Presidente está em hospital particular e realizou três procedimentos cirúrgicos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para receber visitas do sogro no hospital em que está internado em Brasília.
Bolsonaro está em um hospital particular da capital, onde se recupera de uma cirurgia para correção de hérnias e de procedimentos para tratar um quadro de soluços. O ex-presidente está preso desde o dia 22 de novembro, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Após exames realizados pela Polícia Federal, Moraes autorizou que o político deixasse a unidade para realizar os procedimentos cirúrgicos.
Com informações da BandNews.

A Prefeitura de Salvador firmou, nesta segunda-feira (30), um contrato no valor de R$ 264 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aquisição de 300 ônibus Proconve-P8 (Euro VI). A iniciativa representa a maior aquisição simultânea de ônibus da história da capital baiana e integra o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na área de Mobilidade Urbana, dentro do subeixo Renovação de Frota para o Setor Público.
Os ônibus adquiridos seguem o mesmo padrão dos veículos atualmente em operação, com melhorias importantes para o conforto dos passageiros, como ar-condicionado mais potente e o retorno do letreiro traseiro, ampliando a informação e a visibilidade das linhas.
Além da quantidade histórica de veículos, o processo conduzido pela gestão municipal resultou no menor valor de compra de ônibus desse modelo em todo o país. Os recursos garantidos por meio do financiamento do BNDES serão pagos integralmente pelo Município de Salvador.
A operação de crédito foi negociada de forma conjunta pela Casa Civil da Prefeitura, pela Secretaria de Mobilidade (Semob), que será responsável pela gestão do contrato, e pelo BNDES. A previsão é de que os novos veículos sejam adquiridos e incorporados ao sistema de transporte público da capital baiana ao longo do ano de 2026.
De acordo com o secretário de Mobilidade, Pablo Souza, o contrato marca a renovação do transporte público da cidade. “São equipamentos novos, zero quilômetro, que vão atender a diversos bairros da cidade como Fazenda Coutos, Cosme de Farias, Engenho Velho, entre outros”, destacou.
O secretário também ressaltou o resultado obtido no processo licitatório. “São veículos modernos e menos poluentes, conseguimos o menor valor de compra de ônibus Euro VI do país, fruto de um trabalho sério e do compromisso com os recursos públicos”, afirmou Pablo Souza.
Fotos: Lucas Moura / Secom PMS
Texto: Ascom Semob
Participação de mulheres cresceu e bateu recorde este ano

Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil
A mais tradicional corrida de rua do Brasil chega à sua centésima edição, alcançando um recorde no número de inscritos. Mais de 55 mil pessoas se cadastraram para participar dessa edição histórica da Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na manhã desta quarta-feira (30) na capital paulista.

A maior parte deste público é formada pelos corredores anônimos, pessoas que vem de diferentes partes do país e também de outras partes do mundo para se exercitar, se divertir ou até mesmo para cumprir uma promessa. Os motivos são variados, mas uma coisa eles têm em comum: eles encerram o ano com muita motivação e alegria e o difícil objetivo de conseguir completar a prova, enfrentando até mesmo o imenso calor que atinge a capital paulista na manhã desta quarta-feira.
Uma dessas corredoras é Iza Soares, 43 anos, do Rio de Janeiro, que veio participar da corrida vestida de brigadeiro, uma forma de homenagear o trecho mais famoso e difícil da Corrida de São Silvestre: a subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio.
“Vim fantasiada de brigadeiro porque é o momento mais emblemático da corrida. Só chega na [avenida] Paulista quem passa pela Brigadeiro. E ali, ao contrário do que as pessoas pensam, que é o medo, ali é a verdadeira festa, é a hora de jogar tudo para o alto e curtir”, disse ela à reportagem.
Esta é a segunda vez em que ela participa da corrida.
“A São Silvestre é a nossa tradição e simboliza tudo nesse último dia do ano: tudo que a gente correu, tudo que a gente viveu. E é um momento de celebrar tudo isso. É, sem dúvida, a corrida mais importante do Brasil”, ressaltou Iza. “Isso só vai acontecer de novo daqui a 100 anos. Então é imperdível, não tem como não estar aqui hoje”.
A jovem Laila de Andrade da Silva, 29 anos, também veio fantasiada para a sua primeira participação na São Silvestre. Correndo ao lado de um grupo de amigos, eles vieram para a prova vestidos de personagens da série televisiva Teletubbies. “O pessoal queria alguma coisa diferente. Eu pensei numa coisa que fosse fácil para todo mundo conseguir roupa e foi essa mesmo. Todo mundo topou”, explicou. “Estou com bastante expectativa porque esta é a centésima edição, então eu sei que tem um peso diferente, que é muito importante e eu espero que dê tudo certo e que a gente se divirta acima de tudo. Um trecho que preocupa mais é a [subida da] Brigadeiro porque todo mundo tem medo da mais temida, né? Mas a gente vai vencer com certeza e vai fazer a dancinha no final”, brincou.

