
A conquista da última Copa América, no Brasil, encerrando um jejum de 28 anos sem títulos oficiais, devolveu à Argentina o prazer de celebrar. A vitória sobre a Itália na Finalíssima, duelo entre os campeões sul-americano e europeu, mostrou que os hermanos queriam mais. Queriam o mundo. E ele veio, após 36 anos de espera e dois vices dolorosos (1990 e 2014). Neste domingo (18), a equipe albiceleste derrotou a França por 4 a 2 na disputa de pênaltis, após empate de 3 a 3 com a bola rolando, no Estádio de Lusail, na decisão da Copa do Catar, assegurando o tricampeonato mundial.
Campeã em casa, em 1978, e no México, oito anos depois, a Argentina ergueu a taça do mundo pela primeira vez longe do continente americano. Em 22 edições, esta é a terceira vez que o feito acontece. As anteriores foram em 1958 (Suécia) com o Brasil e em 2014 (Brasil) com a Alemanha.
Assim como em 1986, o título argentino tem um protagonista destacado. Se lá atrás, o cara foi Diego Armando Maradona, desta vez, teria de ser Lionel Messi. Quis o destino que o craque, de 35 anos, na última Copa da carreira, pudesse, enfim, levantar a taça mais cobiçada do planeta. Mais que isso, sendo o maestro de uma equipe que jogou, é claro, pelo país, mas também pelo camisa 10. Além de campeão, Messi encerrou a competição como vice-artilheiro (com sete gols) e jogador com mais partidas na história dos Mundiais (26, à frente do alemão Lothar Matthäus).
O título coroa uma campanha que, na primeira rodada, parecia improvável. Apesar de favorita, a Argentina estreou derrotada pela Arábia Saudita, por 2 a 1, de virada. O tropeço deu fim a uma sequência de 36 jogos de invencibilidade. A recuperação teve início com a vitória por 2 a 0 sobre o México. O triunfo para cima da Polônia, pelo mesmo placar, deu aos hermanos a liderança do Grupo C. Nas oitavas e nas quartas de final, classificações sofridas ante Austrália (2 a 1) e Holanda (nos pênaltis, após empate em 2 a 2 no tempo normal). Na semifinal, a grande atuação da equipe, no 3 a 0 aplicado na Croácia.
Os franceses, então atuais campeões, sentiram o gosto amargo do vice pela segunda vez – a primeira foi em 2006. Perderam a chance de repetir o Brasil de Pelé e Garrincha, última seleção a vencer duas Copas seguidas, entre 1958 e 1962. A juventude do elenco dos Bleus, cheio de nomes abaixo dos 30 anos (21 dos 25 convocados), entre eles o craque Kylian Mbappé, mostra, porém, que os europeus permanecerão fortes rumo ao próximo Mundial, em 2026 (Estados Unidos, Canadá e México). O camisa 10, aliás, marcou três gols na final e acabou a competição no Catar como artilheiro, com oito gols, chegando a 12 na história do torneio, mas acabou não sendo suficiente.
Na França, Didier Deschamps mandou a campo uma formação sem surpresas, com as voltas do zagueiro Dayot Upamecano e do volante Adrien Rabiot, recuperados de gripe, em relação ao time que bateu Marrocos por 2 a 0, na semifinal. Do lado argentino, a expectativa era que Lionel Scaloni escalasse um time com três zagueiros, para segurar Mbappé. O treinador, porém, não apenas repetiu a linha de quatro defensores da vitória sobre a Croácia, como trocou o volante Leandro Paredes pelo atacante Ángel Di Maria.
A opção de Scaloni se mostrou acertada. Foi justamente com Di Maria, aberto pela esquerda, infernizando o lateral Jules Koundé, que a Argentina tomou conta do primeiro tempo. Aos sete minutos, o atacante rolou para o volante Rodrigo De Paul soltar a bomba da entrada da área. A bola desviou no zagueiro Raphael Varane e quase surpreendeu o goleiro Hugo Lloris. Aos 16, após retomar a bola no meio e tabelar com Messi pela direita, De Paul chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Di Maria chegar batendo, por cima da meta.
A superioridade argentina se consolidou a partir dos 20 minutos, novamente com Di Maria. O camisa 11 invadiu a área pela esquerda e foi derrubado pelo também atacante Ousmana Dembelé. Messi, de pênalti, deslocou Lloris e abriu o marcador. Aos 35, o meia Alexis Mac Allister puxou contra-ataque com Messi, que achou Júlian Álvarez pela direita. O atacante lançou Mac Allister, que entrou na área e rolou na esquerda para Di Maria, na saída do goleiro francês, ampliar a vantagem sul-americana e se emocionar na comemoração.
