Em São Paulo, em um eventual segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e para o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). É o que revela levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (27).
Foram ouvidos 1.680 eleitores em 85 municípios paulistas entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
No cenário em que a disputa é contra Bolsonaro, Lula teria 39% das intenções de voto, enquanto o ex-mandatário alcançaria 47,7%.
Em um embate contra Michelle, o petista teria 39,8% e a ex-primeira-dama, 46,5%.
Entre Lula e Tarcísio, o chefe do Executivo teria 37,6%, contra 50,4% do governador.
Apesar de constar no levantamento, o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
*CNN Fotos: Antonio Cruz/Marcelo Camargo/Agência Brasil/Mônica Andrade/Governo do Estado de SP/Alan Santos/PR
A Polícia Federal (PF), em um ofício assinado pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, pediu nesta terça-feira (26) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para manter uma equipe policial dentro da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em tempo integral, sob a alegação de que a medida visa garantir o cumprimento da prisão domiciliar do líder conservador.
Delegado de carreira há mais de 20 anos, Andrei Rodrigues assumiu a direção-geral da PF em janeiro de 2023, indicado pelo então ministro da Justiça e hoje colega de Moraes no STF, Flávio Dino. Durante a campanha presidencial de 2022, Rodrigues coordenou a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), permanecendo responsável pela função até a posse do petista.
Em sua trajetória profissional, Rodrigues já atuou também na segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante as eleições presidenciais de 2010 e foi responsável pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, criada para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Rodrigues também foi oficial de ligação da PF em Madri, na Espanha; coordenador-geral de Polícia Fazendária; e chefe da Unidade de Gestão Estratégica da Diretoria de Tecnologia da Inovação da Polícia Federal.
No Rio Grande do Sul, em 2007, ele foi o responsável por comandar a investigação conhecida como “Fraude dos Selos”, que apurou desvio de cerca de R$ 2 milhões em verbas da Assembleia Legislativa gaúcha. Já do outro lado do país, em Manaus, capital do Amazonas, ele chefiou a Delegacia de Repressão a Entorpecentes.
Nesta terça, a PF pediu ao ministro Alexandre de Moraes que a vigilância policial em cima de Jair Bolsonaro ocorra com uma equipe dentro da residência do ex-presidente. A medida ocorre após o magistrado determinar que o líder da direita brasileira fosse monitorado 24 horas por dia.
A decisão do ministro do STF citou risco de fuga, principalmente em razão da atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos tentando influenciar autoridades contra o Judiciário brasileiro. Para Moraes, as ações do parlamentar aumentam as chances de que o pai deixe o país.
Em ofício enviado ao ministro, a PF apontou que a presença de vigilantes nas imediações da residência não seria o suficiente para evitar uma eventual fuga, mesmo com o uso de tornozeleira eletrônica, já que ela seria suscetível a falhas.
– Dessa forma, havendo, em tese, intenção de fuga, necessário o acompanhamento in loco e em tempo integral das atividades do custodiado, e do fluxo de veículos na residência e de vizinhos próximos, únicas medidas hábeis a minimizar, de forma razoavelmente satisfatória, tais riscos – diz a corporação.
O documento foi assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que indicou que o monitoramento dentro da residência de Bolsonaro ajudaria a evitar transtornos aos demais moradores do condomínio.
Nesta terça-feira (26), a Polícia Federal (PF) indicou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a vigilância policial em cima de Jair Bolsonaro deveria ocorrer com uma equipe dentro da residência do ex-presidente. A medida ocorre após o magistrado determinar que o líder da direita brasileira fosse monitorado 24 horas por dia.
A decisão do ministro do STF cita risco de fuga, principalmente em razão da atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos tentando influenciar autoridades contra o Judiciário brasileiro. Para Moraes, as ações do parlamentar aumentam as chances de que o pai deixe o país.
Em ofício enviado ao ministro, a PF aponta que a presença de vigilantes nas imediações da residência não seria o suficiente para evitar uma eventual fuga, mesmo com o uso de tornozeleira eletrônica, já que ela é suscetível a falhas.
– Dessa forma, havendo, em tese, intenção de fuga, necessário o acompanhamento in loco e em tempo integral das atividades do custodiado, e do fluxo de veículos na residência e de vizinhos próximos, únicas medidas hábeis a minimizar, de forma razoavelmente satisfatória, tais riscos – diz a corporação.
O documento foi assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que indicou que o monitoramento dentro da residência de Bolsonaro ajudaria evitar transtornos aos demais moradores do condomínio.
