Agora é possível usar óvulos de parentes para gerar bebê

Foto: Reprodução/Agência Brasil/Kacper Pempel
Foto: Reprodução/Agência Brasil/Kacper Pempel

Após aprovação da resolução 2.294/2021, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que permite o uso de óvulos de parentes, de até quarto grau, para gerar bebê por meio de reprodução assistida, começam a nascer os primeiros filhos de casais homoafetivos formados por homens. 

Os primeiros bebês nascidos após publicação da norma são gêmeos, Marc e Maria, filhos do cansa Roberto e Gustavo, as crianças já estão com dois meses de vida. 

O engenheiro Gustavo Catunda, afirmou que está sendo muito prazeroso a experiência com os dois bebês. “É um prazer gigantesco, tem sido o momento mais especial da nossa vida. Tem momentos de desespero também: na hora que os dois começam a chorar e às vezes a gente não sabe o que fazer, aí tenta uma coisa, tenta outra, dá o leite, troca fralda, até conseguir alinhar. Mas tirando isso, é uma rotina muito animada, é muito gostoso.” 

Informações Bahia.ba


A Clínica escola da Faculdade Adventista da Bahia completou 20 anos de existência em 2022. A construção da Clínica Adventista da Bahia foi iniciada no ano de 2001, sendo inaugurada no dia 23 de Abril de 2002, como local de estágio do curso de fisioterapia. Mensalmente, a Clínica-Escola da Fadba realiza, em média, 250 atendimentos na área de enfermagem, 1.000 em Fisioterapia, 480 em Psicologia, 750 em Odontologia e 100 em Nutrição, além de vacinar cerca de 2 mil pessoas, aplicar 80 curativos e fornecer 250 medicamentos.

Serviços

As primeiras atividades oferecidas em 2002 foram de reabilitação fisioterapêutica nas áreas de ortopedia e neurologia adulto, se estendendo aos cursos de enfermagem, psicologia e pedagogia. Em 2014 é incorporado uma Unidade de Saúde da Família satélite, em parceria com a prefeitura do município, intitulada “Esmeraldo Damasceno”, oferecendo para a população vizinha da faculdade serviços de: clínica médica, odontologia, preventivo e vacinação. Em seguida são iniciados os serviços de odontologia e nutrição. 

Experiência

Histórias de vida e transformação passaram pelas portas da clínica e seguem sendo compartilhadas no decorrer dos anos, como a do Diego Patrício, que há 14 anos estava começando os estágios na clínica escola como aluno. Hoje, coordena o curso de fisioterapia e atua diretamente nesta etapa de formação dos alunos e afirma que os estágios na clínica escola são uma das etapas mais importantes no processo de formação.

“Estou na supervisão de estágios clínicos há pelo menos 6 anos e tem sido maravilhosa essa experiência. Eu digo que os estágios na clínica escola são a ‘última etapa’ do lapidar destes diamantes que estamos levando ao mercado de trabalho”, completa Patrício.

Projetos de extensão e pesquisa:

Em 2004 se inicia o Projeto Social de extensão e pesquisa “Um sorriso pra você” de atendimento multidisciplinar de crianças com necessidades especiais e suas mães. O programa começou com a participação de professores e estudantes do curso de fisioterapia, pedagogia e teologia, em seguida mulheres da AFAM-SALT (esposas dos estudantes de teologia) que colaboram com cursos de artesanato, depois se uniram os professores e estudantes do curso de enfermagem, atendendo as crianças e suas mães, professores do curso de administração para oferecer cursos de finanças do lar para as mães e professores e estudantes do curso de psicologia e odontologia para educar quanto a prevenção e cuidado bucal.

Tratamento de crianças especiais

A clínica têm se tornado referência no Recôncavo Bahiano para o tratamento e cuidado de crianças especiais, por ser o único local onde esse serviço é prestado de forma gratuita, de forma multidisciplinar. Tudo isso tem chamado a atenção das mães da região, que são beneficiadas e convidam outras famílias para participar.

