Pela quarta vez no mês, falta vacina contra Covid para aplicação da primeira dose em idosos. Para retornar a vacinação, Feira de Santana depende de uma nova remessa ainda que será enviada pelo Governo Federal, sem previsão de chegada.
O município recebeu, na última sexta-feira (23), 4 mil doses do imunizante para vacinar o público desta faixa etária. Somente no sábado, 24, 3.620 idosos – com 60 anos ou mais – foram vacinados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e as doses que sobraram já estão sendo aplicadas hoje.
Entretanto, a quantidade de vacinas para aplicação da segunda dose em idosos está garantida. Para melhorar o fluxo do atendimento e, assim, evitar aglomeração, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que a aplicação segue a data de nascimento.
Vacinação
Das 8h às 12h serão vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro e junho; 14h às 17h, os que nasceram nos últimos seis meses do ano.
A vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença e, por isso, é tão importante receber as duas doses como forma de assegurar a eficácia da imunização.
As doses contra a Covid-19 estão sendo distribuídas em todas as UBSs, uma vez que as Unidades de Saúde da Família (USFs) seguem vacinando, especificamente, contra a gripe Influenza.
A atriz Eva Wilma, 87, apresentou uma melhora na função do coração e está em uma evolução estável, apesar de manter a necessidade de assistência renal, segundo boletim médico divulgado nesse sábado (24). Internada desde o dia 15 de abril na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a veterana está consciente e respira espontaneamente.
Esta é a segunda vez que Eva Wilma é internada neste ano. No dia sete de janeiro, ela foi hospitalizada no Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, também em São Paulo, devido a uma pneumonia. Ela chegou a passar nove dias na UTI.
Na ocasião, ela fez exames que descartaram que ela tivesse sido contaminada pelo coronavírus. “Não há relação com a Covid-19. Ela está consciente, mantendo estabilidade hemodinâmica e boa evolução clínica”, dizia o boletim médico divulgado na época.
Na noite da última segunda-feira (19), sua equipe compartilhou no Instagram uma foto da atriz ensaiando um texto para gravar um off do filme “As Aparecidas”, que teve as gravações interrompidas. “Foi gravado ali mesmo e depois finalizaremos em estúdio”, diz a publicação na rede social.
As unidades hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) receberam os medicamentos do chamado ‘kit intubação’ com rótulos, embalagens e bulas em mandarim, considerado o idioma oficial da região de Beijing e, teoricamente, falado em toda a China.
A partir de agora, diversas entidades de saúde se articulam para traduzir e orientar o uso desses remédios no Brasil.
Na terça-feira (20), cinco organizações encaminharam ao Ministério da Saúde um ofício solicitando que os rótulos sejam traduzidos para o português.
O documento também foi encaminhado ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e ao Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), Hélio Penna Guimarães, se os itens continuarem sem tradução, corre o risco de serem usados de maneira errada.
“Sem a titulação adequada não podemos ter a segurança do uso efetivo de tais medicações. Porque cada um deles tem um papel no procedimento, indo desde a retirada da consciência, passando pelo controle da dor até o bloqueio de movimentos para melhor adequação à ventilação mecânica artificial”, afirmou.
O secretário de saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, destruiu mais uma podre narrativa da esquerda e da mídia do ódio, que tentava culpabilizar o governo federal pela crise do oxigênio no estado.
O então ministro foi totalmente isentado de qualquer responsabilidade.
No documento de 10 páginas que integra o inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o episódio, Campelo jogou toda a culpa na empresa White Martins, principal fornecedora de oxigênio no estado.
O ex-ministro por mais de uma vez é apontado como alguém que se prontificou de imediato a auxiliar quando informado da crise.
As investigações precisam agora mirar a empresa White Martins e as suas ligações políticas.
Mais um espetáculo pode ter sido armado com o objetivo de prejudicar o Governo Bolsonaro.
Fica cada vez mais evidente que o ‘genocida’ não está no Governo Federal.
Vale lembrar que esse episódio no Amazonas foi preponderante para a criação da famigerada CPI da Covid.
A Prefeitura de Serra Preta, através de solicitação feita pela Secretaria Municipal da Saúde, foi contemplada, nesta terça-feira(20), com um respirador mecânico enviado pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde. A indicação partiu do Deputado Federal licenciado e atual Ministro da Cidadania, João Roma.
