Ex-ministro disse que o presidente quer ‘se vingar do Brasil’

Para Moro, Lula não tem mostrado resultados | Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) rompeu o silêncio e respondeu aos ataques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na manhã desta terça-feira, 21, o petista revelou a intenção de se vingar do ex-juiz e ex-ministro.

“Entravam três ou quatro procuradores e perguntavam: ‘Está tudo bem?’. Eu respondia: ‘Não está tudo bem. Só vai estar bem quando eu f*** esse Moro’. Vocês cortam a palavra ‘f***’ aí”, disse Lula, em entrevista ao portal Brasil 247.

Nesta tarde, Moro rebateu as declarações do petista. “A minha interpretação é que o presidente está se vingando da população brasileira, que o governo não tem apresentado os resultados”, afirmou, em entrevista à CNN Brasil. “Vemos apenas um crescimento pífio, previsto para 0,8% neste ano, em decorrência do grande descontrole fiscal.”

Mas não para aí. No Twitter, o ex-ministro lembrou as ofensas de Lula a agricultores, policiais e militares. Também recordou os ataques ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e as críticas ao Ministério Público. “Chega de querer se vingar do povo brasileiro”, protestou Moro.

Mágoa da Lava Jato

Na entrevista ao Brasil 247, Lula disse que sente mágoa da Operação Lava Jato. De acordo com o presidente, a força-tarefa pressionou os suspeitos de corrupção a delatarem seus comparsas.

Informações Revista Oeste


O pregão para apresentação de propostas será aberto no próximo dia 27 de março

Foto: Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O Senado deve gastar aproximadamente R$ 17,6 milhões com o aluguel de carros para uso dos 81 senadores e da direção da Casa. As informações são do portal g1.

O edital para a contratação de empresa para fornecimento dos veículos foi lançado nesta semana e o pregão para apresentação de propostas será aberto no próximo dia 27 de março.

Vencerá a licitação a empresa que ofertar o menor preço para prestar o serviço.

Pelo edital, disponível no portal do Senado, durante 30 meses, a empresa terá de disponibilizar os carros com fornecimento de combustível, serviços de manutenção preventiva e corretiva, lavagem, seguros, taxas e impostos.

Considerando o período total de 30 meses, o Senado estima gastar, por mês, até R$ 587,2 mil com o contrato.

Na justificativa do edital, o Senado afirma que o contrato de aluguel de carros tem o objetivo de “dar continuidade ao transporte de senadores, diretora-geral, secretário-geral da Mesa, presidente do Senado e sua segurança, em deslocamentos no Distrito Federal e entorno”, diz.

Confira modelos sugeridos para os senadores:

Segundo o edital publicado, serão locados 82 veículos:

  • um sedã grande blindado (Hyundai Azera ou similar); custo mensal de até R$ 17,5 mil;
  • um sedã grande sem blindagem (Hyundai Azera ou similar); custo mensal de até R$ 13 mil;
  • 79 sedãs médios (Toyota Corolla, Honda Civic ou similar); custo mensal de até R$ 534,8 mil;
  • um  veículo adaptado para pessoa com deficiência (Kia Grand Carnival ou similar); custo mensal de até R$ 21,9 mil.

Informações Bahia.ba


O ex-presidente foi acusado de fazer discurso de ódio por vereadora de Recife

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, havia pedido o arquivamento da denúncia

O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou uma denúncia apresentada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por acusação de falas “inconstitucionais e antidemocráticas.”

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, havia pedido o arquivamento da denúncia, considerando que as ações de Bolsonaro não se encaixam no crime de incitação à violência. Sendo assim, não possui elementos que justifiquem a instauração de uma investigação.

Na decisão, Nunes Marques argumentou que não há motivo para criminalizar a conduta do ex-presidente.

“Não é possível responsabilizar criminalmente o político requerido pelo agir de quem nele vota ou defende suas políticas”, afirmou o magistrado. “O requerido não mais exerce cargo com prerrogativa de função nesta Corte, razão pela qual, diante da manifestação por arquivamento do presente feito pela Procuradoria-Geral da República, titular da ação penal, não há que se falar em remessa dos presentes autos à Primeira Instância para processamento.”