– Tais medidas, cumpre apontar, exigiriam o destacamento de vários servidores para atuarem física e ostensivamente no condomínio em que reside o custodiado, e nos seus acessos, não sendo possível, portanto, data maxima venia, e do ponto de vista estritamente operacional, tal atuação com as condicionantes estabelecidas pela Procuradoria-Geral da República. Referida ação, para garantir eficácia, demandaria uma fiscalização minuciosa, por exemplo, de todos os veículos que saíssem do condomínio, o que poderia gerar um grande desconforto, em contrassenso ao que propõe a PGR – explicou a PF.
Presidente e relator da CPMI do INSS, ambos de direita, fizeram acordo para poupar irmão de Lula
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Após a direita comemorar a conquista da presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ficou com o senador Carlos Viana (Podemos-MG), e a relatoria do colegiado, nas mãos do deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), o cenário, agora, mudou de figura.
É que Carlos Viana, em entrevista a jornalistas, nesta terça-feira (26), revelou que houve um acerto entre o relator, Alfredo Gaspar, e os parlamentares da oposição junto ao governo federal para que o irmão do presidente Lula, Frei Chico, não seja convocado pela CPMI.
– Enquanto não tivermos certeza de que houve participação, não faremos convocações. A CPMI quer ter os pés no chão e seguir as orientações técnicas. Não há previsão de que esse senhor [o Frei Chico] ou outros ligados ao governo anterior sejam convidados sem as devidas provas – disse o senador após a 1ª sessão do colegiado.
O irmão de Lula, Frei Chico, é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), uma das entidades investigadas pela Polícia Federal por recebimento destes recursos desviados das contas dos aposentados e pensionistas.
SINDICATO DE IRMÃO DE LULA TENTOU DESCONTAR ATÉ DO BOLSA FAMÍLIA O Sindnapi, dirigido pelo irmão do presidente Lula (PT), Frei Chico, atuou no início deste terceiro mandato de Lula na Presidência para flexibilizar as regras a fim de subtrair dos contracheques de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) uma mensalidade, sem que o beneficiário autorizasse.
De acordo com o Metrópoles, em um documento assinado pelo então presidente do Sindnapi, João Batista Inocentini, em 30 de janeiro de 2023, constavam diversas reivindicações ao então ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT).
Dentre os pedidos, estava o de autorização para descontos mensais dos benefícios do programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que contempla idosos e pessoas com deficiência, e que também é pago pelo INSS. Apesar da tentativa, a demanda não foi deferida, porque os beneficiários desses programas assistenciais não podem sofrer descontos em sua folha de pagamento.
O autor do documento, Inocentini, morreu em 2023. Desde então, o sindicato é comandado por Milton Cavalo. Já o irmão de Lula, Frei Chico, que compõe a direção da entidade, está no órgão desde 2008. Desde o ano passado, o irmão de Lula assumiu a vice-presidência do Sindnapi.
Investigação que envolve governo Barbalho aponta quase R$ 50 milhões em saques a partir de obras de infraestrutura em Belém
O governador medebista Helder Barbalho: PM e secretários envolvidos em suposta lavagem de dinheiro em obras para a COP30 | Foto: José Cruz/Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) investiga um grupo suspeito de praticar lavagem de dinheiro. A manobra envolveria contratos do governo do Pará em obras ligadas principalmente à COP30, conferência climática prevista para novembro, em Belém. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a investigação indica a existência de um esquema sob influência do comandante-geral da Polícia Militar e dois secretários da gestão do governador Helder Barbalho (MDB).
As apurações revelam que integrantes do grupo chegaram a levar R$ 180 mil em espécie para reuniões na Assembleia Legislativa do Pará em 2024. De acordo com a PF, a organização criminosa teria a liderança do deputado federal Antonio Leocádio dos Santos, conhecido como Antônio Doido (MDB-PA). Ele contaria com o apoio do coronel da PM paraense Francisco de Assis Galhardo. Policiais armados faziam parte do grupo, de acordo com o inquérito.
Dinheiro era para obras de preparação à COP30
O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), em razão do foro privilegiado do parlamentar. A investigação detectou R$ 48,8 milhões sacados em espécie durante o período de um ano, a partir das contas da empreiteira J A Construcons. A empresa recebeu R$ 633 milhões do governo do Pará entre 2020 e 2024.
A PF afirma que o coronel Galhardo era o responsável por efetuar os saques. A sócia formal da empreiteira é Andrea Costa Dantas, mulher de Antônio Doido. Entre os contratos firmados pela J A Construcons está um de R$ 123,4 milhões para execução de obras de infraestrutura em dois canais e em uma rua de Belém, diretamente vinculados à preparação da cidade para a COP30.
