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O crítico de arte Roger Scruton (1944-2020), reconhecia, por óbvio, a importância das máquinas para o desenvolvimento do gênero humano, ávido por todas as vontades e com todos os apetites a saciar. Contudo, o britânico também sempre esteve muito atento para a verdade insofismável que atesta que com a evolução cada dia mais certa de mecanismos de toda ordem, prontos a submeter o homem a ultrajes os mais humilhantes e quiçá até mesmo subjugá-lo, a pior das consequências foi ver a beleza sendo relegada ao papel de mera coadjuvante, sufocada pelas economias de mercado que emporcalham tudo quanto tocam e decretam que tudo pode ser belo e, sacrilégio dos sacrilégios, tudo pode ser arte. Com os meios de produção operando mediante dispositivos automatizados, o mundo ia perdendo muito de sua ingenuidade, sua ternura e, por conseguinte, seu sentimento do belo, daí a arte não poder jamais prescindir da estrita observação de todos os paradigmas canônicos no que concerne ao requinte estético. Como o suicídio, segundo o sociólogo francês Emile Durkheim (1858-1917), é a única questão que importa na vida, dada sua complexidade dos pontos de vista sociológico, metafísico e religioso, basta que nos mantenhamos longe, bem longe da perdição do homem do capital e nos ponhamos frente a frente de nossos tantos dilemas inescapáveis. Quiçá a beleza seja o maior deles.

Máquinas se sobrepõem a homens, que se sobrepõem entre si, se magoam, se ferem e se matam. Duas vidas em pedaços, unidas por um fio de beleza, se projetam em “O Solista” (2009), em que o diretor Joe Wright se esmera por contar a história de dois homens à procura de uma reconexão qualquer com o que foram um dia, em busca do tempo e da beleza perdidos. Wright enxerta em seu filme as entradas quase imperceptíveis com que prepara o terreno para circunvoluções sobre temas que marcam o roteiro de Susannah Grant. Amor, desamor, ódio e, principalmente, indiferença, loucura, caos e morte são uma constante na narrativa, oscilando de um para o outro protagonista, sem prejuízo da inteligibilidade da história, baseado no livro homônimo do jornalista americano Steve Lopez.

Loucos são loucos sem a permissão ou ainda a interferência de quem quer que seja. Talvez um dos aspectos mais cruéis das psicopatologias é sua vastidão: existe uma infinidade de jeitos de se contrariar o padrão, todos mais ou menos capazes de se moldar à personalidade de quem desejam parasitar. No caso de Nathaniel Ayers, a esquizofrenia tem boa dose de responsabilidade quanto a tê-lo feito um raro talento ao violino. Para ser preciso, o que ele toca é, na verdade, um instrumento assemelhado ao violino: alquebrado pelos anos, seu onipresente companheiro conta com apenas duas cordas, ele, por óbvio, já ouviu falar de Beethoven, mas tem um repertório limitadíssimo — a sequência em que Nathaniel executa um mesmo trecho de uma peça erudita estarrece, primeiro pelo incômodo sonoro em si, mas logo em seguida, antes ainda que a câmera mire seu outro alvo no decorrer de 116 minutos de projeção, se pode concluir que aqui o desconforto é um estado de espírito, tanto num como no outro.  

Jamie Foxx dá show na pele de Nathaniel, acompanhado cabeça a cabeça por um Robert Downey Jr. irretocável num papel dramático, sobre os quais ele não tem se debruçado, lamentavelmente. Sua interpretação de Steve Lopez, colunista do “Los Angeles Times”, complementa o personagem de Foxx, tanto no que o artista de rua tem de bom como (e ainda mais) na melancolia essencial que define Nathaniel. Ao primeiro encontro dos dois, numa construção abandonada, seguem-se muitos outros, ocasiões em que o personagem de Downey Jr., a muito custo, vai conseguindo desarmar a reserva do outro, não mero capricho ou uma birra inconsequente, mas o mecanismo que lhe facultou chegar a certa altura da vida gozando de toda a liberdade — inclusive para continuar morando sob marquises e entre colunas de viadutos, absorvendo os ruídos e a alma da diabólica Cidade dos Anjos que o ignora. Lopez, por sua vez, é um dos melhores profissionais de imprensa da América, mas um desastre na vida pessoal, como atesta seu relacionamento com a colega e ex-mulher Mary Weston, da notável Catherine Keener.

