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Em sessão solene na manhã deste domingo (1) na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Jerônimo Rodrigues (PT) e Geraldo Júnior (MDB) foram empossados como governador e vice-governador, respectivamente, para os próximos quatro anos. Jerônimo chegou à Casa acompanhado da esposa Tatiana Velloso, e foi recebido pelo presidente do Legislativo estadual, Adolfo Menezes (PSD). 

Realizada no plenário da Alba, a solenidade contou com a presença de autoridades do Judiciário baiano, deputados e secretários de estado. Os novos gestores baianos foram conduzidos ao local por uma comissão de deputados. 

Após a execução do Hino Nacional pela banda de música Maestro Wanderley, da Polícia Militar, Jerônimo e Geraldo, nesta ordem, foram convidados pelo presidente da Casa para a leitura do Compromisso Constitucional (juramento). Na sequência, assinaram o Termo de Posse. A relação de bens declarados pelos políticos também foi lida na solenidade, como prevê o rito. 

“A palavra inicial é de muito obrigado. Um muito obrigado compartilhado com todos os baianos e baianas. Com muita honra, assumo hoje o governo do Estado da Bahia, com o compromisso de trabalhar incansavelmente pelo desenvolvimento dos 15 milhões de baianos”, disse Jerônimo em sua primeira manifestação após a oficialização no cargo.  

Em seu discurso, Jerônimo relembrou sua origem humilde na cidade de Aiquara, mas também acenou aos partidos da base e prometeu um trabalho coletivo. Reafirmou que terá como compromissos a inclusão social e o combate à fome, assim como o desenvolvimentos de todas as regiões baianas.  

Os secretários e secretárias da próxima gestão estadual serão empossados na próxima terça-feira (3), também na Assembleia Legislativa. A mudança na data ocorre em função do deslocamento da cúpula do novo governo baiano a Brasília para a posse do novo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Informações Correio


Carlos Bolsonaro faz critica velada a Hamilton Mourão - Arte BOL: Sergio Lima/AFP e Taís Vilela/UOL
Carlos Bolsonaro faz critica velada a Hamilton Mourão Imagem: Arte BOL: Sergio Lima/AFP e Taís Vilela/UOL

Sem citar o general Hamilton Mourão, o vereador do Rio e filho 02 de Jair Bolsonaro escreveu em uma rede social logo depois do pronunciamento do então presidente em exercício na TV.

O filho 03 e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), também ironizou no Twitter ao postar um emoji de cocô.

https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1609351303112671232?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1609351303112671232%7Ctwgr%5Eafb633891fd211b8eb9cb1ae394587557c88ab9e%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fnoticias.uol.com.br%2Fpolitica%2Fultimas-noticias%2F2023%2F01%2F01%2Fcarlos-bolsonaro-publicacao-hamilton-mourao.htm

O que Mourão disse no pronunciamento?

Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram com que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desagregação social e de forma irresponsável deixaram que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta, para alguns por inação e para outros por fomentar um pretenso golpe
Hamilton Mourão

Repercussão nas redes

Embora Carlos Bolsonaro não tenha citado Mourão em sua frase, seus apoiadores entenderam o recado ao comentar a publicação:

“O que ele fez com o PR [presidente] foi muita canalhice”, disse um deles. “Uma pena que em 2018 sabotaram o General Heleno para ser o nosso vice.”

“Lembra que quando o PR estava dentro da UTI , esse b@$t4 TRAIDOR tentou tirar o PR para ele participar dos debates?”, questionou outro seguidor.

Outro comentário ironizou a crítica: “Vcs já estão queimando um senador, como vcs farão a oposição [ao governo Lula]?”

Briga antiga

Mourão e o clã Bolsonaro nunca se deram muito bem desde que chegaram ao Planalto. O general chegou a criticar diversas decisões do presidente, como os decretos que facilitaram a posse de armas.

Informações UOL


Foto: Getty Images

Por Joilton Freitas

Metafisicamente, o inferno pode ser uma abstração da mente de Dante Alighiri, ‘A Divina Comédia’, ou uma falsa crença criada por uma religião. Mas no mundo real, no mundo dos vivos e que todos podem ver e sentir, ele é muito verdadeiro.

Portanto, o inferno aqui na terra é construído por pessoas, e não por um ser com chifres, pé de bode e que cheira a enxofre. Normalmente os diabos que habitam esse planeta, podem ter boa aparência e até usar perfume importado, no que facilita o convencimento dos incautos.

