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Que José Ronaldo é pré-candidato a prefeito de Feira em 2024, todo mundo tá careca de saber. Da mesma forma que ele já está gastando sola de sapato, caminhando, visitando, ouvindo e dialogando. Nesse corre corre normal, o experiente político encontrou um tempo para “viver uma alegria especial” com os netos.

“Hoje vivi uma alegria especial. Fiz algo que quase não tenho feito: dei uma pausa para ir ao cinema e assistir um filme de desenho animado com meus netos Ronaldinho e Marina, acompanhados dos seus primos Bernardo, Pepeu e Gil”, disse em sua conta no Instagram.

José Ronaldo revelou, ainda, ter ido ao cinema assistir ao “Homem Aranha”. Até arriscou um elogio à produção americana: “a produção audiovisual está muito banaca!”, escreveu na rede social.

“A última vez que assisti um filme assim, no cinema, tem muito tempo. Foi na época de Tom e Jerry!”, afirma Ronaldo, acrescentando à sua fala um emoji de risos.

Refém confesso do mundo político e sua consumição inevitável de tempo, José Ronaldo deu um importante conselho a quem se entrega de corpo e alma ao trabalho: “E você, há quanto tempo não faz algo especial com seus filhos, netos ou pessoas queridas? Na vida corrida que temos, muitas vezes, deixamos de viver experiências que são simples e extraordinárias”, lembrou José Ronaldo.


Começou hoje (27), na Câmara, o processo de discussão e votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de Feira de Santana, para 2024. A matéria é considerada das mais importantes para o Município, pois estabelece as principais bases para a elaboração da Lei Orçamentária Anual. De acordo com o cronograma estabelecido pela presidente da Casa, Eremita Mota (PSDB), proposta do Poder Executivo para a nova LDO deverá ser votada nesta quarta-feira, em primeiro e segundo turnos. Na última sessão deste semestre, quinta (29), está prevista a votação em redação final, última etapa do trabalho legislativo para o encaminhamento do projeto para sanção do prefeito Colbert Martins Filho.

Para avançar o processo, o plenário decidiu suprimir o pequeno e grande expedientes da sessão, momento em que Eremita convidou os colegas a uma reunião, que durou meia hora,  para tratar das emendas à LDO. Os vereadores chegaram a um consenso sobre o assunto e ficou encaminhada a votação do projeto para quarta-feira. Aberto o momento de discussão,  vários parlamentares, de situação e oposição, se revezaram nos discursos na Tribuna, apontando seus pontos de vista sobre e anunciando as possíveis  alterações para sanar o que consideram como “falhas ou inconsistências” no projeto original.

Para chegar a esta etapa final da LDO, duas audiências públicas foram promovidas pela Câmara, focando temas como saúde, educação, cultura, agricultura,  planejamento e políticas para as mulheres. O objetivo, desta ação, inédita na Casa da Cidadania,  foi ouvir a sociedade civil e suas entidades representativas sobre o projeto que rege sobre em relação às Diretrizes Orçamentárias do Município.   

Conforme pontuado pela presidente da Câmara, Eremita Mota (PSDB), além de ter sido bastante produtivo, o debate  possibilitou incluir na proposta sugestões que atendem os anseios da população, a exemplo de questões relacionadas à melhoria nos serviços públicos de saúde e educação: “É nosso papel, trabalhar para que a vida do povo feirense melhore. Portanto, sempre estaremos abertos a ouvir e acolher a importante contribuição das representações da sociedade”.


Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra a emissora

Jovem Pan microfone
Jovem Pan Foto: Divulgação / Jovem Pan

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública na Justiça Federal na qual pede o cancelamento das outorgas de radiodifusão concedidas à Jovem Pan. No pedido, o órgão argumenta que a solicitação é feita em razão do “alinhamento da emissora à campanha de desinformação que se instalou no país ao longo de 2022 até o início deste ano”.

Além da cassação das outorgas, o órgão também solicitou que a emissora seja condenada a pagar R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos. O valor seria o equivalente a 10% dos ativos da empresa apresentados no último balanço.

Em outro ponto da petição, o Ministério Público Federal também pleiteia que a Justiça Federal obrigue a Jovem Pan a veicular, ao menos 15 vezes por dia, entre as 6h e as 21h, durante quatro meses, mensagens com informações oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. As inserções devem ter de dois a três minutos de duração e trazer dados a serem reunidos pela União.

