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A Polícia Federal deflagrou hoje uma operação que mira empresários que são acusados de defenderem um golpe de Estado caso Lula vença a eleição presidencial. Ao todo, 8 pessoas são alvos de mandados de busca de apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará, que foram autorizados pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. A situação foi à tona após o senador Randolfe Rodrigues ler conversas de WhatsApp.

Entre os alvos estão Luciano Hang, da Havan, José Isaac Peres, da rede de shopping Multiplan, Ivan Wrobel, da Construtora W3, José Koury, do Barra World Shopping, André Tissot, do Grupo Serra, Meyer Nirgri, da Tecnisa, Marco Aurélio Raimundo, da Mormai, e Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu.

O caso veio à tona após o Metrópoles divulgar mensagens compartilhadas por apoiadores do presidente num grupo de WhatsApp chamado Empresários & Política. 

Os mandados são cumpridos nesta terça-feira (23) em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará.

Além das buscas, Alexandre de Moraes também determinou:

  • bloqueio das contas bancárias dos empresários;
  • bloqueio das contas dos empresários nas redes sociais;
  • tomada de depoimentos;
  • quebra de sigilo bancário.

Fonte: Portal Grande Ponto


De acordo com Durão Barroso, as oportunidades estão em commodities e recursos naturais, já que o mundo está voltado para sustentabilidade

José Manuel Durão Barroso,
José Manuel Durão Barroso (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Com pandemia, invasão da Ucrânia pela Rússia e tensões mais acirradas entre EUA e China, o mundo está mais incerto, o que gera custos econômicos para todos. No caso de países emergentes como o Brasil, a tendência é de que investidores resistam a colocar seus recursos aqui e prefiram destinos considerados mais seguros. Mas “cada caso é um caso”, diz o presidente do conselho do Goldman Sachs International, José Manuel Durão Barroso, e o Brasil é, no momento, um país com grande potencial – mas subaproveitado.

De acordo com Durão Barroso, as oportunidades brasileiras estão nas commodities e nos recursos naturais, sobretudo em um momento em que o mundo está voltado para as questões de sustentabilidade. Assim, o País poderia ser um líder global na transição energética. “Talvez isso não esteja sendo aproveitado ainda como se deveria porque há certas decisões nessa área (ambiental) que ainda não foram assumidas como prioridade nacional.”

Primeiro-ministro de Portugal entre 2002 e 2004 e presidente da Comissão Europeia entre 2004 e 2014, Durão Barroso evita tratar das questões domésticas brasileiras, mas destaca que o importante é não haver extremismo no futuro governo.

A seguir, os principais trechos da entrevista.

Após a pandemia e a invasão da Ucrânia, agora temos a relação entre EUA e China se deteriorando. Quais impactos econômicos podemos esperar dessa instabilidade geopolítica?

Incertezas têm custos. Neste caso, estamos assistindo a um aumento dos custos. Também temos uma situação de cadeias de abastecimento indo para áreas mais próximas dos países consumidores. Por isso, surgem custos adicionais, dado que grande parte da chamada globalização ocorria para maximizar a economia e reduzir os custos. Agora, quando parte da produção que era feita no Sudeste Asiático passa para a Europa, os custos aumentam. Outra dimensão dessa crise é o custo da energia. A invasão da Ucrânia pela Rússia tem levado a um aumento acelerado dos custos. A própria incerteza também causa uma retração do investimento. Os investidores esperam mais à procura de alguma clarificação. Tudo isso leva a um quadro prejudicial para a economia.

O sr. vê esse cenário como de curto ou médio prazo?

Acho que vai durar algum tempo. A inflação, para além dessa questão do aumento de energia, tinha fatores estruturais mais pronunciados: a própria situação geopolítica pode gerar um aumento de preços. Eu não uso muito a palavra desglobalização, porque o comércio internacional e o investimento transfronteiriço continuam a aumentar, mas em ritmo menor. Neste momento, não há uma completa reversão da globalização, mas há uma reglobalização, com maior incerteza e uma ordem econômica mais fragmentada. Isso vai continuar porque o dado de fundo importante é a competição entre EUA e China, que tende a piorar. Devemos estar preparados para esse cenário no médio prazo. Penso também que a invasão da Ucrânia pela Rússia, infelizmente, vai durar algum tempo.

