
A requalificação da Praça do Sapateiro, no estacionamento da Prefeitura, ao longo da Avenida Getúlio Vargas, será uma das primeiras intervenções a serem realizadas pelo Governo Municipal de Feira de Santana no início de 2026. A previsão anunciada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho é de que a licitação pública visando à contratação de empresa de engenharia para execução das obras seja publicada no Diário Oficial do Município (www.feiradesantana.ba.gov.br) já no mês de janeiro de 2026.
O prefeito José Ronaldo revelou que o projeto para a execução das obras já foi elaborado pela Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Feira e que agora está em fase de conclusão do orçamento. A partir daí, a administração municipal deve publicar a licitação pública para a contratação de empresa de engenharia em janeiro de 2026.
A pretensão da administração municipal é iniciar as obras de requalificação da Praça do Sapateiro já em março de 2026, conforme previsão anunciada pelo prefeito José Ronaldo.
*Secom

O vereador curitibano Rodrigo Marcial (Novo-PR) protocolou no Senado, nesta quinta-feira (4), o que descreve como “o maior pedido de impeachment da história” contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O documento conta com 68 mil assinaturas e 126 casos de crime de responsabilidade.
O parlamentar afirma ter reunido cronologicamente “cada abuso no Dossiê Moraes” e que a “ficha corrida da arbitrariedade está documentada e blindada juridicamente”.
– O trabalho foi árduo, mas saio de Brasília com a sensação de dever cumprido. Levei um documento técnico, robusto e construído com apoio de parlamentares que reconhecem: os abusos do STF ultrapassaram todos os limites. Agora, Davi Alcolumbre precisa agir. Não podem engavetar o que a Constituição autoriza e o que o Brasil exige. A pressão não pode e nem deve parar. Seguiremos até derrubar os tiranos da República – escreveu ele, em publicação no Instagram.
A iniciativa de Marcial esbarra, contudo, na decisão monocrática tomada pelo decano do STF, Gilmar Mendes, de restringir à PGR (Procuradoria-Geral da República) o poder de apresentar pedidos de impeachment contra magistrados da Suprema Corte. A determinação foi tomada na última quarta (3), gerando ampla polêmica.
A oposição, por sua vez, apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para restabelecer a regra de que qualquer cidadão pode apresentar denúncia contra os ministros.
A decisão de Gilmar também fixou que a aprovação do processo passe a exigir o apoio de dois terços dos senadores e não mais de maioria simples. Essas novas regras, entretanto, ainda não são definitivas. O entendimento será submetido ao plenário virtual da Corte entre os dias 12 e 19 de dezembro, quando os demais ministros avaliarão se a liminar será mantida, modificada ou derrubada.
*Pleno.News
Foto: Frame de vídeo / Instagram | Ton Molina / STF
Evento contará com a presença de ACM Neto

Foto: Redes Sociais
O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto virá a Feira de Santana no dia 18 de Dezembro inaugurar a nova sede do partido no Município. O ato deve fortalecer a pré-candidatura do empresário Zé Chico (União Brasil), que comanda a sigla na Princesa do Sertão, a deputado federal.
Zé Chico é, inclusive, o candidato do coração do prefeito José Ronaldo, embora outros aliados estejam no páreo de olho em uma cadeira na Câmara Federal: Pablo Roberto (PSDB), atual vice e secretário de Educação em Feira, e Colbert Martins (DC), ex-gestor.
Fonte – Política Livre
As oportunidades são para contratação imediata, e a seleção será feita diretamente na sede da Casa do Trabalhador

A Casa do Trabalhador, órgão vinculado à Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), vai realizar um mutirão especial de oportunidades nos dias 08 e 09 de dezembro, das 9h às 12h e das 13h às 15h, ofertando 100 vagas para o cargo de Especialista em Atendimento / E-commerce na empresa Atento.
As oportunidades são para contratação imediata, e a seleção será feita diretamente na sede da Casa do Trabalhador. Para participar, os candidatos devem possuir Ensino Médio completo, conhecimento em informática, boa prática de digitação, além de disponibilidade para atuar no setor de atendimento. Não é exigida experiência comprovada, o que amplia as chances para quem busca o primeiro emprego ou deseja ingressar na área.
O mutirão reforça o compromisso da Casa do Trabalhador em facilitar o acesso da população ao mercado de trabalho e aproximar empresas que estão contratando profissionais em busca de recolocação.
O atendimento será realizado na sede da Casa do Trabalhador, localizada na Rua Desembargador Felinto Bastos, nº 527A (antiga Rua de Aurora), Feira de Santana. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelos telefones (75) 3614-2551 / 2550 ou pelo e-mail casadotrabalhador@pmfs.ba.gov.br.
Com informações da Secretária Municipal de Comunicação Social