Para justificar a ação, o MPF diz que analisou a programação da Jovem Pan entre os dias 1° e 8 de janeiro deste ano, com foco nos programas Os Pingos nos Is, 3 em 1, Morning Show e Linha de Frente, e detectou que em diversos episódios, de acordo com a avaliação dos procuradores que assinam o pedido, teriam sido extrapoladas as liberdades de expressão e radiodifusão.

O MPF destaca ainda que a ação protocolada no Judiciário trata apenas das outorgas de rádio, pelo fato de a radiodifusão constituir um serviço público, concedido ou permitido pela União a particulares interessados em explorá-lo.

Além das condenações pedidas contra a Jovem Pan, o MPF ainda pede que a Justiça Federal obrigue a União a providenciar e fiscalizar a inserção das informações oficiais sobre o processo eleitoral na emissora e que estabeleça o dever, também da União, de inspecionar de forma contínua e eventualmente punir outras emissoras que transmitam conteúdos produzidos pela Pan.

Informações Pleno News


Nos EUA, os eleitores são soberanos; no Brasil, soberanos são os juízes 

Foto: Evaristo Sá/AFP

Denunciado pela retenção ilegal de documentos sigilosos, Donald Trump pode ser condenado à prisão. Mesmo nessa hipótese, não perderá o direito de concorrer à Presidência. Jair Bolsonaro, que enfrenta julgamento no TSE sob acusações de ataques ao sistema eleitoral e às instituições democráticas, poderá se tornar inelegível, mas não corre risco de prisão. Nos Estados Unidos, os eleitores são soberanos; no Brasil, soberanos são os juízes. 

Um século atrás, em 1920, o líder socialista americano Eugene Debs, condenado por crime de sedição, concorreu à Presidência enquanto servia sentença numa penitenciária de Atlanta e recebeu 914 mil votos (3,4% do total). Os Estados Unidos separam os domínios da Justiça e da política: o primeiro compete aos tribunais; o segundo, aos eleitores. Nada, nem mesmo a cadeia, anula os direitos políticos, que emanam da cidadania. 

No Brasil, cidadania é coisa secundária, incerta, precária. Daí que um tribunal especial, o TSE, tem a prerrogativa de decidir quem pode e quem não pode se candidatar a cargos eletivos. No fundo, os juízes operam com o poder de cassar a soberania popular. Os eleitores perdem o direito de votar nos candidatos de sua preferência. A tutela judicial dos eleitores ocorre sistematicamente nas disputas para cargos parlamentares. Desde 2018, transformou-se em fator decisivo nas eleições presidenciais. 

Quem ocupará o Planalto? Perguntem, antes, aos Grandes Eleitores (os juízes), que dirão em quem os pequenos eleitores (o povo) podem votar. Bolsonaro chegou à Presidência numa eleição marcada pelo veto judicial à participação de Lula. Depois, como os juízes mudaram de ideia, Lula retornou ao Planalto. Tudo indica que, em 2026, disputará a reeleição em pleito sem a presença de Bolsonaro, graças à decisão soberana dos juízes. 

O socialista Debs foi punido por conclamar à resistência contra o alistamento militar. Seus eleitores, porém, não foram punidos. Puderam exercer plenamente o direito de voto. No Brasil, entretanto, prefere-se punir os eleitores — os de Lula, antes, e os de Bolsonaro, agora. Ao vetar candidaturas, sob o pretexto de punir indivíduos, os juízes cancelam direitos de vastas parcelas da sociedade. No fundo, é a democracia que vai para a cadeia. 

A Lei Complementar nº 64, de 1990, elencou uma série de situações de inelegibilidade. Duas décadas depois, a Lei Complementar nº 135 (Lei da Ficha Limpa) adicionou dez outras situações capazes de barrar a candidatura de indivíduos condenados por um tribunal colegiado, mesmo em processos que admitem recurso. Voluntariamente, os políticos concederam aos juízes a tutela sobre os eleitores. 

A prerrogativa judicial de configurar as disputas eleitorais, eliminando de antemão certos candidatos, conduz à politização do sistema de Justiça. Magistrados, em todas as instâncias, sabem que são Grandes Eleitores. Suas preferências partidárias ou ideológicas tendem a contaminar suas decisões em processos cujos réus são políticos. Na ponta oposta, cria-se mais um forte incentivo para que os políticos articulem a indicação de amigos leais a vagas nos tribunais superiores. 