Se não é uma desglobalização, o que seria essa mudança que vemos na organização mundial?

Talvez seja prematuro falar de desglobalização. Mas há essa característica de regionalização (crescente). Na Europa, por exemplo, isso já existe, há uma importação das cadeias de abastecimento. É provável um cenário em que a fricção geopolítica entre EUA e China leve, por exemplo, as empresas ocidentais a ser mais prudentes em relação à China.

Como ficam os países emergentes nessa nova ordem?

É muito mais desafiador porque, em um momento de incerteza, os investidores ficam mais prudentes e gostam menos dos chamados países emergentes. Eles vão atrás de investimentos seguros, e há uma tendência de se concentrarem nas economias ditas mais desenvolvidas. Mas cada caso é um caso, e acho também que cada país deve ver as oportunidades que existem. Há uma procura maior por algumas commodities, e o Brasil é grande produtor. O País tem potencial para energias renováveis, e diria que a transição climática é um dos grandes desafios.

O que o País precisa fazer para aproveitar ao máximo esse potencial?

Um exemplo que conheço bem: o acordo entre a Europa e o Mercosul. É óbvio que o Brasil poderia ter um acesso muito maior ao mercado europeu. O País poderia aumentar a performance, o desempenho. O Brasil talvez seja o país no mundo com maior riqueza em biodiversidade. O Brasil pode ser um líder global na transição energética, negociando condições para essa transição, e também pode dar uma contribuição em um futuro com menos carbono. Espero que o Brasil aproveite essas oportunidades.

O sr. falou da questão ambiental e do Mercosul. Um dos motivos que têm travado o acordo Mercosul-União Europeia é a postura do Brasil em relação ao meio ambiente. Como está hoje a imagem do Brasil no exterior em relação a isso?

Basicamente, isso que estou a dizer: há um grande potencial que não está sendo totalmente explorado. Quero ser bastante prudente no que vou dizer, porque é uma questão de soberania. Também não gosto quando vejo alguém de fora do meu país dizer aquilo que devo ou não fazer. Ao mesmo tempo, acho que faz sentido, do ponto de vista brasileiro, o País ser um líder nas discussões ambientais, pois tem recursos naturais, e não aparecer, como às vezes aparece, como um parceiro relutante. O Brasil deve pensar: o que faz melhor para si próprio e para o planeta, como um líder global que é? O Brasil é uma das maiores economias do mundo e tem, portanto, responsabilidades também. A dimensão traz consigo responsabilidades. Há uma boa vontade em relação ao Brasil. Se compararmos com as outras economias ditas emergentes, nenhuma outra tem isso. Mas talvez isso não esteja sendo aproveitado ainda como se deveria porque há certas decisões nessa área (ambiental) que ainda não foram assumidas como prioridade nacional.

Quando o sr. esteve à frente de Portugal e da Comissão Europeia, havia uma força da esquerda no comando dos países da América Latina. Agora, ela parece estar voltando e, no Brasil, o ex-presidente Lula é o candidato mais bem posicionado na corrida eleitoral, de acordo com as pesquisas de intenção de votos. Como o sr. vê o retorno da esquerda na região e o que pode mudar na ordem global com isso?

Mais uma vez, não quero interferir nos assuntos internos. Hoje não estou na política, mas fui conhecido como um político de centro-direita, em termos europeus. Dito isso, não vejo problema em direita ou esquerda. Vejo problema em extremistas. Se o futuro da América Latina é uma esquerda moderada, reformista, que luta por mais justiça social, me parece legítimo e aceitável. Agora, se vamos para uma esquerda populista, protecionista ou até com ideias totalitárias, como temos em situações não democráticas, como Cuba e Venezuela, obviamente que não é bom, pelo menos na minha visão de mundo.

Isso também vale para a direita?

