
Novas fotos divulgadas na semana passada reforçam os rumores de que a filha de cerca de 10 anos de Kim Jong-un, chamada Ju Ae, pode assumir o comando da ditadura da Coreia do Norte. Na última sexta-feira (17), a menina e o pai se reuniram com outras autoridades e militares para assistir a jogos esportivos entre equipes do Gabinete e do Ministério da Defesa Nacional em Pyongyang.
Os jogos foram realizados em comemoração do Dia da Estrela Brilhante, o aniversário de nascimento do ex-líder norte-coreano Kim Jong-il, que completaria 80 anos.
Esta foi a primeira vez em que a filha de Kim Jong-un foi vista em um evento que não é considerado militar.
Ju Ae apareceu publicamente pela primeira vez em novembro de 2022 em imagens divulgadas pela mídia estatal da Coreia, durante um teste de míssil balístico.
Outro sinal de que Ju Ae possa estar sendo preparada para assumir o lugar do pai é que o país lançou recentemente selos postais que têm a imagem da menina estampada.
Segundo informações da imprensa sul-coreana, Ju Ae supostamente tem dois irmãos, que também são filhos de Kim: um rapaz mais velho e uma menina mais nova.
Ju Ae já foi descrita pela agência de notícias oficial do país como a filha ‘mais amada’ ou ‘preciosa’ de Kim Jong-un.

O que era para ser só mais uma passagem de um bloco tradicional, virou o pesadelo para uma mulher que estava curtindo o Carnaval no circuito Campo Grande, no último dia do festejo.
No vídeo, gravado nesta terça-feira (21), mostra a mulher sendo encurralada por vários associados do bloco As Muquiranas, que não a deixavam sair da roda formada por eles.
A mulher foi empurrada e jogada para cada um que formava a roda. Além disso, os homens jogavam água nela com as armas de brinquedo, ação que já é criticada há muito tempo. A situação só foi estabelecida quando a Guarda Municipal apareceu e desmontou o circulo que formava o assédio. No final da gravação ainda é possível ver um Muquiranas ainda apontando para a mulher como se estivesse a acusando de algo.
O vídeo viralizou nas redes sociais e muitas mulheres retomaram com o pedido para acabar com o bloco, movimento esse que já vem sendo mobilizado há alguns anos, desde antes da pandemia.
Informações Correio

A Imperatriz Leopoldinense é a campeã do Carnaval do Rio. A escola levou à Marquês de Sapucaí um enredo sobre a saga de Lampião na tentativa de entrar no céu e no inferno e se tornou um dos destaques do segundo dia de desfile. A Império Serrano foi rebaixada para o Grupo de Acesso – Série Ouro.
A escola resumiu o enredo com excelência na apresentação da comissão de frente, além de ter mostrado fantasias e alegorias sublimes e uma das melhores baterias do ano. Harmonia e evolução lembraram a escola na virada do século, quando levou o tricampeonato (1999, 2000 e 2001).
Depois dos três campeonatos seguidos entre 1999 e 2001, a escola não conquistou mais nenhum título. Em toda sua história, no entanto, ela acumula agora nove títulos, sendo o primeiro de 1980.
A apuração começou um pouco depois das 16h com o anúncio de penalidade para a Mocidade Independente do Padre Miguel por demora na retirada de seus carros da área delimitada na Sapucaí após o desfile. Ela não teve desconto de ponto, mas deverá pagar uma multa de R$ 60 mil.
Ao término do primeiro quesito já se destacavam na frente Salgueiro, Mangueira, Vila Isabel, Grande Rio e Imperatriz Leopoldinense, sendo o Salgueiro a única escola com todas as notas 10 —pelas regras deste ano, quatro jurados avaliam cada quesito e a nota mais baixa é descartada.
Foi após quatro quesitos que a Imperatriz Leopoldinense se despontou com líder isolada pela primeira vez e assim se manteve até o final.

