Lula esqueceu de falar que Bolsonaro reconstruiu o Brasil

Segundo presidente do PL, número de pessoas passando fome no Brasil passou para 10 milhões

Foto: Agência Brasil

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar CostaNeto, gravou um vídeo para apoiadores da sigla em que menciona que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esqueceu que o ex-presidente Jair Bolsonaro reconstruiu o Brasil.

“O Lula falou em reconstruir o Brasil, mas não disse o que o mundo inteiro aplaudiu: a capacidade de reconstrução do Brasil demonstrada pelo governo Bolsonaro, atingindo, pela primeira vez na história, uma inflação menor que da Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra”, declarou Neto na gravação.

O presidente do PL ainda usou a expressão “Lula esqueceu”, ao ressaltar que o presidente não disse que o Brasil gerou mais empregos que os países mais ricos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Neto também atribuiu a marca dos 33 milhões de pessoas passando fome no Brasil à pandemia de covid-19 e afirmou que o número caiu para menos de 10 milhões, por conta do Auxílio Brasil. Por fim, ele disse que os brasileiros devem a Bolsonaro o orgulho das cores da bandeira e do Brasil.

Revista Oeste


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Além de vereadora, eleita na capital baiana em 2020, Maria teve outras passagens por governos do PT.

Maria Marighella, vereadora em Salvador pelo Partido dos Trabalhadores, anunciou em suas redes sociais que será a nova presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte). Ela é neta do guerrilheiro comunista Carlos Marighella.

“Neste momento de retomada democrática do nosso país, recebi o convite para assumir a presidência da Fundação Nacional de Artes – Funarte”, publicou nesta terça-feira, 3. Ela teria sido convocada pela própria Ministra da Cultura do governo Lula, Margareth Menezes.

No post, Maria afirma que tem a “tarefa irrefutável de retomar a construção da Política Nacional das Artes” que, segundo a petista, foi “interrompida pelo golpe de 2016” – como se refere ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Além de vereadora eleita na capital baiana em 2020, Maria teve outras passagens por governos do PT, encarregada de formular políticas públicas para a Cultura. Já foi coordenadora da Funarte, anteriormente, além de ter integrado a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA).

Assaltos a bancos e sequestro

Autointitulada “feminista e antirracista”, a nova presidente da Funarte afirma que traz em seu nome “a luta por democracia no Brasil”, e que “tem em seu avô um de seus maiores símbolos”.

Carlos Marighella era militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) até 1967, quando foi expulso da sigla. Atuou em atos de terrorismo durante o período do regime militar. Liderou o grupo armado Aliança Libertadora Nacional (ALN), envolvido em diversos assaltos a banco e também no sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969.

Em 2012, o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anistiou oficialmente o guerrilheiro, em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Fonte: Terra Brasil Notícias


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Nesta terça-feira (3), Lula (PT) esteve no velório de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, e foi convidado pelo padre que conduzia o rito de orações para ler um trecho da bíblia, mas o mandatário se recusou.

A informação é do pastor Charlston Soares, que participou do velório e publicou sobre o ocorrido nas redes sociais. Ele ainda afirmou que os religiosos no local respeitaram a decisão do presidente.

Na chegada do presidente ao local onde era realizado o velório do ex-atleta, ele foi hostilizado pelos presentes.


AGORA: Barroso é hostilizado por passageiros em aeroporto de Miami; VEJA VÍDEO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, foi hostilizado por passageiros dentro do aeroporto de Miami (EUA), nesta terça-feira (3).

Barroso vai para os EUA no mesmo período que o presidente Jair Bolsonaro, que está previsto passar 30 dias no país. Essa não é a primeira vez que ministros do STF são hostilizados nos EUA. A frase histórica “perdeu, mané”, foi dada em solo norte-americano.


Informações TBN


capa joão

O prefeito de Conceição da Feira, João de Furão (PSB), é o novo presidente do Consórcio Portal do Sertão. Por decisão judicial, foi mantido o resultado da assembleia do último dia 20 de dezembro, quando foi escolhido o novo dirigente da entidade.

A decisão do juiz plantonista, Régio Bezerra Tiba Xavier,  publicada na tarde desta segunda-feira (2), garantiu o resultado da eleição. Ele considerou, entre outras coisas, a quantidade mínima de prefeitos, com assinatura registrada em ata e firma reconhecida em cartório.