Mesma coisa com a direita. Se é reformista, moderna, procura o desenvolvimento de uma economia mais competitiva, é válido. Se temos uma direita nacionalista, revanchista, xenófoba, sob o ponto de vista dos meus valores, isso é negativo. O grande problema não é um conflito entre esquerda e direita. Nos sistemas democráticos, isso é positivo. O problema são visões radicais de uma certa esquerda ou de uma certa direita. Isso pode acontecer não apenas na América Latina, mas em outras partes do mundo.

O sr. vê Lula e Bolsonaro como extremistas?

Não vou entrar nessa qualificação. Compete ao povo brasileiro escolher o presidente. Mas há uma coisa que quero dizer: continuo a acreditar que o Brasil é uma grande democracia e tenho grande confiança na força da sociedade civil brasileira, em parte por causa da mídia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Após entrevista com Bolsonaro, a hastag #GloboLixo fica nos assuntos mais falados do Brasil

Após sabatina com Presidente Bolsonaro no Jornal Nacional, a hastag GloboLixo ficou entre os assuntos mais falados do Brasil. Na rede social twitter, os apoiadores do chefe do executivo se irritaram com a quantidade de vezes que Bonner o interrompeu.

Informações Terra Brasil Notícias


No Jornal Nacional, Bolsonaro acusa William Bonner de fake news 

O atual chefe do Executivo é o primeiro candidato das Eleições 2022 a participar da sabatina do Jornal Nacional, da Globo

O presidente Jair Bolsonaro (PL), agora candidato à reeleição, disse nesta segunda-feira (22) durante sabatina do “Jornal Nacional”, conhecido como JN, que o apresentador, William Bonner, cometeu “fake news”, notícias falsas.

Ele fez a declaração ao responder uma pergunta sobre os ataques reiterados ao ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes, empossado no último dia 16 como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O chefe do Executivo é o primeiro entrevistado do JN, que, a partir desta segunda (22), sabatinará os quatro melhores colocados em pesquisa divulgada pelo Datafolha no último dia 28. 
Bolsonaro abre a série de entrevistas, porque foi sorteado como o primeiro entrevistado na série de conversas. Ele chegou a condicionar a participação à ida dos entrevistadores ao Palácio da Alvorada, em Brasília. Entretanto, a Globo recusou o pedido, e Bolsonaro voltou atrás e confirmou a participação.

Informações Terra Brasil Notícias


Destroços de conjunto residencial atingido por ataques russos na cidade de Kharkiv - Vitalii Hnidyi/Reuters
Destroços de conjunto residencial atingido por ataques russos na cidade de Kharkiv Imagem: Vitalii Hnidyi/Reuters

A Ucrânia reconheceu nesta segunda-feira (22) ter perdido cerca de 9 mil soldados desde o início da invasão russa, há seis meses, um conflito que não dá sinais de estar próximo do fim.

“Cerca de 9.000 heróis morreram”, disse o comandante-chefe do exército ucraniano, general Zaluzhny, durante uma manifestação pública.

Zaluzhny acrescentou que há crianças ucranianas que precisam de atenção especial porque seus pais foram para o front e “provavelmente estavam entre os 9.000 heróis que morreram”.

A declaração do chefe do exército é a primeira sobre as baixas militares de Kiev desde abril.

Na quarta-feira, a Ucrânia celebrará seu dia da independência, que este ano coincide com os seis meses da invasão russa.

“Acho que estamos enfrentando uma guerra em larga escala”, afirmou o alto representante para a política externa da União Europeia (UE), o espanhol Josep Borrell, durante uma coletiva de imprensa no norte da Espanha, na qual anunciou que a UE discutirá a criação de uma grande “organização de treinamento e ajuda” para o exército ucraniano.

– Ganhando tempo? –

Depois de fracassar em sua tentativa de tomar Kiev, Moscou concentrou sua ofensiva nas regiões sul e leste do país, onde tenta controlar todo o Donbass, parcialmente ocupado por separatistas pró-russos desde 2014.

Um assessor presidencial ucraniano disse à AFP que a Rússia está tentando persuadir Kiev para que inicie novas conversas com o objetivo de ganhar tempo para se reagrupar.

Durante semanas, o Kremlin vem “tentando convencer a Ucrânia a iniciar negociações”, disse Mikhailo Podoliak à AFP.