Mas como no inferno de Dante, esse planeta tem vários infernos, mais precisamente, países. O mundo é dividido por continentes, que formam fronteiras, países e culturas. Isso facilita a ação de seres tenebrosos e uma forma de estabelecer regras, as regras macabras

Se o inferno e o diabo são construções de mentes e crenças, para os que têm o dom da fé, e isso é um dom, a força de um ser criador, de bondade, de amor, de compreensão e que nos concedeu: inteligência e livre árbitro. A existência de Deus é uma certeza.

Dentro dessas concessões feitas pelo criador, a liberdade é para mim uma das mais importantes concedida por ele. Deus sabia que teria que dar liberdade para a sua criatura, sem o espírito da liberdade não seria seu filho, mas apenas uma marionete.

Mas se Deus nos deu tudo isso, por que a maior parte do planeta é um inferno? Porque existem mentes doentes. Pessoas que durante a gestação, infância e adolescência passam por traumas, e na vida adulta se entregam ao lado tenebroso de sua existência humana.

Durante esse período de criação da mente doente, esse ser aprende a manipular, mentir, se corromper, corromper, violência e principalmente suprimir a liberdade e opinião. Liberdade e opinião, para esse tipo de gente, é como hóstia e água benta para o diabo. Eles odeiam quem pensa diferente e quem tem a mania de expor sua opinião.

O Brasil é um dos muitos países onde o reino do inferno teve vários períodos, mas de curta duração. Normalmente em boa parte do tempo isso aqui é um purgatório. Até que o STF achou que era hora de mudar.

A Suprema Corte, como na fábula do burro, resolveu soltar um ser que sempre viveu nas trevas: Lula! Mas tirá-lo só da cadeia não seria o suficiente. Ele precisava ficar livre para fazer o que mais aprendeu: enganar incautos e avarentos. Portanto, tudo seria providenciado.

Foi aí que às forças do mau formaram uma coalizão: STF, TSE, a velha mídia, banqueiros, narcotraficantes e partidos de esquerda, para fazer dele mais uma vez presidente. E conseguiram!

Das forças de coalizão, o STF, sob o comando de Alexandre de Moraes, foi, é, e continuará sendo a mais atuante. A Corte não só deixou Lula em condições de ser candidato. Ela atuou diretamente na sua eleição. A perseguição ao seu principal adversário nunca foi vista na história da nação. Os conservadores que ousaram emitir opinião, foram presos, processados e calados. Se a situação já é de uma ditadura, antes do filho das trevas assumir, imagine a partir do dia primeiro!

É preciso que às pessoas que acreditam em Deus, honestas e de espírito livre, não desistam. Porque sabem que é na dor que o espírito cresce e se fortalece. Que é na tempestade que se conhece o cipreste. Mas, você pode me perguntar: e no futuro, o que vai acontecer com os que seguiram o caminho das trevas? Aí, só Deus e o diabo é quem sabem. Quando morrerem pagarão pelo mau que fizeram a essa nação.


Quem sabe talvez o inferno realmente exista. Serão recebidos pelo capeta que dirá: bem vindos ao inferno!


“Orgulho nacional e internacional”, elogiou deputado Carlos Jordy

Nos EUA, Bolsonaro é aplaudido por apoiadores e posa para fotos Foto: Reprodução / Redes Sociais

Durante sua viagem à Flórida, o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem recebido o carinho de apoiadores que residem nos Estados Unidos. Em vídeo que circula nas redes sociais, o chefe do Executivo aparece sendo aplaudido e interagindo com moradores de um condomínio em Orlando.

Nas cenas, o chefe do Executivo posa para fotos com admiradores, acena para eles e autografa camisas, sendo ainda chamado de “mito”.

Ao fundo, é possível ouvir um dos presentes expressar gratidão a Bolsonaro e pedir a Deus que o abençoe.

– Esse é o nosso presidente. Deus abençoe o senhor, nosso presidente. Nosso condomínio aqui nos EUA. Obrigado presidente por tudo, hein. As orações continuam – diz o apoiador.

O deputado federal reeleito Carlos Jordy (PL-RJ) compartilhou o vídeo neste sábado (31), afirmando que o líder do Planalto é motivo de “orgulho nacional e internacional!”.

De acordo com despacho no Diário Oficial da União (DOU), o atual chefe de Governo deve ficar ausente do Brasil até dia 30 de janeiro – o que significa que, de fato, ele não estará presente na cerimônia de posse a ser realizada no próximo domingo (1°) para transmitir a faixa presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro (PL), a primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha do casal, Laura, de 12 anos, chegaram aos EUA na noite desta sexta-feira (30). A família está hospedada em uma casa de férias que pertence ao ex-lutador de MMA José Aldo, na Flórida.