Wright é habilidoso quanto a passar a bola de Nathaniel para Lopez, sedimentando a instabilidade emocional de sua dupla de personagens centrais ao passo que sugere os caminhos que um e outro devem tomar em sua jornada de mudança de vida. Mais que um filme sobre a solidão patológica e seu desdobramento imediato e certo, a loucura, “O Solista” é um libelo em favor da sabedoria. A vida só faz algum sentido se for mesmo um eterno vir a ser.


Filme: O Solista
Direção: Joe Wright
Ano: 2009
Gêneros: Musical/Drama
Nota: 8/10


A Latam Airlines proibiu a viagem no porão do avião para algumas raças de cães e gatos. A empresa divulgou em seu site uma lista de raças vetadas, entre as consideradas perigosas e braquicefálicas, que têm o focinho achatado e dificuldade para respirar e trocar calor com o ambiente. Os animais dessas raças só poderão viajar a partir de agora na cabine da aeronave, desde que atendam às condições para o transporte.

“Pela segurança e integridade dos seus pets, não podemos transportar na parte inferior da aeronave (porão) algumas raças de cachorros e gatos braquicefálicos e/ou perigosas. Se o seu animal de estimação é de uma dessas raças da lista, você poderá levá-lo apenas a bordo da aeronave, desde que atenda às condições para transporte em cabine”, afirma a Latam em comunicado. A informação é do Portal R7.

Para viajar na cabine, o animal de estimação deverá ter até 7 kg, somado ao peso do canil ou caixa de transporte. Além disso, só será permitido em rotas habilitadas, desde que haja assentos suficientes na cabine do avião. 

Veja a lista de raças proibidas de viajar no porão

Raças braquicefálicas

Affenpinscher, Boston Terrier, Bulldog (todas as raças), Cane Corso ou Mastim Italiano, Chow Chow, Toy Spaniel Inglês, Griffon de Bruxelas, Chin (Spaniel) Japonês, Lhasa Apso, Mastim Inglês, Pequinês, Pug ou Carlino (todas as raças), Shar Pei, Shih Tzu, Spaniel tibetano.

Raças perigosas

Bull Terrier, Bulldog Americano, American Bully, Akita In, Dogo Argentino, Fila Brasileiro, Karabash, Rottweiler, Tosa Japonês.

Raças braquicefálicas e consideradas perigosas

Staffordshire Terrier Americano (Amstaff), Staffordshire Bull Terrier Inglês (Staffi), Pitbull Terrier Americano, Boxer, Bullmastiff, Dogo de Burdeos, Mastim Napolitano, Presa Canário,

Gatos não permitidos:

Burmês Americano
Himalaio
Persa (todos os tipos)
Shorthair Exótico


Entenda por que a operação da Justiça Eleitoral foi na casa de Moro

A operação determinada pela Justiça Eleitoral contra Sergio Moro neste sábado (3/9) ocorreu na casa do ex-juiz porque o endereço foi o informado por Moro no registro de sua candidatura como o do escritório da campanha.

Como os tais santinhos que a Polícia Federal buscava estariam no endereço do escritório eleitoral, a Justiça autorizou que a PF fosse à casa de Moro. A informação é do Portal Metrópoles.

Há pouco, nas redes sociais, Moro acusou o PT pela ação, sem apresentar provas de que o partido tenha relação com a medida.

Informações TBN


Além da queda de intenção geral de votos, a última pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira (1º), trouxe mais um dado preocupante para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nível de rejeição do candidato do PT à Presidência nunca esteve tão alto, atingindo 39% dos entrevistados.

Em maio, o número de eleitores que não votaria no petista de jeito nenhum estava em 33%. Em agosto, o total já havia atingido 37%.

Das vezes em que Lula disputou a eleição para a Presidência, o máximo de rejeição atingida pelo petista nas pesquisas foi de 38% em 1994. A eleição daquele ano foi então vencida em primeiro turno pelo candidato Fernando Henrique Cardoso.