O assessor presidencial sugeriu que se tratava de una estratagema para “congelar o conflito enquanto se mantém o status quo nos territórios ucranianos ocupados”.

Podoliak disse que Kiev acredita que Moscou realmente não quer conversas sérias de paz, mas “uma operação de pausa para seu exército” antes de uma nova ofensiva.

A dois dias do aniversário de seis meses da invasão, o serviço de segurança russo (FSB) acusou a Ucrânia de responsabilidade pela morte Daria Dugina, filha do filósofo Alexander Dugin, que seria próximo do Kremlin, depois que seu veículo explodiu no sábado nos arredores de Moscou.

O “assassinato” de Daria Dugina “foi preparado e cometido pelos serviços especiais ucranianos”, declarou o FSB, citado pelas agências de notícias russas.

O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a morte de Dugina de “crime vil” em uma mensagem de condolências divulgada pelo Kremlin nesta segunda-feira.

Alexander Dugin é um intelectual e escritor ultranacionalista que apoia firmemente a invasão russa da Ucrânia, assim como fazia sua filha.

De acordo com o FSB, a pessoa que colocou o explosivo no veículo é uma mulher ucraniana que teria fugido para a Estônia depois do atentado.

“A Ucrânia não tem absolutamente nada a ver com a explosão”, garantiu, por sua vez, a presidência ucraniana no domingo.

– Aniversário da independência –

Essa acusação a Kiev ameaça aumentar ainda mais a tensão entre os dois países.

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, advertiu que a Rússia poderia estar preparando algo particularmente “cruel” para esta semana.

No domingo, Zelensky detalhou que a Rússia poderia tomar a medida provocativa de julgar os soldados ucranianos detidos durante o ataque de Mariupol, no sul do país.

“Se esse julgamento desprezível acontecer […] será a linha a partir da qual não haverá negociação possível”, argumentou Zelensky em uma mensagem transmitida durante a noite.

Por sua vez, soldados do batalhão Azov capturados pelas forças russas após a batalha por Mariupol e libertados como parte de uma troca de prisioneiros, declararam que foram torturados quando estavam sob custódia da Rússia. Um ex-prisioneiro disse que presenciou casos “graves” de tortura.

Além disso, o assessor presidencial ucraniano advertiu que a Rússia poderia intensificar seus bombardeios nos dias 23 e 24 de agosto.

Diante dessa possibilidade, as autoridades proibiram manifestações públicas de 22 a 25 de agosto em Kiev e em Kharkiv, a segunda maior cidade do país.

Enquanto isso, a invasão da Ucrânia virou o mercado global de energia de cabeça para baixo e o conflito já está tendo consequências no aumento dos preços da energia e na escassez de alimentos.

Dada a perspectiva de queda dos termômetros, os europeus se preparam para um inverno difícil devido à escassez de gás da Rússia.

Nesta segunda-feira, a Bulgária afirmou que estava tentando negociar com a gigante russa Gazprom. O país é quase totalmente dependente da Rússia para seu consumo anual de 3 bilhões de metros cúbicos de gás natural.

Informações UOL


Zé Chico vai buscar recursos para a construção do Hospital Municipal de Feira e o Hospital Veterinário
Zé Chico assume compromisso pela construção do Hospital Municipal de Feira e Hospital Veterinário

Um dos principais compromissos assumidos por Zé Chico (União Brasil), candidato a deputado federal, é a construção do Hospital Municipal de Feira de Santana. O objetivo é pleitear recursos junto ao governo federal para viabilizar, também, um Hospital Veterinário.

“Vou me colocar à disposição do prefeito para buscar os recursos junto ao governo federal. Vejo como importante o município ter um Hospital Municipal e também um Hospital Veterinário. Mas, para isso acontecer, é preciso, fundamentalmente, representantividade política da bancada feirense na Câmara dos Deputados”, acentua Zé Chico.

Ainda de acordo com Zé Chico, uma sugestão para o prefeito Colbert é construir o Hospital Veterinário no Parque de Exposições. “Vejo como um local ideal, que não vai gerar custos para o município”, sugere Zé Chico.