Neste ano, a participação de mulheres na São Silvestre cresceu e bateu recorde. De acordo com os organizadores, 47% das pessoas que se inscreveram para participar da prova são mulheres.
As amigas Islaine Souza, 45 anos, e Thais Crespo, de Jacareí, interior paulista, fazem parte dessa estatística. Elas que vão participar pela primeira vez da São Silvestre, integram um grupo de 400 mulheres que costumam correr em Jacareí.
“Nós temos um grupo de mulheres corredoras em Jacareí, que tem cerca de 400 mulheres. Tem muitas delas aqui na corrida [de hoje] e a São Silvestre é um ícone para os corredores. Esse é um dia de celebração. A gente queria muito estar aqui hoje. A gente está na verdade aqui conquistando mais um marco na nossa carreira de corredoras”, brincou Islaine.
Para marcar esse dia, elas vieram fantasiadas de bailarinas. “Bailarinas pisca-pisca. A nossa saia brilha porque a gente quer aparecer na São Silvestre”, ressaltou Islaine. “Nossa ansiedade está a mil porque essa é a nossa primeira São Silvestre. Estamos aqui para celebrar o nosso momento, o nosso ano e tudo que a gente conquistou durante o ano. Isso aqui é uma celebração”, completou Thais.
Para elas, é muito importante ver mulheres correndo. “Para a gente é uma conquista muito grande porque eu acho que correr todo mundo acha legal, todo mundo acha bonito. Mas para nós, mulheres, que temos que cuidar da casa, do filho, do marido, do trabalho e dar conta de tanta coisa e ainda conseguir evoluir na corrida, fazer os treinos todos os dias, conseguir 1 km a mais, essa é uma conquista muito grande”, disse Islaine.
Ao contrário dessas duas amigas, que participam a São Silvestre pela primeira vez, Wantuil do Carmo Osório, 73 anos, chega à sua 25a participação na prova. Morador de Santo André, na Grande São Paulo, ele é uma das 5,5 mil pessoas com mais de 60 anos que integram a São Silvestre neste ano.
“Esse é um hobby. Comecei a correr já faz 25 anos. Corri a primeira, gostei e não parei mais. Aqui é festa, alegria total”, disse ele à reportagem da Agência Brasil. “É muito bacana a evolução [da prova]. A gente acha legal porque estamos motivando outras pessoas. Está sempre aumentando [o número de inscritos], então fico até emocionado”, disse ele.
Após participar de tantas provas, Wantuil não se preocupa com as dificuldades da prova. “Como eu já estou habituado, estou acostumado, então não tenho tanta dificuldade”, falou.
Com informações da Agência Brasil.
Ruídos prolongados também afetam crianças pequenas e idosos

Foto: © Alexandre Macieira/SECOM
Tradição na virada do ano, a queima de fogos de artifício traz prejuízos a parte da população mais sensível aos ruídos causados pelo estouro dos artefatos. Entre elas, idosos, crianças e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O neuropediatra e professor da Escola de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Anderson Nitsche, explica que os efeitos dos fogos nos autistas podem ir além da hora da virada. 