Informações Pleno News


Presidente em exercício, Mourão fez pronunciamento de fim de ano neste sábado (31) — Foto: Reprodução

Presidente em exercício, Mourão fez pronunciamento de fim de ano neste sábado (31) — Foto: Reprodução 

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, criticou neste sábado (31) “lideranças” que, “com o silêncio”, deixaram crescer um clima de desagregação no país e levaram para as Forças Armadas a conta por “inação” ou por um “pretenso golpe” 

Mourão fez um pronunciamento de fim de ano transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão. 

“Lideranças que deveriam tranquilizar e unir a nação em torno de um projeto de país deixaram que o silêncio ou o protagonismo inoportuno e deletério criasse um clima de caos e de desasgregação social. E de forma irresponsável deixasse que as Forças Armadas de todos os brasileiros pagassem a conta. Para alguns, por inação, e para outros por fomentar um pretenso golpe “, afirmou Mourão. 

Senador eleito, Mourão é o presidente em exercício porque, na sexta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro viajou para a Flórida, nos Estados Unidos. Assim, Bolsonaro termina o mandato em solo estrangeiro. Neste domingo (1º), o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assumirá a Presidência. 

Mourão não citou nomes em sua fala de pouco mais de 8 minutos. Ele fez referência aos pedidos de parte do eleitorado de Bolsonaro para que as Forças Armadas atuassem para reverter o resultado da eleição. 

Nos dois meses que se seguiram ao resultado da votação, Bolsonaro se manteve recluso na residência do Palácio da Alvorada e praticamente não falou em público, enquanto seus apoiadores acampavam em frente a quartéis do Exército fazendo reivindicações antidemocráticas. 

Sem falar diretamente dos acampamentos, Mourão disse que é “equivocada” a “canalização de aspirações e expectativas para outros atores públicos que, no regime vigente, carecem de lastro legal para o saneamento do desequilíbrio institucional em curso”. 

Mourão afirmou também que a “alternância de poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada” . 

“Tranquilizemo-nos! Retornemos à normalidade da vida, aos nossos afazeres e ao concerto de nossos lares”, completou.

Bolsonaro viaja para os EUA no penúltimo dia do seu mandato

Bolsonaro viaja para os EUA no penúltimo dia do seu mandato 

O presidente em exercício fez um balanço do governo que termina. Ele citou esforços para combater as consequências da pandemia de Covid-19 e destacou avanços na área econômica: 

“O governo que ora termina, ao longo de quatro anos, fez entregas significativas na Economia, no avanço da digitalização da gestão pública, na regulamentação da tecnologia da informação, na privatização de estatais, tendo promovido uma eficaz e silenciosa reforma administrativa, não recompletando vagas disponibilizadas por aposentadoria, além da renovação de nosso modelo previdenciário”. 

No pronunciamento, Mourão admitiu que “nem todas as empreitadas obtiveram o sucesso” esperado. Como exemplo, ele citou “percalços” na área ambiental: 

“Na área ambiental, por exemplo, tivemos percalços, embora tenhamos alcançado reduções importantes no desmatamento da Amazônia”. 

Ele afirmou que “a região ainda necessita de muito trabalho e de cuidados específicos, engajando as elites e as comunidades locais, cortejadas permanentemente pela sanha predatória oriunda dos tempos coloniais”. 

Ele afirmou que a atual gestão vai entregar um país “equilibrado” para Lula. 

Ao viajar para os Estados Unidos nesta sexta, Jair Bolsonaro abreviou o próprio mandato presidencial em dois dias. Na prática, ao deixar o país, o chefe do Executivo transmite o cargo para seu sucessor. 

Bolsonaro não participará da cerimônia de posse de Lula – e, com isso, também não passará a faixa presidencial ao futuro presidente. A passagem da faixa é uma tradição que simboliza a alternância de poder e a força do sistema democrático. 

Até a noite deste sábado, o cerimonial da posse ainda não tinha revelado quem passará a faixa a Lula. O gesto tem valor apenas simbólico, e mudanças nesse rito não têm qualquer impacto sobre a sucessão dos mandatos.

Informações G1


Arregou: Com medo da repercussão ruim, Lula decide prorrogar isenção dos combustíveis

Foto: Edilson Dantas.

O presidente eleito Lula decidiu prorrogar a isenção de impostos federais sobre os combustíveis. Como mostramos, o novo governo deve editar uma medida provisória para manter a desoneração, que acaba neste último dia do ano.

O mais provável é que o prazo da prorrogação seja por pelo menos dois meses. A decisão teria sido tratada em acordo com os futuros ministros da Fazenda, Casa Civil e Minas e Energia.