A denúncia contra o ex-presidente foi apresentada pela vereadora Liana Cirne Lins, de Recife, que citou a morte do petista Marcelo Arruda, ocasionada por briga política. A parlamentar acusou Bolsonaro de “atiçar o terror” contra as instituições democráticas em seus discursos como presidente da República.

Informações Revista Oeste


Torre da Petrobras em Salvador é símbolo da corrupção petista

Torre Pituba”, em Salvador, que voltará a sediar a Petrobras por decisão do ex-senador Jean Paul Prates, presidente da estatal, foi símbolo das falcatruas dos governos petistas de Lula e Dilma, investigadas na Operação Lava Jato. O prédio foi obra da Odebrecht e OAS, protagonistas do maior escândalo de corrupção da História. E, claro, mais uma obra superfaturada: a “torre”, monumento à corrupção, custou 400% a mais, segundo o Ministério Público Federal (MPF).

Esquema de sempre

O MPF apontou que a obra, orçada em R$320 milhões, saiu por R$1,2 bilhão. Os valores superfaturados foram transformados em propinas.

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A construção da “torre” foi bancada pela fundação Petros, que comanda o bilionário fundo de previdência dos funcionários da estatal.

Templo da corrupção

Em 2019, o então presidente da estatal Roberto Castello Branco fechou o prédio: “monumento ao desperdício, verdadeiro templo da corrupção”.

Sem sentido

Castello Branco explicou que o estado da Bahia só representa 1,5% da produção da Petrobras, e os custos da Torre Pituba eram indefensáveis.

Informações TBN


Foto: Reprodução

Para 98% dos executivos do mercado financeiro, a política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está indo na direção errada. O dado é de nova pesquisa da Quaest realizada entre 10 e 13 de março com 82 executivos e economistas de fundos de investimentos com sede em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O levantamento, realizado por meio de entrevistas online, indica que há pessimismo no mercado de capitais em relação ao futuro do país: só 6% acham que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses, enquanto 78% consideram que haverá piora. Outros 16% falam que o cenário deve permanecer do mesmo jeito.

A maioria dos executivos e economistas prevê recessão neste ano. São 73% os que fazem esse prognóstico, enquanto 27% rechaçam essa possibilidade. No início deste mês, o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,9% no ano passado, mas registrou recuo no último trimestre, o que pode impactar o desempenho da economia neste ano.

Só 1% dos executivos, porém, dizem confiar “muito” em Haddad. São 66% os que declaram confiar “pouco ou nada” no ministro, enquanto 33% afirmam confiar “mais ou menos” nele. Os percentuais são melhores que os de Lula (94% dizem não confiar no presidente), os do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante (98% não confiam), e os do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates (85% não confiam).

O Globo


Foto: Reprodução

“Quem é pré-candidato a prefeito não vai fazer o governo de escada”. A declaração, forte, é do prefeito Colbert Filho, ao responder ao Protagonista se haveria dificuldade para o embarque dos ex-deputados Tom e Carlos Geilson no governo municipal, após anunciarem que são pré-candidatos a prefeito.

Colbert confirmou ao Protagonista que vai convidar os dois ex-deputados estaduais feirenses para ingressarem no governo como secretários, porém já mandou um aviso: “vou convidar, sim, mas se realmente são pré-candidatos a prefeito em 2024, nem precisam atender ao chamado, nem precisam ir à conversa, pois será perda de tempo”.

“Não vou me submeter a pressões. Para pressão indevida, dou a resposta devida”, enfatiza Colbert, em relação ao anúncio das pré-candidaturas. “Não vou ser bobo para botar alguém no governo para fazer escada. Quem vir para o governo, venha de espírito, corpo e alma”, avisa.

Colbert, que está em Brasília participando de evento da Frente Nacional dos Prefeito, onde foi reeleito para coordenar o setor de Infraestrutura da entidade, deixou uma pista sobre quando pretende convidar os ex-deputados para o secretariado: “vamos terminar a semana santa em paz”.

*O Protagonista FSA


Ministro prometeu passagens aéreas a R$ 200 para estudantes, aposentados e servidores com renda até R$ 6,8 mil

O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, durante uma reunião no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) -

O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, dobrou a aposta no “Bolsa Avião, apesar da indireta que recebeu do presidente Lula. O petista “puxou a orelha” do primeiro escalão, ao criticar a divulgação de programas sociais que não foram comunicados previamente à Casa Civil.