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Imperatriz Leopoldinense Lucas Landau/ UOL

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Faixa preta de taekwondo, a ex-passista também é formada em comunicação social pela UFRJ. Ela substituiu a cantora Iza no posto Zô Guimarães/ UOL

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Imperatriz Leopoldinense Zô Guimarães/ UOL

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Imperatriz Leopoldinense Zô Guimarães/ UOL

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Lampião foi o personagem escolhido pela escola do bairro de Ramos, zona norte do Rio Lucas Landau/ UOL

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A Imperatriz Leopoldinense foi a quarta escola de samba a desfilar na Marquês de Sapucaí na madrugada desta terça-feira Lucas Landau/ UOL

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O enredo foi “o aperreio do cabra que o excomungado tratou com ‘má-querença’ e o santíssimo não deu guarida” Lucas Landau/ UOL

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Com base na literatura de cordel, a escola especulou sobre o que ocorreu com Lampião após a morte Lucas Landau/ UOL

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O samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense conta que Virgulino Ferreira da Silva não foi aceito no céu e nem no inferno Lucas Landau/ UOL

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Os carros alegóricos escolhidos para o desfile retratam os dois ambientes Zô Guimarães/ UOL

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O desfile também trouxe referências constantes ao sertão nordestino Lucas Landau/ UOL

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Uma simulação de perseguição aos capangas de Lampião foi montada em um dos veículos de destaque da escola Zô Guimarães/ UOL

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A Imperatriz Leopoldinense contou com a estreia de Maria Mariá como rainha da bateria Zô Guimarães/ UOL

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Lampião foi o personagem escolhido pela escola do bairro de Ramos, zona norte do Rio Lucas Landau/ UOL

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A Imperatriz Leopoldinense foi a quarta escola de samba a desfilar na Marquês de Sapucaí na madrugada desta terça-feira Lucas Landau/ UOL

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O enredo foi “o aperreio do cabra que o excomungado tratou com ‘má-querença’ e o santíssimo não deu guarida” Lucas Landau/ UOL

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Com base na literatura de cordel, a escola especulou sobre o que ocorreu com Lampião após a morte Lucas Landau/ UOL

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O samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense conta que Virgulino Ferreira da Silva não foi aceito no céu e nem no inferno Lucas Landau/ UOL

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Os carros alegóricos escolhidos para o desfile retratam os dois ambientes Lucas Landau/ UOL

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O desfile também trouxe referências constantes ao sertão nordestino Lucas Landau/ UOL
Ao todo, 12 escolas participaram dos desfiles do Grupo Especial. Os destaques foram Imperatriz Leopoldinense, Unidos de Vila Isabel, Viradouro, Mangueira e Grande Rio, tanto pela beleza quanto pela técnica, além de alguns truques e peripécias, como um carro abre-alas bêbado da Vila Isabel.
Houve também alguns problemas durante o desfile. Antes de entrar na Sapucaí, a Beija-Flor teve um incêndio em seu segundo carro, enquanto a Portela teve imprevistos com o truque da comissão de frente e com a peruca da porta-bandeira Luciana Nobre, além do terceiro carro ter batido na grade.
A Unidos da Tijuca, que tinha Juliana Paes como destaque, também teve problema com uma alegoria, que precisou ser rapidamente deslocado por membros da escola em uma área próxima aos jurados. Já o Salgueiro, de Viviane Araújo e Deborah Secco,mostrou falha em sua evolução.

Rhilari Victoria completa hoje dez dias de vida, pesa 3kg e não sai do peito da mãe, a cozinheira Zuleide Pereira Alves, 38. “Deixa que eu falo”, diz, enquanto alimenta a criança e relembra as horas de horror — das 2h da manhã de sábado (18) às 9h de domingo — quando perdeu sua casa na tragédia que destruiu parte do litoral norte de São Paulo. Ela e mais onze pessoas compartilham agora o chão, o teto e as paredes de uma sala de aula de 50 m², transformada em abrigo, próxima de onde moravam. As quatro famílias viviam em casas vizinhas na Rua Antonio Tenório dos Santos, no bairro de Itatinga, em São Sebastião (SP).
As vítimas têm sido bem atendidas. Falaram com psicóloga, foram consultadas por um médico. Tomaram banho, comeram. As doações começaram a chegar ao local. O amparo não livra Zuleide dos pesadelos. Ela tem medo de nunca mais sair dali, daquela avalanche.
Naquela noite a bebê recebeu a visita da madrinha, que não mora na região. As comadres falavam sobre coisas da televisão e fumavam um cigarro. “De repente, escutamos um barulho. Não era um trovão, era o morro rachando. Descia moto, carro, era tudo levado pela lama”, conta Zuleide, que entrou em desespero e saiu gritando, acordando os parentes que moravam ao lado. “Gente, o morro tá desabando, o morro tá descendo, o morro tá descendo!” Alguns dormiam.
As pedras que rolavam batiam nas casas com força. Um carro foi arrastado para dentro da casa de sua irmã.
Daí veio uma segunda avalanche. “Gritei ‘pelo amor de Deus, pega as crianças e vamos correr’. Fomos para a casa da sogra da minha irmã, já tinha um pessoal lá. O morro não parou mais de cair.”
Uma família pulou na lama para, segundos depois, um poste cair sobre a casa de onde saíram. Zuleide apenas pensava que iriam todos morrer soterrados. Ela conseguiu salvar a filha de Gabriel Moromizato, 27. Ele presta serviços de limpeza para a prefeitura e conseguiu mergulhar com a criança primeiro, entregá-la a Zuleide e depois fazer o mesmo para resgatar a mulher.
Espremidos na casa da sogra, a lama foi entrando e subindo. O portão foi trancado pelas pedras e subindo pelo quintal. Um botijão de gás começou a vazar.