Passados 40 minutos, a França praticamente não tinha passado do meio-campo, levando Deschamps a mexer duas vezes no time, ainda no primeiro tempo: Ousmane Dembelé e Olivier Giroud deram lugar aos também atacantes Marcus Thuram e Randal Kolo Muani, os mesmos que entraram no jogo contra Marrocos e ajudaram a equipe a sacramentar a classificação à final. Mesmo assim, os Bleus foram para o intervalo sem uma única finalização, nem sequer para fora.
Na volta para o segundo tempo, os argentinos se mantiveram no campo ofensivo, encurralando os franceses. Aos 13 minutos, Álvarez recebeu de Di Maria na área, pela esquerda, mas o chute, sem ângulo, foi salvo por Lloris, no canto direito. No lance seguinte, Di Maria, mais uma vez, passou como quis por Koundé na área e cruzou rasteiro. A bola passou por De Paul, mas não por Messi, que driblou Thuram, mas foi travado por Rabiot na hora certa, já na pequena área.
Somente aos 22 minutos da etapa final é que a França, enfim, conseguiu finalizar, após 74 minutos bola rolando (considerando os acréscimos do primeiro tempo), em cabeçada para fora de Kolo Muani. Aos 25, foi a vez de Mbappé encontrar brecha para dar o primeiro chute na partida, por cima. Ainda pouco, é claro, mas sinal de que os franceses estavam vivos na partida.
Tão vivos que, em dois minutos, buscaram o empate de forma inacreditável. Aos 34, quando a torcida argentina já cantava olé nas arquibancadas, Kolo Muani disparou pela esquerda, entrou na área e sofreu a carga do zagueiro Nicolás Otamendi. Pênalti claro, que Mbappé converteu, soltando a bomba no canto direito do goleiro Emiliano Martínez. Aos 36, o atacante Kingsley Coman desarmou Messi na direita, avançou e cruzou na medida para Mbappé, que acertou um lindo chute de primeira. Tudo igual no Lusail.
Em choque e já sem Di Maria (que deu lugar ao lateral Marcos Acuña) a Argentina sofreu a blitz de uma França acesa, muito graças às entradas de Coman e Eduardo Camavinga. Nos acréscimos, aos 47 minutos, o volante (que substituiu o lateral Théo Hernández) desarmou De Paul na esquerda e lançou Mbappé, que bateu cruzado, de fora da área, com desvio, por cima. Na sequência, após jogada de Thuram em cima de Otamendi pela esquerda e passe de Camavinga para dentro da área, Rabiot chutou rasteiro, livre, para boa defesa de Martínez, em dois tempos. Três minutos depois, enfim, a resposta dos hermanos em finalização de Messi, da meia-lua, que Lloris defendeu de mão trocada.
O duelo foi à prorrogação, com a França mais inteira fisicamente que a Argentina. Não que isso, em algum momento, fosse um empecilho para os hermanos, que conseguiram se reorganizar. Se o primeiro tempo extra foi de poucas emoções, o segundo teve de sobra. Aos três minutos, o meia Enzo Fernández lançou o atacante Lautaro Martínez (que tinha acabado de entrar), que entrou na área pela direita e bateu. Lloris defendeu, mas Messi, na sobra, mandou para as redes.
A celebração sul-americana, porém, durou pouco. Aos dez minutos, Mbappé chutou da entrada da área, pela direita, e a bola explodiu no braço do lateral Gonzalo Montiel (que estava dentro da área). Mais um pênalti a favor dos franceses e mais um gol do camisa 10 dos Bleus, o terceiro dele na final, repetindo o feito do inglês Geoff Hurst, em 1966, último a marcar três gols em uma decisão. A virada só não saiu aos 17 minutos, já nos acréscimos, porque Martínez fez milagre em chute de Kolo Muani.
A decisão da taça, como em 1994 e 2006, seria nos pênaltis. Craques da final, Mbappé e Messi abriram a série convertendo as respectivas cobranças. Na segunda rodada de batidas, Martínez pulou no canto direito para defender o chute de Coman e o atacante Paulo Dybala, que entrou na segunda etapa da prorrogação, colocou os argentinos à frente.
