
O atendimento na UPA da Mangabeira será retomado nesta quinta-feira (19), a partir das 19h. A empresa IGI, que administra a Unidade de Pronto Atendimento 24h, informou que a unidade já passou por reparos e pode voltar a atender a população.
A suspensão de atendimentos na unidade aconteceu no dia 5 deste mês após um problema no quadro de energia impossibilitar a operação do gerador.
“A situação interrompeu o funcionamento de equipamentos usados em pacientes, inclusive, dos que estavam aguardando regulação. Os reparos necessários já foram realizados pela empresa. Naquele período haviam na unidade dois pacientes internados, que aguardavam transferência”, lembrou a secretária de Saúde, Cristiane Campos.
*Prefeitura de Feira/Secom

A Viabahia Concessionária de Rodovias informou que o tráfego de veículos entre os Km’s 619 e 621 da BR-324, passará por alterações a partir da noite de hoje (19) até às 5h de sexta-feira (20).
O desvio no fluxo de veículos para a via marginal será necessário para que seja realizada a instalação da passarela de pedestres da Estação Campinas, próximo à Brasilgás. Esta operação faz parte das obras de expansão do metrô de Salvador. As alterações ocorrerão nos dois sentidos da rodovia e estarão devidamente sinalizadas.
“Durante toda operação, nossos Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) indicarão os desvios”, garante a ViaBahia.
Fonte: Acorda Cidade

Feira de Santana registrou 33 novos casos de HIV e AIDS durante o Dezembro Vermelho, mês de mobilização nacional na luta contra o vírus. Desse total, mais de 78% foram diagnosticados no Centro Municipal de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Segundo a coordenadora da unidade, Vanessa Sampaio, 418 testes foram realizados no mês passado.
“Todos os pacientes que testam positivo para o vírus ou a doença, tanto da rede particular como de outros locais de assistência em saúde da rede municipal, são encaminhados para fazer o acompanhamento conosco. Estamos sempre buscando focar na prevenção e oferecer o melhor suporte aqueles que vivem com o HIV”, relatou.
Dentre os 33 pacientes diagnosticados no mês de dezembro, 26 são homens e 7 mulheres, sendo o maior número de incidência em pessoas com 20 a 44 anos. “Todos assistidos por uma equipe multidisciplinar da rede municipal de saúde que é composta por médicos infectologistas, obstetras, ginecologista e pediatra, além de enfermeiros, psicólogos, odontólogos, assistente social e nutricionista”, destacou a coordenadora.Em Feira, os testes para detecção de HIV/Aids estão disponíveis de segunda a sexta-feira, no Centro Municipal de Referência em IST/ HIV/AIDS que fica localizado na rua Professor Geminiano Costa, Centro. O exame é feito em menos de 30 minutos de forma rápida e sigilosa.
Fonte: Ascom

A frota do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) passa a contar com cinco ambulâncias 0km, que foram entregues nesta quinta-feira (19), pelo Ministério da Saúde e irão substituir veículos antigos que possuem mais tempo de fabricação e quilometragem.Os novos equipamentos são de suporte básico, contendo medicamentos, rede de oxigênio, colares cervicais, cilindro de O2, prancha longa de madeira para imobilização da coluna, talas de imobilização de fraturas e ressuscitador manual adulto e infantil.
Com a chegada dos novos veículos, o prefeito Colbert Martins Filho informou que solicitará do Ministério da Saúde a autorização para recuperar as ambulâncias antigas e continuar trabalhando com elas, como ambulâncias básicas.
“Temos veículos de 2015, com mais de um milhão de quilômetros rodados. Essa renovação é importante para reequipar o SAMU que tem uma atuação importante no nosso município, contribuindo para salvar muitas vidas, mas temos veículos em boas condições que podem ser recuperados e continuar prestando serviço à população”, destaca.
Em Feira de Santana, são oito ambulâncias de suporte básico e duas de suporte avançado, além de uma moto, atuando no órgão. De acordo com a coordenadora do SAMU, Maiza Macedo, a nova frota tornará o atendimento à população mais ágil.
“Teremos uma melhoria significativa, por se tratar de automóveis novos, com equipamento interno mais moderno, levando mais qualidade à população”.
As ambulâncias serão emplacadas e, logo após, incorporadas à frota do SAMU. A população pode acionar o serviço ligando para o 192, que funciona ininterruptamente.
Fonte: Ascom