“As crianças e pessoas autistas têm uma sensibilidade maior ao som e isso causa uma perturbação momentânea, mas que pode até durar por mais tempo, gerando sofrimento de insônia durante alguns dias”, afirma o professor.
Diante do barulho intenso, pessoas no espectro autista podem entrar no que é chamado de crise sensorial, em que o estímulo gera alterações de comportamento que vão desde ansiedade e vontade de fugir daquele meio, até agressividade contra si ou demais pessoas que estão ao redor.
A neurologista e diretora clínica do Hospital INC (Instituto de Neurologia de Curitiba), Vanessa Rizelio, explica que as pessoas que têm TEA não conseguem processar que aquele ruído alto, por um período prolongado, é um momento de celebração – uma vez que, para eles, promove uma sensação desagradável que não é bem processada pelo cérebro.
“O cérebro deles entende como uma coisa negativa, algo que está gerando um desconforto e a reação vai ser sair daquela situação. Muitas vezes, isso se vai manifestar como ansiedade, irritabilidade, fora o prejuízo depois no sono que pode impactar até o dia seguinte”, destaca Vanessa.
Fundadora da Associação de Neurologia do Estado do Rio de Janeiro (ANERJ), a neuropediatra Solange Vianna Dultra, aponta outros efeitos que a queima de fogos pode desencadear no organismo dessas pessoas.
“O coração dá uma descarga de adrenalina, acelera, a pressão sobe. Eles não conseguem entender que é uma festa. É como se estivessem no meio de um tiroteio. Algumas pessoas se desregulam até na hora de recreio na escola por causa do barulho”, explicou a especialista.
Algumas cidades brasileiras já começaram a rever a prática da queima de fogos na virada do ano em celebrações públicas e há legislações específicas proibindo artefatos com barulho. A adoção de fogos sem estampido, espetáculos de luzes e apresentações com drones são alternativas para preservar o simbolismo das celebrações, sem impor um custo sensorial a parte da população.
A psicóloga com especializações em neuropsicologia e em saúde mental, Ana Maria Nascimento, acredita que essas alternativas mantêm o caráter coletivo da festa e ampliam o direito à participação. Em um contexto em que já existem soluções ao barulho, ela defende que insistir no uso de fogos ruidosos “parece um gesto de indiferença”.
“Celebrar pressupõe convivência. Quando a alegria de uns depende do sofrimento de outros, é legítimo questionar se essa tradição ainda faz sentido”.
A neuropediatra Solange Vianna destaca que o sofrimento causado pelo ruído dos fogos não é só para a criança autista, mas para toda a família. Ela ressalta que, no caso de fogos silenciosos, a luminosidade não é um problema, porque basta a família manter a criança com TEA longe de janelas.
O professor da PUC-PR também ressalta a necessidade de a sociedade olhar para a questão com mais empatia, adaptando tradições para promover a inclusão dessas pessoas nas festividades.
“Acolher, entender e perceber que há pessoas que sofrem com determinadas tradições é tão importante quanto as próprias vivências”, aponta Anderson Nitsche.
De acordo com Nitsche, o autismo tem uma prevalência mundial em torno de 3% da população. Nem todos os autistas têm alterações sensoriais, auditivas. Para o especialista, empatia é a palavra-chave para a questão. “O processo de inclusão passa pela ideia de entender que há pessoas que são diferentes da gente e que, muitas vezes, a minha liberdade fere a liberdade do outro e gera nelas um sofrimento desnecessário”.
Os idosos são outro grupo que sofre o impacto dos ruídos intensos, especialmente aqueles com demência, uma vez que têm dificuldade no processamento das informações. De acordo com Vanessa, o idoso com demência pode entrar em surto de delírios e alucinações diante da queima de fogos, prejudicando também o sono, a memória e o raciocínio para o dia seguinte.
Os bebês também são afetados de maneira negativa, uma vez que têm uma necessidade de dormir por períodos mais longos do que crianças mais velhas e adultos.
“Se o bebê passa a ser despertado por esse ruído ou não consegue adormecer, isso traz prejuízos. Porque os fogos começam a ser soltados muitas horas antes e o ruído vai gradualmente aumentando até chegar ao ápice, à meia-noite”, lembra Vanessa.
Nesses casos, o uso no ambiente de outros sons, como ruído branco, ou de abafadores, para crianças maiores, pode minimizar esse impacto.
Vanessa Rizelio critica que, embora em muitas cidades brasileiras esteja proibida a venda de fogos de artifício, não há uma fiscalização de fato.
“Em Curitiba, por exemplo, essa lei já está em vigência há mais de cinco anos e nós continuamos ouvindo muitos fogos de artifício com barulhos intensos sendo soltos em comemorações, principalmente no ano novo”. Ela defende mais rigor para “minimizar o impacto de um comportamento humano que já deveria ter sido mudado há muito tempo”, afirma.
Com informações da Agência Brasil
Distribuidora também chama a atenção dos baianos para a necessidade de revisão das instalações elétricas em casas de veraneio