Atrás da legislação sobre inelegibilidade esconde-se um intercâmbio tácito. Eis a barganha: em troca da concessão aos juízes do poder de tutela sobre os eleitores, os políticos esperam ser poupados de punições criminais. As acusações contra Bolsonaro envolvem crimes gravíssimos, puníveis com a prisão. Contudo parecem escassas as possibilidades de que o ex-presidente conclua sua carreira política na cela de uma penitenciária. No fim, ao que tudo indica, apenas seus eleitores serão sentenciados. 

Num país viciado no jogo da polarização, princípios políticos perderam valor. A saga de Lula, impedido arbitrariamente de concorrer ao Planalto, nada ensinou ao Brasil — nem mesmo ao PT. Se, anos atrás, a direita bolsonarista celebrou a inelegibilidade de Lula, hoje a esquerda lulista prepara-se para celebrar a inelegibilidade de Bolsonaro. Nos dois lados, o que se comemora, de fato, é a cassação da soberania popular.

O Globo


Tribunal Penal Internacional reabre investigação sobre crimes contra a humanidade na Venezuela

Foto: MANAURE QUINTERO / REUTERS.

Tribunal Penal Internacional (TPI) autorizou nesta terça-feira, 27, que seu procurador retome as investigações sobre supostos crimes contra a humanidade cometidos na Venezuela pelo governo do ditador Nicolas Maduro.

A Venezuela argumenta que as alegações de violações de direitos humanos cometidas durante a repressão às manifestações contra o governo em 2017, que deixaram centenas de mortos, devem ser tratadas por seu próprio sistema judicial.

O TPI, com sede em Haia, disse em um comunicado que os juízes da jurisdição concluíram que, embora “a Venezuela esteja conduzindo algumas medidas investigativas, seus processos criminais internos não refletem suficientemente o escopo da investigação prevista pelo Gabinete do Procurador”.

O tribunal acrescentou que chegou a essa conclusão “com base nas observações e no material recebido”. Os juízes, portanto, decidiram autorizar o promotor Karim Khan a “retomar a investigação” sobre a situação na Venezuela.

“Quanto aos fatores que a Assembleia considerou determinantes para sua conclusão, ela constatou que a Venezuela não parece estar investigando as alegações de fato subjacentes aos elementos contextuais dos crimes contra a humanidade”, disse o comunicado. “As investigações nacionais em geral parecem se concentrar em perpetradores diretos e/ou de nível inferior”, disse.

Também indicou que “a Venezuela parece ter tomado medidas investigativas limitadas e que, em muitos casos, parece haver períodos inexplicáveis de inatividade investigativa”.

De acordo com o Estatuto de Roma, o tratado de fundação do TPI, um Estado membro pode solicitar oficialmente que o promotor do TPI restrinja a investigação do Estado ao seu próprio território.

A Venezuela ratificou o Estatuto de Roma em 2000, e o escritório do promotor do tribunal recebeu um encaminhamento em setembro de 2018 da Argentina, Canadá, Colômbia, Chile, Paraguai e Peru, denunciando a suposta prática de crimes contra a humanidade na Venezuela desde 12 de fevereiro de 2014.

O sistema judiciário venezuelano indiciou e condenou policiais pela morte de manifestantes durante os protestos de 2017, mas os opositores do governo consideram que essas medidas foram tomadas apenas para evitar processos no TPI.

Em novembro de 2021, o promotor do TPI anunciou, ao lado do presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, que estava passando de uma investigação preliminar aberta em 2018 para uma investigação formal.

“Essa conclusão não impede que a Venezuela forneça material no futuro para permitir que o Gabinete do Procurador ou a Câmara determine a inadmissibilidade com base na complementaridade”, disse o comunicado. 

Créditos: /AFP /EFE


Será que a Nasa encontrou um dedo em Marte? É o que apontam internautas sobre as “semelhanças” com a pedraCrédito: Divulgação/Nasa

Foto: Reprodução.

Há alguns anos, a Nasa divulga imagens da Marte. “Rato, dedo, portal e até uma aranha já foram encontrados no planeta” – pelo menos é o que apontam os internautas em diversos postagens nas redes sociais.

