O ex-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) declarou, nesta terça-feira (6), apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. O anúncio ocorreu durante um encontro em Goiânia, que também reuniu o governador eleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Caiado justificou o apoio como uma questão de coerência com sua trajetória política e de oposição ao PT. “Eu estou aqui para fazer o que é a coerência da minha vida, que é poder derrotar o PT em uma eleição e tem 40 anos que faço isso”, declarou. Antes de anunciar a decisão, ele também relembrou sua relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que o apoio a Flávio seria o desejo do ex-presidente.
A manifestação de Caiado ocorreu depois do apoio declarado por Tarcísio. Também participaram do encontro o senador eleito Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil), senadora eleita. Gracinha também declarou apoio a Flávio e afirmou: “Vemos no primeiro turno que cada um defendeu o que acreditava. Agora estamos no segundo turno, onde nossas diferenças são bem menores do que o que nos une”.
Após a votação do primeiro turno, Caiado havia afirmado que discutiria seu posicionamento com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Os votos válidos obtidos pelo ex-candidato ficaram próximos da diferença registrada entre Flávio Bolsonaro e Lula no primeiro turno, de cerca de 2,3 milhões de votos.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), fechou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República no segundo turno das eleições. A aliança foi decidida nesta terça-feira (6), em Brasília, em uma reunião que contou com a participação de lideranças da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.
No primeiro turno, Neto declarou apoio à candidatura do amigo Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás. A ideia do então candidato ao governo da Bahia era se afastar de Flávio, para garantir votos de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Após ver sua estratégia ser derrotada nas urnas, Neto sinalizou, na noite de domingo (4), que sua próxima missão seria ajudar a derrotar Lula no segundo turno. “Temos a convicção de que, para mudar a Bahia, vai ser preciso primeiro mudar o Brasil”, declarou naquela oportunidade.
Agora, ACM Neto deve oferecer sua estrutura partidária e econômica para realizar a campanha de Flávio Bolsonaro na Bahia. O grupo já trabalha, inclusive, para receber o candidato do PL para um ato eleitoral em Salvador.
Primeiro turno mostrou força do PT na Bahia No último domingo, o resultado eleitoral da Bahia mostrou a força do PT entre os baianos. Além da vitória do governador Jerônimo Rodrigues (PT) no primeiro turno, com 55,8% dos votos válidos, o partido também emplacou a eleição dos senadores Rui Costa (30,07%) e Jaques Wagner (27,65%), e garantiu 66,17% dos votos válidos para Lula.
Na disputa proporcional, o PT também se destacou como a maior legenda do estado, elegendo 7 integrantes para a Câmara dos Deputados e 14 para a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Considerando a Federação Brasil da Esperança, que os petistas formam ao lado de PCdoB e PV, o número sobe para 10 deputados federais e 20 deputados estaduais.
O União Brasil de ACM Neto, por sua vez, elegeu 6 para a Câmara e 5 para a ALBA, enquanto o PL ficou com 4 deputados federais e 7 deputados estaduais.
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta segunda-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorize uma visita de Flávio Bolsonaro (PL) ao pai antes do encerramento da restrição atualmente em vigor.
O pedido ocorre após Flávio Bolsonaro conquistar uma vaga no segundo turno da eleição para a Presidência da República. O senador enfrentará Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima etapa da disputa.
Os advogados também solicitaram a revogação da medida que suspendeu as visitas de Flávio ao ex-presidente. Segundo a defesa, o período determinado para a restrição já está próximo do fim e não teriam surgido novos fatos que justificassem a continuidade da proibição.
Medida foi estabelecida por 90 dias A suspensão das visitas foi determinada por Moraes em julho e tem duração prevista de 90 dias, com término marcado para 11 de outubro.
Na decisão que estabeleceu a medida, o ministro apontou que Flávio teria sido utilizado para divulgar uma manifestação de Bolsonaro com conteúdo relacionado à política e às eleições.
