
Denúncia do Ministério Público foi apresentada nesta segunda-feira (9). Até o final do dia o procedimento deve ser distribuído por meio de sorteio
O Ministério Público Federal (MPF) determinou abertura de uma investigação para apurar possível omissão da Polícia Militar do Distrito Federal diante dos atos de vandalismo que ocorreram no domingo (8). A denúncia pede apuração da conduta do comandante da corporação, Coronel Fábio Augusto Vieira.
A denúncia foi apresentada nesta segunda-feira (9). Até o final do dia o procedimento deve distribuído por meio de sorteio eletrônico.
“O Comando-Geral da Polícia Militar do DF deixou de adotar as medidas necessárias à manutenção da ordem e à segurança do patrimônio público possibilitando a invasão e destruição das sedes dos três poderes”, afirma o coordenador de controle externo da atividade policial, procurador da República Peterson da Paula.
O Antagonista

Cerca de 5 horas antes de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro “furarem” o bloqueio da polícia e invadirem o Congresso Nacional, neste domingo (8), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) havia emitido um alerta sobre o risco das manifestações para autoridades do Distrito Federal (DF).
Por volta das 10h, a Abin já tinha realizado um comunicado a respeito da movimentação dos responsáveis pelos atos antidemocráticos até a Esplanada dos Ministérios.
No entanto, somente às 17h30, após um cenário de destruição ter se instalado no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal (STF), policiais iniciaram a dispersão dos envolvidos nos atos terroristas.
Vale ressaltar que no sábado (7) a Abin já havia informado para membros do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) sobre a movimentação de bolsonaristas até a Esplanada dos Ministérios, segundo o jornal Folha de S. Paulo.
Fonte: Metro1

A senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) disse, na tarde desta segunda-feira (9), que conseguiu 31 assinaturas para o pedido de instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O objetivo é apurar as manifestações que aconteceram em Brasília, no domingo (8).
– Alcançamos agora um número maior do que o necessário para a abertura da CPI dos Atos Antidemocráticos no Senado Federal. Agradeço a todos os colegas que apoiaram a iniciativa. A democracia é sagrada! Muitos percebem somente depois que a perdem. No nosso Brasil ela sobreviverá – escreveu a senadora, no Twitter.
Fonte: Pleno News

Foi preso na última sexta-feira (6), na cidade de Santa Luzia, na Paraíba, o acusado de matar o professor José Eduardo Menezes Castro de Jesus, 42 anos, a golpes de pá, no bairro Jardim Cruzeiro em Feira de Santana, no dia 27 de outubro de 2021.
O professor foi dado como desaparecido até o corpo ser encontrado enterrado nos fundos de uma padaria em construção na Rua Andaraí, no mesmo bairro, no dia 29 de outubro.
A prisão
Segundo o delegado Rodolfo Faro, titular da Delegacia de Homicídios, o acusado estava foragido e foi preso por policiais militares da Paraíba, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.
“Ele já vinha sendo procurado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana desde o cometimento deste delito como autor, segundo as investigações. Com o apoio da Polícia Militar do estado da Paraíba, após investigações realizadas pela Delegacia de Homicídio, foram realizadas diversas diligências que culminaram com a prisão deste indivíduo. Foi um crime bárbaro que chamou a atenção da sociedade de Feira pela crueldade. As investigações foram rápidas, chegamos de imediato à elucidação deste crime, representamos pela prisão preventiva, tendo em vista que o autor fugiu da cidade logo após o delito, e trabalhamos ao longo do ano no intuito de localizá-lo”, informou o delegado ao Acorda Cidade.
Rodolfo Faro informou que o investigado será recambiado para o Conjunto Penal de Feira de Santana nos próximos dias. De acordo com o delegado, inicialmente ele fugiu para uma cidade do interior da Bahia e posteriormente as investigações apontaram que ele teria se mudado para o estado da Paraíba, sua cidade natal.
Com informações do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade

Jair Bolsonaro foi internado às pressas no AdventHealth Celebration, hospital nas imediações de Orlando, na Flórida. Assessores informam que o ex-presidente sentiu fortes dores abdominais, quadro semelhante ao de novembro quando passou por exames no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.
Bolsonaro já foi internado ao menos 7 vezes desde que foi esfaqueado por Adélio Bispo durante a primeira campanha presidencial, em 2018. O ex-presidente, que tem histórico de suboclusão intestinal, já teve recomendação de nova cirurgia para tratar uma hérnia.
Fonte: O Antagonista