Será que é real ou não passa de pareidolia, um fenômeno psicológico que consiste na identificação ilusória de significados ou padrões reconhecíveis, em resposta a estímulos vagos ou aleatórios?

A verdade é que há anos os registros mexem com o imaginário popular, fortalencendo a teoria que existe vida fora do planeta Terra.

Veja as imagens abaixo:

Créditos: CNN.


mulher faxina nua
Rhiannon deixou o emprego anterior para se juntar à empresa que oferece serviço de faxina com mulher nua | Foto: Reprodução/Instagram

Rhiannon, de 32 anos, largou o emprego de secretária para ganhar R$ 3 mil, por dia, para fazer faxina completamente nua, ou de lingerie, na casa de clientes no Reino Unido.

Ela trabalha para a empresa britânica Naked Cleaning Company, que se tornou alvo de polêmica pelos serviços “premium”. Outras moças de diferentes etnias trabalham para a companhia.

“Eu amo ficar nua e fazer faxina, foi uma vitória para todos com ótimas taxas de pagamento”, disse a mulher, em entrevista ao jornal The Sun, publicada em 22 de junho.

De acordo com Rhiannon, o novo emprego aumentou sua autoestima, além de fazê-la se arrumar mais. “Isso me encoraja a levantar e fazer meu cabelo e maquiagem”, disse. “Todos os meus clientes foram cavalheiros adoráveis e adequados. Eles são muito elogiosos, o que aumenta minha confiança.”

A mulher que faz faxina nua contou que a empresa a faz chegar a cada reserva com “roupa casual elegante”. Os clientes, contudo, podem pedir “trajes específicos” para a limpeza em si, ou nenhum.

Créditos: Revista Oeste.


“Queria ver para crer”, brasileira conta como comprou 3 casas por R$ 16 na Itália

Foto: Reprodução.

Rubia Andrade Daniels estava de férias na Indonésia quando soube que havia casas sendo vendidas por apenas um euro na Itália. Em um primeiro momento ela achou que se tratava de uma brincadeira, algo “bom demais para ser verdade”, até que fez sua própria pesquisa e viu que de fato existiam tais anúncios. Ela não esperou para garantir suas compras.

“Queria ver para crer. Em três dias eu já tinha comprado a minha passagem, marcado o hotel, reservado um carro. Aí eu fui para a Itália pra tentar pegar mais informação, saber se aquilo ali era realmente real. Foi assim que tudo começou”, diz Rubia em entrevista a Nossa.

A venda de casas por um euro em cidadezinhas italianas existe pelo menos desde 2014, mas foram os anos seguintes que suas vendas aumentaram cada vez mais com a adesão de localidades em regiões famosas como a Toscana, a Sicília, a Sardenha, a Puglia, o Piemonte e Lombardia.

As iniciativas vieram como forma de combater a saída dos mais jovens para os grandes centros, dar fim ao abandono de imóveis e manter a existência de vilarejos com grande população idosa, repovoando essas localidades. Cada lugar tem regras específicas.

Em janeiro de 2019 Rubia embarcou para a Sicília, numa cidade de 10 mil habitantes chamada Mussomeli. Até então, segundo ela, não havia tanta procura pelas casas a preço de um cafezinho. Todo processo foi feito por uma agência imobiliária autorizada pela prefeitura local.

Uma das casas escolhidas, no centro histórico de Mussomeli - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Uma das casas escolhidas, no centro histórico de Mussomeli
Imagem: Arquivo pessoal
Rubia em frente a uma das casas recém adquiridas - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Rubia em frente a uma das casas recém adquiridas
Imagem: Arquivo pessoal

“Eu fui uma das pioneiras. Quando eu cheguei lá em 2019, por exemplo, no dia que eu fiz o tour, era só eu e havia umas 100 a 150 casas disponíveis”, conta, e completa:

Hoje, se você marcar um tour, vai estar no mínimo com 30 pessoas, porque tem gente do mundo inteiro indo para lá e comprando essas casas”

Apesar de ter ido para outras cidades ainda menores que Mussomeli, ela escolheu o lugar devido a sua estrutura com hospital, restaurantes, bares, panificadoras, posto de gasolina e boutiques: “Eu não preciso sair da cidade para nada”.

1 - Reprodução/ Arquivo pessoal - Reprodução/ Arquivo pessoal
Cidades do interir da Itália têm atraído pessoas de todo o mundo com programas para ajudar a repovoar regiõesImagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

A compra

Com tantas opções disponíveis de moradia, a empreendedora brasileira se encantou por três imóveis dispostos no centro histórico de Mussomeli — um quarto seria adquirido pela sua filha.