Além de Lula, o último Datafolha também trouxe o nível de rejeição dos outros candidatos. Jair Bolsonaro aparece com 52%, Ciro Gomes registrou 24% e Simone Tebet teve 14%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro com 5.734 pessoas em 285 cidades do Brasil. A margem de erro do levantamento é 2% percentuais e o nível de confiança é de 95%. Foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00433/2022.

*Pleno.News


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, sobre as ações de enfrentamento ao covid-19 no país

A Justiça Eleitoral no Paraná cumpriu neste sábado (3) mandados de busca e apreensão de materiais de campanha irregulares nos comitês de dois dos principais candidatos ao Senado pelo estado: Sergio Moro (União Brasil) e Paulo Martins (PL). A medida atende a um pedido da federação “Brasil da Esperança”, liderada pelo PT. A informação é do jornal O Globo.

Sergundo a publicação, um dos locais onde foi feita a busca e apreensão foi o apartamento residencial do ex-juiz, indicado pela campanha como sede de seu comitê central.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), além de diversos materiais impressos que violam a legislação eleitoral, as redes sociais de Moro e Martins têm publicado propaganda irregular, em razão da desconformidade entre o tamanho da fonte do nome do candidato a senador relativamente a dos suplentes.

Ao atender ao pedido das agremiações que integram a federação, a juíza eleitoral Melissa de Azevedo Olivas afirmou que algumas publicações “sequer mencionam o nome dos suplentes, em absoluta inobservância à legislação eleitoral.”

“Observa-se que nas redes sociais do Twitter, Instagram e no site oficial, indicados na inicial, o candidato sequer menciona o nome dos suplentes, em absoluta inobservância à legislação eleitoral. Quanto às demais redes sociais informadas, é evidente a desconformidade entre o tamanho da fonte do nome do candidato a senador relativamente a dos suplentes”, disse a magistrada a respeito do material de campanha de Moro.

Pela tiragem dos materiais, ao todo devem ser apreendidos aproximadamente 1 milhão de impressos irregulares, entre adesivos, praguinhas, santinhos e perfurades. Ainda, pela decisão, deverão ser removidos mais de 300 links das redes sociais dos candidatos, por expressa violação à Lei Eleitoral.

Entre os materiais excluídos, estão todos os vídeos do canal de Sérgio Moro do YouTube, inclusive aqueles com críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de dezenas de links nas páginas sociais de sua campanha.

*Bahia.ba


A menos de um mês do primeiro turno das eleições 2022, o cenário político já se consolida em algumas regiões do país, com ampla vantagem de partidos e candidatos Brasil afora. Segundo as últimas pesquisas eleitorais, como a série do Instituto Ipec, divulgada ao longo do mês de agosto, por exemplo, ao menos 12 Estados podem eleger seus novos governadores ainda no primeiro turno, reforçando a estabilidade em parte das disputas estaduais. Neste cenário, um levantamento feito pelo site da Jovem Pan com base nos dados aponta que, se a eleição fosse hoje, os governos locais seriam comandados por 12 partidos, com destaque para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o União Brasil, que, somados, podem conquistar 10 Estados, sendo os principais líderes dos levantamentos eleitorais. Para essa análise, a reportagem considerou dois cenários: primeiro, levando em conta apenas os primeiros colocados, enquanto o segundo contempla candidatos com candidaturas competitivas, ainda que em segundo ou terceiro lugar.

O União Brasil lidera como partido com maiores chances nos Estados. Fruto da fusão entre o antigo Democratas (DEM) e o Partido Social Liberal (PSL), a legenda tem seis candidatos liderando as pesquisas com mais de 30% das intenções de votos. Bahia, com ACM Neto, Goiás, com Ronaldo Caiado e Mato Grosso, com Mauro Mendes, representam os Estados em que o União Brasil pode garantir vitória já no primeiro turno, com seus concorrentes registrando de 48% a 56% de apoio e vantagens de mais de 20 pontos para os demais concorrentes. No Ceará, o deputado federal Capitão Wagner tem 37% dos votos, contra 25% de Roberto Cláudio (PDT), apoiado pelo ex-ministro Ciro Gomes, presidenciável do partido. No Piauí, Silvio Mendes tem 38% e Rafael Fonteles (PT), 23%. Por último, em Rondônia, o cenário é apertado: Coronel Marcos Rocha soma 30% das intenções de votos, contra 29% de Ivo Cassol (PP), o que representa um empate técnico. Com a fusão DEM e PSL, o União Brasil tem, atualmente, cinco governadores nos Estados.