Alana Santos, mãe do Thiago, explica que quando começou o projeto, ficou apaixonada, porque além de ajudar as crianças, também ajuda as famílias com cesta básica e outras necessidades, além de ser um dos melhores momentos da semana para as mães e para os filhos, que compartilham experiências e se apoiam mutuamente. 

“As professoras elaboram atividades muito boas de aprendizagem. Thiago está aprendendo muito e quando ele está em casa, as vezes eu percebo as coisas que ele aprende no projeto e ele acaba passando em casa até para o irmão que consegue perceber também”.

Outros projetos

Outros projetos de atuação e pesquisa também são desenvolvidos pelos professores e alunos, como “Rede cegonha“, que atende grávidas da comunidade,  “Disfunções Temporomandibulares”, que oferece atendimentos fisioterapêutico e odontológicos específicos para os diversos diagnósticos desta área de especialidade,  “Reabilitação Cardiovascular” com o objetivo oferecer reabilitação para cardiopatas, hipertensos, portadores de doenças metabólicas,  “Dor Crônica”, que oferece reabilitação para pacientes com dor lombar e fibromialgia baseado no modelo da Escola de Postura, com participação de estudantes de fisioterapia e psicologia,  “Qualidade de vida para o trabalhador”, com atendimento multidisciplinar para os funcionários da FADBA, com participação dos estudantes de fisioterapia, psicologia, enfermagem e odontologia, entre outros.

Hoje o gerente administrativo da Clínica Escola e fisioterapeuta Luiz Aquino é  egresso da instituição e explica que “graças a equipe multidisciplinar, o paciente é avaliado por inteiro, desde o seu estado físico, mental, intelectual e espiritual. Os atendimentos são realizados pelos alunos e supervisionado por profissionais capacitados em suas áreas”, completa. 

Os próximos passos da clínica acompanham o crescimento da instituição, que ao inserir novos cursos, aumenta a possibilidade de atendimentos e serviços, sempre agregados ao propósito de atender a comunidade e apresentar o amor de Deus em cada abordagem. 

Informações Diário da Notícia


Foto: Thiago Paixão

Apenas este ano, 2.423 pacientes que precisam de atendimento especializado em outros municípios conseguiram ser transportados através do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Feira de Santana. Março foi o mês com mais viagens, 954 no total.

O programa possibilita o tratamento de doenças quando não há meios de atendimento no município. Aproximadamente 16 mil pessoas estão cadastradas no serviço que atende cerca de 800 pessoas por mês.

Entre as principais solicitações de transporte estão: radioterapia e quimioterapia, microcefalia, osteogênese imperfeita, hemodiálise pediátrica, doença de Crohn, doença do miocárdio severa e paralisia cerebral.

O agendamento da viagem é feito pessoalmente no setor, que fica na sede da SMS – na avenida Governador João Durval Carneiro. O paciente deve comparecer com os documentos pessoais e algum comprovante do agendamento da consulta, como cartão do hospital ou em papel timbrado, constando data e horário.

As marcações de viagens são realizadas no turno matutino, a partir das 7h. Pela tarde é realizado o cadastro dos pacientes. Após a marcação, o paciente/acompanhante deve fazer a confirmação de viagens, das 7h às 10h, através de ligação telefônica um dia antes do embarque. Caso haja imprevisto, informar ao setor com antecedência. A não confirmação da viagem implica no cancelamento.

Caso o paciente não tenha feito o agendamento do exame ou consulta, ele pode realizar a marcação na Central de Regulação, ainda na Secretaria de Saúde (próximo ao SAMU). Vale destacar que o transporte é agendado somente com a consulta, exame e procedimento garantido.

EMBARQUE DOS PACIENTES

O local de embarque dos ônibus fica no Terminal Central, na plataforma “D”, com horário de saída às 6h da manhã, sendo que o paciente deve chegar com 20 minutos de antecedência.