Agora, a defesa argumenta que o cenário que levou à restrição deve ser reavaliado. O pedido principal é pelo fim antecipado da suspensão, permitindo que as visitas voltem a seguir as regras que estavam valendo anteriormente.
Defesa apresenta alternativa caso pedido seja negado Os advogados também incluíram uma segunda possibilidade no pedido encaminhado ao STF. Caso Moraes não autorize a retomada das visitas de imediato, a defesa quer que seja permitido ao menos um encontro entre Flávio e Bolsonaro antes de 11 de outubro.
A intenção, segundo os advogados, seria realizar uma visita de caráter exclusivamente familiar. O encontro seria previamente combinado com o local onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, incluindo a definição de data e horário.
O presidente estadual do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta segunda-feira (5) que o desempenho do partido nas eleições de 2026 representa uma ampliação da força da legenda no estado. Segundo ele, o resultado nas disputas proporcionais cria uma estrutura política mais ampla para os próximos anos.
Roma destacou principalmente o crescimento da bancada do PL na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e as votações obtidas pelos candidatos da legenda.
“O PL mais do que dobra o resultado da última eleição na Assembleia Legislativa. É uma marca grandiosa e mostra que existe um movimento político crescendo no nosso estado”, afirmou.
João Roma destaca quadros do partido O dirigente partidário também ressaltou a eleição de mulheres e a votação de candidatos que, segundo ele, conseguiram ampliar a presença do PL entre diferentes segmentos do eleitorado baiano.
Para Roma, o resultado não se limita à composição da próxima legislatura, mas demonstra a consolidação de uma estrutura partidária construída durante os últimos anos.
“São deputados que fizeram um grande trabalho, colocaram seus posicionamentos nas ruas e conseguiram estabelecer conexão com os nossos eleitores. Estamos construindo uma grande bancada”, declarou.
PL mira expansão no estado Além do desempenho na Bahia, Roma relacionou o resultado estadual ao crescimento do partido em outras regiões do país. O ex-ministro afirmou que a legenda chega fortalecida à segunda etapa da disputa presidencial.
“O resultado das eleições foi muito positivo para o PL em todo o Brasil, inclusive aqui na Bahia. O partido continua sendo uma das grandes forças políticas do país e chega ao segundo turno com a expectativa de eleger o próximo presidente”, afirmou.
Após a eleição, o presidente estadual do PL disse que a prioridade será manter a organização da legenda e ampliar a interlocução com municípios e lideranças políticas.
A estratégia inclui a formação de novas alianças e a preparação do partido para os próximos ciclos eleitorais, além da atuação dos deputados eleitos na Assembleia.
“A política vai muito além de uma eleição. Temos um trabalho construído, pessoas que acreditam nas nossas ideias e uma responsabilidade ainda maior a partir de agora. Vamos continuar trabalhando”, concluiu.
Os senadores eleitos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) registraram vantagem sobre os demais candidatos em algumas das principais cidades da Bahia nas eleições de 2026. Apesar da predominância da dupla petista em municípios importantes, João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) também conquistaram resultados expressivos em algumas das maiores cidades do estado.
O site Bahia Notícias, que realizou um levantamento com os resultados da disputa pelo Senado em alguns dos principais municípios baianos para identificar onde os candidatos foram mais votados e onde acabaram superados pelos adversários.
Em Salvador, maior colégio eleitoral do estado, Rui Costa liderou a votação. O petista recebeu 639.827 votos válidos, correspondentes a 26,9% do total. Jaques Wagner apareceu na sequência, com 572.163 votos (24,1%). João Roma ficou em terceiro lugar na capital baiana, com 531.955 votos (22,4%), enquanto Angelo Coronel registrou 501.636 votos (21,1%).
O cenário foi diferente em Feira de Santana. Na segunda maior cidade da Bahia, João Roma e Angelo Coronel superaram os dois candidatos petistas. Roma recebeu 149.681 votos (26%), enquanto Coronel teve 142.308 (24,7%). Rui Costa ficou com 137.932 votos (24%), seguido por Jaques Wagner, com 127.109 (22,1%).