O Brasil deixou a lista das dez maiores economias do mundo referente ao Produto Interno Bruto (PIB) em dólares. De acordo com o ranking global da Austin Rating, o país caiu da 10ª para a 11ª posição.
A Rússia ultrapassou o Brasil e o Canadá e passou a ocupar a 9ª posição no ranking estimado para 2025, conforme mostrou o levantamento. No ranking do ano anterior, a economia russa ocupava o 11º lugar.
O estudo teve como base o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) de outubro sobre o panorama da economia global e perspectivas.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (4), apontaram que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre. O resultado veio levemente abaixo da expectativa do mercado, que era de variação de 0,2%. As informações são da CNN Brasil.
Informações Pleno News

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou nesta quarta-feira (3) o projeto que institui o Profimed, teste que passará a ser exigido para a obtenção do registro profissional dos médicos.
A proposta foi aprovada por 11 votos a 9, em votação terminativa. Com isso, o texto deve seguir diretamente para a Câmara dos Deputados após uma rodada suplementar prevista para a próxima semana. Ainda assim, há articulações no Senado para que o projeto seja analisado pelo plenário antes do envio aos deputados.
O Ministério da Educação argumenta que o Profimed invade sua atribuição de avaliar cursos e estudantes, enquanto o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro, classificou o exame como ineficaz e inconstitucional. Para ele, o modelo não contribui para a melhoria da formação médica e transfere o ônus da avaliação para recém-formados e suas famílias.
Entidades ligadas ao ensino superior também reagiram. A presidente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), Elizabeth Guedes, afirmou que o exame desorganiza a política pública de formação médica e carece de legitimidade, além de não trazer impactos positivos à qualificação profissional. Ela afirmou que a entidade estuda levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Anup e o SemeRJ também se posicionaram contra o projeto e defenderam a manutenção do Enamed como principal instrumento de avaliação.
Ainda assim, o texto de autoria do senador Marcos Pontes (PL-SP), relatado por Dr. Hiran (PP-RR), avançou prevendo que o Conselho Federal de Medicina será responsável pela aplicação do Profimed. O projeto também oficializa o Enamed, exame aplicado pelo MEC no quarto e no sexto ano do curso de Medicina, mas estabelece que ele não substituirá o novo teste.
Informações Metro1

O jornal americano The New York Times entrou com uma ação judicial contra o Pentágono nesta quinta-feira (4), acusando o Departamento de Defesa do governo Donald Trump de violar direitos constitucionais ao impor novas restrições à atuação de jornalistas que cobrem as Forças Armadas dos Estados Unidos.
O processo foi apresentado à Justiça federal, em Washington. Nele, o jornal sustenta que a política adotada pelo departamento fere a Primeira Emenda da Constituição ao limitar a apuração jornalística e o acesso à informação. Segundo a ação, as regras “buscam restringir a capacidade dos jornalistas de fazer o que sempre fizeram”, como questionar autoridades e reunir informações que vão além das versões oficiais divulgadas pelo governo.
As normas, em vigor desde outubro, ampliam de forma significativa tanto o número de diretrizes quanto o alcance das exigências em relação às políticas anteriores. Entre os pontos contestados está a obrigação de que repórteres assinem um formulário de 21 páginas, que estabelece limitações às atividades jornalísticas, inclusive à realização de entrevistas e apurações junto a autoridades do próprio Pentágono.
De acordo com o processo, o descumprimento das regras pode resultar na perda das credenciais de imprensa, além de conceder ao Departamento de Defesa ampla margem de decisão para aplicar as punições como considerar adequado. A ação afirma ainda que jornalistas podem ser penalizados por divulgar informações não aprovadas por funcionários do departamento, independentemente de a apuração ter ocorrido dentro ou fora do Pentágono, ou de o conteúdo ser classificado ou não como confidencial.
Informações Metro1
Acordo envolveria concessão de terras raras brasileiras para exploração norte-americana, fim da censura contra mídias sociais e colaboração mútua no combate ao crime organizado