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Benedito Gonçalves, admitiu nesta quinta-feira (19) mais uma ação de investigação judicial eleitoral (Aije) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
No total, a Corte já soma 16 ações para investigar o ex-presidente. Este tipo de procedimento apura eventual abuso de poder político e econômico e pode deixar Bolsonaro inelegível.
Na ação, a coligação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, autora do pedido, aponta como justificativa para a investigação a realização de atos de campanha por Bolsonaro nas dependências do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada, incluindo o anúncio de apoios para sua candidatura na disputa do 2º Turno das eleições de 2022.
De acordo com a coligação, ao utilizar os palácios como “palco de encontro” com governadores, deputados federais e celebridades, Bolsonaro desvirtuou a finalidade dos bens públicos com o objetivo de alavancar a sua candidatura
O ministro pontuou que a legislação eleitoral não concedeu “autorização irrestrita” para o uso de bens públicos com fins privados.
“Conforme se observa, não foi concedida autorização irrestrita que convertesse bens públicos de uso privativo dos Chefes do Executivo, custeados pelo Erário, em bens disponibilizados, sem reservas, à conveniência da campanha à reeleição. No caso da residência oficial, os atos de campanha que a lei autoriza são eminentemente voltados para arranjos internos, permitindo-se ao Presidente receber interlocutores reservadamente, com o objetivo de traçar estratégias e alianças políticas”.
Gonçalves também ressaltou que os espaços públicos “serviram de palco” para “atos ostensivos de campanha”.
“Extrai-se do material analisado que espaços tradicionalmente usados para a realização de coletivas pelo Presidente da República, no desempenho de sua função de Chefe de Estado, serviram de palco para a realização de atos ostensivos de campanha, nos quais se buscou projetar uma imagem de força política da candidatura de Jair Bolsonaro, que se evidenciaria nas alianças com governadores que alcançaram mais de 50% dos votos em seus estados já no primeiro turno e na expressividade de sua base de apoio no Congresso”.
O ministro considerou ainda que a conduta de Bolsonaro “é passível de se amoldar à figura típica do abuso de poder político, havendo elementos suficientes para autorizar a apuração dos fatos e de sua gravidade no contexto das Eleições 2022”.
Informações TBN

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alegou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que a minuta encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres era um “rascunho” e “apócrifa” — não continha assinatura em nome de ninguém — e que por isso o documento deve ser desconsiderado.
A alegação consta na defesa apresentada pela equipe de advogados de Bolsonaro à Suprema Corte Eleitoral nesta quinta-feira (19), segundo informações da CNN Brasil.
Informações TBN
Alta de preços em metrópoles faz moradores, principalmente os mais jovens, buscarem espaços pequenos em áreas centrais, no lugar de imóveis grandes que demandam mais tempo de locomoção até o centro.
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Menores apartamentos — Foto: Montagem/Reprodução/Redes sociais
O alto gasto com moradia em grandes cidades fez surgir um boom de apartamentos muito pequenos em várias partes do mundo, atraindo, principalmente, quem abre mão de espaço para poder viver em regiões centrais.
Tem empreendimento de 10 m² por R$ 200 mil no Centro de São Paulo; imóvel de 3 m² com aluguel equivalente a quase R$ 2 mil na Coreia do Sul; e a casa mais estreita de Londres, vendida por US$ 1,3 milhão.
Um levantamento de 2022 do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) apontou um crescimento na oferta de apartamentos de até 30 m² na capital paulista, maior metrópole brasileira.
Em 2016, nos cinco primeiros meses do ano, foram lançados 30 imóveis desta categoria na cidade. No mesmo período de 2022, o número saltou para 5.066.
Veja abaixo como é viver em alguns desses espaços pelo mundo.