Em nota, o governo do Pará declarou que todas as contratações estaduais seguem “rigorosamente” os processos licitatórios. Da mesma forma, observam princípios constitucionais como legalidade e impessoalidade.
Procurador-geral reage a ofício do PT que aponta suposta tentativa de fuga e menciona a Embaixada dos EUA
O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, deu prazo de cinco dias para que o PGR se manifeste sobre o ofício da PF | Foto: Antonio Augusto/STF
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou nesta segunda-feira, 25, que a Polícia Federal (PF) reforce a vigilância sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Réu no inquérito da suposta tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e usa tornozeleira eletrônica.
Gonet sugeriu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a corporação mantenha uma equipe de plantão exclusiva para acompanhar em tempo real o cumprimento das medidas cautelares impostas a Bolsonaro.
A PF relatou ao STF um ofício assinado pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do partido na Câmara. No documento, ele alertou para um risco de fuga do ex-presidente.
Segundo a recomendação, Bolsonaro poderia se deslocar até a Embaixada dos Estados Unidos, a menos de dez minutos de sua casa em Brasília. Ali, conforme o texto, ele tentaria solicitar asilo político.
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, repassou a informação à Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal. A medida, segundo ele, visa a garantir que a secretaria adote providências preventivas, caso considere necessário.
“Deputado Federal Lindbergh Farias desenvolve razões de receio quanto à suficiência das medidas de cautela voltadas à garantia da aplicação da lei penal, que tange ao Sr. Jair Messias Bolsonaro”, diz trecho do documento. “O risco aludido motivou manifestação outra da Procuradoria-Geral da República, no sentido de proceder ao monitoramento do ex-Presidente por meio de tornozeleira eletrônica.”
O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, deu prazo de cinco dias ao PGR para que se manifeste sobre o ofício da PF. Gonet já antecipou que as ações de monitoramento não devem invadir a residência nem interferir na rotina do ex-presidente com vizinhos.
Avaliação interna indica “estabilidade” no caso de Bolsonaro
Além do suposto plano de fuga, o PGR deve se posicionar sobre possíveis violações das medidas cautelares — como o uso de redes sociais, o que está proibido por decisão do STF. A análise considera ainda uma minuta encontrada no celular de Bolsonaro que citava um possível pedido de asilo à Argentina.
Contudo, apesar da nova ofensiva, integrantes próximos a Gonet consideram improvável que a situação jurídica de Bolsonaro mude antes do julgamento da ação, marcado para começar em 2 de setembro. A defesa do ex-presidente nega qualquer irregularidade e garante o cumprimento de todas as restrições impostas pelo Judiciário.
Se a Advocacia-Geral da União acatar os argumentos, uma ação judicial poderá ser protocolada
Uma das publicações mencionadas pelo banco é um vídeo divulgado pelo parlamentar na quarta-feira 20 | Foto: Revista Oeste
O Banco do Brasil acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) contra o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela publicação de supostas “fake news” em redes sociais.
Segundo o banco, o deputado teria disseminado desinformação ao incentivar as pessoas a retirar o dinheiro da instituição, alegando riscos à estabilidade da empresa. O Banco do Brasil também citou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO).
Uma das publicações mencionadas pelo banco é um vídeo divulgado pelo parlamentar na quarta-feira 20.
No vídeo, Eduardo afirma que o Banco do Brasil corre risco de falência e que organismos internacionais podem excluí-lo de suas relações por descumprimento da Lei Magnitsky.
O governo dos Estados Unidos aplicou as sanções previstas na Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes é o único brasileiro a ser enquadrado na legislação norte-americana.
Banco do Brasil acusa Eduardo de crime contra a democracia
O Banco do Brasil afirmou à AGU que a circulação das alegações de Eduardo Bolsonaro configuraria crimes contra o Estado Democrático de Direito, a soberania nacional e o Sistema Financeiro Nacional, além de supostamente violar o sigilo bancário e promover difamação.
Se a AGU acatar os argumentos do banco, uma ação judicial poderá ser protocolada.
“Está aumentando a inadimplência no Banco do Brasil por uma ação concertada, deliberada, de bolsonaristas que estão tentando minar as instituições públicas”, afirmou o ministro.
O senador Marcos Rogério (PL-RO) protocolou um pedido de convocação do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, para que ele deponha na CPMI do INSS.