Por se tratar de edifícios antigos, muitos ainda com o estilo medieval no interior, um dos requisitos para a compra foi preservar o aspecto histórico do prédio quando é necessário fazer reformas.

Uma das obrigações de quem compra as casas de um euro é manter o aspecto arquitetônico das construções históricas - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Uma das obrigações de quem compra as casas de um euro é manter o aspecto arquitetônico das construções históricasImagem: Arquivo pessoal

Todo comprador tem até três anos para iniciar os trabalhos e garantir a propriedade com a aquisição da escritura, que pode variar entre 3 mil e 3,5 mil euros, além da taxa de prestação de serviço da agência imobiliária, que Rubia pagou 500 euros. O valor de um euro por casa, hoje cotado por pouco mais de R$ 5,00, é praticamente simbólico.

Você tem que pagar pelo serviço, no caso, o serviço das agentes e a escritura da casa. A casa em si é quase gratuita. Porque um euro é simbólico”

1 - Reprodução/ Arquivo pessoal - Reprodução/ Arquivo pessoal
A primeira casa pertence à filha de Rubia e fica ao lado de uma das três que a mãe comprouImagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Investimento nas reformas

Moradora da Califórnia, na Costa Oeste dos EUA, Rubia iniciou a reforma da primeira casa ainda em 2019.

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A própria Rubia levou materiais e ferramentas de construção da sua casa nos EUA para reformar as casas italianas
Imagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Ela trabalha com energia renovável — suas casas levam projetos sustentáveis na execução — e carregou suas próprias ferramentas em cinco malas para iniciar a restauração dos imóveis junto com o marido e um cunhado, que estava no Brasil: “Fomos no verão de 2019 já pra pegar a escritura e começar com a reforma”.

Com a chegada da pandemia em março de 2020, as obras tiveram que ser paralisadas, já que havia restrições de viagens no mundo todo. Somente no final do ano passado houve a retomada das obras, seguindo o prazo estabelecido — e estendido devido ao período pandêmico.

1 - Reprodução/ Arquivo pessoal - Reprodução/ Arquivo pessoal
As casas históricas têm características medievais; esta é uma das chaves das casas compradas pela brasileiraImagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Cada um dos imóveis terá uma finalidade: o primeiro, que precisou de poucos reparos, será a casa de férias; o segundo está com obras em andamento e Rubia pretende abrir uma galeria de arte; o terceiro ainda não teve muitos trabalhos e deve ser um centro de bem-estar.

Há ainda um quarto imóvel que quase não precisou de reparos. Ele pertence a filha de Rubia e faz vizinhança à uma das casas da mãe. Rubia que ficou responsável por reformá-lo, e sua mobília foi preservada. Foi nele que a família passou junta o Natal de 2022.

Cada casa comprada por Rubia foi encontrada em uma situação diferente - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Cada casa comprada por Rubia foi encontrada em uma situação diferenteImagem: Arquivo pessoal

Gastos para reforma

Como cada imóvel estava com condições diferentes, Rubia conta que o investimento na reforma é variável: “Varia, porque o que determina a reforma é o tamanho e a condição que está o prédio. Então se você pegar uma casa como a que a gente fica hoje, eu devo ter gastado uns 2 mil euros, porque é uma casa com mínima reforma”.

“Na casa que eu estou trabalhando até agora e vai ser a galeria de arte, eu acho que é seguro dizer que vai gastar entre 20 mil e 25 mil euros para reformá-la inteira”, afirma. O valor equivale a cerca de R$ 105 mil e R$ 130 mil na conversão para o real. E, apesar de a casa ser comprada por apenas um euro, esse é um investimento para reformas que ainda assim vale a pena.

1 - Reprodução/ Arquivo pessoal - Reprodução/ Arquivo pessoal
Telhas de uma das casas já foram completamente substituídas
Imagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Uma grande comunidade

Natural de Goiânia, Rubia sentiu que Mussomeli se mostrou um lugar acolhedor, seja com os moradores da cidade que ela tem contato por precisar comprar material de construção ou itens básicos, seja com as novas amizades: “O pessoal é super gente boa”.