Vídeo mostra imóvel anunciado como “menor apartamento da América Latina”
Na Santa Cecília, bairro central da cidade de São Paulo, um imóvel de 10 m² foi anunciado em 2022 como o “menor apartamento da América Latina”.
No espaço, apenas um box divide o banheiro do resto do espaço – a cozinha junto de um dormitório. No vídeo, publicado por um corretor na internet, a informação era de que o valor da venda era de R$ 200 mil.
O vídeo gerou indignação nas redes sociais. “Por que a música é feliz, se o vídeo é triste?”, postou um internauta. Mas houve quem defendesse: “Lado bom, a faxina mais rápida do mundo acontecerá”, escreveu outro. Dentre as vantagens, também foi listada a proximidade com o metrô e outros serviços.
A incorporadora Vitacon informou à época que lançou o prédio, que também possui apartamentos de até 77m², em 2017, com o valor da unidade de 10 m² a R$ 99 mil.
Segundo a construtora, todas as unidades foram vendidas no fim de semana de lançamento. O edifício tem áreas compartilhadas entre os moradores, como uma cozinha comunitária com o nome de “cokitchen”, coworking, lavanderia, academia e cinebar.

Brasileira mostra apartamento de 3m² na Coreia do Sul
Na Coreia do Sul, os microapartamentos conhecidos como goshiwon têm apenas 5 m², e às vezes, 3 m². São moradias que saem mais em conta do que os apartamentos convencionais e foram pensadas para estudantes e idosos que moram sozinhos.
Geralmente, há espaço apenas para a cama, um vaso sanitário, pequeno armário de roupa e mesa. Há opções com e sem janela, com banheiro privado ou compartilhado.
As cozinhas e lavanderias geralmente são coletivas, e há andares só de homens e só de mulheres. É comum os proprietários deixarem de “mimo” nas cozinhas coletivas macarrão instantâneo e arroz.
Mesmo em apartamentos com janela, muitas vezes a vista é para o corredor do prédio. A regulagem da temperatura, pelo aquecedor ou pelo ar-condicionado, geralmente não é feita pelo inquilino, mas pelo dono do imóvel, o que dificulta para quem mora controlar a circulação de ar.
Os aluguéis ficam na faixa de R$ 1.900, segundo relatos à BBC de brasileiras que moram no país.
Reprodução de página da agência imobiliária que anuncia a casa mais fina de Londres — Foto: Reprodução
Em Londres, chamou a atenção em 2021 o anúncio da venda de uma casa que não é exatamente minúscula, pois tem cinco andares, mas é peculiar por ser considerada a mais estreita da capital inglesa: tem 1,7 m de largura.
O imóvel, que funcionou como depósito de chapéus, fica entre um consultório médico e um salão e beleza, e foi anunciado por US$ 1,3 milhão (R$ 6,6 milhões na atual conversão).
A construção data do período entre o final do século XIX e o início do século XX. O alto preço se deve muito a seu valor histórico, mas também à localidade, no bairro de Shepherd’s Bush, próximo ao Holland Park e a Notting Hill.
O valor de venda é exagerado até em relação ao custo médio de uma casa no Reino Unido, que é de 256 mil libras (R$ 1,6 milhão na atual conversão).
Embora a cozinha da casa, localizada no mezanino, seja o local mais estreito, ela abre para uma sala de jantar com o dobro do tamanho. Atrás, duas portas que funcionam ao mesmo tempo como janelas abrem para um jardim de 2,5 metros de largura.
Na capital japonesa, os apartamentos minúsculos também são uma opção para jovens profissionais que preferem boa localização em vez de gastar tempo no transporte público morando nos subúrbios de Tóquio.
O morador de um desses imóveis, de 9 m², contou em entrevista à BBC que a área é tão pequena que ele costuma fazer as refeições em pé.
Segundo a empresa Spilytus, responsável por apartamentos desse tipo em Tóquio, pessoas na faixa dos 20 e 30 anos representam 80% dos inquilinos.
Informações G1

