
O Parque Radialista Erivaldo Cerqueira (Parque da Lagoa) será reaberto neste domingo (14). É que o risco de desenvolvimento para forma grave da cólera foi descartado após análise da Fiocruz.
O local estava interditado desde o dia 17 de fevereiro após detectar que a lagoa estava contaminada pelo agente causador da cólera, o Vibrio cholerae.
Na manhã deste sábado (13), equipes da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) iniciaram a limpeza do equipamento municipal. Agentes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também realizaram uma visita técnica.
O secretário de Serviços Públicos, Eli Ribeiro, informa que será mantido o horário normal de funcionamento, das 5h às 20h. Com fechamento toda segunda-feira para manutenção.
Entenda o caso
No último dia 17 de fevereiro, a Lagoa do Geladinho, situada no Parque Radialista Erivaldo Cerqueira, foi interditada por conta da água estar contaminada pelo agente causador da cólera, Vibrio cholerae. O resultado foi atestado pelo Lacen após investigação de duas amostras de água da lagoa, diante da ocorrência da morte de peixes da espécie Akari (Cascudo).
O laudo enviado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, detectou que o vibrião colérico não tem potencial para liberar a endotoxina capaz de causar a cólera. Sendo assim, não há risco de desenvolvimento da forma grave da doença, que pode gerar choque hemorrágico e convulsões.
*SECOM

Foto: Reprodução, Deutsche Welle/YouTube
É o maior índice no país em quase 32 anos; aumento dos preços verificado no último mês é o dobro do registrado no Brasil nos úlltimos 12 meses
Em novo recorde, a inflação na Argentina (foto) nos últimos 12 meses chegou a 109%, o maior índice registrado no país vizinho em quase 32 anos, informa a Folha.
Os números de ambos os países foram divulgados pelo Indec, do lado argentino, e pelo IBGE brasileiro nesta sexta-feira (12). O aumento dos preços argentinos em apenas um mês, 8,4%, é o dobro do registrado no Brasil em um período de 12 meses, 4,2%.
A Argentina convive com inflação de três dígitos, uma das maiores do mundo, desde o início deste ano. O índice foi puxado por alimentos —afetados por uma seca histórica—, vestuário, alimentação e turismo.
Visto como incompetente para resolver a crise, o presidente argentino, Alberto Fernández, já anunciou que não vai disputar a reeleição neste ano. Na semana passada, Fernández esteve em Brasília para pedir ajuda a Lula.
Informações TBN

Foto: Valter Pontes/Prefeitura de Salvador e Carla Carniel/AFP.
Ao chamar ACM Neto de “grampinho” em evento na Bahia, Lula jogou gasolina no fogo que a ala anti-PT do União Brasil vem tentando espalhar na legenda e não contribuiu com o caminho para compor com o partido, dizem lideranças da sigla.
A estocada mirando o secretário-geral do União Brasil e ex-prefeito de Salvador ocorreu a dias de uma reunião entre Palácio do Planalto e o comando da sigla, justamente para buscar aproximação.
O encontro atende a um pedido de Lula, que cobrou seu time da articulação política a organizar a base o quanto antes.
“Esse episódio, sinceramente, mostra que Lula não está bem. Ou desaprendeu a fazer política. Um ataque de graça. Mexendo em quem tá quieto”, diz um integrante da cúpula do União Brasil sobre a fala do presidente na Bahia.
Quadros do partido próximos a ACM Neto classificaram, nos bastidores, a fala de Lula “de ataque vil” e “episódio lamentável”.
O apelido “Grampinho” faz menção ao escândalo dos grampos, protagonizado pelo avô de ACM, Antônio Carlos Magalhães.
Um aliado diz que, em tempos de críticas a falas capacitistas e etaristas, Lula deveria ser cobrado por se referir de forma jocosa à estatura de ACM Neto.
O grupo de “oposição ferrenha” ao governo Lula dentro do União Brasil é minoritário, mas é barulhento e, com esse episódio, tem motivo para comprar briga, avaliam parlamentares ouvidos pela CNN.
O deputado Mendonça Filho, por exemplo, apresentou requerimento para convocar o ministro Rui Costa a se explicar no plenário da Câmara sobre declarações acerca da privatização da Eletrobras. O chefe da Casa Civil disse que a privatização, aprovada pelo Congresso Nacional, tem “cheiro ruim”.
O problema do Planalto, hoje, é que a maior parte da bancada do União Brasil na Câmara, com 59 deputados, está no grupo chamado internamente de “flutuante”. Ou seja, não milita contra Lula, mas não vai aderir facilmente à base.
O grupo tem dado trabalho ao Planalto, que ainda busca um modelo de governabilidade.
“Um carguinho no Dnit do estado não arrasta mais ninguém para a base. Emenda até pode ajudar”, diz um experiente deputado do União Brasil.
Um ruído com parte da legenda não ajuda em nada neste momento. A avaliação é que o Planalto vai precisar de mais aliados na legenda além de Luciano Bivar, que não tem controle sobre a bancada, caso queira avançar em outros temas além da pauta econômica.
Na votação do marco fiscal, por exemplo, a sigla vai entregar votos. Mas em “pautas da esquerda”, parlamentares afirmam que, atualmente, não há ambiente para apoio amplo.
Créditos: CNN.