Ela conta que já ajudou a vender mais de 100 casas naquele vilarejo desde que fez a compra das casas por R$ 16, e oferece assistência a quem a procura.

Vista da pequena Mossomeli, na Sicília, cidade escolhida por Rubia para comprar suas três casas - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal
Vista da pequena Mossomeli, na Sicília, cidade escolhida por Rubia para comprar suas três casasImagem: Arquivo pessoal

Tenho vários amigos que também compraram. Então, eu sou bem ativa em ajudar o pessoal que tem o mesmo sonho”

“É estar criando uma nova comunidade para poder escolher quem você quer que sejam os seus vizinhos. Tem gente do mundo inteiro indo para lá e comprando essas casas”, diz.

Britânicos, belgas, franceses, coreanos, chineses, russos, gente da Argentina e Nigéria são algumas das nacionalidades que vão compor essa nova vizinhança que manterá viva a existência de Mussomeli:

Você aprende outras culturas, você aprende outros hábitos. É quase que uma coisa utópica”

Aos 50 anos recém-completados, Rubia vai voltar para Mussomeli em setembro para conferir as obras. Ela já planeja o futuro e incentiva aqueles que também querem fazer o mesmo que ela fez:

“Meus planos são de me aposentar. Se você quer fazer isso, eu acho que é uma oportunidade excelente. E o investimento é mínimo. Na pior das hipóteses, você terá uma casa de férias na Europa”, finaliza.

1 - Reprodução/ Arquivo pessoal - Reprodução/ Arquivo pessoal
A casa que precisou de reformas mínimas já foi concluída e tem móveis no interior; é onde a família dela fica quando vai para a Sicília
Imagem: Reprodução/ Arquivo pessoal

Créditos: UOL.


Homem utiliza área em frente ao Congresso Nacional para fazer massagem em mulheres de biquíni; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução.

Vídeo: Reprodução/Twitter.

Em vídeo que circula nas redes sociais, um homem aparece utilizando espaço que fica em frente do Congresso Nacional, que abriga Senado e Câmara dos Deputados, para fazer algo inusitado. 

Isso mesmo, um homem resolveu fazer massagens em mulheres de biquini em frente ao órgão constitucional. Veja abaixo:

https://twitter.com/choquei/status/1673737141908652040?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1673737141908652040%7Ctwgr%5E98db1b6c48c64c4ba8efaa19c6b424f0402b8f17%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F06%2Fhomem-utiliza-area-em-frente-ao-congresso-nacional-para-fazer-massagem-em-mulheres-de-biquini-veja-video%2F

Informações TBN


Presidente criticou refeições de viagens à França e Itália e declarou preferir arroz e feijão

Lula na live semanal
Lula diz que não há “fartura” em refeições oficiais 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta 3ª feira (27.jun.2023) a “comida de palácios” e disse que não dá para “comer bem”em residências oficiais de chefes de Estado. Lula viajou à Europa na última semana e relatou a experiência gastronômica durante a sua livesemanal.

“Eu não vou em restaurantes. Eu como em hotel, e a comida de hotel também não é boa. Eu não tenho liberdade de ir em restaurantes e ficar escolhendo o que eu vou comer. Ou eu como em hotel, ou como onde sou convidado”, afirmou.

Lula disse que fez refeições com os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Itália, Sergio Mattarella, e criticou a comida oferecida por ambos. Segundo ele, não há  “fartura” nas refeições servidas em residências oficiais estrangeiras. “É tudo pequenininho, tudo restrito, não tem uma ‘bandejona’ para você escolher.” 

Assista ao momento (4min10s):

Ele afirmou preferir uma refeição simples e tipicamente brasileira: o arroz com feijão, bife e ovo frito. “Eu posso viajar o mundo inteiro, posso comer no mundo inteiro, mas se eu chegar em casa tiver um feijão, um pouquinho de arroz e um bife e ovos fritos, para mim, é a melhor comida”, afirmou. “Lá fora, você não encontra muito essas coisas, é tudo muito sofisticado”, completou.

O presidente lembrou ainda da ocasião da visita da princesa Letizia da Espanha ao Brasil. Ele contou que, apesar da relutância da sua equipe, quis servir feijoada à convidada que, segundo ele, repetiu 3 vezes. Conforme o presidente, a princesa teria dito depois em entrevista ter sido o melhor prato que comeu fora da Espanha.

Assista (37min42s):

Informações Poder 360