Os juros futuros começaram em alta nesta quinta-feira, 19, depois das críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à independência do Banco Central (BC) e à atual meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN)
Em entrevista à GloboNews, Lula questionou a finalidade de um BC independente “se a inflação e taxa de juros estão do jeito que estão” e também declarou que a meta de inflação para este ano (3,25%, podendo chegar a 4,75%) é exagerada e obriga a um “arrocho” na economia com aumento da taxa de juros. Em 2022, a inflação fechou em 5,79%, segundo o índice oficial calculado pelo Instituto de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Os juros futuros, que representam uma expectativa do mercado sobre a taxa de juros entre o dia da negociação e uma data futura, dispararam nesta manhã. Houve ajuste para cima das taxas até 2026. A Bolsa de Valores também registrou aumento do dólar em 1,18% e queda do Ibovespa futuro em 11%.
Na entrevista à GloboNews, Lula se disse irritado com quem pede disciplina fiscal sem preocupação com a área social. “Eu posso te dizer, com a minha experiência, é uma bobagem achar que um presidente do Banco Central independente vai fazer mais do que quando o presidente era quem indicava.”
O presidente também disse que duvida que o atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, seja mais independente do que foi Henrique Meirelles, que presidiu a autoridade monetária durante os dois primeiros mandatos de Lula, entre 2003 e 2010. “Por que o banco é independente e a inflação e os juros estão do jeito que estão?”, questionou.
Revista Oeste
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Desempregados se aglomeram em fila do lado de fora de escritório de seguro-desemprego em Santiago, o Chile, em 29 de maio — Foto: Reuters/Ivan Alvarado
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,1% em novembro. Foi a menor taxa de desocupação desde o trimestre encerrado em abril de 2015, que registrou a mesma taxa.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (19) pelo IBGE.
Com isso, a taxa recuou 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto (8,9%) e 3,5 pontos percentuais na comparação com novembro de 2021 (11,6%).
A população desocupada estava em 8,7 milhões de pessoas em novembro, recuo de 9,8% (menos 953 mil pessoas) frente ao trimestre terminado em agosto e de 29,5% (menos 3,7 milhões de pessoas desocupadas) na comparação com novembro de 2021. Trata-se do menor contingente desde o trimestre encerrado em junho de 2015.
De acordo com o IBGE, “a taxa de desocupação vem caindo de forma significativa há seis trimestres móveis consecutivos”.
Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, explica que a retração em novembro é explicada pelo aumento de 0,7% na ocupação no período – acréscimo de 680 mil pessoas no mercado de trabalho -, que novamente atingiu o maior nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
“Embora o aumento da população ocupada venha ocorrendo em um ritmo menor do que o verificado nos trimestres anteriores, ele é significativo e contribui para a queda na desocupação”, explica a pesquisadora.
Beringuy acrescenta que as quedas sucessivas na taxa de desocupação também foram um reflexo do aumento no número de ocupados, em um movimento de recuperação do mercado de trabalho observado desde 2021.
“A partir desse momento, houve essa expansão da população ocupada, primeiramente dos trabalhadores informais e, depois, do emprego com carteira assinada nos mais diversos grupamentos de atividades, como comércio e indústria. Mais recentemente, também houve aumento nos serviços, que exercem um papel importante na recuperação da população ocupada no país”, diz.
Com o aumento do número de trabalhadores, o nível da ocupação (percentual de ocupados na população em idade de trabalhar) foi estimado em 57,4%, variação de 0,3 ponto percentual frente ao trimestre encerrado em agosto (57,1%).
O principal impacto para o aumento da ocupação veio dos empregados com carteira assinada no setor privado, que cresceu 2,3% (ou 817 mil pessoas) em relação a agosto. No ano, esse contingente subiu 7,5%, 2,6 milhões de pessoas a mais.
“Desde o segundo semestre de 2021, observamos o crescimento dessa categoria. É um registro importante, uma vez que não apenas indica o aumento do número de trabalhadores, mas também sinaliza a redução na informalidade da população ocupada”, diz a coordenadora.
De acordo com o IBGE, a taxa de informalidade ficou em 38,9%, a menor desde o trimestre encerrado em novembro de 2020 e queda de 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em agosto. No período, o IBGE contabilizou 38,8 milhões de trabalhadores informais.
A queda veio dos seguintes fatores:
“Houve uma expansão do emprego com carteira de trabalho e também uma retração do trabalhador por conta própria, que responde por parte significativa do trabalho informal. A queda nesse número acabou influenciando a taxa de informalidade”, explica Adriana.
A pesquisa registrou queda de 203 mil pessoas entre os desalentados, redução de 4,8%. Em novembro, esse contingente de trabalhadores era estimado em 4,1 milhões.
A população desalentada é definida como aquela desistiu de procurar trabalho e está fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não consegue trabalho adequado, ou não tem experiência ou qualificação, ou é considerado muito jovem ou idosa, ou porque não há trabalho na região – e que, se tivesse oferta de trabalho, estaria disponível para assumir a vaga.
Já entre aqueles que não estavam ocupados nem procuravam uma vaga no mercado, mas tinham potencial para se transformarem em força de trabalho (força de trabalho potencial), eram 454 mil pessoas a menos – queda de 5,8%.
A população fora da força de trabalho cresceu 1% no trimestre, o que representa 660 mil pessoas a mais.
O rendimento médio real (descontada a inflação) foi estimado em R$ 2.787, aumento de 3% em relação ao trimestre encerrado em agosto. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o crescimento foi de 7,1%.
A massa de rendimento real habitualmente recebida por pessoas ocupadas (em todos os trabalhos) também cresceu nas duas comparações e chegou a R$ 273 bilhões, novamente atingindo recorde na série histórica da pesquisa. Frente ao trimestre terminado em agosto, o aumento foi de 3,8%, ou mais R$ 10,1 bilhões.
“A massa de rendimento vem crescendo ao longo do ano. No trimestre encerrado em novembro, o crescimento foi influenciado simultaneamente pela expansão no número de trabalhadores e pelo aumento do rendimento médio real”, destaca Adriana. Na comparação com o mesmo trimestre de 2021, houve aumento de 13%, um acréscimo de R$ 31,4 bilhões.
O rendimento médio real habitual cresceu em relação a agosto nas seguintes categorias:
Entre as modalidades de ocupação, houve aumento nas seguintes categorias:
Em relação aos grupamentos de atividades, os maiores aumentos de trabalhadores foram nos setores de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, além de Transporte, armazenagem e correio. Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais vem em seguida, com destaque para os segmentos de saúde e educação.
O setor comercial, que costuma oferecer mais oportunidades de trabalho com a proximidade das festas de fim de ano, foi um dos que não avançaram significativamente na comparação com o trimestre anterior. Além do comércio, os outros grupamentos de atividades pesquisados também ficaram estáveis no trimestre. Veja abaixo:
Veja os principais números do mercado de trabalho divulgados pelo IBGE:
Informações G1