A pressão em cima dos franceses aumentou quando o volante Aurelie Tchouaméni, tentando tirar a bola do alcance de Martínez, exagerou na cobrança e mandou à direita, para fora. Paredes, na sequência, aumentou a vantagem dos hermanos. Na quarta rodada, Kolo Muani soltou a bomba no meio do gol para manter os europeus vivos, mas coube a Montiel (o mesmo que cometera o pênalti na prorrogação) fazer o gol do título.
Argentina tricampeã mundial. Em algum lugar do céu, Maradona sorri.
Informações Agência Brasil

França e Argentina disputam, a partir das 12h (horário de Brasília) deste domingo (18) no Estádio de Lusail, o título da Copa do Catar. Tanto para europeus como para sul-americanos a decisão será a oportunidade de alcançarem o terceiro título na competição.
Após a conquista do último Mundial, em 2018 (Rússia), os franceses chegam com certo favoritismo à partida deste domingo. Contando com uma talentosa geração de jogadores, que tem o atacante Kylian Mbappé como expoente, a França pode igualar um feito que apenas o Brasil tem em Copas, alcançar um bicampeonato consecutivo (a seleção brasileira triunfou nos mundiais de 1958 e de 1962).
Para isto, a equipe comandada pelo técnico Didier Deschamps teve que superar uma sequência de lesões que afastou nomes como os dos meios-campistas N’Golo Kanté e Paul Pogba e do atacante Karim Benzema, atual detentor do prêmio de melhor jogador do mundo.
Essas ausências fizeram com que alguns jogadores assumissem novas responsabilidades na equipe (caso do atacante Antoine Griezmann, que tem atuado de forma mais recuada para colaborar no meio-campo) e que outros se tornassem titulares importantes (como o volante Tchouaméni e o lateral Theo Hernández).
Para a decisão o técnico Didier Deschamps deixou claro, em coletiva no último sábado (17), que sabe que terá de lidar com um desafio extra, o apoio dos apaixonados torcedores argentinos presentes no Estádio de Lusail (milhares de torcedores chegaram ao Catar nos últimos dias para acompanharem a decisão): “Estou ciente de que esta seleção argentina tem um apoio popular muito forte. Obviamente, o estádio amanhã será majoritariamente de torcedores argentinos. Espero um clima festivo, os argentinos são um povo apaixonado, totalmente a favor de sua equipe. Dá uma atmosfera festiva, positiva, eles cantam muito, são muito expressivos. É bom ter esse clima para uma partida dessas porque é uma final de Copa do Mundo, mas nossos adversários não estão nas arquibancadas, os únicos que temos estarão em campo”.
Caso saia vencedora, a França chegará ao tricampeonato em mundiais de seleções da Fifa, após as conquistas de 1998, alcançada em sua casa, e de 2018, na Rússia.
A Argentina também chega à decisão tentando levantar pela terceira vez o troféu de uma Copa do Mundo (após vencer em 1978, em sua casa, e em 1986, no México). Porém, ao invés de concentrar suas esperanças em uma jovem estrela, como a França, os hermanos esperam muito do veterano craque Lionel Messi.
Disputando o seu último Mundial pela seleção de seu país, o atacante busca no Catar o título que ainda falta em sua vitoriosa carreira. Proporcionar esta última glória a Messi parece ser um combustível extra para os jogadores da Argentina. “Vejo o Leo [Messi] feliz, como todos os argentinos. Era difícil superar o Messi da Copa América [primeira competição que o camisa 10 conquistou pela seleção principal de seu país], mas agora o vejo ainda melhor”, declarou o goleiro Emiliano Martínez em entrevista coletiva.
Porém, o técnico Lionel Scaloni deixou claro que o confronto deste domingo não se restringe a um embate entre Mbappé e Lionel Messi, mas envolve duas equipes que têm muita história no futebol mundial: “O jogo de amanhã é Argentina contra França, além de Messi e Mbappé”.
O treinador afirma isso porque, no decorrer da campanha da Argentina no Catar, viu surgir uma geração de jovens valores (como o atacante Julián Álvarez e o meio-campista Enzo Fernandez) que podem estar assumindo o protagonismo da equipe nacional argentina justamente com uma conquista memorável.