Resgate e polícia foram acionados, mas ninguém apareceu. Por telefone, as vítimas ouviram que o socorro, naquele momento, estava concentrado na costa sul porque a calamidade lá era maior. “Então a gente tem que esperar morrer pra vir o socorro?”, perguntava Zuleide. Do outro lado, outra pergunta: “mas tem vítima?”. Crianças gritavam de medo.
No meio da madrugada, as 11 pessoas pularam o muro debaixo de chuva com a bebê e duas crianças. Uma corrente de lama passava com força. Entraram na correnteza para escapar.
O socorro apareceu às 9h, depois que já tinham saído da zona de perigo. O pai de Rhilari pisou na lama assentada, quando a chuva deu uma trégua. O barro batia na cintura. Um braço segurava a criança no alto, só com uma mão; a outra apoiava no muro.
“Todos iam segurando no muro, pisando em caco de vidro, pedra com ponta. Paramos em frente ao escadão”, explicou Zuleide. O escadão era a parte mais baixa, onde havia dezenas de árvores se amontoando.

Os sobreviventes só encontraram a equipe de salvamento quando saíram da zona de perigo. Eles perderam tudo que tinham: geladeira, fogão, armário, camas, roupas, fraldas do chá de bebê de Rhilari, televisão. No encontro com as autoridades, pediram documentos para a liberação de auxílios.
“Como que vou salvar documento?”, pergunta Zuleide. “Claro que ninguém tem.”
Informações UOL

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a concessão para exploração de uma linha de trem que circula em alta velocidade, fazendo o trajeto que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. A perspectiva de investimento deste projeto é de R$ 50 bilhões.
A decisão foi publicada nesta quarta-feira (22) e concede a operação da linha pela empresa TAV Brasil por 99 anos.
A construção da linha está prevista para começar no segundo semestre de 2026, mas o “trem-bala” só deve iniciar sua operação no segundo semestre de 2032. Para conter custos excessivos com operações e desapropriações, as estações principais devem ser construídas fora da região central. Em São Paulo, será na Zona Norte da cidade. Já no Rio de Janeiro, no extremo oeste da capital.
O percurso completo entre Rio e São Paulo deve levar cerca de 85 minutos, o que deve alterar a frequência de voos na ponte aérea entre as duas cidades.
São planejadas estações em São José dos Campos (SP) e Volta Redonda (RJ), além de túneis na capital paulista.
O projeto chegou a ser ambicionado para as Olimpíadas de 2016, mas nunca houve quem tirasse o projeto do papel.
Informações Pleno News