O equipamento será instalado no Hospital Municipal Santo Antônio, no Bravo, e servirá para o tratamento de pessoas que tiverem complicações da covid-19.
O Secretário Messias Freitas comemorou a chegada do novo aparelho e disse que será mais um instrumento de enfrentamento à covid-19 no município. “Esse é o primeiro respirador que será instalado no município. Estamos empenhados para que a nossa unidade hospitalar esteja cada dia mais estruturada para o enfrentamento da covid-19”, disse.
O Secretário ainda ressaltou que estará enviando ofícios ao Ministério da Saúde, solicitando mais respiradores e outros equipamentos.
A Rede de Saúde Municipal já conta com uma profissional de enfermagem com experiência no manuseio do equipamento, e ainda fará o treinamento de outros profissionais.
Participaram do ato de recebimento o Secretário da Saúde, Messias Freitas, o diretor do Hospital Santo Antônio, Waldiney Batista e a coordenadora de enfermagem Mayane Carvalho.
Exames para diagnóstico da Covid-19 estão sendo realizados até sexta-feira, 23, no estacionamento da Prefeitura, na avenida Getúlio Vargas. A ação faz parte de uma pesquisa que a Secretaria Municipal de Saúde participa com a UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana) e a Fiocruz para identificar indivíduos assintomáticos, em áreas de grande circulação de pessoas em Feira de Santana.
Os pesquisadores coletam exames RT-PCR, que é feito com amostras de secreções respiratórias retiradas do nariz e da garganta por swab – espécie de bastonete gigante. O PCR comprova a infecção nos dias iniciais.
Segundo a coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Vigilância da Saúde da UEFS, Erenildes Cerqueira, podem participar dessa pesquisa pessoas que não apresentam os sintomas da Covid-19 e que não tenham tomado a vacina. As amostras do PCR são encaminhadas para o Lacen.
INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
“O objetivo é detectar pessoas positivas entre assintomáticos que estejam circulando nas ruas e outros espaços. Caso o resultado seja positivo para a Covid-19, será feita a investigação epidemiológica dessas pessoas e proceder o isolamento”, acrescentou.
Além do diagnóstico, através da coleta é possível rastrear as novas mutações virais decorrentes da expansão global da pandemia. Essas mutações podem gerar vírus que são mais contagiosos ou com maior risco de morte.
A testagem iniciou na semana passada no Centro de Abastecimento, onde foram realizados 330 exames. A feirinha da Cidade Nova, o Terminal Central e a Estação Rodoviária também serão pontos estratégicos para a realização da pesquisa.
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello teria se defendido das acusações instauradas contra ele no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a Coluna do Estadão, o militar teria comentado sobre possíveis desdobramentos da CPI da Covid no Senado.
Segundo a publicação, o ex-ministro teria afirmado que “tudo que pude fazer, eu fiz”. Além disso, ele teria dito a interlocutores que “se tiver que sair alguém preso, não será eu”.
Os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fernando Azevedo (Defesa) devem ser os primeiros a serem convocados pelo Senado. Os parlamentares também buscam materiais do Ministério Público Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a atuação do governo no combate à pandemia de coronavírus.
A prática é autorizada no país desde o final de 2020
María del Valle González López morreu aos 23 anos Foto: Reprodução/Twitter
María del Valle González López é a primeira vítima registrada do aborto legalizado. A jovem tinha 23 anos, estudava serviço social na Universidade Nacional de Cuyo, e era presidente da Juventude Radical de La Paz, na província de Mendoza (Argentina). No último domingo (11), ela morreu após se submeter a um aborto em um hospital local. Foi a primeira morte registrada no país depois da aprovação da lei do aborto, que ocorreu em 30 de dezembro passado.
De acordo com o jornal argentino Clarín, a jovem dirigiu-se ao hospital Arturo Illia, na cidade de La Paz, “para solicitar um procedimento de interrupção legal” da gravidez, termo usado para se referir ao aborto.
– Lá, prescreveram um medicamento – presume-se que seja misoprostol – e logo após ela começou a se sentir mal. Ela foi encaminhada ao principal centro de saúde da zona leste de Mendoza, o hospital Perrupato, onde diagnosticaram uma infecção geral que causou a sua morte – relata o Clarín.
