A identificação dos brasileiros com a direita superou a da esquerda pela primeira vez desde 2014, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3). O levantamento, feito sob a gestão Lula (PT), aponta 44% dos brasileiros classificados à direita ou centro-direita, ante 39% à esquerda ou centro-esquerda – diferença de cinco pontos percentuais, fora da margem de erro de dois pontos.

A classificação resulta de questionário com questões sobre valores sociais, culturais e econômicos – dez de comportamento, envolvendo temas como armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade e religião, e seis de economia, sobre impostos, leis trabalhistas e atuação do Estado.

Em 2014, quando sob a Presidência de Dilma Rousseff (PT), a direita reunia 45% de identificação, contra 35% da esquerda – uma diferença ainda maior do que a registrada agora. De lá para cá, houve um empate técnico, em 2017, com 40% à direita e 41% à esquerda.

Já em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, a esquerda somava 49%, e a direita, 34%.

Naquele ano, direita e esquerda estavam tecnicamente empatadas no eixo comportamental, com 39% e 42%, respectivamente. A mudança em relação à 2022 se concentra justamente nesse eixo: agora a direita soma 52%, ante 29% da esquerda e 20% do centro.

MUDANÇA
A maior alteração entre as perguntas comportamentais ocorreu na visão sobre pobreza. Em 2022, 76% atribuíam a pobreza à falta de oportunidades iguais, ante 22% que a associavam à preguiça de quem não quer trabalhar. Atualmente, a parcela que aponta a preguiça como causa quase dobrou, para 40%, enquanto a que credita a pobreza à falta de oportunidades caiu para 58%.

Houve também deslocamentos em temas de segurança e costumes. Em 2022, 63% defendiam a proibição da posse de armas e 35% apoiavam o direito de possuir arma legalizada. Agora, esses percentuais são de 55% e 41%, respectivamente.

Na divisão em cinco grupos, 15% dos entrevistados foram classificados à direita, 29% na centro-direita, 17% no centro, 26% na centro-esquerda e 13% à esquerda. Em 2022, os percentuais eram, na mesma ordem, 9%, 24%, 17%, 32% e 17%. Ou seja, houve crescimento tanto na direita (de 9% para 15%) quanto na centro-direita (de 24% para 29%), enquanto a centro-esquerda recuou de 32% para 26% e a esquerda, de 17% para 13%. O centro permaneceu estável, em 17%.

A pesquisa foi realizada de forma presencial nos dias 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95% – as margens são maiores nos recortes da população. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09956/2026.

*AE
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Advogados citam parecer da PGR para defender a manutenção da prisão domiciliar

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que segue sob prisão domiciliar em Brasília | Foto: Reprodução/X
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar em Brasília | Foto: Reprodução/X

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que rejeite a possibilidade de falta grave relacionada à pistola registrada em seu nome, apreendida com um agente de segurança.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que descarte em definitivo a hipótese de falta grave relacionada à pistola registrada em seu nome e apreendida com um agente de sua segurança. Em manifestação enviada nesta quinta-feira, 2, os advogados também informaram que Bolsonaro não tem interesse em reaver a arma.

Segundo a defesa, o pedido se apoia na conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal, que não responsabilizou Bolsonaro pelo episódio, e no parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que também não identificou elementos para caracterizar falta disciplinar capaz de alterar o regime de cumprimento da pena, conforme apuração da CNN Brasil.

Defesa de Bolsonaro cita investigação e parecer da PGR

De acordo com a manifestação, a investigação concluiu que a pistola possuía registro válido em nome de Bolsonaro e que sua retirada da residência ocorreu por iniciativa exclusiva do sargento Estácio Leite da Silva Filho, sem autorização ou determinação do ex-presidente. A Polícia Civil indiciou o militar por porte ilegal de arma de fogo.

Segundo o UOL, a corporação concluiu que o agente transportava uma arma registrada em nome de terceiro sem autorização do proprietário e em desacordo com as exigências legais. Em depoimento, o sargento afirmou que havia retirado a pistola da residência de Bolsonaro para verificar um defeito no equipamento.

