Em coletiva de imprensa, o ex-prefeito de Salvador sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na próxima votação no dia 25 de outubro.
“Não há futuro a falar. Temos que falar do presente. O presente é disputar as eleições neste segundo turno no Brasil. Não vou antecipar aqui porque tenho que conversar com o meu partido, mas eu vejo um horizonte muito claro de mudança no Brasil”, disse o líder da oposição.
Aos jornalistas, Neto afirmou que continuará como líder da oposição e diz esperar uma mudança radical na Bahia, caso Flávio Bolsonaro seja eleito para presidência do país.
“Certamente, se o esforço que foi feito para mudar a Bahia nesse momento, não teve êxito por conta dos ataques. [….]. Nós vamos continuar na luta [….]. Quem sabe se isso possa resultar em mudança na Bahia mais próxima do que a gente imagina”, afirmou.
ACM Neto (União Brasil) anunciou que irá a Brasília para recalcular os seus próximos passos políticos.
“Eu vou a Brasília amanhã à noite, vou me reunir com o meu partido, vou conversar com as principais lideranças do União Brasil a nível nacional para ainda esta semana anunciar a nossa posição em relação à eleição presidencial”.
O Canadá se juntou ao Reino Unido e à Austrália na emissão de alertas sobre o período eleitoral no Brasil. Nesta sexta-feira (2), o governo canadense atualizou as recomendações de segurança para cidadãos que estão no país, após os Estados Unidos anunciarem a suspensão dos serviços presenciais em sua embaixada e nos consulados no Brasil durante as Eleições 2026, alegando “questões de segurança”.
Os governos do Reino Unido e da Austrália também publicaram alertas relacionados ao período eleitoral.
Na página oficial de recomendações de viagem ao Brasil, o governo canadense informa que o país realizará eleições gerais em 4 de outubro de 2026, com segundo turno previsto para 25 de outubro, caso necessário. O comunicado alerta para a possibilidade de comícios, manifestações e reforço das medidas de segurança antes, durante e depois da votação.
Entre as orientações aos cidadãos canadenses, estão:
Evitar áreas onde ocorram manifestações e grandes concentrações de pessoas; Seguir as instruções das autoridades locais; Acompanhar os meios de comunicação locais para obter informações atualizadas. O governo canadense também reproduz um aviso de segurança divulgado pelas autoridades norte-americanas. Segundo o comunicado, os serviços consulares na Embaixada dos Estados Unidos e nos consulados no Brasil estão suspensos a partir desta sexta-feira (2), devido a questões de segurança.
O alerta orienta cidadãos norte-americanos que precisem de assistência emergencial durante o período a não se dirigirem à embaixada, aos consulados ou a outras instalações diplomáticas dos Estados Unidos.
Na noite desta sexta-feira (2), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou de um ato de campanha em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. O evento foi organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que busca a reeleição.
O encontro ocorreu na Avenida Deputado Esteves Rodrigues e reuniu centenas de apoiadores. Durante o ato, Flávio participou de momentos de interação com o público, enquanto Nikolas conduziu a mobilização. A atividade terminou no comitê eleitoral do deputado na cidade.
Pleno.News – 02/10/2026 23h56
Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira em Montes Claros Foto: Reprodução (melhorada com IA)
Na noite desta sexta-feira (2), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou de um ato de campanha em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. O evento foi organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que busca a reeleição.
O encontro ocorreu na Avenida Deputado Esteves Rodrigues e reuniu centenas de apoiadores. Durante o ato, Flávio participou de momentos de interação com o público, enquanto Nikolas conduziu a mobilização. A atividade terminou no comitê eleitoral do deputado na cidade.
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Também participaram o candidato do PL ao Governo de Minas, Flávio Roscoe, e o candidato ao Senado Domingos Sávio. Na quinta-feira (1º), Nikolas havia realizado outro ato político em Belo Horizonte, com participação de candidatos do PL e de Marco Antônio Costa (Novo).
Em entrevista coletiva, Flávio afirmou que espera conquistar a Presidência ainda no primeiro turno. O candidato também agradeceu a recepção dos apoiadores em Montes Claros e citou mudanças em pesquisas eleitorais. Segundo ele, há possibilidade de vitória na primeira etapa.