O cenário para o MDB é semelhante ao das eleições de 2018, embora tenha particularidades diferentes. Atualmente com três governos estaduais, os emedebistas mantêm vantagem no Distrito Federal, com Ibaneis Rocha, e em três Estados: Alagoas, com Paulo Dantes, Mato Grosso do Sul, com André Puccinelli, e Pará, com Hélder Barbalho, onde seus candidatos aparecem na liderança, ainda que, em alguns casos, em disputa acirrada com outros partidos. Em solo alagoano, por exemplo, Dantas tem pouco mais de dois pontos de vantagem para o senador Fernando Collor (PTB). No Mato Grosso do Sul, o emedebista está cinco pontos acima de Marquinhos Trad (PSD), o que também descarta uma vitória em primeiro turno. Diferente do último pleito, dessa vez, o Pará representa o reduto de maior vantagem emedebista do país: lá, Barbalho chega aos 62% dos votos – e com chances reais de garantir a reeleição logo no primeiro turno. Na capital do país, Ibaneis tem 41% das intenções de voto, ante 9% da segunda colocada, a senadora Leila Barros, do PSD.

No mapa dos Estados, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, vice na chapa do ex-presidente Lula (PT), tem três candidatos líderes nas pesquisas. O melhor cenário ocorre no Espírito Santo, onde Renato Casagrande tem 52% das intenções de voto, segundo o Ipec, o que indica possibilidade de liquidar a fatura ainda na primeira etapa de votação. Já no Maranhão, Carlos Brandão tem 28% dos votos, contra 16% de Weverton Rocha (PDT), enquanto, na Paraíba, João Azevedo soma 32% de apoio, o que representa uma vantagem de 16 pontos percentuais para Pedro Cunha Lima, do PSDB. Além do União Brasil, MDB e PSB, outros partidos aparecem liderando em um ou dois Estados brasileiros. O Progressistas do presidente da Câmara, Arthur Lira, por exemplo, tem vantagem na disputa no Acre, com Gladson Cameli, e em Roraima, com Antonio Denarium.

Já o Solidariedade, que não elegeu governadores em 2018, também apresenta dois nomes como líderes: Clécio Luís, do Amapá, e Marília Arraes, de Pernambuco. Legenda do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, o Partido Liberal (PL) também possui apenas dois concorrentes liderando as pesquisas. Além de Cláudio Castro, no Rio de Janeiro, Valmir de Francisquinho tem vantagem de 13 pontos percentuais em Sergipe, onde concorre diretamente contra Fábio Mitidieri (PSD), candidato do atual governador do Estado, Belivaldo Chagas (PSD). No Rio de Janeiro, porém, Castro está em situação de empate técnico, no limite da margem de erro, com Marcelo Freixo, do PSB, segundo pesquisa Datafolha divulgada na noite da quinta-feira, 1º. Também compondo a base de apoio do atual chefe do Executivo federal, o Republicanos também desponta em dois Estados: em Santa Catarina, com 23% de Carlos Moisés, e no Tocantins, onde Wanderlei Barbosa soma 40% das intenções de votos. Em São Paulo, ainda que oscilando em segundo ou terceiro lugar, o ex-ministro Tarcísio Gomes de Freitas também tem chances na disputa, somando 17% dos votos – se a eleição fosse hoje, o bolsonarista disputaria a preferência do eleitorado paulista com o ex-prefeito da capital Fernando Haddad (PT).