Alexandre de Moraes em Sessão da Primeira Turma do STF (16/06/2026) | Foto: Luiz Silveira/STF

A defesa também destacou o parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, favorável à manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro. Embora a PGR tenha concordado que não houve falta disciplinar atribuível ao ex-presidente, o órgão defendeu a manutenção da apreensão da arma por considerar incompatível sua posse com a atual condição jurídica de Bolsonaro.

O caso ainda influencia a análise sobre a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente por razões de saúde. Moraes determinou que a defesa e a PGR se manifestassem depois da conclusão do inquérito da Polícia Civil antes de decidir sobre o tema.

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Ex-primeira-dama mantém indefinição sobre o futuro eleitoral, mas é vista como peça importante para fortalecer pautas no Congresso

Michelle Bolsonaro PL Mulher
A possibilidade de Michelle Bolsonaro deixar a disputa nasceu junto ao seu anúncio de saída da presidência do PL Mulher | Foto: Reprodução/PL Mulher 

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Aliados de Michelle Bolsonaro (PL) estão tentando convencê-la a concorrer ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano, mas ela ainda não decidiu e deve se pronunciar até as convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que Michelle está focada nos cuidados com Jair Bolsonaro e sua filha, e que ela poderia contribuir significativamente no Congresso, especialmente em pautas sociais.

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Aliados da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro(PL) intensificaram as conversas para convencê-la a se manter na disputar por uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.

Oeste, a senadora Damares Alves(Republicanos-DF) afirmou que Michelle ainda não definiu a saída da disputa e deverá estabelecer o seu futuro político até o período das convenções partidárias, previsto de 20 de julho a 5 de agosto.

“Ela ainda não decidiu”, ressaltou a parlamentar. “Está pensando se sairá candidata ou não. Este é um momento de reflexão para ela. Nós vamos continuar insistindo que ela venha candidata.”

Segundo a senadora, Michelle deverá concentrar esforços nos cuidados com o marido, Jair Bolsonaro, enquanto aguarda os desdobramentos da situação jurídica relativa a prisão do ex-presidente.

Para Damares, a ex-primeira-dama desempenharia papel importante no Congresso Nacional, especialmente em pautas relacionadas às pessoas com deficiência, doenças raras, autismo e famílias atípicas.

“Estamos conversando com ela nesse sentido: ‘Michelle, nós precisamos de você no Parlamento’”, afirmou Damares. “Ela reforça esse time. Michelle é um elemento hoje necessário no Parlamento.”

A possibilidade de Michelle deixar a disputa nasceu junto ao seu anúncio de saída da presidência do PL Mulher. Em nota divulgada na terça-feira 30, a ex-primeira-dama informou que deixará o cargo para se dedicar integralmente aos cuidados de Bolsonaro e da filha, sem mencionar uma eventual candidatura.

Damares Alves, Celina Leão e Michelle Bolsonaro | Foto: Reprodução Instagram
Damares Alves, Celina Leão e Michelle Bolsonaro | Foto: Reprodução Instagram

Aliados afirmam Michelle não afirmou que seria candidata 

Em conversa com Oeste, Damares afirmou que Michelle nunca declarou publicamente que pretendia concorrer a um cargo eletivo.

“Michelle nunca disse que seria candidata, nem ao Senado, nem à Presidente, nem à vice”, declarou. “Ela nunca disse. Pode procurar em toda a mídia uma declaração dela que ela seria candidata. Éramos nós que falávamos que ela seria candidata e os institutos de pesquisa colocavam o nome dela.”

Também foi levantada a possibilidade de Michelle deixar o PL e se filiar ao Republicanos, legenda de Damares. A senadora, porém, destacou que essa hipótese não é viável no momento. Isso porque, venceu em abril o prazo para a troca de partido para as eleições. Apesar disso, o partido mantém as portas abertas para a ex-primeira-dama no futuro.

A parlamentar também rejeitou a avaliação de que a indefinição tenha relação com o desgaste público envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Ela nunca quis ser política. Não é sobre o Flávio. Nunca teve uma declaração da Michelle dizendo: ‘Eu quero ser senadora’. Ela nunca disse que seria candidata”, afirmou Damares. “A missão dela no PL Mulher era treinar mulheres para a política. Essa decisão não tem nada a ver com conflitos.”