O governo dos Estados Unidos cogita revogar a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Viviane Barci de Moraes, mulher do magistrado.
Segundo fontes do governo norte-americano, o pedido de revogação da Lei Magnitsky chegou à Casa Branca e está em fase de análise.
O cancelamento das sanções estaria condicionado a um acordo entre Lula e Trump. A negociação envolve a concessão de terras raras brasileiras para exploração norte-americana, o fim da censura contra as mídias sociais, o cancelamento de impostos contra as big techs, a colaboração brasileira no combate ao crime organizado e o término de qualquer cooperação do Brasil com a China no setor de satélites. Neste último caso, a empresa Starlink, do empresário Elon Musk, poderia se beneficiar.
O canal de negociação entre o governo norte-americano e o governo brasileiro foram os irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores da JBS. Eles viajaram diversas vezes para os EUA nos últimos meses, onde se encontraram com o presidente Donald Trump. A partir dali, intermediaram a mais recente conversa entre Trump e Lula, na Malásia.
A JBS é a maior produtora de carne bovina nos EUA, com mais de 25% de participação de mercado e mais de US$ 40 bilhões de ativos globais, boa parte dos quais em território americano. A empresa foi a maior doadora da cerimônia de posse do segundo mandato de Trump, com contribuição de mais de US$ 5 milhões.
Para ajudá-los nas articulações com a Casa Branca, os irmãos Batista teriam contratado quatro empresas de lobby. Os encontros ocorreram em meio à abertura de uma investigação federal nos EUA contra a JBS por formação de cartel. Segundo os investigadores, o frigorífico brasileiro teria se juntado a três empresas do setor de carnes para manter o preço dos produtos artificialmente elevado. Esse assunto é particularmente importante para Trump, que vê diminuir sua popularidade por causa da inflação no país. Na última viagem aos EUA, na semana passada, os Batista teriam se reunido com o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e aceitado reduzir os preços no mercado norte-americano.

Desde novembro do ano passado, os Estados Unidos firmaram um compromisso financeiro sem precedentes para tornar o Brasil um pilar das cadeias de suprimento de terras raras do Ocidente, o que alteraria radicalmente a dinâmica da segurança energética global.
Por meio da Corporação Financeira de Desenvolvimento dos EUA (DFC), os EUA toparam investir US$ 465 milhões para expandir a operação de mineração de Serra Verde, em Goiás. Esse é um dos maiores compromissos já assumidos pela DFC com infraestrutura crítica de mineração, o que demonstra uma estratégia geopolítica coordenada para reduzir a dependência norte-americana dos monopólios chineses de processamento mineral.
As terras raras são um conjunto de 17 minerais essenciais para a produção de tecnologias estratégicas, como baterias de carros elétricos, turbinas eólicas, celulares, fibras ópticas, semicondutores, mísseis guiados e outros equipamentos militares. Por isso, são consideradas insumos críticos tanto para a indústria de alta tecnologia quanto para a defesa nacional.

Outro assunto em pauta envolve o Projeto de Lei das Big Techs, que o governo brasileiro enviou ao Congresso em setembro. Durante as conversas, interlocutores de Trump teriam pedido o arquivamento dessa proposta e de qualquer outra que tenha a mesma finalidade.
O governo Lula, por meio dos Batista, também teria aceitado “congelar” o acordo de colaboração entre a empresa brasileira Telebras e a empresa chinesa de satélites SpaceSail, firmado em novembro de 2024. Nesse caso, a SpaceSail daria lugar à Starlink.

Lula também teria aceitado a proposta de colaborar com autoridades norte-americanas no combate ao narcotráfico e ao crime organizado.
Em setembro, os EUA estavam prestes a incluir o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital na lista de organizações terroristas, como fizeram com o cartel venezuelano do Tren de Aragua. A ideia não avançou por causa dos irmãos Batista, que intercederam por Lula. Em troca, o governo brasileiro topou passar informações sobre facções criminosas brasileiras para os norte-americanos.
Não por acaso, na última terça-feira, 2, Lula teria telefonado para Trump — fora da agenda oficial de ambos — para informá-lo sobre a operação contra a refinaria Refit, acusada de lavagem de dinheiro e financiamento de organizações criminosas, e cujo controlador, Ricardo Magro, estaria em Miami. Como demonstração de fidelidade, Lula teria ordenado que os documentos da operação fossem traduzidos e enviados para os norte-americanos.