Segundo a decisão do juiz, Régio Bezerra Tiba Xavier, no dia da eleição havia o quórum mínimo de 11 prefeitos para a realização da eleição. O consórcio Portal do Sertão é formado por 18 membros, composto pelo estado da Bahia e 17 municípios.

Com esta decisão, João de Furão assume o Portal do Sertão para o biênio 2023/2024.

CONFUSÃO

Este ano, a eleição para a escolha do novo presidente do Portal do Sertão foi parar na Justiça. O agora ex-presidente, prefeito de Santo Estêvão, Rogério Costa (PT), suspendeu a eleição após um longo atraso para o início da votação.

Rogério Costa, que estava em seu terceiro mandato, foi acusado de praticar a manobra para evitar a derrota. Dos 16 prefeitos presentes na sessão de votação, apenas 5 declaram voto ao prefeito de Santo Estevão.

Em sua rede social, o presidente eleito, João de Furão, fez questão de anunciar o resultado do julgamento da ação judicial, além de agradecer a todos prefeitos e prefeitas que torceram por ele. “Vamos aos trabalhos”, escreveu.

Informações Olá Bahia


Ex-ministro posou para foto ao lado de militantes do PT

José Dirceu e apoiador de Lula Foto: Reprodução / Youtube

O ex-ministro José Dirceu assistiu à posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no gramado da Esplanada dos Ministérios ao lado de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), onde posou para fotos. De acordo com seu filho, Zeca Dirceu (PT), foi o próprio ex-ministro que optou por ficar à paisana a fim de “se divertir”, em vez de circular no Salão Nobre do Planalto.

– Meu pai preferiu ficar na grama se divertindo – relatou Zeca ao Estadão.

Dirceu ainda assistiu ao desfile de Lula no Rolls-Royce junto da multidão. Em entrevista ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, ele teceu elogios ao evento de posse, classificando a “festa” como “linda”, e o discurso de Lula como “histórico”.

Dirceu foi o homem de confiança de Lula em seu primeiro mandato, atuando como ministro-chefe da Casa Civil entre os anos de 2003 e 2005. Ele ainda trabalhou como presidente nacional do PT por mais de sete anos.

O ex-ministro acabou inelegível e desgastado politicamente em razão de condenações referentes ao mensalão, mas esteve envolvido nos bastidores da campanha presidencial de Lula em 2022. Dirceu nega que tenha ajudado e também descarta participar do novo governo, mantendo uma distância protocolar.

Informações Pleno News


Deputado federal e futuro secretário de estado do Paraná da Indústria, Comercio e Serviços também criticou tom de ‘revanchismo’ e ‘ressentimento’ no discurso do presidente

‘Se não pacificar o país, não terá vida fácil no Congresso’, afirma Ricardo Barros sobre Lula

Para falar sobre a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sobre as expectativas em relação ao novo governo e sua relação com o Congresso Nacional, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o deputado federal e futuro secretário de estado do Paraná da Indústria, Comercio e Serviços, Ricardo Barros(Progressistas). O parlamentar analisou que o apoio dos partidos ao governo ainda é incerto: “Nem os partidos que têm hoje três ministérios entregarão todos os votos. Nem os partidos que foram oposição, ou que não apoiaram Bolsonaro ou Lula, vão entregar todos os votos. Os partidos estão divididos hoje em Sul e Nordeste”.

“O Brasil há muitos anos termina a apuração com ‘azul’ do meio para baixo e ‘vermelho’ do meio para cima. Assim será o comportamento das bancadas, o que existe é uma vigília do eleitor. A missão principal do presidente Lula é pacificar o país. Eu tenho dito isso desde o início. Ele precisa pacificar o país, se não houver a pacificação e neutralização desses radicalismos, isso vai se refletir na Câmara e no Senado. Isso porque o eleitor estará pressionando o seu representante a manter a posição de oposição ou apoio. Se ele não pacifica o país, não terá vida fácil no Congresso”, argumentou.

Para Barros, pouco importa se membros de partidos do chamado Centrão conquistaram cargos dentro do governo, o que vai pesar é a relação com o eleitorado. O deputado avalia que isso representa um novo momento da política brasileira: “Não é uma questão partidária, ele tem uma boa base, mas nem todos do União Brasil vão votar com ele e nem todos do PSD vão votar com ele porque a base não permite que assim se faça. Alguns do meu partido, Progressistas, por exemplo, vão votar com o governo e apoiaram o Lula durante a campanha. Dos nossos 48, teremos 12 que já são governo. Então, nem quem é governo vai entregar tudo, e nem quem é oposição vai segurar tudo”.