Quem também enfrenta um cenário de desvantagem nas eleições 2022 é o Partido dos Trabalhadores (PT), do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência e líder das pesquisas eleitorais. A sigla, que chegou a eleger quatro governadores nas eleições de 2018, sendo o partido que mais conquistou cadeiras para o Executivo estadual, lidera agora apenas no Rio Grande do Norte, com a atual governadora Fátima Bezerra, que soma 46% de apoio, e em São Paulo, com Haddad, que tem 36% dos votos, segundo o último Datafolha, divulgado na noite da quinta-feira, 1º – apesar da dianteira, o petista viu sua vantagem para Tarcísio e para o governador, Rodrigo Garcia (PSDB) diminuir em relação à pesquisa que havia sido divulgada no dia 18 de agosto. Nas últimas eleições, marcadas pela derrota do ex-prefeito de São Paulo no segundo turno contra Bolsonaro, e pelo revés em Estados como Minas Gerais e Acre, os petistas elegeram governadores na Bahia, Ceará, Piauí e no Rio Grande do Norte. Por outro lado, uma eventual vitória em São Paulo garantiria um feito histórico: os petistas chegariam ao comando do maior Estado do país pela primeira vez. Por fim, outros quatro partidos podem garantir a eleição de ao menos um governador. São eles: Cidadania no Amazonas; Novo em Minas Gerais, com a reeleição de Romeu Zema; Partido Social Democrático (PSD) no Paraná, com a reeleição de Ratinho Júnior; e o Partido Social Democracia Brasileira (PSDB) no Rio Grande do Sul, com a continuidade de Eduardo Leite no Estado.

No mapa dos Estados, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, vice na chapa do ex-presidente Lula (PT), tem três candidatos líderes nas pesquisas. O melhor cenário ocorre no Espírito Santo, onde Renato Casagrande tem 52% das intenções de voto, segundo o Ipec, o que indica possibilidade de liquidar a fatura ainda na primeira etapa de votação. Já no Maranhão, Carlos Brandão tem 28% dos votos, contra 16% de Weverton Rocha (PDT), enquanto, na Paraíba, João Azevedo soma 32% de apoio, o que representa uma vantagem de 16 pontos percentuais para Pedro Cunha Lima, do PSDB. Além do União Brasil, MDB e PSB, outros partidos aparecem liderando em um ou dois Estados brasileiros. O Progressistas do presidente da Câmara, Arthur Lira, por exemplo, tem vantagem na disputa no Acre, com Gladson Cameli, e em Roraima, com Antonio Denarium.

Já o Solidariedade, que não elegeu governadores em 2018, também apresenta dois nomes como líderes: Clécio Luís, do Amapá, e Marília Arraes, de Pernambuco. Legenda do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, o Partido Liberal (PL) também possui apenas dois concorrentes liderando as pesquisas. Além de Cláudio Castro, no Rio de Janeiro, Valmir de Francisquinho tem vantagem de 13 pontos percentuais em Sergipe, onde concorre diretamente contra Fábio Mitidieri (PSD), candidato do atual governador do Estado, Belivaldo Chagas (PSD). No Rio de Janeiro, porém, Castro está em situação de empate técnico, no limite da margem de erro, com Marcelo Freixo, do PSB, segundo pesquisa Datafolha divulgada na noite da quinta-feira, 1º. Também compondo a base de apoio do atual chefe do Executivo federal, o Republicanos também desponta em dois Estados: em Santa Catarina, com 23% de Carlos Moisés, e no Tocantins, onde Wanderlei Barbosa soma 40% das intenções de votos. Em São Paulo, ainda que oscilando em segundo ou terceiro lugar, o ex-ministro Tarcísio Gomes de Freitas também tem chances na disputa, somando 17% dos votos – se a eleição fosse hoje, o bolsonarista disputaria a preferência do eleitorado paulista com o ex-prefeito da capital Fernando Haddad (PT).

