
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma publicação com um versículo bíblico logo após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22/11). “Eu confio no Senhor”, afirmou Michelle em seu Instagram.
A passagem bíblica escolhida por Michelle diz: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro”. A publicação cita trechos do Salmo 121.
Jair Bolsonaro foi preso, na manhã deste sábado, pela Polícia Federal. Agentes da PF chegaram ao Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, por volta das 6h e levaram o ex-presidente para a Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.
*Metrópoles
Foto: Breno Esaki

O ministro da Educação, Camilo Santana, publicou um vídeo nas redes sociais nesta sexta-feira (21) para tranquilizar os candidatos que fizeram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos dois últimos domingos. A possibilidade de anulação do exame surgiu após um universitário transmitir uma live com pelo menos cinco questões muito parecidas com itens que caíram na prova oficial.
Devido ao “esquema”, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anulou três dessas questões “antecipadas” e acionou a Polícia Federal para investigar o caso. Segundo Santana, o cenário de cancelamento está descartado e a decisão de anular somente esses três itens foi “técnica de prevenção e de isonomia, para não prejudicar nenhum aluno”.
“Queria tranquilizar a cada um de vocês que fizeram a prova. O Enem não será cancelado”, afirmou o ministro. Ele reforçou que a previsão de divulgação do resultado em janeiro está mantida.
As questões anuladas foram:
Mesmo com a retirada dos itens, a nota dos participantes não será prejudicada. Isso ocorre porque o Enem utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que não calcula a pontuação com base apenas no número de acertos. Os valores máximos e mínimos da prova variam conforme a combinação das questões e o nível de dificuldade.
Com isso, dois candidatos podem acertar a mesma quantidade de perguntas e ainda assim obter notas diferentes, já que cada item possui um peso específico dentro do modelo estatístico.
Informações Metro1

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) na manhã deste sábado, 22. Ele já está na superintendência da corporação, em Brasília, e passa por exame de corpo de delito, segundo informações divulgadas pela emissora CNN.
A PF cumpriu o mandado de prisão às 6h20, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma vigília na frente da casa do ex-presidente teria motivado a ordem, que não se trata do cumprimento de pena, mas de uma medida cautelar.
O objetivo da prisão, segundo o STF, é preservar a ordem pública. “A Polícia Federal cumpriu neste sábado (22/11), em Brasília/DF, um mandado de prisão preventiva em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal”, diz nota oficial da PF.

O ex-presidente está em prisão domiciliar há mais de cem dias. Mesmo antes de ser condenado pelo STF, Bolsonaro cumpre recolhimento em sua casa, em Brasília, sem poder receber visitas — salvo advogados e pessoas autorizadas pelo STF. Ele ficou proibido de usar celular, direta ou indiretamente, e não pode se manifestar por nenhum meio, inclusive em redes sociais operadas por terceiros.
Informações Revista Oeste