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O prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, afirmou nesta quarta-feira (1º), em Salvador, que deverá apoiar o senador Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República em 2026. A declaração foi dada durante o evento “Vereadores com ACM Neto”, que reuniu mais de mil parlamentares municipais de diferentes regiões da Bahia.

Ao comentar o cenário nacional, Zé Ronaldo destacou que sua posição política é conhecida e voltou a afirmar que não pretende apoiar candidatos ligados ao PT. Entre os nomes colocados no campo da oposição, ele apontou Flávio Bolsonaro como sua escolha.

“Nunca deixei dúvidas sobre o meu voto. Todos sabem que não voto no PT. Hoje existem algumas alternativas no campo da oposição, como Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. A maioria dos meus amigos está com Flávio, e eu também estarei com ele”, declarou.

O prefeito também defendeu que os pré-candidatos oposicionistas mantenham uma convivência respeitosa durante a campanha, especialmente no primeiro turno.

Sobre o encontro promovido por ACM Neto, Zé Ronaldo destacou a expressiva participação dos vereadores e ressaltou a importância do papel desempenhado pelos legisladores municipais.

“É um evento grandioso. Não me recordo de outro encontro desse porte voltado exclusivamente para vereadores ao lado de um pré-candidato ao governo. Isso mostra o reconhecimento da força política que eles possuem”, afirmou.

Questionado sobre a pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná, que aponta ACM Neto na liderança da corrida ao Governo da Bahia, o prefeito avaliou os números de forma positiva e disse que o resultado serve de estímulo para o grupo político.

“A pesquisa mantém uma tendência observada nos levantamentos anteriores e até apresenta um crescimento. Isso motiva, mas não significa acomodação. É preciso seguir trabalhando porque eleição se vence com dedicação e presença junto à população”, pontuou.

Ao falar sobre o cenário estadual, Zé Ronaldo afirmou perceber um movimento favorável à alternância de poder na Bahia.

“Tenho conversado com muitas pessoas e ouvido relatos de eleitores que não votaram em ACM Neto na última eleição, mas que agora pretendem apoiá-lo. Existe um desejo de mudança muito forte e isso pode fazer a diferença em 2026”, concluiu.


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro decidiu deixar o comando do PL Mulher. A decisão foi comunicada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, nesta terça-feira (30). Michelle estava no cargo desde o início de 2023.

— Após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha — afirmou (Leia nota completa no final da matéria).

A decisão ocorre em meio a atritos com o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em vídeo publicado na última semana, Michelle afirmou ter sido humilhada e apunhalada pelo enteado. Flávio pediu desculpas posteriormente.

O Partido Liberal emitiu um comunicado oficial assinado por Valdemar Costa Neto. No texto, ele minimizou as diferenças, falou sobre a causa maior do partido e agradeceu a Michelle pelos serviços prestados.

Leia a íntegra da nota publicada pelo PL:
Nota Oficial
O PL cresceu demais, e eu entendo que as divergências crescem também. É natural isso. Temos muitos líderes no partido e, por maiores que sejam as divergências, o que nos une é muito maior. As indignações internas não serão maiores do que a indignação coletiva de ver o que esse governo faz com o nosso país: 80 milhões de brasileiros devendo é inadmissível! Grupos terroristas crescendo é inadmissível! Michelle passa por um momento difícil, sente de perto as injustiças e as angústias que o maior líder da história recente deste país vem passando. Michelle fez um excelente trabalho à frente do PL Mulher, mas, neste momento, decidiu deixar a Presidência Nacional do PL Mulher porque fez a opção de concentrar suas atividades em cuidar do nosso presidente. Temos que respeitar essa decisão. Somos o maior partido deste país e temos a missão de mudar esse governo e devolver o Brasil ao povo brasileiro.

Leia a íntegra da nota publicada pelo PL Mulher, assinada por Michelle:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha.

Durante o período em que estive à frente do PL Mulher, construímos – juntamente com as nossas presidentes – um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil e a corrigir os rumos da nossa Nação. Conhecendo a força e a capacidade das mulheres brasileiras, tenho certeza de que o nosso movimento crescerá ainda mais e teremos um futuro próspero para os nossos filhos e netos.