Quem também enfrenta um cenário de desvantagem nas eleições 2022 é o Partido dos Trabalhadores (PT), do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência e líder das pesquisas eleitorais. A sigla, que chegou a eleger quatro governadores nas eleições de 2018, sendo o partido que mais conquistou cadeiras para o Executivo estadual, lidera agora apenas no Rio Grande do Norte, com a atual governadora Fátima Bezerra, que soma 46% de apoio, e em São Paulo, com Haddad, que tem 36% dos votos, segundo o último Datafolha, divulgado na noite da quinta-feira, 1º – apesar da dianteira, o petista viu sua vantagem para Tarcísio e para o governador, Rodrigo Garcia (PSDB) diminuir em relação à pesquisa que havia sido divulgada no dia 18 de agosto. Nas últimas eleições, marcadas pela derrota do ex-prefeito de São Paulo no segundo turno contra Bolsonaro, e pelo revés em Estados como Minas Gerais e Acre, os petistas elegeram governadores na Bahia, Ceará, Piauí e no Rio Grande do Norte. Por outro lado, uma eventual vitória em São Paulo garantiria um feito histórico: os petistas chegariam ao comando do maior Estado do país pela primeira vez. Por fim, outros quatro partidos podem garantir a eleição de ao menos um governador. São eles: Cidadania no Amazonas; Novo em Minas Gerais, com a reeleição de Romeu Zema; Partido Social Democrático (PSD) no Paraná, com a reeleição de Ratinho Júnior; e o Partido Social Democracia Brasileira (PSDB) no Rio Grande do Sul, com a continuidade de Eduardo Leite no Estado.

Outras candidaturas
Se em alguns Estados a disputa aos governos locais deve encerrar no primeiro turno, em outros, uma segunda fase da eleição pode trazer mudanças e resultados inesperados. O União Brasil, por exemplo, conseguiria chegar a sete vitórias, se conquistar a reeleição de Wilson Lima no Amazonas, onde há empate técnico entre os primeiros colocados. O MDB tem uma oportunidade em Roraima com Teresa Surita, que tem 38% de apoio dos eleitores e está sete pontos percentuais atrás do primeiro colocado. O PSB, por sua vez, tem como principal aposta de segundo turno o deputado federal Marcelo Freixo, no Rio de Janeiro, com 19% das intenções de votos. Para o Progressistas, o segundo turno pode reservar a vitória de Ivo Cassol em Rondônia, enquanto para o PL, de Bolsonaro, há chances no Rio Grande do Sul, com o ex-ministro Onyx Lorenzoni, e em Santa Catarina, com o senador Jorginho Mello.

Da mesma forma, o PSD pode ainda reverter a disputa no Amapá com Jaime Nunes, que tem 35% das intenções de votos; entre os mineiros, com Alexandre Kalil, que soma 24% das intenções de voto e conta com o apoio de Lula para evitar a vitória de Romeu Zema (Novo) no primeiro turno; no Mato Grosso do Sul, com Marquinhos Trad, ou em Sergipe, com o candidato Fábio Mitidieri. Em Alagoas, em um provável segundo turno, Fernando Collor pode garantir o único Estado para o PTB, de Roberto Jefferson, preso e condenado no escândalo do Mensalão. O PDT pode virar o jogo no Ceará, com Roberto Cláudio, e no Maranhão, com Weverton Rocha. O Republicanos tem chances de vitória em São Paulo, caso Tarcísio de Freitas vá ao segundo turno contra Fernando Haddad. Ao mesmo tempo, os tucanos também apostam em resultado positivo para Rodrigo Garcia (PSDB), atual governador, em uma segunda etapa de votação no Estado paulista. O PSDB aposta ainda em Pedro Cunha Lima, que tem 16% dos votos na Paraíba, e o PT em Rafael Fonteles, no Piauí.

Créditos: Jovem Pan.


Candidato a governador participou de comício com centenas de pessoas em agenda intensiva pelo Sudoeste baiano

A Praça Manoel Vitorino, em Caculé, ficou lotada até mais tarde na noite desta sexta-feira (2) para ouvir o candidato a governador ACM Neto (União Brasil). Mesmo após as 22h, ninguém ‘sextou’ cedo e arredou o pé do comício. Em seu discurso, Neto destacou a ligação que tem não só com a cidade, onde começou na política e convive há mais de 20 anos, mas com toda a região do Sudoeste baiano e pediu que as pessoas comparem o histórico de realizações dos postulantes ao governo do estado.

“É até covardia pedir para que o povo de Caculé compare a trajetória dos candidatos a governador. Tenho certeza que nenhum outro começou a fazer política nessa cidade com 19 anos, que ninguém viveu intensamente a vida desse município durante 23 anos e que nenhum deles tem o número de realizações que tenho aqui. Eu posso chamar Caculé de minha terra”, discursou, emocionado.