Por último, o governo Lula teria garantido aos EUA a colaboração para a mudança de regime na Venezuela. A ideia seria emissários do governo brasileiro convencerem o ditador Nicolás Maduro a renunciar ao cargo sem resistência militar, o que dispensaria o uso da força pelos norte-americanos. Esse é o desejo de Trump, que prefere evitar combates longos para que não haja repercussões negativas na imprensa, na opinião pública e entre os republicanos. Essa é a razão pela qual os irmãos Batista viajaram para a Venezuela recentemente.
Existe a possibilidade de as sanções impostas a Moraes e a Viviane serem suspensas em breve, apesar da resistência do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que prefere mantê-las em vigor.
Oeste indagou o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo, que tiveram conversas com o governo norte-americano para aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes e Viviane. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.
Informações Revista Oeste

O deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES)pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) avalie o acionamento de mecanismos de cooperação internacional com a Espanha, onde vive atualmente Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O portal Metrópoles divulgou as informações nesta quinta-feira, 4.
O parlamentar solicita que a Corte analise a possibilidade de extradição do filho do presidente Lula, diante de um risco de enfraquecimento das investigações em andamento no país. Segundo ele, a permanência de Lulinha no exterior pode dificultar a condução da persecução penal.
No documento enviado ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, o deputado afirma que Lulinha beneficiou-se com pagamentos mensais de cerca de R$ 300 mil e repasses de aproximadamente R$ 25 milhões.
As investigações atribuem os valores a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Atualmente, ele está preso por envolvimento em um esquema de fraudes bilionárias contra aposentados e pensionistas.
De acordo com Evair de Melo, os fatos devem ser formalmente comunicados à Procuradoria-Geral da República (PGR). O ofício também propõe medidas cautelares, além de recursos como carta rogatória para oitiva no exterior e compartilhamento de provas entre os dois países.
O deputado argumenta que não há, neste momento, condenação nem sentença contra Lulinha. Mesmo assim, defende o avanço das apurações com base em elementos já reunidos por autoridades brasileiras. Ele considera que há indícios suficientes para justificar o aprofundamento das diligências.
Evair de Melo já havia enviado à Polícia Federal um requerimento com teor semelhante. No texto, ele reforçou a cobrança por providências diante das suspeitas de envolvimento de Lulinha no caso.
Informações Revista Oeste

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), endureceu as regras e aumentou a vigilância sobre as visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, por suposta participação em uma “trama golpista”.
Moraes passou a exigir relatórios semanais detalhando todas as visitas, com horários de entrada e saída de todos os locais que abrigam réus condenados do chamado “núcleo principal”, incluindo o ex-presidente.
No despacho desta quinta-feira, 4, Moraes estabeleceu que qualquer solicitação de visita deve conter o cadastro do visitante na unidade e o consentimento formal do detento, além de seguir todas as normas de segurança do local.
O ministro do STF destacou que “todos os visitantes deverão cumprir os procedimentos de segurança e as regras da unidade, que incluem restrições de vestuário, objetos permitidos e comportamentos”.
“Somente depois desse procedimento, os pedidos serão analisados por este Juízo, de acordo com a regulamentação específica aplicável ao local de custódia”, continuou Moraes.
Nos últimos dias, Bolsonaro recebeu visitas de médicos e familiares. Nesta quinta-feira, Michelle Bolsonaro e a filha Laurinha compareceram à Superintendência da PF, em Brasília, para encontrá-lo.
Segundo regra interna da PF, familiares podem realizar visitas nas terças e quintas-feiras, com duração máxima de 30 minutos cada.
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A PF manteve o calendário de visitas ao ex-presidente, apesar do pedido da defesa para que Carlos Bolsonaro pudesse passar seu aniversário ao lado do pai no próximo domingo, 7, quando completa 43 anos.
Moraes rejeitou a solicitação e confirmou a data já prevista para esta quinta-feira, 4. A defesa argumentou que o vereador carioca estará em viagem a Santa Catarina e pediu a remarcação para o domingo, alegando que a visita teria caráter simbólico para pai e filho.
Moraes citou a portaria da PF que regulamenta as visitas na unidade onde Bolsonaro cumpre pena. Com isso, a corporação manteve a visita de Carlos Bolsonaro para esta quinta — no mesmo turno autorizado para Michelle e Laura.
Informações Revista Oeste