Quero agradecer, na pessoa da minha vice-presidente, Priscila Costa – a todas as minhas presidentes estaduais e municipais que, com tanto carinho, empenho e dedicação tornaram possível a expansão de nosso movimento que está edificando o nosso país. Sem vocês, nada disso seria possível.

As sementes foram lançadas e, em breve, vocês colherão os frutos desse trabalho tão lindo que vocês realizaram em favor das famílias de nossa grande Nação.

Peço a Deus que esteja sempre com vocês, inspirando e conduzindo esse trabalho e que as mulheres ocupem, cada vez mais, os lugares que lhes pertencem nas esferas de decisão e de poder. Vocês estarão sempre nas minhas orações como forma de gratidão e de amor por cada uma de vocês.

Agradeço também o Presidente Valdemar pela autonomia que me concedeu e por ter confiado a mim tão nobre desafio.

À minha amada equipe da Nacional, mulheres e homens gigantes que comigo enfrentaram todos os desafios que surgiram à nossa frente, agradeço do fundo do meu coração. Somente Deus pode recompensá-los por todo bem que fizeram a mim e ao nosso Brasil. Eu amo a vida de cada um de vocês.

Que Deus os abençoe. Que Ele abençoe as nossas famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil.

MICHELLE BOLSONARO

*Pleno.News
Foto: YouTube Partido Liberal


Presidente Nacional do partido afirma que ex-primeira-dama decidiu concentrar esforços para cuidar de Jair Bolsonaro e pede respeito à decisão

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou em nota nesta terça-feira, 30, a saída de Michelle Bolsonaro da presidência do PL Mulher, destacando que ela optou por se dedicar ao cuidado do ex-presidente Jair Bolsonaro em um momento difícil. Valdemar elogiou o trabalho de Michelle e afirmou que sua decisão deve ser respeitada.

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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, publicou nesta terça-feira, 30, uma nota sobre a saída de Michelle Bolsonaro da presidência nacional do PL Mulher. Na manifestação, o dirigente afirmou que a ex-primeira-dama decidiu deixar o cargo para concentrar suas atividades no cuidado com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A nota representa o primeiro posicionamento oficial de Valdemar sobre a mudança no comando do segmento feminino do partido, anunciada mais cedo.

Segundo o presidente do PL, Michelle “fez um excelente trabalho à frente do PL Mulher”, mas atravessa “um momento difícil” em razão da situação enfrentada por Bolsonaro.

“Michelle passa por um momento difícil, sente de perto as injustiças e as angústias que o maior líder da história recente deste país vem passando”, escreveu Valdemar.

O dirigente também afirmou que a decisão da ex-primeira-dama deve ser respeitada.

“Michelle fez um excelente trabalho à frente do PL Mulher, mas, neste momento, decidiu deixar a Presidência Nacional do PL Mulher porque faz a opção de concentrar suas atividades em cuidar do nosso presidente. Temos que respeitar essa decisão.”

Valdemar comenta divergências internas

Na mesma nota, Valdemar reconheceu a existência de divergências dentro do partido, mas afirmou que elas são naturais diante do crescimento da legenda.

“O PL cresceu demais, e eu entendo que as divergências crescem também. É natural isso. Temos muitos líderes no partido e, por maiores que sejam as divergências, o que nos une é um muito maior.”

Michelle Bolsonaro
Michelle Bolsonaro renuncia o cargo de presidente nacional do PL Mulher | Foto: Reprodução/ Instagram

O presidente nacional do PL também voltou a fazer críticas ao governo federal. No texto, citou o número de brasileiros endividados e o avanço de grupos terroristas como motivos de preocupação.

Ao concluir a manifestação, Valdemar afirmou que o partido pretende permanecer unido e defendeu a alternância de poder nas eleições.

“Somos o maior partido deste país e temos a missão de mudar esse governo e devolver o Brasil ao povo brasileiro.”

