestão de Rejeitos (GISTM, na sigla em inglês). Na semana passada, um termo de compromisso com esse objetivo foi assinado com a Vale. Criado em 2020, o GISTM fixa 77 requisitos com foco na segurança das pessoas e do meio ambiente. Segundo a Vale, até 2025 todas as suas estruturas estarão em conformidade com o GISTM.

Alternativas

Um movimento que vem ocorrendo no Brasil é a adoção de métodos do empilhamento a seco, conhecido também pela expressão em inglês dry stacking: a água filtrada é reutilizada no processo produtivo enquanto o rejeito é disposto em pilhas, dispensando assim o uso das barragens. Essa alternativa, embora seja mais onerosa, tem se tornado atraente em meio às mudanças na legislação ambiental brasileira. Muitas das grandes mineradoras que atuam no país têm caminhado nessa direção.

Uma das primeiras experiências da Vale, de empilhamento a seco, ocorre na Mina do Pico, no Complexo de Vargem Grande, em Itabirito (MG). A estruturação da planta de filtragem teve início em 2019 e foi concluída no ano passado. O rejeito decorrente da atividade mineradora é separado: 70% são arenosos e encaminhados para a disposição em pilhas e os outros 30%, compostos por sedimentos ultrafinos, são encaminhados para barragem. “Temos todos os controles dessa pilha para todas as intempéries possíveis”, afirma Haline Paiva, gerente da usina de filtragem.

Em janeiro deste ano, no entanto, um episódio na mina de Pau Branco, onde a mineradora Vallourec usa o sistema de disposição a seco, levantou um alerta. Após grande volume de chuvas, houve transbordamento do dique que capta a água que passa pela pilha de rejeitos. O nível da água se elevou porque parte do material empilhado escorregou para o reservatório.

“São coisas para se estudar. Essas pilhas estão começando a ser construídas e vão atingir alturas consideráveis. Mas deve demorar algumas décadas para chegarmos a esse cenário”, disse à Agência Brasil na época o engenheiro Marcos Massao Futai, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, é preciso aprofundar os conhecimentos.

“Independentemente do método de disposição, ele precisa ser bem projetado, bem construído, bem monitorado e ser preparado para um dia fechar. Chega um momento em que é impossível colocar material. E aí podemos devolver para a sociedade, de forma que sejam áreas reutilizáveis. É possível prever, por exemplo que, depois do empilhamento, seja construído um parque com revegetação. Envolve um esforço amplo, não só da engenharia”.

Outra aposta da Vale, que vem sendo desenvolvida em projeto piloto na Mina do Pico, é a fabricação de bloquetes que podem ser usados em calçamento ou pavimentação. Atualmente são produzidas 4,3 mil peças por dia. Cada uma tem cerca de 37% de rejeito em sua composição, que leva ainda areia e cimento. O trabalho é feito por seis mulheres. Apesar de considerar interessantes as iniciativas que reaproveitam o rejeito na construção civil, Futai avalia que elas só conseguem dar destinação a um volume pequeno do material produzido na mineração.

Informações Terra Brasil Notícias


Samantha Lopez/ Netflix

Da mesma forma que não existe crime perfeito, criminosos nunca são iguais uns aos outros. Por mais que se cerquem de métodos semelhantes a fim de alcançar seus execráveis objetivos, golpistas de toda ordem, estelionatários, ladrões ou assassinos seriais — todos psicopatas em maior ou menor grau —, sempre fazem questão de manifestar em seu comportamento bestial uma característica qualquer que os difira dos outros, como uma impressão digital, e é a partir daí que policiais bem-preparados, ciosos de seu ofício, iniciam suas intrincadas averiguações, logo tornadas um jogo de gato e rato onde as aparências estão sempre muito perto do engano, a verdade se irmana com a mentira, vilões passam por mocinhos sem inspirar muita desconfiança e o caos é o déspota das ledas intenções do gênero humano, imperando sobre a lei e a ordem. Nesta conjuntura em que o homem é o lobo do homem, a vida mais parece uma caçada, cruenta e irracional, em que estamos todos condenados a sofrer nas mãos uns dos outros, sem saber quem é o grande predador.

Em Vitoria-Gasteiz, lugarejo bucólico da província de Álava, no País Basco, um maníaco ganha fama ao passo que intriga a polícia e aterroriza a população local. Aquele recanto antes aprazível no extremo norte da Espanha começa a padecer com as especulações da imprensa marrom, é forçado a renunciar a seu cotidiano de sossego e mergulha na atmosfera noir buscada por Daniel Calparsoro em “O Silêncio da Cidade Branca” (2019), thriller policial confuso e movimentado. Com base no título em inglês, “Twin Murders: The Silence of the White City” se poderia afirmar de imediato que o vilão da história contasse com o resguardo de uma possível dupla identidade na figura de um irmão gêmeo ou de um doppelgänger, um sósia involuntário, mas Alfred Pérez Fargas e Roger Danès declinam de tal facilidade em seu roteiro. Seu antagonista, um homem espantosamente habilidoso, ronda seus perseguidores sem se deixar descobrir enquanto se diverte com levando a termo um método sofisticadamente perverso de dar cabo de suas vítimas.

