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A Fundação Hospitalar de Feira de Santana divulgou os nomes de 203 mulheres que passaram à etapa de triagem do Programa de Tratamento Cirúrgico de Gigantomastia, caracterizado pelo tamanho exagerado dos seios, realizado pelo Hospital da Mulher.

A FHFS manterá contato com estas mulheres pelo telefone indicado por elas nos cadastros. A documentação exigida foi enviada pela internet, conforme protocolo publicado no dia 23 de setembro. Elas ainda passarão por consulta com o cirurgião plástico, condição sócio-econômica e dos exames médicos.

A quantidade de mulheres que enviaram a documentação foi de aproximadamente 350. No entanto, parte não apresentou a documentação correta ou faltou informação necessária para preenchimento do cadastro. Totalmente custeada pela Prefeitura de Feira de Santana, o programa é destinado exclusivamente às residentes do município e não é considerado estético, mas de saúde pública.

Como condicionantes à participação, as mamas das candidatas deverão pesar mais de 4 quilos, ter filho, carência econômica – que será confirmada por visita do serviço social, morar em Feira de Santana – será confirmado na visita e ter mais de 18 anos.

Desde 2013, quando foi criado, a cirurgia reparadora já beneficiou cerca de 300 mulheres. Os nomes podem ser lidos na edição do dia 10, do Diário Oficial do Município: www.feiradesantana.ba.gov.br.

Confira a relação: 

http://www.feiradesantana.ba.gov.br/arquivos/Relacao.pdf


Nas últimas 24h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e manteve a marca de 9.882 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 92% dos casos confirmados. Enquanto isso, 67 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 45 novos casos de Coronavírus foram positivos hoje.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 27 pacientes internados no município e 698 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (11).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana:

NÚMEROS DESTE DOMINGO – 11 de outubro de 2020

Casos confirmados no dia: 45
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 67
Alta hospitalar no dia: 0
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 698
Total de casos confirmados no município: 10.806 (Período de 06 de março a 11 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 671
Total de pacientes hospitalizados no município: 27
Total de recuperados no município: 9.882
Total de exames negativos: 12.228 (Período de 06 de março a 11 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 392
Total de óbitos: 226


Medidas sanitárias mais restritivas em relação ao período eleitoral foram recomendadas pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia (Coes) recomendou, neste sábado (10).

Na sexta-feira (9) o governador Rui Costa reclamou de “micaretas” vistas em campanhas eleitorais e pediu colaboração de candidatos.

A recomendação do Coes inclui proibição de comícios, passeatas e caminhadas, bem como o acompanhamento de pessoas a pé durante as carreatas.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, as recomendações foram enviadas à Justiça Eleitoral, a quem compete normatizar a questão. “O objetivo é evitar o crescimento acelerado de casos e redobrar atenção em diversas localidades, a exemplo das regiões Sudoeste, Sul, Norte e Nordeste que tem permanecido com um platô elevado de infectados e taxas de ocupação de leitos em percentuais de atenção”, explica o secretário.

O titular da pasta estadual da Saúde reitera ainda que medida semelhante foi adotada em outros estados, a exemplo da Paraíba.

A Nota Técnica 81 está disponível no site da Secretaria da Saúde (Sesab) e detalha as recomendações, sempre ratificando o uso de máscara, higienização frequente das mãos e manutenção do distanciamento social.


(Reuters) – O governo federal estima que terá 140 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 disponíveis para aplicar na população no primeiro semestre do ano que vem, somando o contrato com a farmacêutica britânica AstraZeneca e a participação do país no programa global Covax Facility, informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira.

De acordo com o secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, o Brasil optou por adquirir doses para vacinar 20,2 milhões de pessoas por meio do mecanismo Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de já ter acertado a aquisição de 100 milhões de doses da vacina em desenvolvimento pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

No total, serão 40,4 milhões de doses obtidas através do Covax, uma vez que serão duas doses por paciente, explicou.

O governo federal editou uma medida provisória destinando 1,9 bilhão de reais para a vacina de Oxford/AstraZeneca, que terá produção nacional no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e posteriormente outra MP destinando crédito de 2,5 bilhões para adesão ao Covax.

Segundo o governo, a primeira parcela da adesão ao Covax foi paga nesta quinta-feira, no valor de 830,9 milhões de reais. A iniciativa acompanha o desenvolvimento de várias possíveis vacinas contra a Covid-19, com o intuito de garantir uma ampla distribuição do imunizante globalmente quando disponível.

Além das vacinas negociadas pelo Ministério da Saúde, o Instituto Butantan, do governo de São Paulo, está produzindo uma outra vacina em parceira com a empresa chinesa Sinovac Biotech.

O secretário reiterou que a expectativa do governo é iniciar a vacinação da população no primeiro trimestre do ano que vem, mas reconheceu que pode haver atrasos no cronograma uma vez que nenhuma vacina foi aprovada até o momento e todas as candidatas ainda estão sendo testadas.


Em movimentos delicados, as mães massageiam os pés dos bebês, promovendo o relaxamento, a melhora do sono e o seu desenvolvimento. E mais: a aromoterapia, além de estimular o toque, incentiva as mães a criar laços afetivos com o bebê. O método é aplicado pelo Hospital da Mulher, em prematuros que participam do programa Mãe Canguru.