Foto: divulgação
A contagem regressiva para o início de 2026 já começou e os cuidados com a segurança devem acompanhar esse momento. No Réveillon, é comum as pessoas soltarem fogos de artifício, por isso, a Neoenergia Coelba alerta para os perigos quando a brincadeira acontece próxima à rede elétrica.
O primeiro ponto de atenção é no uso de bombas, fogos e rojões. Eles jamais devem ser soltos em direção ou próximos à rede elétrica. O ideal é lançá-los o mais distante possível da fiação, de preferência em um local descampado e sem a proximidade de pessoas. É importante lembrar que todos os itens só podem ser manuseados por adultos, seguindo as orientações de segurança do fabricante estampadas na embalagem, sempre optando por comprar produtos com certificado de garantia e qualidade.
Os riscos associados ao uso de fogos de artificio próximos à rede de energia incluem acidentes que podem prejudicar o fornecimento da eletricidade e até situações fatais. No caso de interrupção da energia, a primeira providência é isolar a área e acionar a distribuidora para identificação da situação e devidas intervenções. Jamais se aproxime ou toque na fiação que venha a cair ou tente retirar um objeto da rede. Somente a equipe da distribuidora está habilitada para tais procedimentos.
Outras recomendações de segurança no uso de fogos são evitar soltá-los próximos a fachadas de prédios e vegetação densa, além de comprar artefatos que venham com uma base, pois não é recomendável segurá-los diretamente com as mãos.
Operação reforçada para o Réveillon
A Neoenergia Coelba montou uma operação especial para garantir o fornecimento de energia durante as celebrações do Réveillon 2026 na Bahia. A distribuidora está com a quantidade de profissionais em campo e no Centro de Operações Integradas reforçada para monitorar o sistema elétrico em tempo real e atuar com agilidade em caso de necessidade.
A empresa também mapeou os locais onde há maior fluxo de pessoas e posicionou os eletricistas de maneira estratégica, diminuindo os deslocamentos e o tempo de atuação.
Em caso de necessidade, nos acione por meio dos nossos canais oficiais de atendimento.
Canais de atendimento Neoenergia Coelba
Teleatendimento – 116
Whatsapp (71) 3370-6350
Aplicativo Neoenergia SA (disponível nas lojas de aplicativo IOS e Android)
Site oficial: www.neoenergia.com/
Sisilia Ginoka Panga fez o tempo de 51 minutos

Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil
Repetindo o resultado do ano passado, a atleta brasileira Nubia de Oliveira novamente alcançou o pódio da Corrida Internacional de São Silvestre, ficando na terceira colocação. Ela completou a prova com o tempo de 52 minutos e 42 segundos.

Atleta brasileira Núbia de Oliveira, terceiro lugar da categoria feminina da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
A corrida foi vencida pela atleta da Tanzânia, Sisilia Ginoka Panga, que fez o tempo de 51 minutos e 09 segundos. Esta foi a primeira participação de Sisilia na São Silvestre, que liderou toda a prova, mantendo um ritmo forte e grande distância das demais atletas.
A queniana Cynthia Chemweno chegou na segunda colocação, também repetindo a mesma posição do ano passado. Ela completou a prova fazendo o tempo de 52 minutos e 30 segundos.

A corredora do Quênia Cynthia Chemweno, segundo lugar da categoria feminina da 100ª Corrida Internacional de São Silvestre. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
O quarto lugar é da peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga. Já a quinta posição foi conquistada pela queniana Vivian Jeftanui Kiplagati.
Há quase 20 anos, o Brasil não sobe ao topo do pódio da São Silvestre . A última brasileira a vencer a corrida foi Lucélia Peres, em 2006.
Com informações da Agência da Agência Brasil.


Brasileiro Fábio de Jesus Correia foi o terceiro colocado

Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil
Com uma arrancada nos minutos finais, o etíope Muse Gisachew ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech Kamosong e venceu hoje (31) a centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre.