Informações Agência Brasil

Quanto mais distante se mantém de tudo quanto rescende a maldade, a distorção do imoral em regra, a ódio, primeiro apenas no discurso, mas que logo redunda para a militância e daí para a prática, mais próximo fica o homem de si mesmo — o que definitivamente não é garantia de que vá tornar-se bom. As luzes e sombras, reentrâncias e saliências, subidas e declives, toda a ambivalência que pode haver no espírito de cada um livra-nos da perdição, mas nos infunde situações em que o cerco se fecha a ponto de assaltar-nos a sensação de que vivemos num universo paralelo, lugar mágico e maldito onde crimes nunca acontecem, mas não somos os donos da nossa própria história. Somos então forçados a criar novos jeitos de nos relacionar com o mundo, que por seu turno muda a todo instante, avança e retrocede sem que possamos fazer nada a respeito a não ser tentar uma adaptação qualquer, ou nutrir expectativas menos fantasiosas sobre a vida e seus mistérios, processo que não raro degringola em obsessão, paranoia, frustrações, melancolia, tristeza.
O desajuste fundamental do homem para com o mundo, o existir, os outros homens vêm como um lembrete de que mecanismos de repressão nunca poderão ser dispensados da rotina do cidadão comum, que pensa ser capaz de se livrar dos impedimentos a sua felicidade subvertendo o quanto possível a dureza do real, o que, evidentemente, não consegue. Se o homem comum se dá conta de que não lhe compete se empenhar em mudanças tão profundas, indivíduos psiquicamente descompensados têm certeza de que a vida é o que eles querem, e esse é o limite entre o caos e o inferno. O finlandês Juuso Syrjä oferece novas perspectivas a uma das séries mais inovadoras dos últimos anos, deslindando um pouco mais a atmosfera noir que a envolve, ao passo que redobra a atenção para seu personagem central. “Bordertown: A Eliminação” desvenda alguns dos segredos da trama de Miikko Oikkonen, mas tem o cuidado de guardar o melhor para o final, deixando margem para que se avente a possibilidade de novos enredos conduzidos por um detetive bastante peculiar.
O roteiro de Oikkonen e Antti Pesonen dificulta um pouco mais a vida de Kari Sorjonen, o investigador da série homônima, que se depara com um cenário de indizível horror. Ville Virtanen continua dando a esse homem o ar de um profissionalismo quase cínico, que se confunde mesmo com um desdém pelo resto da humanidade, até que se convence de que se não sair de seu isolamento físico — que, claro, se reflete em sua visão de mundo e, pior, atrapalha a melhor execução de seu ofício — está condenado a nunca superar os erros de um passado recente. Janina, a filha interpretada por Olivia Ainali, virou uma mulher independente e que banca suas próprias vontades, agora dedicada à carreira acadêmica; Lena Jaakkola, de Anu Sinisalo, se lhe parece ainda mais hostil e Katia, a filha de Lena vivida por Lenita Susi, tem de se esconder da mãe depois de uma atitude inconsequente. Sua vida só não é uma total perda de tempo e energia porque se ocupa de um assassino em série que usa o sangue de suas vítimas para pintar muros, e dessa vez Lasse Maasalo, seu arqui-inimigo, papel de Sampo Sarkola, aparentemente não tem nenhuma relação com a carnificina, uma vez que segue preso. Aparentemente.
Syrjä é hábil em fechar e abrir dramáticos ao sabor das necessidades da história, dispondo da maturidade artística de Virtanen, que vai emprestando a seu protagonista a dose precisa de cada uma das diversas emoções que o tornam um personagem tão pouco óbvio. A dobradinha entre o diretor e sua estrela faz de “Bordertown: A Eliminação” um thriller inteligente, mas nada pretensioso, que permite que a audiência também jogue e tire suas próprias conclusões.
Filme: Bordertown: A Eliminação
Direção: Juuso Syrjä
Ano: 2021
Gêneros: Crime/Drama/Mistério
Nota: 8/10
Informações Revista Bula

O Partido dos Trabalhares (PT) não quer Marina Silva, Simone Tebet nem Izolda Cela, sondadas para os ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Educação, respectivamente.
É o que diz Lauro Jardim, em sua coluna deste sábado, 17 de dezembro.
De acordo com o jornalista, a legenda tem resistido a indicações em torno desses três nomes. Tratam-se de figuras que, em campanha, recebiam aplausos e elogios da cúpula lulopetista.