Os Correios aprovaram um plano de reestruturação que prevê entre outras medidas, um novo programa de demissão voluntária, o fechamento de 1 mil agências consideradas deficitárias e a venda de imóveis da estatal que podem render R$ 1,5 bilhão.
O plano prevê, até o fim de novembro, um empréstimo de até R$ 20 bilhões, parar reduzir o déficit, retomar o equilíbrio financeiro em 2026 e gerar lucro em 2027.
As ações planejadas para garantir “continuidade, eficiência e qualidade” dos serviços postais foram aprovadas na última quarta-feira (19).
Segundo os Correios, o plano foi elaborado após análises da situação financeira e do atual modelo de negócio para retomar o equilíbrio financeiro em um prazo de 12 meses.
“Diante do cenário de queda de receitas e aumento de custos operacionais, a reestruturação contempla três fases: recuperação financeira, consolidação e crescimento”, justifica a estatal .
Entre as medidas, estão:
– Programa de Demissão Voluntária;
– Redução dos custos com plano de saúde dos empregados;
– Modernização e readequação do modelo operacional e infraestrutura tecnológica;
– Redução de até 1 mil agências deficitárias para melhorar a rede de atendimento;
– Venda de imóveis para gerar receitas, estimativa de R$ 1,5 bilhão.
Há previsão de expansão no e-commerce e parcerias estratégicas, além da possibilidade de operações de fusões, aquisições e outras reorganizações societárias para aumentar a competitividade no médio e longo prazo.
O novo modelo de negócio reforça a universalização dos serviços postais, como missão pública dos Correios, mesmo nas localidades mais remotas e de difícil acesso.
A expectativa é de que, adotadas tais medidas, o déficit seja reduzido ao longo do ano que vem, e que a lucratividade seja retomada já em 2027.
Após fechar o ano de 2024 no vermelho, com o prejuízo total de R$ 2,6 bilhões, a empresa anunciou, em maio deste ano, um pacote de medidas que incluiu outro programa de demissão voluntária (PDV); redução de jornada de trabalho para 6 horas diárias em unidades administrativas; suspensão temporária das férias de 2025 e a decretação do fim do trabalho remoto.
A última edição do PDV do Correios teve a adesão de aproximadamente 3,5 mil empregados, o que gerou uma economia anual de cerca de R$ 750 milhões.
Os Correios estão presentes nos 5.568 municípios, além do Distrito Federal e do Distrito Estadual de Fernando de Noronha (PE), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A estrutura abrange mais de 10 mil agências de atendimento, 8 mil unidades operacionais (de distribuição e tratamento de encomendas e correspondências), 23 mil veículos e 80 mil empregados diretos.
Entre os serviços realizados pelos Correios estão entrega de livros didáticos às escolas públicas; a distribuição das provas do Enem simultaneamente em todo o território; a entrega das urnas eletrônicas em locais de difícil acesso; distribuição de mantimentos e outros artigos em situações de emergência e calamidade, como nas enchentes no Rio Grande do Sul, e mais recentemente, às famílias atingidas pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (Paraná), em 7 de novembro.
*Com informações da Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22). A prisão é preventiva e foi solicitada pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A medida não tem relação com a condenação por tentativa de golpe de Estado, mas se trata de uma medida cautelar.
O blog apurou que a prisão foi determinada por garantia da ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21). Segundo fontes, a PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais.
🔎 A prisão é uma medida que não tem preventiva não tem prazo fixo estabelecido e deve ser reavaliada periodicamente pela Justiça.
Bolsonaro foi detido por volta das 6h e reagiu com tranquilidade à prisão. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava em casa no momento da detenção.
O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF, onde ficará em uma “Sala de Estado” — espaço reservado para autoridades como presidentes da República.
Até a última atualização desta reportagem, ele passava por exame de corpo de delito. Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o procedimento e evitar exposição desnecessária.
Em nota, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF. A defesa de Bolsonaro afirmou que, até as 6h40, ainda tinha sido informada da prisão do ex-presidente.
Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto. À época, o ministro Alexandre de Moraes decretou a medida por descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
À época, Moraes afirmou que Bolsonaro usou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF, em setembro, por tentativa de golpe de Estado. A condenação ainda não transitou em julgado e segue em fase de recursos. A prisão deste sábado, porém, não tem relação com essa condenação.
Na sexta-feira, a defesa de Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes que substitua o regime inicial fechado por prisão domiciliar humanitária.
No pedido protocolado pela defesa, os advogados afirmam que Bolsonaro tem “quadro clínico grave”, sofre de “múltiplas comorbidades” e que uma eventual transferência para o sistema prisional representaria “risco concreto à vida”.
A defesa informou que vai recorrer da condenação, mas havia pedido a adoção urgente da medida, para que Bolsonaro permanecesse em casa enquanto o caso não fosse concluído.
*g1
Foto: Pablo Porciuncula/AFP

Após a histórica classificação do Mirassol para a Copa Libertadores, a equipe paulista precisa resolver exigências da Conmebol que podem comprometer sua participação no torneio. Enquanto isso, o Bahia, ainda na disputa por um lugar na competição continental, observa a situação de perto e pode ser beneficiado caso o time seja punido.
A principal exigência da Conmebol é que todos os clubes participantes da Libertadores tenham um time feminino. Além disso, o Estádio José Maria de Campos Maia, o “Maião”, precisa atender a critérios específicos: sua capacidade de 15 mil torcedores é suficiente para a fase de grupos, mas não para os mata-matas, quando o mínimo exigido é 20 mil lugares.
Outro ponto crítico é a distância do estádio a um aeroporto internacional. A cidade de Mirassol fica a mais de 140 km de um aeródromo desse tipo, enquanto a Conmebol determina que os jogos sejam realizados em locais dentro desse raio.
A documentação com todas as pendências resolvidas deve ser enviada antes do início do torneio. Caso o Mirassol não consiga cumprir os requisitos a tempo, a equipe pode ser desclassificada, abrindo a vaga para a próxima colocada na tabela do Campeonato Brasileiro, posição atualmente ocupada pelo Bahia.
Informações Bahia.ba

Uma operação naval dos Estados Unidos provocou a mudança de rota de um petroleiro russo que seguia em direção à Venezuela. O episódio ocorreu em 13 de novembro, quando o destróier norte-americano USS Stockdale cruzou o caminho do navio Seahorse. A Marinha dos EUA forçou o cargueiro russo a alterar o percurso original.
O Seahorse, que transportava uma carga de nafta para a Venezuela, optou por seguir para Cuba depois de encontrar o destróier norte-americano. Conforme informações do jornal O Globo, o navio russo tentou duas outras aproximações ao território venezuelano, mas recuou em ambas e segue ancorado no Caribe.
Não há informações oficiais sobre a intenção do USS Stockdale ao se posicionar diante do Seahorse. O Comando Sul dos EUA não se manifestou sobre o incidente. O destróier norte-americano está na região desde o fim de setembro e integra uma frota de 13 embarcações dedicadas a operações antidrogas promovidas pelo presidente Donald Trump.
O navio Seahorse está submetido a sanções do Reino Unido e da União Europeia. Ele integra um grupo de quatro petroleiros russos que fornecem nafta à Venezuela, país que também enfrenta sanções internacionais.
A Venezuela, que chegou a receber nafta da Chevron durante o governo do ex-presidente norte-americano Joe Biden, teve as importações suspensas em virtude da estratégia de “pressão máxima” adotada por Trump contra o ditador Nicolás Maduro. Atualmente, o país latino-americano depende da Rússia para garantir o suprimento do combustível.
Informações Revista Oeste