Kamosong vinha liderando a prova com folga, mas foi ultrapassado por Gisachew já próximo da linha de chegada, na Avenida Paulista. Kamosong terminou a corrida com o tempo de 44 minutos e 32 segundos, apenas quatro segundos a mais que o vencedor da prova, que fez o tempo de 44 minutos e 28 segundos.
O brasileiro Fábio de Jesus Correia foi o terceiro colocado, fazendo o tempo de 45 minutos e 06 segundos.
Na quarta posição chegou o queniano William Kibor, com o tempo de 45 minutos e 28 segundos. Já o também queniano Reuben Logonsiwa Poguisho fechou o pódio, na quinta posição, com 45 minutos e 46 segundos.
A última vez que o Brasil conquistou a São Silvestre no masculino foi em 2010, com a vitória de Marilson Gomes dos Santos.
Com informações da Agência Brasil.

A Receita Federal paga nesta terça-feira (30) lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) referente ao mês de dezembro de 2025. O lote é composto por 263.255 restituições destinadas a contribuintes prioritários e não prioritários, com valor total de R$ 605.998.834,65. As informações são do portal Agência Brasil.
A Receita informou, em nota, que as restituições incluem declarações de 2025 transmitidas fora do prazo, com pendências já regularizadas, além de valores residuais de anos anteriores.
Do valor total, R$ 309,6 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:
Além dessas, 178.030 restituições serão destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal, mas receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou por terem optado por receber via Pix.
Outras 29.688 restituições serão pagas a contribuintes não prioritários.
Para consultar a restituição de imposto de renda, é preciso acessar a página da Receita , clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar minha restituição.
Também é possível consultar o lote por meio do aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, que permite verificar a liberação das restituições e a situação cadastral do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
O pagamento da restituição, de acordo com a Receita, é feito somente na conta do titular da declaração. “Dessa forma, as rotinas de segurança impedem o pagamento, caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino”.
“Em caso de erro nos dados bancários, a Receita oferece o serviço de reagendamento, oferecido pelo Banco do Brasil (BB) pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de crédito.”
Informações Bahia.ba

Um projeto que pode permitir que universidades concedam bônus no Sisu a estudantes que moraram na mesma região do campus está em análise na Comissão de Educação (CE) do Senado. O PL 2.141/2021 de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) permite às instituições de educação superior adotar critérios de origem geográfica nos processos seletivos para acesso a seus cursos.
Segundo a relatora do projeto, a senadora professora Dorinha Seabra — do União do Tocantins — o Sisu democratizou o acesso ao ensino, mas também fez a concorrência aumentar.
“Pode-se apontar o levantamento feito pelo Ministério da Educação com dados do Sisu de 2013, que indicou que, no primeiro processo seletivo, 13% dos classificados pelo sistema, ou mais de 15 mil estudantes, iriam estudar em universidades públicas de estados diferentes daqueles de sua origem. No caso dos cursos de Medicina, que figuram entre os mais disputados, quase metade dos aprovados eram migrantes.”
Se aprovado pela Comissão de Educação e não houver recurso para análise em plenário, o projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.
Informações Metro1

A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) informou ter realizado, nesta segunda-feira (29), uma ofensiva contra o narcotráfico em áreas de fronteira da Venezuela com o Brasil, no estado venezuelano do Amazonas. A operação resultou na destruição de oito aeronaves e quatro acampamentos.
De acordo com o chefe do Comando Estratégico Operacional da FANB, Domingo Hernández Lárez, as ações ocorreram de forma simultânea em quatro pontos distintos do município de Alto Orinoco. As aeronaves, segundo ele, operavam a partir de pistas clandestinas e eram empregadas no narcotráfico.
– A ação foi realizada simultaneamente em quatro acampamentos localizados nas fronteiras com o Brasil, conseguindo inutilizar e destruir oito aeronaves que operavam em pistas clandestinas ilegais. Com este resultado, a Venezuela consolida a firmeza da FANB na defesa da soberania nacional e na luta contra o narcotráfico – disse Lárez.
Além da suposta vinculação com o tráfico, o governo venezuelano afirmou que as aeronaves também violavam a Lei de Controle para a Defesa Integral do Espaço Aéreo e a Lei de Segurança e Defesa da Nação. Com base nessas normas, Caracas justificou a destruição dos equipamentos como uma medida de “defesa da soberania” do país.
A ação ocorre em um momento de aumento das tensões militares na região. Nos últimos dias, forças dos Estados Unidos intensificaram sua presença próxima ao território venezuelano, com a mobilização de navios de guerra, caças e um submarino nuclear, sob a justificativa de combater o narcotráfico no Caribe e no Pacífico.
Informações Pleno News