“Não é uma equação como todas que aconteceram anteriormente. Eu fui líder, ou vice-líder, ou ministrode todos os governos anteriores. Minha capacidade e habilidade é fazer articulação política. Posso assegurar que muitos deputados vão continuar atentos à sua base. Não vão se divorciar do seu eleitorado por uma posição em Brasília. Nós temos um momento diferente, onde a rede social passou a fazer parte da vida política do parlamentar. Esta ação de vigilância do eleitor vai fazer a diferença na hora do voto em Brasília”, opinou.

A respeito da posse presidencial o político paranaense fez críticas ao discurso de Lula e destacou um certorevanchismo nas falas do presidente: “Eu senti talvez um pouco de ressentimento ainda. Não é com o presidente Bolsonaro que ele tem que ter ressentimento, é com o Judiciário. Aí ele elogia o Judiciário, que o prendeu apenas para tirá-lo da eleição, e critica o presidente Bolsonaro, que fez um governo dentro da sua convicção, com um pensamento liberal. As pessoas tem o direito de ter o seu convencimento, a sua visão, e olhar claramente o que nós devemos ter para o futuro. Eu senti um discurso carregado”.

“O discurso da Câmara muito revanchista e o discursopara o público um pouco mais amplo, também olhando por esse lado revanchista, mas um pouco mais amplo (…) Ele sabe da missão que tem com todos os brasileiros, mas ainda está ressentido com algumas coisas que aconteceram ao longo do tempo (…) A sociedade está atenta, muito atenta. Esse momento político no Brasil é diferente de todos os outros porque o eleitor está olhando para seus eleitos. O eleitor está vigiando os passos dos seus eleitos. A contradição entre o discurso de campanha e práticas de governo não passará em branco”, declarou.

Informações TBN


Presidente prometeu reverter avanços históricos, como o teto de gastos, homenageou as urnas eletrônicas e mostrou que o PT não esquece da Petrobras e dos bancos públicos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante sua posse no Congresso Nacional neste domingo, 1° | Foto: Reprodução/YouTube

É possível listar dezenas de pontos assustadores no discurso de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo, 1°, no Congresso Nacional. E um fato é incontestável: o petista foi claro, sem rodeios nem maquiagem, ao mostrar que sua eleição é mesmo um novo projeto da esquerda de se perpetuar no poder. O discurso foi lido e a íntegra está disponível na internet, outra prova de que tudo foi pensado e não está escondido. Aos arrependidos, agora é tarde.

Lula afirmou que vai tentar punir seu antecessor, Jair Bolsonaro, pela condução da pandemia, desarmar a população, não vai respeitar o teto de gastos públicos — ou seja, vai fazer o que quiser com o dinheiro do pagador de impostos –, combater seus críticos na imprensa — leia-se: censurar o que a esquerda não quer ver —, e despejar dinheiro numa central de monitoramento das redes sociais e de canais de notícias oficiais — como acontece na Venezuela, Bolívia e em Cuba.

Também foi a primeira vez na história do país que um presidente eleito homenageou as urnas eletrônicas usadas desde 1996. 

“A decisão das urnas prevaleceu, graças a um sistema eleitoral internacionalmente reconhecido por sua eficácia na captação e apuração dos votos. Foi fundamental a atitude corajosa do Poder Judiciário, especialmente do Tribunal Superior Eleitoral, para fazer prevalecer a verdade das urnas sobre a violência de seus detratores.”

“Estamos revogando os criminosos decretos de ampliação do acesso a armas e munições, que tanta insegurança e tanto mal causaram às famílias brasileiras.”

“Este paradoxo só se explica pela atitude criminosa de um governo negacionista, obscurantista e insensível à vida. As responsabilidades por este genocídio hão de ser apuradas e não devem ficar impunes.”

É urgente criarmos instâncias democráticas de acesso à informação confiável e de responsabilização dos meios pelos quais o veneno do ódio e da mentira são inoculados.”

“Uma estupidez chamada Teto de Gastos, que haveremos de revogar.”

“Quem errou responderá por seus erros, com direito amplo de defesa, dentro do devido processo legal. O mandato que recebemos, frente a adversários inspirados no fascismo, será defendido com os poderes que a Constituição confere à democracia.”