Informações O Protagonista


Em uma semana de andanças pela Bahia, o candidato ao governo do estado, ACM Neto (UB) e o coordenador de campanha, José Ronaldo, visitaram 19 cidades. Com eles, estavam ainda Ana Coelho, candidata à vice governadora e Cacá Leão, candidato a senador.

“Ao todo visitamos 19 cidades, conversando com as pessoas, apresentando os nossos projetos e recebendo o apoio de muitas lideranças do nosso interior. Gente que vive a realidade das pequenas cidades e quer ver a mudança acontecer com ACM Neto Governador, Ana Coelho Vice e Cacá Leão Senador. Vamos juntos, pela nossa Bahia!”, disse Ronaldo.


www.brasil247.com - Jair Bolsonaro e William Bonner
Foto: Reprodução

Em tom de ironia sobre a expectativa para sua participação no Jornal Nacional nesta segunda-feira (22), Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em vídeo gravado pelo ministro Fábio Faria, das Comunicações, que vai “dar um beijo no (William) Bonner.”

Em aeroporto para embarcar rumo ao Rio de Janeiro, o ministro registrou o chefe do Executivo descansando: “Olha a cara do presidente preocupado hoje com o JN”, debochou Faria.

Em resposta, Bolsonaro riu e ironizou: “Vou dar um beijo no Bonner hoje, posso?”

Além de Fábio Faria, Bolsonaro também levou Paulo Guedes, da Economia, e Fabio Wajngarten, secretário-executivo do Ministério das Comunicações, para a viagem ao estúdio da TV Globo. Eles acompanharão Jair no camarim, dado que não podem participar da entrevista.

*Brasil247


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, convida a imprensa para o lançamento da Campanha Nacional de Prevenção à Varíola dos Macacos, nesta segunda-feira (22), em Brasília (DF).
Foto: José Cruz

Com o conceito Varíola dos Macacos: Fique Bem com a Informação Certa, o Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (22), em Brasília, a Campanha Nacional de Prevenção à doença. A ideia é conscientizar a população sobre a transmissão, contágio, sintomas e prevenção, além de dar orientações sobre o que fazer em casos suspeitos de varíola dos macacos.

Números
Em todo o mundo, foram registrados mais de 41,5 mil casos da doença. No Brasil, conforme a última atualização do Ministério da Saúde, de 21 de agosto, há 3.788 casos confirmados. A campanha adverte que a principal forma de prevenção é evitar contato com pessoas infectadas ou objetos contaminados como, por exemplo, copos, talheres, lençóis e toalhas.

Outro ponto destacado pelas autoridades de saúde é que a fase de incubação do vírus pode ser de cinco a 21 dias. Nesse período é possível haver transmissão. Entre os casos registrados, o contágio ocorre, especialmente pelo contato físico pele a pele com lesões ou fluidos corporais. Em pessoas infectadas, febre, erupções cutâneas, inchaço dos gânglios (ínguas), dor no corpo, exaustão e calafrios são os sintomas mais comuns.

Tratamento
Durante o lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que o fato de não existir um tratamento específico para a doença não quer dizer que ela não tenha tratamento. Segundo Queiroga, sintomas como dor podem ser amenizados com medidas específicas.

O ministro da Saúde fez questão de falar sobre a diferença da varíola dos macacos para a covid-19. “A letalidade dessa doença é baixa. O vírus é diferente. O vírus da covid-19 é o vírus de RNA. Portanto é o vírus que sofre mutações com maior frequência ao passo que o vírus de DNA [da varíola dos macacos] tem um potencial menor de ter mutações, o que engana até as vacinas que são desenvolvidas com tecnologias sofisticadas”, explicou.

Vacinas
O Ministério da Saúde iniciou no mês passado as tratativas com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a OMS para a compra de 50 mil doses da vacina contra a doença. “É necessário que haja um contrato a ser firmado pelo Ministério da Saúde com a Opas, para deixar isso bem claro, para que tenhamos uma previsão de entrega dessas vacinas. A previsão era de que se entregasse no fim do mês de agosto. A Socorro [Gross, representante da Opas] me informou que seria no começo de setembro. Seriam duas remessas, são três agora. Há uma carência desse insumo a nível mundial”, justificou Queiroga.