Após o fechamento das urnas e a oficialização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Grupo de Transição (GT) ganhou forma e, consequentemente, uns conseguiram cravar protagonismo, a exemplo de Aloizio Mercadante —que coordenou o GT, além de ser citado como próximo presidente do BNDES—, enquanto outros passaram a ficar mais distanciados.
O PT, segundo Jardim, não quer Silva, Tebet ou Cela. Além disso, a sigla também aponta algumas figurasque podem eventualmente assumir o lugar delas no futuro governo Lula.
Um dos mencionados, ainda conforme o jornalista, é o político Camilo Santana (PT-CE), ex-governador do Estado do Ceará entre janeiro de 2015 até abril de 2022.
A decisão final, no entanto, partirá de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualmente, o governo federal conta com 23 ministérios ativos. Sob Lula, a previsão é de que o Executivo federal tenha, em média, 37 pastas.
Créditos: Conexão Política.

Dina Boluarte, presidente do Peru, pediu que o Congresso deixe de buscar pretextos para aprovar medida que permitirá a antecipação das eleições gerais do país. Afirmou também que não irá renunciar: “Seguiremos firmes até que o Congresso resolva a antecipação das eleições”.
Em coletiva de impressa neste sábado no Palácio de Governo, Boluarte disse que o Congresso deve “refletir e trabalhar pelo país” e que “83% da população quer antecipar as eleições”.
Dina Boluarte assumiu a presidência do Peru no início do mês, depois que Pedro Castillo, então mandatário peruano, foi destituído e preso. Ele havia tentado dar um golpe de Estado.
A prisão de Castillo desencadeou uma série de manifestações que se tronaram violentas pelo país. Segundo Ministério da Saúde, 20 pessoas morreram e pelo menos 60 foram hospitalizadas.
Para conter a onde de violência o governo decretou toque de recolher em quinze províncias.
A medida vale para as províncias de Arequipa, Cuzco, La Convención, Chumbivilcas, Espinar, Carabaya, San RománIca, Pisco, Tayacaja, Angaraes e Cangallo, Virú e Chincheros.
Outros nomes também deixaram o governo após os recentes acontecimentos: a ministra da Educação, Patrícia Correa, e o ministro da Cultura, Jair Peréz. Ambos renunciaram aos cargos.
Informações Revista Oeste
Em 2013, ator estreou como o super-herói em O Homem de Aço

O cineasta James Gunn, presidente do estúdio da DC, anunciou que está escrevendo o próximo filme do Superman. A nova super-produção, no entanto, não contará com o ator Henry Cavill, intérprete do super-herói desde 2013. Na quinta-feira 15, Cavill usou as redes sociais para confirmar a informação divulgada por Gunn.
“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e trago notícias tristes”, escreveu o ator em seu perfil oficial no Instagram. “Não voltarei como Superman. Minha vez de usar a capa já passou, mas o que o personagem representa nunca passará.”
Recentemente Cavill havia dito que poderia ter alguma participação especial no filme Adão Negro, da Warner Bros. “A troca da guarda é algo que acontece. Eu respeito isso”, acrescentou o artista. “James e Peter têm um universo para construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas.”
Em 2013, Cavill estreou como o super-herói em O Homem de Aço. O longa-metragem arrecadou mais de US$ 600 milhões (pouco mais de R$ 3 bilhões) nas bilheterias mundiais. Depois, o ator retornou ao cinema participando de Batman v. Superman: A Origem da Justiça (2016) e Liga da Justiça (2017). Juntos, os três somam mais de US$ 2 bilhões (mais de R$ 10,5 bilhões) arrecadados.
Informações Revista Oeste

Na tarde de quinta-feira (15) o vereador Petrônio Lima (Republicanos), participou da sessão especial em homenagem ao Dia da Bíblia, que é celebrado anualmente no segundo domingo de dezembro, reconhecendo a importância das igrejas e dos líderes evangélicos no trabalho de propagar a Palavra de Deus.
Com muitas orações, louvores, ensinamentos e homenagens, no Plenário Orlando Spínola da Assembleia Legislativa da Bahia, a sessão comemorou o Dia da Bíblia. Invocando a proteção de Deus, o deputado José de Arimateia (Republicanos), autor da iniciativa, declarou aberta a sessão especial para exaltar a Palavra do Senhor através das Escrituras Sagradas, uma antologia de textos religiosos que está registrada nos 39 livros do Antigo Testamento e 26 livros do Novo Testamento.
A sessão contou com a presença de pastores, bispos, diáconos, missionários e autoridades de várias ordens religiosas de toda a Bahia.