Em entrevista à GloboNews, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, disse defender a prorrogação “até a gente entrar para ver como está a política de preços de combustíveis da Petrobras”.

“Porque o problema não é a questão do tributo, é a política de preços da Petrobras, é a dolarização que aconteceu”, afirmou. O fim da desoneração causaria desgaste no início do governo Lula.

Na última quinta-feira, o futuro ministro de Minas e Energia, senador Alexandre Silveira descreveu como uma “bomba armada” o déficit causado pela política de Jair Bolsonaro de corte de impostos dos combustíveis.

Créditos: O Antagonista.


Foto: Reprodução / Redes sociais

O Twitter censurou três perfis de comentaristas políticos conservadores nesta sexta-feira, 30. Por ordem judicial, Rodrigo Constantino, Paulo Figueiredo e Fernando Conrado foram impedidos de enviar mensagens aos brasileiros. Só aqueles que estiverem fora do país terão acesso às publicações do trio.

Em nota enviada aos comentaristas, a rede social declarou que cumpriu a legislação relacionada aos “princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil”. O Twitter informou que a ordem judicial que culminou no bloqueio dos perfis está em segredo de Justiça.

“O Brasil vive uma ditadura”, disse Constantino. “O que estamos vendo é censura escancarada. É perseguição. Nem os advogados têm acesso ao inquérito, que corre em sigilo. Não há como se defender. É bizarro. Eles querem calar as vozes de quem não cometeu nenhum crime, mas que denuncia o autoritarismo do STF. É absurdo.”

Segundo Figueiredo, a ordem para bloquear seu perfil foi do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Não fui notificado do teor da decisão nem da existência de processo contra mim”, afirmou o comentarista, que continuará a fazer suas publicações em outras redes sociais, como Rumble e Locals. “O brasileiro está na mesma situação que o povo norte-coreano, chinês e cubano. Eles têm acesso à internet filtrada pelos regimes totalitários.”

Para Conrado, o Twitter não está empenhando em resolver o problema. “Não tenho acesso ao processo”, disse o comentarista. “As plataformas não me respondem.”

Constantino tem 1,57 milhão de seguidores, enquanto Figueiredo e Conrado têm 1,31 milhão e 127 mil, respectivamente.

Fonte: Terra Brasil Notícias


Foto: Reprodução

No último dia do ano, uma grande surpresa no governo municipal. O ex-secretário Denilton Pereira Brito está de volta ao governo Colbert. Foi nomeado, neste sábado (31), novo diretor-presidente da Fundação Cultural Egberto Costa.

Denilton foi afastado do governo municipal por recomendação da Justiça, após denúncias de supostas irregularidades cometidas na Secretaria de Governo. O ex-secretário chegou a ter celular apreendido pela Polícia Federal, com ordem de busca a apreensão em sua residência.

Exonerado da função de secretário municipal de Governo, até então peça-chave na administração Colbert, Denilton retorna como diretor presidente na Diretoria Executiva da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, símbolo NE-1.

Fonte: O Protagonista FSA


Foto: Reprodução

Em live realizada em suas redes sociais na manhã desta sexta-feira (30), o presidente Jair Bolsonaro (PL) se emocionou e pediu compreensão de seus apoiadores, reconheceu que muitos estão chateados e esperando que ele faça alguma coisa, mas pediu que eles se colocassem no seu lugar. Ele ainda defendeu que as pessoas tentem convencer os adversários a mudarem de lado, em vez de partirem para o ataque.

“Quando você vê que alguém está fazendo coisa de forma repetida algo que você não gosta, não vá para o ataque, não vá para ameaças. Tenta, sei que é difícil, chamar a pessoa pro seu lado. Eu fiz muito disso. Não pensem os senhores que ao longo desse mandato meu não conversei com ninguém do Supremo Tribunal Federal, do TCU, do STJ, conversei com grande parte dessas pessoas”, afirmou.

Bolsonaro disse que alguns estão vivendo um clima de velório e, outros, de euforia e que ele fez o que era possível como presidente.

O Tempo


Imagem: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (30/12) que não deixará de fazer oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assume seu terceiro mandato à frente da Presidência da República.

Após dois meses sem realizar as tradicionais lives semanais e com a agenda reclusa, Bolsonaro fez uma transmissão nas redes para fazer um balanço de sua gestão. Desde que foi derrotado nas eleições deste ano, ele adotou uma agenda reclusa, com poucos compromissos oficiais e raras aparições públicas.

Fonte: Terra Brasil Notícias

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