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocou, nesta sexta-feira, 21, uma vigília de apoiadores em defesa da saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o político liberal a 27 anos e três meses de prisão por suposta tentativa de golpe de Estado.
Em vídeo nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o ato pretende “invocar o Senhor dos Exércitos” e demonstrar apoio ao pai, que, segundo ele, estaria próximo de ir para a prisão ante as sucessivas derrotas judiciais.
A defesa de Bolsonaro protocolou um pedido para que a pena seja cumprida em regime domiciliar. Os advogados alegam agravamento do quadro de saúde decorrente das sequelas da facada sofrida durante a campanha de 2018.
Flávio afirmou que a mobilização vai começar neste sábado, 22, às 19h, nas proximidades do condomínio onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, em Brasília. O evento terá orações “pela recuperação de Bolsonaro e pela volta da democracia”.
No vídeo, o senador disse que aliados não podem “assistir a tudo do sofá”. Além disso, defendeu que “Deus aplique sua justiça aos que perseguem inocentes”. Afirmou, ainda nesse sentido, que a militância “não pode desistir do Brasil”. Para ele, o país vive um “cativeiro” do qual seria necessário “resgatar” a nação.
Mais cedo, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL), outro filho do ex-presidente da República, afirmou em suas redes sociais que o estado de saúde do pai “se agravou”. Relatou, sobretudo, preocupação com episódios de soluços e risco de refluxo. Segundo ele, a situação “dá calafrios só de olhar”.
Informações Revista Oeste

A decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas sobre parte das exportações brasileiras combina fatores internos da economia americana com o andamento das negociações entre os dois países, marcando o primeiro movimento de flexibilização desde o tarifaço anunciado em julho.
Para Abrão Neto, presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), a pressão inflacionária foi o ponto central da mudança. “Com a alta de preços pesando sobre o consumidor americano, especialmente nos alimentos, o governo buscou formas de conter custos internos.”
Não por acaso, os 238 produtos liberados da tarifa de 40% têm forte relação com a cadeia agroindustrial americana, incluindo itens como carnes bovinas e suínas, café, cacau, frutas tropicais, sucos, castanhas, alguns fertilizantes e insumos nos quais o Brasil é um fornecedor difícil de substituir.
Nas contas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os itens contemplados na ordem executiva respondem por cerca de 37% das exportações do Brasil aos EUA. Assim, a maior parte dos embarques — especialmente os industriais — permanece sujeita às tarifas.
*g1
A divulgação dos rascunhos da COP30 nesta sexta-feira (21) gerou repercussão entre organizações, especialistas e governos que defendiam textos mais ambiciosos.
Desde o início da cúpula, o governo vinha articulando a criação de um “mutirão global” que incluísse o mapa do caminho — um roteiro para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis. O tema, porém, nunca entrou oficialmente na agenda da conferência, diante da resistência de alguns blocos de países.
Ainda na noite de quinta-feira (20), mais de 30 países já haviam se pronunciado pressionando a Presidência da COP30 ao afirmar que não apoiariam um texto final da Cúpula que deixe de fora um mapa do caminho de transição global para longe dos combustíveis fósseis.
No documento, países como Colômbia, França, Reino Unido, Alemanha e outros afirmam que “não podem apoiar um resultado que não inclua um mapa do caminho justo, ordenado e equitativo para deixar os combustíveis fósseis para trás”.
O Observatório do Clima chamou o “Pacote de Belém”, como são chamados os rascunhos, de “desequilibrado e com furos inaceitáveis”, criticando a ausência de um roteiro para abandonar os combustíveis fósseis.
Apesar de reconhecer avanços como o triplo financiamento para adaptação e a criação de um mecanismo de transição justa, a entidade afirma que as causas da crise climática foram ignoradas e alerta que a COP30 não será bem-sucedida se os desequilíbrios persistirem no documento.
A diretora executiva do Greenpeace Brasil, Carolina Pasquali, afirmou que as metas de emissão para 2035 estão muito aquém do esperado e que o texto da Decisão Mutirão é praticamente inútil, pois contribui muito pouco para reduzir a lacuna de ambição de 1,5°C e para pressionar os países a acelerarem suas ações.
“Não há outra opção senão os países rejeitá-lo e devolvê-lo à presidência para revisão”, disse.
Apesar de reconhecer um pequeno avanço com o Mecanismo de Transição Justa, o Greenpeace avalia que o financiamento climático segue frágil, com promessas insuficientes e sem mecanismos concretos para apoiar os países mais vulneráveis.
*g1