Na última sexta-feira (19), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação excepcional de remédios e vacinas que anda não têm registro no Brasil. A previsão é de que a primeira, de três remessas, chegue no início de setembro. Sobre esses imunizantes, Marcelo Queiroga explicou que como a imunização completa requer duas doses, elas serão suficientes para vacinar 25 mil pessoas. Os primeiros a receber a vacina serão profissionais da saúde que atuam diretamente com o vírus.

Antiviral
Assim como ocorre com as vacinas, como não há no Brasil nenhum representante do antiviral no país, o Ministério da Saúde também solicitou à Opas a compra de 10 doses do tecovirimat para tratamentos imediatos, e outras 50 unidades para casos graves. A pasta negocia ainda o transporte de mais 12 unidades doadas pelo laboratório produtor, e a compra de mais 504 doses.

TSE
O lançamento da campanha hoje ocorre após o ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizar a veiculação de peças publicitárias do governo federal sobre o tema até o dia 30 de agosto. A legislação eleitoral brasileira proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção de governantes durante os três meses antes das eleições, por isso, precisou ser analisada pela Justiça Eleitoral. Em sua decisão, Fachin ressaltou que a divulgação da campanha é de interesse público. Ainda pela decisão, todo o material da campanha deve ser veiculado em uma página específica sobre a varíola dos macacos.

Ainda com objetivo de esclarecer a população sobre a doença , Queiroga adiantou que aguarda nova autorização do TSE, desta vez, para gravar um pronunciamento em cadeia de rádio de TV com informações técnicas sobre a varíola dos macacos para esclarecer a população.

*Agência Brasil


Foto: Assessoria

Nada menos que 57 municípios de todas as regiões do estado da Bahia estiveram representados, em Feira de Santana, no lançamento da candidatura à reeleição do deputado estadual Angelo Almeida (PSB), para a Assembleia Legislativa.

Prefeitos de sete municípios, vices, ex-prefeitos, deputados, vereadores e lideranças lotaram o teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas(CDL), confirmando a força do candidato que também já foi vereador do município.

O lançamento teve a presença da ex-prefeita de Salvador, presidente do PSB na Bahia e deputada federal, Lídice da Mata, que também disputa a reeleição. A parlamentar lamentou a situação que o Brasil atravessa hoje, defendeu a eleição de Lula e Jerônimo e teceu elogios ao correligionário. “É um irmão, uma pessoa da nossa confiança, que mora no nosso coração e a gente pode contar com ele. Coragem, lealdade e disposição são suas características centrais”, disse acerca de Angelo.

O irmão do deputado, o médico cardiologista André Almeida, ressaltou que o senso de justiça e a capacidade de agregar e brigar pelos mais pobres são suas marcas desde a infância. Mas, admitiu que ficou surpreso quando Angelo anunciou que deixaria o consultório de dentista para iniciar na política. “Ele disse: a quantidade de pessoas que eu consigo ajudar aqui é muito pequena. Tenho que ir é para a política, que lá eu consigo ajudar muito mais gente”, lembrou.

Angelo se emocionou com a presença maciça de apoiadores e os depoimentos dos políticos e amigos presentes. “Gratidão se paga em dobro. Mas não adianta só agradecer. Eu vou agradecer em dobro e trabalhar em dobro. Nós vamos vencer essa eleição junto com Lula, Jerônimo e Otto, no dia 2 de outubro, e vamos fazer muito mais por nossa Bahia”, garantiu.

Após o evento na CDL, os participantes saíram em caminhada e carreata pelo centro da cidade até a sede do comitê, inaugurado no antigo Ponto do Zequinha. O deputado federal e candidato à reeleição, Zé Neto (PT), participou do ato e ressaltou a simbologia do lugar. “Eu me emocionei quando entrei aqui. Esse sempre foi um espaço importante para Feira de Santana, um espaço de diálogo, de encontros, Zequinha ali sempre presente”. E acrescentou: “Angelo, pode contar comigo no que estiver ao meu alcance. O nosso campo é conciliação, trabalho e harmonia”, finalizou.

Foto: Assessoria

*Ascom