Após o assassinato de três detentos do Conjunto Penal de Feira de Santana (VEJA), entre a noite de sábado (7) e a madrugada de domingo (8), 25 presos foram transferidos da unidade feirense para o Presídio de segurança máxima, em Serrinha.
Segundo o diretor do Presídio de Feira, José Freitas, a mudança foi realizada após o registro de grupos rivais na unidade do pavilhão 8, que resultou na morte dos três detentos, que eram integrantes de uma facção criminosa.
As vítimas foram identificadas como Júlio César da Silva Rocha, de 31 anos; Everson Avelino de Jesus, de 23; e Marcos Antônio Vitória Nunes, de 32. De acordo com o boletim policial, Júlio César e Antônio tiveram suas cabeças decapitadas.
“Os autores dos crimes utilizaram cordão de nylon para matar os detentos; já o terceiro foi asfixiado”, disse Freitas, em entrevista ao repórter Denivaldo Costa, no programa Subaé Notícias. Ele também ressaltou que o banho de sol foi suspenso durante o domingo, após os assassinatos que ocorreram entre sexta e sábado em Feira de Santana.
O coordenador da Polícia Civil de Feira de Santana, delegado Roberto Leal, informou que todos os detentos negam participação nos crimes. Ainda de acordo com o delegado, “as mortes fora do Presídio, desde o dia 5 deste ano, acabaram refletindo diretamente nos assassinatos dentro da unidade prisional”.
(Com informações e foto do repórter Denivaldo Costa, Blog Central de Polícia).

Os manifestantes que invadiram o Palácio do Planalto durante uma manifestação, neste domingo (8), roubaram armas letais e não letais do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Além disso, munições e documentos foram levados. A informação foi divulgada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta.
Pimenta mostrou maletas vazias que, segundo ele, guardavam o armamento da segurança presidencial. Durante a tarde, um grupo de pessoas que não aceitam a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022 furou o bloqueio policial e invadiu os prédios do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto.
Informações TBN

O presidente Lula (PT) convocou os 27 governadores de estados e do Distrito Federal para uma reunião de emergência em Brasília nesta segunda-feira (9). Prefeitos de capitais também estão sendo convidados para o evento.
O objetivo é tratar dos atos que ocorreram ontem em Brasília e resultaram na depredação dos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF).
O petista decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal até 31 de janeiro.
Informações TBN

Por volta das 5h40 desta segunda-feira, 9, manifestantes bloquearam a Marginal do Tietê, em São Paulo, na altura da Ponte dos Remédios. A interdição foi feita com objetos e pneus em chamas. As três vias sentido capital foram interditadas, mas a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Corpo de Bombeiros conseguiu realizar uma limpeza para liberar o fluxo de veículos após uma hora e meio de ato. Segundo a polícia, não é possível dizer que a manifestações foi direcionada politicamente, como a que ocorreu em Brasília no último domingo, 8.
Ainda assim, outros dois pontos de trânsito foram bloqueados nesta segunda em São Paulo, na Rodovia Régis Bittencourt, próximo ao quilômetro 289, em Embu das Artes; e na Ponte do Piqueri, no bairro da Lapa, zona oeste da capital paulista. Ainda no domingo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) se pronunciou sobre os atos antidemocráticos em Brasília, afirmando que não irá permitir que o mesmo ocorra em São Paulo.
Veja o vídeo:
Jovem Pan

A decisão de Moraes ocorreu no âmbito de um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de inserir Rocha no inquérito dos supostos atos antidemocráticos. Segundo Moraes, os protestos tiveram a anuência de Rocha.
“A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido”, observou Moraes, na ação.
Moraes disse que o afastamento de Ibaneis se justifica diante do cometimento dos seguintes crimes: atos preparatórios de terrorismo, associação criminosa, dano, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Com a ordem emitida na madrugada desta segunda-feira, 9, a vice de Ibaneis Rocha, Celina Leão, assume o governo interinamente.
Informações Revista Oeste