– É para encerrar a campanha em Minas Gerais, sendo recebido desta forma maravilhosa, esse mar de gente, junto com os amigos, com aquelas pessoas que vão me ajudar a resgatar o Brasil e Minas Gerais. Conto com cada um de vocês para ganhar no primeiro turno. Já reverti há muito tempo, nossa pesquisa está completamente diferente, com chance real de vitória no primeiro turno e é isso que eu espero que o povo brasileiro faça. O caminho da prosperidade é com Flávio Bolsonaro – afirmou.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), pode ser eleito governador neste domingo (4), no primeiro turno das eleições 2026. É a projeção feita pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceira com o Bahia Notícias, que aponta 50,3% dos votos válidos direcionados ao ex-gestor da capital baiana. No cenário estimulado, de primeiro turno, o atual governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT) marca 48,4% dos votos válidos.
Quando considerados os votos brancos e nulos, os números mostram empate técnico entre os dois candidatos, com ACM Neto com 1,8% de frente com relação a Jerônimo – a margem de erro é de 2,7 pontos percentuais. O ex-prefeito tem 46,4% e o governador 44,6%. Os demais candidatos somam 1,1%, brancos e nulos 4,5% e não souberam ou não opinaram 3,4%.
A distância entre os dois principais candidatos é semelhante no cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos. Nesse caso, ACM Neto é citado por 38,6% e Jerônimo por 36,4%. O índice de não sabem ou que optaram por não responder chega a 19,8% e apenas 5,1% sugerem votar em branco ou nulo.
SEGUNDO TURNO Mesmo com uma chance remota de uma disputa em dois turnos, o levantamento testou o embate direto entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues. Os percentuais são ligeiramente semelhantes, com o ex-prefeito marcando 50,8% contra 49,2% do governador – os demais candidatos são ligados à esquerda, o que explica a migração maior para o petista.
A pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 63 municípios baianos entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro de 2026. Possui margem de erro de 2,7 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob n? BA-03273/2026.
Veja a evolução dos votos nos levantamentos estimulados realizados pelo Instituto Paraná Pesquisas ao longo da corrida eleitoral de 2026:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa na noite desta quinta-feira (1º) do Flow Podcast, no mesmo período em que estava previsto o debate presidencial da TV Globo, que foi cancelado. Durante a entrevista, Lula afirmou que há algum tempo critica o modelo adotado nos debates da Globo e declarou gostar do debate do segundo turno.
“Tem tempo que eu tenho questionado os debates da Globo. Eu fui em todos”, disse Lula. Ao ser questionado pelo apresentador Igor Coelho sobre a decisão de não comparecer ao encontro da emissora e participar do podcast, o petista respondeu em tom descontraído: “Porque eu gosto mais de você do que da Globo”.
Lula disse que prefere o debate do segundo turno. “O debate bom é o do segundo turno que é o candidato tete a tete, cada um falando o que quer, um para o outro. Quando você tem 5 ou 6 candidatos que você fica um, você fala um minuto e espera 10 minutos. Você fala dois minutos, espera 10 minutos, não tem sequência”, afirmou.
Lula questiona formato dos debates O presidente disse que o formato com vários candidatos reduz o tempo dos candidatos e que por isso prefere o do segundo turno. Lula comparou a dinâmica dos debates com o ritmo de uma partida de futebol. Segundo ele, os intervalos entre as participações dos candidatos prejudicam a continuidade das discussões.
“É como se o jogador desse um pique e voltasse para descansar, desse um pique e voltasse para descansar. Não. O cara tem que jogar o jogo. Então, sinceramente, eu acho que esses debates são infrutíferos, não produzem nada, não dá sequência”, declarou.
Lula relembra ausência em debate de 2006 Durante a entrevista, o presidente também mencionou sua ausência no debate da Globo em 2006, quando disputava a reeleição. Lula afirmou que decidiu não comparecer para evitar um confronto com outros candidatos, entre eles Geraldo Alckmin.
Ao recordar o episódio, disse: “Quando foi em 2006, eu não fui no debate, porque tinha o Alckmin, que era meu adversário, que hoje é meu vice, e tinha 3 candidatos do PT. Eu fiquei pensando, eu vou no debate para ficar brigando com meu vez, companheiro do PT? Eu não vou. Eu não fui no debate”, explicou e então citou uma decisão do TSE.
Na época a emissora colocou uma cadeira vazia e faria nesta quinta-feira novamente com a ausência do presidente, mas a coligação de Lula recorreu ao TSE para que isso fosse suspenso.