Vale destacar que o TFD não realiza agendamento de viagens para triagem, buscar resultados de exames, marcar consulta, atendimentos particulares e/ou convênios, visitar pacientes internados ou doações de sangue.


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Feira de Santana voltou a funcionar normalmente através do telefone 192, após uma manutenção realizada pela operadora.

*Secom


Mosquitos de Aedes aegypti são vistos no laboratório da Oxitec em Campinas

O número de casos prováveis de dengue, em todo o país, quase dobrou desde o começo do ano comparado ao mesmo período de 2021, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com o levantamento, foram registrados quase 400 mil casos prováveis de dengue, o que representa um aumento de 95% em relação ao mesmo período do ano passado. Até o momento, são 184 casos para cada 100 mil habitantes neste ano.

Para a segunda vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Rosylane Rocha, dois fatores podem explicar esse aumento considerável. O primeiro é que a dengue é uma doença sazonal, com maior incidência em períodos de chuva e calor. E, como este ano muitas regiões tiveram chuvas acima do esperado, favoreceu o acúmulo de água, situação propícia para o surgimento de focos do mosquito transmissor.

Outro motivo, segundo Rosylane Rocha, é que o medo da covid-19 fez muita gente procurar atendimento médico, aumentando os registros oficiais de casos de dengue, já que, no início as duas doenças têm sintomas parecidos.

Muito acima da média nacional, a Região Centro-Oeste apresenta taxa superior a 700 casos de dengue por 100 mil habitantes, com destaque para as capitais Goiânia, Brasília e Palmas. É na capital federal onde mora o fotógrafo Raphael Padilha, que teve dengue logo após se curar da covid-19, em fevereiro. Assustado com os sintomas, chegou a desconfiar de complicações da covid-19. Raphael conta que, na região onde vive, está havendo surto de dengue e que nem o filho mais novo, de quase 2 anos, ficou ileso.

O boletim do Ministério da Saúde aponta que, até o momento, está confirmada a morte de 112 pessoas, das 280 que desenvolveram agravamento da dengue no país. Os registros ocorreram, principalmente, nos estados de São Paulo, seguido de Goiás, Bahia, Santa Catarina e Minas Gerais. Além disso, mais de 170 mortes ainda são investigadas e podem estar associadas à dengue.  

Informações Agência Brasil


Foto: Divulgação Secad

A doença de Parkinson é um distúrbio cerebral que afeta o movimento. Ela piora com o passar dos anos e pode afetar outras funções do nosso cérebro, como o aprendizado e a memória. No início, o Parkinson geralmente causa apenas sintomas leves. Entretanto, à medida que o tempo passa, os sintomas podem afetar a capacidade da pessoa de trabalhar e até mesmo realizar atividades cotidianas.


Os sinais e sintomas mais comuns relacionados a essa condição são tremores, rigidez nos músculos e dificuldade de se movimentar. Hoje já existem vários medicamentos que podem melhorar os sintomas da doença de Parkinson e outros em estudo para evitar que ela evolua. Infelizmente, ainda não temos nenhum tratamento para cura.


Pessoas com doença de Parkinson que não melhoram com outros tratamentos às vezes podem receber um tratamento chamado “estimulação cerebral profunda” (também chamado de “DBS” – do inglês, deep brain stimulation). Esse tratamento consiste em uma cirurgia para colocar fios em uma parte do cérebro que ajuda a controlar o movimento muscular. Os fios são presos a um dispositivo que é implantado sob a pele, geralmente próximo à clavícula, muito parecido com um marca-passo. Ele envia sinais elétricos para o cérebro para reduzir esse movimento anormal gerado pela doença.

Para mais esclarecimentos, procure um especialista.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (18) que a portaria que encerra a emergência da Covid-19 deve ser publicada até esta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU). “Nenhuma política pública essencial ao enfrentamento da Covid-19 será interrompida”, ressaltou, em conversa com a CNN Brasil.