A comemoração do Dia da Bíblia também abriu espaço para os louvores a Cristo na voz de Tatiana Miranda, do Grupo Musical da Força Jovem Universal da Bahia. Após uma oração do apóstolo Marcos Sampaio, presidente da Associação de Pastores Origem Brasil, de Feira de Santana, foi realizada uma palestra do pastor Felipe Cruz Moura, da Assembleia de Deus Casa da Adoração.
O Vereador Petrônio Lima esteve presente no evento representando a câmara de vereadores de Feira de Santana. Por indicação de Petrônio, foram homenageados três pastores da cidade:
Pr. Ronaldo Teodorio – Igreja Batista Filadélfia
Pr. Josenildo dos Santos – Igreja Batista Filadélfia
Pra. Maria Alice dos Santos – Igreja Batista Filadélfia
Em Tempo: O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o bispo Cranmer incluiu, no livro de orações do Rei Eduardo VI, um dia especial para que o povo pudesse se aprofundar sobre a leitura dos versículos, salmos, profecias e histórias contidas no Livro Sagrado. No Brasil, desde dezembro de 2001, essa data passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, consagrada anualmente todo segundo domingo de dezembro.

Visto pelo próprio partido, o PL, como líder natural da oposição no próximo governo, o presidente Jair Bolsonaro pretende seguir o caminho contrário nos primeiros 90 dias após deixar o poder. Segundo informou neste sábado (17) a Folha de S. Paulo, o atual presidente espera passar os primeiros três meses do próximo ano longe dos holofotes da política.
O mandatário tem ficado recluso na maioria do tempo após o resultado das eleições, vencidas pelo oponente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Houve uma sinalização de que ele iria retomar as aparições públicas, mas esse movimento refluiu com a proximidade da posse do sucessor. O trabalho de mudança nos palácios do Planalto e Alvorada deixaram Bolsonaro mais desanimado, segundo a publicação.
O presidente também teria revelado a auxiliares que sente cansaço decorrente do período da campanha nos dois turnos eleitorais. Este fator estimulou Bolsonaro a optar pela pausa de três meses.
*Folha de S. Paulo.
Foto: Reprodução, CNN Brasil

Futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT) confirmou, neste sábado (17), que o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá 37 ministérios. A informação foi dada durante conversa com jornalistas, após reunião entre o atual governador baiano, Lula, Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercandante no hotel onde o presidente eleito está hospedado, em Brasília.
Atualmente, no governo Jair Bolsonaro, são 23 pastas. De acordo com Rui, algumas delas devem ser desmembradas, mas não haverá a criação de novos cargos.
Rui anunciou que voltarão a existir os ministérios da Pesca, Cidades e Esporte. Haverá também pastas específicas para os Povos Originários e Gestão. Além disso, o atual Ministério da Infraestrutura será dividido em duas pastas: Transportes (rodovias e ferrovias) e Portos e Aeroportos.
“Nós vamos buscar melhorar a representatividade, através dos ministérios, com o simbolismo onde diversos segmentos querem se ver representados no governo, e sem, com isso, implicar em aumento do gasto público” afirmou.
Até o momento, Lula já confirmou seis nomes para seus ministérios. São eles: Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Flávio Dino (Justiça), José Múcio Monteiro (Defesa), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Margareth Menezes (Cultura).
*Metro1
Foto: Fernando Vivas/GOVBA

A Croácia venceu Marrocos pelo placar de 2 a 1 neste sábado (17), no estádio Internacional Khalifa, e conquistou o terceiro lugar na Copa do Mundo do Catar.
Algoz do Brasil, a seleção europeia abriu o placar logo no início da partida com o jovem zagueiro Gvardiol, mas viu o defensor marroquino Dari empatar o jogo minutos depois. O gol da vitória croata veio ainda no primeiro tempo, com o atacante Mislav Orsic.
Veja abaixo os melhores momentos:
Com o triunfo, os croatas alcançam sua segunda melhor campanha em Copas, ficando atrás apenas de 2018, quando foram vice-campeões no Mundial da Rússia.
A Croácia também ficou em terceiro lugar em 1998, na Copa do Mundo disputada na França. Na ocasião, o atacante Davor Suker foi o artilheiro da competição com seis gols – a única edição em que o país teve o maior goleador do torneio.
Argentina e França decidem o título neste domingo.
Créditos: CNN Brasil.