“O que a Globo fez comigo? Colocou uma cadeira vazia. Colocou. Hoje teve uma decisão para não ter”, disse criticando a postura da emissora. Lula comparou o episódio de 2006 com a participação de Fernando Henrique Cardoso em debates e afirmou que considera ter recebido tratamento diferente da emissora.
“[A Globo] não colocou Fernando Henrique Cardoso, colocou Lulinha, porque com Lulinha pode tudo. Preconceito é muito grande. Então eu estava decidindo, eu não vou no debate, o pessoal já me conhece demais, já me conhece demais, eu já sou uma figura muito conhecida”, afirmou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que está acompanhando “muito de perto” as eleições brasileiras. Em declaração a jornalistas na Casa Branca, ele também classificou o pleito como “muito importante”.
“O Brasil é um país muito importante. É um ótimo país. As pessoas do Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante”, declarou Trump.
O presidente norte-americano não informou se apoia algum dos candidatos que disputam a Presidência do Brasil. A declaração ocorre poucos dias antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).
A manifestação de Trump acontece em meio às discussões sobre uma possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras. Nos últimos dias, parlamentares dos Estados Unidos enviaram cartas ao secretário de Estado, Marco Rubio, cobrando garantias de que o governo norte-americano respeitará o resultado das urnas.
Em uma das cartas, parlamentares democratas afirmaram estar preocupados com ações do governo Trump que, segundo eles, poderiam ameaçar a relação entre os dois países e interferir no processo eleitoral brasileiro. Entre os pontos citados estão a nomeação de Darren Beattie para uma função relacionada ao Brasil no Departamento de Estado e medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.
O Departamento de Estado dos EUA já declarou que respeitará “qualquer governo” eleito no Brasil em outubro e negou ter um plano para impedir uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A possibilidade de interferência estrangeira também foi mencionada em informações atribuídas à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Segundo reportagem da Reuters, autoridades brasileiras teriam informado representantes europeus sobre supostas tentativas de interferência dos Estados Unidos e da Rússia no processo eleitoral brasileiro. A agência afirmou ter tido acesso a documentos relacionados aos encontros.
O tema ganhou espaço durante a reta final da campanha, em um cenário de tensão diplomática entre Brasília e Washington. A relação entre os dois governos foi marcada nos últimos meses por disputas comerciais e divergências políticas. A Reuters também registrou que Lula tem alertado sobre interferência estrangeira no processo eleitoral.
Apesar das declarações de Trump sobre a importância do pleito, ele não anunciou apoio público a nenhum candidato brasileiro nesta quinta-feira.
Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (2) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 48,2% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 45,2%.
A diferença entre os dois é de três pontos percentuais. Portanto, Flávio e Lula aparecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os entrevistados que afirmaram votar em branco, anular ou não escolher nenhum dos dois representam 2,5%. Outros 4,1% não souberam ou não opinaram.
O levantamento também simulou confrontos de Lula contra Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).
Em uma disputa com Caiado, Lula aparece numericamente à frente, com 46,3%, contra 42,1% do candidato do PSD (Partido Social Democrático). Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum deles somam 9,6%, enquanto 2% não souberam responder.
Contra Cury, Lula tem 46,8% das intenções de voto. O candidato do Avante registra 33,1%. Outros 12,3% votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, e 7,8% não souberam opinar.
No cenário de primeiro turno, Flávio tem 41,2%, e Lula, 40,4%. Os dois também estão tecnicamente empatados.
Ronaldo Caiado aparece na terceira posição, com 3,3%. Renan Santos (Missão) tem 2,2%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 1,3%, e Augusto Cury, com 1,2%. Edmilson Costa (PCB), assinala 0,2%.
Outros candidatos não pontuaram, sendo eles Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), que deixou a disputa na quarta-feira (30), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC).
Brancos e nulos somaram 3,2%, enquanto indecisos foram 7%.
A Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em todo o país entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-00148/2026.
O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, decidiu não participar do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º), o último confronto entre os candidatos antes do primeiro turno, marcado para domingo (4). O anúncio foi feito nas redes sociais do candidato.
“Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE”, escreveu. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas.”
A campanha de Flávio reavaliava se o senador participaria do debate, após uma decisão da ministra Stella Aranha que proibiu a presença de uma cadeira vazia no estúdio para representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula já havia informado que não participaria do debate. A equipe de Flávio classificou a medida como “censura”. Durante a preparação para o debate, o candidato pretendia usar a cadeira vazia para criticar Lula, seu principal adversário, segundo apurou o SBT News.