Em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, João Roma também apareceu à frente, com 87.636 votos (25,4%). Rui Costa ficou em segundo, com 84.937 votos (24,6%). Angelo Coronel registrou 83.699 votos, enquanto Jaques Wagner teve 77.558 votos.
Já em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Rui Costa e Jaques Wagner lideraram a disputa. Os petistas registraram 28,1% e 26,8% dos votos, respectivamente. João Roma ficou com 21,7%, seguido por Angelo Coronel, com 20,8%.
Em Juazeiro, no Norte do estado, Rui Costa também ficou à frente, com 68.714 votos, seguido por Jaques Wagner, com 65.578. Na cidade, os dois petistas superaram os demais candidatos. Em Lauro de Freitas, por outro lado, o resultado foi favorável a João Roma e Angelo Coronel. Roma recebeu 55.992 votos, enquanto Coronel registrou 50.195 votos válidos, superando Rui Costa e Jaques Wagner no município da RMS.
CIDADES ONDE OS CANDIDATOS FORAM MAIS FORTES E MAIS FRACOS Além do levantamento sobre as principais cidades, o Bahia Notícias também analisou os resultados registrados no Mapa Eleitoral para identificar os municípios onde os quatro principais candidatos tiveram seus maiores e menores percentuais de votação.
Entre os candidatos, Angelo Coronel apresentou seus melhores resultados em Acajutiba, com 42% dos votos, Ipecaetá, com 41,1%, e Formosa do Rio Preto, com 41%. Já os menores percentuais foram registrados em Itaguaçu, com 6%, além de Caetanos e Santa Brígida.
João Roma teve seu melhor desempenho em Luís Eduardo Magalhães, onde alcançou 36,5% dos votos. Itamaraju e Caldeirão Grande também aparecem entre os municípios onde o candidato apresentou percentuais mais altos. Por outro lado, Roma registrou resultados mais baixos em Itaguaçu (6,3%), Ribeira do Amparo (6,5%) e Andorinha (7,3%).
Rui Costa teve seus maiores percentuais em Itaguaçu, com 45%, Ribeira do Amparo, com 44%, e Mansidão, com 43,3%. Os menores resultados do petista foram registrados em Luís Eduardo Magalhães, com 13,3%, além de Presidente Jânio Quadros e Itamaraju.
Jaques Wagner, por sua vez, teve seu melhor desempenho em Itaguaçu, com 42,3%, seguido por Presidente Dutra, com 41,8%, e Caetanos, com 41,5%. Os menores percentuais foram registrados em Acajutiba (7,6%), Formosa do Rio Preto (8,2%) e Ipecaetá (8,3%).
A abstenção no 1º turno das eleições 2026 bateu recorde com 33,4 milhões de pessoas que não compareceram às urnas, representando 21,08% do total de eleitores. Em 2022, a abstenção foi 20,9%, o que representou 32,7 milhões de pessoas. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A abstenção desse domingo (4) foi semelhante à das eleições municipais de 2024, que costumam registrar uma ausência maior que as eleições nacionais. Há dois anos, 33,7 milhões de pessoas não foram votar no 1º turno para prefeito e vereador, chegando a 21,68% do eleitorado total.
O 1º turno da eleição de 2026 contava com 158,7 milhões de eleitores aptos a votar. Desses, 125,2 milhões compareceram aos colégios eleitorais. De cada dez eleitores, dois não foram às urnas. Considerando o primeiro turno das eleições gerais, a abstenção desse domingo só foi menor que a de 1998, quando 21,49% do eleitorado não compareceu aos colégios eleitorais.
Dos que compareceram às zonas eleitorais, 2,3 milhões votaram em branco para presidente, o que representou 1,84% do eleitorado, e 3,6 milhões anularam o voto presidencial, o que representou 2,93% do total de votos válidos. Os eleitores que não votaram no 1º turno, ainda podem votar no 2º turno, desde que estejam com o título regularizado.
*Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno divulgada pelo Instituto Veritá.
No cenário de votos válidos, Flávio registra 51,56%, contra 48,44% de Lula. A diferença é de 3,12 pontos percentuais.
O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (5) e ouviu mais de 40 mil eleitores em todo o país.
O resultado ganha destaque também pelo desempenho do próprio Instituto Veritá no primeiro turno. Na pesquisa divulgada antes da votação, o instituto apontava 45,14% para Flávio Bolsonaro e 44,65% para Lula, indicando uma vantagem de 0,49 ponto para o candidato do PL. Nas urnas, Flávio terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 45,16%.
Ou seja, embora os números da pesquisa tenham ficado dentro da margem de erro, o instituto foi um dos que indicaram corretamente a liderança de Flávio na primeira etapa da eleição, em um cenário em que parte das pesquisas apontava Lula à frente.
Agora, na nova rodada, a Veritá mostra uma disputa novamente apertada, com os dois candidatos separados por pouco mais de três pontos percentuais. A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro.
O governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que se reunirá nesta segunda-feira (5) com Lula (PT), ao lado dos senadores eleitos Rui Costa e Jaques Wagner, para discutir a estratégia do segundo turno presidencial.
Segundo Jerônimo, Rui e Wagner podem contribuir com a campanha pela experiência política. “Vamos hoje lá, saber qual é a determinação dele, porque é a vontade dele. Ele é o candidato”, afirmou.
Lula enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, marcado para 25 de outubro. No primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto o petista obteve 45,16%.
O PSDB não elegeu deputados federais nem senadores por Goiás nas eleições de 2026 e ficará sem representantes do estado no Congresso Nacional pela primeira vez desde 1994.
Na disputa pela Câmara, nenhum candidato tucano conquistou uma das 17 vagas destinadas a Goiás. Ernesto Roller recebeu 28.927 votos. Em 2022, Lêda Borges havia sido a única representante do partido eleita pelo estado.
A liderança de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno da eleição presidencial já repercute nos mercados financeiros antes mesmo da abertura dos negócios no Brasil. Fundos negociados no exterior e ligados ao desempenho da bolsa brasileira registraram fortes altas na noite deste domingo (4).
Nos Estados Unidos, o EWZ, fundo que acompanha ações de empresas brasileiras, avançou 9,98% no after-hours da Bolsa de Nova Iorque. Às 23h50, no horário de Brasília, o ativo era negociado a 42 dólares (R$ 218,98). No pregão regular, havia encerrado o dia cotado a 38,19 dólares (R$ 199,12), com alta de 2,83%.
O movimento também foi observado no mercado asiático. Em Tóquio, um fundo que acompanha o Ibovespa abriu o dia com valorização de 9,40%, sendo negociado a 322 ienes (R$ 10,63).
A reação dos ativos no exterior antecipa as expectativas dos investidores para a abertura dos mercados brasileiros nesta segunda-feira (5). A avaliação é de que o resultado do primeiro turno aumentou as chances de uma mudança no comando do país e, consequentemente, elevou as apostas sobre possíveis alterações na condução da economia.
Entre os cenários considerados pelos investidores está uma política econômica com maior ênfase no ajuste fiscal, ou seja, no esforço para equilibrar as contas públicas. Nesse contexto, as projeções apontam para valorização das ações, queda do dólar e recuo dos juros futuros.
O Partido Liberal (PL) elegeu 19 senadores neste domingo (4). Esse montante representa 35% das 54 cadeiras que estavam em disputa para a Casa Alta nas eleições deste ano. A sigla obteve o maior número de vagas em relação aos demais concorrentes no pleito.
Com o resultado nas urnas, a representação da legenda no Senado praticamente dobrou, saindo de 15 para 28 parlamentares a partir de 2027. A bancada continuará sendo a principal da Casa. A título de exemplo, as bancadas de Rondônia e Santa Catarina serão formadas somente por parlamentares do PL.