Fonte: Divulgação
O Bahia conseguiu, enfim, o feito histórico de alcançar a marca dos 50 mil torcedores associados.
A chegada a este número é celebrada pelo fato de que a primeira campanha havia sido iniciada antes da pandemia, quando o clube chegou perto da marca, mas viu a quantidade de sócios ser reduzida à metade em função da crise econômica e suspensão dos jogos por quatro meses.
Desde 2022, o número voltou a disparar, fazendo com que o clube retomasse sua campanha para chegar a 50.000 sócios-torcedores, incluindo todos os planos do programa Sócio Esquadrão, dos quais a maioria tem acesso garantido aos jogos em casa.
Agora, o foco se volta para um novo objetivo: chegar aos 100 mil sócios torcedores.
Com a marca alcançada pela primeira vez, o Bahia publicou imagens e um vídeo no qual o CEO do Grupo City, Ferran Soriano, celebra a conquista.
“Parabéns. Muitos parabéns para os 50 mil sócios do Bahia, dos quais já me encontro. Bora Bahêa”, disse o executivo.
Camisa assinada por Ferran será sorteada
A camisa exibida na imagem acima, assinada por Ferran Soriano, será sorteada entre 50 sócios em dia que serão definidos – por meio de sorteio – para assistirem o jogo entre Manchester City e Real Madrid, no Museu do Bahia, na próxima quarta-feira.
Informações EC Bahia
Médicos renomados, como a Dra. Anna Paola Noya Gatto, indicam que patologias femininas e processos de envelhecimento sejam prevenidos e tratados com as práticas