O comércio de Feira de Santana foi autorizado a funcionar na segunda e terça´feira de Carnaval, mas nem todos os lojistas aderiram trabalhar nestes dois dias e o resultado foi de ruas e avenidas desertas como o Acorda Cidade já divulgou.
Embora a minoria das lojas estivesse aberta, além do Shopping Boulevard durante estes dois dias, o presidente do Sindicato Patronal, Marco Silva avaliou como resultado positivo o movimento (veja mais aqui).
Já o presidente do Sindicato dos Comerciários, Antônio Cedraz afirmou que pretende sentar com o outro sindicato mais vezes para que as negociações possam fluir sem nenhum problema.
“Acho que ninguém venceu e também não houve ninguém vencido, mas devemos deixar isso de lado e sentar para dialogar, porque desde o início eu me questionava, vai abrir a loja, mas vai vender para quem? Os dois sindicatos devem sentar para conversar, dei até a sugestão para que a cada três meses, exista uma reunião para identificar os problemas existentes no comércio da cidade, precisamos nos entender para que não haja mais prejuízos”, afirmou.
Segundo Antônio Cedraz, quando a categoria decidiu mudar a segunda-feira de Carnaval, já não havia mais tempo para negociação.
“Nas outras vezes nós não fizemos isso em virtude da pandemia, então conversando com os comerciários, eles decidiram que era importante ter esta data como reconhecimento, a honra de ter um dia celebrado. Então houve a convenção coletiva, ficou definido que iria permanecer o feriado em outubro, Marco Silva tinha conversado comigo para trocar, mas a categoria não queria. Tivemos assembleias e quando os comerciários sentiram, perceberam que seria melhor trocar a segunda do Carnaval, eu tentei fazer uma nova negociação, mas eles já tinham tudo definido, já estava tudo planejado, questão de mídia, de marketing, faltavam oito dias para o Carnaval e ficou do jeito que estava”, afirmou.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

Entre o último sábado (18) e a manhã desta Quarta-feira de Cinzas (22), nenhum homicídio foi registrado em Feira de Santana. O último registro ocorreu na noite da última sexta-feira (17), no bairro Serraria Brasil. A vítima foi uma pessoa em situação de rua (confira aqui).
No entanto, houve tentativas de homicídio. Uma delas ocorreu por volta das 15h de ontem (21), quando um homem foi baleado em um ponto de ônibus, próximo à passarela Conceição Lobo, no bairro Cidade Nova.
A vítima foi socorrida para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) e relatou que os tiros foram disparados por vários homens que estavam em um veículo Kwid branco. Ele relatou que os criminosos atiraram em direção ao ponto de ônibus e acabou sendo atingido na virilha direita.
Rua Nova
Ainda na segunda-feira de Carnaval (21), dois jovens, de 17 e 18 foram baleados no bairro Rua Nova, e socorridos para a emergência do HGCA por volta das 21h40.
De acordo com relatos divulgados pela assessoria de comunicação do Comando de Policiamento Regional Leste (CPRL), as vítimas estavam em frente a uma residência quando foram alvejadas por ocupantes de um veículo Fiat Siena branco, de dados ignorados. Ainda de acordo com relatos, os autores seriam membros de uma facção criminosa. O estado de saúde deles não foi informado.
Até o momento, em Feira de Santana, 21 homicídios foram registrados em fevereiro, totalizando 56 no ano.
*Acorda Cidade

Dependentes de substâncias psicoativas que residem em Feira de Santana podem encontrar o suporte clínico especializado no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas Dr. Gutemberg Almeida (CAPS AD). Segundo a coordenadora-geral da Rede de Saúde Mental, Regicelia Silva, mais de nove mil pacientes estão cadastrados para tratamento.
“Do total de acolhimentos realizados em 2022, 42% são referentes ao uso de múltiplas drogas. É um tratamento difícil, pois há muitas recaídas e, além disso, há o julgamento social que aponta muito os dedos, mas, infelizmente, não estende as mãos”, frisou.
A enfermeira e referência técnica do CAPS AD, Mariana Rios, destaca que o tratamento é voluntário e orientado pelo desejo do paciente. “Às vezes, existe uma demanda da família. Eles trazem para a gente, nós fazemos o acolhimento, mas a pessoa não quer o tratamento. Não trabalhamos a força, mas quando essa solicitação chega por meio dos parentes, é feita uma visita domiciliar com intuito de sensibilizar a pessoa dependente”, ressaltou.
A enfermeira ainda explica que todas as substâncias psicoativas influenciam o sistema nervoso central. “Existe sim a sensação de relaxamento no primeiro momento e há um prazer imediato. Mas, assim como existe a dependência, existe o tratamento e, para isso, nós temos o CAPS AD que oferta atendimento especializado”, enfatizou.
O CAPS AD está localizado na Rua Paris, número 41, Santa Mônica, com funcionamento de segunda a sexta-feira, de 7h às 18h, sem intervalos. O serviço é ofertado por demanda espontânea, mas o paciente também pode ser encaminhado por meio de outras unidades de saúde.
O atendimento é prestado por uma equipe multidisciplinar formada por psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos e psiquiatras. Para ser acompanhado, é necessário apresentar documento de identidade, cartão SUS e comprovante de residência, pois o serviço é exclusivo para aqueles que residem em Feira.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Grande é a opção no mercado do peixe do Centro de Abastecimento nesta quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, considerada sagrada pelos católicos.
O aumento da demanda pelo pescados neste período também é sentido pelos comerciantes, como conta Marcos Santana.