A medida busca averiguar a suspeita de participação no esquema de fraudes em benefícios por parte do irmão do presidente Lula (PT), José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Marcos Rogério quer saber por que o irmão do petista e o sindicato ao qual é vice-presidente não estão sendo investigados.
O diretor-geral da PF declarou, em abril, que nem o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), nem Frei Chico, estavam inseridos nas investigações.
– As declarações repercutiram nacionalmente e suscitaram controvérsia sobre o escopo das investigações, os critérios técnicos adotados para seleção de alvos, a motivação para determinadas medidas cautelares e a governança de dados compartilhados com INSS, Dataprev e CGU – afirma o senador no requerimento de convocação.
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não vê como prioridade a convocação do irmão de Lula ao colegiado. Ele prefere aguardar para lançar luz sobre a participação de Frei Chico na fraude. As informações são de Igor Gadelha, do site Metrópoles.
*Pleno.News Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) mantém em seu gabinete, desde setembro de 2023, um assessor que já foi alvo da Polícia Federal (PF) por pichar o prédio do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O funcionário, identificado como Samuel Santos, é secretário parlamentar e recebeu, nos últimos dois meses, salário líquido de R$ 3.125,11, além de R$ 1.784,42 de auxílio.
Em 8 de dezembro de 2022, Samuel foi flagrado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) pichando a parede lateral do MEC com frases como “bozo na prisão” e “bolsa na mão”. Na mochila dele, os agentes encontraram três latas de spray. Detido, ele foi levado à Superintendência da PF, onde foi lavrado termo circunstanciado.
Um laudo da PF estimou em R$ 1.123,20 o custo da recuperação do patrimônio público, valor que não chegou a ser ressarcido. Posteriormente, o Ministério Público Federal (MPF) propôs um acordo que previa o pagamento de R$ 300 a uma entidade assistencial em troca de evitar a abertura de uma ação penal. A medida foi cumprida por Samuel.
O caso ocorreu durante um protesto contra cortes no orçamento da Educação e da Cultura, quando o MEC acumulava as duas áreas sob a gestão Bolsonaro. À época, a PMDF informou que Samuel tinha sido autuado por crime ambiental. Na ocasião, a corporação cercou manifestantes para impedir a aproximação deles do prédio.
De acordo com o site Metrópoles, que noticiou inicialmente o ocorrido, a deputada Erika Hilton não se pronunciou sobre a contratação de Samuel para seu gabinete. Já a defesa do secretário parlamentar não foi localizada.
*Pleno.News Fotos: Divulgação/PMDF // Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
O presidente do PL-Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (25) que a coincidência de agendas com o ex-prefeito ACM Neto neste fim de semana contribuiu para a superação do distanciamento pessoal e político que ocorreu nos últimos dois anos.
“Neste final de semana, participamos em Conquista do primeiro evento juntos. Isso mostra uma sinergia, uma convergência. E depois a deputada Roberta participou de um evento social com ACM Neto e sua esposa. A deputada fez até uma publicação nas redes sociais que me deixou muito feliz porque sela uma superação desse momento de campanha”, afirmou Roma em entrevista para a Rádio Cardeal FM da Rede Excelsior em Salvador.
O presidente do PL-Bahia reafirmou sua pré-candidatura ao governo da Bahia, mas acredita que existe uma torcida cada vez maior por sua aliança com ACM Neto nas eleições de 2026.
“Essa aliança passa também pelo cenário nacional, mas é como Roberta falou: ‘mais importante do que discutir nomes é discutir o futuro da Bahia’ porque precisamos mudar esse período de 20 anos do PT que, infelizmente, não foi e não está sendo bom para os baianos”, observou.
Roma lembrou da tragédia na segurança pública da Bahia e trouxe a público um caso real dramático que acontece na Fila da Regulação da Saúde.
“Um paciente grave da cidade de Wagner está no Hospital Regional da Chapada Diamantina, em Seabra, e embora esteja cadastrado, não pode ser atendido porque não foi regulado. Tem que ficar aguardando a Regulação. O povo ainda precisa pedir favor aos políticos para não morrer. Numa época com tantos avanços tecnológicos, eu fico perplexo como cidadão com esse drama da nossa população”, lamentou.
Roma concluiu reafirmando sua confiança na recuperação dos direitos políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do seu direito de disputar a eleição presidencial em 2026.
“Bolsonaro é o único presidente do Brasil que foi preso sem ter cometido ato de corrupção. Está muito claro para mim e para grande parte do povo brasileiro que vai às ruas para defendê-lo que seu caso se trata de perseguição política”, assinalou.