O Brasil atingiu mais do que o dobro do número de médicos ativos. São 546 mil profissionais, uma proporção de 2,56 médicos por mil habitantes. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), o crescimento acelerado do número de escolas médicas na última década levou a um aumento sem precedentes. Na Bahia, são 1,64 médicos por 1.000 habitantes, abaixo da média nacional
Mas o que boa parte dos novos profissionais têm em comum é o olhar para a medicina da longevidade, que vem ganhando espaço em terras baianas. A nova prática procura tratar identificar a raiz dos problemas através das queixas, sintomas físicos e emocionais da paciente. Ou seja, o foco é na prevenção de doenças, principalmente comorbidades associadas ao declínio hormonal e ao envelhecimento, ajudando no aumento da expectativa de vida saudável.
É o que explica a Dra. Anna Paola Noya Gatto (@dra.annapaolagatto), mastologista e CEO da Clínica da Mulher. Com ampla experiência na área, ela alerta para a importância de fortalecer o sistema imunológico através das novas soluções. O foco é em equilibrar os níveis bioquímicos hormonais, assim como os níveis de vitaminas e minerais no corpo afim de contribuir com a prevenção das diversas patologias que acometem as mulheres a partir do climatério, como os tumores mamários, do endométrio, do colón e reto, da osteoporose, depressão entre outras comorbidades.
A medicina curativa e a medicina da longevidade são duas abordagens complementares, que trabalham juntas para a qualidade de vida, evitando que doenças que poderiam ser prevenidas ou tratadas no início se agravem e não tenham mais chances de cura. Além disso, as abordagens procuram entender as causas subjacentes de cada problema de saúde, e a modulação hormonal é uma parte importante desse processo de prevenção.
🟢 Como cuidar do equilíbrio hormonal no dia a dia?
A partir dos 45 anos de idade, o corpo humano inicia o declínio dos principais hormônios, como a melatonina, progesterona, e são seguidos pelo estradiol, estriol e testosterona, causando diversos sintomas, que muitas vezes são relacionados ao climatério e menopausa. Por isso, visitar o ginecologista e expor todos os sintomas é muito importante para que o profissional faça as devidas orientações e prescrições hormonais, antes que o declínio seja muito grande, como explica a Dra. Anna Paola Noya Gatto.