Em pronunciamento, na noite deste domingo (17), o ministro afirmou que o atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – a ESPIN. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, disse.

*Bahia.ba


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, faz pronunciamento em Rede Nacional Obrigatória de Emissoras de Rádio e Televisão.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em pronunciamento de rádio e TV, na noite deste domingo (17), o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia. Segundo o ministro, o anúncio foi possível por causa da melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo o ministro, nos próximos dias será editado um ato normativo sobre a decisão. Queiroga afirmou que a medida não significa o fim da covid-19. “Continuaremos convivendo com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros, em total respeito à Constituição Federal.”

Vacinação

No pronunciamento, o ministro falou que o país realizou a maior campanha de vacinação de sua história, com a distribuição de mais de 476 milhões de doses de vacina. Foi ressaltado que mais de 73% dos brasileiros já completaram o esquema vacinal contra a covid-19 e 71 milhões receberam a dose de reforço. 

O ministro também destacou os investimentos feitos na área nos últimos dois anos. “O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, fortaleceu o SUS, com a expansão da capacidade de vigilância, ampliação na atenção primária e especializada à saúde. Foram mais de R$ 100 bilhões destinados exclusivamente para o combate à pandemia, além dos mais de R$ 492 bilhões para o financiamento regular da saúde desde 2020”, disse Queiroga.

Emergência sanitária 

O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos de covid-19. No dia 3 de fevereiro de 2020 o ministério declarou a covid-19 como uma emergência de saúde pública de importância nacional..

A declaração de transmissão comunitária no país veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença no país. Segundo último balanço, divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo, o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 5.337.459 casos de covid-19 e 661.960 mortes. Há 29.227.051 pessoas que se recuperaram da doença, o que representa 96,6% dos infectados. Há ainda 363.607 casos em acompanhamento.

Informações Agência Brasil


Beneficiários podem sofrer reajuste anual e por faixa etária - Getty Images
Beneficiários podem sofrer reajuste anual e por faixa etária Imagem: Getty Images

Ter plano de saúde no Brasil está difícil, por causa do custo. Quem tem um plano enfrenta dois tipos de reajuste. O primeiro é o anual, que incide em todos os contratos uma vez por ano, e o segundo é por idade e é aplicado o envelhecimento do cliente.

A expectativa do setor é que os planos individuais tenham reajuste de 16% neste ano. Mas o que fazer se o aumento pesar demais no bolso? Especialistas ouvidos pelo UOL dizem que existem algumas alternativas antes de abrir mão da assistência privada.

Negociar com a operadora

Matheus Falcão, analista do programa de Saúde do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), orienta que o cliente questione a operadora sobre o reajuste assim que perceber um aumento muito forte no preço da mensalidade.

“O consumidor precisa perguntar de onde veio o percentual do reajuste e usar o Código de Defesa do Consumidor a seu favor, principalmente sobre direito de informação. A tentativa aqui é fazer uma barganha com a operadora. Percebemos que em alguns casos dá para conseguir descontos na mensalidade nessa conversa”, afirma Falcão.

Nem sempre o consumidor vai conseguir negociar. Se isso não acontecer, a orientação é fazer uma denúncia nos órgãos de defesa do consumidor, como Procon.

Se ainda assim a situação não for resolvida, o próximo passo é entrar com um processo na Justiça. Os especialistas orientam que o consumidor não deixe de pagar o plano de saúde durante o período, a não ser que tenha alguma autorização da Justiça.

A lei permite que as operadoras suspendam a assistência depois de 60 dias com dívidas em atraso nos planos individuais.

“Os planos individuais só podem ser cancelados por inadimplência depois de 60 dias, e a operadora precisa comunicar o consumidor até o 50º dia. Nos planos coletivos, não existe uma regra na lei, precisa ver o que está no contrato”, afirma Rafael Robba, advogado do escritório Vilhena Silva.