França anunciou a venda de passagens aéreas a R$ 200 para estudantes, aposentados e servidores com renda até R$ 6,8 mil.

Segundo o ministro, Gol e Azul já “toparam” participar, e que a proposta veio das companhias aéreas. “Elas estão formatando as ideias de como vão propor isso”, disse França, ao chegar ao lançamento da Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos, na terça-feira 14. “Tenho certeza também que a Latam vai topar.”

Informações Revista Oeste


Deputados cedem à pressão de Lula e retiram nomes da CPMI

Quatro parlamentares desistiram da instalação da CPMI de 8 de janeiro

Fotos: Pablo Valadares /Câmara dos Deputados; Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado federal André Fernandes (PL-CE) usou suas mídias sociais para denunciar que quatro parlamentares retiraram suas assinaturas do requerimento de instalação da CPMI dos atos radicais em 8 de janeiro.

José Nelto (PP-GO), Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), Pastor Gil (PL-MA) e Celio Silveira (MDB-GO) desistiram de apoiar a CPMI.

O Palácio do Planalto tem investido pesado para que parlamentares retirem seus nomes do pedido de investigação.

Saem quatro e entram seis. O deputado André Fernandes, autor da CPMI, conseguiu mais seis novas assinaturas. São eles: Milton Vieira (Republicanos-SP), Luiz Nishimori (PSD-PR), Junior Lourenço (PR-MA), Celso Russomano (Republicanos-SP), Luciano Vieira (PL-RJ) e Paulo Fernando (Republicanos-DF).

Com tais alterações, o pedido agora soma 191 assinaturas de deputados e 35 de senadores. Para que a comissão seja instalada, basta apenas a realização de uma sessão do Congresso Nacional.

Pleno News


Governo ‘abriu a porteira’ para o MDB e o União Brasil

Lula deu sinal verde para as nomeações depois de ter sido alertado pelo presidente da Câmara dos Deputados

Para barrar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, o presidente Lula iniciará a entrega de cargos do segundo escalão nesta semana, informou o jornal O Estado de S. Paulo, nesta terça-feira, 14. A CPMI quer chegar aos autores dos atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes.

A lista de cadeiras beneficia o União Brasil, partido do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que terá diretorias dos Correios, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e do Departamento Nacional de Obras contra as Secas.

O União Brasil também ficará com as presidências da Telebras e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, entre outros postos estratégicos. As empresas e repartições “loteadas” se envolveram em escândalos de corrupção ao longo de vários governos.

Também o MDB vai conseguir sua fatia do bolo. Lula prometeu à legenda a diretoria do Banco do Nordeste, uma vice-presidência da Caixa e quatro secretarias do Ministério das Cidades.

Com a entrega de cargos, o Palácio do Planalto espera a retirada de assinaturas da CPMI do 8 de Janeiro.

Lula deu sinal verde para as nomeações depois de ter sido alertado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), de que a demora em atender os aliados poderia fazer o início de seu terceiro mandato começar mal, com derrotas significativas no Congresso Nacional.

Lira queixou-se ainda de ataques da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, contra o Centrão.

Informações Revista Oeste


Proposta de criar mandatos no STF ganha força

A proposta de impor mandatos a membros de tribunais superiores, inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF), tem ganhado força entre integrantes das principais Cortes do país e no Parlamento. Pelo menos quatro ministros do Supremo se dizem favoráveis à mudança — três deles na condição de anonimato. No Congresso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), vem sinalizando disposição em pautar projeto sobre o tema.

Não há consenso sobre a extensão do mandato a ser imposto e a discussão passa por propostas que vão de oito a 16 anos. Em geral, juristas apenas concordam que a medida só deve valer para futuras indicações, como forma de afastar o argumento de que a regra seria inconstitucional. 

Uma PEC que estabelece mandato a magistrados, apresentada pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM) aguarda para ser votada no Senado. O projeto fixa o prazo de atuação no STF em oito anos, sem direito à recondução. Para o senador, o mandato vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos — conforme a regra atual — dá muito poder aos ministros.

Recentemente, Pacheco vem dando sinais de que pode incluir a proposta entre suas prioridades para este ano. Debater mudanças no STF foi promessa de sua campanha num aceno aos votos de senadores bolsonaristas para sua recondução à presidência da Casa.

O Globo