Foto: Reprodução.
Os planos de saúde individuais e familiares vão ficar mais caros. A expectativa do setor é de que o aumento seja de 10% a 12% neste ano, de acordo com a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).
O reajuste é válido para o período de maio de 2023 a abril de 2024. Ainda não se sabe quando a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai divulgar o reajuste máximo. Normalmente a divulgação é feita entre maio e junho.
Anualmente, a ANS determina qual o teto para o reajuste que as operadoras podem aplicar para planos individuais e familiares. No ano passado, os planos tiveram o maior reajuste em 22 anos, de 15,5%.
O setor alega estar acumulando prejuízos, mas o Idec considera que a situação não é crítica para motivar reajustes muito elevados. São quase 9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares hoje no país.
O aumento só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato; ou seja, no mês que foi assinado. Ele não vale para os planos coletivos por adesão e empresariais, que representam a maior fatia do mercado hoje.
O que temos ouvido é que o setor apresentou uma situação mais difícil, de lucros menores, e isso poderia levar a um reajuste mais alto. Ainda que a situação do setor esteja um pouco pior, essas empresas tiveram lucros recordes na pandemia.
Matheus Falcão, advogado e pesquisador do programa de saúde do Idec
As operadoras são livres para determinar o percentual de reajuste dos planos coletivos. A ANS entende que as operadoras e as empresas têm poder para negociar os melhores reajustes e condições de igual para igual. As empresas consideram a sinistralidade (ou seja, o uso do plano) para justificar o aumento. Quanto maior o uso do plano, maior o valor do reajuste.
Hoje a maior parte dos planos são coletivos (mais de 80% de todo mercado). São 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares frente a 41,3 milhões de pessoas em planos coletivos. O Idec diz que as operadoras têm deixado de ofertar planos individuais, pois preferem operar planos que coletivos, que não têm teto de reajuste.
O reajuste de planos coletivos já aplicados em 2023 para pequenas e médias empresas passa de 35%. Um relatório do BTG Pactual mostra que algumas operadoras vão aplicar o maior reajuste em dez anos. É o caso da Hapvida (19,94%), GNDI (21,94%), Bradesco (23,79%) e Amil (23,4%). Um relatório do Itaú diz que os planos da Unimed FESP tiveram reajuste de 35,9%. O preço médio dos planos de saúde no país subiu 15,3% no acumulado em 12 meses até abril, segundo a prévia da inflação do IBGE.
Os planos com até 29 pessoas têm uma regra de reajuste diferente. As operadoras precisam unir todos os seus planos deste perfil para avaliar a sinistralidade e determinar o percentual de reajuste anual. O valor vai ser o mesmo para todos os planos com este perfil dentro da operadora.
Para o Idec, planos coletivos também deveriam ter o teto de reajuste definido pela ANS. Segundo o instituto, não existe poder de negociação de igual para igual entre as operadoras e pequenas empresas. Falcão diz que em planos menores em que alguma pessoa faça tratamentos caros, como cirurgias ou tratamento de câncer, isso aumentaria a sinistralidade do plano e, consequentemente, o reajuste para todos. Ao unir as carteiras, isto dilui o risco e faz com que os reajustes sejam mais controlados.
A FenaSaúde, federação de empresas do setor de saúde, diz que o reajuste é indispensável para a sustentabilidade das operadoras. A entidade diz que o setor acumula prejuízos e que sem os reajustes a operação corre o risco de parar de funcionar. A FenaSaúde não divulgou a projeção de aumento dos planos para este ano.
Os motivos que justificam o aumento dos planos de saúde, segundo a entidade, são:
Em 2022, a operação médico-hospitalar acumulou um prejuízo de R$ 11,5 bilhões. Nesse cenário, sem os reajustes adequados, a operação dos planos de saúde corre sério risco de se inviabilizar, como é o caso de 263 operadoras que fecharam o ano de 2022 com despesas operacionais acima da receita.
FenaSaúde, em nota
O reajuste anual deve ser comunicado ao consumidor pela operadora. A regra vale tanto para planos individuais e familiares como coletivos. Giselle Tapai, especialista em direito do consumidor com foco em saúde e sócia do Tapai Advogados, diz que qualquer reajuste deve aparecer no boleto de cobrança dos planos.
Se a operadora cobrar mais do que o percentual autorizado, o consumidor deve procurar a ANS. O primeiro passo é pedir esclarecimentos para a operadora, diz a ANS.
Se o problema não for solucionado pela empresa, o consumidor deve procurar a ANS. É possível entrar em contato pelos telefones 0800 701 9656 e 0800 021 2105 (para pessoas com deficiência auditiva) ou pelo “Fale Conosco” da ANS.
No caso de planos coletivos, é possível contestar o reajuste se ele for muito alto. O primeiro passo é pedir que a operadora justifique o aumento. Se a empresa não explicar, o consumidor deve procurar a ANS, órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e até a Justiça.
Quem não conseguir pagar a nova mensalidade pode buscar a portabilidade de carências. A portabilidade vale tanto para planos individuais e familiares como coletivos. Na prática, o consumidor consegue fazer a troca de plano sem ter nenhum tipo de carência (desde que siga algumas regras determinadas pela ANS).
Créditos: UOL.

Você já se perguntou qual o descarte correto de seus medicamentos vencidos? Nesta sexta-feira , 12, em entrevista ao programa Rotativo News da Rádio Sociedade News FM 102.1, Manuel Oliveira, consultor da Farmácia Brito, explicou a maneira correta de realizar o descarte de medicamentos vencidos.
Confira o podcast completo:
Empresas interessadas poderão se inscrever em iniciativa que avalia impactos da redução da carga de trabalho