No último dia 30, a equipe de fisioterapia da unidade hospitalar promoveu uma oficina de massagem com orientações para as mães como utilizar óleos essenciais e aromáticos. De acordo com a fisioterapeuta, Lilia Oliveira, a aromoterapia é um benefício para as mães e os bebês, que nasceram antes do período previsto e, portanto, precisam ganhar o peso adequado.

“A massagem nos pés dos bebês aumenta o vínculo mãe – filho, promove relaxamento, a melhora do sono, além de transmitir amor e carinho. Também vai ajudá-lo a acelerar o seu processo de desenvolvimento e a aumentar o bem-estar. E para as mamães, algumas delas ficam ansiosas e preocupadas, a aromoterapia vai ajudá-las nesse momento de tanta ansiedade”, afirma a fisioterapeuta.

Após a oficina, a equipe de fisioterapia ouviu as mamães contarem suas experiências e desafios na maternidade. Foram entregues enxovais e brindes para mães carentes.

Secom


Aproximadamente uma em cada dez pessoas pode ter sido infectada com o novo coronavírus, deixando a grande maioria da população mundial vulnerável à covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (5).

Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse ao Conselho Executivo da agência que os surtos da infecção estão aumentando em partes do Sudeste da Ásia, além de os casos e as mortes estarem subindo em áreas da Europa e na Região Leste do Mediterrâneo.

“Nossas melhores estimativas atuais nos dizem que cerca de 10% da população global podem ter sido infectadas por esse vírus. Varia dependendo do país, varia de urbano a rural, varia dependendo de grupos. Mas o que isso significa é que a vasta maioria do mundo continua em risco”, disse Ryan. “Estamos entrando em um período difícil. A doença continua a se espalhar.”

A OMS apresentou às autoridades chinesas, para consideração, uma lista de especialistas para fazer parte de uma missão internacional à China a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.


O recadastramento do Sistema Único de Saúde (SUS) para moradores de Feira de Santana pode ser feito até o dia 31 outubro e é obrigatório até para quem tem plano de saúde.

Assim como na capital baiana, a atualização cadastral pode ser feita de forma presencial nas unidades de saúde de Feira, através de agente comunitário de saúde ou por meio do formulário digital, disponível na internet. Os documentos necessários para a atualização incluem o RG ou certidão de nascimento, CPF ou cartão SUS, e um comprovante de residência em nome do usuário ou de algum familiar.

Segundo a Prefeitura de Feira de Santana, o recadastramento já alcançou 70% da população, cerca de 100 mil pessoas. O objetivo é alcançar todos os moradores. As pessoas que atualizaram o cadastro no início deste ano não precisam fazer isso novamente.

A medida segue determinação do Governo Federal, que instituiu um novo modelo de financiamento para a Atenção Primária, sendo o cadastramento a principal estratégia de transferência de recursos da União para as prefeituras.


A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e a Multivacinação começam nesta segunda-feira, 5. Deverão ser vacinadas contra a poliomielite crianças de até cinco anos. Já a Multivacinação acontece para que crianças e adolescentes menores de 15 anos possam atualizar a caderneta vacinal. 

Para ser imunizado é necessário se dirigir a uma unidade de saúde portando documento de identidade, cartão SUS e a caderneta de vacinação. 

 “A ausência desses documentos não impede a vacinação”, ressalta a enfermeira coordenadora do Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Simone Neves. O dia “D” de divulgação e mobilização nacional vai ocorrer em 17 de outubro. 

Essa ação tem como objetivos reduzir o risco de reintrodução da Poliomielite no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e erradicação dessas doenças.

O Ministério da Saúde, diante do cenário do novo coronavírus, destaca a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas, para diminuir o risco de contágio da doença tanto entre os trabalhadores da saúde e a população.


A Bahia registra neste domingo (4) 6.593 casos ativos da Covid-19. O estado está há oito dias com o total de pessoas ainda doentes em queda.

De acordo com o boletim da secretaria da Saúde (Sesab), nas últimas 24 horas o estado registrou 729 novos casos de Covid-19 e agora soma 315.440 infectados desde o início da pandemia. O acumulado de mortes causadas pela infecção do novo coornavírus é de 6.925.

Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes são Ibirataia (6.792,06), Almadina (6.515,37), Madre de Deus (6.144,22), Itabuna (6.094,09), São José da Vitória (5.497,61).

Salvador segue concentrando o maior número de casos 27,67%.


A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e a Multivacinação começam nesta segunda-feira, 5. Deverão ser vacinadas contra a poliomielite crianças de até cinco anos. Já a Multivacinação acontece para que crianças e adolescentes menores de 15 anos possam atualizar a caderneta vacinal. 

Para ser imunizado é necessário se dirigir a uma unidade de saúde portando documento de identidade, cartão SUS e a caderneta de vacinação. 

 “A ausência desses documentos não impede a vacinação”, ressalta a enfermeira coordenadora do Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Simone Neves. O dia “D” de divulgação e mobilização nacional vai ocorrer em 17 de outubro. 

Essa ação tem como objetivos reduzir o risco de reintrodução da Poliomielite no país, oportunizar o acesso às vacinas, atualizar a situação vacinal, aumentar as coberturas vacinais, diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis e contribuir para o controle, eliminação e erradicação dessas doenças.

O Ministério da Saúde, diante do cenário do novo coronavírus, destaca a necessidade de vacinar o maior número possível de crianças e adolescentes, adotando-se todas as medidas de proteção amplamente divulgadas, para diminuir o risco de contágio da doença tanto entre os trabalhadores da saúde e a população.

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