“Graças a Deus o movimento está bom, já era esperado muita gente. O que mais está saindo aqui é a corvina que é o carro chefe juntamente com a tilápia por conta do preço também que está na média do ano passado.” Diz.
Segundo Antonieta Soares, conhecida como Tieta, mesmo com o aumento de alguns produtos a tradição precisa ser mantida.
“Antes era R$ 15,00 e agora está por R$ 18,00, mas não pode deixar de comer, hoje estou levando a corvina e esse preparo já faz parte da tradição da Quaresma.” Disse.
Antônio Pedro, afirmou que os preços estão bons, o que colabora para a tradição das famílias.

“O preço está normal, o bacalhau e a corvina são sagrados e não pode faltar na mesa.”
Jacira Souza também é comerciante e afirmou que mantém a esperança de que o movimento no Centro aumente ainda mais.
“Pra mim que comercializo camarão, amendoim, castanha, leite de coco, estou vendo o movimento fraco ainda, mas eu creio que a partir de agora pode melhorar.” Afirma.
O De Olho na Cidade realizou uma pesquisa pelo Centro e traz o preço médio de alguns produtos.
Corvina – R$ 18,00
Tilápia – R$ 17,00
Peixe vermelho – R$ 50,00
Tainha – R$ 18,00
Pescada Amarela – R$ 50,00
Camarão médio a partir de R$ 30,00
Camarão grande – R$ 35,00
Camarão pistola – R$ 45,00
Amendoim – R$ 12,00
Camarão seco – R$ 15,00 o litro
Castanha – R$ 15,00 o litro
Leite de coco – R$ 10,00 o litro
Bacalhau – R$ 58,00
*Com informações do repórter Danillo Freitas do site De Olho Na Cidade

São três anos sem sentir o calor dos foliões brincando carnaval na principal avenida de Feira de Santana. Três anos sem trocar energia com os artistas mais queridos da Bahia e do Brasil. Pensando nisso, o sol foi escolhido para representar a maior Micareta do país, depois de uma temporada sombria imposta pela chegada do Coronavirus no nosso país.
A proposta visual do novo logotipo da Micareta feirense significa também alegria e diversidade, trazendo cores vibrantes e quentes como o amarelo e o laranja. “Em 2023, a identidade visual da Micareta vem numa proposta colorida, fluida, vibrante, enérgica e cheia de diversidade, casando perfeitamente com a proposta de uma festa de todas as cores, com todos os ritmos, para todos os públicos e sem contraindicações”, disse Nilson Santana, publicitário responsável pela campanha.
A criação da identidade visual da Micareta também levou em consideração a realização da festa durante o dia, novidade anunciada pelo Prefeito Colbert Martins Filho depois de várias reuniões com a classe artística e envolvidos na realização da folia de momo.

Segundo o secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Feira de Santana, Jairo Carneiro Filho, “essa marca vem trazendo a diversidade, as cores, os ritmos e tem também o sol, que remete a uma festa diurna, o ponto principal dessa retomada”.
O amarelo e o laranja, cores base do novo logotipo da Micareta de Feira, significam alegria, o que não pode faltar nos quatro dias de festa e o que a Prefeitura Municipal busca oferecer para a população feirense trazendo este ano uma série de novidades. “Queremos trazer as famílias para as ruas, queremos uma festa com maior visibilidade, com maior segurança para que tenhamos uma festa de diversos ritmos, contemplando e atingindo os diversos públicos”, pontuou o secretário. Este ano a Micareta acontecerá entre os dias 20 e 23 de abril.
*SECOM FEIRA DE SANTANA