O misoprostol é uma prostaglandina que faz com que o útero expulse o que há em seu interior. No caso de gravidez, faz com que a mãe perca o feto, o que pode causar sangramento na mulher.
Em alguns casos, o sangramento pode fazer com que a mãe entre em choque hipovolêmico e morra.
O Dr. Luis Durand, médico cirurgião argentino, explicou à mídia local que embora alguns afirmem que a morte da jovem poderia ter ocorrido por “negligência”, na realidade “o aborto não é uma prática médica. Até poucos meses atrás, para a lei argentina, era um ato criminoso”.
– Agora é um ‘instrumento legalizado’ para supostamente beneficiar uns e punir outros, e isso não é um ato médico, independentemente de ser legal ou não – declarou.
Lupe Batallán, líder do movimento pró-vida Guadalupe Batallán, lembrou que a causa da morte da jovem de 23 anos foi um “aborto legal”, por isso que “as feministas ficam quietas”.
– Se María tivesse morrido na clandestinidade, as feministas estariam destruindo a cidade inteira, mas como María #MorreuPorAbortoLegal, e isso não lhes convém, ignoraram – destacou nas redes sociais.
Isso não é um ato médico,independentemente deser legal ou não
– Hoje o radicalismo sofre grande tristeza pela saída de María del Valle González López, presidente da Juventude Radical de La Paz. Acompanho todos os seus familiares, amigos e a família Radical nesta imensa dor e tristeza – escreveu o médico argentino Daniel Orozco ao compartilhar a notícia nas redes sociais.
Chegou ao Brasil na noite de hoje (15), no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), um lote de 2,3 milhões de kits para intubação de pacientes com covid-19. Os medicamentos foram fabricados em Lianyungang, na China. Os kits, que serão doados para o Ministério da Saúde, são compostos de sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides – insumos básicos para realizar a intubação.
Os medicamentos foram trazidos ao Brasil e serão doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por um grupo de empresas formado pela Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a ação há duas semanas.
Os 2,3 milhões de kits são um primeiro lote de um total de 3,4 milhões que devem chegar ao Brasil até o final do mês. No total, os medicamentos têm capacidade para serem utilizados em 500 leitos pelo período de um mês e meio. Os itens possuem autorização para importação emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo o grupo de empresas, a ação foi motivada pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no Brasil e pela escassez de insumos para o atendimento a pacientes em unidades de terapia intensiva (UTIs).
Na terça-feira (13), a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) fez um alerta sobre o desabastecimento de anestésicos e medicamentos do kit intubação e considerou o cenário “gravíssimo”.
Os cerca de 160 hospitais que responderam ao levantamento apontaram que os estoques de anestésicos, sedativos e relaxantes musculares tinham, então, em média, de 3 a 5 dias de duração e que os antibióticos também começaram a ficar escassos.
Ministério da Saúde
Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a ação vai reforçar a assistência ao Sistema Único de Saúde (SUS). “A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, disse Queiroga.
Segundo o Ministério da Saúde, assim que chegarem ao Brasil, os medicamentos serão enviados para todos os estados e ao Distrito Federal. “Com base em experiências anteriores, a expectativa é de que em menos de 48 horas os medicamentos sejam distribuídos para todos os estados”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.
Antes, era necessário esperar até 3 dias úteis para obter autorização
PCR é considerado o “padrão ouro” na detecção da Covid Foto: EFE/Ricardo Maldonado Rozo
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que os planos de saúde terão que dar autorização imediata para a realização de testes RT-PCR, que diagnosticam a Covid-19. Antes, os beneficiários poderiam ter que esperar até três dias úteis para a liberação do exame.
A partir de agora, as redes privadas de atendimento hospitalar serão obrigadas a liberar a testagem de maneira automática. Os critérios para a realizar o RT-PCR constam na DUT (Diretrizes de Utilização), conjunto de normas criadas pela ANS que regulamentam e orientam os procedimentos médicos e exames complementares.
Segundo a ANS, a inclusão do RT-PCR é uma medida que dará “mais agilidade” ao diagnóstico e ao tratamento médico.
O exame RT-PCR será obrigatoriamente disponibilizado para beneficiários da categoria ambulatorial, hospitalar ou referência, de acordo com a solicitação do médico, para pacientes que manifestarem sintomas de Síndrome Gripal ou Síndrome Respiratória Aguda Grave.