Troca de plano de saúde

Outra alternativa é a portabilidade de carências, que significa que o consumidor pode trocar de plano de saúde sem nenhum tipo de restrição de cobertura (carência). A portabilidade tem algumas regras:

  • O plano atual deve ter sido contratado depois de 1º de janeiro de 1999 ou ter sido adaptado à Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98)
  • O contrato deve estar ativo, ou seja, o plano atual não pode estar cancelado
  • O beneficiário deve estar em dia com o pagamento das mensalidades
  • O beneficiário deve cumprir o prazo mínimo de permanência no plano. Na primeira portabilidade, são dois anos no plano de origem ou três se tiver cumprido a cobertura parcial temporária para uma doença ou lesão preexistente. Na segunda portabilidade, o prazo de permanência exigido é de pelo menos 1 ano ou 2 anos caso tenha feito portabilidade para o plano atual com coberturas não previstas no plano anterior
  • O plano de destino deve ter preço compatível com o seu plano atual

Os documentos necessários para a portabilidade são comprovante de pagamento das três últimas mensalidades, comprovante do prazo de permanência, relatório de compatibilidade entre os planos (emitidos pelo Guia ANS de Planos de Saúde). Se o plano de destino for coletivo, deve apresentar o comprovante de que está apto para ingressar no plano.

Um ponto importante é que a compatibilidade considera o preço inicial de contratação do plano, ou seja, desconsidera os reajustes aplicados ao longo do tempo. Isso ajuda a aumentar a quantidade de planos que podem ser compatíveis na hora da portabilidade.

Apesar de algumas operadoras dificultarem a portabilidade para idosos ou com alguma doença pré-existente, Robba afirma que esse é um direito do consumidor, desde que cumpra todos os requisitos.

“É importante que o consumidor se documente sobre toda a tentativa de fazer a portabilidade. Se houver qualquer recusa da operadora, pode abrir uma reclamação na ANS ou na Justiça”, afirma Robba.

A operadora de destino tem até 10 dias para avaliar o pedido de portabilidade. A ANS orienta que o consumidor solicite o cancelamento do plano antigo em até cinco dias após o início do novo plano.

“Se você não solicitar o cancelamento nesse prazo, estará sujeito ao cumprimento de carências no novo plano por descumprimento das regras”, explica a ANS.

Informações UOL


SUS

O Ministério da Saúde publicou uma portaria nesta quinta-feira (14) que converte 6,4 mil leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) exclusivos para covid-19 em leitos convencionais de UTI para o Sistema Único de Saúde (SUS), que serão usados no tratamento de enfermidades diversas.

Na prática, segundo a pasta, a medida amplia o número de leitos de UTI na assistência médica de alta complexidade no Brasil. A mudança foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU).

A iniciativa foi acertada entre o governo federal e o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), com foco no aumento da oferta aos demais pacientes que necessitam de outros cuidados intensivos não relacionados à covid-19.

A mudança também ocorre “após a queda expressiva no número de casos e internações pela doença, causando uma baixa ocupação desses leitos para pacientes com covid-19, em função do sucesso e ampla adesão da população à campanha de vacinação contra a doença”, informou o ministério.

Durante outros momentos da pandemia, cerca de 26 mil leitos chegaram a ser habilitados com recursos financiados do orçamento extraordinário de enfrentamento à covid-19.

Reajustes

O Ministério da Saúde também reajustou os valores pagos nas contratações de unidades convencionais de leitos hospitalares, que não eram reajustadas há uma década. O custo da diária de leitos do tipo II passará de R$ 478,72 para R$ 600. Leitos do tipo III terão reajuste de R$ 508,23 para R$ 700. Leitos qualificados na Rede de Urgência e Emergência (RUE) e Rede Cegonha (RC) mantêm os valores do incentivo atualmente praticados.

As diárias do leito de UTI para queimados serão reajustadas de R$ 322,00 para R$ 700, equivalente ao leito de UTI Tipo III devido à complexidade e como forma de incentivo à habilitação de novos leitos no país.

Informações Agência Brasil