“Se a Bahia pode ter um governador que será um líder, que vai encarar as responsabilidades, que não terá medo do trabalho, que terá a consciência do tamanho do desafio que tem pela frente, Caculé e região, no dia 2 de outubro, podem escolher um governador que é cidadão, irmão e está no coração do povo dessa cidade”, completou.

Neto lembrou que a região de Caculé foi uma das primeiras em que militou como líder da juventude do seu partido. Depois, representou o município por 10 anos como deputado federal e ainda recebeu o título de cidadão da cidade como forma de reconhecimento pelo trabalho: “Mas, o meu sonho mesmo era estar aqui para participar de um evento como esse e que pudesse ser anunciado como candidato ao governo da Bahia”.

ACM Neto ressaltou que está preparado para liderar a mudança que os baianos desejam. “Vejo que cada desafio que encarei na minha carreira valeu a pena. Porque hoje me permite trazer uma palavra de segurança que tenho repetido em toda a Bahia: eu me preparei a vida inteira para viver esse momento, e hoje posso assegurar aos baianos que estou preparado para ser governador”, disse.

Ao final do evento, o piseiro do 44 no paredão fez o povo ‘sextar’ de vez. Até os ambulantes que vendiam bebidas no entorno da praça dançaram e fizeram a coreografia.

Como é tradição, ACM Neto desceu do palco. No meio da multidão, abraçou várias pessoas, tirou selfies e recebeu beijos. Ainda gravou um vídeo com o ambulante Maurício de Souza Filho, que foi um dos mais animados durante todo o comício. “Eu sou Neto até morrer! Meu voto é mil por cento dele! É Neto, é Neto, é Neto…”, começou a repetir aos gritos, feliz por ter gravado um vídeo com Neto.

O grande evento encerrou o primeiro dia da agenda intensiva de ACM Neto pelo território do Sertão Produtivo. Antes, ele esteve em Caetité, Lagoa Real, Pindaí e Ibiassucê. No domingo (4), volta a Tanque Novo, Botuporã, Livramento e Paramirim.

No comício, ACM Neto esteve acompanhado dos candidatos a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e a senador Cacá Leão (PP). Eles foram recebidos por Luciano Ribeiro (UB), ex-prefeito de Caculé e a quem Neto considera um dos seus amigos mais próximos na política.

Agenda
Antes de retornar ao Sudoeste no domingo, a comitiva da coligação Pra Mudar a Bahia faz uma série de oito carreatas no Vale do Jiquiriçá neste sábado (3). Em Jaguaquara, eles realizam o ato político tanto na sede como no entroncamento. Depois, passam por Itiruçu, Lajedo do Tabocal, Maracás, Planaltino, Nova Itarana e Milagres.


O Estado da Bahia publica, neste sábado (3), edital do concurso público para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), unidade subordinada à Secretaria da Segurança Pública (SSP). O certame vai oferecer 456 vagas de nível superior, sendo 166 para perito criminal, 103 para perito médico legista, 10 para perito odonto-legal e 177 para perito técnico. A publicação poderá ser consultada também no Portal do Servidor e no site da organizadora do certame, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Cultural e Assistencial Nacional (Idecan).

As inscrições deverão ser realizadas, exclusivamente, pela internet, no endereço www.idecan.org.br, no período entre 8 de setembro e 10 de outubro, observando as regras previstas em edital. A taxa varia de acordo com o cargo pretendido: para as vagas de perito criminal, perito médico legista e perito odonto-legal, o valor é R$ 160; já as inscrições para as vagas de perito técnico têm custo de R$ 140. Vale ressaltar que será considerada válida uma inscrição por CPF, efetivada pela veracidade das informações prestadas e pelo pagamento da taxa dentro do vencimento, observando o horário de Brasília.

É exigida dos candidatos formação de nível superior, com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), para aos cargos de perito criminal e perito técnico – sendo que, para este último, ainda é necessário possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, categoria “B”, no mínimo. Para os cargos de perito médico legista e perito odonto-legal, é exigido bacharelado em Medicina e Odontologia, respectivamente, além de diploma reconhecido pelo MEC.