A possibilidade de Flávio não comparecer não era consenso entre integrantes da campanha. Parte da equipe avaliava que a ausência, após a confirmação de presença, poderia ser malvista por eleitores e prejudicar o candidato nos últimos dias antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).
O candidato a deputado federal Zé Chico defendeu a implantação de uma operação de cargas no Aeroporto Governador João Durval Carneiro, em Feira de Santana, como uma das estratégias para ampliar a capacidade logística do município e estimular a chegada de novos investimentos.
Zé Chico destacou a localização estratégica de Feira de Santana e afirmou que o aeroporto precisa ser aproveitado para além do transporte de passageiros.
“Feira de Santana é um dos maiores entroncamentos logísticos da Bahia. Nós temos uma localização privilegiada e precisamos transformar essa posição estratégica em desenvolvimento, em emprego e em renda para a nossa população. Um aeroporto de cargas pode ser uma peça importante nessa engrenagem”, afirmou.
Para Zé Chico, uma estrutura voltada ao transporte aéreo de mercadorias poderia beneficiar empresas instaladas no município e na região, especialmente aquelas que dependem de agilidade para receber ou distribuir produtos. O transporte aéreo também pode ser utilizado para mercadorias de maior valor agregado e produtos que exigem rapidez na entrega.
“Quando uma empresa escolhe onde vai investir, ela olha infraestrutura, logística e capacidade de distribuição. Se Feira oferecer diferentes caminhos para transportar mercadorias, vamos aumentar nossa capacidade de atrair empresas e gerar oportunidades”, declarou.
A discussão ganha relevância diante da posição de Feira como importante polo logístico da Bahia. Dados do Plano Diretor de Logística de Transporte do Estado apontam que mais de 70% das cargas passam pelo município pelo modal rodoviário e destacam o potencial da cidade para abrigar plataformas logísticas com integração entre diferentes meios de transporte.
Zé Chico também defendeu a ampliação da oferta de voos comerciais e a conexão de Feira de Santana com novos destinos. Segundo ele, melhorar a infraestrutura aeroportuária pode beneficiar não apenas os passageiros, mas também o setor produtivo.
“Não podemos olhar para o aeroporto apenas como um lugar de embarque e desembarque. Precisamos enxergar o que ele pode representar para a economia de Feira. Mais voos, mais conectividade e uma estrutura para cargas significam novas possibilidades para quem produz, para quem empreende e para quem quer investir na cidade”, disse.
Para o candidato, o debate sobre o futuro do aeroporto deve estar conectado a um projeto mais amplo de desenvolvimento econômico para Feira de Santana e para o Portal do Sertão.
“Feira já tem empresas, comércio forte, indústria e uma localização que nos coloca em uma posição diferenciada. O que precisamos é criar as condições para que essa estrutura gere ainda mais oportunidades. O aeroporto de cargas pode ajudar Feira a dar um novo passo e ocupar cada vez mais espaço como centro de distribuição e negócios”, concluiu.
Pablo Marçal anunciou uma mudança de posição na corrida presidencial nesta terça-feira (29). Fora da disputa pelo Palácio do Planalto, o empresário declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) e confirmou que vai participar da campanha do senador nos últimos dias antes da votação.
A aproximação foi apresentada durante um encontro realizado em uma academia de jiu-jítsu, em São Paulo. Segundo Flávio, Marçal deverá contribuir principalmente na discussão de propostas relacionadas ao empreendedorismo e à mobilidade social.
Flávio afirmou que a atuação do empresário está relacionada à defesa de políticas voltadas ao incentivo ao empreendedorismo e à autonomia financeira. O candidato também disse que mantém conversas com outros nomes em busca de apoio para sua candidatura.
Durante o anúncio, Marçal declarou confiança em Flávio e pediu apoio ao candidato nas urnas. O empresário também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que pretende trabalhar pela candidatura do senador.
A decisão ocorre depois que Marçal foi retirado da disputa presidencial. O Tribunal Superior Eleitoral indeferiu o registro de sua candidatura em setembro.
Com a mudança, Marçal deixa de atuar como candidato e passa a participar diretamente da campanha de outro presidenciável. A eleição terá o primeiro turno realizado neste domingo (4).
O anúncio também acontece em meio às articulações dos candidatos na reta final da campanha. Segundo Flávio, sua equipe conversa com outros grupos e nomes que tenham convergência com as propostas apresentadas pela candidatura.