Um experimento sobre os impactos da adoção de uma jornada de trabalho semanal de quatro dias terá como palco o Brasil no segundo semestre deste ano. A ideia é resultado de uma parceria entre a organização sem fins lucrativos 4 Day Week, que conduz testes globais sobre a redução da carga de trabalho, e a brasileira Reconnect Happiness at Work.
O projeto deve acontecer entre os meses de junho e dezembro deste ano. Na primeira parte, entre junho e julho, a Reconnect oferecerá informações para as empresas que demonstrarem interesse em participar do experimento. Não haverá pré-requisitos e as inscrições para a mentoria da iniciativa serão feitas no site https://www.4dayweek.com/contact.
Em agosto, as empresas começarão a ser preparadas para a aplicação do modelo, que deve ser adotado em setembro. Haverá um custo para participar do estudo, mas ele ainda não foi definido. Na prática, a ideia é que o formato adotado seja do tipo 100-80-100: 100% do salário, trabalhando 80% do tempo e mantendo 100% da produtividade.
Entre os fatores que serão avaliados no projeto estão indicadores como estresse da força de trabalho, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, resultados financeiros e turnover (rotatividade). A metodologia da iniciativa foi elaborada pela universidade americana Boston College.
Nos últimos anos, outros países já testaram o modelo de quatro dias de trabalho por semana. Os Emirados Árabes Unidos, país pioneiro na redução da jornada, adota desde janeiro do ano passado uma jornada de apenas 36 horas semanais, divididas em quatro dias úteis, para todos os funcionários de órgãos públicos.
Já no Reino Unido, cerca de 60 empresas participaram, durante seis meses, do teste com a semana de trabalho de quatro dias. Ao final, 92% das empresas decidiram manter o formato de trabalho depois dos testes. Entre elas, a receita média aumentou 35% em comparação ao período anterior e 90% dos funcionários disseram que gostariam de continuar trabalhando apenas quatro dias.
Informações Pleno News

foto: Renato Pizzutto | Band
Sete meses após o fim do primeiro turno, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) voltou à cena política nesta sexta-feira (12). Ele participou de um evento na Universidade de Lisboa (ULisboa), em Portugal, voltado a acadêmicos do curso de Direito.
Em sua fala, o pedetista disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o “responsável pelo reacionarismo no Brasil” e que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está “entregue à banqueirada”.
Esta é a primeira declaração pública de Ciro Gomes sobre o governo Lula desde o início do terceiro mandato do petista. Em seu discurso, voltou a criticar o PT e sua forma de fazer política.
“Caramba, o Lula foi parar na cadeia. Será possível que não aprendemos nada? Ou nós acreditamos que Lula foi inocentado? Ele não foi. O Lula teve direito à presunção de inocência restaurada. É diferente de ser inocentado em um julgamento”, declarou ele.
Ao comentar sobre o atrito com o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que Lula não tem interesse em substitui-lo do cargo, direcionando críticas a Haddad por indicar Gabriel Galípolo para a diretoria do BC.
“Esta demissão [do Campos Neto] tem que ser provocada pelo Conselho Monetário Nacional. Quem é? É o governo, é o ministro da Fazenda completamente entregue à banqueirada, que está indicando um banqueiro para direção nova do Banco Central, se chama Galípolo”, completou.
Conexão Política

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (12), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou que irá processar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após declarações feitas pelo petista em Salvador, na Bahia (BA).
Durante evento sobre a Lei Paulo Gustavo, Lula afirmou que Bolsonaro teria uma mansão nos EUA, no valor de US$ 8 milhões, em nome do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid.
À emissora, o ex-presidente negou que tenha uma casa nos EUA em nome do ex-ajudante de ordem.
“Vou processar [Lula] com duas ações: civil e criminal”. Uma ele diz que, das 700 milhões de pessoas [mortas pela Covid-19], eu matei 300 milhões e a outra eu teria uma mansão nos Estados Unidos em nome do coronel Cid”, afirmou Bolsonaro à CNN.
“Acabaram de descobrir uma casa, de 8 milhões de dólares, do ajudante de ordem do Bolsonaro. Certamente, uma casa de 8 milhões dólares não é para o ajudante de ordem. Certamente, é para o paladino da discórdia, para o paladino da ignorância, para o paladino do negacionismo”, afirmou o petista durante o evento.
Lula disse em outro momento que Bolsonaro foi responsável por “300 milhões de mortes” de brasileiros durante a pandemia de Covid-19.
“Dos 700 milhões [sic] de brasileiros que morreram da Covid, 300 milhões [sic] morreram por culpa de um governo negacionista que não tem a menor sensibilidade de respeitar a ciência, a medicina”, afirmou Lula.
Gazeta Brasil