A fala foi redigida a dedo para agradar o consórcio da velha imprensa, que não esconde a euforia na TV, nos portais de notícias e em análises de articulistas. É possível encontrar menções que vão do fascismo imaginário ao desmatamento sem precedentes na Amazônia, do genocídio indígena ao apocalipse climático, do desprezo ao agronegócio à “transição energética ecológica”. 

Em alguns momentos, o discurso lembrou o que petista fez em janeiro de 2003. De novo, disse que herda um país economicamente em frangalhos, o que não encontra amparo na matemática; afirmou que a fome está em todos os cantos — 33 milhões de pessoas num universo de 100 milhões de pobres, segundo ele; e, num dado momento, pareceu falar do seu próprio passado: “Dilapidaram as estatais e os bancos públicos; entregaram o patrimônio nacional. Os recursos do país foram rapinados”.

Um trecho perigoso da fala passou quase despercebido: “Os bancos públicos, especialmente o BNDES, e as empresas indutoras do crescimento e inovação, como a Petrobras, terão papel fundamental neste novo ciclo”. A esta altura, muita gente já entendeu o recado.

Informações Revista Oeste


Presidentes dos dois países falam em ‘nova etapa’ e ‘parcerias’ com o novo governo brasileiro

Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela cumprimenta Lula, na posse | Foto: Reprodução/Twitter

Em postagens no Twitter, os ditadores de Venezuela e Cuba comemoraram a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no domingo 1º.

Compartilhando fotos da posse, o ditador venezuelano Nicolás Maduro parabenizou Lula “como alegria a posse do nosso companheiro Lula como presidente do Brasil”. “Uma nova onda de libertação percorre a Pátria Grande, abrindo caminhos de avanço geopolítico para projetos sindicais sul-americanos”, escreveu.

Maduro não foi à posse e enviou como representante o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. “No Palácio do Planalto, foram lançadas as bases para o renascimento da nova etapa das relações bilaterais entre Brasil e Venezuela, o que se expressa em um fraterno aperto de mão entre o presidente da AN e o presidente do Brasil”, completou Maduro.

Em outro tuíte, compartilhando imagens da posse, o ditador venezuelano se diz impressionado. “Impressionante! Foi o povo humilde que impôs a faixa presidencial a Lula da Silva, agora é um Presidente do Povo. Bem-vindo de volta à luta pela união e bem-estar do continente.”

O ditador de Cuba, que também não veio à posse do petista, disse, em uma postagem, que o “povo cubano sempre admirou e defendeu a liderança” de Lula. “Hoje damos as boas-vindas a esta nova etapa que se inicia com alegria, com a certeza de que será benéfica para o Brasil e para Nossa América”.

O vice-presidente de Cuba, Salvador Valdés, foi o representante de Cuba que participou da posse de Lula. Desde a sexta-feira 30 no Brasil, ele se encontrou com diversos políticos de esquerda, incluindo a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Sobre o encontro, Valdés agradeceu “pela solidariedade incondicional de seu partido com Cuba e a Revolução e por seu apoio ao povo cubano na luta contra bloqueio imposto pelos Estados Unidos”.

https://twitter.com/SalvadorValdesM/status/1608915320991023106?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1608915320991023106%7Ctwgr%5E973cf230c26aec50b33afbf9d278ed2f104a2065%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fmundo%2Fditadores-da-venezuela-e-cuba-comemoram-posse-de-lula%2F

Informações Revista Oeste


Apoiadores do presidente recém-empossado jogaram todo tipo de material no chão

Os apoiadores do petista deixaram o lixo no chão, depois da posse |Foto: Divulgação

A cerimônia de posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, deixou muita sujeira na Praça dos Três Poderes. Os apoiadores do petista não recolheram o lixo do local.

O público estimado, apenas na Praça dos Três Poderes, para acompanhar a posse de Lula, foi de 40 mil pessoas. Não houve planejamento para receber os apoiadores e até cano de água foi furado para que as pessoas pudessem tomar água, conforme noticiou a Oeste. 

Por causa da aglomeração e da alta temperatura, mais de 90 pessoas tiveram que ser socorridas e retiradas do local, segundo o Corpo de Bombeiros. A organização do evento disponibilizou apenas três pontos de água para atender os petistas.

Informações Revista Oeste