O cálculo da composição considera os candidatos vencedores e as mudanças geradas pelas saídas de Sergio Moro e Cleitinho, eleitos governadores do Paraná e de Minas Gerais no primeiro turno. Outros senadores disputam o segundo turno ou estão afastados temporariamente por licenças.
Por outro lado, o Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu eleger seis novos senadores no pleito deste ano. Contudo, a bancada governista na Casa Alta não terá alteração, permanecendo com um grupo formado por nove parlamentares durante a próxima legislatura.
O avanço de parlamentares alinhados com a direita busca fortalecer votações de projetos conservadores no Congresso Nacional, além de reforçar o combate a arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes.
Em ato realizado na Avenida Paulista em junho do ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro ressaltou a relevância de obter a maioria no Congresso Nacional.
— Me deem 50% da Câmara e do Senado que eu mudo o destino do Brasil, nem preciso ser presidente. Se me derem isso, não interessa onde esteja, aqui ou no além, quem assumir a liderança vai mandar mais que o presidente. Com essa maioria, elegemos nosso presidente do Congresso Nacional. Maioria das comissões de peso no Senado e Câmara. Nas sabatinas, decidimos quem prosseguirá — afirmou.
Atualmente, os pedidos de impeachment encaminhados à Mesa Diretora não vinham sendo movimentados pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Contudo, o crescimento de senadores de oposição pode alterar o cenário político e impactar a disputa pela reeleição do comando da instituição em 2027.
Os candidatos eleitos neste domingo terão mandato válido de 2027 a 2035.
Confira a lista completa de Senadores eleitos neste domingo: – Michelle Bolsonaro (PL-DF) – Bia Kicis (PL-DF) – Gustavo Gayer (PL-GO) – Gracinha Caiado (União-GO) – Mauro Mendes (União-MT) – Zé Medeiros (PL-MT) – Reinaldo Azambuja (PL-MS) – Capitão Contar (PL-MS) – Filipe Barros (PL-PR) – Deltan Dallagnol (Novo-PR) – Carol de Toni (PL-SC) – Carlos Bolsonaro (PL-SC) – Sanderson (PL-RS) – Marcel van Hattem (Novo-RS) – Guilherme Derrite (PP-SP) – André do Prado (PL-SP) – Domingos Sávio (PL-MG) – Marília Campos (PT-MG) – Carlos Portinho (PL-RJ) – Carlos Jordy (PL-RJ) – Renato Casagrande (PSB-ES) – Evair de Melo (Republicanos-ES) – Rui Costa (PT-BA) – Jaques Wagner (PT-BA) – Cid Gomes (PSB-CE) – Luiziane (Rede-CE) – Marcelo Castro (MDB-PI) – Júlio César o Julim do Lula (PSD-PI) – João Azevêdo (PSB-PB) – Veneziano (MDB-PB) – Humberto Costa (PT-PE) – Marília Arraes (PDT-PE) – Styvenson Valentim (Pode-RN) – Samanda de Lula (PT-RN) – Arthur Lira (PP-AL) – Marina JHC (PSDB-AL) – Rogério Carvalho (PT-SE) – Delegado Alessandro (MDB-SE) – Fufuca (PP-MA) – Lahesio Bonfim (Novo-MA) – Eduardo Braga (MDB-AM) – Plínio Valério (PSDB-AM) – Eduardo Gomes (PL-TO) – Alexandre Guimarães (MDB-TO) – Helder (MDB-PA) – Chicão (União-PA) – Nicoletti (PL-RR) – Teresa Surita (MDB-RR) – Dr. Fernando Máximo (PL-RO) – Bruno Sheid (PL-RO) – Rayssa Furlan (Pode-AP) – Lucas Barreto (PSD-AP) – Mara Rocha (Republicanos-AC) – Marcio Bittar (PL-AC)