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Quanto à avaliação do governo, 48,3% o classificaram como ‘ruim/péssimo’ e 39,7%, como ‘ótimo/bom’

Lula, durante cerimônia no Planalto - 13/08/2025 | Reprodução/CanalGov/Via EBC
Lula, durante cerimônia no Planalto – 13/08/2025 | Foto: Reprodução/CanalGov/Via EBC

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Um levantamento da Atlas/Bloomberg, divulgado nesta quarta-feira, 1º, mostra que a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de 52,3%, enquanto a aprovação é de 45,9%, ambos índices em leve queda em relação à pesquisa anterior de abril. A avaliação do governo revela que 48,3% consideram sua gestão “ruim/péssimo” e 39,7% “ótimo/bom”, com a avaliação regular subindo de 7% para 12%. A pesquisa foi realizada entre 26 e 30 de junho com 4.999 entrevistados, e tem margem de erro de 1 ponto porcentual.

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Um levantamento Atlas/Bloomberg divulgado nesta quarta-feira, 1º, revelou que a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 52,3%, enquanto a aprovação chegou a 45,9%. Os dois índices diminuíram em relação à pesquisa anterior, de abril.

No último levantamento, 53% dos entrevistados desaprovavam a administração do petista, e 47% a aprovavam. Agora, tanto a aprovação quanto a desaprovação apresentaram ligeira redução, o que indica estabilidade nas percepções do eleitorado.

Detalhes da avaliação do governo Lula

Quanto à avaliação do governo, 48,3% o classificaram como “ruim/péssimo” e 39,7%, como “ótimo/bom”. Em abril, a avaliação negativa era de 51% e a positiva, de 42%. O porcentual de avaliação regular aumentou de 7% para 12%.

A pesquisa, realizada pelo Instituto AtlasIntel entre os dias 26 e 30 de junho, ouviu 4.999 entrevistados recrutados digitalmente, com margem de erro de 1 ponto porcentual e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feito em 25 de junho, sob número BR-04582/2026.

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Presidente argentino celebrou avanço do bloco conservador no continente

Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) postou um vídeo do encontro com o presidente da Argentina, Javier Milei. Em publicação realizada nesta terça-feira (30), ele afirmou que a “onda azul” está tomando conta da América do Sul, celebrando crescimento da direita no continente.

“Também vamos mudar a cor do Brasil”, escreveu o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Milei celebrou a queda da esquerda no Chile e na Colômbia durante o encontro com o presidenciável brasileiro.

“Por sorte, hoje estamos vendo um novo despertar na região, onde a esquerda segue se rebaixando. Primeiro, perderam no Chile; na semana passada, perderam na Colômbia”, lembrou.

“Já sabemos também que perderam no Peru, e espero que, em outubro, percam no Brasil”, concluiu Milei.

Flávio, Milei e ‘Onda Azul’

O encontro aconteceu em um evento na Quinta de Olivos, casa da presidência argentina, em Buenos Aires, na segunda-feira (29). Milei demonstrou apoio a Flávio nas eleições de outubro, anunciando a chegada da “maré azul” no Brasil.

A direita conta com cenários de crescimento no continente. As vitórias de Abelardo de la Espriella, na Colômbia, e Keiko Fujimori, no Peru, colocaram o campo ideológico em vantagem na América do Sul.

O grupo político aposta no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para evitar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Informações Revista Oeste


Já nos embates com Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos, o petista lidera, com 47%, 48% e 48%

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Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro são pré-candidatos à Presidência da República | Foto: Montagem da Revista Oeste, a partir de imagens de Ricardo Stuckert e Jefferson Rudy/Agência Senado

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Uma pesquisa do Instituto Nexus em parceria com o Banco BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira, 29, aponta Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as intenções de voto para a Presidência em 2026, com 38% no levantamento espontâneo, contra 27% de Flávio Bolsonaro (PL). Nos cenários estimulados, Lula mantém 42%, enquanto Flávio chega a 35%. Para o segundo turno, Lula aparece com 47% contra 44% de Flávio, com margem de erro de 2 pontos.

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Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Nexus em conjunto com o Banco BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira, 29, revela o cenário atual de intenções de voto para a Presidência da República em 2026. Os dados mostram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente nas simulações de primeiro turno, com vantagem mínima de 7 pontos porcentuais sobre Flávio Bolsonaro (PL).