Unai, o detetive vivido por Javier Rey, abre a trama muito empenhado em desmascarar o facínora, celebrizado nos programas que se debruçam sobre os bastidores do mundo cão por usar de requintes de uma crueldade muito específica. Também conhecido como Kraken, Unai, subordinado direto da comissária Alba, de Belén Rueda, começa a ter algum sucesso em suas averiguações, dispondo da ajuda colateral do avô apicultor interpretado por Ramón Barea, mas parece estar sempre alguns passos atrás da genialidade do criminoso. Numa guinada um tanto afoita do texto de Fargas e Danès, fica-se sabendo que o autor dos homicídios é Mario, o tipo acima de qualquer suspeita de Manolo Solo, e de quase nada vale o périplo de Kraken ao presídio onde Tasio cumpre pena. Injustamente condenado como responsável pelas mortes, o personagem de Àlex Brendemühl presta um depoimento informal rico em detalhes e considerações sobre a história basca — suas analogias à invasão moura da Península Ibérica, em 19 de julho de 711; a reconquista católica, entre 718 e 1492, igualmente belicosa; bem como a referência a “Os Sofrimentos do Jovem Werther” (1774), do alemão Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) dão uma pista do risco a que o policial e sua colega Estíbaliz, de Aura Garrido, estão sujeitos. Nesse momento, a escalada de tensão da narrativa sobe de nível e o filme entra numa segunda parte muito mais sombria. 

Calparsoro sustenta a atmosfera macabra do romance homônimo de Eva García Sáenz de Urturi, de que tirou a essência de seu filme, fazendo com que Kraken, cada vez mais vulnerável, e Mario troquem de lugar. Gênio do mal, o assassino, que mantém um caso com Alba, tem um quê de Hannibal Lecter, mas consegue ser ainda mais sádico que o vilão eternizado por Anthony Hopkins em “O Silêncio dos Inocentes” (1991), de Jonathan Demme, ao se imiscuir nos ambientes em que ninguém esperaria achá-lo. Um trabalho de Hércules frente à exuberância da arquitetura dos prédios, valorizada pela ótima fotografia de Josu Inchaustegui.

“O Silêncio da Cidade Branca” flerta desabridamente com o caos, mas sabe tornar ao leito quando preciso, inclusive ao se fixar na psicopatia do assassino, um esteta da morte. Em mais um filme de que a adrenalina extravasa, Calparsoro se mostra um operário incansável, como a abelha em busca do néctar mais oloroso com que vai fabricar o mel mais doce. Aqui, no entanto, a amargura humana é o que sobressai.


Filme: O Silêncio da Cidade Branca
Direção: Daniel Calparsoro
Ano: 2019
Gêneros: Suspense/Mistério
Nota: 8/10

Informações Revista Bula


No MS, Bolsonaro abre 15,7 pontos sobre Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 15,7 pontos percentuais de vantagem sobre seu rival Lula (PT) entre os eleitores do Mato Grosso do Sul, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas.

De acordo com a pesquisa estimulada, Bolsonaro totaliza neste momento 45% das intenções de voto, contra 29,3% do petista, enquanto a senadora Simone Tebet (MDB), em terceiro, alcança 6,2% em seu próprio Estado. Ela tem 7,2 vezes menos intenção de votos que o presidente da República, líder do levantamento. A informação é do Diário do Poder.

Ciro Gomes (PD), em quarto lugar, soma 5,1% e Pablo Marçal (Pros), em quinto, chega a 1,4%. Os demais candidatos a presidente não alcançam um ponto percentual.

Do total de entrevistados no Mato Grosso do Sul, 5,1% se revelam indecisos e 7% afirmam a intenção de votar branco ou nulo.

No cenário de referência espontânea de voto, Bolsonaro soma 32,9%, contra 21,5% de Lula. Simone Tebet tem 2,6% das referências e Ciro Gomes 2,3%. Os demais não chegam a 1%.

MS aprova governo Bolsonaro

O Paraná Pesquisas também aferiu a avaliação que os eleitores do Mato Grosso do Sul fazem do governo Bolsonaro, e o aprovam majoritariamente.

Segundo a pesquisa, 56% dos entrevistados aprovam a administração Bolsonaro, contra 38,3% que a desaprovam.

No Mato Grosso do Sul, 24,5% consideram o governo ótimo, 22,5% o avaliam como bom e 19% regular. Entre os que o avaliam negativamente, 8,2% acham-no ruim e 23,8% péssimo.

O Paraná Pesquisas entrevistou pessoalmente 1.540 eleitores em 46 municípios entre os dias 14 e 18 de agosto, e registrou a pesquisa sob nº BR-07279/2022.

Informações Terra Brasil Noticias