Vale ressaltar que o certame reserva 5% das vagas a candidatos deficientes e 30% para aqueles que se autodeclararem negros, de acordo com a legislação vigente.

O concurso será realizado em três etapas. As duas primeiras, ambas de caráter eliminatório e classificatório, têm data prevista para 11 de dezembro deste ano, no turno matutino, e serão aplicadas em Salvador. As provas objetivas terão 100 questões de múltipla escolha, abordando conhecimentos gerais e específicos. A prova discursiva será composta de um texto dissertativo. Já a terceira etapa compete à prova de títulos, de caráter classificatório, que será aplicada aos habilitados no segundo momento do certame, de acordo com o previsto em edital.

Por conta da pandemia, para fins de prevenção e controle da disseminação da Covid-19, a aplicação das provas seguirá critérios de segurança sanitária. O não cumprimento destes pelo candidato implicará na sua retirada do local de provas e exclusão do concurso público. Desta forma, deverá ser mantido o distanciamento social, uso de álcool em gel a 70% e consumo de água de forma individualizada, sempre em embalagens de material transparente, bem como o uso da máscara e a comprovação do esquema vacinal completo e atualizado, como previsto na legislação vigente.

*Metro1


O Bahia já está pronto para o próximo compromisso da Série B. A partida contra o Tombense acontece neste sábado (3), às 19h, na Fonte Nova, pela 28ª rodada do campeonato. Nesta sexta-feira (2), o técnico Enderson Moreira promoveu o único treino antes do duelo.

O Bahia terá mudanças contra o Tombense. A principal dúvida está na lateral esquerda. Com Matheus Bahia machucado e Luiz Henrique suspenso, o Esquadrão não tem jogadores disponíveis para o setor e terá que improvisar. Marcinho e Mugni aparecem como opções.

O goleiro Danilo Fernandes, que machucou o joelho durante o aquecimento da derrota para a Ponte Preta, em Campinas, ficou em tratamento e está fora da partida. Mateus Claus segue como titular. Outro que ficou no DM e está vetado é o zagueiro Luiz Otávio.

Com 47 pontos, o Bahia é o vice-líder da Série B. O Tombense é o 7º, com 39.

*Metro1


Lançamentos da Netflix na semana (02/09/2022)

Setembro chegou e a Netflix começa o mês com alguns lançamentos bem quentes em seu catálogo. Depois de um agosto marcado pela fantasia do sonhar em Sandman, chegou a hora de voltarmos nossas atenções para histórias mais mundanas e igualmente interessantes.

O grande destaque dessa primeira semana de novidades da Netflix no mês é justamente O Demônio em Ohio, nova minissérie de suspense que promete deixar todo mundo tenso na frente da TV. Embora o nome não diga muita coisa, a produção combina tudo aquilo que a gente gosta de ver em grandes histórias: um bom mistério, personagens com passados obscuros e uma seita maluca espalhando o terror em uma cidadezinha no meio do nada. E o pior: baseada em uma história real. Por isso mesmo, é uma das grandes estreias do mês.

Mas se você quer algo mais leve, a comédia romântica Amor em Verona é o que você deve assistir. Seguindo a velha fórmula de “jovem americana vai para a Europa e, sem querer, encontra um homem charmoso para se apaixonar”, o longa aposta no que há de melhor da história água com açúcar para desopilar o fígado em tempos tão tensos.

Nessa mesma pegada, o nacional Vizinhos traz Leandro Hassum vivendo um estressado homem que deixa a cidade grande para buscar uma vida tranquila no interior. O que ele não esperava era encontrar uma vizinhança tão desordeira e caótica. Ao melhor estilo Denis, O Pimentinha, é o tipo de humor que você já conhece bem e que é sucesso por aqui.

E é claro que os lançamentos da semana na Netflix não se resumem apenas a essas produções e há muitos outros filmes e séries recém-adicionados ao catálogo apenas esperando o seu play. Afinal, essa maratona não vai começar sozinha.

Todos os lançamentos da Netflix na semana

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31/08

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02/09

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