Número é 90% menor do que o mencionado pela ministra
Um documento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contradiz uma fala da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, segundo a qual mais da metade dos brasileiros passa fome.
O Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional 2022 informa: o Brasil tem 4,1% da população subalimentada, equivalente a quase 9 milhões de pessoas. O relatório anual foi divulgado na quarta-feira 18.
Conforme o estudo, a Venezuela é a que mais tem pessoas passando fome na América do Sul. A pesquisa deu conta de pouco mais de 20% da população nesse estado. A porcentagem diz respeito a 6,5 milhões de pessoas.
Entre outros motivos, a FAO responsabiliza o conflito entre Ucrânia e Rússia pelo aumento dos preços dos alimentos no mundo, além da pandemia de covid.
Os números obtidos pela FAO também põem em xeque uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar, segundo a qual o Brasil tem 33 milhões de brasileiros passando fome.

Como medida de enfrentamento da fome no Brasil e em outros países, a ONU sugere políticas de mercado que possam facilitar e baratear a produção e venda de alimentos, a fim de melhorar a segurança alimentar de mais famílias.
“As políticas comerciais e de mercado podem desempenhar um papel fundamental na melhoria da segurança alimentar e nutricional, já que mediante uma maior transparência e eficiência se reduz a incerteza e se melhora a previsibilidade e estabilidade do comércio agroalimentar inter-regional”, observa a ONU.
Revista Oeste