No levantamento espontâneo, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula soma 38%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 27%. Renan Santos (Missão) aparece com 3%, Ronaldo Caiado (PSD) com 2% e Romeu Zema (Novo) com 1%. Outros nomes somam 3%, votos brancos, nulos ou nenhum chegam a 6%, e os que não souberam ou não responderam equivalem a 20%.

Nos cenários estimulados, em que são apresentados nomes dos pré-candidatos, Lula mantém a liderança. No primeiro cenário, Lula alcança 42%, Flávio Bolsonaro tem 34%, Ronaldo Caiado aparece com 5%, Renan Santos com 4% e Romeu Zema com 3%. Joaquim Barbosa (DC), Augusto Cury (Avante), Aécio Neves (PSDB) e Cabo Daciolo (Mobiliza) registram 1% cada. Indecisos e votos brancos ou nulos somam 8%.

No segundo cenário estimulado, Lula mantém os 42%, Flávio Bolsonaro cresce para 35%, Renan Santos e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 5%. Romeu Zema registra 3% e Joaquim Barbosa obtém 2%. Brancos, nulos ou nenhum chegam a 5%, enquanto não sabe ou não respondeu totalizam 3%.

Pesquisa BTG Pactual e Instituto Nexus | Foto: Divulgação
Pesquisa BTG Pactual e Instituto Nexus | Foto: Divulgação

Projeções para o segundo turno mostram disputa acirrada

Para o segundo turno, a pesquisa simulou quatro confrontos com Lula. Contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 47% perante 44% do adversário, diferença que se encontra dentro da margem de erro de 2 pontos porcentuais. Nos embates com Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos, Lula lidera, com 47%, 48% e 48%, respectivamente, enquanto os adversários alcançam 39%, 38% e 36%. Nos três casos, a soma de brancos, nulos e indecisos varia entre 12% e 15%.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 26 e 28 de junho de 2026, e foi encomendado pelo Banco BTG Pactual. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2 pontos porcentuais. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08521/2026.

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Senador exaltou crescimento da direita no continente durante a abertura da Conferência de Presidentes da América Latina

Flávio Bolsonaro e Javier Milei | Foto: Reprodução/Redes sociais
Flávio Bolsonaro e Javier Milei | Foto: Reprodução/Redes sociais

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou em Buenos Aires, neste domingo, 28, que o Brasil poderá se aproximar mais da Argentina a partir de 2027, caso vença as eleições presidenciais em 2026. Sua fala ocorreu na Conferência de Presidentes da América Latina e refletiu otimismo com a ascensão de candidatos de direita na região, citando exemplos recentes no Peru e na Colômbia.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo, 28, em Buenos Aires, que o Brasil “voltará a ser mais irmão da Argentina” a partir de 2027, caso vença as eleições para a Presidência da República em 2026. 

A declaração ocorreu durante a abertura da Conferência de Presidentes da América Latina, organizada pela Fundação dos Aliados de Israel e pelos Amigos Americanos dos Acordos de Abraão.

Em sua fala, Flávio destacou seu otimismo em relação ao cenário eleitoral deste ano. Ele citou avanços de candidatos de direita na América do Sul, como visto recentemente nas eleições do Peru e da Colômbia. Para o senador, o continente passa por uma “onda azul”, em referência ao crescimento da direita na região.

Flávio comenta planos para acordos diplomáticos

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado 

O senador também afirmou o desejo de retornar à Argentina em 2027 para confirmar a adesão do Brasil aos Acordos de Isaac, juntamente com o presidente Javier Milei e, possivelmente, com o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Os Acordos de Isaac são uma iniciativa diplomática impulsionada pelo presidente argentino e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Ela tem o objetivo de aproximar os israelenses dos países latino-americanos.

No evento, Flávio teceu elogios ao presidente Javier Milei. “O presidente Milei tem razão”, disse. “O socialismo é um modelo empobrecedor, e vou confessar um sentimento muito honesto. Nós brasileiros, olhamos esse mapa (de países governados pela direita) hoje com um pouco de inveja.”

Com as recentes vitórias eleitorais na Colômbia e no Peru, sete das 12 nações da América do Sul passaram a ser administradas por líderes de direita ou centro-direita. O número representa aproximadamente 58% da população do continente.

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